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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Explicação necessária e com números



Foam extremamente frágies as explicações dadas pelo chefe da Casa Civil e Deputado Federal Palocci, empresário do ramo sanitarista, sobre seu rápido enriquecimento, quando foi deputado por São Paulo. 

Seria correto que sua explicação se fundamenta-se em números  e não com respostas genericas sobre as consultorias.

As pessoas gostariam saber por exemplo, que tipo de consultorias foram feitas. As dúvidas são crescentes. Não utilizou informação previlegiada já que tinha sido ministro da fazenda e ainda mantinha seus contatos no ministério? quem era o profissionalo que realizava os estudos. Na empresa só consta ele e mais outra pessoa que nem economista era. 

Quem assinava os pareceres das consultorias?

Bastava ele mostrar uma tabela como a que aparece embaixo, com números e fluxo de caixa básico, sem comprometer a ninguém, mas mostrando quantos contratos administrava, quanto era o lucro por contrato. De que área eram as empresas em que realizava as consultorias, de qual estado da federação.

As consultorias eram sobre finanças, economia, indústria, medicina.

Se a pessoa estivesse, realmente, interessada em explicar seu enriquecimento "inexplicável" apresentaria, na entrevista, documentos, mesmo genêricos, sobre seus contratos, com números e evolução do lucro.

O Ministro optou por acreditar que os brasileiros ficaremos satisfeitos com a conversa geral que ele jogou para o jornalista de globo. Logo todo se esquece...


 investimentos
 receitas
 %
 %
 %
 %
 Lucro



























 20 milhões

quinta-feira, 2 de junho de 2011

“Metade equívoco, metade invenção” Deu no BLOG CAPITAL DIGITAL


Foi como reagiu ontem no Twitter o ministro das Comunicações @Paulo_Bernardo, às reportagens publicadas pelo portal Convergência Digital, além de outros veículos especializados no setor de TI e Telecomunicações, sobre a já encomendada exoneração de Rogério Santanna da presidência da Telebrás e a ida de Cezar Alvarez para o cargo na estatal.
Manobra que transforma definitivamente o PNBL no já chamado: “PNBTeles”.

O ministro tem todo o direito de responder e negar qualquer informação, assim como tudo o que saiu ontem na imprensa especializada pode conter uma série de “equívocos”. Jornalismo não é ciência exata, está sujeita à tudo. Inclusive a erros.

Mas “Invenção” como ele mesmo afirmou no Twitter, isso não.

Veículos especializados de TI e Telecom – ou de qualquer outro setor econômico – diferem da imprensa convencional, porque seu público alvo é altamente instruído. Não toleraria e nem perdoaria qualquer leviandade cometida, seja por conta de qualquer interesse político ou econômico. Portanto, a sobrevivência desses veículos está intimamente ligada à credibilidade.  Se perdem, não recuperam mais perante o seu público leitor.

Mas o ministro tem o direito de achar o que quiser. Entretanto, se a imprensa ‘inventou’ algo comprometedor que esteja ocorrendo nos porões do Ministério das Comunicações, então Paulo Bernardo tem de vir à público hoje e desmentir categoricamente todos os veículos que deram a informação.

Tem de prestar contas à sociedade em geral e não apenas à “militância 2.0″, sobre todos os investimentos (dinheiro do contribuinte) feitos para o governo dispor de uma rede nacional de banda larga, que agora supostamente pretende limitá-la ao papel de mero fornecedor de rede no atacado para empresas privadas, que em última instância irão transformar um projeto social num bom negócio: Venda casada de Internet com telefone e TV por assinatura.

Tem de informar se o governo abandonou ou não os objetivos preceituados no inciso IV  do Artigo 4º do Decreto nº 7.175/2010 – que definiu pelo menos uma das competências da Telebrás diante do Plano Nacional de Banda Larga e que não era somente a oferta de infraestrutura de rede no atacado:

IV – prestar serviço de conexão à Internet em banda larga para usuários finais, apenas e tão somente em localidades onde inexista oferta adequada daqueles serviços.

Quero deixar claro que não sou contra as empresas de telefonia serem parceiras do governo no PNBL. Aplaudi a decisão da GVT e TIM/Intelig, de fazerem um acordo com a Telebrás no sentido de compartilharem redes e evitar gastos desnecessários para prestar o mesmo serviço numa mesma localidade. Se as empresas tivessem um mínimo de bom senso, lá atrás teriam fechado esse acordo com o governo, no qual um grande backbone federal lhes possibilitaria chegar aonde sempre disseram que era muito caro chegar: aos mais pobres.

