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sábado, 13 de setembro de 2014

Dilma. O empreendedor do Brasil, deu no que deu.


Dilma deveria devolver o dinheiro ao Brasil, foi ela que emprestou,  por meio do BNDES. 


MPF pede bloqueio de R$ 1,5 bilhão de bens de Eike


RIO - O Ministério Público Federal no Rio denunciou o empresário Eike Batista por dois crimes contra o mercado de capitais e pediu o bloqueio de R$ 1,5 bilhão de seus bens. O valor refere-se a estimativa do prejuízo causado

Em imagem de arquivo, Eike Batista comemora com a presidente Dilma Rousseff o início da produção da OGX (Foto: Reuters)

Eike foi acusado de manipulação do mercado e uso indevido de informação privilegiada. De acordo com a procuradoria, ele pode ser condenado a até 13 anos de reclusão.

O pedido de bloqueio de bens abrange tanto bens imóveis (casas ou apartamentos) como móveis (carros, barcos, aeronaves, entre outros). O MPF pede também a constrição dos imóveis doados pelo empresário a seus filhos em 2010. A procuradoria avalia que a transferência ocorreu para burlar uma eventual ação contra ele.

"A manobra fraudulenta [foi] levada a efeito pelo denunciado no inequívoco propósito de afastar seus bens de futura medida constritiva", alertam os procuradores Rodrigo Ramos Poerson e Orlando Monteiro da Cunha, autores da denúncia.

Eike doou para o filho Thor a mansão onde moram, no Jardim Botânico, zona sul do Rio, no valor de R$ 10 milhões, e uma propriedade em Angra dos Reis (RJ) aos dois filhos mais velhos (Thor e Olin), também no valor de R$ 10 milhões. Para a mulher, o empresário doou um apartamento em Ipanema, na zona sul da capital, no valor de R$ 5 milhões.

O advogado de Eike, Sérgio Bermudes, afirmou que não poderia se posicionar sobre as acusações por não conhecer o teor da denúncia. Mas disse considerar incabível o pedido de bloqueio de bens, tanto do empresário como de seus filhos. "As medidas restritivas de direito não cabem para o caso de Eike. Ele não comprou qualquer bem com dinheiro de qualquer ilícito. Nem escamoteou bens. As doações que fez para os filhos são fatos normais e públicos, registrados em escritura. E ele não está em quadro de fuga do país."

Segundo o advogado, o empresário está fora do país e tem retorno previsto no início da próxima semana

O caso

De acordo com o MPF, a manipulação de mercado ocorreu em outubro de 2010, quando Eike simulou a injeção de até US$ 1 bilhão na sua empresa, por meio de compra de ações da OGX, operação conhecida no mercado como "put".

Segundo a procuradoria, "a má-fé e fraude na divulgação de contrato com cláusula que jamais seria cumprida revela que muito antes de sua divulgação, Eike já sabia que os campos de exploração Tubarão Tigre, Tubarão Gato e Tubarão Areia não teriam a prospecção anunciada que justificasse os altos preços das ações". O crime prevê até oito anos de reclusão.

"A divulgação do contrato com cláusula put se deu maliciosamente, de forma a iludir o público investidor, mediante a sua ocultação por ocasião da publicação de fato relevante na mesma data do instrumento particular, o que possibilitou ao acusado suscitar a sua isenção de cumprir a obrigação de investir recursos de seu patrimônio pessoal na empresa OGX por meio da compra de ações", afirmam os procuradores na denúncia, segundo nota do MPF.

O crime de uso indevido de informação privilegiada ocorreu em duas ocasiões, segundo o MPF. De acordo com os procuradores, nos dois casos ele cometeu o delito conhecido como "insider trading".

A prática "consiste na utilização de informações relevantes sobre valores mobiliários, por parte de pessoas que, por força de sua atividade profissional, estão por dentro dos negócios da emissora, para transicionar com os valores mobiliários antes que tais informações sejam de conhecimentos do público", diz nota do MPF.

"Entre 24 de maio e 10 de junho de 2013, Eike usou informações privilegiadas para gerar lucro indevido na ordem de R$ 125 milhões. Já entre 28 de agosto e 3 de setembro do ano passado e entre 27 de agosto e 2 de setembro, novamente, com informações privilegiadas, Eike obteve lucro de R$ 111 milhões com a venda de ações da OGX, em uma conjuntura favorável aos negócios realizados pelo denunciado, em desigualdade de condições aos demais investidores", afirma a nota da procuradoria.

