terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Por enquanto uns brincam de política

Outros trabalham. 










A conferir


O Circo está montado.


A guerra de informações vai de lado a lado.

Alguém está faltando com a verdade. O Diário (Jader Barbalho) diz que foram 18 km de asfalto e o Governo (Jatene fala em 1000 km).

Repórter Diário


sábado, 22 de fevereiro de 2014

Não sei


"Não sei que tipo de roupa eu vou levar. Não sei para onde vou. Não sei se eu vou poder levar os meus remédios. O que eu vou poder levar de roupa?"


Roberto Jefferson, ao saber da decisão do STF, em entrevista a O Globo

UFPA recebe recursos para implantação do Campus de Ananindeua


A Universidade Federal do Pará (UFPA) recebeu, nesta sexta-feira, 21, recursos de emenda parlamentar na ordem de R$ 3 milhões, que serão destinados à infraestrutura do recém-criado Campus de Ananindeua.



A verba será investida na construção de um centro de convenções com auditório e biblioteca, que atenderá tanto as necessidades do campus quanto as do município, de modo geral, que ainda não dispõe de nenhum espaço desta natureza. A emenda foi iniciativa da deputada federal Elcione Barbalho (PMDB), que também destinou R$ 600 mil para o Plano Emergencial de Expansão do Ensino Superior no Marajó.

Para oficializar o repasse do recurso, que já consta no orçamento do Campus de Ananindeua e do Movimento Marajó Forte, a deputada Elcione, juntamente com o ex-prefeito de Ananindeua, Helder Barbalho, realizou visita de cortesia ao reitor Carlos Maneschy. Também participaram da reunião o deputado estadual Francisco Melo, o Chicão (PMDB); a vereadora Nilse Pinheiro (PMDB); a coordenadora do Campus de Ananindeua, Edilza Fontes; e o coordenador do Movimento Marajó Forte, Ricardo Fialho, além de outros representantes do Movimento e do Campus de Ananindeua.

Educação superior de qualidade - “Sem Educação nada acontece. E a meta é investir cada vez mais neste município com o qual tenho uma ligação muito forte e um compromisso pessoal”, afirmou a deputada Elcione Barbalho. Segundo ela, tanto a emenda de Ananindeua como a do Marajó foram repassadas como questão de honra para concretizar um sonho. Helder Barbalho também explicou que o sonho de tornar realidade o Campus da UFPA em Ananindeua iniciou-se em 2001, em virtude da grande demanda do município por educação superior de qualidade. “Todas as instituições de ensino superior do Pará foram procuradas, mas este sonho veio se concretizar com a colaboração da UFPA”, lembrou Helder.

Futuras instalações - O próximo passo é concretizar a construção do prédio que abrigará as instalações do Campus de Ananindeua, a ser sediado no terreno da Granja do Governador, no Icuí-Guajará. É neste local que será construído o centro de convenções para o qual a verba da emenda será destinada. O campus, no entanto, já existe, temporariamente sediado nas instalações da Faculdade da Amazônia (FAAM), com cem alunos e dois cursos – Engenharia de Materiais e Bacharelado em Ciência e Tecnologia –, os quais iniciam atividades em 2014. “O curso de Engenharia de Materiais, inclusive, já foi avaliado localmente pelo Ministério da Educação e recebeu conceito Muito Bom”, afirmou Edilza Fontes.

Realidade - O reitor Carlos Maneschy agradeceu a emenda e reconheceu que este sonho se torna realidade a partir de esforços coletivos empreendidos pela UFPA e pelo então prefeito Helder Barbalho e que a consequência de tal esforço atravessará gerações. “A Universidade é uma fonte de sonhos e coloca em movimento o resultado de interesses coletivos em formar cidadãos plenos. Só há um investimento capaz de atravessar gerações: educação”, frisou. Segundo Maneschy, além de Ananindeua, outros sonhos que se tornaram realidade em sua gestão foi o Campus de Salinas e a criação da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa). Está também em andamento um projeto de expansão do Campus de Altamira. Permanece a luta pela criação das Universidades do Marajó, Nordeste do Pará e Região Tocantina.

Texto: Jéssica Souza – Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Laís Teixeira

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

"A trilogia da paixão" a Festival de Chocolate e Flor Pará 2014

Como disse o poeta: "O que brilha com Luz própria, ninguém consegue apagar". 


Festival do Chocolate, jóias e flores. A "Trilogia da paixão" é o tema do do Festival de Chocolate e Flor Pará 2014. Na foto autoridades do Governo do Estado e empresários. Destaque para Fabio Sicilia, Hildegardo Nunes, candidatíssimo a um cargo político nas eleições de 2014. Presentes também, O Diretor Superintendente do SEBRAE/PA, Vílson Shubert, Presidente da FAEPA, Francisco Xavier, o novo Secretário de Agricultura do Pará, Andrei Gustavo Castro e a Secretária de Estado Adjunta da SEICOM, Maria Amelia ENRÍQUEZ, Linda e elegante,  participando da abertura da Feira.





Autoridades de diversas instituições participando do evento. 



Emater apresenta bombom de chocolate com recheio de jambu

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) esteve presente ao lançamento do II Festival Internacional do Chocolate e Cacau da Amazônia e Flor Pará 2014, realizado na noite desta quinta-feira, 20, no Espaço São José Liberto. Na ocasião, a diretora administrativa Ely Cristina Santos e o assessor técnico Sinval Paiva, representantes do órgão, apresentaram o bombom de chocolate com recheio de jambu, criado no Centro de Treinamento Agroecológico Inovação Tecnologia e Pesquisa Aplicada do Nordeste Paraense (UDB), da Emater, em Bragança.
A iguaria une a tradição do chocolate ao regionalismo do jambu. A proposta do bombom de chocolate com doce de jambu - que será lançado durante o Festival, em abril, no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia – é ser transferida aos agricultores familiares do estado que trabalham com a cadeia produtiva do cacau.

Para atingir meta de superávit primário, governo federal anuncia corte nas despesas de R$ 44 bilhões neste ano

Meta de superávit primário do setor público é de 1,9% do PIB em 2014

SÃO PAULO - Em mais um esforço para reduzir a desconfiança em torno da economia brasileira e mostrar solidez fiscal, o governo federal anunciou nesta quinta-feira que, para atingir a meta de superávit primário de R$ 99 bilhões (1,9% do PIB), fará um corte nas despesas de R$ 44 bilhões, sendo de R$ 13,5 bilhões de despesas obrigatórias e R$ 30,5 bilhões de despesas discricionárias.

