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sábado, 18 de março de 2017

Mulher Destaque 2017




O Conselho da Mulher Empresária da Associação Comercial do Pará, compartilhando com as mulheres, as homenagens pelo seu dia internacional, promoveu no dia 15 de Março de 2017, um evento de reconhecimento de competências e de sucesso de mulheres que se destacam nos segmentos social, de educação, saúde, empresarial e artístico com relevantes ações em prol da sociedade paraense e do empoderamento da mulher no mercado de trabalho. Neste ano de 2017, as homenageadas foram as seguintes personalidades:

1. Dra. Maria Amélia Enriquez – Secretária Adjunta da SECTEC
2. Dra. Rosângela Brandão- Presidente da Santa Casa de Misericórdia do Pará
3. Dra. Betânia Fidalgo – Vice Reitora da Unama
4. Empresária Ely Ribeiro – Empresária da Amazônia Zen
5. Dona Onete - Cantora
O evento foi um sucesso e muito elogiado por todos que estiveram presentes!
Fotos: Fotógrafo Eliezer Rodrigues Wanzeler
Decoração: Lucia Carvalho
Flores: Floricultura do Amor
Cerimonial: Monique de Paula


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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Operação da Polícia Federal desarticula esquema criminoso no PA

Operação intitulada 'Grand Canyon' ocorre nesta segunda, 23.Mandados são cumpridos em Belém, Marabá, Goiânia e Brasília.


Operação da Polícia Federal desarticula organização criminosa. (Foto: Reprodução/TV Liberal)
A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta segunda-feira (23) a Operação Grand Canyon, que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa com atuação no Departamento Nacional de Produção Mineral do Estado do Pará (DNPM/PA), responsável por gerenciar e fiscalizar a atividade mineradoras no país. Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção passiva e violação de sigilo funcional.

Aproximadamente 70 policiais federais participam da operação. No total, foram cumpridos cinco mandados de prisão, 14 de busca e apreensão e oito de condução coercitiva nas cidades deBelém, Marabá, Goiânia e Brasília.

A investigação teve início em agosto deste ano, após requisição ministerial baseada, dentre outros elementos, na divulgação de relatório de demandas externas da Controladoria Geral da União, indicando que um grupo específico de empresas teria sido beneficiado na tramitação de processos administrativos perante o DNPM/PA.

As provas apreendidas apontaram que os servidores cobravam valores a título de propina para autorização de títulos minerários no Estado do Pará. As ordens judiciais foram expedidas pela 4ª Vara Criminal da Justiça Federal no Pará.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Crise mineração e estratégia de sustentabilidade





quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Empresário da mineração cumprimenta à SEICOM pelo trabalho em bem do desenvolvimento


Minha cara Secretaria Profª Maria Amélia,
É uma honra para mim participar do processo de desenvolvimento do Estado do Para
Acredito nos seus governantes!
Meus respeitos a todos os Paraenses de Bem!
Parabéns à SEICOM!!




A SEICOM fez a diferença na vitoria do Simão Jatene Izabela Jatene Ana Jatene em diversos municípios mineradores do Estado. Dentre os mais importantes Itaituba e São Miguel do Guamá foram exemplos, em outros, mesmo perdendo, no segundo turno recuperou importantes votos, em Parauapebas, Canaã dos Carajás e outros. Veja aqui a equipe da SEICOM no Bairro de Jurunas dia sábado 25/10/14, um dia antes da eleição, uma grande virada que amarelou, depois da caminhada da SEICOM.
Dado curioso, nessa mesma manhã do sábado, candidato Jatene realizou a caminhada no bairro de Jurunas e encontrou o Governador e as duas equipes se somaram na caminhada.

