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sábado, 7 de maio de 2011

Governo da Alemanha demonstra interesse pelo trem-bala brasileiro

Frankfurt, Alemanhã 

SÃO PAULO – O presidente da Alemanha, Christian Wulff, sinalizou nesta sexta-feira grande interesse pelo projeto do trem-bala brasileiro, que deverá ligar São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas.

Discursando na Câmara Brasil-Alemanha, em São Paulo, Wulff deixou transparecer seu desejo de que o país faça parte do projeto, mas comentou que “as empresas alemãs ainda estão reticentes” em relação à obra, sem entretanto, dar detalhes sobre os pontos de desconforto.

“Não temos detalhes sobre as negociações porque elas são confidenciais”, disse o presidente da Câmara Brasil-Alemanha, Weber Porto, quando questionado sobre o assunto.

“Evidentemente que o governo alemão tem interesse de que empresas do país participem de grandes projetos no Brasil, como é o caso do trem-bala. Será feito tudo possível para viabilizar o negócio”, acrescentou Porto, evitando comentar a possibilidade de o governo alemão fornecer incentivos para que as empresas do país participem da operação. No mês passado, o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, revelou que há grupos de cinco países - Alemanha, França, Japão, Coreia do Sul e Espanha - interessados em fornecer tecnologia para o projeto do Trem de Alta Velocidade (TAV).

Em sua análise, porém, não há como ter cinco consórcios disputando a obra, porque seriam necessárias cinco empresas de grande porte na área de construção – o que não há no Brasil.

Para Figueiredo, há a possibilidade de formação de três consórcios, "mas se tiver um só interessado, já será suficiente." Ontem, o governo federal publicou a Lei 12.404, que autoriza a criação da estatal que irá absorver a tecnologia do primeiro projeto do trem-bala no Brasil e ainda permite a concessão de empréstimo de R$ 20 bilhões pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao grupo que vencer o leilão, marcado para o mês de julho.

Nesta manhã, o presidente da Alemanha participou de reunião a portas fechadas com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. A pauta tratada não foi divulgada.
Após o encontro, Wulff não poupou elogios à capital paulista, destacando que “São Paulo é o centro econômico não só do Brasil, como de toda a América Latina”.

“Os paulistas representam ambição empresarial”, afirmou, ressaltando a qualidade dos produtos fabricados no Estado. “Os produtos de vocês não quebram e, portanto, não precisam ser repostos. Por isso, vocês precisam encontrar novos mercados.”

(Francine De Lorenzo | Valor)




Confira os destaques do Diário deste domingo


>> Pará vai lutar na Justiça pela posse de 7 mil ilhas
>> Irmãos Maiorana tentam regularizar fraude de R$ 4 milhões
>> Supermercados abrem normalmente neste domingo
>> Homenagem: mãe, um prazer que não tem igual
>> Diário Enem volta a ser publicado às terças e sextas-feiras
>> Corinthians e Santos fazem primeiro jogo da decisão do Paulistão
>> Lyoto Machida curte férias com a família após vitória por nocaute
>> Dupla de mulheres usava criança para roubar em lojas
>> Diarinho: conheça as mães mais famosas do cinema e da tevê
>> No caderno Você, confira as mães que trocam experiências através da internet
>> TV Diário: Betty Lago que transformar sua personagem de “Vidas em Jogo” em sucesso popular
>> Concursos: Prefeitura de Melgaço oferta 454 vagas com salários de até R$ 4 mil
>> No caderno TEM!, 320 ofertas de emprego e 56 páginas de oportunidades de negócios
Diário do Pará – O maior jornal do Pará, segundo o Ibope.
(Diário do Pará)
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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Pará - Governo discute impactos de Belo Monte



Antecipar-se aos problemas. Planejar. Essas foram as diretrizes que nortearam a reunião ocorrida na manhã desta quinta-feira, 5, no Palácio dos Despachos, considerada pelo governador Simão Jatene um marco na aproximação do Governo do Pará com o Consórcio Norte Engenharia, responsável pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), principal financiador da execução da obra. 

“Precisamos nos antecipar aos problemas que possam ocorrer futuramente com a instalação da usina, principalmente no que diz respeito à minimização dos impactos ambientais. Não é fazer mais do mesmo, é fazer diferente, assumindo os riscos e com chance de êxito”, ressaltou o governador.

A reunião contou com a presença do presidente do Consórcio Norte Engenharia, Carlos Nascimento; de Elvio Lima Gaspar, diretor de Crédito e Inclusão Social do BNDES; Ademar Pallocci, diretor da Eletronorte; e Walter Cardeal, diretor da Eletrobras. Também participaram do encontro os secretários de Estado de Segurança, Luiz Fernandes; de Saúde, Hélio Franco; de Planejamento, Sérgio Bacury; de Governo, Sérgio Leão; e de Educação, Nilson Pinto.

As áreas de saúde, segurança e educação estão entre as prioridades do governo. De acordo com o governador, na área da saúde, o setor de traumatologia deverá ganhar um reforço nos hospitais. No âmbito da segurança será necessário um investimento que inclui desde novos equipamentos, compra de veículos até ampliação do número do efetivo. Jatene informou que os prefeitos dos 11 municípios atingidos diretamente pela instalação da usina hidrelétrica serão convidados a fazer parte deste processo. “A participação e o interesse de todos será fundamental. O Pará só tem uma forma legítima de contribuir com o desenvolvimento brasileiro, que é através do seu próprio desenvolvimento”, concluiu.

Obras - O presidente do Consórcio Norte Engenharia, Carlos Nascimento, espera que com a aproximação do Governo do Pará, o número de obras relacionadas às condicionantes socioambientais de Belo Monte passem a acontecer com maior celeridade. Segundo ele, até hoje cerca de 90 obras emergenciais estão em andamento nos municípios de Altamira, Anapu e Vitória Xingu.

Ele disse também que já estão previstas obras nos outros oito municípios que estão na área de influência da usina e que integram o Consórcio Belo Monte, com sede em Altamira. São eles Senador José Porfírio, Brasil Novo, Medicilândia, Uruará, Placas, Porto de Moz, Gurupá e Pacajá. Juntos, os 11 municípios têm uma população de 360 mil habitantes, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A primeira obra emergencial foi entregue no último dia 10 de março, em Anapu. Trata-se de um bloco com cinco salas de aula construídas pela Norte Energia na Escola de Ensino Fundamental e Médio Maria das Dores. Até o final deste ano, data acordada com a Prefeitura de Anapu, serão entregues mais três blocos, totalizando vinte salas de aula.

