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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Jornais 06/02/2010 - Ruim com eles pior sem eles

06 de fevereiro de 2010


O Globo (Boca maldita)

Manchete: Alimentos e transporte fazem inflação dobrar

Alta dos preços reforça pressão por aumento de juros

Os aumentos em transportes públicos e as chuvas que encareceram os alimentos fizeram com que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serva de referência para o cálculo da meta de inflação do governo, mais do que dobrasse em janeiro. A taxa, divulgada ontem pelo IBGE, passou de 0,38% em dezembro para 0,75% no mês passado. Em 12 meses, o índice ficou em 4,59%. A alta da inflação pode levar o Banco Central a subir juros para conter preços. Analistas acreditam que as pressões inflacionárias vão continuar. (págs.1 e 33)

Lula, PT e Dilma defendem Estado forte

O presidente Lula e a ministra Dilma Rousseff fizeram ontem enfática defesa do Estado forte, mas “sem estatizar por estatizar” , tese defendida pelo PT para o programa de governo da cândida à Presidência. DEM e PSDB chamaram a proposta de populista e acusaram o PT de estar rasgando a “Carta aos Brasileiros”, de 2002. (págs. 1 e 3)

Secretário liga Arruda a suborno

O secretário de Comunicação de José Roberto Arruda confirmou que ele conversou com o jornalista Edimilson Edson dos Santos, o Sombra, filmado recebendo R$ 200 mil de suposto suborno. (págs. 1 e 8)

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Folha de S. Paulo (Hoje está ligth)


Manchete: BC não vê ameaça na alta do dólar

Governo alegra que cenário é diferente e decide não intervir na valorização da moeda; mercado critica

O Banco Central decidiu não intervir contra a alta do dólar, mesmo com a moeda americana subindo pela quarta semana seguida. Ontem, ela fechou a R$ 1,891, com alta de 0,37% no dia.

Mesmo com a tensão nos mercados, o BC não apareceu vendendo dólares, como no final de 2008; ao contrário, durante a semana, comprou dólares nas faixas de R$ 1,84 e R$ 1,88, o que ratificou o novo valor da moeda.

O argumento do governo é que, hoje, não há os mesmos problemas da época da crise global. Para o BC, as empresas brasileiras têm dólares de sobra e não há casos de aposta errada no câmbio, como ocorreu com Sadia e Aracruz. O mercado critica a atitude. Segundo operadores, o volume de negócios é reduzido porque importadores e exportadores esperam o câmbio se estabilizar.


Neste ano, a Bovespa já perdeu 15% em dólar. Ontem, caiu 1,83% e desceu a 62.762 pontos, o menor patamar em três meses. (págs 1 e Dinheiro)


Depoimento e fita complicam situação de governador do DF

À Polícia Federal funcionário público aposentado preso ao entregar sacola em R$ 200 mil a jornalista citou sobrinho de José Roberto Arruda. (págs. 1 e A4)


Mundo

Brasil não vê problema na guarda de urânio do Irã, afirma Amorim. (págs. 1 e A11)

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O Estado de S. Paulo (Da uma força ao Serra e toca nas feridas de outros)


Manchete: Justiça já prepara afastamento de Arruda

Suspeito de liderar esquema de corrupção no DF, governador pode até ser preso, após flagrante de tentativa de suborno; ele diz que não sai

A Justiça e o Ministério Público discutem formas de afastar o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, que poderia até ser preso. Arruda é acusado de chefiar esquema de corrupção conhecido como “mensalão do DEM”. O que agravou a situação foi uma tentativa de suborno, feita por um servidor, a um jornalista que ajudaria a fragilizar provas contra o governador. No caso do afastamento de Arruda, assumirá o vice, Paulo Octávio, presidente do DEM de Brasília e também suspeito de integrar o esquema. Por meio de sua assessoria, Arruda disse que não renunciará e que ao acredita que a Justiça ordene seu afastamento ou prisão: “Eles vão ter de me agüentar até 31 de dezembro”. (págs. 1 e A4)

PT ameaça intervir nos diretórios estaduais


Emprenhado em garantir palanques estaduais para a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência, o PT ameaça até intervir em diretórios que se recusarem a cumprir a orientação nacional de aliança com o PMDB. Documento do partido enquadra as seções estaduais e afirma que a “prioridade máxima” é o projeto nacional. (págs. 1 e A9)

Serra critica medidas que afrontem Judiciário

O governador José Serra (PSDB) defendeu um Judiciário “cada vez mais forte” e criticou iniciativas que afrontem a autonomia dos juízes. O endereço da mensagem é o Planalto que, por meio do Programa Nacional de Direitos Humanos, quer realização de audiências públicas como pré-requisito para concessão de liminares em caso de reintegração de posse. (págs. 1 e A6)

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Jornal do Brasil (Costuma bater na Petrobrás. O valor da empresa cai, mas de aqui a pouco da uma alta, aguarde)

Manchete: Valor da Petrobras cai US$ 12 bi em um dia

Vale também foi duramente atingida, com perda de US$ 9,8 bilhões

Na mais expressiva perda entre empresas de capital aberto das Américas, a Petrobras teve queda de US$ 11,956 bilhões em seu valor de mercado na última quinta-feira, dia em que a Bovespa fechou com baixa de 4,73%. O valor da empresa foi reduzido de US$ 174,637 bilhões para US$ 162,681 bilhões. A mineradora Vale também foi fortemente atingida, com perda de US$ 9,8 bilhões, seguida pela americana Exxon Móbil, com queda de US$ 8,9 bilhões. Analistas consideram que a redução no valor de mercado de grandes companhias reflete a apreensão com o déficit fiscal de países como Grécia, Espanha e Portugal, além da insegurança sobre a capacidade de consumo da economia dos EUA. (págs. 1 e Economia, A17)

Bilhete tinha letra de Arruda

O deputado Geraldo Naves (DEM-DF) admitiu que um bilhete entregue ao jornalista Edmilson dos Santos, o Sombra, foi escrito pelo governador do DF, José Roberto Arruda (sem partido). Entretanto, negou que o documento fosse uma tentativa de suborno para que Sombra alterasse depoimento à PF com acusações a Arruda. (págs. 1 e País, A4 e A5)

Coisas da política

Da exaustão de Lula ao bom senso de Aécio. (págs. 1 e A2)
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Correio Braziliense (Não fala uma palavra sobre a DEMensalão, e está aqui nas suas narizes)

Manchete: Tanque cheio esvazia o bolso do brasiliense

A sensação que o brasiliense tem ao abastecer o carro é traduzida em números. Pesquisa da Fundação Getulio Vargas mostra que a despesa com gasolina e álcool consome 5,7% do orçamento familiar no Distrito Federal, contra 3,5% da média nacional. É o maior índice registrado nas sete capitais pesquisadas. A alta renda per capita e a baixa concorrência entre os postos são alguns dos motivos que elevam o valor dos combustíveis — o preço do litro da gasolina em Brasília só é menor que em Salvador, de acordo com o levantamento.Ontem, consumidores colheram assinaturas na Rodoviária do Plano Piloto para propostas que tentam reduzir os preços, como a permissão para funcionamento de postos em supermercados. (págs. 1 e 41)

Desaparecidos - Cresce pressão para Goiás chamar a PF

A OAB vai reforçar perante o Ministério da Justiça o pedido das famílias dos seis jovens que sumiram de Luziânia, em janeiro, para que agentes federais ajudem nas investigações. Na segunda-feira, manifestantes irão a Goiânia tentar sensibilizar o governo estadual para que aceite uma operação conjunta. (págs. 1 e 34)

PROUNI abre inscrições

Nota do ENEM será um dos critérios para a obtenção do crédito universitário. Em 2010 serão 165 mil bolsas. (págs. 1 e 14)

Política - Ele estava contido, deixem ele falar e não fica ninguém em pé

Ciro adota discurso de tucanos e diz que falta "experiência" a Dilma

FÁBIO GUIBU
da Agência Folha, em Recife

O pré-candidato do PSB à Presidência, deputado federal Ciro Gomes (CE), adotou hoje em Recife (PE) o mesmo discurso usado pelos tucanos contra a presidenciável do PT, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).

