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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Escritórios dos Estados Unidos e África do Sul concedem patentes à UFPA


O United States Patentes and Trademark Office – Escritório de Patentes e Marcas Registradas dos Estados Unidos concedeu dois certificados de patentes à Universidade Federal do Pará. Os depósitos foram realizados pela UFPA, por intermédio da Agência de Inovação Tecnológica da Universidade Federal do Pará (Universitec), com o apoio de um escritório contratado para acompanhar no exterior os pedidos de patentes. Os processos duraram cerca de quatro anos, entre exames formais, exames técnicos. E demais procedimentos até a concessão das Cartas, no
último mês de outubro.

Patente um


O primeiro objeto de patente concedida n° US 9,778,496 foi o “Nanoreciprocal Three- way divider based on a Magneto-optical resonator”, que na versão em português é“divisor por três não recíproco baseado em um ressoador megneto-óptico”. A tecnologia é baseada em um cristal fotônico bidimensional onde são inseridos defeitos de forma controlada. O princípio tem como função a divisão da potência de um sinal de entrada, presente em um dos seis guias de onda que o compõe. Os inventores são o professor Victor Dimitriev da Faculdade de Engenharia Elétrica da UFPA e o doutor Gianni Masaki Tanaka Portela.

Patente dois


A outra tecnologia, objeto da patente concedida n° US 9,778,540 foi “Compact Optical Swirch having only two waveguides and a resonant cavity to provide 60 degree folding”, que traduzido é “Chave óptica compacta baseada em um cristal fotônico bidimensional com dobramento de 60°”. Este é um trabalho com bases parecidas com o primeiro, o que difere é que a função principal é o controle da passagem de um sinal eletromagnético ao longo de um canal de comunicação, assim permitindo ou bloqueando a passagem do mesmo. A invenção também é dos dois autores citados anteriormente e do engenheiro eletricista Rafsandjani Batista.

Patente na África do Sul


O professor Alberdan Santos trabalha com química e biotecnologia, leciona na UFPA há 18 anos e coordena o Laboratório de Investigação Sistemática em Biotecnologia e Biodiversidade Molecular. O trabalho de Alberdan envolve a produção de micrometabólitos e macrometabólitos, que são substâncias produzidas por plantas e microrganismos que apresentam atividades biológicas. O professor explica que, por meio da investigação sistemática, o grupo chegou em um fungo, que produz um metabólito. Este metabólito, após ser submetido a várias atividades biológicas, mostrou um potencial contra leishmaniose cutânea. O professor depositou a patente nacional em 2008 e a internacional em 2009. Recentemente, a carta-patente foi aceita na África do Sul, além de já ter sido aprovada pela União Europeia e Aripo.






SECTET e UNIVERSITEC lançam Edital para promover Desafio INOVATUR 2018




O Desafio INOVATur 2018 é um programa da Secretaria de Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), a Agência de Inovação Tecnológica da Universidade Federal do Pará (Universitec) e Fundação Guamá. O edital para a seleção de ideias e talentos voltados para área de turismo no Pará foi divulgado nesta quinta-feira, dia 30, e as inscrições podem ser feitas até o dia 20 de janeiro.

O INOVATur tem por objetivo buscar soluções inovadoras para o desenvolvimento de projetos direcionados à promoção do Estado, enquanto destino turístico, tendo por base as diretrizes do Sistema Estadual de Gestão do Turismo, descritas no Plano Estratégico de Turismo do Pará – Ver-o-Pará. Vale lembrar que este programa faz parte de um planejamento de trabalho maior, o Inova Pará, que também é do governo estadual.

Processo

Os projetos serão escolhidos após o processo de inscrição. Os competidores terão acesso ao espaço físico coworking, onde eles terão direito ao uso de uma estação de trabalho com mobília e equipamentos de uso compartilhado, mentoria com especialistas da área, além de também fazer parte do quadro de relacionamentos da Universitec.