Aí estão a Secretária da SEICOM, A Chefe do Gabinete da Secretária, Verônica, o Fernando, técnico, o japonês mais paraense que conheci, o Ambrósio, que não sabe comer com  pauzinhos japoneses (Hashi). Atrás da Secretária Maria Amelia Enríquez a sua ex-secretária de casa, Rosa Maria, mora no Jurunas e que a raiz da campanha virou líder comunitária do Bairro. Rosa Maria coordenou uma equipe de mais de 20 pessoas que todo dia fez campanha no bairro.
Esses detalhes da virada do Jatene poucos conhecem, mas já estão no Blog do  Enríquez Gonzalo V. Enríquez 

domingo, 10 de agosto de 2014

Pará está fora

Nove governadores vão terminar o mandato com seus Estados mais endividados


Nove dos 27 governadores devem entregar aos seus sucessores, no dia 1º de janeiro de 2015, um Estado mais endividado do que encontraram. Segundo o Tesouro da Fazenda as 27 unidades da federação deviam, no final de 2013, nada menos que R$ 500 bilhões.

O nível de endividamento de um Estado é calculado na comparação com a receita corrente líquida. É uma conta similar à de qualquer cidadão: Se você tem uma renda de R$ 1.000, e paga R$ 300 por mês de dívidas (compromete 30%), está mais endividado do que outro que ganhe R$ 2.000 e paga R$ 500 mensais (25%).

No caso dos Estados, a comparação foi feita com base em dados do balanço final de 2010 e de abril de 2014. Nesse período, Acre, Amapá, Espírito Santo, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins passaram a comprometer percentualmente mais a receita com a dívida.

Segundo o economista do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Alexandre Manoel, mais endividados, os Estados passam a pagar prestações maiores, comprometendo ainda mais os apertados orçamentos das unidades e reduzindo, teoricamente, o poder de investimento futuro.

"Os governos têm de pagar, de acordo com o prazo previsto no contrato. Mas nem sempre isso é automático. A maioria dos empréstimos tem carência de dois a cinco anos", explica.

Procurados pelos UOL, cinco Estados responderam aos questionamentos do UOL.Todos alegaram estar com margem de financiamento dentro do limite. Acre, Amapá, Rondônia e Tocantins não responderam à solicitação.

Segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal, apenas os Estados com comprometimento superior a 200% de sua receita estão impossibilitados de pedir novos financiamentos. O único do país, segundo balanço do primeiro quadrimestre, é o Rio Grande do Sul.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Pará paga a conta, diz secretária da SEICOM

Em extraordinária matéria do Jornal "O Liberal" A Secretária da SEICOM aponta importantes análises sobre o papel que desempenha o Estado do Pará no equilíbrio das contas do Brasil. 













Foto arquivo SEICOM/2014 







quarta-feira, 26 de março de 2014

Maria Amélia Enríquez, nova Secretária da SEICOM


A Universidade Federal do Pará deve estar de parabéns porque consegue mais uma representante da academia no governo do Estado. 

Maria Amélia Enríquez foi nomeada  Secretária de Estado de Indústria, Comércio e Mineração. 

Parabéns e sucesso!  

CURRÍCULO.
Doutora em desenvolvimento sustentável pelo CDS/UnB (2007), mestrado em Geociências pela Universidade Estadual de Campinas (1993), especialização em teoria econômica pelo CESEP/PA (1987), graduação em Economia pela Universidade Federal do Pará (1986). Atualmente é professora da Universidade da Amazônia e da Universidade Federal do Pará.
Ex- presidente da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica (ECOECO). Atualmente é membro do board do International Society for Ecological Economics (ISEE)  Tem experiência nas áreas mineração e desenvolvimento regional, licenciamento ambiental, planejamento estratégico e áreas afins, atuando principalmente nos seguintes temas: desenvolvimento sustentável, indústria mineral e impactos regionais nos municípios de base mineradora do Brasil . No período de maio de 2008 a julho de 2011, foi assessora da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformacão Mineral (SGM) do Ministério das Minas e Energia (MME). 

Desde junho de 2009 é membro do International Panel for Sustainable Resource Management (Resource Panel) do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). Até ser nomeada Secretária de Estado da Secretaria de Indústria Comércio e Mineração - SEICOM, do Estado do Pará, era a Secretária Adjunta. 

FOTOS 

Nas Nações Unidas, como membro do International Panel for Sustainable Resource Management (Resource Panel) do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP).