De acordo com o documento, foram preservadas as prioridades do governo, como saúde, educação, desenvolvimento social e ciência, tecnologia e inovação. Esse orçamento, segundo apresentação do Ministério da Fazenda, foi feito com "estimativas conservadoras para a receita".

Em 2013, o país não conseguiu cumprir o compromisso fiscal estipulado inicialmente e fez uma meta do setor público consolidado de 1,9% do PIB, ou R$ 91,306 bilhões. O compromisso de 2013 era de 3,1% do PIB, mas a área econômica havia informado que perseguiria uma meta de 2,3% do PIB.
Da meta de R$ 99 bilhões do setor público consolidado previsto para 2014, o governo central será responsável por R$ 80,8 bilhões ou o equivalente a 1,55% do PIB. Já os Estados e municípios deverão contribuir com 18,2 bilhões, ou 0,35% do PIB.

Dentre os parâmetros econômicos utilizados pelo governo para fixar a meta de economia para pagamento de juros da dívida está a previsão de crescimento econômico de 2,5% para este ano. Essa previsão vem caindo gradualmente. Na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), essa estimativa era de 4,5%. O número recuou para 4% na proposta de orçamento e para 3,8% do relatório de receita que consta do orçamento sancionado para 2014.

O governo trabalha ainda com uma estimativa de receita total de R$ 1,302 trilhão para o ano, uma queda de R$ 28,9 bilhões ante a lei orçamentária deste ano. Desse montante, R$ 176,8 bilhões correspondem a concessões, dividendos e royalties.

A discussão em torno da definição do superávit primário deste ano e do corte para atingir esse objetivo levou vários dias e fez com que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, desistisse de ir para a reunião do G-20, na Austrália. Inicialmente, o governo queria definir uma meta de primário de pelo menos 2%.

Porém, o custo adicional do uso das térmicas para compensar a falta das chuvas injetou um problema novo para o governo.

No ano passado, o governo fez um corte no orçamento de R$ 38 bilhões em duas etapas. A primeira de R$ 28 bilhões e a segunda, para cobrir frustração de Estados e municípios de R$ 10 bilhões. Em 2012, esse contingenciamento chegou a R$ 55 bilhões.

Por Lucas Marchesini, Edna Simão, Vandson Lima e Leandra Peres | Valor

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Pesquisadores do Pará descobrem 169 novas espécies da flora e da fauna na Amazônia

O Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG), uma das principais instituições de estudos sobre a Amazônia, anunciou nesta quarta-feira que seus cientistas descobriram nos últimos quatro anos um total de 169 espécies da flora e da fauna na maior floresta tropical do mundo.

São 14 novas espécies de plantas e 155 de animais, a maioria aracnídeos, informou em comunicado a instituição, vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia.

Das novas espécies de fauna descobertas e descritas, 112 são de aracnídeos, 12 de peixes, dez de aves, dez de anfíbios, seis de répteis, quatro de dípteros (grupo dos mosquitos e moscas) e somente uma espécie de mamífero. Já as da flora, foram encontradas 13 espécies de angiospermas e uma de briofita.

O único mamífero na lista é o “Mico rondoni”, um pequeno macaco batizado assim por ser encontrado apenas em Rondônia e por habitar uma região entre os Rios Mamoré, Madeira e Ji-Paraná.

De acordo com o museu, esta espécie, já ameaçada pelo avanço do desmatamento em seu habitat, foi confundida por muitos anos com a do “Mico emiliae”, típico do Pará. Contudo, estudos mais detalhados, especialmente de morfologia e crânio, chegaram a conclusão que são diferentes.

Segundo o MPEG, o expressivo número de invertebrados na lista de novas descobertas não é surpresa, já que eles aparecem em maior quantidade na natureza.

A quantidade de espécies descobertas nos últimos quatro anos é significativa se for levado em consideração o Catálogo Espécies do Milênio, publicado em 2012. Nele, a instituição descreveu 130 novos espécies (49 de flora e 81 de fauna) descobertas em 11 anos de pesquisa (2000-2011).

O forte aumento das descobertas foi favorecido pela participação dos pesquisadores do museu no inventário da Biodiversidade Planetária, desde 2007. A iniciativa reúne cientistas de 20 instituições do mundo todo, e permite a descrição de novas espécies em uma plataforma online

“Com as ferramentas cibernéticas é possível fazer descrições estruturadas, que podem ser comparadas com as dos outros colegas, o que facilita e acelera a descoberta de novidades”, afirmou o zoólogo Alexandre Bonaldo, pesquisador da instituição.

Para o especialista em mastozoologia, José de Sousa e Silva Jr., que também participou do trabalho de identificação do novo macaco, o museu pode anunciar nos próximos meses a descoberta de outras espécies, já que analisa vários exemplares resgatados da região amazônica inundada pelo lago da Usina Hidrelétrica de Samuel.

Segundo ele, algumas novas espécies de mamíferos, a maioria primatas, estão em fase de final de investigação, como, por exemplo, o macaco zogue-zogue-rabo-de-fogo.

Os cientistas do MPEG afirmaram que a diversidade biológica da Amazônia pode ser maior do que se imagina devido ao fato de vários grupos da mesma família se desenvolveram como espécies diferentes ao ficar separadas em margens opostas de grandes rios, um fenômeno visto somente nesta região. (Fonte: Terra)

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Todo cuidado é pouco

Gato escaldado morre de medo até de água fria  





Lamento, mas o Senador precisa falar com os Russos antes dessa loucura ambiental


Jader pede derrocamento de pedral já




Pedir todo mundo pode.


Do Blog do ENRÍQUEZ. Sem um análise sério e um RIMA ambiental muito debatido, como gostam os ambientalistas, não sairá neste governo. Só se Jader torça para tirar IBOPE da sua candidata a reeleição, Dilma Rousseff.

São mais de 40 Km que terão que ser implodidos de diversas forma e a principal pedra é com dinamite.