Segundo Ciro, falta à ministra a "experiência" que ele afirma ter acumulado ao longo da sua carreira política. "Quantas eleições a Dilma já disputou?", questionou. "Lamento, e pouco importa se parece com o [que diz] Serra ou não. Às vezes, o Serra fala a verdade também", disse ele, referindo-se ao governador de São Paulo e pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra.

Ciro lembrou que já disputou duas eleições presidenciais e que aprendeu "muito" com os erros que cometeu nas campanhas. "Colocaram uma casca de banana e eu escorreguei com os dois pés", afirmou. "Se a Dilma faz isso, onde vai parar o Brasil? Não podemos correr esse risco", declarou. "Essa é a primeira angústia que tenho com relação a Dilma."

A segunda, de acordo com o deputado, é a "circunstância política". "Essa é a que mais preocupa, porque a Dilma está sendo suportada hoje por uma coalizão cuja hegemonia moral eu questiono", afirmou.

"Na minha mente, é um roçado de escândalos que está plantado à espera da chuva, e a chuva vem, e ela pode ficar na mão", disse ele. "Não que a Dilma não seja exemplarmente decente, mas o roçado de escândalos que está semeado nessa ligação do PT com o PMDB, você não tem ideia", declarou, sem citar quais seriam os problemas.

O discurso de Ciro serve para embasar a tese do PSB de que é necessário o governo federal ter ao menos dois candidatos à sucessão no primeiro turno.

O deputado, que se considera "mais bem treinado para ser o contraponto de Serra" nos ataques da oposição, disse que a "a sabedoria popular ensina que ninguém deve andar com os ovos em uma cesta só".

Em Recife, Ciro se reuniu com o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos. Os dois reafirmaram a condição de pré-candidato à Presidência do deputado, mas reiteraram que a decisão final só será anunciada no final de março, após a oposição se manifestar sobre o seu candidato.

Na capital pernambucana, o congressista falou por uma hora a uma rádio local e, após almoçar com Campos, gravou com o governador parte da propaganda partidária que irá ao ar no próximo dia 18.

Nas entrevistas, Ciro voltou a atacar o PT, partido que pressiona o PSB a desistir da candidatura presidencial. "O PT tem um traço de arrogância, trata seus aliados como peças subalternas que podem ser tangidas como se fossem ovelhas", disse. "O partido acostumou-se a tratar os seus parceiros como bucha de canhão", declarou.

Viro a página.

Bom fim de semana. Willie Colon e seu Saxo

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Leituras - Livro do mês, Recomendo

A a raíz da catastrofe acontecida no Haiti, vêm à memória um trabalho de Jarred Diamond, "O Colapso"

O autor analisa como as sociedades escolhem o fracasso ou o sucesso', Diamond discute o que fez com que algumas das grandes civilizações do passado entrassem em colapso e o que podemos extrair disso.

Abordando desde a cultura da Polinésia pré-histórica na ilha de Páscoa às outrora florescentes civilizações nativas americanas dos anasazis e maias, analisa as causas da decadência da colônia viking medieval na Groenlândia e chega ao mundo moderno (o caso do hait é uma mostra éxemplar). Com isso traça um panorama catastrófico e mostra o que acontece quando desperdiçamos nossos recursos ignoramos os sinais de nosso meio ambientequando nos reproduzimos rápido demais ou cortamos árvores em excesso. Danos ambientaismudanças climáticasrápido crescimento populacionalparcerias comerciais instáveis e pressões de inimigos foram fatores na queda de algumas sociedadescontudo outras encontraram soluções para esses mesmos problemas e subsistiram.

Uma das características da sociedade contemporânea é que ela tem como eixo axial não a distribuição de bens, mas a distribuição de riscos. Riscos que têm conduzido à ruína muitos povos em diversos momentos históricos como muito bem documentado por Jarred Diamond no livro.

O autor ressalta fatores mais importantes que, no passado, teriam determinado a queda de civilizações em diversos continentes. Eles podem servir de exemplo para a explicação do sucesso ou do fracasso de toda uma civilização, segundo aponta o autor.

Apesar de que esses fatores não são atribuídos apenas a danos ambientais, conforme aponta Diamond (2007), ele menciona cinco causas que podem levar uma sociedade ao colapso. São elas: dano ao meio ambiente, mudança climática, relação com países vizinhos de cooperação ou de enfrentamento, e falta de políticas públicas dos governos e dirigentes. Dos cinco fatores referidos pelo Diamond, interessa ressaltar três, já que eles guardam relação direta com a realidade da floresta amazônica (DIAMOND, 2007, p. 27-32).

1. O dano que as próprias pessoas têm infringido ao meio ambiente. O autor aponta que a extensão e a reversibilidade de tal dano dependem, em parte, de propriedades inerentes às pessoas (p.ex., quantas árvores cortam por hectare a cada ano) e, em parte, de propriedades inerentes ao meio ambiente (p. ex., quantas sementes germinam por hectare e quão rapidamente as árvores crescem por ano). Tais propriedades ambientais referem-se tanto à fragilidade quanto a resiliência (potencial para se recuperar dos danos sofridos). Portanto, o porquê de apenas certas sociedades sofrerem colapsos ambientais pode estar relacionado à imprudência de seus povos, à excepcional fragilidade de alguns aspectos do meio ambiente, ou ambos.

2. A mudança climática. O termo hoje tende a se associar com o aquecimento global provocado pelo homem. Na verdade, segundo afirma o autor, o clima pode ficar mais quente, mais frio, mais úmido ou mais seco, ou variável entre meses e anos, em razão de alterações de forças naturais que influenciam o clima e que nada têm a ver com os seres humanos (p.ex., erupções vulcânicas, mudanças de temperatura produzidas pelo Sol, mudanças de orientação do eixo da Terra, etc.). A questão central é: o colapso foi causado pelo impacto ambiental humano ou por mudanças climáticas naturais? Segundo o autor, o que demonstrou ser fatal para produzir o colapso foi a combinação da mudança climática com o impacto ambiental.

3. As respostas que as sociedades dão aos problemas, sejam ambientais ou não. Sociedades diferentes respondem de modo diferente a problemas semelhantes. A história mostra que muitas sociedades no passado tiveram problemas de desmatamento. Entre elas, as sociedades das terras altas de Nova Guiné, Japão, Tikopia e Tonga desenvolveram um manejo florestal bem-sucedido e continuaram a prosperar, enquanto Ilha de Páscoa, Mangareva e Groenlândia Nórdica não conseguiram um bom manejo florestal e, por isso, entraram em colapso. As razões para tal estão nas respostas que foram dadas pelas instituições políticas, econômicas e sociais, e de seus valores culturais. Dessa forma, aponta o autor, tais instituições e valores afetam o modo como as sociedades resolvem (ou tentam resolver) seus problemas.

O trabalho de Diamond ajuda a compreender a realidade da Amazônia atual e de muitas outras regiões (o caso do Haiti é um bom exemplo), principalmente por sua abordagem metodológica comparativa, o que permite extrair importantes lições que podem servir de alerta para as sociedades atuais quanto ao rápido desmatamento que a Amazônia vem experimentando, particularmente, nos últimos 30 anos.