No /senado Federal

Com Sidney Rosa, Helenilson Pontes e Cleide Amorin

Aniversário do Sidney Rosa

Com o Governador Simão Jatene

Reunião nas Nações Unidas 

Com Cristovam Buarque, no Senado Federal

 Itaituba, Pará

Com o Secretário da SEMA José A. Colares e prefeita de Itaituba

Seminário Internacional - Com Crsitovam Buarque
Com Marina Silva 






sábado, 22 de março de 2014

Política eleitoral de alto estilo


O deputado federal peemedebista Asdrúbal Bentes diz que vai se entregar na segunda-feira

ESTERILIZAÇÃO
Deputado muda o discurso e diz que admite renunciar ao resto do mandato


O deputado federal peemedebista Asdrúbal Bentes declarou ontem que irá se apresentar na vara de execuções penais de Brasília na próxima segunda-feira (24) para poder cumprir a condenação pelo crime de esterilização ilegal, do qual ele foi considerado culpado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2011. O parlamentar, que ainda está em liberdade em Marabá, afirmou também que está pensando na possibilidade de renunciar ao mandato de deputado federal pelo Estado do Pará. "Eu vou para Brasília, além de me apresentar, conversar com lideranças nacionais e regionais, os meus familiares, minha mulher, meus filhos, e depois apresentar uma decisão. Não há motivo para precipitação. Estou com a consciência tranquila", disse Bentes.

O discurso de Bentes já é bem diferente das declarações feitas à imprensa na noite de quinta-feira, logo após o plenário do STF rejeitar os últimos recursos movidos pela defesa e determinar a expedição imediata do seu mandado de prisão e a comunicação da decisão à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados para fins de deliberação da perda de mandato do parlamentar. "Não vou sair da Câmara pela janela, quero sair pela porta da frente, como eu entrei. Até porque fui condenado por um crime que não cometi e por uma teoria chamada teoria do domínio do fato. Eu não cometi (o crime), mas teria o domínio dos fatos", declarou na ocasião, descartando a possibilidade de renúncia.

"Como é regime aberto, há compatibilização com o exercício do mandato. Até porque o regime aberto pressupõe que a pessoa esteja trabalhando. Meu trabalho hoje é este", completou.


Pelo Supremo, Bentes deve cumprir sentença de 3 anos, um mês e 10 dias em regime aberto, já que tem 74 anos. De acordo com o deputado do PMDB, seus advogados estão acertando os detalhes finais sobre o cumprimento da pena, que inclui restrições de liberdade como impossibilidade de deixar a sua residência durante a noite, ingerir bebida alcoolica ou viajar sem autorização. Pela legislação, os condenados ao regime aberto devem ficar nas chamadas casas de albergado durante a noite. No entanto, de acordo com a Vara de Execuções das Penas e Medidas Alternativas (VEPEMA), "diante da inexistência de tal estabelecimento, as penas são cumpridas na própria residência dos sentenciados, que devem obedecer às determinações judiciais, que incluem, entre outras: recolher-se às suas residências diariamente, a partir das 21h e apresentar-se bimestralmente (à Justiça)".

O Liberal
BRASÍLIA
THIAGO VILARINS
Da Sucursal

domingo, 9 de março de 2014

Comitiva visita Serra Pelada amanhã


Mina de ouro

Objetivo é assegurar que garimpeiros não sofram com falência de exploradora

Brasília

RAFAEL QUERRER

Da Sucursal

Em comitiva liderada pelo deputado federal Arnaldo Jordy (PPS-PA) visitará Serra Pelada amanhã, pela manhã, para assegurar que os garimpeiros vinculados à Cooperativa dos Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp) não sejam prejudicados por eventualidades provocadas pela falência do grupo canadense Colossus Minerals Inc.. A comitiva será composta pelo deputado federal Domingos Dutra (SDD-MA), pelo promotor de justiça Hélio Rubens, pelo geólogo Nivaldo Pimenta e por um representante da Secretaria de Indústria Comércio e Mineração do Estado do Pará (Seicom). Um dos objetivos centrais é garantir que o primeiro contrato firmado entre a Colossus e a Coomigasp seja cumprido. Segundo esse documento, os garimpeiros teriam direito a 49% dos lucros da mineração mecanizada em Serra Pelada e a empresa exploradora, 51%. Antes de quebrar, a Colossus teria modificado o acordo e redividido os lucros em 75% e 25%, respectivamente, segundo denúncias dos garimpeiros.