Sugiro que Jader se foque em acompanhar outro pedido já feito por ele mesmo, a construção da ferrovia Açailândia/Barcarena. Aí conta com o apoio da sua amiga e militante do seu partido (PMDB),  governadora do Maranhão, da família Sarney Roseana.

Veja matéria do Diário do Pará.
De posse de informações passadas a ele pelo Ministério dos Transportes, o senador Jader Barbalho (PMDB/PA) disse ontem, em Belém, que considera tecnicamente equacionado o projeto de derrocamento do Pedral do Lourenço, no rio Tocantins, e que por isso espera – e vai cobrar – o imediato lançamento do edital para licitação do empreendimento. “Já tivemos embromação demais. Agora, é o próprio Ministério (dos Transportes) a admitir que a questão está tecnicamente resolvida”, afirmou o senador, acrescentando: “Sendo assim, não há mais justificativa para qualquer atraso”.

A manifestação do Ministério dos Transportes veio em resposta a um requerimento de informações apresentado por Jader Barbalho no dia 9 de outubro do ano passado. O pedido foi, naquela ocasião, encaminhado à mesa diretora do Senado com enquadramento constitucional. Este, aliás, é um procedimento que o senador tem adotado em relação a diversos requerimentos apresentados nos últimos tempos, todos eles tratando de temas relevantes e mesmo estratégicos para o Estado do Pará. “Este é, modernamente, um dos mais poderosos e efetivos instrumentos de ação parlamentar”, faz questão de frisar o senador.

Em seu requerimento, Jader Barbalho fazia um histórico do projeto e realçava a sua importância para a integração econômica das regiões sul e sudeste do Pará. Também chamava a atenção para a possibilidade de melhoria da própria cadeia logística nacional, já que a hidrovia do Tocantins, quando implantada, vai abrir um corredor de transporte interligando o Centro Oeste do Brasil aos portos do Pará, na Região Norte.

Especificamente na microrregião de Marabá, enfatizava o senador peemedebista, o derrocamento do Pedral do Lourenço é condição necessária para pôr em funcionamento as eclusas de Tucuruí, obra que custou ao tesouro nacional R$ 1,6 bilhão e que se mantém até hoje inoperante, “como verdadeiro elefante branco”. Além disso, observava ainda Jader Barbalho, a hidrovia do Tocantins – e, pois, o derrocamento do pedral – é ainda uma pré-condição para a implantação da Alpa e do tão sonhado polo siderúrgico em Marabá e na região sob influência da província mineral de Carajás.

Em seu requerimento, o senador considerava inaceitável o “jogo burocrático” em que se arrastava o projeto, desde 2010, e exigia do governo que desse aos paraenses explicações objetivas e convincentes. O líder maior do PMDB no Pará disse na época, e reafirmou ontem, que “o Pará e os paraenses não podem mais aceitar, nesta e em outras questões que dizem respeito ao Estado, falsas explicações com palavras evasivas e escapistas, que mais tentam confundir do que explicar”.

A reposta ao requerimento lhe chegou às mãos, com data de 14 deste mês, por meio de ofício assinado pelo chefe de gabinete do ministro César Borges, Herbert Drummond. A correspondência endereçada ao senador Jader Barbalho veio acompanhada de documento elaborado pela Diretoria Executiva do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. O DNit é a entidade que, dentro do Ministério dos Transportes, administra a infraestrutura do Sistema Federal de Viação, constituída pelas vias navegáveis, ferrovias e rodovias federais, as instalações e vias de transbordo e de interface intermodal.

Marinha discorda de projeto da UFPA

O documento preparado pela Diretoria Executiva do DNit, em atendimento ao requerimento de informações de autoria do senador Jader Barbalho, destaca que foram encontradas “relevantes diferenças” entre o projeto apresentado pela Universidade Federal do Pará e aquele contratado pela mineradora Vale. Notadamente, esclareceu o DNit, quanto à aplicação das normas adequadas ao caso, influindo diretamente na definição da largura do canal de navegação.

Ontem, ao fazer uma leitura analítica do documento, o senador observou, com base na informação do DNit, que o assunto foi levado à instância da Marinha do Brasil, na condição de autoridade marítima. Ao se posicionar quanto ao traçado do canal de navegação adequado às condições existentes na região dos pedrais do rio Tocantins, a Marinha considerou, em seu parecer, que “o projeto da UFPA era incompatível com o comboio-tipo definido para a hidrovia”. Quanto ao projeto bancado pela Vale, o entendimento era de que o mesmo necessitava de adequação do traçado elaborado pela projetista para o canal navegável.

Segundo a orientação da Marinha, a largura do canal, em trechos retilíneos, deve ser de 145 metros – e não de 70 metros, como constava do projeto elaborado pela UFPA – e de 160 metros nos trechos em curva. Já nos trechos em tangente, ainda segundo o parecer da Marinha, o trecho derrocado deve ter extensão equivalente a cinco vezes o comprimento da embarcação – ou comboio, no caso.

Na correspondência dirigida a Jader Barbalho, a direção do DNit e o Ministério dos Transportes esclarecem que, após análise de propostas, selecionou a da Universidade Federal do Paraná para efetuar os ajustes técnicos do projeto de derrocamento, de modo a adequá-lo às exigências da Marinha do Brasil.

A UFPA concluiu o trabalho em dezembro de 2013. Nele ficou especificado que, abrindo-se o canal de navegação em conformidade com os ditames da autoridade marítima, o projeto resultará em um volume de derrocamento de aproximadamente 1,13 milhões de metros cúbicos de rochas. Volume superior ao previsto no projeto original da UFPA, que era de cerca de 700 mil metros quadrados, mas significativamente menor que as estimativas feitas na época pelo próprio DNit, que projetavam um volume de quase três milhões de metros cúbicos. “Dessa forma, cumpridas integralmente as ações técnicas descritas, já foram iniciadas aquelas necessárias ao lançamento do edital para licitação do empreendimento”, completa o ofício assinado pelo gerente de projetos do do DNit, Zeno José Andrade Gonçalves.

Para o senador Jader Barbalho, desde que superada a polêmica em torno de alegadas impropriedades técnicas contidas nos projetos elaborados pela UFPA e pela Vale, o foco passa a ser a licitação do empreendimento, conforme admite o próprio DNit. “Se do ponto de vista técnico o projeto está resolvido, cabe então agilizar o edital, e é isso que nós queremos”, finalizou.

