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sábado, 6 de dezembro de 2008

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ENTRE 2000 E 2005, 48% DA PERDA DE COBERTURA FLORESTAL NO MUNDO OCORREU NO BRASIL

Desmate da floresta amazônica pode dar prejuízo de US$ 1 tri

Prejuízos de US$ 1 trilhão poderiam ser gerados pelo desmatamento da floresta amazônica. Dados divulgados por especialistas Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e por 29 instituições de pesquisa em todo o mundo alertam que as chuvas geradas no Centro-Oeste brasileiro e nos países do Cone Sul vem em grande parte da evaporação de água da região amazônica. Um desmatamento que comprometa essa evaporação, portanto, afetaria o ciclo de águas e toda a produção agrícola da parte mais fértil da América do Sul.

"O Brasil precisa pensar a preservação da Amazônia como uma questão econômica e que terá impacto direto em suas exportações e produção agrícola nos próximos 50 anos", afirmou Pavan Sukhdev, chefe da divisão econômica do Pnuma e ex-banqueiro do Deutche Bank. "Os cálculos apontam para prejuízos a médio e longo prazo de US$ 1 trilhão para a região", disse. O cálculo incluiria a queda drástica nas exportações, na produção, a necessidade de importar alimentos, perda de postos de trabalho e queda em geral nas economias das regiões mais afetadas.

Os estudos foram feitos por uma rede de institutos de pesquisa de 19 países conhecida como Global Canopy Programme e pela ONU. O levantamento, usando dados do cientista brasileiro Antônio Nobre, aponta que 20 bilhões de toneladas de água evaporam todos os dias da região amazônica. Parte dessa água acaba chegando ao Cone Sul do continente, área mais fértil da América do Sul e considerada como celeiro do mundo nas próximas décadas. A água também abastece uma quantidade importante de rios que vão garantir a qualidade de terras na Argentina e Paraguai.

"A Amazônia não é uma questão ambiental. É uma questão econômica", disse Sukhdev. "O governo brasileiro precisa entender que preservar a floresta não é um luxo, mas logo será uma necessidade econômica", afirmou. Entre 2000 e 2005, 48% da perda de cobertura florestal no mundo ocorreu no Brasil. 13% da perda ocorreu na Indonésia.

Os estudos apontam que substituir a Amazônia custaria pelo menos US$ 100 bilhões apenas em projetos para o fornecimento de água no restante do país. Para os especialistas, apenas o valor da Amazônia gerando as chuvas no sul e centro do continente já seria um motivo suficiente para proteger a floresta. A avaliação dos cientistas é de que a Amazônia seria a melhor "bomba de água" e o mais eficiente projeto de irrigação do planeta.

Para compensar a perda da floresta, os especialistas alertam que o Cone Sul teria de contar com 50 mil das maiores usinas de energia trabalhando 24 horas por dia para garantir o abastecimento de água a todo o território cultivável. "A floresta faz isso de graça", alertou Sukhdev.

O Pnuma defende a criação de uma sobretaxa sobre empresas e mesmo veículos que emitam CO2. A taxa seria transferida para ajudar e proprietários de terras nas regiões de floresta a preservar a mata. "Temos de pagar aqueles que vivem na região para que preservem a floresta", defendeu. "Essa será a única opção que temos para garantir a proteção das matas", concluiu. (Fonte: Jamil Chade/ Estadão Online)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

RESULTADOS OFICIAIS DA COMISSÃO ELEITORAL DA UFPA

ESTOS SÃO SIM OS RESULTADOS OFICIAIS.

A Comissão Eleitoral Divulgou nesta sexta-feira, 05 de dezembro, o resultado do processo de consulta à comunidade universitária da UFPA para escolha do novo reitor da Universidade pelo quadriênio 2009-2013. Em primeiro lugar ficou o professor Carlos Maneschy com 23,13 pontos. Em segundo, a Professora Regina Feio com 22,73 pontos. A professora Ana Trancredi ficou na terceira colocação, com 9,81 pontos, seguida pelo professor Ricardo Ishak com 2,57 pontos.


A eleição aconteceu na última quarta-feira, das 8 às 21 horas em 48 locais de votação, 28 na Capital e 20 no interior do Estado. Estavam aptos a votar 2.402 professores, 2.340 técnico-administrativos e 30.006 estudantes. Participaram do pleito 11.961 pessoas, sendo 1.735 docentes; 1.806 técnico-administrativos e 8.420 estudantes.