Ao contrário, o que fizeram foi resistir ao PNBL. Criaram um plano paralelo – com apoio do ex-ministro Hélio Costa – que custaria R$ 75 bilhões ao país. Cujo único objetivo evidente, na época, seria o de impedir o governo da sua missão social de integrar todo o Brasil com Internet. Em suma, não queriam que governo comprovasse que existe um monopólio privado no Brasil, onde por falta de concorrência o preço da Internet não cai.

A sua versão de PNBL ministro, está bem longe dos objetivos iniciais do governo. Resta saber por que o senhor ou o governo mudaram o discurso.

Caro ministro @Paulo_Bernardo, justificar os seus atos pelo Twitter à “militância 2.0″ é lícito e louvável,  mas não passa de um privilégio que o senhor concede a apenas uma pequena parcela da população brasileira: A bem vestida e nutrida.

Só não diga que os seus atos expostos pela imprensa especializada foram  ”invenções”, porque qualquer pessoa esclarecida e com um mínimo de bom senso sabe que o seu discurso difere daquilo que se almejou no PNBL original.

Muito menos reflete o pensamento de um ex-presidente que sempre pensou no país do ponto de vista dos mais pobres.

* E não usava Twitter para conversar com o povo brasileiro.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Médico sanitarista convocado a depor no Senado

A oposição conseguiu driblar o governo e aprovou, após duas semanas de tentativas, um requerimento convocando o ministro Antonio Palocci Filho (Casa Civil) para depor sobre seu enriquecimento como consultor.

A aprovação ocorreu na manhã desta quarta-feira na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, quando os governistas estavam concentrados em outras comissões da Casa. O governo agora corre para tentar convencer o presidente da comissão, Lira Maia (DEM-PA), a reverter a decisão ou transformá-la em convite --para o qual não é obrigatória a presença.

A reunião da comissão foi suspensa até as 13 horas e, neste momento, líderes da base e da oposição estão trancados tentando chegar a um acordo. " O entendimento do DEM é que a matéria está vencida, agora respeitamos a autonomia do presidente da comissão", disse o líder do DEM, ACM Neto (BA).

A convocação ocorre na véspera de a Procuradoria Geral da República se pronunciar sobre as explicações enviadas por Palocci.

A base já informou que apresentará uma questão de ordem ao presidente da Câmara, Marco Maia (PT- RS), questionando o método de votação feito por Lira Maia. Eles querem que a votação seja refeita. Apesar de o presidente ser do Dem, a maioria dos deputados na Comissão de Agricultura é da base.

No dia 15 passado, a Folha revelou que o ministro tinha comprado um apartamento de R$ 6,6 milhões, numa evolução patrimonial declarada de 20 vezes desde 2006. O governo entrou em crise política e paralisia, já que Palocci é o seu ministro mais forte.

Ele justificou a evolução por seu trabalho de consultoria. A Folha então revelou que, só no ano passado, ele ganhou R$ 20 milhões com os trabalhos para clientes que não revelou. Metade disso foi ganha quando Palocci coordenava o grupo de transição do governo e tinha acesso a dados sigilosos.

PATRIMÔNIO
Entre 2006 e 2010, o patrimônio de Palocci passou de R$ 375 mil para cerca de R$ 7,5 milhões.

Depois disso, a liderança do PSDB na Câmara levantou suspeitas de que pagamentos feitos pela Receita Federal à incorporadora WTorre, no valor de R$ 9,2 milhões, durante as eleições do ano passado, estejam relacionados ao trabalho de Palocci, e a doações para a campanha presidencial de Dilma Rousseff.
O deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) apresentou à imprensa registros públicos do Siafi (o sistema de acompanhamento de gastos da União) e da Receita Federal que indicariam uma relação entre pagamentos feitos pela Receita à WTorre Properties, um braço do grupo WTorre, e o trabalho do ministro na incorporadora.

No dia 24 de agosto, a WTorre protocolou na Receita um pedido de restituição de Imposto de Renda de pessoa jurídica relativo ao ano de 2008. Na mesma data, a incorporadora fez uma doação de R$ 1 milhão para a campanha presidencial de Dilma --outra parcela de R$ 1 milhão foi depositada à campanha no mês de setembro.