Como reflexão pode-se afirmar que o trabalho do autor é importante porque revela que a discussão sobre o crescimento industrial e populacional, bem como os impactos e a crise que provocam no meio ambiente, não é recente. Todavia, essas questões vêm se agravando, conforme revelado pelos diferentes fóruns que tratam do tema.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Economia - acredite, se quiser

O Globo – Indústria tem pior queda em 19 anos

Valor Econômico – Indústria fecha janeiro com atividade em alta


Economia - BC vê riscos e diz estar vigilante para conter inflação, é bom que assim seja

VALOR ECONÔMICO.

SÃO PAULO - Pressões vindas do mercado interno e também do exterior estão colocando em risco o cenário " benigno " que até agora se configura para a inflação do país. Apesar de manter o juro básico estável em 8,75% sua reunião de janeiro, o Comitê de Política Monetária (Copom) prometeu ficar " vigilante " e agir para assegurar que essas incertezas não tirem a inflação da trajetória de metas.

A ata da reunião realizada na semana passada mostra um tom mais objetivo quanto à condução da política monetária. O texto abandonou expressões como " postura cautelosa " e " retomada paulatina " e as substituiu por assertivas que sinalizam que o Banco Central (BC) está pronto para elevar juros se as pressões inflacionárias se intensificarem.

Na raiz dessas pressões estão a possível elevação de preços de commodities no mercado externo e a forte demanda interna. " Nesse ambiente, cabe à política monetária manter-se especialmente vigilante para evitar que a maior incerteza detectada em horizontes mais curtos se propague para horizontes mais longos " , diz a ata. Se houver piora do cenário da inflação, " a estratégia de política monetária será prontamente adequada às circunstâncias " , garante o Comitê, que vai definir seus próximos passos na próxima reunião, em 16 e 17 de março.

Entre as novas incertezas, o BC menciona o aumento da aversão ao risco e a oscilação de preços de commodities no mercado internacional. Ao mesmo tempo, o Copom nota elevação de preços no atacado, o que " evidencia retomada, ainda que incipiente, de pressões inflacionárias externas " . Para o BC, conforme o mundo se recupere da crise financeira e esse cenário persista, " a influência do cenário internacional sobre o comportamento da inflação doméstica poderia deixar de ser benigna " .

Ao lado da influência internacional está o aquecimento crescente da demanda interna, puxada por estímulos dados pelo governo, por bancos oficiais e pela generosa oferta de crédito a consumidores e empresas. Para o BC, a demanda doméstica " se recuperou " , tanto pelo consumo quanto pelo aumento dos investimentos. Para atendê-la, a economia retomou o uso dos fatores produtivos, cuja ociosidade agora é apenas " residual " .

Adicionalmente, as expectativas dos agentes econômicos para a inflação futura, monitorada com especial atenção pelo Copom, " se elevaram no trecho intermediário do horizonte de projeção desde sua última reunião " , no começo de dezembro. A piora nas perspectivas abre caminho para que eventuais repasses de pressões para os preços ao consumidor ocorram efetivamente.

" A se confirmar a perspectiva de intensificação das pressões da demanda doméstica sobre o mercado de fatores, a probabilidade de que desenvolvimentos inflacionários inicialmente localizados venham a apresentar riscos para a trajetória da inflação poderia estar se elevando " , alerta a ata da reunião de janeiro. Para o Copom, a retomada da demanda doméstica, o aumento do uso da capacidade industrial e do nível de emprego e a deterioração das expectativas dos agentes " podem aumentar os riscos para a concretização de um cenário inflacionário benigno, no qual a inflação seguiria consistente com a trajetória das metas " .

(Paula Cleto | Valor)

Leia mais: Valor OnLine

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Tecnologia - Brasil é um dos países mais vulneráveis a ataques cibernéticos, diz pesquisa

Em uma comparação feita entre 14 países, um estudo colocou o Brasil como o país que menos atualiza seus programas de defesa contra hackers e o que mais sofre chamados ataques de negação de serviço (DDoS, na sigla em inglês) - aqueles em que invasores sobrecarregam um sistema para tirá-lo do ar.

O relatório No Fogo Cruzado: As infra-estruturas essenciais na era da guerra cibernética foi produzido pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês), em parceria com a fabricante de antivírus para computador McAfee.

Os pesquisadores entrevistaram 600 diretores de segurança da informação de 14 países, incluindo entre outros Estados Unidos, China, Grã-Bretanha, Índia e Rússia.

Os consultados atuam em empresas de setores financeiro, energético, de recursos naturais, telecomunicações, transportes, químico, alimentício e de serviços públicos.

Dentre os brasileiros ouvidos, 65% disseram que as leis do país não são adequadas para combater crimes virtuais. Mais de 60% acreditam que o Brasil sofrerá nos próximos dois anos um ataque cibernético que afetará seriamente algum de seus serviços essenciais, como fornecimento de energia.

Vulnerabilidade brasileira

O relatório remete ao caso do apagão elétrico no Brasil no ano passado. "Em novembro de 2009, houve reportagens na mídia dos Estados Unidos dizendo que duas interrupções no fornecimento de energia no Brasil em 2005 e 2007 haviam sido causadas por hackers, talvez como parte de um esquema de extorsão", cita o texto.

Dias depois da publicação dessas notícias, 18 estados brasileiros ficaram sem energia. Uma das hipóteses para explicar o incidente foi um ataque de hackers que teria desligado a usina de Itaipu.

Em abril do ano passado, a companhia Telefonica também citou uma invasão de seus sistemas como justificativa para os graves problemas que seu serviço de internet rápida vinha apresentando no Brasil.

Sedundo a pesquisa do CSIS, quase 80% dos brasileiros ouvidos revelaram sofrer ataques recorrentes de negação de serviço. Nenhum outro país apresentou percentual tão elevado.

Em um índice de segurança contra ataques cibernéticos - em que 100% indica a máxima segurança possível - o Brasil ficou com 40%, um dos cinco piores resultados.

Também de acordo com o relatório, ao lado da Espanha, o Brasil é o país que menos criou restrições ao uso de pendrives. Esses aparelhos de transporte de dados são descritos pela pesquisa como uma ameaça, porque podem transmitir vírus e serem usados para roubo de dados.

Paranorama global

Mais da metade dos entrevistados disse que sofre constantes ataques de negação de serviço e roubo de dados.

A informação mais surpreendente do estudo é a de que 59% dos ouvidos acreditam que os autores desses ataques podem ser governos estrangeiros. Os Estados Unidos e a China, com 36% e 33% respectivamente, foram apontados como as maiores ameaças nesse sentido.

O resultado do estudo coincide com as acusações de que autoridades chinesas teriam atacado o site de buscas Google.

O tema foi discutido durante o Fórum Econômico Mundial, na semana passada. O chefe da agência de telecomunicações da ONU, Hamadoun Touré, defendeu que o mundo precisa de um tratado internacional sobre o assunto para impedir uma guerra cibernética.

"Uma ciberguerra seria pior que um tsunami, uma catástrofe (...)", declarou Touré.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

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Elecciones - Lástima, mas parece que não vai sobrar pra ninguém


Dilma cresce 4 vezes mais que Serra na pesquisa CNT/Sensus

O crescimento da ministra Dilma Roussef foi 4,3 vezes maior que o do governador José Serra na pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira, 1º de fevereiro. Na pesquisa anterior, de novembro, o governador de São Paulo e pré-candidato tucano a presidente da República tinha 31,8% das intenções de votos e evoluiu para 33,2%, com ganho de 1,4%. Já a ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT à sucessão do presidente Lula saiu de 21,7% para 27,8%, ampliando a sua marca em 6,1%. O crescimento de Dilma foi também duas vezes superior à margem de erro da pesquisa, de 3%, enquanto a variação de Serra, 1,4%, não chegou à metade dessa margem.