Segundo a lei, "utilizar informação relevante ainda não divulgada ao mercado, de que tenha conhecimento e da qual deva manter sigilo, capaz de propiciar, para si ou para outrem, vantagem indevida, mediante negociação, em nome próprio ou de terceiro, com valores mobiliários" prevê pena de reclusão de até cinco anos.

(Folhapress)

Marina: "Há um caos no sistema elétrico e Dilma foi ministra da área"


RIO - A candidata à presidência da República pelo PSB, Marina Silva, afirmou nesta sexta-feira que o país vive “caos” no setor elétrico e fez questão de frisar que a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, foi ministra de Minas e Energia e chefe da Casa Civil da presidência.

“É preciso que o país possa planejar, ter orientação estratégica dos investimentos, saber que o Estado está ali para resolver, sem beneficiar ou prejudicar”, disse Marina, em evento com empresários na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Marina também foi incisiva ao afirmar que “é inadmissível que um projeto comece com R$ 5 bilhões e termine com um aditamento de R$ 20 bilhões” e afirmou que os recursos que pretende destinar para a saúde e educação virão justamente do corte desses aditamentos. Segundo ela, um melhor planejamento dos projetos evitará o crescimento dos orçamentos das obras.

Por Elisa Soares | Valor

Na TV, Marina responde em dois minutos as mentiras que a Dilma fabrica em 13 de TV

Terrorismo não, por favor. A fase Collor/Lula quer voltar


quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Investida feroz de Dilma Rousseff



BRASÍLIA - Está em curso uma investida feroz de Dilma Rousseff contra sua principal adversária na corrida presidencial, Marina Silva.

Nos últimos dias, Marina foi comparada a Jânio Quadros e a Fernando Collor, ex-presidentes que fracassaram sem apoio do Congresso. Ontem (9), num comercial de 30 segundos, Dilma afirmou que uma administração marinista entregará o comando do Banco Central aos banqueiros –enquanto uma imagem mostrava pessoas ficando sem ter o que comer.

Nessa guerra na TV, Dilma parece não se importar em vestir um figurino de "esquerda de museu". A propaganda petista lembra o maniqueísmo das passeatas dos anos 70 e 80, quando tudo era "culpa do FMI". Agora, o reducionismo dilmista sugere que é tudo culpa dos bancos.

Há duas formas, não excludentes entre si, de interpretar esses comerciais. Uma delas é notar o exagero e o cinismo. Não é necessário ser historiador político para enxergar diferenças entre Marina e Collor. Ou lembrar quem foi o chefe do Banco Central durante o governo Lula –não era ninguém descido do paraíso, mas sim Henrique Meirelles, um ex-presidente do BankBoston.

Uma outra interpretação para os comerciais de Dilma deve ser do ponto de vista da eficácia eleitoral. Preparados pelo marqueteiro João Santana, os filmes são testados previamente com grupos de eleitores. Não são peças para explicar como seria um segundo governo dilmista. A missão é apenas ganhar a disputa.

A presidente já percebeu que só vencerá se destruir as chances de Marina. É o marketing a serviço da eleição. Em menos de dez dias, Dilma sapecou em Marina a pecha de ser frágil como Fernando Collor e cruel o suficiente para entregar "um poder que é do presidente e do Congresso" para os terríveis (sic) banqueiros.

A imagem de Marina está sendo desossada. O curioso é que sua reação até agora parece tímida para quem deseja estancar o processo.

Fernando Rodrigues é repórter em Brasília. Na Folha, foi editor de 'Economia' (hoje 'Mercado'), correspondente em Nova York, Washington e Tóquio. Recebeu quatro Prêmios Esso (1997, 2002, 2003 e 2006). Escreve quartas e sábados.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Olha só basta ver quem ta rindo e quem está de rosto fechado



Ibope em SP: Alckmin abre 30 pontos de vantagem
Pesquisa aponta que governador seria reeleito no primeiro turno





Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira pela TV Globo aponta que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) ampliou a liderança para seu principal oponente na disputa, Paulo Skaf, do PMDB, de 24 para 30 pontos porcentuais. De acordo com o instituto, se a eleição fosse hoje, o tucano seria reeleito com 48% das intenções de votos, um ponto a mais do que na rodada anterior. Skaf tem 18%, cinco pontos a menos do que sondagem passada.

