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sábado, 31 de julho de 2010

A Banho maria, ainda

Agenda dos candidatos ao governo para este sábado

Ana Júlia Carepa - “Coligação Acelera Pará” (PT, PTB, PR, PP, PSC, PHS, PTN, PT do B e PTC, por PDT, PSB, PC do B, PRB e PV) Às 8ha candidata participará de uma Plenária Regional de Lançamento da Campanha, na sede da Associação Comercial de Santarém. Às 14h, estará em Altamira para uma reunião com lideranças políticas. Às 21h, participa do Festibal, em Juruti.

Cleber Rabelo - PSTU Às 9h participa de uma reunião com sua assessoria de comunicação. Às 15h se reúne com lideranças do movimento popular.

Domingos Juvenil - PMDB Pela manhã participa de uma reunião com lideranças políticas de Juruti. À tarde, participa de carreata e comício em Itaituba.

Fernando Carneiro - PSOL Às 9h faz caminhada na feira do bairro do Guamá, em Belém. A concentração será na avenida José Bonifácio com a Barão de Igarapé- Miri. Às 17h participa de assembleia do Movimento Terra, Trabalho e Liberdade (MTL), no bairro da Pratinha, em Belém. Às 18h30 participa de caminhada na orla de Icoaraci, acompanhado pelo candidato a deputado estadual Edmilson Rodrigues.

Simão Jatene - Coligação “Juntos com o Povo” (PSDB, PPS, PMN, PRP, PSDC e PRTB) O candidato estará a partir das 9 h no município de Marapanim para participar de uma carreata. Ele também fará visita ao Mercado Municipal e caminhará pelo Centro Comercial. Jatene encerra sua visita ao município com uma caminhada pela Orla de Marudá.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A última do Collor que agora pousa "companheiro" Collor, que quer apoio de Dilma e do Lula

Collor apoia a Lula, que apoia a Collor e Dilma que apoia a Collor, mais ou menos assim é a música da campanha. E vai ser o próximo governador da República de Alagoas, claro, se todas as variáves não se alteram.

Publicado em: 29/07/2010

Fernando Collor xinga jornalista da IstoÉ e diz que vai "meter a mão na sua cara"
Por Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA

O senador e ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTB-AL) ligou para a redação da sucursal de Brasília (DF) da revista IstoÉ, na tarde desta quinta-feira (29), e ameaçou esbofetear o jornalista Hugo Marques por conta de uma nota na edição de 21 de julho sobre o pedido de impugnação da candidatura do político alagoano.

"Quando eu lhe encontrar, vai ser para enfiar a mão na sua cara, seu filho da puta", vociferou Fernando Collor após explicar ao repórter o motivo de sua ligação.

(Ouça a gravação)

Aqui

Em entrevista ao Portal IMPRENSA, Marques declarou que, ao constatar o teor da ligação, desligou o telefone imediatamente. "Eu não queria ouvir insultos e nem responder. Fico preocupado dele tentar arrancar alguma agressividade minha. Se eu criar um conflito com ele, fico impedido de cobrir. Então não falei nada", contou. Sobre o fundamento das ameaças do ex-presidente - que concorre ao governo de Alagoas -, Marques pontuou que os dados sobre a candidatura de Collor estão no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

"Ele tem que convencer a Justiça Eleitoral, não a mim". Marques afirmou que não irá se manifestar contra Collor, tampouco acionar entidades de classe, mas pontuou ser "lamentável" a atitude do ex-presidente "em um regime democrático". "Não tenho nada contra ele, mas é lamentável que um sujeito desses ligue para uma redação e ameace uma pessoa. Ele poderia ter mais cautela, poderia respeitar os direitos humanos".

De acordo com o repórter, Collor estaria desgostoso com a revista por conta de outras matérias em que o político é citado. Sobretudo a respeito de uma entrevista com sua ex-mulher, Rosane Malta, em que é indicado como sonegador de impostos. A respeito de um eventual encontro com o ex-presidente, Marques disse não estar temeroso. "Sou faixa roxa de Karatê (risos)", afirmou. "Estou há 22 anos denunciando bandidos de peso pesado e essa deve ser a décima ameaça, e isso não me intimida", finalizou.