De acordo com a pesquisa, o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), pré-candidato do seu partido, ficou com 11,9%, enquanto a senadora Marina Silva (PV-AC) recebeu 6,8% das intenções de votos. Comparado ao resultado de novembro, quando tinha 17,6% da preferência do eleitorado, o levantamento mostra Ciro em queda livre. Já a ex-ministra do Meio Ambiente que em novembro aparecia com 5,9%, recebeu o apoio de mais 0,9% do eleitorado. Os indecisos, brancos e nulos somam 20,4%. Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados ao eleitor, Dilma recebeu 9,5% das intenções de voto, enquanto Serra recebeu 9,3%.

Uma análise mais cautelosa desses números nega o “empate técnico” entre os candidatos do PSDB e do PT, conforme se apressaram em afirmar os primeiros comentários da pesquisa feitos pela grande imprensa. Os números não mentem: deixam claro que enquanto o governador José Serra está patinando dentro da margem de erro, a ministra Dilma Roussef vai conquistando o seu próprio espaço a passos largos. Ao registrar quase 28% da preferência do eleitorado, a candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou claro que não depende da transferência dos votos de Lula para sentar-se em sua cadeira a partir de 1º de janeiro.

Veja matéria completa no Blog do Geraldo Seabra Aqui



Manchetes de Jornais

02 de fevereiro de 2010

O Globo


Manchete: BC quer limitar salários de executivos de bancos

Objetivo é evitar que diretores forjem lucros artificiais para se beneficiar

O Banco Central vai adotar regras para limitar a remuneração variável (bônus) de executivos de bancos e corretoras. O objetivo é evitar que os dirigentes dessas instituições estimulem lucros artificiais apenas para repartir ganhos entre si, o que aumenta os seus salários, podendo provocar crises como a que assolou o mundo em 2008. O movimento do BC está de acordo com o compromisso assumido pelo Brasil na cúpula do G-20. Os EUA, por exemplo, criaram regras para bancos que receberam recursos públicos. Uma das principais propostas do BC brasileiro é exigir que pelo menos 50% dos bônus sejam pagos com ações dos próprios bancos e boa parte do dinheiro seja desembolsada ao longo de três anos. As novas regras ficarão em consulta pública por 90 dias. (págs. 1 e 17)

Câmara bate recorde de faltas

Deputados somam 9.820 ausências; média é de 16,7%, a maior da atual legislatura, eleita em 2006

O ano de uma das maiores crises do Legislativo - marcada pela farra das passagens aéreas e pelos atos secretos – foi também o de recorde de faltas na Câmara: 9.820 em 2009, duas mil a mais que em 2008. A média de ausências no ano passado ficou em 16,7%, recorde na atual legislatura, iniciada em 2007. Do total se faltas, 1.066 foram justificadas - por licença médica ou missão oficial autorizada. Só as faltas não justificadas são descontadas do salário. Em 2009, 41 deputados faltaram a 33% das votações. (págs. 1 e 3)

Ex-aliados pedem a renúncia de Chávez

Antigos aliados pediram a renúncia de Hugo Chávez, alegando que ele não tem autoridade moral para governar, e que hoje há menos liberdade e segurança na Venezuela do que em 1999. Pressionado por protestos estudantis e baixas em seu governo, Chávez ampliou o plano de racionamento elétrico para grandes consumidores. (págs. 1, 23 e editorial "Poderes à míngua")

Obama cobrará impostos mais altos dos ricos


Famílias mais ricas e grandes conglomerados pagarão mais US$ 1,9 trilhão em impostos nos EUA, prevê o novo Orçamento enviado por Obama ao Congresso. O presidente, no entanto, desistiu do programa de viagens à Lua. (págs. 1, 18 e 25)

Cosan e Shell criam gigante de postos

A união dos grupos Shell e Cosan (dona da Esso) cria nova empresa gigante no país no valor de US$ 12 bilhões, que concentrará 4.268 postos, atrás apenas da BR (da Petrobras) e da Ipiranga. (págs. 1, 19 e Maria Fernanda Delmas)

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Folha de S. Paulo


Manchete: BC vai regular salário do setor financeiro


Conforme recomendações do G20, governo quer parcelar bônus e atrelá-los ao preço das ações dos bancos

O Banco Central aumentará o controle sobre o pagamento de bônus e salários para executivos de bancos brasileiros, para evitar que eles assumam altos riscos.

As novas regras, que entram hoje em audiência pública para receber sugestões, seguem recomendações feitas pelos países do G20 após a crise financeira mundial. (págs. 1 e B1)

Dutra ficará interditada pelo menos até o Carnaval


A via Dutra, que liga São Paulo e Rio, ficará parcialmente interditada ao menos até o Carnaval por causa do deslizamento que destruiu quase metade da pista na alturadolan 197, em Arujá.

A concessionária Nova-Dutra pretende liberar para o feriado quatro faixas de tráfego - duas no sentido São Paulo e duas para o Rio, sem acostamentos. Ontem, com apenas três faixas, houve congestionamento de até quatro quilômetros. (págs. 1 e C1)

Foto-legenda: Sem trégua
Passageiros pedem socorro em ônibus atingidos pelo transbordamento de córrego em São Bernardo; desde 23 de dezembro, chove todos os dias em São Paulo. (págs. 1 e C4)

Metrô irá subir, mas será mais barato que ônibus (págs. 1 e C6)


Ciro ajuda Dilma a colar em Serra, mostra pesquisa


Com Ciro Gomes (PSB) na disputa pela Presidência, a ministra Dilma Rousseff (PT) encosta no governador José Serra, segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada ontem. O tucano teve 33,2%, Dilma, 27,8%, e Ciro, 11,9%. Sem Ciro, Serra foi a 40,7% e Dilma, a 28,5%. (págs. 1 e A7)

Eliane Cantanhêde: Temperatura e clima estão mais para a ministra. (págs. 1 e A2)

Ibama libera a construção da hidrelétrica de Belo Monte


Intenção do governo é licitar em abril a maior obra do PAC, orçada em R$ 20 bilhões. Ministério Público Federal no Pará quer anular a licença. (págs. 1 e B4)

Com a Shell, Cosan amplia rede de venda para o exterior


A petroleira Shell e a Cosan, líder mundial na produção de etanol a partir da cana-de-açúcar, assinaram acordo que prevê a criação de duas subsidiárias no Brasil no prazo de seis meses.

Com a transação, estimada em US$ 12 bilhões, a Shell entrará na produção de álcool combustível, e a Cosan passará a dispor de uma das maiores redes de distribuição no exterior. (págs. 1 e B3)

Falha em site do Enem faz MEC mudar critério de desempate


O Ministério da Educação decidiu excluir dos critérios de desempate para os alunos que fizeram o Enem o horário de inscrição no Sisu (Sistema de Seleção Unificado).