Veja o estágio em que algumas obras emergenciais se encontram:

Altamira

Educação
6 escolas reformadas e ampliadas e outras 7 aguardando por essas obras

Saúde
3 postos de saúde (em fase de definição das obras)
Reforma do Hospital Municipal (em fase de definição)

Saneamento
Aterro sanitário (aguardando a definição de quem fará a obra)

Anapu

Educação
Ampliação de 2 escolas (construção de novas salas de aula)
Cinco salas de aula construídas na Escola de Ensino Médio Maria das Dores

Saúde
Reforma no Hospital Municipal (em fase de contratação da empresa responsável pela obra)
Construção de 1 posto de saúde (em fase de definição)

Saneamento
Aumento da distribuição da rede de água (em execução)
Projeto de implantação da rede de energia para atender poço semi-artesiano (em execução)

Vitória do Xingu

Reforma e ampliação de 7 escolas (aguardando início das obras)
Reforma e ampliação de 2 escolas ( em execução)
Reforma da Escola Creche (entregue)
Implantação de 1 posto de saúde (Compra do terreno em fase de pesquisa)
Reforma da Secretaria Municipal de Saúde (projeto aguardando por aprovação)
Reforma e ampliação da rede de distribuição de água (em fase de aprovação)

(Consórcio Norte Energia)

quinta-feira, 5 de maio de 2011

16 pontos problemáticos

Enquanto o desmatamento volta a crescer depois de seis anos sob controle, dando sinais claros de aumento no Amazonas, Rondônia e Mato Grosso, a Câmara dos Deputados aprova urgência para votação de anistias e isenções para grandes desmatadores.

O Deputado Aldo Rebelo apresentou nesta segunda feira (02 de maio) um novo texto para o código florestal resultado de negociações com o Governo Federal. No dia seguinte, terça feira, o Ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, em reunião com Marina Silva, organizações do movimento socioambientalista e representantes de agricultores familiares, afirmou que o texto apresentado por Aldo Rebelo estaria ainda muito distante de um consenso, não tendo sido aceito pelo Governo. 

Horas depois, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, vocalizou publicamente essa posição para a imprensa, deixando clara a insatisfação do Planalto com o teor do documento e desautorizando as afirmações de que ele seria fruto de um acordo. Contraditoriamente, no entanto, o Partido dos Trabalhadores, a maior bancada da Câmara e da base de sustentação do governo, votou na mesma noite, em bloco, a favor da urgência-urgentíssima de votação de um texto que o Planalto afirma não aprovar.

O questionamento necessário a se fazer nesse momento é porque o governo, que afirma à sociedade brasileira não concordar com um projeto de Lei, não atua com os meios ao seu alcance para implementar seu comando junto à sua bancada. A contradição é tão absurda, que contrariando publicamente o Ministro Palocci, o líder do governo na Câmara (Deputado Vacarezza) diz que o texto está acordado e pronto para ser votado hoje (quarta-feira, 4).

Persistindo essas incoerências o Governo Dilma (que possui maioria inédita na Câmara) será o principal responsável pela aprovação em caráter de urgência de um relatório que em sua essência cria anistias, isenções e benesses generalizadas e descabidas para grandes desmatadores ilegais e estimulará mais desmatamentos por todo o País.

É preciso dizer que há urgência sim. Há urgência por uma política com P  maiúsculo para a sustentabilidade ambiental no meio rural brasileiro. Urge a criação e implementação em escala nacional de mecanismos econômicos que viabilizem a economia florestal, a recomposição e a conservação florestal das áreas de preservação permanente e reservas legais. Urge uma política que viabilize as atividades as cadeias produtivas florestais madeireiras e não-madeireiras sustentáveis. Uma política que difunda a produção agroecológica e agroflorestal aos quatro cantos do País.

O País clama, com urgência-urgentíssima, por uma política de crédito que diferencie positivamente os produtores rurais dispostos a produzir de forma sustentável em detrimento dos que ainda apostam na agricultura do século passado. Urge o desenvolvimento de uma assistência técnica rural sustentável e moderna que favoreça o imenso potencial da agricultura familiar brasileira na produção de alimentos e de serviços ambientais. É urgente a aprovação de um sistema que viabilize nossa meta de redução emissões por desmatamento e degradação florestal em todos os biomas. Urge a aprovação de um Plano-Safra Sustentável que disponha de dezenas de bilhões de Reais para promover o agricultor brasileiro à condição de produtor de serviços ambientais.

Em outras palavras, o caráter de urgência urgentíssima, não é para mais um remendo na Lei com os olhos e mentes para o retrovisor, mas o desenvolvimento e a aprovação pela Casa do Povo sob a liderança do governo de uma Política para o Brasil do presente e do futuro, o Brasil Potência agrícola e Socioambiental deste século XXI.
Porém, por enquanto, o que temos sobre a mesa e o que pode ser votado a qualquer momento pela Câmara dos Deputados é um texto cuja essência está refletida nos pontos listados abaixo.

Pontos críticos do relatório do deputado Aldo Rebelo apresentado em 02 de maio de 2011

1) Considera como consolidados desmatamentos ilegais ocorridos até julho de 2008 (Art. 3o III). Entre junho de 96 a julho de 2006 foram + de 35 milhões de hectares desmatados ilegalmente no Cerrado e na Amazônia (12,5 GtCO2).


2) Permite consolidação de uso em áreas de preservação permanente de rios de até 10 m de largura (representam mais de 50% da rede de drenagem segundo a SBPC), reduzindo-as na prática de 30 para 15m irrestritamente (art. 36), para pequenas, médias e grandes propriedades.


3) Permite autorização de desmatamento por órgãos municipais (art. 27). Teremos 5.564 municípios autorizando desmatamento.
4) Permite exploração de espécie florestal em extinção, p. ex. a Araucária, hoje vetada por decisão judicial e por regulação (art. 22).
5) Dispensa a averbação da Reserva Legal no cartório de imóveis, substituindo essa medida por um cadastro rural que pode ser “Municipal” mediante a declaração de uma única coordenada geográfica (art. 19).
6) Cria a figura do manejo “agrosilvopastoril” de RL. Na prática significa aceitar pastoreio de gado em RL (par. 1o do art. 18) e também em morros.
7) Ignora a evidente diferença entre agricultor familiar e pequeno proprietário rural estendendo a este flexibilidades no máximo cabíveis àquele (como por exemplo, anistia de recomposição de reserva legal).
8] Retira 4 Módulos Fiscais da base de cálculo de todas as propriedades rurais do País (inclusive médias e grandes) para definição do % de RL. Isso significa, dezenas de milhões de hectares que deixam de ser RL  estarão vulneráveis ao desmatamento ou deixarão de ser recompostos.
9) Permite pecuária extensiva em topos de morros, montanhas, serras, bordas de tabuleiros, chapadas e acima de1800m (art. 10).
10) Retira do CONAMA poder de regulamentar APPs, e consequentemente revoga todas as resoluções em vigor.  Com isso retirou, por exemplo, a proteção direta aos nossos manguezais, dunas, refúgios de aves migratórias, locais de nidificação e reprodução de fauna silvestre dentre outras. Casos de utilidade pública e interesse social deixam de ser debatidos com sociedade no CONAMA e poderão ser aprovados por decretos (federal, estadual e municipal) sem transparência e debate público.
11) Abre para decreto federal, estadual e municipal (sem debate técnico e público) a definição do rol de atividades “de baixo impacto” para permitir novas ocupações em área de preservação permanente (art. 3o, XVII, h).
12) Define de interesse social qualquer produção de alimentos (ex. monocultura extensiva de cana ou soja, ou pecuária extensiva) p/ desmatamento em APP (art. 3o, IV, g). Isso permite desmatamento em todo tipo de APP em todo País.
13) Suspende indefinidamente a aplicação dos instrumentos de controle ambiental (multas, embargos e outras sanções) por desmatamento ilegal ocorridos até julho de 2008, até que poder público desenvolva e implante Plano de Recuperação Ambiental (PRA) cujo prazo deixou de ser exigido nessa versão do PL (Art. 30).
14) Subverte o conceito de reserva legal que passa a ser prioritariamente econômico (exploração) em detrimento do seu valor de conservação e serviço ambiental (Art. 3º XII).
15) Suprime APP de pequenos lagos (superfície inferior a um hectare) (art. 3º §4º).
16) Incentiva novos desmatamentos em todo País ao criar flexibilidade para a regularização de desmatamentos ocorridos após julho de 2008, inclusive após a entrada em vigor da nova lei, com plantio de espécies exóticas e compensação em outros Estados.