Premiação

O primeiro, o segundo e o terceiro lugar geral da classificação receberão R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil respectivamente. A cerimônia de encerramento do Desafio INOVATur 2018 será realizada no dia 18 de maio.

Serviço

Divulgação do Edital do Desafio INOVATur 2018

Período: de 30 de novembro de 2017 a 20 de janeiro de 2018

Inscrições:

SECTET: http://www.sectet.pa.gov.br/

SETUR http://www.setur.pa.gov.br/

UNIVERSITEC http://www.universitec.ufpa.br

FUNDAÇAO GUAMÁ http://pctguama.org.br

Baixe a chamada pública aquiFaça sua inscrição através do formulário aqui

Para mais informações envie e-mail para

desafioinovatur@gmail.com


Fórum de Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa do Pará assina Protocolo de Intenções com a Sectet





11.12.2017 Forum das Instituições de Ensino e Pesquisa Foto Alexandre de Moraes site6





Representantes do Fórum de Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa do Pará assinaram, nesta segunda-feira, dia 11 de dezembro, o Protocolo de Intenções que propõe parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), na Coordenação de Ações para o Desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia no Estado, e da transferência de conhecimento de ponta para diversos setores da sociedade. Durante a reunião, realizada no prédio da Reitoria da UFPA, em Belém, o titular da Sectet, Alex Fiúza de Melo, também apresentou a resolução que cria a Bolsa de Estímulo à Inovação, destinada a pesquisadores que já trabalham nas instituições públicas ou privadas.


“Nós assinamos um importante instrumento, que é o Protocolo de Intenções, com o objetivo de alinhar a Sectet às instituições do Fórum para o enfrentamento do grande desafio que é o desenvolvimento sustentável do Pará, que supõe a constituição de sistemas de inovação nas várias regiões do Estado, os quais verticalizam as nossas cadeias produtivas estratégicas, gerando emprego, renda, inclusão social e melhor qualidade de vida à população”, pontuou o secretário Alex Fiúza.


O documento, que formaliza um Acordo de Cooperação com a Sectet, foi assinado pelos representantes das onze instituições de ensino e pesquisa do Pará que integram o Fórum: UFPA, UFRA, IFPA, Cesupa, Unama, UEPA, Embrapa, MPEG, IEC, UFOPA e Unifesspa. De acordo com o reitor da UFPA e vice-presidente do Fórum, Emmanuel Tourinho, o Protocolo é resultado da interação dos reitores e dirigentes das instituições de pesquisa no Pará e destes com o poder público.

11.12.2017 Forum das Instituições de Ensino e Pesquisa Foto Alexandre de Moraes site5

“É uma iniciativa que vai gerar condições mais favoráveis ao desenvovimento da pesquisa e da inovação no nosso Estado. Vai contribuir para que as nossas instituições se aproximem daqueles setores que precisam usar o conhecimento aqui produzido para alavancar as suas atuações na sociedade”, afirmou o reitor da UFPA.


O presidente do Fórum e vice-reitor do Cesupa, Sérgio Mendes, fez um balanço positivo dos trabalhos, que se encerram com a assinatura do Protocolo de Intenções, como sendo um acordo importante para os próximos anos. Para ele, é um documento indutor, que sinaliza para o futuro as possibilidades de construção de um outro patamar de desenvolvimento para o Estado.


“Eu creio que, com a capacidade instalada nas Academias, com o vigor que têm os Institutos de Pesquisa e com o papel fundamental de orquestração do governo do Estado, por meio da Sectet, nós avançaremos muito. Não podemos mais contemplar, isso é certo e consensuado, que as nossas riquezas sejam levadas para outros lugares e lá se transformem em mais riquezas. Nós temos condições de verticalizar essa produção, temos competência instalada para fazê-la, e esta sinergia, sintetizada neste documento, nos ajudará a apontar caminhos que não conhecemos totalmente hoje, mas nos ajudará da melhor maneira”, disse o presidente do Fórum.