ECONOMISTA NÃO BRINCA COM NÚMEROS - ELES EXISTEM

Seguem os resultados preliminares da eleição:


Maneschy: 38.99%
Regina: 38.24%
Tancredi: 17.87%
Ishak: 4.89%

Uma análises que para um economista não escapa.

Candidata da situação (Regina) 38,24
Candidatos da Oposição somados (Maneschy, Ana e Ricardo) 65,75

Diferença entre Maneschy e Regina 0,75%.

Eleições em diversos países já foram definidas com menos de 1% dos votos. A própria eleição de 2001, segundo os resultados oficiais foi por menos de 0,15%, 5 votos, apenas.

Existe um grande equivoco quando se acredita que as eleições para serem válidas devem superar duas décimas. Isso no mundo de hoje já não existe. As eleições americanas passadas mostraram esse fato. Quem assistiu o filme americano com a atuação estelar do KEVIN COSTNER Swing Vote poderá ter uma noção de como é importante um voto, apenas um voto. Democracia é assim.

A eleição não foi acirrada como alguns pensam, porque as alternativas da oposição foram diversas, entretanto todas concordavam na necessidade de mudar o quadro de poder existente na UFPA.

Um outro elemento interessante foi que a candidata Regina perdeu, precisamente, entre seu "Núcleo Duro", com um a diferença de mais de 200 votos, isso derruba qualquer candidato. É necessária esta lembrança já que a candidata se apresentou como expressão desse grupo de técnicos e professores da equipe da reitoria, assim dito pelas fontes oficiais e foi lá precisamente onde menos votos obteve.

O resto será história, O reitor eleito e o atual reitor terão alguns meses para estabelecer os mecanismos de transição, como é natural em uma instituição que primou até hoje pelo exemplo de democracia e madurez republicana. O Reitor fará cumprir esse princípio.

JÁ É OFICIAL MANESCHY CONFIRMADO COMO PRIMEIRA MAIORIA NA ELEIÇÃO DA UFPA

Carlos Maneschy vence eleições para a reitoria da UFPA


A chapa do professor Carlos Maneschy, venceu com 23, 13% dos votos apurados. Em segundo lugar está a professora Regina Feio, com 22,73% dos votos. Em terceiro lugar está Ana Tancredi ficou com 9,8%, e Ricardo Ishak em quarto, com 2,57%. A chapa da candidata Regina Feio, apoiada pelo reitor Alex Fiúza de Mello, propôs à comissão eleitoral a recontagem de votos. A proposta foi rejeitada pela comissão, que já enviou o resultado ao Conselho Universitário (Consun).

Sobre o pedido de recontagem, o professor Maneschy declarou que não havia motivo. O professor afirma que “agora com os ânimos serenado, queria que se respeitasse a vontade da comunidade universitária. Não tenho nenhuma dúvida de que serei nomeado, é o que a comunidade espera. O reitor Alex Fiúza de Mello será o primeiro a defender minha nomeação, conforme ele se comprometeu durante a campanha eleitoral".

O professor atribui sua vitoria a necessidade de mudanças na “ao convencimento da comunidade para mudar a UFPA através de um conjunto de ações que propusemos durante a campanha para fazer avançar cada vez mais a instituição. A comunidade votou tb pela alternância de poder, que é saudável para a Ufpa. Apesar de a diferebça de votos entre mim e a 2º colocada ter sido pequena, a somatória dos votos das chapas de oposição sinaliza o desejo de mudança da comunidade universitária”. Maneschy também parabenizou a comissão eleitoral e disse que o processo de eleição fortalece o espaço de democracia da universidade e que agora todos tem de se unir; não existem mais chapas. A união será para fortalecer a universidade, que é um elemento estratégico e fundamental da Amazônia. A comissão eleitoral ainda não divulgou o resultado final.

Um detalhe fundamental é que o pleito não termina com a apuração dos resultados finais da consulta à comunidade universitária. É necessária a elaboração, pelo Conselho Universitário, de uma lista tríplice, indicando os nomes dos três candidatos mais votados, em ordem decrescente, para os cargos de reitor e vice-reitor. A lista é, então, encaminhada ao Ministério da Educação para que o Presidente da República e o Ministro da Educação decidam por uma das três chapas. Apesar da exigência legal, tem sido uma tendência a escolha pelo candidato que obteve mais votos nas eleições. O número de de eleitores aptos a votar na eleição da UFPA foi de 2.402 docentes, 2.340 técnicos administrativos e 30.006 discentes, totalizando 34.744 eleitores. (Da redação, Diário do Pará).