Consumo moderado de vinho contribue para a saúde


 A primeira menção do uso terapêutico do vinho foi descoberto por arqueólogos em uma inscrição do túmulo de Plah-Hotep no Egito 4.000 anos antes de Cristo. Depois disso, uma mensagem semelhante foi encontrado em uma tábua suméria de cidade Nippur remonta a 3.000 anos antes de Cristo.
  
 Evidenciado em vários períodos históricos na medicina antiga, que incluiu extensivamente em vinho entre os seus arsenal terapêutico.
 
A partir de 1990, começou os estudos relacionados ao vinho, álcool e fatores de risco cardiovascular, estudos relacionados à atividade inibitória sobre os microrganismos que são consideradas um fator de risco para o desenvolvimento de câncer gástrico e de investigação para a doença relacionada com o vinho doença de Alzheimer. 

 
Estudos epidemiológicos têm mostrado que o consumo moderado de álcool pode muito significativamente reduzir o risco de mortalidade por doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, obstrutiva, cuja principal causa é a arteriosclerose, uma doença crónica que leva a lesões obstrutivas das artérias.
 
Segundo o boletim de Ciência, Vinho e Saúde (2000) entre os fatores de risco conhecidos são: níveis elevados de lípidos no sangue, tabagismo e hipertensão arterial. Altas concentrações de colesterol no sangue estão associados com risco aumentado de doença cardíaca. Além disso, altos níveis de LDL (mau colesterol) e baixos níveis de HDL (bom) são indicadores úteis da doença. 

 
O vinho contém cerca de oito centenas de substâncias diferentes, das quais apenas uma minoria tem sido objecto de estudos específicos. Entre eles, vale mencionar que o álcool etílico tem efeitos benéficos na prevenção da doença vascular, polifenóis, glicerol, fibras solúveis e aspirina para fazer esta bebida pode ser considerada uma droga eficaz contra os riscos cardiovasculares. 

 
Os polifenóis são antioxidantes encontrados em diversos ácidos fenólicos e flavonóides. O primeiro grupo podem ser citados benzóico e cinâmico. No segundo, antocianinas, catequinas e flavonóis e leucoantocianos. Os polifenóis estão presentes nas sementes ou sementes (60%) e pouco mais de 20% na epiderme das bagas.
 
Estes polifenóis do vinho aumentar a resistência capilar, reduzindo o risco de hemorragia. Outro efeito importante é a sua antioxidante que combate os radicais livres prevenindo a oxidação das paredes celulares. Esta acção é especialmente poderosa, porque seria 50 vezes mais eficaz que a vitamina E. 

 
Enquanto os vinhos brancos têm polifenóis dez vezes menos, eles seriam mais poderosos, mas eles não vão chegar ao vinho tinto.
 
Como nas pesquisas de glicerol, o que corresponde a um álcool de açúcar e concentração média é de 80 g / L de vinho e diltación indirectamente a favor de limitar o risco de trombose arterial. 

 
As fibras solúveis, por sua vez correspondem a pectina, esse valor varia de acordo com a variedade em questão. Aumentar a presença de polifenóis no sangue e diminuição da absorção intestinal de gorduras e contribuir para a redução da aterosclerose. 

 
No que diz respeito à aspirina, vários estudos têm demonstrado que o vinho contém cerca de 30 mg / L em brancos e um pouco mais no vermelho.
Isto é importante porque é sabido que uma droga é eficaz na redução do risco de infarto do miocárdio ou trombose, mesmo em doses próximas a 160 mg / dia, que não é aconselhável chegar com o álcool, em qualquer caso.
 

 
Fonte: professor 
Ricardo Merino Hinrichsen, Faculdade de Agronomia U. de C. Chile.

Em palestra do Ex-Presidente Lula um dos pais do Plano Real, o economista Persio Arida deixou o evento no meio da palestra

A uma plateia composta principalmente por economistas e agentes do mercado financeiro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou nesta quarta-feira de "profetas do caos" os que creem na alta da inflação.

Lula discursou à noite para cerca de 800 pessoas em São Paulo, a convite do Bank of America Merril Lynch. O evento era uma comemoração pela autorização obtida do Banco Central para que o Merril Lynch atue como banco múltiplo no Brasil.

Lula disse que a alta de preços ameaçou o país em 2002 e 2008, "mas foi superada com uma rigorosa política monetária e fiscal e investimentos no mercado interno".
Apontando na plateia para o ex-presidente do BC Henrique Meirelles e para o ex-ministro do Desenvolvimento Fernando Furlan, Lula dizia que seu governo tinha sido responsável e que a gestão da presidente Dilma Rousseff também seria.
"Ela já tomou medidas e assumiu o compromisso de controlar a inflação sem tirar a força do mercado interno, pois sabe que os maiores prejudicados pelo alto custo de vida são os milhões de brasileiros pobres."

Pesquisa feita pelo BC justamente com agentes do mercado financeiro mostra que, há oito semanas seguidas, as projeções de inflação estão crescendo. A última apontou para 6,37% em 2011.

A meta do governo é de 4,5%, com margem de até 6,5%. "A alta da inflação no país não tem causas estruturais. É um fenômeno passageiro, com causas externas e será revertido graças à ação decidida do governo e da sociedade", disse Lula.