(Diário do Pará)

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Aliança feita


Eduardo Campos elogia Aécio Neves


BRASÍLIA - “Mantivemos sempre uma relação de muito respeito, de respeito mútuo. Pela capacidade que ele mostrou ao gerir o Estado de Minas Gerais e deixar Minas Gerais como deixou, com os mineiros felizes”, disse nesta sexta-feira o pré-candidato a presidente da República Eduardo Campos (PSB) sobre seu adversário Aécio Neves (PSDB). O discuro aproxima ainda mais os dois candidatos da oposição ao governo Dilma.

Campos, governador de Pernambuco, falou sobre a união dos dois oposicionistas durante reunião do Diretório Nacional do PPS, partido que recentemente declarou apoio à sua candidatura. Ele foi questionado sobre a possibilidade de se aliar aos tucanos no segundo turno da eleição pela deputada estadual Luzia Ferreira, do PPS de Minas Gerais, uma pessoa muito próxima do presidenciável do PSDB.

Na resposta, Campos não disse claramente se está trabalhando por uma aliança entre seu partido e o PSDB. “Convivo com Aécio e sou amigo de Aécio há muitos anos. Nós nunca esperávamos viver um ano de 14 como vamos viver. Tivemos um momento muito bonito no processo da redemocratização, quando ele acompanhava o doutor Tancredo [Tancredo Neves, avô de Aécio] e eu acompanhava o doutor Arraes [Miguel Arraes, avô de Eduardo Campos]”, respondeu o pernambucano.

Eduardo Campos falou ainda sobre a aliança que tem com Aécio há anos na cena política de Minas Gerais. Os partidos fizerem uma aliança, que também teve participação do PT, para eleger em 2008 o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda – hoje está no PSB, mas já foi filiado ao PPS. Disse que Aécio teve “capacidade de reunir forças quando ele teve um gesto com o PSB, e o Fernando Pimentel do PT também teve, de se encontrarem”, disse Campos.
Depois do evento, Campos não quis responder se está trabalhando por um acordo com o PSDB.


Por Fábio Brandt e César Felício | Valor

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

A história se repete como mínimo duas vezes


A história é narrada, no ano de 2004, pelo personagem Iván, um aspirante a escritor que atua como veterinário em Havana e, a partir de um encontro enigmático com um homem que passeava com seus cães, retoma os últimos anos da vida do revolucionário russo Leon Trotski, seu assassinato e a história de seu algoz, o catalão Ramón Mercader, voluntário das Brigadas Internacionais da Guerra Civil Espanhola e encarregado de executá-lo. Esse ser obscuro, que Iván passa a denominar 'o homem que amava os cachorros', confia a ele histórias sobre Mercader, um amigo bastante próximo, de quem conhece detalhes íntimos. Diante das descobertas, o narrador reconstrói a trajetória de Liev Davidovitch Bronstein, mais conhecido como Trotski, teórico russo e comandante do Exército Vermelho durante a Revolução de Outubro, exilado por Joseph Stalin após este assumir o controle do Partido Comunista e da URSS, e a de Ramón Mercader, o homem que empunhou a picareta que o matou, um personagem sem voz na história e que recebeu, como militante comunista, uma única tarefa - eliminar Trotski. São descritas sua adesão ao Partido Comunista espanhol, o treinamento em Moscou, a mudança de identidade e os artifícios para ser aceito na intimidade do líder soviético, numa série de revelações que preenchem uma história pouco conhecida e coberta, ao longo dos anos, por inúmeras mistificações. As duas trajetórias ganham sentido pleno quando Iván projeta sobre elas sua própria experiência na Cuba moderna, seu desenvolvimento intelectual e seu relacionamento com 'o homem que amava os cachorros'.

Ruim para a indústria paraense


Diário do Pará, RD

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Deu no Blog do Edir Veiga, Bilhetim. A conferir!


O ex reitor da Universidade Federal do Pará e deputado federal em seu quarto mandato, Nilson Pinto(60) se lançou candidato a candidato a governador a ser decidido na convenção do PSDB até o mês de junho deste ano.

Deputado com vasta experiência administrativa à frente da UFPA, da SEDUC e da Secretaria Especial de Promoção Social, Nilson Pinto quer ser candidato ao governo do Estado num contexto de desmobilização política porque passa o PSDB, quando do anunciado afastamento, do cargo, do governador Jatene a partir do dia 08 de abril.

Nilson Pinto se apresenta como alento tanto ao PSDB como ao próprio governador Jatene. O atual gestor estadual vem sendo objeto de enormes pressões políticas por parte dos grupos governistas que o querem ver concorrendo à reeleição, por ser teoricamente o candidato mais competitivo.

Informações não oficiais indicam um enorme dilema e drama pessoal vivido pelo governador Jatene, que em virtude de conviver com vários stents implantados na artéria coronária, exigiria uma vida menos corrida e não stressada . Segundo fontes bem abalizadas, a família do governador gostaria de vê-lo longe destas enormes responsabilidades para preservá-lo de fatores de risco.

Agora o PSDB já tem um candidato com visibilidade estadual e que se coloca à disposição da convenção partidária. Agora a questão é a seguinte: Nilson Pinto unificaria os grupos tucanos numa disputa que visaria como primeira meta levar a eleição ao segundo turno?

Jatene estaria disposto a “comprar” esta briga, através da ação do vice Helenilson Pontes para levar um candidato do PSDB ao segundo turno? Uma coisa parece certa: o lançamento da candidatura Nilson Pinto indica com clareza de que o PSDB terá candidatura ao governo do estado em 2014.

Recomendo esta leitura. TRAJETÓRIAS DO DESENVOLVIMENTO Maria Amélia Enríquez.




Este livro é um amplo levantamento – em linguagem clara e comunicativa – das variadas concepções do desenvolvimento que se sucederam ao longo das últimas décadas: das teorias clássicas às marxistas, das teorias institucionalistas às do desenvolvimento sustentável. Percorrer essas ideias e conhecer seus formuladores proporciona ferramentas indispensáveis para debater os impasses do mundo de hoje.