A próxima reunião do Fórum está agendada para o dia 26 de fevereiro, no Cesupa, às 9h30. Para o primeiro encontro do ano de 2018, será convidado o diretor presidente da Fapespa, Eduardo Costa. O objetivo será discutir propostas de apoio às ações institucionais para as áreas de ensino e de pesquisa.


Texto: Ericka Pinto – Assessoria de Comunicação da UFPA

Fotos: Alexandre de Moraes






sábado, 18 de novembro de 2017

http://sportv.globo.com/site/combate/


Werdum e Tybura batem peso, mas quatro atletas ficam acima no UFC Austrália



Fabricio Werdum x Marcin Tybura: pesos-pesados fazem a luta principal do evento (Foto: Getty Images)

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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Tornozeleira electrónica


Cómo toman banho os condenados que cumprem pena em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica?
Perguntar não ofende.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Indústria automotriz, Exportação cresce, mas seu futuro está sob risco


Os dirigentes da indústria automobilística orgulham-se de seus novos contratos de exportação. Entre os mais recentes, caminhões fabricados pela Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo serão usados para transportar água em minas de Serra Leoa. 


 Nas montadoras de automóveis, as equipes de vendas comemoram o fato de os chilenos, antes fiéis aos carros importados da Ásia, começarem a gostar também dos modelos brasileiros. O novo impulso da exportação, que já absorve quase 30% da produção de veículos no Brasil, levou a indústria a elevar projeções para o ano. Mas a falta de competitividade brasileira, alerta Olivier Murguet, presidente da Renault na América Latina (na foto), coloca em risco esse potencial. Devido a essa debilidade no Brasil, a direção da Renault já começa a pensar em trocar parte da exportação feita hoje a partir da fábrica do Paraná pela de Medellín, na Colômbia. 

Da linha de produção que a Renault possui na cidade colombiana sai o Duster, veículo fabricado também no Brasil. Segundo Murguet, os cáculos mostram que exportar o Duster a partir de Medellín para alguns países latino-americanos abastecidos hoje pelo Brasil vai sair mais barato. "Apesar de ter aumentado bastante, a exportação brasileira de veículos continua frágil. Perde na concorrência para a Colômbia e, principalmente, para o México em termos de impostos, logística e mão de obra", destaca Murguet. Para o executivo, a capacidade de exportar está atrelada ao que acontece na atividade brasileira. "Somente a retomada econômica será capaz de garantir o aumento da produtividade que precisamos para manter a exportação", diz. "Não se constrói um futuro para a indústria automobilística no Brasil só com exportação", afirma. Apesar do cenário pessimista traçado pelo dirigente, o mercado externo transformou-se numa espécie de tábua de salvação para compensar a súbita queda de demanda nas vendas internas. 

No primeiro semestre, as vendas da indústria de veículos a outros países somou um total de US$ 6,2 bilhões em divisas, o que representou um aumento de 57% na comparação com os seis primeiros meses de 2016. Há pouco mais de uma semana, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) aumentou de 7% para 35,6% a expectativa de exportações em 2017. Por conta do aumento do ritmo dos embarques, o setor espera agora também mais crescimento na produção. A projeção do início do ano era de aumento de 11,9% na produção de veículos em 2017. O novo cálculo indica que a expansão será de 21,5%, num total de 2,619 milhões de unidades. O volume está ainda distante da capacidade instalada, de cerca de 5 milhões de unidades. Os fabricantes de veículos se agarraram ao mercado externo ao perceber que a crise da demanda doméstica não era passageira. A própria Renault, que hoje exporta 34% do que produz no Paraná, montou, há quatro anos, plano para aumentar as vendas na América Latina. 