Veja as manchetes dos principais jornais desta quinta-feira


Jornais nacionais
Folha de S.Paulo
Estradas federais batem recorde de mortes pela 2ª vez
Agora S.Paulo
46.111 receberão atrasados do INSS no dia 10 de maio
O Estado de S.Paulo
Obama decide não divulgar fotos do corpo de Bin Laden
O Globo
Contra maioria, Obama não mostrará Bin Laden morto
Valor Econômico
Dilma pega rédeas da economia
Correio Braziliense
Osama e as imagens da discórdia
Estado de Minas
Mineiros compram uma arma por hora
Diário do Nordeste
Aluno é assassinado no pátio da escola
Zero Hora
Pacote que mexe no bolso dos gaúchos vai a teste no Conselhão
Brasil Econômico
Fundo com maior exposição a Banco Morada é do FGC
*
Jornais internacionais
The New York Times (EUA)
Informações apontam para ataque unilateral em ação contra Bin Laden
Le Monde (França)
Quatro anos depois de sua eleição, Sarkozy estabelece bases para sua campanha para 2012
El País (Espanha)
Dividido, Tribunal Constitucional decide em um dia o destino do Bildu
Clarín (Argentina)
Caminhoneiros ameaçam novamente "parar o país"

Três novas indicações: Beira Mar para Comissão de Combate às Drogas, Requião para Liberdade de Imprensa e Calheiros para Comissão de Ética do Senado


Policiais do Senado tentaram nesta quarta-feira expulsar uma equipe do programa humorístico CQC, da TV Bandeirantes, depois que o repórter Danilo Gentili abordou o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) nos corredores da Casa.
O repórter, um cinegrafista e um produtor foram convidados a se retirar do Senado depois que perguntaram a Renan se a sua indicação para o Conselho de Ética da Casa é semelhante à escolha do traficante Fernandinho Beira-Mar para o Ministério de Combate às Drogas.

Aliado de Sarney é eleito presidente do Conselho de Ética do Senado
Vídeo mostra confusão com repórter do "CQC" na frente do hotel de festa de Dilma
Danilo Gentili diz que foi agredido por guardas em gravação do "CQC"

"Ele nos deu uma ordem de expulsão, aí ficamos em um gabinete para não ter que sair do Senado. Um dos seguranças chegou a dizer que estava constrangido porque sabia que nós temos credenciais para circular livremente pela Casa", disse Gentili.
Depois da ameaça de expulsão, o grupo voltou a realizar gravações nas dependências do Senado sem ser novamente abordado pelos policiais.

A Polícia Legislativa do Senado confirmou à Folha que pediu para o grupo se retirar da Casa por não ter credenciais de imprensa que permitem a livre circulação nas dependências da instituição.

"Eles não têm autorização para circular. Se tivessem, nós não teríamos abordado. Eles deram entrada com o pedido [de autorização], mas ele ainda não saiu. Se insistiram nisso, estão descumprindo uma ordem da Casa", disse o diretor da Polícia do Senado, Pedro Araújo Carvalho.

Entre os parlamentares abordados pelo grupo, está o senador Roberto Requião (PMB-PR) --que na semana passada arrancou o gravador de um repórter da Rádio Bandeirantes depois de se irritar com a sua pergunta.

Requião apagou o arquivo com a sua entrevista antes de devolver o aparelho ao jornalista. Assim como Renan, Requião não respondeu às perguntas de Gentili.
Pelo Twitter, Requião protestou contra o repórter do CQC em tom de ameaça. "Novamente nos corredores do Senado o mal cheiroso CQC procurando descolar uma agressão física."

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Congresso recebe em breve regras para mineração


O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB‐RR), comunicou ontem no
plenário do Senado que a presidente Dilma Rousseff vai encaminhar ao Congresso
Nacional, em alguns dias, proposta de novo marco regulatório da mineração no
Brasil.

"É de fundamental importância que avancemos no aspecto da mineração no nosso
país, definindo questões de política de minérios de forma estratégica, inclusive
nova política de pagamento de royalties a Estados, Municípios e ao próprio
governo federal", disse. Segundo Jucá, será um código "mais moderno, que vai
efetivamente potencializar as riquezas minerais" do país e "vai resultar numa
exploração mais estratégica, mais condizente, e pagando os valores que devem ser
pagos". A proposta está sendo concluída pelo ministro de Minas e Energia, Edison
Lobão, que esteve ontem com a presidente.

Jucá aproveitou para fazer um apelo à Câmara para que vote rapidamente projeto,
de sua autoria, que prevê a regulamentação da mineração em terra indígena. "A
Constituição permite a mineração em terra indígena, desde que uma lei venha a
complementar a forma como se dará a autorização congressual. E esse projeto já
foi votado por unanimidade no Senado, e agora se encontra com o relatório pronto
na comissão especial, para receber a votação de plenário".


Fonte: http://www.valoronline.com.br/
03/05/2011
Seção: Brasil
Autor: Raquel Ulhôa | De Brasília
EÍCULO: Valor Econômico


terça-feira, 3 de maio de 2011

Mantega admite que Agnelli caiu porque desagradou a Lula


BRASÍLIA – Não houve interferência política do governo na sucessão da Vale, disse há pouco o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Entretanto, ele admitiu que acompanhou “o processo de perto”, conversou com acionistas e aprovou a retirada do ex-presidente Roger Agnelli, que descumpriu planos de investimentos e deixou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva insatisfeito.

Ele afirmou que Agnelli apresentou vários projetos siderúrgicos e investimentos, que não fez. “Isso desagradou” o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, confessou Mantega.

Além disso, a Vale demitiu cerca de 1,2 mil funcionários, num momento em Lula pediu ao empresariado para não fazer demissões, por causa da crise mundial do fim de 2008, disse o ministro aos senadores, lembrando que o governo federal é acionista majoritário da Vale.

“Acionistas quiseram a mudança, e parece que o resultado está bom. E eu acompanhei, porque o governo é sócio e trata-se de uma concessão, uma empresa estratégica, que tem grande impacto, e temos que zelar para que seja bem sucedida”, afirmou Mantega na Comissão de Assuntos Econômicos  (CAE) do Senado.
“Conversei com acionistas, inclusive com a Previ, que é presidente do Conselho de Administração”, disse Mantega. A Previ é o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com 49% do capital votante, e o BNDES tem 9%, citou ele.
“Somos os primeiros interessados no sucesso da Vale. O governo gosta que a Vale seja bem sucedida, porque cobra imposto sobre o lucro da empresa, que é privada e a segunda maior do país, depois da Petrobras”, disse o ministro.

Ele lembrou que Lula chegou a manifestar sua insatisfação com Agnelli. “Mas isso não nos levou a nenhuma imposição na Vale”, disse. “Não trouxemos a discussão para o nível do político”, continuou.

“Não é só contribuir com o lucro, mas ela também tem que contribuir para os interesses do país”, disse Mantega. O ministro confessou ter interesse no lucro da empresa, já parte do seu Fundo de Garantia por Tempo de Serviços (FGTS) aplicado em ações da Vale.


(Azelma Rodrigues | Valor)

Código Florestal: estratégia do governo é atuar dentro do Congresso, afirmam ministros



No dia em que o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) apresentou o novo relatório do projeto sobre mudanças do Código Florestal Brasileiro, os ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, disseram que a “estratégia do governo é atuar dentro do Congresso”, e isso será feito, a partir de agora, com o trabalho da bancada governista.