A reportagem tentou contato com o diretório nacional e regional do PTB e com a coordenação de campanha de Collor e não obteve retorno. A assessoria de imprensa de seu gabinete no Senado declarou que não tem relação com as atividades do senador fora de seu mandato, e por isso não poderia se pronunciar.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Mitos da austeridade

PAUL KRUGMAN – O GLOBO

Quando eu era jovem e ingênuo, acreditava que pessoas importantes tomavam decisões baseadas em cuidadosa consideração das opções. Sei mais hoje. Muito do que as pessoas sérias acreditam se baseia em preconceito, não em análise.

E esses preconceitos são sujeitos a manias e modas. O que me traz ao assunto desta coluna. Nos últimos meses, temos assistido, com espanto e horror, à emergência em círculos políticos de um consenso em favor de imediata austeridade fiscal. Isto é, de alguma forma tornou-se senso comum que agora é tempo de cortar gastos, apesar de as principais economias mundiais permanecerem profundamente deprimidas. Esse senso comum não se baseia em evidência ou análise cuidadosa.

Em vez disso, repousa no que poderíamos caridosamente chamar de completa especulação, e menos caridosamente, de fábula na imaginação da elite política — especificamente, na crença no que passei a chamar de “vigilante invisível de títulos” e de “confiança imaginária”. Os vigilantes de títulos são investidores que tiram da tomada governos que percebem ser incapazes de pagar suas dívidas.

Não há mais dúvida de que países podem entrar em crise de confiança (veja a Grécia). Mas o que os advogados da austeridade argumentam é que: a) os vigilantes de títulos estão para atacar os EUA, e b) gastar qualquer coisa a mais em estímulo à economia vai fazer com que ataquem.

Que razão temos para acreditar que algo disso seja verdadeiro? Sim, os EUA têm problemas orçamentários de longo prazo, mas o que fizermos para estimular a economia nos próximos dois anos não terá quase impacto sobre nossa capacidade de lidar com esse problema. Conforme Douglas Elmendorf, diretor do Escritório Orçamentário do Congresso, disse recentemente, “não há contradição intrínseca entre prover estímulo adicional hoje, enquanto o desemprego é elevado e muitas fábricas e escritórios estão subutilizados, e adotar restrições fiscais vários anos mais tarde, quando a produção e o emprego estiverem provavelmente perto de seu potencial”.

Apesar de tudo, quase a cada mês somos informados que os vigilantes dos títulos chegaram e que precisamos impor austeridade agora, agora e agora, para aplacá-los. Há três meses, uma leve alta nos juros de longo prazo foi recebida com algo próximo da histeria: “Temor sobre dívida faz juros subirem”, foi a manchete do “Wall Street Journal”, embora não houvesse prova real de tais preocupações, e Alan Greenspan tenha considerado a alta um “canário na mina”.

Desde então, os juros de longo prazo caíram. Longe de fugirem dos títulos da dívida americana, os investidores evidentemente os veem como a aposta mais segura numa economia cambaleante. Ainda assim, os defensores da austeridade continuam garantindo que os vigilantes dos títulos vão atacar a qualquer momento se não cortarmos os gastos imediatamente. Mas não se preocupe: corte de gastos pode doer, mas a confiança imaginária levará a dor embora. “A ideia de que medidas de austeridade possam provocar estagnação é incorreta”, disse Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, recentemente. Por quê? Porque “medidas que aumentem a confiança vão ajudar, e não pre judicar, a recuperação da economia”.