CARLOS EDILSON DE ALMEIDA MANESCHY NOVO REITOR DA UFPA

A Victoria da Chapa de Maneschy-Schneider dará ao Magnífico Reitor uma projeção enorme, com o grande carisma que ele tem, com sua atitude aberta e flexível para tratar os assuntos onde as decisões são colegiadas, será, sem dúvida uma liderança regional emergente para o Estado do Pará e para a Amazônia. Em um Estado tão pobre de lideranças, Maneschy vem ao encontro dessa expectativa de renovação de lideres.

Maneschy se preparou para ser Reitor desde o dia seguinte da disputa tão acirrada em que foi dado o triunfo ao Atual Reitor Alex Fiúza de Mello, que governou oito anos. Em todos esses anos o Reitor, hoje eleito, trabalho sem descansar, pela universidade, pelo Estado do Pará e pela Região Amazônica. Não ficaram magoas depois da discutida disputa eleitoral com Alex e inclusive apoio ao Reitor, desde o cargo Diretor de Pesquisa. Mesmo assim brilhou nessa função e seus resultados foram expressivos. Também realizou um excelente trabalho no Governo do Estado, apesar de não ser do grupo político do então governador.

Sem poupar esforços entrou inclusive na política de onde se retirou para continuar no seu caminho pelo seu espaço na Universidade, por considerar a necessidade do trabalho plural da gestão na academia.

Nesse caminhar pela vida de um grande lutador, político, entretanto sem participação na política partidária, foi construindo uma importante articulação e reunindo grandes competências, técnicas e humanas, que serão a partir de junho de 2009, sua equipe de trabalho, até 2013.

Merecidos parabéns para o Magnífico Reitor, e, como ele já disse, desde o dia 03 de dezembro os palanques serão desmontados. A esta hora já deve estar conclamando à comunidade universitária a trabalhar juntos pelo engrandecimento da UFPA e a fazer mais e melhor, a partir da sua pose.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

AS DICOTOMIAS DA CRISE ECONÔMICA AUMENTAR O CONSUMO OU DIMINUIR OS GASTOS?.

Pobre Keynes depois de ter sido esquecido por longos anos de sucesso do neoliberalismo, inclusive durante boa parte do governo Lula, hoje ressuscita e se transforma no melhor incentivo para as economias crescerem, mediante o crescimento do consumo. Ao mesmo tempo eu como consumidor estou com dois pés atrás e não gasto mais do que o necessário, para comer e pagar as poucas dívidas de consumo. Uma vez pagas, entrarei num forte aperto financeiro, para não me endividar já que os juros continuam em um patamar alto e não dão sinais de queda.

Me desculpem, mas, não recomendo a ninguém gastar a tontas e locas como se propõe por parte dos funcionários de Governo e até pelo próprio Lula. Seria uma burrice gastar mais do que recebemos, Esse, segundo as próprias análises do governo eram os problemas econômicos da economia brasileira. Gastar mais do que tínhamos.

Esse não é só problema de Lula. No mundo todos querem vender mais, importar menos, aí é quando as coisas se complicam.

Veja o artigo abaixo sobre a China que seguramente espera ser uns dos maiores exportadores. Vender mais e comprar menos, será a política.



Economia da China espera que cidadãos poupadores comecem a gastar


Andrew Jacobs
Em Pequim

Ele ainda não sabe disso, mas Dang Fu foi escolhido para salvar a economia chinesa.

Dang, 56, um plantador de painço de faces coradas que vive no nordeste da China, conseguiu nos últimos anos poupar dois terços da renda anual da sua família, um valor que equivale a US$ 2.200. Ele cultiva grande parte da sua alimentação, usa um casaco de inverno até que este vire um farrapo e só compra presentes para a mulher quando as reclamações dela ficam intoleráveis.

O presente que ele se concedeu no ano passado, uma televisão de 25 polegadas, ainda provoca uma expressão dolorosa em Dang. "É doloroso gastar tanto dinheiro", disse ele, enquanto caminhava pelos corredores de um supermercado na semana passada com a cunhada perdulária (ela só poupa a metade do salário).