A MAN, fabricante dos caminhões Volkswagen, adotou estratégia semelhante. Ao perceber as vendas no Brasil minguarem, a montadora alemã elaborou no ano passado um programa de investimentos de R$ 1,5 bilhão, quase todo voltado à internacionalização das vendas. "Se nosso caminhão serve para o Brasil serve também em mercados parecidos, como Peru, Chile, Argentina e África", afirma o presidente da empresa na América Latina, Roberto Cortes. Em pouco tempo, as vendas externas na MAN saltaram de 15% para 30%. "O mercado interno vai voltar, mas de forma gradual", diz o executivo. Para ele, manter a fatia externa em 30% seria saudável. Capacidade é o que não falta hoje na indústria de caminhões, ainda com ociosidade em torno dos 70%. Na Mercedes-Benz, o mercado externo também ajudou a aliviar a crise interna. De janeiro a junho, a montadora embarcou 3,9 mil caminhões, 44,3% mais do que no mesmo período do ano anterior. As exportações de ônibus da marca avançaram 24,2%. O chamado setor de customização da fábrica em São Bernardo do Campo (SP) ficou mais movimentado nos últimos meses.

 Os veículos que serão usados nas minas em Serra Leoa receberam tanques para armazenar água e pneus mais largos. Caminhões destinados ao Ministério de Defesa de Emirados Árabes receberam pintura de base para camuflagem. No caso dos automóveis, colaborou para o avanço no mercado externo melhorias nos modelos fabricados no Brasil, que surgiram à esteira do Inovar-Auto, programa de benefícios fiscais criado pelo governo federal em 2012. Esse programa estabeleceu exigências de equipamentos de segurança, como airbags e freios ABS nos carros novos. O Chile, um mercado aberto e que havia se acostumado a importar veículos mais completos de países como a Coreia, passou a se interessar pelo produto brasileiro. Segundo a Anfavea, somente nos cinco primeiros meses do ano, as exportações de automóveis e comerciais leves para o mercado chileno aumentaram 218%. O Peru também passou a receber mais carros brasileiros. Hoje os volumes enviados aos peruanos estão 250% maiores do que há um ano. "Com o Inovar-Auto, os padrões dos nosso carros melhoraram não apenas em segurança mas também em nível de eficiência energética", destaca o presidente da Anfavea, Antonio Megale. Segundo ele, algumas empresas, como a Volkswagen, reforçaram suas equipes dedicadas ao mercado externo. Somente nos cinco primeiros meses do ano, a Volks, montadora que mais exporta no país, elevou as vendas externas em 63%. O volume exportado pela Volks corresponde a quase um quarto de todos os embarques da indústria automobilística brasileira.  

Apesar da conquista de novos mercados, a maior força externa para a produção de veículos no Brasil vem da Argentina. É para o mercado argentino, o segundo maior na América do Sul, que seguem 68% das exportações das montadoras instaladas no Brasil. O fim das restrições à entrada de produtos estrangeiros ajudou no incremento de 42% nas vendas de carros para o país vizinho este ano na comparação com um ano atrás. 

A General Motors espera aumentar as vendas para o mercado argentino em mais de 50% este ano. Para o Chile, os embarques da GM vão crescer 180,6%. Apesar da crise interna, o gigantismo do Brasil continua notável no mercado automotivo. Dos 5,5 milhões de veículos vendidos em toda a América Latina no ano passado, 36% saíram das fábricas brasileiras. Por isso, a demanda dos vizinhos chegou em boa hora. Para Murguet, a boa notícia é que essa indústria dá mostras de que pode exportar e a má é que ela perde quando confrontada em termos de competitividade. "Perceber que algo tem que mudar para tornar a exportação sustentável é o grande desafio", diz.

Valor, Marli Olmos, de São Paulo.

Sem Lula eleição de 2018 perde referencial, dizem pesquisadores

Não há herdeiro automático dos votos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cuja candidatura presidencial em 2018 pode ser impugnada por motivos judiciais. Dirigentes de institutos de pesquisa ouvidos pelo Valor são cautelosos em traçar cenários para a eleição sem Lula entre os candidatos.

