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sábado, 14 de maio de 2011

Economia bombando mas.....

Brasileiros barrados na Espanha

Em 2010, quase 2 mil brasileiros foram barrados na Espanha. Entretanto, na economia, o Brasil passa na frente com crescimento de 7%, contra -1% do PIB espanhol.

“Há uma confiança total da presidente no trabalho da ministra Ana (Gilberto Carvalho), sim, me aplica.

Do Blog do Parsifal 5.2

A ministra da Cultura Ana de Hollanda, no banzeiro desde que a imprensa lhe denunciou por receber diárias indevidas, o que foi constatado como verdadeiro pela CGU que determinou a devolução das mesmas, enfrenta dificuldades para manejar a sua permanência na pasta. 

Na quarta-feira, 11, a presidente Dilma Rousseff decidiu bancar Ana de Hollanda no cargo e escalou o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, para segurar a pontas. 

“Há uma confiança total da presidente no trabalho que a ministra Ana está desenvolvendo no ministério”, declarou Gilberto Carvalho. Na calada do gabinete, inobstante, Carvalho avisou a ministra que a presidente mandou também dizer que ela precisa “conquistar a pasta”. 

A imprensa agiu corretamente ao revelar o deslize funcional da ministra. A CGU foi rápida no gatilho e determinou a devolução das diárias. A ministra já devolveu e o episódio deveria se dar por encerrado. Mas, a “Folha” decidiu bancar uma campanha para defenestrar Ana: a  presidente Dilma está absolutamente correta em não entrar na pauta. 

Marina rebate acusações de Aldo

Foto de Arquivo


A discussão sobre o Código Florestal na noite de quarta-feira provocou um entrevero entre a ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva e o relator do texto, Aldo Rebelo (PCdoB-SP).
Aldo se sentiu insultado com a mensagem que Marina havia postado no Twitter: "Estou no plenário da Câmara. Aldo Rebelo apresentou um novo texto, com novas pegadinhas, minutos antes da votação. Como pode ser votado?!".

Ele, então, aproveitou a acusação feita na tribuna pelo líder do PT, Paulo Teixeira (SP), de que fraudara o texto que havia acordado, para responder à ex-ministra, que acompanhava no plenário: "A fala infeliz do deputado Paulo Teixeira deu razão para a ex-senadora Marina Silva, que postou em seu Twitter que eu fraudei o texto. Quem fraudou, quem contrabandeou madeira, foi o marido da senadora", disse Aldo, complementando que à época era líder do governo e atuou para impedir que o marido de Marina fosse depor na Câmara.

Ontem, a ex-senadora e seus correligionários do PV convocaram uma entrevista coletiva na Câmara dos Deputados para apresentar sua tréplica, ao lado dos deputados Alfredo Sirkis (PV) e Sarney Filho (MA). "Não tenho nenhum receio quanto a essas acusações. As pessoas que me conhecem sabem que elas são falsas e levianas e começaram quando eu era ministra e levamos 725 pessoas à cadeia por desmatamento irregular, apreendemos mais de 1 milhão de metros cúbicos de madeira, aplicamos R$ 4 bilhões de multas e, junto com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, retiramos 37 mil propriedades das mãos de grileiros", disse Marina. Ela também insinuou que seu marido poderá interpelá-lo na Justiça.

Segundo Marina, as acusações contra seu marido ocorreram ao mesmo tempo em que era ministra e atuava contra os desmatadores. "Naquele momento, veio uma fúria contra a minha equipe e contra mim e dossiês apócrifos, denúncias vazias, calúnias ficavam o tempo todo sendo entregues à imprensa e a parlamentares".
Um desses parlamentares foi o deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), que em 2004 encaminhou um requerimento ao então líder do governo da Câmara, Aldo Rebelo, para que o marido de Marina esclarecesse na Câmara seu possível envolvimento em fraudes no Ibama. Aldo articulou para que o pedido não fosse adiante.

Marina ontem o criticou também por isso. "Até ontem eu imaginava que seu encaminhamento contrário fosse por seu convencimento de justeza de causa. Intimidações só funcionam para quem não sabe olhar para o foco principal desse debate: querem impor um retrocesso na legislação ambiental do país."
Em seguida, o PV divulgou uma nota de desagravo em que relata a acusação contra o marido de Marina. Segundo o texto, ele, como secretário-executivo do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), foi acusado de participar de um convênio firmado entre o Ministério do Meio Ambiente e uma entidade civil, a Fase, ao qual o GTA é ligado. Esse convênio teria permitido a comercialização de uma grande quantidade de mogno apreendido na gestão anterior do ministério, cujos recursos, segundo o PV, foram destinados a um fundo que apoia projetos socioamebientais na Amazônia. O partido afirma que quando o convênio foi firmado ele já havia deixado o GTA. Aldo não foi localizado para comentar as declarações de Marina. (CJ)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Atras dos royalties


Cerca de 4 mil prefeitos são esperados em Brasília de hoje a quinta-feira, segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), para a 14ª Marcha Nacional "Em Defesa dos Municípios", organizada pela entidade. Em encontro com a presidente Dilma Rousseff, que deve ocorrer hoje, os prefeitos vão pedir uma revisão nos prazos de cancelamento dos restos a pagar - verbas previstas no orçamento de um ano cujo pagamento fica para o exercício seguinte - de 2007, 2008 e 2009, previstos no Orçamento da União aos municípios, para que os recursos possam ser pagos.