O Sisu seleciona estudantes para instituições públicas com base nas notas do Enem. Desde sexta, primeiro dia de funcionamento, o site do sistema travou e impediu que milhares de alunos se inscrevessem. (págs. 1 e C8)

Editoriais


Leia "Cabide de confiança", sobre cargos comissionados; e "Dentro da escola", acerca de burocracia e educação. (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Licença para usina no Rio Xingo sai com 40 exigências


Investimentos para reduzir impacto ambiental da obra somam R$ 1,5 bilhão

Após mais de um ano de análises e pressões, o governo conseguiu que o Ibama liberasse a licença ambiental prévia para o projeto da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). Foram estabelecidas 40 condicionantes que terão de ser atendidas pelos futuros empreendedores para que a obra seja autorizada. As exigências previstas deverão custar R$ 1,5 bilhão, estimou o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente). Entre elas estão a construção de escolas e postos de saúde na região da usina, a realização de obras de saneamento básico em municípios próximos, a manutenção da navegabilidade do rio e a conservação dos ecossistemas locais. Minc afirmou que nenhum índio que vive em reserva indígena será deslocado. (págs. 1 e B1)

Etanol terá grupo de US$ 12 bi

A Shell do Brasil e a Cosan, maior empresa de açúcar e álcool do País, anunciaram uma joint venture com faturamento inicial de US$ 21 bilhões e valor de US$ 12 bilhões. (págs. 1 e B11)

Orçamento de Obama prevê déficit de US$ 1,6 tri


O presidente Barack Obama apresentou sua proposta de orçamento para 2011, de US$ 3,8 trilhões, tentando conciliar geração de empregos com redução do déficit dos EUA, informa a correspondente Patrícia Campos Mello. O projeto prevê um déficit de US$ 1,6 trilhão em 2010, ou quase 11% do PIB, o triplo do nível considerado sustentável. A ideia é reduzir para 4% do PIB até 2014. (págs. 1 e A12)

BC pretende limitar ganho de executivos de bancos


O Banco Central apresentou proposta de nova legislação para a remuneração dos executivos das instituições financeiras. Os bônus teriam de ser vinculados ao desempenho do banco num prazo mínimo de três anos. O objetivo é evitar a adoção de estratégias que deem lucros no curtíssimo prazo, mas que possam deteriorar a saúde econômica das instituições. O texto foi colocado em audiência pública. (págs. 1 e B4)

Fato relevante: Clayton Netz

Bônus pagos no Brasil disparam

Os bônus médios dos executivos brasileiros subiram até 50% em 2009. Profissional de nível médio em banco de primeira linha levou R$ 1,5 milhão. (págs. 1 e B14)

Com Ciro na disputa, cai diferença entre Serra e Dilma

A entrada de Ciro Gomes (PSB) na campanha presidencial pode determinar o desempenho de José Serra (PSDB) e de Dilma Rousseff (PT), mostra pesquisa CNT-Sensus. Como deputado na disputa, o tucano aparece com 33,2% das intenções de voto, contra 27,8% da petista - como a margem de erro é de 3 pontos porcentuais, para mais ou para menos, trata-se de empate técnico. Se Ciro sai da corrida, Serra sobe para 40,7%, e Dilma fica com 28,5%. (págs. 1 e A4)

Análise: João Bosco Rabello

Campanha de uma candidata só

As pesquisas refletem o que a lógica indicava: a única candidata em campanha ostensiva, ao lado de um presidente com a popularidade na casa dos 80%, cresceu. (págs. 1 e A4)

Menores de 2 anos terão vacina contra meningite


O calendário básico de vacinação da rede pública passa a oferecer este ano, para crianças menores de 2 anos, duas novas vacinas contra os tipos mais comuns de meningite, pneumonia e outras doenças bacterianas. A partir de março, já estará disponível a pneumocócica 10-valente. A vacina antimeningococo C será oferecida a partir de agosto. Com a inclusão da duas, o calendário básico passará a ter 13 tipos de vacinas para proteger contra 19 doenças. (págs. 1 e A16)

Pista da Dutra ficará fechada por tempo indeterminado


A pista sentido Rio de Janeiro da Via Dutra continuará interditada entre os km 196 e 199, em Arujá (SP) por tempo indeterminado. "É o tipo de obra que demora bem mais do que 4 meses", disse o porta-voz da concessionária NovaDutra, Henrique Bekis. O trecho foi fechado domingo por causa da queda de encosta no km 197, provocada pela chuva, que abriu um buraco de 80 metros de extensão. O tráfego segue em mão dupla no sentido São Paulo. Hoje, mais uma faixa e o acostamento serão liberados. (págs. 1 e C4)

Notas e informações: O reinventor do mundo


O discurso de Lula lido em Davos foi uma exibição de megalomania digna do livro Guinness dos Recordes. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: Ipanema tem a pior areia da Zona Sul

Um levantamento que a Secretaria Municipal de Meio Ambiente divulga hoje elege a Praia de Ipanema como a que tem a pior qualidade da areia em toda a orla da Zona Sul, não sendo recomendável para o banho. De acordo com o estudo, em pelo menos três pontos de coleta de amostras - entre eles a Rua Maria Quitéria e o Arpoador - foram encontrados índices de coliformes totais acima de 30 mil por 100g de areia. O de Eschenchia coli, bactéria presente nas fezes de animais, passa de 3.800. Uma das causas principais de contaminação, segundo as autoridades, é a constante presença de cães levados pelos donos para passear na praia, apesar da proibição. Trechos da Barra, Prainha e Grumari continuam sendo os menos problemáticos. (pág. 1 e Cidade, pág. A13)

China, de vilã a protetora da natureza

Considerada uma das maiores predadoras do meio ambiente, a China está investindo tempo e dinheiro na produção de tecnologias de energia renovável. Hoje, o país é o maior fabricante de turbinas eólicas e painéis solares do mundo. (pág. 1 e Tema do dia, págs. A2 e A3)

Dilma empata com Serra


Com um desempenho que surpreendeu até dirigentes do PT, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, avançou 6 pontos percentuais em sondagem de intenção de votos para presidente e empatou tecnicamente com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB). (pág. 1 e País, págs. A4 e A5)

Israel pune por ataque a ONU


Dois militares israelenses foram punidos por terem autorizado o bombardeio de um bairro residencial de Gaza, há um ano. É a primeira vez que Israel anuncia a punição de comandantes por atos cometidos numa guerra que já matou 1.300 palestinos. Mas a sindicância não envolve o uso de fósforo branco na munição. (pág. 1 e Internacional, pág. A20)

Coisas da política


PMDB precisa demarcar seu território. (págs. 1 e A2)

Informe JB


Briga do Rio por royalties chegará ao STF. (págs. 1 e A4)


Sociedade aberta:


José Carlos de Assis – economista e professor: Estimativas econômicas movidas a chutes. (págs. 1 e A11)

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Correio Braziliense


Manchete: Inflação sobe. Para o brasiliense, peso é maior

Economistas apostam na elevação do IPCA de janeiro, que deve atingir até 0,71%, e projetam um custo de vida em 2010 entre 6,5% e 9%, acima da meta do Banco Central (4,5%). Enquanto os números são apurados, o brasiliense faz as contas dos gastos com os prestadores de serviços. No ano passado, muitos preços foram reajustados com índices superiores ao da inflação (4,2%) e da média nacional para os mesmos setores, como por exemplo os planos de saúde (6,58%) e os consertos de eletroeletrônicos (10,36%). E os campeões na elevação de preços foram os estofadores, com aumento de 29,43%. (págs. 1, 11 e 36)


Pelo menos por enquanto, a Polícia Civil de Goiás diz que não precisa de apoio do DF e do governo federal para dar prosseguimento às investigações sobre o desaparecimento de seis jovens. Familiares (foto) reclamam de falta de informação por parte dos policiais. (págs. 1 e 25)

BC controla salário dos executivos


Limite para o pagamento de bônus a diretores de bancos e outras instituições pode evitar riscos exagerados nas operações do mercado. Banco Central segue a tendência de países europeus nessa regulamentação, que ainda sofre resistência nos Estados Unidos. (págs. 1 e 12)


Transporte

Justiça cassa a liminar que embargou o VLT. As obras devem recomeçar ainda hoje. (págs. 1 e 27)

ENEM: Candidatos empatados terão vaga

Depois de inúmeras reclamações dos alunos em relação ao sistema, Ministério da Educação define que o último critério de desempate — antecedência da inscrição — não vale mais e decide que estudantes que obtiverem os mesmos resultados serão aprovados. (págs. 1 e 9)

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Valor Econômico


Manchete: Cosan busca expansão no exterior junto com a Shell


O valor da Cosan subiu quase R$ 1 bilhão na bolsa - de R$ 8,7 bilhões na sexta-feira para R$ 9,6 bilhões ontem. Foi uma resposta do mercado ao anúncio, antecipado pelo Valor, da assinatura de um memorando de entendimentos entre a empresa brasileira e a Shell para união dos negócios de etanol e distribuição de combustíveis no Brasil.