Pedro Ladeira/Folhapress


De maneira geral, a ex-senadora Marina Silva (Rede), terceira colocada na maioria das sondagens leva ligeira vantagem, mas o que tende a crescer, no primeiro momento, é a taxa de indecisos e de eleitores que declaram intenção de votar nulo ou em branco, possível sinal de aumento da desilusão com a política. "Poderá ser a eleição mais enigmática desde a redemocratização", resume Márcia Cavallari, do Ibope Inteligência. 

"Se Lula não for candidato, a gente vai entrar[no período eleitoral sem saber absolutamente nada. Vai descobrindo no curso da campanha", completa. Lula foi condenado por corrupção passiva na semana passada, em sentença da 13ª Vara Federal de Curitiba. Se a condenação for confirmada pela segunda instância, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), o petista está fora das eleições pela lei da ficha limpa. Não há previsão segura sobre quando sobre quando o TRF4 baterá o martelo. 

A pesquisa eleitoral face a face mais recente é do Datafolha, de 21 a 23 de junho. Lula lidera isolado todas as simulações de primeiro turno com até 30%. É o dobro de Marina ou Jair Bolsonaro (PSC), empatados na segunda colocação. O Datafolha fez simulações sem oferecer a opção Lula no rol de candidatos. Marina sobe sete pontos e alcança 22%. No levantamento com margem de erro de dois pontos, Bolsonaro varia de 15% para 16%. As simulações trazem o nome do exministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa (sem partido), que vai de 11% para 12%. Geraldo Alckmin (PSDB) e demais candidatos não saem do lugar ou também variam só um ponto. 

Não há teste comparável com o nome do tucano João Doria. Tido como possível herdeiro dos votos de Lula, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) marca 9% quando aparece na disputa sem ter o petista como rival. Ele alcança 7% na simulação em que disputa contra Lula. Tanto Ciro quanto Marina foram ministros de Lula. A ex-senadora ficou na Esplanada entre 2003 e 2008 e o pedetista entre 2003 e 2006. No PT, a alternativa a Lula que foi testada em pesquisas foi a do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que no Datafolha conseguiu 3%. 

De todas as mudanças, a diferença numericamente mais relevante é a da negação do voto (indecisos mais branco, nulo e nenhum). Um salto de dez pontos: 16% para 26%. "O evento mais importante [com a ausência de Lula] é o vácuo político", diz o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino. Márcia Cavallari faz avaliação parecida: "Sem Lula fica um campo aberto. 

Abre espaço para o surgimento de novas candidaturas". A mera comparação de pesquisas com e sem o nome de Lula tem limitações para análise do que pode ocorrer caso a condenação do petista seja confirmada. Nenhum instituto tem condições de medir qual seria o impacto político da decisão jurídica que, no limite, pode levar o petista para a cadeia. 

O presidente da empresa Ideia Big Data, Maurício Moura, avalia que a ausência de Lula abriria espaço para o que ele chama de candidatura de centro. "Sem Lula, tende a ser uma eleição bem menos polarizada". Figuras como Doria e Bolsonaro perderiam fôlego, já que são mais identificados como antagonistas do petista, opina. Para Paulino, não é desprezível a hipótese de uma confirmação da condenação valorizar o peso político de Lula. "Ele passou pelo mensalão e se reelegeu em 2006. Passou pelo farto noticiário negativo da Lava-Jato e permanece em primeiro, com 30%. Se for condenado [pelo TRF4], pode ser identificado como vítima, o perseguido. Ainda mais porque é visto como opositor de um governo tão impopular.

Por Ricardo Mendonça | De São Paulo
Valor

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Bomba no Paysandu!!!

Já era hora, estava demorando. O fraco presidente do Paysandu renuncia ao cargo e no seu lugar assume o Toni Couceiro. 

Serra renuncia e não é mais presidente do Paysandu (Foto: Daniel Costa)

Sérgio Serra não é mais presidente do Paysandu. O mandatário bicolor não resistiu às inúmeras polêmicas e a péssima campanha que o clube vem fazendo na Série B e entregou o cargo.