De acordo com o deputado Arnaldo Jordy, os acionistas da Colossus já estariam negociando com uma outra empresa a participação no projeto de mineração junto à Coomigasp. "Eles já investiram US$ 450 milhões aqui e estão se organizando para não perder esse dinheiro. Eles já entraram em contato com outra empresa com experiência em exploração de minérios, mas ainda não divulgaram o nome do grupo. Estamos aguardando para fazer as devidas averiguações. Viemos aqui para conversar com os garimpeiros, com o pessoal que restou na Colossus e com o interventor da Coomigasp, Marcus Alexandre, para que o primeiro contrato firmado seja cumprido e para que esse povo, que trabalhou muito em Serra Pelada, não perca seu direito a esse dinheiro, em nenhuma hipótese", explicou o parlamentar.

O grupo de visitantes também negociará para que o Banco do Brasil disponibilize contas personalizadas aos garimpeiros, com segurança avançada, para evitar fraudes no repasse do dinheiro aos trabalhadores. "Nós queremos encerrar essa novela toda e impedir mais desgraças nas vidas dessas pessoas. Elas merecem ser recompensada pela contribuição que já deram", disse o deputado. "Todos os garimpeiros deverão receber, sempre, 49% dos lucros, de acordo com o que estava estipulado no contrato. Isso deve começar em seis meses, depois que a mina começar a ser explorada", completou.

O Liberal. 

domingo, 2 de março de 2014

Desoneração chega a R$ 1 bi

Impostos

Objetivo é atrair ao Pará investimentos privados de até R$ 3 bi em 2014





O Pará deverá abrir mão de R$ 1,13 bilhão em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) neste ano, para tentar atrair cerca de R$ 3 bilhões em investimentos. A expectativa é da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom), que estima o retorno de R$ 3, para cada R$ 1 em incentivo fiscal. Essa política de renúncia fiscal, apontada pela secretaria como agressiva para vencer a guerra fiscal, visa deslanchar a economia do Estado com a atração de um grande volume de indústrias e empresas.

"Todos os Estados brasileiros têm incentivo fiscal. Se o Pará não tivesse incentivo, ninguém viria para cá. Tem que haver esse incentivo, que é previamente avaliado por uma comissão, formada pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) e outros órgãos, com critérios bastante técnicos, para que a gente chegue a conclusão que, apesar da aparente perda de receita, a gente vai ganhar muito lá na frente. Não estamos só falando do retorno financeiro, mas do grande efeito que uma empresa dessa traz, como a geração de empregos, renda, o aumento do poder de compra e, fora isso, a empresa melhora a questão da contratação do fornecedor local, entre outros pontos", explica o titular da Seicom, David Leal.

Segundo dados divulgados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), com base nas Leis de Diretrizes Orçamentárias, 23 das 27 unidades federativas têm política de renúncia fiscal. No total, esses Estados somam R$ 66,1 bilhões em desoneração tributária. O valor da renúncia do ICMS corresponde a 16% da arrecadação do ICMS prevista para 2014, que deve ficar entre R$ 390 bilhões e R$ 400 bilhões. Do montante que não será arrecadado, R$ 15,9 bilhões – 25% do total isentado – seriam repassados aos municípios, que reclamam da perda da receita e cobram uma reforma tributária.

Brasília
THIAGO VILARINS
Da Sucursal
*Colaborou RAFAEL QUERRER

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Lamento, mas o Senador precisa falar com os Russos antes dessa loucura ambiental


Jader pede derrocamento de pedral já




Pedir todo mundo pode.


Do Blog do ENRÍQUEZ. Sem um análise sério e um RIMA ambiental muito debatido, como gostam os ambientalistas, não sairá neste governo. Só se Jader torça para tirar IBOPE da sua candidata a reeleição, Dilma Rousseff.

São mais de 40 Km que terão que ser implodidos de diversas forma e a principal pedra é com dinamite.