Durante encontro na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura (Contag), os ministros afirmaram que o governo preferiu fazer a mediação com Rebelo e com o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), para que fosse acrescentado ao relatório o máximo de pontos da proposta do Executivo.
“Não é para embromar.  É um passo a frente.  A presidenta [Dilma Rousseff] foi incisiva com os ministros: ‘eu quero uma solução e quero produção sustentável neste país’”, afirmou Izabella Teixeira.  Segundo ela, um consenso entre diferentes áreas significava “excluir todos os [pontos] radicais, para ter a proposta mais ampla possível, pensando no futuro”, regularizando a agropecuária nacional.

A ministra disse ainda que o governo fez um grande levantamento, considerando todas as áreas produtivas do país, com imagens tiradas por satélites, “derrubando mitos”.  Além de conversar com todas as bancadas e partidos da Câmara, Izabella Teixeira afirmou que também foram procurados vários juízes para saber se as propostas do governo eram conflitantes com alguma jurisprudência.

Segundo o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, uma das novidades propostas feitas pelo governo ao relator Aldo Rebelo, graças aos estudos técnicos, foi a identificação e flexibilização das áreas de uso de interesse social, com base em legislação do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).  Uma resolução do conselho reconhece como sendo de interesse social algumas atividades desenvolvidas em áreas de Preservação Permanente (APPs), um dos pontos mais polêmicos das discussões entre os ambientalistas e ruralistas.

A ministra do Meio Ambiente disse que o governo chegou a uma proposta capaz de ser aplicada no mesmo dia em que virar lei.  Agora, a preocupação passa a ser o tempo, já que no dia 11 de junho termina o prazo do decreto para averbação da reserva legal ou adesão ao programa de regularização ambiental.  Após esta data, as propriedades irregulares podem ser multadas e embargadas.

“Temos que conciliar tempo de votação [no Congresso] e tempo do decreto, porque não queremos nenhum produtor penalizado de forma injusta”, disse Izabella Teixeira.  Segundo os ruralistas, menos de 10% dos produtores do país estão em dia com a legislação ambiental.

Edição: Aécio Amado

A corrupção corria solta

Ex-comandante dos Bombeiros é interrogado Diante de quatro juízes militares,
do juiz titular José Roberto Maia Bezerra Júnior e do promotor Armando Brasil, da
Promotoria Militar, o coronel Paulo Gerson, ex-comandante geral do Corpo de Bombeiros, teve que se explicar sobre as denúncias de desvio de recursos públicos na corporação durante os anos de 2007 a 2009.

Estão sendo investigadas sete irregularidades, que somam em torno de R$ 5 milhões. O depoimento de Paulo Gerson começou às 11h30 de ontem e se prolongou até o início da tarde.

O promotor apura denúncias envolvendo locação de helicóptero, fornecimento
de passagem aérea, formação dos processos de convênio com prefeituras, dispensa de licitação, superfaturamento em obras, sobrepreço na aquisição de uniforme e alimentos.

Cinco testemunhas também foram ouvidas ontem, segundo o promotor.
De acordo com as apurações, foi assinado pela corporação, nos anos de 2007 e
2008, um contrato de locação de helicóptero com uma empresa de táxi aéreo do Rio Grande do Sul, mas as notas fiscais apresentadas estavam vencidas e não informavam o serviço que havia sido prestado.

O acusado explicou que há uma lei em Porto Alegre que dispensa as empresas de
locação de expedir notas fiscais e, por isso, as empresas apresentavam só recibos. Paulo Gerson disse que só sentiu falta do documento no 2º ou 3º pagamento e exigiu o material, que chegou vencido. Sobre a prestação de serviços, ele explicou
que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) fiscaliza tanto o deslocamento como
a manutenção da aeronave e existe um relatório rigososo contendo os horários de saída e retorno, que comprovam a utilização do helicóptero.

Ele informou ainda que, na época, os bombeiros fizeram um convênio com a Secretaria de Estado de Saúde (Sespa) e em quatro anos, mais de 500 pessoas foram resgatadas. Existe denúncia ainda de notas fiscais de passagens aéras
na quais não constam informações como data e nome de passageiro. Paulo Gerson alega que isso ocorreu apenas uma vez, durante a operação Paz no Campo, quando a titular da Secretaria de Segurança, Vera Tavares, pediu que fossem tomados todos os cuidados necessários para que não vazasse informação.

Outro ponto que chamou a atenção do Ministério Público foi o valor gasto com reforma no quartel de Salinas (R$ 146 mil). Segundo a investivação, houve sobrepreço de 50% dos produtos em comparação ao valor de mercado. O coronel e
ex-comandante geral alegou que o sobrepreço era de 58% em alguns produtos, mas, no total, a obra custou 13% a mais que o valor de mercado. O Conselho
Federal de Engenharia e Arquitetura (Crea) considera normal uma diferença de até
13,5% em reformas. Além disso, ele enfatizou que, em sua gestão, foram reformadas mais de 15 unidades e apenas a de Salinas apresentou problemas.
Sobre o aumento no custo da alimentação, Paulo Gerson justificou que em sua gestão, também aumentou o número de militares. Mas ele não soube explicar por que os uniformes ficaram 39% mais caros entre um pregão e outro realizado
pela corporação para a compra do material enquanto ele era comandante geral. O promotor Armando Brasil afirmou que o coronel Paulo Gerson entrou em contradição por diversas vezes durante o depoimento.

“Ele nega as acusações, mas não consegue explicar as denúncias”, ressalta o promotor.
O Liberal.

Pedofilia no Pará


PEDOFILIA
 

Investigação
Mais de 30 denúncias envolvendo pessoas
influentes da sociedade paraense serão
apuradas pela Comissão de Direitos
Humanos, da Câmara Federal, que chega
ao Pará na próxima quinta-feira para
investigar novos casos de abuso sexual
contra crianças e adolescentes no Estado.
O evento foi solicitado pelo deputado federal
Arnaldo Jordy (PPS-PA), vice-presidente
da comissão e ex-relator da CPI do
Legislativo paraense que apurou casos de
pedofilia no Estado.

VÁRIAS

Curitiba

Pesquisa encomendada pela CBN de Curitiba ao Ibope mostra Gustavo Fruet (PSDB) com 34% das intenções de votos para a Prefeitura da capital paranaense. O prefeito Luciano Ducci (PSB) aparece com 23%. Rafael Greca (PMDB) tem 7% e o petista Dr. Rosinha, 6%. Dos eleitores entrevistados pelo Ibope, 17% disseram que ainda não sabem em quem vão votar e 13% declararam votos em branco ou nulos. O Ibope entrevistou 812 pessoas entre os dias 16 e 19 de abril. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Dilma

A presidente Dilma Rousseff recebeu na tarde de ontem, no Palácio do Alvorada, o ministro Edison Lobão (Minas e Energia) para uma audiência oficial, interrompendo seu descanso para se recuperar de uma pneumonia. O chefe de gabinete de Dilma, Giles Azevedo, também foi ao Alvorada. A agenda oficial da presidente informava que Dilma passaria o dia no Alvorada sem compromissos.