A aliança entre as duas companhias, avaliada em US$ 12 bilhões; representa o começo de uma nova fase, segundo o presidente do conselho e principal acionista individual da Cosan, Rubens Ometto Silveira Mello, que pensa em dar passos ainda mais largos. "Temos planos dentro e fora do Brasil", disse o empresário ao Valor, lembrando que a Cosan se torna uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país (4.470 postos) e a Shell, uma das maiores em etanol e açúcar do mundo. (págs. 1 e B6)

Justiça devolve ações da Celesc para Previ


Maior fundo de pensão do país, a Previ conseguiu ontem suspender decisão da Justiça catarinense que retirava de seu poder 29% das ações ordinárias da Celesc, empresa de eletricidade do Estado - e com elas três cadeiras no conselho de administração da companhia. O governo de Santa Catarina, acionista majoritário, havia comunicado à bolsa na semana passada que as ações deveriam ser transferidas imediatamente ao Estado. Mas a suspensão, obtida no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, impede a transferência das ações, entregues à Previ em garantia de uma dívida do governo estimada em R$ 1,2 bilhão. (págs. 1 e D5)

Antigelo da Embraer preocupa


Preocupadas com o risco de mau funcionamento no sistema de proteção antigelo dos aviões da Embraer, agências reguladoras do setor de aviação no Brasil e na Europa emitiram diretrizes de segurança visando evitar que as turbinas das aeronaves desliguem durante voo. As iniciativas, que deverão ser seguidas pelos EUA, decorrem de problemas de software que poderiam "resultar na perda da ativação automática" dos sistemas de proteção anticongelamento nas turbinas dos jatos 170 e 190 da Embraer. Em São José dos Campos (SP), a empresa confirmou que o sistema apresentou falhas em algumas situações de voo, que não chegaram a comprometer a segurança das aeronaves. (págs. 1 e B8)


Planalto define comando da campanha de Dilma

Está em ritmo acelerado a definição do comando da campanha da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência da República. O presidente eleito do PT, José Eduardo Dutra, será o coordenador e terá como principais auxiliares o deputado Antonio Palocci (PT-SP) e o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel.

O vice-presidente José Alencar (PRB-MG) vai participar do esforço para unir as forças políticas em torno de Dilma: se for preciso, abrirá mão de uma candidatura natural ao Senado para que PT e PMDB fechem uma aliança em Minas. (págs. 1 e A7)

Funcef vai diversificar investimento

Depois de fortes perdas durante a crise, a Funcef, a fundação dos funcionários da Caixa Econômica Federal, fechou 2009 com crescimento de quase 20% em seu patrimônio. Em agosto de 2008, um mês antes do início da fase mais aguda da crise, a fundação contabilizava ativo total deR$ 35 bilhões. No fim daquele ano, o saldo caiu para R$ 32,6 bilhões e, em dezembro passado, puxado principalmente pelos investimentos em renda variável, chegou a R$ 35,9 bilhões.

"Atravessamos a crise de uma maneira bastante razoável", comemora o presidente da Funcef, Guilherme Lacerda. Em entrevista ao Valor, ele informou que, além de renda variável, está aumentando investimentos em imóveis, projetos de infraestrutura e no mercado de dívida.
“Vamos juntos com a Odebrecht e a Camargo Corrêa, disputar a licitação da usina hidrelétrica de Belo Monte". (págs. 1 e C8)

Produção industrial puxa recuperação na Europa, Estados Unidos e Ásia (págs. 1 e A9)


Processadores da Intel vão além dos PCs no Brasil e chegam à urna eleitoral, diz Tom Kilroy (págs. 1 e B3)

Déficit comercial

A balança comercial brasileira encerrou janeiro com déficit de US$ 166 milhões. As importações cresceram 16,8% em relação a janeiro de 2009. (págs. 1 e A3)

Ensino profissionalizante

A busca por cursos técnicos no ensino médio cresceu 86% na última década. Principal alternativa de combate ao desemprego e à evasão escolar, os cursos profissionalizantes devem chegar a um milhão de alunos neste ano. (págs. 1 e A4)

Energia eólica

A companhia alemã Fuhrländer, fabricante de geradores eólicos, vai construir uma fábrica no porto de Pecém (CE). O investimento deve ser anunciado nas próximas semanas. (págs. 1 e B1)


Combustível alternativo


A adição de diesel de cana ao diesel comum para uso em veículos pesados foi aprovada em testes pela Mercedes-Benz. A mistura abre oportunidade de negócios para a Amyris. (págs. 1 e B7)


Açúcar mantém alta


A alta do dólar no mercado externo tirou parte da sustentação das principais commodities agrícolas, mas com fundamentos altistas, açúcar, cacau e suco de laranja subiram no mês passado em relação a dezembro. (págs. 1 e B12)


Quebra no feijão


As chuvas no Sul e Sudeste já afetam a colheita de feijão nessas regiões, responsáveis por 60% da produção. O preço, no entanto, não reage, porque a safra deve ser superior a de 2009. (págs. 1 e B12)

Ideias:


Delfim Netto: tornar o etanol uma commodity é o único meio para amenizar as variações de seu preço. (págs. 1 e A2)


Ideias:


Raymundo Costa: Marasmo tomou conta do movimento sindical nos oito anos do governo Lula. (págs. 1 e A7)

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Jornal do Commercio


Manchete: Racionamento d'água com os dias contados


Segundo a Compesa, primeira fase do Sistema Pirapama começa a operar em maio, beneficiando 300 mil pessoas da Zona Sul do Recife e Jaboatão. Obra deve ser totalmente concluída em outubro, acabando o rodízio no abastecimento. (pág. 1)

Até ex-aliados pedem renúncia de Chávez na Venezuela (pág. 1)


Arrecadação cai e Receita amplia autuações em 20% (pág. 1)

Pará - de 7 mil para 30 mil empregos (ano), a meta do Governo (Blog da Governadora)

O tempo de plantar e o tempo de colher


Escreve a Governadora.

Com muita alegria no coração volto hoje à Assembleia Legislativa do Pará, com a certeza já inscrita nas Sagradas Escrituras: de que há um tempo de plantar e um tempo de colher.

Com o apoio do povo e de parceiros como o governo federal e a base aliada, plantamos um novo modelo de desenvolvimento no Pará, a partir de 2007. Com um olhar cuidadoso para as populações que mais precisam e preparando o Pará para um novo ciclo de desenvolvimento. Modelo que faça crescer o bolo e que seja repartido às famílias que moram neste Estado, em especial as que mais precisam de apoio do governo e de oportunidades, acesso.