Sugiro que Jader se foque em acompanhar outro pedido já feito por ele mesmo, a construção da ferrovia Açailândia/Barcarena. Aí conta com o apoio da sua amiga e militante do seu partido (PMDB),  governadora do Maranhão, da família Sarney Roseana.

Veja matéria do Diário do Pará.
De posse de informações passadas a ele pelo Ministério dos Transportes, o senador Jader Barbalho (PMDB/PA) disse ontem, em Belém, que considera tecnicamente equacionado o projeto de derrocamento do Pedral do Lourenço, no rio Tocantins, e que por isso espera – e vai cobrar – o imediato lançamento do edital para licitação do empreendimento. “Já tivemos embromação demais. Agora, é o próprio Ministério (dos Transportes) a admitir que a questão está tecnicamente resolvida”, afirmou o senador, acrescentando: “Sendo assim, não há mais justificativa para qualquer atraso”.

A manifestação do Ministério dos Transportes veio em resposta a um requerimento de informações apresentado por Jader Barbalho no dia 9 de outubro do ano passado. O pedido foi, naquela ocasião, encaminhado à mesa diretora do Senado com enquadramento constitucional. Este, aliás, é um procedimento que o senador tem adotado em relação a diversos requerimentos apresentados nos últimos tempos, todos eles tratando de temas relevantes e mesmo estratégicos para o Estado do Pará. “Este é, modernamente, um dos mais poderosos e efetivos instrumentos de ação parlamentar”, faz questão de frisar o senador.

Em seu requerimento, Jader Barbalho fazia um histórico do projeto e realçava a sua importância para a integração econômica das regiões sul e sudeste do Pará. Também chamava a atenção para a possibilidade de melhoria da própria cadeia logística nacional, já que a hidrovia do Tocantins, quando implantada, vai abrir um corredor de transporte interligando o Centro Oeste do Brasil aos portos do Pará, na Região Norte.

Especificamente na microrregião de Marabá, enfatizava o senador peemedebista, o derrocamento do Pedral do Lourenço é condição necessária para pôr em funcionamento as eclusas de Tucuruí, obra que custou ao tesouro nacional R$ 1,6 bilhão e que se mantém até hoje inoperante, “como verdadeiro elefante branco”. Além disso, observava ainda Jader Barbalho, a hidrovia do Tocantins – e, pois, o derrocamento do pedral – é ainda uma pré-condição para a implantação da Alpa e do tão sonhado polo siderúrgico em Marabá e na região sob influência da província mineral de Carajás.

Em seu requerimento, o senador considerava inaceitável o “jogo burocrático” em que se arrastava o projeto, desde 2010, e exigia do governo que desse aos paraenses explicações objetivas e convincentes. O líder maior do PMDB no Pará disse na época, e reafirmou ontem, que “o Pará e os paraenses não podem mais aceitar, nesta e em outras questões que dizem respeito ao Estado, falsas explicações com palavras evasivas e escapistas, que mais tentam confundir do que explicar”.

A reposta ao requerimento lhe chegou às mãos, com data de 14 deste mês, por meio de ofício assinado pelo chefe de gabinete do ministro César Borges, Herbert Drummond. A correspondência endereçada ao senador Jader Barbalho veio acompanhada de documento elaborado pela Diretoria Executiva do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. O DNit é a entidade que, dentro do Ministério dos Transportes, administra a infraestrutura do Sistema Federal de Viação, constituída pelas vias navegáveis, ferrovias e rodovias federais, as instalações e vias de transbordo e de interface intermodal.

Marinha discorda de projeto da UFPA

O documento preparado pela Diretoria Executiva do DNit, em atendimento ao requerimento de informações de autoria do senador Jader Barbalho, destaca que foram encontradas “relevantes diferenças” entre o projeto apresentado pela Universidade Federal do Pará e aquele contratado pela mineradora Vale. Notadamente, esclareceu o DNit, quanto à aplicação das normas adequadas ao caso, influindo diretamente na definição da largura do canal de navegação.