Mas esse hábito entranhado de economizar, que já foi tido como uma virtude admirável por aqui, tornou-se um problema neste momento em que a economia do país desacelera-se, um fato que tem alimentado o medo do governo em relação ao desemprego e à instabilidade social, bem como quanto à possibilidade de que isto venha a ameaçar o poder do Partido Comunista.

Nas últimas semanas a economia da China, que antes parecia incapaz invulnerável, sofreu um desaquecimento drástico. O crescimento das exportações, um dos fatores que mais contribuíram para a expansão da China nos últimos dez anos, diminuiu e provavelmente reduzirá o crescimento geral do país no próximo ano, segundo o Banco Mundial. O mercado de ações está inerte e o valor dos imóveis em várias cidades caiu 30 ou 40%.

A taxa de crescimento da China com correção anual, que foi de 12% durante as Olimpíadas, já caiu para 9%, um número admirável para os padrões norte-americanos, mas que está perigosamente próximo do mínimo de 8% que, segundo os economistas chineses, é necessário para que se forneçam empregos às 20 milhões de pessoas que ingressam anualmente no mercado de trabalho. Na última segunda-feira, o J.P. Morgan reduziu a sua previsão de crescimento da China no quarto trimestre para 7,7%, e outros analistas prevêem que este número possa chegar a 5% no próximo ano.

Analistas do governo estão de olho nos consumidores, especialmente nas centenas de milhões de camponeses que poupam bastante, esperando que eles supram grande parte da necessidade de demanda. "Se pudermos injetar confiança nos consumidores e fazer com que eles gastem mais, poderemos ajudar a economia da China e contribuir também para estabilizar a economia global", afirmou na semana passada Zhu Guangyao, ministro-assistente das Finanças.

Mas pode ser difícil fazer com que as pessoas gastem mais, especialmente em um momento de desaquecimento econômico. Os gastos dos consumidores representam 35% do produto interno bruto da China, e esse número vem caindo desde a década de 1980, quando ficava na faixa dos 50%. Já a atividade do consumidor nos Estados Unidos é responsável por mais de dois terços da economia chinesa.

Para compensar as quedas das exportações e no setor de construção, os consumidores chineses teriam que aumentar em um terço os seus gastos, afirma Michael Pettis, professor de finanças da Universidade de Pequim. "Não sei se eles são capazes de fazer isso de forma tão rápida quanto o governo deseja", afirma Pettis.

META CONTRA O DESMATAMENTO AINDA É "TÍMIDA", DIZ MINC

Com uma série de ressalvas e admissões de ajustes e mudanças nos próximos anos, o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) anunciou na segunda-feira (1º) as metas de redução na taxa de desmatamento para a Amazônia Legal. O objetivo é que, em 2017, a devastação anual da floresta atinja no máximo 5.000 km2 contra os 11,9 mil atuais.

As metas integram o Plano Nacional Sobre Mudança do Clima, anunciado ontem por Minc e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em evento no Palácio do Planalto. Como a Folha antecipou na edição de sábado (29), a meta de redução do desmatamento será dividida em três quadriênios.

"Temos metas. Elas são tímidas ainda, mas podemos melhorá-las", disse o ministro do Meio Ambiente, que admitiu rever os objetivos. "Elas (metas) podem estar subestimadas ou superestimadas. Faremos reavaliações anuais. O plano não é uma obra acabada."

Além disso, Minc apresentou condicionantes para o cumprimento das metas. Disse que a responsabilidade não é só da União, mas também dos governos estaduais e da sociedade civil, e afirmou que, além de contratar cerca de 3.000 novos fiscais ambientais, o governo federal precisa, entre outros pontos, fazer a regularização fundiária e aprovar o zoneamento econômico-ecológico.

Sobre a regularização fundiária, o governo prepara um plano para iniciá-la, batizado Terra Legal. O Incra é o órgão responsável pelo processo, mas reclama de falta de estrutura física e verbas. Já o zoneamento econômico-ecológico da Amazônia Legal, assim como o zoneamento específico da cana, continua parado no governo.

Outra meta anunciada é a ampliação da área de floresta plantada do país. O plano fala em dobrar a atual área até 2020, passando de 5,5 milhões para 11 milhões de hectares, sendo 2 milhões de hectares em espécies nativas. O resto seria preenchido por eucaliptos.