120 mil empregos -Traçar políticas públicas que acelerem o crescimento com distribuição de renda é meta deste governo, em parceria com o governo federal.

E deu resultado. Recentemente, a Federação das Indústrias do Pará – a FIEPA lançou a publicação “Pará Investimentos 2010-2014”, prevendo investimentos públicos e privados de bilhões de dólares no Estado, com a expectativa de geração de 119 mil empregos, média de 30 mil empregos a cada ano.

Ou seja, a partir deste ano, retomamos o volume recorde de geração de emprego de 2008, que foi lamentavelmente interrompida pela crise financeira internacional que atingiu fortemente o Pará.

Contra a correnteza - Os impactos da crise nos fez nadar contra a correnteza, trabalhar num cenário adverso, com perda de arrecadação e de repasses federais. Mesmo assim, fechamos 2009 com saldo positivo de mais de 7 mil empregos e aumento de 2,8% na arrecadação própria do Estado.

Plantar a infraestrutura do novo modelo de desenvolvimento e começar a colher os frutos. É com essa alegria e a certeza de estar no rumo certo que chegarei logo mais para conversar com as deputadas e os deputados estaduais na sessão inaugural dos trabalhos legislativos de 2010.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Orçamento 2010 - Maior orçamento da história destinado aos mais pobres.

Artigo do Ministro Patrus Ananias.

Em 2010 teremos o maior orçamento, em toda a nossa história, destinado exclusivamente aos mais pobres: R$ 38,9 bilhões. Esse é o total de recursos previstos para o Ministério do Desenvolvimento Social e combate à fome aprovado pelo Congresso Nacional. Maior ainda é nossa dívida social, acumulada ao longo de cinco séculos. Mas isso não reduz a importância do orçamento, bastante expressivo, que traduz o compromisso do presidente Lula com os pobres, com o resgate dessa dívida.

É importante considerar nossa realidade: os recursos são significativos; também são bem geridos, com a devida transparência e viés republicano que marcam a administração dos nossos programas em parcerias com governos municipais e estaduais. Ainda assim, são escassos esses recursos, sobretudo na hora de considerar o acúmulo de demandas, os nossos desafios e os desejos humanos. No entanto, o essencial está preservado na peça final do orçamento e o desafio agora é que ele seja plenamente executado e que os recursos cheguem aos mais pobres. Isso exige muito trabalho, sobretudo em 2010, ano eleitoral, que nos impõe um ritmo atípico para repasse dos recursos públicos.

Pelo calendário eleitoral, depois dos registros de candidaturas, só estão autorizadas as transferências diretas, como os repasses do SUS, SUAS e Bolsa Família, entre outros. Os convênios e seus respectivos repasses de recursos ficam suspensos até o final do processo eleitoral.

Portanto, teremos praticamente até junho para firmar os contratos necessários. Os meses de novembro e dezembro devem ficar apenas para ajustes finais.

No Ministério, temos dois programas de receitas vinculadas - o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) que, juntos, representam 91% do nosso orçamento. São R$ 22,3 bilhões para o BPC e R$ 13,1 bilhões para o Bolsa Família - excetuando as despesas operacionais do programa. Restam-nos R$ 3,5 bilhões para os outros 15 programas essenciais para o êxito do Bolsa Família - nas áreas de Segurança Alimentar, Assistência Social, inclusão produtiva e ações de monitoramento e acompanhamento das políticas. É justamente o valor dos recursos discricionários, que têm a execução mais difícil e que estão submetidos ao calendário eleitoral.

É fundamental para a gente executar o quanto antes esses recursos porque nossa política social funciona na perspectiva de rede de programas e os bons índices sociais que temos alcançado dependem fundamentalmente do bom funcionamento do conjunto dos programas. O BPC paga um salário mínimo a idosos, pessoas com deficiência, pobres e impossibilitados para o trabalho. Isso tem um forte impacto nas famílias atendidas, representa um amparo muito importante e contribui para garantia de renda mínima para famílias pobres e muito pobres. Juntos, os programas de Transferência de Renda respondem por 21% na redução da desigualdade.


Veja artigo na íntegra no Valor Econômico (para assinantes) Aqui

JD: Eu acredito que nós temos que olhar para frente. Temos que pensar na eleição, que nós temos que ganhar. Pensar no futuro. Não devemos olhar pra trás. O que passou, passou. Nós temos que analisar agora são os problemas que existem nos governos. Muitas vezes o não cumprimento de acordos não é uma decisão política, não é uma hostilidade ao parceiro. São necessidades, circunstâncias, momentos de divergências. Acho que devemos deixar isso para um segundo plano. Devemos priorizar aliança, porque sem aliança perdemos a eleição. Separados perdemos a eleição. Acredito que unidos podemos continuar e melhorar o 2º governo (de Ana Júlia). O 1º governo do presidente Lula também foi de muita crise, dificuldade, impasses. Depois, no 2º, houve um salto grande de qualidade. O Brasil deslanchou, surgiu o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Nós devemos trabalhar pra reelegê-la e fazer um governo melhor a partir de 2011.




Separados perdemos. José Dirceu foi claro.

JD: Eu acredito que nós temos que olhar para frente. Temos que pensar na eleição, que nós temos que ganhar. Pensar no futuro. Não devemos olhar pra trás. O que passou, passou. Nós temos que analisar agora são os problemas que existem nos governos. Muitas vezes o não cumprimento de acordos não é uma decisão política, não é uma hostilidade ao parceiro. São necessidades, circunstâncias, momentos de divergências. Acho que devemos deixar isso para um segundo plano. Devemos priorizar aliança, porque sem aliança perdemos a eleição. Separados perdemos a eleição. Acredito que unidos podemos continuar e melhorar o 2º governo (de Ana Júlia). O 1º governo do presidente Lula também foi de muita crise, dificuldade, impasses. Depois, no 2º, houve um salto grande de qualidade. O Brasil deslanchou, surgiu o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Nós devemos trabalhar pra reelegê-la e fazer um governo melhor a partir de 2011.
(Dário do Pará)

Política - Cláudio Humberto alega: No Blog da Governadora do Pará, proibido criticar

Proibido criticar
A governadora do Pará, Ana Julia Carepa (PT), inaugurou blog e twitter. Ambos, claro, bloqueados para comentários ou críticas.

Ele já tentou comentar ou criticar e não conseguiu?. Solução: faça uma postagem com suas críticas no blog dele que serão replicadas nos blogs do Pará.

Blog do Cláudio Humberto


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Veja Aqui a Política do blog da Governadora.

É um espaço para registrar coisas boas, alegres e emocionantes. Coisas que vejo como mulher, mãe e cidadã que exerce um cargo público muito honrado - o de governadora do Pará. É um blog que trata da emoção positiva, verdadeira, alegre e pra cima. Exatamente do jeito como encaro a vida.
Comentários serão aceitos e moderados, só bastando de identificação e que venham sem agressões, grosserias e injúrias, ataques pessoais.


José Dirceu: A favor das alianças

Amazônia Jornal, 01/02/2010

Em Belém para as comemorações dos 30 anos do PT local, José Dirceu expõe preferências

Aos 63 anos, José Dirceu, um dos mais importantes articuladores políticos do PT, diz que está de bem com a vida, apesar de sua inelegibilidade. Neste final de semana, ele participou das comemorações dos 30 anos do PT no Pará. Em entrevista exclusiva, ele fala sobre as articulações políticas locais, manda recados nas entrelinhas para as lideranças paraenses e faz um balanço da atuação do partido no comando da nação.