Mas o debate sobre os desafios do desenvolvimento, como lemos aqui,, é uma consequência direta da grande depressão dos anos1930. No âmbito da polarização entre o socialismo intervencionista e o capitalismo keynesiano, os economistas mergulharam numa rica e polêmica discussão sobre como reduzir a vulnerabilidade às crises, as mazelas da pobreza e do atraso e as incertezas quanto ao futuro. Os trinta anos que se seguiram ao final da Segunda Guerra foram decisivos em termos de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento, com a convergência das dimensões econômica e social.

A crise fiscal do Estado, marcante nos anos 1970, obscureceu o tema, na medida em que crescia um certo desencanto quanto à real capacidade do Estado em promover o desenvolvimento. Tanto na academia quanto nas ações políticas, parecia que o debate voltaria à pauta das virtudes do mercado como regulador principal e fundamento da evolução dos negócios públicos e do bem-estar social.

No entanto, a emergência da questão ambiental, desde os anos1970, ajudou a que as teorias (e práticas) do desenvolvimento fossem revistas e atualizadas, agora com a inclusão da dimensão ecológica como conteúdo indissociável da economia e do bem-estar. O conceito de sustentabilidade revigora e dá novo conteúdo ao debate.

Este livro tem o mérito de lançar luz, de forma didática e atual, sobre o tema. A releitura de autores clássicos do desenvolvimento é agora apresentada com o foco também na sustentabilidade. Com isso, ganham os estudantes e pesquisadores, que passam a dispor de uma obra de referência clara, objetiva e de grande atualidade. Ganham também os tomadores de decisão, que encontrarão no texto bases relevantes para as políticas públicas.


Presidente do PT/PMDB acusa de Dinossáurios a ex ministros do Lula e Dilma



Em evento do PT e desconhecendo a história recente do Governo de Lula e Dilma, Rui Falcão, presidente do PT lançou acusações de "NovoVelho" e Dinossáurio ao candidato a Presidente da República, Eduardo Campos e Marina Silva, possível candidata a Vice, na chapa do PSB/REDE.

Parecia presidente de um diretório de um núcleo de estudantes articulando palavras e diatribas sobre a campanha de Campos, que a diferencia do PT, aliado à oligarquia "pemedebista", construí uma aliança democrática e socialista.

Diário do Pará.

Ingratidão e o que sobra no governo.


Quando precisavam do Campos e Miguel Arraes aí eram grandes aliados. veja registros recentes.







  

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Protestos fizeram governo mudar discurso sobre Copa



Sondagem apontou ceticismo da população em relação ao legado do evento


Orientada por pesquisa, presidente deixou de enfatizar obras e passou a usar tom ufanista em discursos sobre evento



O governo federal mudou o discurso em relação à Copa depois que pesquisas internas apontaram no ano passado que a população via com ceticismo o "legado" do evento e enxergava as obras como uma "maquiagem" para garantir o sucesso do Mundial.

Uma ampla sondagem feita entre junho e agosto de 2013 para medir o impacto real das manifestações de rua fez com que a presidente Dilma Rousseff reformasse o tom de seus discursos.

Cruzamento entre as constatações das pesquisas e o comportamento do governo nos meses seguintes mostra adoção de medidas e novos hábitos de comunicação em razão das sondagens.

Após o levantamento, a mensagem oficial do Mundial deixou de enfatizar as obras de infraestrutura que ficariam como herança do evento e passou a enaltecer o ufanismo e o orgulho do "país do futebol" em sediar a Copa.

Os dois discursos permanecem na comunicação do Planalto, mas a ênfase mudou. Surgiu o bordão "Copa das Copas" em detrimento do "Pátria de Chuteiras", inicialmente adotado.

O mote "Copa das Copas" foi bolado pelo marqueteiro Nizan Guanaes em uma reunião secreta com Dilma em novembro passado. Outros assessores já tinham sugerido o foco na paixão nacional, não no legado. No dia 6 de dezembro, no sorteio da Copa, Dilma usou o bordão pela primeira vez --repetiu várias vezes depois, inclusive em sua conta no microblog Twitter.

"O futebol deve ser usado como um fim, não como um meio para atingir outros fins", diz a conclusão do levantamento qualitativo, que reuniu grupos de discussão para capturar tendências.

Foram esses grupos que usaram espontaneamente o termo "maquiagem" para definir as ações do governo.

"Havia grande expectativa de que os benefícios sociais e de infraestrutura da Copa seriam concretos e permanentes. Porém, com o passar dos dias, esse sentimento está se convertendo em percepção de maquiagem' e que tudo voltará a ser como antes quando a Copa terminar", diz o relatório da época, que apontou ainda que a "maquiagem está para a Copa assim como o jeitinho' brasileiro está para o lado negativo do comportamento brasileiro."

As sondagens detectaram uma percepção mista sobre o Mundial: um formado pelo sentimento de orgulho, união e nacionalismo e outro, negativo, formado pelo temor com a falta de segurança pública e obras atrasadas.

No levantamento, nota-se pessimismo nas classes C e D, sobretudo em São Paulo.

A Fifa é alvo preferencial. "É na associação entre governo e Fifa que as críticas são mais cáusticas", diz o estudo.

Há mais uma contradição: "A imagem dos estádios como obra é a melhor possível, mas é exatamente essa imagem que torna os estádios alvos de crítica, porque são comparados com a qualidade dos hospitais e escolas."

O texto recomenda ao governo sempre usar o termo "fiscalizar" ao tocar no tema.

Esse é um dos levantamentos mais completos feitos após os protestos, com custo não divulgado. Os resultados, coletados e aferidos pelos institutos Análise e Ibope, estão em 428 páginas sobre o perfil das manifestações, a relação delas com a Copa e índices de aprovação e rejeição.

NATUZA NERY
FILIPE COUTINHO
DE BRASÍLIA

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Esse é o Cara

   Pizzolato tem pedido de liberdade provisória negado






BOLONHA - A Justiça italiana negou nesta sexta-feira o pedido do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos e 7 meses de prisão no processo do mensalão, de aguardar em liberdade a decisão sobre a sua extradição para o Brasil.

Antes dessa decisão, em uma audiência realizada em Bolonha, Pizzolato informou ao juiz que não pretende voltar ao Brasil.

O fato de Pizzolato ter entrado em território italiano portando documentos falsos, o que pode lhe render uma pena de até três anos, pesou na decisão do juiz. A defesa do ex-diretor do Banco do Brasil tinha alegado que não havia risco de fuga.