A definição dessas metas deve ser usada pelo governo brasileiro como ferramenta diplomática, passando o chapéu para recolher doações ao Fundo da Amazônia. A Noruega, por exemplo, já se comprometeu a injetar US$ 1 bilhão. "Podemos pensar em US$ 1 bilhão por ano", disse ontem Minc.

Sobre a contribuição contra o aquecimento global, o plano prevê que, com as metas de desmatamento, o país deixará de emitir 4,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono. O plano fala ainda na ampliação do uso dos biocombustíveis, dos programas de reciclagem e para economizar energia elétrica.

Lula encerrou o evento com uma rápida fala. Disse que vai conversar com o ministro Tarso Genro (Justiça) sobre a ampliação da fiscalização na Amazônia e que, no próximo ano, reunirá no Planalto os prefeitos da lista dos 36 municípios que mais desmatam no país.

"É preciso que a gente discuta com eles e estabeleça metas", disse o presidente. "Para isso, temos que estender uma mão nos dispondo a ajudá-los, mas com a outra mão temos que dizer que haverá punição, se não cuidarem corretamente da preservação ambiental."

Obrigação interna - Apesar de verem avanços no plano, ambientalistas criticam o fato de ele condicionar o cumprimento das metas à obtenção de recursos externos. "O governo deixa uma justificativa pronta para descumprir as metas", diz o diretor de políticas públicas do Greenpeace, Sérgio Leitão. "Ele fala que o mundo precisa ajudar a preservar a Amazônia, como se isso não fosse, antes de tudo, uma obrigação de nós, brasileiros." (Fonte: Eduardo Scolese/ Folha Online)

COMBATE A AQUECIMENTO SÓ DARÁ CERTO SE GERAR LUCROS, DIZ CLINTON

O esforço internacional para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa só terá sucesso se for economicamente justificável, afirmou nesta terça-feira (2) em Hong Kong o ex-presidente Bill Clinton.

"Precisamos descobrir como fazer isso ser economicamente viável", disse ele, durante um evento organizado por sua fundação, a Clinton Global Initiative.

O ex-presidente afirmou que o combate ao aquecimento global precisa gerar lucro e criar empregos para motivar os países a se comprometer com a causa ambiental por questões pragmáticas.

Além de Clinton, o ministro das Relações Exteriores da China, Yang Jiechi, a presidente das Filipinas, Glória Macapagal-Arroyo, e outras autoridades também participaram do evento.

O encontro da organização ocorre ao mesmo tempo em que mais de 9 mil delegados de países membros da Organização das Nações Unidas (ONU) se reúnem em Poznan, na Polônia, para discutir a mudança climática e tentar esboçar um acordo para o próximo encontro, marcado para o ano que vem em Copenhague, na Dinamarca.

Emergentes - Os participantes concordaram que é necessário cooperação para conseguir desenhar uma estratégia sucessora do Protocolo de Kyoto, que funcione na prática e não seja um ponto de confrontação entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.

"Havia pessoas na China que acreditavam que isso (o Protocolo de Kyoto) era um complô para desacelerar o crescimento econômico dos emergentes", disse Clinton. "Mas eles mudaram, só que agora vamos ter que negociar um novo acordo desde o princípio".

Clinton perguntou ao ministro Yang Jiechi como seria possível "evitar a briga que arruinou Kyoto", referindo-se à posição antagônica que Estados Unidos e China adotaram nas negociações do acordo.

Yang Jiechi reiterou a posição chinesa e cobrou dos países ricos transferência de tecnologia e recursos financeiros para o combate ao aquecimento global.

"Acredito que os países desenvolvidos devem liderar o combate dando ajuda tecnológica e de capital aos países em desenvolvimento", disse Yang.

China e Estados Unidos se acusam mutuamente de ser o maior poluidor do mundo.

Em termos absolutos, os chineses são os maiores emissores de gases causadores do efeito estufa, mas argumentam que os norte-americanos têm um nível de emissões de gases per capita muito superior.

Fundo - Há um mês, a China sugeriu, em uma conferência da ONU em Pequim, que os países ricos doassem 1% do seu Produto Interno Bruto (PIB) para um fundo internacional que proveria a transferência de tecnologia verde para os países em desenvolvimento.