Colombo deixa o DEM e é o 2º governador a migrar para o PSD

Com a decisão de deixar o Democratas para assumir a fundação do PSD em Santa Catarina, o governador Raimundo Colombo precipitou a falência do partido no Estado em que colheu os melhores frutos eleitorais na disputa do ano passado. Ontem, depois de emitir uma nota que anunciava a decisão, na noite de domingo, Colombo vê com poucas esperanças a sobrevivência do partido no longo prazo. "O DEM não tem um projeto nacional, não tem um candidato à Presidência da República, depende da ação de um outro partido. Isso fragiliza. Com uma crise interna desta proporção, o partido tende a se desmanchar", disse o governador catarinense.

Câmbio não é um problema agudo, segundo ministro Pimentel

Luciana Seabra | Valor


 

SÃO PAULO - A moeda brasileira valorizada não colabora com as exportações, mas também não é um grande empecilho para o comércio exterior brasileiro, na opinião do ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), Fernando Pimentel.

“Esse hoje não é um problema agudo, mas um sintoma, uma preocupação antecipada do governo”, disse em coletiva de divulgação do saldo comercial de abril.
O ministro considerou que será preciso conviver algum tempo com esse câmbio, o que, segundo ele, não inviabiliza o comércio exterior, “mas não nos deixa confortáveis para fazermos o que queremos: exportar mais produtos industrializados”. Pimentel disse que o setor exportador vai ter de buscar mecanismos criativos para enfrentar a questão.
Apesar do câmbio desfavorável, o secretário-executivo do MDI, Alessandro Teixeira, considerou que o país não passa por um processo de desindustrialização.

Segundo ele, a maior parte do crescimento nas importações é um resultado do crescimento da demanda, não atendida em sua totalidade pela oferta interna, e, por isso, não significa uma substituição de similares nacionais.
Ainda assim, Teixeira afirmou que o governo tem feito monitoramento diário da importação de produtos manufaturados para avaliar se a entrada dessas mercadorias no país não tem prejudicado a produção interna.


segunda-feira, 2 de maio de 2011

Por Belo Monte, Dilma abandona órgão de Direitos Humanos -

A partir de 2012, o Brasil não fará mais parte da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) e, desde este ano, suspendeu, por ordem da presidente Dilma Rousseff, o repasse de verba à entidade, de US$ 800 mil.  A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

A reação do Brasil veio após a comissão pedir, em abril, a interrupção das obras de Belo Monte por irregularidades no processo de licenciamento ambiental da hidrelétrica, atendendo a uma medida cautelar de entidades indígenas que questionaram o empreendimento.

Após receber o pedido da comissão, Dilma convocou de volta ao país o representante do Brasil na OEA, embaixador Ruy Casaes.  Ele, até agora, ainda não recebeu autorização para retomar seu posto em Washington, tampouco sabe quando o terá.

A comissão integra o sistema interamericano de direitos humanos nas Américas.  Embora ligada à OEA, é um órgão formalmente independente; não representa países, embora a indicação venha deles.  Seus sete membros, entre eles o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, são eleitos por assembleia-geral.

No caso de Belo Monte, o Brasil argumenta que a CIDH concedeu apenas 28 dias para que o governo se explicasse, quando o prazo médio de solicitações semelhantes supera a marca de 100 dias.

Nessa semana, o governo enviou à entidade um relatório de 52 páginas explicando sua atuação no empreendimento junto às comunidades locais.  Disse ter ouvido as comunidades indígenas da região e que está atento aos efeitos sociais e ambientais da iniciativa.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, a relação pode piorar ainda mais.  Isso porque a comissão passou a analisar uma nova reclamação de ONGs, que contestam obras no Rio para a Copa-2014 e Olimpíada-2016, eventos caros a Dilma.  Quando soube do novo processo, Dilma mandou um recado às lideranças do órgão: se isso for levado adiante, levará o caso à própria OEA, dando contornos de crise real ao caso.

Valor da Biodiversidade

  • 􀃔FENÔMENO
    Agradecido

    Houve uma passagem na rápida presença
    em Belém de Ronaldo “Fenômeno”
    que escapou à perspicácia geral, principalmente
    porque, a pedido de uma das
    partes, foi cercada da maior discrição.
    Foi a visita que ele fez a uma residência
    modesta da periferia da cidade, onde foi
    agradecer pessoalmente à veneranda
    senhora a quem considera dever parte
    importante da cura da grave lesão que
    sofreu quando jogava na Inernazionale
    de Milão e ameaçou tirá-lo do futebol.
     
  • Andiroba
    Ronaldo atribui a sua pronta e total
    recuperação, a ponto de voltar normalmente
    ao futebol e ainda ser artilheiro
    da Copa do Mundo seguinte, primeiro
    a Deus, depois ao cirurgião francês que
    o operou e ao fisioterapeuta “Filé” que
    comandou os exercícios de recuperação
    total dos movimentos no joelho afetado.
    Mas credita contribuição especial a
    essa anônima mulher que lhe mandou
    um litro de uma mistura de andiroba,
    copaíba, arnica e outros anti-inflamatórios
    naturais com a recomendação
    de que os aplicasse quentes todas as
    noites.

Você sabia?

O que é empoderamento (Empowerment)

 
Empoderamento significa em geral a ação coletiva desenvolvida pelos indivíduos quando participam de espaços privilegiados de decisões, de consciência social dos direitos sociais. Essa consciência ultrapassa a tomada de iniciativa individual de conhecimento e superação de uma situação particular (realidade) em que se encontra, até atingir a compreensão de teias complexas de relações sociais que informam contextos econômicos e políticos mais abrangentes. 

O empoderamento possibilita tanto a aquisição da emancipação individual, quanto à consciência coletiva necessária para a superação da “dependência social e dominação política”. Enfim, superação da condição de desempoderamento das populações pobres, as quais segundo Nyerere (1979), não podem se desenvolver se não tiverem poder. 

Esta noção remete a diferentes perspectivas de analise das Ciências Sociais. Como idéia-chave perpassa o centro do debate atual sobre as possibilidades e limites do desenvolvimento sustentável. Reconhecem-se as vantagens e dificuldades de implementação de processos e mecanismos que favoreçam a criação e ampliação de espaços e situações de empoderamento, onde a participação ativa dos excluídos ou dos que tenham acesso limitado a bens sociais, sejam crescentes e permanentes, face à cultura secular da dependência pessoal que tanto marcou a formação social brasileira, presente na administração hierarquizada e clientelística da burocracia estatal. Na verdade, os pretensos beneficiários dos bens públicos não são os despossuídos, mas uma minoria, formada por elites políticas e econômicas perdulárias e indiferentes às demandas sociais, situadas numa ordem econômica geradora e cônscia das desigualdades sociais. 