Prisão

Foragido desde novembro do ano passado, Henrique Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil condenado no processo do mensalão, foi preso na manhã de quarta-feira no norte da Itália.

Numa ação das polícias italiana e brasileira, ele foi detido em Maranello, a 322 quilômetros de Roma, onde vivia na casa de um sobrinho, com passaporte falso em nome de Celso, irmão morto em 1978 em um acidente de carro.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que o governo pedirá à Itália a extradição de Pizzolato. No entanto, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliam que a medida é "inócua".

Para Celso de Mello, o pedido é "juridicamente inviável" já que Pizzolato possui cidadania italiana e as leis locais proíbem a extradição de seus cidadãos. Já a Procuradoria-Geral da República considera que existem brechas legais.

A partir de informação da polícia italiana de pedido de cidadania de residente, a Polícia Federal descobriu que Pizzolato havia falsificado documentos. O planejamento da fuga começou em 2007, cinco anos antes dele ser condenado pelo STF a 12 anos e sete meses de prisão pelo envolvimento no esquema do mensalão.

No momento da prisão, o ex-diretor do BB estava com a mulher e tinha 15 mil euros. "Ele jogou o nome da família na lama", disse a tia de Pizzolato no Brasil.

Por Folhapress

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Pikachu Reconciliado com a torcida. Por enquanto...







Lima Gol!




A conferir!



São Paulo. Das mil creches previstas até o fim do ano, governo estadual só entregou 24

Secretaria da Educação diz que há R$ 1 bilhão disponível para as unidades, mas prefeituras não conseguem apresentar documentos e conseguir terrenos


Das mil creches previstas até o fim do ano no programa Creche Escola, lançado pelo governo paulista em 2011 para repassar verbas aos municípios na área da educação infantil, apenas 24 unidades já foram entregues - quatro delas no interior. A dificuldade das prefeituras em conseguir terrenos para as obras, atender às exigências documentais e garantir recursos para o funcionamento das creches estão entre as principais razões apontadas para o atraso.

Segundo a Secretaria da Educação do Estado, já foram assinados convênios para a construção de 467 creches. Do total, há 157 obras em andamento, 93 com licitações abertas e 299 com processos de concorrência previstos. A pasta diz que há condições orçamentárias - cerca de R$ 1 bilhão - para a construção das mil creches até dezembro, mas que as obras dependem de esforço dos municípios.

Antes de abrir concorrência e receber os recursos, as prefeituras devem apresentar os terrenos regularizados e toda a documentação necessária. A verba é repassada à medida em que avançam a licitação e a obra. Além de São Paulo, só as cidades de Anhembi, Guararapes, Queluz e Lençóis Paulista já têm creches finalizadas.

Na capital, foram entregues no ano passado 14 unidades frutos de convênio com o Estado. Mais três serão finalizadas em 2014, segundo a Secretaria Municipal de Educação, e outras 25 estão em diferentes etapas de construção. Apesar dos programas de apoio dos governos estadual e federal, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação define que o município é o responsável pela oferta de creches e unidades de educação infantil.

Queixas. Para as secretarias municipais de educação, as exigências técnicas e burocráticas são empecilhos. "As cidades médias deveriam ser mais livres para desenvolver a licitação enquanto regularizam o terreno", defende o secretário de Educação de Guarulhos, Moacir Souza. A cidade tem convênio assinado para uma creche e está na fase de localização de terreno. Com requisitos específicos de metragem e estrutura, a busca por áreas geralmente é a fase mais complicada.

Bragança Paulista já tem um convênio assinado e outras quatro creches liberadas, ainda à espera da entrega de documentação ao governo. "Como estamos em cidade de montanha, não é simples acharmos um local plano", diz a secretária de Educação, Huguette Theodoro. Para ela, essas dificuldades explicam o baixo número de creches prontas no Estado.

Em Lençóis Paulista, o terreno já pertencia à prefeitura, o que facilitou o processo. "Quando um empreendimento imobiliário é construído, planejamos a destinação de áreas para equipamentos públicos", relata Fernando Ortega, engenheiro da Diretoria de Educação.
As pastas municipais ainda reclamam dos cofres vazios para a regularização de terrenos e alocação das verbas de funcionamento das creches.

"A iniciativa (do Estado) é boa, mas várias prefeituras esbarram na Lei de Responsabilidade Fiscal. Falta dinheiro para manter a creche depois", diz a presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação do Estado de São Paulo, Priscilla Bonini, que também está à frente da pasta no Guarujá.

Exigências. Em nota, a Secretaria da Educação do Estado afirmou que cumpre os critérios previstos na Lei de Licitações, "sendo eles a garantia de que a verba pública será utilizada de forma adequada e para atender o objetivo de criar mais creches". Segundo a pasta, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), ligada ao Estado e que tem a responsabilidade de supervisionar as obras, oferece três tipos de plantas para facilitar a identificação de terrenos e reduzir custos.

(Ana Cristina Campos /Agência Brasil)

Dilma: Pronatec terá 8 milhões de matrículas até o fim do ano


No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma informou que 60% das matrículas do Pronatec foram feitas por jovens com idade entre 17 e 29 anos



A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (3) que o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec) já conta com 5,7 milhões de matrículas, das quais 4 milhões feitas nos cursos de qualificação profissional e 1,7 milhão, nos cursos técnicos. "Até o final do ano, vamos chegar aos 8 milhões de matrículas que tínhamos nos comprometido quando lançamos esse programa", disse.

No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma informou que 60% das matrículas do Pronatec foram feitas por jovens com idade entre 17 e 29 anos, o que, segundo ela, mostra que eles veem no programa a oportunidade de melhorar a formação e conseguir um bom emprego. "[Isso] também é ótimo para o Brasil, que precisa, cada vez mais, de técnicos e de trabalhadores qualificados, para aumentar a produtividade nas nossas empresas e a competitividade da economia brasileira", acrescentou. Ela destacou que, em 2013, os cursos do Pronatec podiam ser encontrados em 3.200 municípios e que, este ano, chegarão a 4.260 cidades.