"Na parte dos restos a pagar, gostaríamos que o empenho, que é um compromisso, fosse pago", afirmou o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, em entrevista ontem. A pressão, no entanto, não deve dar resultado, segundo o próprio Ziulkoski, que acha muito difícil que a presidente Dilma flexibilize decreto assinado por ela em 28 de abril, que estabeleceu regras para o cancelamento de recursos.

O que o presidente da CNM considera mais importante a reivindicar é uma simplificação nos procedimentos de análise dos projetos, para que as obras possam ser iniciadas em tempo hábil para que os recursos de 2009 não sejam cancelados. Pelo decreto de Dilma, obras que não tenham sido iniciadas até o fim de abril, referentes aos orçamentos de 2007 e 2008, não receberão mais recursos. No caso dos recursos previstos no Orçamento de 2009, as obras têm que estar iniciadas até o fim de junho.

A CNM divulgou levantamento mostrando que 51,8% dos processos relativos a restos a pagar não processados não foram iniciados, o que significa que cerca de R$ 1,3 bilhão em empenhos estarão cancelados até julho. Foram analisados 60.548 processos de despesas, que totalizam R$ 20,3 bilhões em "restos a pagar".

Desse total, R$ 4,3 bilhões são processados e R$ 16 bilhões não processados - dos quais 5% foram pagos (o restante, portanto, estaria sujeito ao cancelamento).

A luta dos prefeitos, segundo Ziulkoski, é pela derrubada do veto presidencial a uma emenda que foi aprovada no Congresso que promoveria uma repartição mais equânime dos royalties oriundos da exploração do petróleo no mar. Segundo o presidente da CNM, as prefeituras receberiam mais R$ 8 bilhões, caso essa regra vigorasse. No caso dos royalties, a pressão é sobre o Congresso, que tem a atribuição de votar o veto, para mantê-lo ou derrubá-lo. A reivindicação é que o veto seja votado amanhã mesmo.

Lula que fale


SÃO PAULO - O ex-governador de São Paulo, José Serra, candidato derrotado à Presidência da República em 2010 pelo PSDB, estreou ontem seu site com críticas às políticas econômicas e contra as drogas do atual governo e ao governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Seu primeiro texto faz críticas à falta de investimento da Polícia Federal na fiscalização das fronteiras do país.

Sob o título “A prática desmente o discurso”, Serra cita um relatório Federação Nacional dos Policiais Federais sobre a situação de precariedade da PF no Acre. “Sem recursos básicos nem efetivo suficiente na fronteira, a polícia não tem como conter a entrada da cocaína pelo Estado”, diz o tucano na sua página (www.joseserra.com.br). Serra afirma que as fronteiras do país são “as mais desguarnecidas do mundo”.
O tucano também atacou a política econômica implementada pelo atual governo e pelo ex-presidente Lula.

“Durante o mandato de Lula, graças ao seu talento de animador e à publicidade massiva, criou-se a impressão de que a era do crescimento econômico havia voltado para ficar. Impressão, infelizmente, sem fundamento”, afirma Serra no site.

O ex-governador de São Paulo cita estudo do economista Reinaldo Gonçalves sobre o baixo desempenho da economia brasileira. O estudo diz que, nos últimos oito anos, o crescimento médio da economia foi inferior à média mundial. O Brasil ocupou o 96º  lugar em uma lista de 181 países.

Serra também faz críticas à elevada carga tributária, à alta taxa de juros, à baixa taxa de investimento, aos gargalos na infraestrutura de transportes e de energia e às “imensas carências” em saneamento, saúde e educação. “O novo governo promete que vai enfrentar os desafios, mas mostra falta de convicção e de rapidez, além de falta de prioridades, cujo símbolo maior é o trem-bala”, completa o tucano.

Serra explica que o site será “principalmente, um lugar para debater políticas públicas, temas que digam respeito ao futuro do Brasil e dos brasileiros”.
(Ana Paula Grabois | Valor)

Delúbio quem não te conhece que te compre

O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, disse ontem à "TV Folha" que o PT manterá "sob observação" seu ex-tesoureiro Delúbio Soares, readmitido na legenda no dia 30. "Não estou dizendo que o Delúbio é corrupto. Estou dizendo que é nítido que ele cometeu ilegalidades", disse. Delúbio é réu por corrupção ativa e formação de quadrilha no processo do mensalão. Genro defendeu, no entanto, a volta do ex-tesoureiro ao partido. "É um direito constitucional da pessoa", afirmou. "Negar a entrada dele seria fazer um pré-julgamento."