O empoderamento devolve poder e dignidade a quem desejar o estatuto de cidadania, e principalmente a liberdade de decidir e controlar seu próprio destino com responsabilidade e respeito ao outro. O débito social das instituições políticas e estatais diminui à medida que seus agentes desenvolvam ações e condutas de efetiva participação e mudança sociais. Portanto, a descrença nestas instituições tem aumentado pela impossibilidade de haver democracia real fora destes termos. Hoje o discurso democratizante se apropria desse termo para legitimar uma aproximação dos agentes institucionais àqueles tradicionalmente excluídos, sem mudar muito a natureza (autoritária) das relações de poder e a realidade concreta destes.

A criação de organismos institucionais não-estatais, com ampla participação de setores diversos da sociedade organizada, a exemplo de conselhos e fóruns públicos deliberativos, favorece a consolidação da participação social dirigida ao controle e à gestão dos usos dos recursos públicos, principalmente associada à lei de responsabilidade fiscal. 

O empoderamento, porém, não deve significar um conceito puramente instrumental, orientado somente à obtenção de resultados eficientes, mas antes de tudo, constituir uma afirmação das possibilidades de realização plena dos direitos das pessoas. 

A idéia de empoderamento representa importante papel na mobilização social em torno de contextos específicos, como o de desenvolvimento sustentável local, orientado não só para a emergência de projetos e ações de fortalecimento de grupos sociais tradicionalmente negligenciados dos processos políticos; mas também significativo espaço institucional de articulação e emergência de novos agentes/atores políticos envolvidos na transformação democrática da relação Estado-sociedade.

Ferdinand Cavalcante Pereira
Doutor em Sociologia
Professor da Universidade Federal do Piauí
Pesquisador do Núcleo de Estudos da Contemporaneidade
ferdi.pereira@ibest.com.br

Para PT, os riscos de uma escalada inflacionária são "mais propagandísticos que reais".

Em resolução, sigla apoia ações do governo

CATIA SEABRADE BRASÍLIA

Num momento em que a condução da política econômica divide o governo, o PT divulgou uma resolução em que afirma que o controle da inflação não pode impor sacrifício ao desenvolvimento social do país.


Aprovado ontem pelo Diretório Nacional do partido, o documento diz que os riscos de uma escalada inflacionária são "mais propagandísticos que reais".


O partido cita a fórmula aplicada pelo governo para contenção da inflação: o casamento de variação da taxa de juros com as medidas de contenção ao crédito.

"O combate à inflação, porém, não implica sacrificar as políticas de desenvolvimento social do governo, que requerem um crescimento do PIB entre 4% e 4,5% este ano", diz a resolução, cujo esqueleto foi elaborado pelo presidente do PT, Rui Falcão.


Na resolução, o PT diz considerar "correta a orientação geral que o governo vem imprimindo, sobretudo sua decisão de manter as políticas de geração de empregos e distribuição de renda".


KASSAB
Destinado à análise de conjuntura política, o texto de Falcão sofreu uma supressão, excluindo uma ironia ao PSD, partido recém-criado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (ex-DEM).


O texto original lembrava que Kassab se referiu ao partido como "nem de centro, nem de direita, nem de esquerda". Segundo a sigla, a exclusão foi para evitar a "paulistanização" do debate. Foi retirado também elogio à troca de comando da Vale.

domingo, 1 de maio de 2011

O PT pelo PT

 
 
 
"Nunca se fez no PT uma verdadeira autocrítica de responsabilidades e erros. Quem fez campanha nas ruas sentiu na pele o que foi o episódio do mensalão."
DO DEPUTADO ESTADUAL RAUL PONT (RS), cuja corrente foi voto vencido no escrutínio que selou a volta de Delúbio Soares ao partido.

Morre aos 99 o escritor argentino Ernesto Sabato


Ganhador do prêmio Miguel de Cervantes ficou debilitado após bronquite

Um dos nomes mais populares da literatura do país, autor esteve na primeira investigação de crimes da ditadura

LUCAS FERRAZ
DE BUENOS AIRES




 Morreu na madrugada de ontem, aos 99 anos, o escritor argentino Ernesto Sabato, um dos nomes mais populares da literatura do país.

"Há 15 dias ele teve uma bronquite que o debilitou muito, ele estava sofrendo há algum tempo. Mas ainda tinha momentos ótimos, principalmente quando escutava música", disse Elvira González Fraga, companheira do escritor, que vivia na cidade de Santos Lugares, nos arredores de Buenos Aires.

Nascido em Rojas, o escritor e ensaísta teve seu nome marcado na história política do país por seu trabalho na área de direitos humanos.

A pedido do então presidente Raúl Alfonsín, ele presidiu entre 1983 e 1984 a Conadep (Comissão Nacional sobre o Desaparecimento de Pessoas), a primeira investigação sobre a última e brutal ditadura militar (1976-83).

Esse trabalho, conhecido como "relatório Sabato", resultou no livro "Nunca Mais" (1984), que narra o modus operandi da repressão e levanta a morte e desaparecimento de 30 mil pessoas.
A investigação abriu caminho para o julgamento de militares que cometeram crimes no período.

Logo após esse trabalho, ainda em 1984, Ernesto Sabato recebeu o Miguel de Cervantes, um dos maiores prêmios literários da língua espanhola. Ele foi o segundo escritor argentino a receber o título, depois de outro grande, Jorge Luis Borges.

Dentre os livros mais célebres, estão "Sobre Heróis e Tumbas" (1961), os livros "O Túnel" (1948) e "Abbadon, o Exterminador" (1974).

Apesar do sucesso literário -sua obra marcou principalmente a geração dos anos 60 e 70-, Sabato não se considerava um escritor de ofício.

"Nunca me considerei um escritor profissional, dos que publicam um romance por ano", disse numa antiga entrevista. Era formado em física, profissão que abandonou ainda nos anos 40.

Os últimos trabalhos do autor argentino, que também pintava, incluem memórias e crônicas sobre a velhice.

Por causa da idade, segundo o filho Mario, autor de um documentário sobre o pai, Sabato já não saia de casa, falava muito pouco e vivia sob cuidado de enfermeiras.
Hoje, o escritor seria homenageado na Feira Internacional do Livro de Buenos Aires por seu centenário, em 24 de junho.

Por que o Brasil não conta com uma universidade dentre as 200 mais importantes do mundo?

Ao contrário do seu time de futebol, as universidades do Brasil não tiveram um crescimento global. Mas o Brasil parece estar pronto para marcar alguns grandes sucessos em breve. 

O continente da América do Sul não tem uma única instituição na lista do Times Higher Education do mundo dos 200 melhores universidades.
E as instituições com maior probabilidade de entrar na lista de elite, de acordo com um especialista, são prejudicados por uma série de obstáculos na sua escalada até o topo. 