Ontem, ao fazer uma leitura analítica do documento, o senador observou, com base na informação do DNit, que o assunto foi levado à instância da Marinha do Brasil, na condição de autoridade marítima. Ao se posicionar quanto ao traçado do canal de navegação adequado às condições existentes na região dos pedrais do rio Tocantins, a Marinha considerou, em seu parecer, que “o projeto da UFPA era incompatível com o comboio-tipo definido para a hidrovia”. Quanto ao projeto bancado pela Vale, o entendimento era de que o mesmo necessitava de adequação do traçado elaborado pela projetista para o canal navegável.

Segundo a orientação da Marinha, a largura do canal, em trechos retilíneos, deve ser de 145 metros – e não de 70 metros, como constava do projeto elaborado pela UFPA – e de 160 metros nos trechos em curva. Já nos trechos em tangente, ainda segundo o parecer da Marinha, o trecho derrocado deve ter extensão equivalente a cinco vezes o comprimento da embarcação – ou comboio, no caso.

Na correspondência dirigida a Jader Barbalho, a direção do DNit e o Ministério dos Transportes esclarecem que, após análise de propostas, selecionou a da Universidade Federal do Paraná para efetuar os ajustes técnicos do projeto de derrocamento, de modo a adequá-lo às exigências da Marinha do Brasil.

A UFPA concluiu o trabalho em dezembro de 2013. Nele ficou especificado que, abrindo-se o canal de navegação em conformidade com os ditames da autoridade marítima, o projeto resultará em um volume de derrocamento de aproximadamente 1,13 milhões de metros cúbicos de rochas. Volume superior ao previsto no projeto original da UFPA, que era de cerca de 700 mil metros quadrados, mas significativamente menor que as estimativas feitas na época pelo próprio DNit, que projetavam um volume de quase três milhões de metros cúbicos. “Dessa forma, cumpridas integralmente as ações técnicas descritas, já foram iniciadas aquelas necessárias ao lançamento do edital para licitação do empreendimento”, completa o ofício assinado pelo gerente de projetos do do DNit, Zeno José Andrade Gonçalves.

Para o senador Jader Barbalho, desde que superada a polêmica em torno de alegadas impropriedades técnicas contidas nos projetos elaborados pela UFPA e pela Vale, o foco passa a ser a licitação do empreendimento, conforme admite o próprio DNit. “Se do ponto de vista técnico o projeto está resolvido, cabe então agilizar o edital, e é isso que nós queremos”, finalizou.

(Diário do Pará)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Recomendo esta leitura. TRAJETÓRIAS DO DESENVOLVIMENTO Maria Amélia Enríquez.




Este livro é um amplo levantamento – em linguagem clara e comunicativa – das variadas concepções do desenvolvimento que se sucederam ao longo das últimas décadas: das teorias clássicas às marxistas, das teorias institucionalistas às do desenvolvimento sustentável. Percorrer essas ideias e conhecer seus formuladores proporciona ferramentas indispensáveis para debater os impasses do mundo de hoje.

Mas o debate sobre os desafios do desenvolvimento, como lemos aqui,, é uma consequência direta da grande depressão dos anos1930. No âmbito da polarização entre o socialismo intervencionista e o capitalismo keynesiano, os economistas mergulharam numa rica e polêmica discussão sobre como reduzir a vulnerabilidade às crises, as mazelas da pobreza e do atraso e as incertezas quanto ao futuro. Os trinta anos que se seguiram ao final da Segunda Guerra foram decisivos em termos de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento, com a convergência das dimensões econômica e social.

A crise fiscal do Estado, marcante nos anos 1970, obscureceu o tema, na medida em que crescia um certo desencanto quanto à real capacidade do Estado em promover o desenvolvimento. Tanto na academia quanto nas ações políticas, parecia que o debate voltaria à pauta das virtudes do mercado como regulador principal e fundamento da evolução dos negócios públicos e do bem-estar social.

No entanto, a emergência da questão ambiental, desde os anos1970, ajudou a que as teorias (e práticas) do desenvolvimento fossem revistas e atualizadas, agora com a inclusão da dimensão ecológica como conteúdo indissociável da economia e do bem-estar. O conceito de sustentabilidade revigora e dá novo conteúdo ao debate.