-Vamos falar sobre as eleições no Pará. Agora há pouco o deputado Jader Barbalho chegou ao hotel em que o senhor está hospedado. O senhor já conversou com o deputado hoje?

Eu converso muito com o deputado Jader Barbalho. Nós temos uma relação próxima, assim como a que eu tenho com todos os dirigentes do PMDB. Eu sou defensor da aliança com o PMDB em nível nacional e que o PMDB indique o vice à Presidência. Sou defensor que aqui no Pará nós priorizemos uma aliança com o PMDB. Eu acho que é possível reconstruí-la. Ela existe, mas está abalada, o que é natural, porque governo é assim. Nós precisamos ganhar a eleição, reeleger a Ana Júlia. Esse é nosso objetivo: o Paulo Rocha será nosso candidato para o Senado e o Jader, candidato para o Senado pelo PMDB. Vamos discutir o vice. De preferência, conseguir um acordo do PR com o PTB para dar continuidade ao governo da Ana Júlia aqui.

-Talvez seja necessário reorganizar o próprio partido diante das desavenças públicas dentro do PT paraense. A mais recente envolve a deputada Bernadete Ten Caten...

Isso acontece em qualquer partido político. O importante é que o PT elegeu uma nova direção no Pará. Uma direção sólida, com apoio da maioria. Há acordo para apoiar a governadora na sua reeleição e isso é o mais importante. Desavenças sobre candidaturas proporcionais, isso faz parte da vida dos partidos. O que nós precisamos é chegar num meio termo que permita o surgimento de novas lideranças, sem inviabilizar as lideranças que estão consolidadas, que foram importantes para a vitória da governadora, que são importantes nas suas regiões.

-Nestes oito anos de governo, o presidente Lula precisou estabelecer alianças e tomar decisões que atendessem o interesse da maioria. Isso não prejudicou a imagem do partido? Os petistas mais românticos ficaram um pouco frustrados...
Não, não. A imensa maioria dos petistas não está frustrada. A imensa maioria quer é continuar governando, quer eleger a Dilma e quer de volta o Lula, se for possível. Acho que a imensa maioria dos petistas sabe que governar significa fazer acordo, fazer concessões e não só com partidos políticos ou parlamentares. Às vezes falam: 'Ah, mas fez aliança com tal partido. Apresentou a proposta da reforma da Previdência'. Mas não lembram também que tem os acordos com os setores da sociedade, com movimentos sociais, com sindicatos, com ONGs, com empresários, com setores corporativos. Governar é você fazer acordos, composições de maioria, para determinadas prioridades. O que o petista tem que se perguntar é o seguinte: o Brasil melhorou ou piorou? Nós cumprimos as nossas metas? Vamos lembrar para que o PT foi criado. Para representar a classe dos trabalhadores. Nós representamos bem os trabalhadores? Representamos. Nós criamos 10 milhões de empregos no Brasil. E vamos criar mais dez milhões nos próximos quatro anos. Aliás, não foram dez milhões, foram 11,764 milhões.

-A aliança com o PMDB não foi prejudicial para a imagem do PT? No balanço entre ganhos e perdas, o senhor considera que o saldo é favorável?

Totalmente favorável. O Lula não mudou. O PMDB não falou para o Lula assim: 'Tudo bem, nós apoiamos o teu governo mas nós não concordamos com o papel dos bancos públicos, o BNDES não pode ter esse perfil e nós não concordamos com o perfil do Banco do Brasil e da Caixa Econômica etc'. Vamos lembrar que o PPS o PSDB e o DEM votaram contra as medidas no governo na crise. O PMDB votou a favor. Lógico que nós temos divergências com o PMDB. Nós não somos o mesmo partido. Como temos divergências com o PCdoB, que está conosco na esquerda, com o PDT. Até porque os partidos não são homogêneos no Brasil. O PT é mais homogêneo, depois o PCdoB, o PSDB, em um certo sentido, o DEM também. Mas a partir daí os partidos tem muita diferenciação. O PMDB é menos homogêneo porque ele tem grandes lideranças regionais. Eu não vejo que o PT tenha tido algum problema com a imagem. O eleitorado aprova a política de aliança. O eleitorado sabe que precisa fazer aliança. Se você perguntar se ele é contra a política de aliança, ele vai dizer que não porque ele sabe que sem aliança não é possível governar.


Belém é abraçada

Amazônia Jornal, 01/02/2010


Promoção da Vale e O LIBERAL arrastou 5 mil

Cinco mil pessoas vestidas com as cores símbolo do Brasil abraçaram Belém ontem de manhã. O 'abraço verde e amarelo' fez parte das comemorações do aniversário de Belém, ocorrido no último dia 12. A ação foi promovida pela mineradora Vale em parceria com o jornal O LIBERAL.

Para que o abraço simbólico na cidade tivesse as cores da bandeira nacional foram distribuídas 5 mil camisas nas verdes e amarelas em três pontos distintos da cidade. 'Escolhemos locais que representam a cidade. Além de serem cartões-postais de Belém, os lugares escolhidos têm uma relação especial com as pessoas da cidade e por isso não faltou quem quisesse abraçá-los', explica a coordenadora de marketing da Vale, Karla de Melo.

Os lugares 'abraçados' ontem foram a avenida Visconde de Souza Franco e as praças Batista Campos e da República. Na praça da República, o abraço colorido foi em frente ao Theatro da Paz. Lá foram distribuídas três mil camisas alusivas ao evento. Elas vestiram as pessoas que abraçaram Belém.

Também na praça da República houve atividades educativas com as crianças que estavam no local. 'O objetivo é mostrar que a valorização e o respeito às pessoas, assim como ao meio ambiente, devem estar sempre presentes no nosso dia-a-dia', disse Karla de Melo. Além das camisas, foram distribuídas mil mudas de açaizeiros na praça da República.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Ecologia - Calcule sua pegada ecológica

Pagada Ecológica?

Cada ser vivo necessita de uma quantidade mínima de espaço natural produtivo para sobreviver. Os humanos, neste e noutros aspectos, são semelhantes às outras espécies. Na verdade, a nossa sobrevivência depende da existência de alimentos, de uma fonte constante de energia, da capacidade de os vários resíduos que produzimos serem absorvidos e, assim, deixarem de constituir uma ameaça, bem como da disponibilidade de matérias-primas para os processos produtivos. Contudo, o consumo tem aumentado significativamente, bem como a população mundial, pelo que o espaço físico terreste pode não ser suficiente para nos sustentar. Para assegurar a existência das condições favoráveis à vida que ainda hoje existem teremos que viver de acordo com a capacidade de carga do planeta, ou seja, de acordo com o que a Terra pode fornecer e não com o que gostaríamos que fornecesse...

As pegadas ecológicas medem as exigências que a humanidade impõe sobre a natureza. Tudo o que fazemos tem consequências......

Aplique um simples questionário que mostrará sua pegada ecológica em hetáreas globais, por categoria de consumo (Alimento, alojamento, bens e serviços e consumo de carbono), meidrá sua consciência ecológica e contribuição à pagada ecológica por bioma.

A minha está Aqui

Calcule a sua clicando abaixo.

Ecological Footprint Quiz by Redefining Progress




'Winter's bone' e ''Restrepo' vencem o festival independente de Sundance
Filme sobre filha que busca pai traficante, ganhou prêmio principal. 'Restrepo', sobre o Afeganistão, levou na categoria documentário.

Leia mais sobre os resultados do Festival no G1 Aqui

E veja também como conseguir os filmes que conquistaramos prêmios, de graça no YOU TUBE Aqui