A restituição da Receita ocorreu apenas 44 dias depois do protocolo, no valor de R$ 6,25 milhões. Segundo Francischini, o prazo da devolução é recorde.
Segundo reportagem da Folha, a WTorre foi uma das clientes da empresa do ministro, a Projeto Consultoria Financeira, que teve um faturamento de R$ 20 milhões somente no ano passado.

FUNDAÇÃO
De acordo com levantamento feito pelo PPS na Câmara dos Deputados, a Fundação Feira do Livro de Ribeirão Preto, entidade que tem como vice-presidente uma cunhada de Palocci, recebeu, entre 2008 e 2010, R$ 1 milhão do governo federal.

O PPS anunciou ontem que vai pedir cópia de toda a documentação dos convênios firmados entre os ministérios do Turismo e da Cultura e a Fundação Feira do Livro de Ribeirão Preto.
A entidade tem como vice-presidente Heliana da Silva Palocci. Ela é mulher de um irmão de Palocci.

Do total repassado, R$ 550 mil vieram de convênios cujos recursos foram garantidos por meio de duas emendas apresentadas pelo então deputado federal Antonio Palocci em 2008 e 2009.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

A OAB brasileira exige imediato afastamento de Palocci


O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, acaba de defender que o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Antonio Palocci, apresente imediatamente à presidente Dilma Rousseff o seu pedido de afastamento do cargo até que estejam completamente esclarecidas denúncias formuladas contra ele e a sua empresa de consultoria.

“O pedido de afastamento é algo que soaria muito bem no âmbito da sociedade. É algo que deixaria o governo Dilma muito mais tranqüilo. No entanto, isso vai depender de uma avaliação política e interna por parte do governo. Do ponto de vista da sociedade o afastamento daria muito mais credibilidade para a versão que vem sendo apresentada pelo ministro Palocci”.

domingo, 29 de maio de 2011

Resultados do KIT GAY do Governo Federal.


Deu na coluna    TuttiQui. O liberal.
Avanço
Quem frequenta os banheiros
masculinos do shopping
Boulevard se surpreende com
o oferecimento de programas
sexuais, escritos a caneta nas
paredes, com nomes, telefones
e o tipo de sexo oferecido, a
maioria por homossexuais.
 
Vamos concordar que a aceitação do terceiro sexo (Gay) é parte das contribuições à democracia do governo Lula/Dilma. 
 
Até ahí tudo bem. Mas a ampla campanha direcionada às escolas e principalmente crianças,  no despertar da vida adolescente, para que aceitem como perfeitamente natural sua preferência gay e se eles não são homosexuais , a liberdade para escolher essa preferência sexual, sem nem consultar seus pais, já que o Estado os protege, essa é uma palhaçada, populismo esquedistoide, sem limítes. 

Como não podem dar respostaas questões básicas da democracia, educação, saúde, melhoria das condições de vida, segurança, inventam essa "compensação" que exaltou às comunidades gays que agora tem uma excelente bandeira para incursionar nos colégios promovendo a cultura gay e o homosexualismo. 

Parabens Lula, parabens Dilma, lá na frente serão lembrados pelos gays do mundo. 
 
Outra pérola do Governo Lula/Dilma. 

A secretária de combate ás drogas já disse que o crack é só uma questão da campanha da oposição, que era um terrorismo pedagógico. Eu não sou de oposição e acho isso uma estupidez que só tem um objetivo: esconder sua incompetência "de mierda".  
 
Muito obrigado pela recomendação e sugiro que se ela acha que o crack não é problema grave no Brasil, que dei para seus filhos. 

Alguém tinha que falar, ou não?

Edifício Real Class e seu irmáo, Palacio Real



Indenizações

O proprietário da Real Engenharia, Carlos Lima Paes, segundo seu advogado, Roberto Lauria, já terminou de indenizar os proprietários
de apartamentos vendidos e das casas da Três de Maio que sofreram prejuízos com o desabamento do edifício Real Class. Porém, não estaria disposto a pagar as indenizações por danos morais, a não ser a quem se considerar prejudicado e entrar com a respectiva ação na Justiça.
  TuttiQui. O liberal.

O Advogado do Carlos Lima terá mais trabalho ainda, está com uma bomba de efeito retardado para explodir. No Palácio Real, prédio da mesma Real Engenharia, foram detetados diversos vazamentos, que apesar de não afetar o conjunto do prédio, têm muitos condómicos querendo entrar na justiça para que sejam feitas as reparações necessárias. O prédio ainda está na garantia.