Este livro tem o mérito de lançar luz, de forma didática e atual, sobre o tema. A releitura de autores clássicos do desenvolvimento é agora apresentada com o foco também na sustentabilidade. Com isso, ganham os estudantes e pesquisadores, que passam a dispor de uma obra de referência clara, objetiva e de grande atualidade. Ganham também os tomadores de decisão, que encontrarão no texto bases relevantes para as políticas públicas.


domingo, 26 de janeiro de 2014

Entraram em campo de salto alto e deu no que deu

Foi muito dinheiro investido para experimentar a pior derrota dos dois últimos anos. Foi avião trazendo jogadores contratados, outros atravessaram a avenida, saíram da Curuzu e foram para o outro lado, com muito dinheiro no bolso, que desde o ano passado o Paysandu pagava, para o "maestro" não jogar. 

Foi jogo de bastidores, um dia antes ofereceram ao Yago Pikachu R$ 8 milhões para mudar de lado ou ir para um clube do sul ou centro oeste. Mas nada de jogo no domingo. O pobre mordeu a isca e não jogou, mesmo descumprindo contrato. 

Não foi necessário, nem Eduardo Ramos fez falta, nem Yago Pikachu desfalcou o Paysandu. 

Primeiro tempo foi Bicolor de lado a lado. 




O Paysandu venceu o primeiro clássico da temporada 2014 e entra na semana do centenário na liderança do primeiro turno do Campeonato Paraense. O Papão derrotou o Clube do Remo por 2 a 1, na tarde deste domingo (26), no estádio Mangueirão, em Belém, recebendo um grande público.

Acompanhe como foi o lance a lance do Superclássico da Amazônia


O inicio da partida foi nervosa, com poucas chegadas de ataque das duas equipes e aos poucos, azulinos e bicolores chegavam com perigo ao gol adversário. Na primeira tentativa, Eduardo Ramos cobra escanteio e o zagueiro Rogelio cabeceou assustando o goleiro Matheus. O defensor azulino acabou falhando no primeiro gol bicolor.

Aos 16 minutos do primeiro tempo, Djalma cruza e o meia Héverton acabou dividindo com o zagueiro remista, que acabou tocando por último na bola e marcou gol contra. Em vantagem, o Paysandu pressiona o Remo e não demorou muito para o segundo gol. Após falha da defesa azulina, Lima mata no peito e tira do alcance de Fabiano, ampliando o placar, aos 36 minutos.

Após sentir os dois gols sofridos, o Remo voltou para a etapa final e tratou logo de por fogo no jogo. Logo a um minuto, após falha da defesa bicolor, Zé Soares diminui o placar para o Leão, que pressionou em busca do empate, mas acabou parando na forte marcação bicolor.

Ainda deu tempo para Lima, sozinho dominar e chutar para fora e Val Barreto, fazer uma bela jogada e chutar para fora a última chance do empate azulino. No fim da partida, a festa foi bicolor no Mangueirão.

Com 10 pontos na tabela de classificação, o Paysandu volta a campo na próxima quinta-feira (30), em Tucuruí, contra o Independente. O Remo joga na quarta-feira (29), no Mangueirão, contra o Gavião Kyikateje.

FICHA TÉCNICA

REMO: Fabiano; Diogo Silva (Ratinho), Rogelio, Max e Alex Ruan; André, Jhonnatan, Eduardo Ramos e Athos (Zé Soares); Leandrão (Val Barreto) e Thiago Potiguar.

Técnico: Charles Guerreiro

PAYSANDU: Matheus; Djalma, João Paulo, Charles e Airton; Vânderson (Augusto Recife), Ricardo Capanema, Zé Antônio (Pablo) e Héverton (Bruninho); Lima e Hellinton.

Técnico: Mazolla Junior

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (FIFA-RJ)

Assistentes: Fabrício Vilarinho (GO) e Clerison Cley Barreto (SC)

Cartões Amarelos: Charles, João Paulo e Augusto Recife (PSC) ; Eduardo Ramos, Max, Rogélio e André (REM)

Renda: R$ 686.640,00

Público Pagante: 16.914

Público Total: 18.680

(Diego Beckman/DOL)