O petista Alexandre Padilha oscilou positivamente de 7% para 8%. Os demais candidatos somam 3%. Brancos e nulos são 11%, e outros 11% não souberam ou quiseram responder.

A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. O Ibope ouviu 2.002 eleitores, em 97 municípios, de 4 a 9 de setembro.

O Ibope também testou a rejeição aos candidatos: Padilha tem 26%, Alckmin atinge 18%, e Skaf, 16%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-0056/2014.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Pesquisa para Governo do Pará







domingo, 7 de setembro de 2014

Para Lula, Marina era o ‘Pelé’ do ministério




Seis anos antes de ser relançada à corrida pelo Palácio do Planalto e se tornar a maior ameaça à reeleição de Dilma Rousseff (PT), a então ministra do Meio Ambiente Marina Silva foi elogiada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva por sua “habilidade política” e “competência técnica”, justamente as áreas em que os petistas agora criticam a candidata do PSB. Lula chegou até mesmo a compará-la a Pelé quando ela deixou o ministério – e o governo – em maio de 2008.

“A Marina provou que a sensatez, a habilidade política, o respeito às leis e a competência técnica podem trabalhar juntos, quando se instituiu a transversalidade no nosso governo e conseguimos fazer o projeto da rodovia possivelmente mais bem projetada, que foi a BR-163″,discursou Lula em 27 de maio de 2008, com Marina ao lado, ao dar posse ao seu sucessor, Carlos Minc.

O elogio do presidente continuava: “(Marina) Soube fazer isso, também, quando conseguiu organizar o licenciamento para que pudéssemos fazer o processo de integração das bacias do São Francisco com o processo de revitalização.”


As declarações de Lula na ocasião contrastam com o tom adotado agora por petistas – mais exatamente, desde que pesquisas de intenção de voto apontaram a ambientalista descolando-se do candidato do PSDB, Aécio Neves, e derrotando a presidente Dilma Rousseff em um eventual segundo turno. Sob condição de anonimato um ministro afirmou ao Estado que Marina foi “uma péssima gestora” e que bastaria avaliar “o que ela fez (no governo Lula) e o que atrapalhou a fazer”.

Contradições

No novo cenário, em que Marina aparece como favorita, a campanha de Dilma dedica-se a desconstruir sua imagem, questionando sua capacidade gerencial e recordando suas resistências de outrora a algumas obras de infraestrutura – um discurso diferente do proferido por Lula em 2008.
“Lembro das brigas que criaram entre a Dilma e a Marina. Eram os desenvolvimentistas a qualquer custo contra os ambientalistas a qualquer custo. E eu, que participava das reuniões com as duas, não via a briga que eu lia no jornal”, comentou Lula. “(Eu) Olhava se, embaixo da minha mesa, tinha um pequeno anão que passava a notícia que eu não tinha discutido, porque não era possível.”

Ao deixar o ministério, Marina dizia na carta de demissão que ia embora por encontrar dificuldades para “dar prosseguimento à agenda ambiental federal”. A demora de sua gestão para conceder licenças ambientais virou alvo de críticas e ela enfrentou seguidos embates com Dilma, que tinha pressa em fazer as obras andarem e era ministra-chefe da Casa Civil. Uma queda de braço foi a construção das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia. “Eu sei do tormento que você viveu, Marina”, afirmou na despedida o presidente, “porque não foram poucas as vezes em que conversamos. (…) No primeiro momento, tentou-se vender a ideia seguinte: Marina sai porque é ambientalista e Minc entra porque é desenvolvimentista”. E Lula concluía: “Nenhuma das duas versões é verdadeira”.

Como Pelé

Habituado às comparações com o futebol, Lula associou a imagem de Marina, em seu discurso, à de Pelé. “Minc, sabe como é que eu me sinto aqui, hoje? Você está lembrado de um jogo, na Copa de 1962, quando o Pelé foi tirado de campo? Colocaram Amarildo e ele fez os dois gols brasileiros. Faz de conta que você está entrando no lugar do Pelé”, comparou Lula, acrescentando a dica final: Minc deveria lembrar que “o Pelé não era insubstituível”.As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.