Dilma explicou que o Pronatec oferece cursos técnicos que podem durar até dois anos, e cursos de qualificação com duração menor, de até quatro meses. Os cursos técnicos são oferecidos para quem está fazendo ou já terminou o Ensino Médio, disse. "Até o final de 2014, estarão em funcionamento mais 208 escolas técnicas federais. Já no início de março, teremos, em funcionamento, mais 151 escolas técnicas", acrescentou. A presidente informou que o governo fez parceria com o Sistema S, como o Senai e o Senac, para a formação de técnicos nas mais variadas áreas.

Nos cursos de qualificação profissional, mais de 4 milhões de trabalhadores fizeram a matrícula para melhorar a capacitação, dos quais 900 mil eram beneficiários do Programa Brasil sem Miséria. "Esse esforço tem sido especialmente importante para a indústria", disse. Com o Pronatec, o governo oferece mais de 300 mil vagas em cursos em setores estratégicos, como petróleo e gás, tecnologia da informação, construção civil, energias renováveis, entre outros.

A presidenta Dilma também lembrou que, em março, serão abertas as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec), que seleciona jovens e adultos que já concluíram o ensino médio para as vagas dos cursos técnicos do Pronatec.

(Ana Cristina Campos /Agência Brasil)

Em meio à tensão mundial, Dilma vê economia no rumo


Desaceleração da China agrava queda da Bolsa no Brasil


Ibovespa desce ao menor nível desde julho; dados dos EUA e chineses afetam também mercados desenvolvidos


Saída de recursos eleva dólar a R$ 2,433 e pressiona alta de juros; Dilma diz que país está preparado contra crise

Números frustrantes de atividade na China e nos EUA fizeram as Bolsas cair em todo o mundo ontem, expandindo para os países desenvolvidos a crise financeira que atingia os emergentes em janeiro.

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, despencou 3,13%, maior desvalorização desde julho. O índice atingiu seu menor patamar também em sete meses. Todas as suas 72 ações caíram.

As ações preferenciais (sem direito a voto) da Petrobras recuaram 5,8%, para R$ 13,85, o menor valor desde 2005.

Ações também caíram nos EUA, na Europa e no Japão (veja quadro), após a divulgação de que o crescimento do setor de serviços da China desacelerou em janeiro para o menor nível em cinco anos.

Agravou as perdas a divulgação de que a atividade manufatureira dos EUA cresceu em ritmo menor, o que levantou incertezas sobre a retomada da economia do país.

A Bolsa brasileira já caiu 10,41% desde o início do ano, por causa das dúvidas provocadas pelo crescimento mais lento da China e os efeitos da recuperação dos países ricos.

Os dois fenômenos afetam emergentes, como o Brasil. A demanda chinesa menor derruba o preço das commodities e reduz o fluxo de dinheiro para os exportadores.

Apesar do dado negativo de ontem, vários indicadores sinalizam a recuperação da economia dos EUA. A retomada funciona, no curto prazo, como um "aspirador de dólares", atraindo capital antes investido nos emergentes.

Essa migração de recursos para os EUA se acelerou no mês passado, com a decisão do Fed (banco central americano) de cortar as injeções de dólares na economia.

A saída de dinheiro agrava problemas estruturais dos emergentes, elevando ainda mais a incerteza de investir.

DÓLAR EM ALTA

Com investidores tirando dinheiro do Brasil, o dólar à vista (referência no mercado financeiro) subiu 0,74%, para R$ 2,433. Entre 24 moedas emergentes, 17 caíram.

Os fundos negociados em Bolsa dos mercados emergentes registraram resgates de US$ 4,4 bilhões (4,8% de seus ativos) na semana passada. Ao longo do ano passado, sofreram queda de 15,8%.

Embora no longo prazo a retomada americana --a maior do mundo-- seja benéfica para os emergentes, no curto prazo ela provoca perda de divisas e alta de juros (como forma de tentar segurar os recursos investidos).

Nas últimas semanas, a turbulência acentuou a perda de valor do peso argentino e provocou alta de juros na Turquia, na Índia e na África do Sul.

O Brasil já vinha subindo a taxa básica, a Selic, mas uma recente pressão por um ritmo maior na alta dos juros passou a preocupar o governo.

Em reação à crise de confiança dos investidores, a presidente Dilma foi enfática na mensagem de reabertura dos trabalhos do Congresso.

Ela assegurou que o Brasil está preparado para enfrentar a crise e alfinetou os países desenvolvidos afirmando que ninguém pode reconstruir a economia mundial isoladamente. 


DE SÃO PAULO 
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Ator Philip Seymour Hoffman é encontrado morto em Nova York

O ator americano Philip Seymour Hoffman, 46, vencedor do Oscar por seu papel em "Capote" (2005), foi encontrado morto neste domingo (2) em seu apartamento no bairro de Greenwich Village, em Nova York. 


A informação foi confirmada em nota pela família do ator, que classificou a morte como "trágica e repentina".

"Estamos arrasados com a perda de nosso querido Phil e apreciamos as manifestações de amor e apoio que recebemos de todos", disseram os familiares em nota.




De acordo com informações reveladas por dois policiais à agência de notícias Associated Press, o corpo de Hoffman foi encontrado por um amigo, que ligou para o serviço de emergência por volta das 11h15 locais (14h15 em Brasília). O ator ainda tinha uma seringa espetada no braço quando a polícia chegou, o que levanta suspeitas de overdose. Ainda segundo a agência, envelopes de plástico contendo uma substância que aparentava ser heroína também foram encontrados no local e enviados para testes em laboratório.

No passado, Hoffman reconheceu publicamente ter tido problemas com drogas após se formar na escola de artes dramáticas da Universidade de Nova York (NYU), mas que voltou a ser sóbrio após um período na reabilitação. "Foi tudo aquilo (drogas e álcool), sim. Tudo em que eu pudesse por minhas mãos... eu gostava de todas elas", disse em entrevista em 2006 ao "60 Minute". Segundo o site "TMZ", o ator voltou a ser internado em maio passado em uma clínica de dependência por uso de heroína.

Phillip Seymour Hoffman deixa três filhos, todos frutos de seu longo relacionamento com a figurinista Mimi O'Donnell.



Trajetória


Ator de cinema e teatro, Philip Seymour Hoffman nasceu na cidade Rochester (Nova York) em 23 de julho de 1967, onde participou de aulas de teatro no colégio. A profissionalização veio através do curso de artes dramáticas na Universidade de Nova York (NYU), onde se formou em 1989.