"A América Latina tem vários desafios no caminho para o desenvolvimento de universidades de classe mundial", diz Philip Altbach, diretor do Centro Internacional de Educação Superior do Boston College, EUA. 

"Os principais candidatos são o continente grandes universidades públicas, como a Universidade de Buenos Aires. Estes são, no entanto, confrontados com as estruturas de governança pesado, burocrático e, às vezes politizadas. Eles se baseiam principalmente na faculdade a tempo parcial - e em tempo parcial não pode ser a base de uma universidade de pesquisa. Eles também são sub-financiadas e mais não são capazes de cobrar propinas aos seus alunos. " 

Mas há pontos luminosos, sem dúvida, diz ele. "Talvez só no estado de São Paulo pode haver universidades de classe mundial. Suas duas principais universidades são formados por um corpo docente de tempo integral que doutorados, e as universidades têm uma missão de investigação significativo e financiamento adequado por parte do Estado. "
De fato, a Universidade de São Paulo era muito perto de fazer isso na tabela das 200 maiores instituições de 2010-11 - como revelado em dados da educação Times Higher World University Rankings aplicativo para o iPhone, que inclui informações sobre mais de 400 instituições. 

O iPhone app ranking também revela que a Universidade Estadual de Campinas e Universidade Estadual Paulista também estão sentados fora do top 200.
Em seu livro 2009 o desafio de criar universidades de classe mundial, Jamil Salmi, coordenador de ensino superior no Banco Mundial, destaca as potencialidades e os desafios da da Universidade de São Paulo. É a instituição mais seletivas no Brasil, escreve ele, e ele tem "o maior número de programas de pós-graduação top-rated, e todo ano ela produz mais graduados doutorado do que qualquer universidade dos EUA". 

Mas ele lamenta: "Ao mesmo tempo, sua capacidade de gerir os seus recursos é limitada por rígidas normas de serviço civil, embora seja a mais rica universidade do país.
"Tem muito poucas ligações com a comunidade científica internacional, e apenas 3 por cento de seus estudantes de graduação são de fora do Brasil. A universidade é muito voltado para si mesmo. "
 
Salmi diz O que houve muitos avanços positivos na região. Ele destaca a criação de sistemas de acreditação na maioria dos países, eo desenvolvimento de sistemas de empréstimo do estudante no Brasil, Chile e Colômbia.
No entanto, ele também destaca os desafios: o investimento público de baixa no ensino superior, as estruturas de governança tacanho, a escassez de programas de intercâmbio internacional e links, campus culturas predominantemente monolíngües e uma "falta de visão de longo prazo para o desenvolvimento do ensino superior".
 
Mas Andreas Schleicher, chefe dos indicadores e da divisão de análise da Organização para a Cooperação Económica e Direcção de Desenvolvimento para a Educação, diz que, para alguns países da região, "não foram muito interessantes desenvolvimentos recentes", que poderá em breve ter um impacto sobre os tempos Ensino Superior ranking mundial.
"Enquanto para a maioria dos países da OCDE gastos por estudante tem continuado a aumentar desde 2000, países como Brasil e Chile têm visto sobe muito mais rápido do que na participação [sobe em] níveis de gastos", diz ele.
Gastos por aluno no Chile caiu em 25 por cento e 15 por cento no Brasil - "e ainda, os retornos do mercado de trabalho para o ensino superior parece estar pegando.
"No Brasil, a vantagem salário de diplomados do ensino superior mais graduados do ensino secundário é agora superior a 263 por cento, bem acima do valor para qualquer país da OCDE. O valor para os EUA, que é alto para os padrões da OCDE, é de 177 por cento.
"É difícil dizer em que medida oferta ou fatores de demanda para este jogo, mas esses dados podem sugerir que a qualidade está melhorando."
E o continente parece pronto para um perfil de muito maior em pesquisa de classe mundial em algumas áreas-chave. 

A Global Research Report sobre o Brasil pela Thomson Reuters, o fornecedor de dados para o Mundial Universitário de Rankings, identifica o Brasil como uma força dominante em um novo pacote de "tigres Latina - incluindo México e Argentina.
O relatório afirma que partes da América Latina de artigos científicos no mundo passou de 1,7 por cento em 1990 para 4,8 por cento em 2008. Em 1981, cerca de 2.000 jornais tinham um endereço de autor no Brasil. Em 2008, o valor era de cerca de 20.000. 

"A característica mais marcante da nova geografia da ciência é a escala de investimento e mobilização das pessoas por trás da inovação que está em andamento, impulsionada por uma visão de alta tecnologia de como ter sucesso na economia global", a Thomson Reuters, diz relatório .
O Brasil, que tem uma população de 190 milhões, gastou £ 8400000000 em pesquisa e desenvolvimento em 2007: isto equivale a cerca de 1 por cento do produto interno bruto - bem à frente de muitos países europeus. 

Cada ano, o país produz mais de 500 mil novos licenciados e cerca de 10.000 novos pesquisadores PhD, diz o relatório, o que representa um aumento de 10 vezes em 20 anos.
É nas ciências da vida que o Brasil é mais impressionante. 

Entre 2003 e 2007, o país cerca de 85.000 trabalhos publicados, o que representou 1,83 por cento de todos os trabalhos publicados em periódicos indexados pela Thomson Reuters.
Mas o Brasil responde por quase 19 por cento da quota global de trabalhos de pesquisa em medicina tropical, e mais de 12 por cento das pessoas em parasitologia. 

No seu relatório, a Thomson Reuters adverte: "O Brasil é uma economia de investigação cada vez mais importante e competitivo. Sua capacidade pessoal de investigação e investimento em I & D estão se expandindo rapidamente, oferecendo muitas novas possibilidades em uma carteira de investigação em rápida diversificação. perfil do Brasil, melhorando a dimensão da excelência, e interface com o resto da base de investigação internacionais fazem dele um parceiro essencial em qualquer carteira de futuras pesquisas internacionais. "

A mineração no Pará


MINERAÇÃO
Secretaria
Cada vez mais o tempo - senhor dela -
dá razão ao ex-vice-governador Odair
Corrêa. Ele passou os quatro anos do governo
Ana Júlia travando brigas internas
pela criação de uma Secretaria de Mineração
no Pará. Nunca conseguiu vencer
o chamado “núcleo duro” do governo,
que mais influência exercia sobre a governadora.
Estados que não têm 10% dos
minérios do Pará criaram sua secretaria
e vão muito bem, obrigado, como é o caso
do Amazonas.
Compensações
No Pará, 86% das exportações do ano
passado estão relacionados à produção e
transformação mineral. No período, todos
os minérios registraram aumento no volume
de produção, sem falar no crescimento
de 25% dos postos de trabalho - em vagas
distribuídas em todas as regiões do Estado.
Outro dado positivo foi a arrecadação
de impostos. Parauapebas, por exemplo,
recebeu R$ 230 milhões de compensação
financeira pela exploração de recursos
minerais em seu território.

Jornal "O Liberal"