Qual é a base para a crença de que a contração fiscal é de fato expansionista porque aumenta a confiança? (Por falar nisso, esta é precisamente a doutrina exposta por Herbert Hoover, em 1932.) Bem, houve casos históricos de cortes de gastos e aumento de impostos seguidos de crescimento econômico. Mas, tanto quanto eu possa afirmar, cada um desses exemplos prova, num exame mais cuidadoso, que os efeitos negativos da austeridade foram ofuscados por outros fatores, de pouca relevância hoje. Por exemplo, a era de austeridade com crescimento na Irlanda, nos anos 80, dependeu de uma drástica inversão de déficit para superávit comercial, estratégia que não pode ser adotada por todos ao mesmo tempo.

Os atuais exemplos de austeridade são tudo, menos encorajadores. A Irlanda foi um bom soldado nesta crise, implementando cortes de gastos selvagens. Sua recompensa foi um tombo em nível de Depressão — e os mercados financeiros continuam a tratar o caso como um sério risco de calote. Outros bons soldados, como Letônia e Estônia, foram ainda mais longe nas medidas restritivas — e, acredite ou não, sofreram tombos maiores em produção e emprego do que a Islândia, que foi forçada, pela escala de sua crise, a adotar medidas menos ortodoxas. Desta forma, da próxima vez que você ouvir pessoas sérias explicando a necessidade de austeridade fiscal, tente analisar seu argumento.

Quase certamente, descobrirá que o que soa como realismo repousa numa fantasia, na crença de que os vigilantes invisíveis vão nos punir se formos maus e a confiança imaginária vai nos recompensar se formos bons. E a política do mundo real — que prejudicará as vidas de milhões de famílias de trabalhadores — está sendo feita sobre essa fundação. Somos advertidos que os “vigilantes invisíveis de títulos” preparam ataque aos EUA

terça-feira, 27 de julho de 2010

Eleições 2010 - Pará - Agenda dos candidatos ao Governo do Estado, Quarta feira 28

Agenda dos candidatos para esta quarta-feira

Domingos Juvenil (PMDB)
Reúne-se com a assessoria de campanha durante o dia , à noite, participa de carreata e comício na cidade de Castanhal.

Fernando Carneiro (PSOL)
Às 9h, caminhada no bairro do Jurunas, em Belém. À noite, às 20h o candidato vai prestigiar as eliminatórias do II Festival de Música Popular Paraense, em Belém.

Ana Júlia (Coligação Frente Popular Acelera Pará/ PT, PTB, PR, PP, PSC, PHS, PTN, PT do B e PTC, por PDT, PSB, PC do B, PRB e PV)
À partir de 9 horas, caminhada pelo bairro da Terra Firme. No final da tarde, às 17horas, Ana Júlia vai ao bairro de Canudos.

Simão Jatene (coligação Juntos com o Povo/ PPS, PMN, PRP, PSDC e PRTB)
Pela manhã, participa de reuniões com líderes políticos de Bragança e Castanhal. À tarde, reúne-se com onze pastores de diferentes denominações evangélicas. às 18:28:00 Postado por RS 0 comentários

domingo, 25 de julho de 2010

Internacional - Diga ao Fidel que o amo.....Diego (Maradona)


O Treinador do futebol da Argentina , Diego Armando Maradona, enviou Seu amigo Uma Mensagem ao e líder cubano Fidel Castro, dizendo que Ele ama "e "amor" para ver ao visitar Cuba MÊS VOCÊ los um, ou um sábado, informou DECISÃO Neste site
Cubadebate.

"Eu diga ou amor Fidel ", em Maradona SUA Mensagem postada Chamou Através do portal digital ou não Qual o ex-presidente cubano cerca de 84 anos e é em julho capaz de fazer aposentou 2006 Uma Doença , artigos de Publicou notícias.