Seu primeiro papel de destaque em Hollywood foi com "Boogie Nights" (1997), de Paul Thomas Anderson, mas logo se tornou conhecido no circuito independente, com filmes como "Felicidade" (1997), "O Talentoso Mr Ripley" (1999), "Magnólia" (1999) e "Quase Famosos" (2000). O grande público pôde conhecer seu talento em papéis secundários em títulos de grande bilheteria, como "Cold Mountain" (2003) e "Missão Impossível 3" (2006).

O reconhecimento do trabalho veio com prêmios, entre eles o Oscar e o Globo de Ouro de melhor ator no drama "Capote" (2005). O ator também teve indicações ao Oscar por sua atuação como coadjuvante em produções de grande destaque como "O Mestre" (2012), "Dúvida" (2008) e "Jogos do Poder" (2007).

Recentemente ele fez parte do segundo filme da série "Jogos Vorazes" e estava com contrato assinado para integrar o elenco do terceiro filme da série. Hoffman tinha sete dias de trabalho para encerrar as filmagens do projeto, mas a morte não deve afetar o lançamento dos dois próximos filmes da série, previstos para novembro de 2014 e 2015 respectivamente. "Philip Seymour Hoffman era um dos talentos mais singulares da nossa geração. Ficamos felizes de termos contado com ele na família de 'Jogos Vorazes'. Perdê-lo é uma tragédia e enviamos nossas condolências à família de Philip", disse a Lionsgate em nota.

Dois novos filmes com Hoffman estrearam em janeiro passado no festival de Sundance, nos EUA: o thriller de espionagem "A Most Wanted Man," dirigido por Anton Corbijn, e "God's Pocket", do diretor estreante John Slattery. Antes de morrer, Hoffman também se preparava para rodar seu segundo filme como diretor, "Ezekiel Moss", com Jake Gyllenhaal e Amy Adams no elenco.
*Com informações de agências internacionais

Após três anos empresários agradecem





Padilha diz que convênio com ONG de seu pai será cancelado


SÃO PAULO - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), afirmou, nesta quinta-feira, 30, que vai providenciar o cancelamento do convênio da pasta com a ONG Koinonia-Presença Ecumênica e Serviço, da qual seu pai, Anivaldo Padilha, é sócio e fundador.

"Para poupar a instituição de qualquer exploração política, eu tomei a decisão hoje de solicitar ao jurídico do ministério a tomar todas as medidas legais possíveis para cancelar esse convênio", afirmou Padilha durante participação em evento na capital paulista.

O ministro disse que o pai não recebe nenhuma remuneração da ONG desde 2009 e que o convênio foi firmado dentro de "todos os procedimentos regulares".

"Eu sei que, por eu estar saindo do Ministério da Saúde, cada ato vai ter exploração política", afirmou Padilha. Ele é pré-candidato ao governo paulista nas eleições de 2014. Padilha desembarcará definitivamente em São Paulo na próxima semana e, no dia 7, a ideia é que dê início a uma caravana pelo interior.

Hoje, a oposição afirmou que vai investigar a situação da ONG e, também, vai pedir que a Comissão de Ética Pública da Presidência avalie a conduta de Padilha que, na reta final de sua gestão, assinou um convênio com a entidade.

Para o líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR), a medida fere a conduta ética dos agentes públicos e levanta suspeita de que o convênio tenha finalidade eleitoral. O líder disse que encomendou um levantamento técnico sobre a legalidade da ONG e defendeu a anulação do convênio.

(Folhapress)

Empresário inovador, a cara do Brasil, vende Hotel que comprou com dinheiro público.


Eike vende Hotel Glória para fundo suíço Acron

Adquirido em 2008 por Eike Batista por cerca de R$ 80 milhões, o Hotel Glória passa por uma ampla reforma que originalmente deveria ficar pronta antes da Copa do Mundo, mas foi adiada e só deve sair em 2015. A obra contou com financiamento de R$ 147 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).



SÃO PAULO - O fundo suíço Acron fechou neste sábado a compra do Hotel Glória, no Rio de Janeiro, do Grupo EBX, do empresário Eike Batista, conforme apurou o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor.

As negociações com o fundo tiveram início no segundo semestre do ano passado. Na época, o valor da transação foi anunciado em R$ 225 milhões. Nenhum representante do Acron ou da EBX foram localizados para comentar o assunto.

A compra do hotel foi o primeiro negócio do Acron no país. Especializado no setor imobiliário e com controle familiar, o fundo já fez investimentos em mais de 40 propriedades, incluindo hotéis e imóveis comerciais.

Adquirido em 2008 por Eike Batista por cerca de R$ 80 milhões, o Hotel Glória passa por uma ampla reforma que originalmente deveria ficar pronta antes da Copa do Mundo, mas foi adiada e só deve sair em 2015. A obra contou com financiamento de R$ 147 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Por Vinícius Pinheiro | Valor

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Lançado livro sobre hidrelétricas na América Latina. Paraense um dos autores

Publicação é resultado de debates entre procuradores de diversos países da região


Felício Pontes Júnior, um dos autores da obra 
Arquivo. Beth Begonha

O procurador do Ministério Público Federal no Pará Felício Pontes Júnior, um dos autores da obra sobre hidrelétricas na América Latina, é o entrevistado desta quinta-feira (30) doAmazônia Brasileira. Ele fala sobre o livro, lançado por membros do Ministério Público da América Latina e pesquisadores, que aborda os impactos causados pela instalação de hidrelétricas na região e a maneira como o MP trabalha para evitá-los ou minimizá-los.

Hidrelétricas e atuação do Ministério Público na América Latina registra a importância de tratar os impactos causados pelas hidrelétricas de forma integrada, observando os efeitos acumulados da instalação de diversas usinas em uma mesma região. A publicação apresenta também propostas para que poder público, empresas e cidadãos possam aprofundar a análise e o tratamento das questões socioambientais ligadas a esses impactos, principalmente na região amazônica do Brasil, Equador e Peru. O livro é organizado por Felício Pontes Júnior, pelo promotor de Justiça em Minas Gerais Leonardo Castro Maia e pela procuradora de Justiça no Rio Grande do Sul Sílvia Capelli.

A obra está disponível para download em PDF na internet.

Matéria da Rádio Nacional da Amazônia/EBC, publicada pelo EcoDebate, 31/01/2014