Na ocasião, o presidente Hu Jintao criticou o estilo de vida ocidental, que chamou de "insustentável", e disse que eles têm "responsabilidade e obrigação" de mudar o modo como vivem.

"Não podemos pedir a países como a Índia ou a China que façam um voto de pobreza para que nós continuemos com o nosso estilo de vida", reconheceu Clinton, referindo-se aos hábitos de consumo dos países ricos.

Clinton não chegou a falar especificamente no Brasil, mas ressaltou que cerca de 18% de todas as emissões causadas pelo mundo têm origem no desmatamento, e que a Amazônia, juntamente com as florestas da Indonésia, são um caso preocupante.

Yang Jiechi e Macapagal-Arroyo também aproveitaram a ocasião para felicitar Clinton pelo sucesso de sua esposa, Hillary, que foi apontada nova secretária de Estado no governo do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama. (Fonte: Estadão Online)

MINC LEVA À ONU PLANO DO BRASIL DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS

O Plano Nacional de Mudanças Climáticas, assinado na segunda-feira (1º) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, será apresentado aos participantes da 14ª Conferência das Partes (COP) da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, em Poznam (Polônia), pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. De acordo com a assessoria de imprensa do ministro, a iniciativa tem o propósito de dar mais densidade aos debates. A 14ª COP está relativamente esvaziada pelo fato de não contar ainda com a participação de representantes do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, que tomará posse em janeiro do próximo ano.

Por isso, há a expectativa de que a 14ª COP seja menos uma oportunidade de debates e mais um encontro de trabalho, preparatório da 15ª COP, que será realizada em Copenhague (Dinamarca) em 2009, já com participação de representantes do novo governo dos EUA. A decisão de Minc de apresentar o plano brasileiro de mudanças climáticas deve incentivar as discussões em Poznam pelo fato de estabelecer metas, como a redução da média anual de desmatamento da Amazônia em 40% no período de 2006 a 2009. Minc, segundo assessores, embarca para Poznam no dia 9. A autorização do presidente Lula para o ministro se afastar do País até o dia 14 e participar da 14ª COP foi publicada na edição de hoje do "Diário Oficial da União". (Fonte: Neri Vitor Eich/ Estadão Online)

Mãe natureza.

Expoente da ala desenvolvimentista do governo, Dilma Rousseff (Casa Civil) teve seu pouco conhecido lado ambientalista elogiado ontem pelo colega Carlos Minc em cerimônia no Planalto. "É a Eco-Dilma".

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

A HORA DO RECREIO - ~JOAN MANOEL SERRAT & ANA BELEN

OPERAÇÃO SATIAGRAHA - DANIEL DANTAS CONDENADO A 10 ANOS

Daniel Dantas é condenado a dez anos de prisão; defesa pede anulação

O juiz Fausto Martin de Sanctis, da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo, condenou nesta terça (2) o banqueiro Daniel Dantas, sócio-fundador do Grupo Opportunity, a dez anos de prisão em regime fechado por corrupção ativa, por tentativa de suborno a um delegado durante a Operação Satiagraha, da Polícia Federal.

Daniel Dantas responde por tentativa de suborno a delegado durante a operação Satiagraha

Em nota, defesa diz que processo é "nulo" e que juiz é "suspeito" PF pede prisão pela 3ª vez


Alguém neste país acredita que esse cara vai passar 1o anos preso????
Comente o caso. Eu pago para ver!

QUANTO VALE UM VOTO NO BRASIL?

Informações dos tribunais eleitorais em São Paulo confirmam que o voto de Luiz Marinho Prefeito eleito de São Bernardo do Campo custou a mísera soma de R$47,00. O voto do Prefeito eleito Kassab foi de apenas R$ 7,3 por voto, apenas!

Imagina se esses recursos fossem doados para uma campanha contra a fome. Seria obrigação dos candidatos só usar o direito da propaganda gratuita paga pelos contribuintes.

Coitado de eu, como diz o caboclo, com essas propostas. Posso até ser indiciado por burro.

domingo, 30 de novembro de 2008

EMPREGO DIGNO

Sigam os passos a seguir e olhem para o resultado

1. Abrir http://www.google.com/

2. Digitar as palavras assim mesmo em espanhol: trabajo digno

3. Não dar Enter, clique acima de "estou com sorte"

Ler com calma o resultado, Até concluir o texto...

Parabens para Google!!!