Maradona, que enfrentam o tratamento Uma visita à Venezuela do presidente Hugo Chávez " vai viajar para Havana, em 30 dias e , obviamente, gostariam de ver Fidel ", ou portal. Durante Uma quinta - feira com Chávez Reunião Palácio de Miraflores , ou o ídolo argentino que Tinha visto Disse nd Televisão Castro Muito lúcido, Muito Bem eles ou contra quem você American Quereme morto Quereme ver o quê. " Ou isso ou Jogador acrescentou o líder Cuba " está vivo e me encarar Muito bem . "


Veja Uma Matéria completa no " El Mercurio "do Chile

 Aqui

Economia - Pará, produção mineral dobra em dois anos, mas sem valor agregado

O  Pará segue sendo uma economia exportadora de matéria prima, assim tem sido desde o Século IX, nada mudou, só matéria prima sem valor agregado, sem internalizar os lucros das exportações dos recursos naturais.

Ainda se pensa que os recursos naturais são infinitos e não esgotáveis e que dependem do mercado, isso é economia neoclassica, que privelegia a análise de mercado no seu processo produtivo.
A pergunta é quem paga os efeitos e externalidades negativas da exploração dos recursos?.

Veja a matéria do Diário do Pará.

A produção mineral do Pará alcançou no ano passado o valor geral de comercialização de R$ 11,656 bilhões. Na comparação com o ano anterior, houve um ligeiro decréscimo, da ordem de 5,95%. Em 2008, o valor geral de comercialização alcançara a casa R$ 12,394 bilhões, de acordo com dados fornecidos pelo Departamento Nacional da Produção Mineral (DNPM), órgão vinculado ao Ministério de Minas e Energia.


Em 2008, ano da crise financeira global, as vendas não foram afetadas porque estavam em vigor os contratos de fornecimento firmados com antecedência. O efeito da crise se fez sentir no ano seguinte, com a queda observada no valor de comercialização das nossas commodities minerais. Esta é a explicação fornecida pelos técnicos do DNPM para o recuo de quase 6% observado no movimento financeiro de 2009.


Do total comercializado pelo Estado do Pará no ano passado, a maior parte – R$ 8,056 bilhões, o equivalente a 69% –, corresponde ao minério de ferro. Outros dois minerais com participação expressiva na receita do setor são a bauxita, com receita de R$ 1,361 bilhão (12% do total), e o cobre, cujo valor de comercialização alcançou R$ 1,069 (9%). O levantamento do DNPM mostra que os três produtos – ferro, bauxita e cobre – respondem, somados, por 90% do valor gerado pela comercialização de minérios em 2009.


De acordo com o economista André Luiz Santana, da Superintendência local do DNPM, o valor da produção mineral paraense quase que duplicou em apenas cinco anos, considerando-se o período de 2005 a 2009. Mantendo trajetória ascendente, ele saiu de R$ 6,553 bilhões em 2005 para R$ 7,724 bilhões em 2006 e chegou a R$ 8,301 bilhões em 2007. Em 2008, mesmo com a crise econômica mundial pelo meio, o valor da produção mineral do Pará alcançou o recorde histórico de R$ 12,394 bilhões.

Veja a matéria completa no Diário do Pará. AQUI

Gostaria que o nosso amigo andré fosse menos ufanista com relação à economia paraense. Ele precisa ler algo sobre a teoria da Maldição dos Recursos. Cómo transformar os Recursos Naturais em uma Bênção em vez de uma Maldição.

Recomendo!

Muitos países ricos em recursos naturais exploram e desperdiçam esses bens para enriquecer uma minoria enquanto a corrupção e o má administração empobrecem a maioria da população.

Romper este padrão é difícil. Devido à riqueza de recursos naturais, tais países não precisam tomar empréstimos de agências multilaterais, as quais insistem na transparência fiscal e em boas práticas orçamentárias.

As mais importantes democracias do mundo dependem da importação de petróleo, gás natural, ou minerais, e freqüentemente demonstram pouca disposição para utilizar pressões diplomáticas com o objetido de exigir melhores práticas fiscais dos países ricos em recursos naturais. Por sua vez, é pouco provável que as companhias de energia multinacionais, que dependem do bom relacionamento com os governos detentores de riquezas naturais para que possam continuar a extrair recursos, exijam desses governos uma boa gestão econômica.