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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Com alta nas exportações, Brasil precisa inovar mais, avalia MDIC



     Com alta no volume exportado no primeiro mês deste ano, o Brasil precisa investir mais em inovação para ampliar sua participação no mercado internacional. A avaliação é do secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Alessandro Teixeira.

     O volume exportado alcançou a casa dos US$ 15,2 bilhões e a meta do ministério é exportar, em 2011, US$ 228 bilhões em produtos. “Inovação é a única solução para continuarmos aumentando as exportações”, afirmou Teixeira na última terça-feira (1º).

     Os dados da balança comercial mostram que o país também conseguiu diversificar a pauta de exportação, o que demonstra que o Brasil tem agregado valor às commodities produzidas em solo brasileiro, principalmente nos setores de autopeças, motores, máquinas de terraplanagem e perfuração.

     (Com informações da Agência Brasil)


Cinco secretários do MCT tomam posse em Brasília



     O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, empossou ontem (2) três novos titulares para áreas estratégicas do órgão, além de reconduzir dois secretários. A cerimônia foi realizada em Brasília (DF), no auditório do ministério.

     Passaram a fazer parte do MCT, Carlos Nobre, na chefia da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento; Marco Antonio Oliveira, na pasta de Inclusão Social; e Virgílio Almeida, que assumiu o setor de Política de Informática. Foram reconduzidos Luiz Antonio Elias, que permanece como secretário executivo e Ronaldo Mota, à frente da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação desde 2009.

     Marco Antonio de Oliveira é graduado em ciências políticas e sociais pela Escola de Sociologia em Políticas de São Paulo e doutor em ciências econômicas na área de política social pelo Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas. No governo do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, Oliveira foi presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

     Já Virgílio Almeida é professor do Departamento de Ciência da Computação do Instituto de Ciências Exatas (ICEx) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Graduado em engenharia elétrica pela UFMG, tem mestrado em ciência da computação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e doutorado em ciência da computação pela Vanderbilt University, nos Estados Unidos. Membro da Academia Brasileira de Ciências, Almeida atuou no Conselho Deliberativo do CNPq e já foi engenheiro de Sistemas da Petrobras.

     Nobre é formado em engenharia eletrônica pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Considerado um dos maiores especialistas mundiais em mudanças climáticas, ele integra o Comitê Científico do International Geosphere-Biosphere Programme (IGBP).

     O meteorologista ainda coordena o programa de Pesquisa em Mudanças Climáticas Globais da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a Rede-Clima do MCT. Carlos Nobre é autor e co-autor de mais de 130 publicações, entre artigos científicos e livros, que já foram citados mais de quatro mil vezes na literatura científica.

     Ronaldo Mota é professor titular de física da Universidade Federal de Santa Maria e pesquisador do CNPq. Atualmente preside os comitês gestores dos fundos setoriais de energia e mineral. É bacharel em física pela Universidade de São Paulo, mestre pela Universidade Federal da Bahia e doutor pela Universidade Federal de Pernambuco.

     Luiz Elias é economista e pesquisador do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) na área de transferência de tecnologia e coordenador dos comitês gestores dos fundos setoriais. É presidente do conselho de administração da Finep e do comitê gestor do Sistema Brasileiro de Tecnologia (Sibratec).

     “A indicação dessa equipe, que o currículo fala por si mesmo, mostra que esse ministério está acima de qualquer disputa partidária e terá o papel de pensar em políticas permanentes para a sociedade brasileira”, destacou Mercadante.

     Ainda durante o evento, o ministro antecipou que está montando uma equipe para aprofundar um estudo sobre política internacional para ciência e tecnologia, sob a responsabilidade do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). Farão parte do grupo, por exemplo, o ex-presidente da Finep, Luis Fernandes; e o ex-ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.

     Informações sobre o MCT podem ser obtidas no site  www.mct.gov.br





MCT criará soluções para inclusão produtiva dos beneficiários do Bolsa Família

     O novo secretário de Inclusão Social do MCT, Marco Antonio de Oliveira, anunciou nesta quarta-feira (2), em Brasília (DF), que uma das prioridades da pasta será oferecer alternativas sustentáveis para a inclusão produtiva dos beneficiários do Bolsa Família, programa que tem hoje mais de 13 milhões de famílias cadastradas.

     De acordo com ele, o MCT já propôs ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) a integração de programas nas áreas de qualificação profissional, inclusão digital e apoio ao empreendedorismo e a tecnologias sociais. Uma das soluções apresentadas é a utilização da rede de centros vocacionais tecnológicos (CVTs) para ofertar cursos de qualificação profissional para esses cidadãos.

     “A secretaria estará sintonizada com a prioridade do governo federal de erradicar a extrema pobreza. E isso vai exigir um esforço governamental, de articulação e integração de programas de inclusão social, otimizando assim recursos, equipes técnicas e estruturas”, destacou na cerimônia de posse realizada no MCT.

     De acordo o ministro Aloizio Mercadante, os cursos priorizarão, inicialmente, as profissões de acesso rápido ao mercado de trabalho, como a construção civil. Para tanto será necessário promover melhorias nos serviços prestados hoje pelos centros vocacionais tecnológicos. “Nossos CVTs e todo esse conjunto de políticas voltadas para a inclusão social precisam dar um salto extraordinário em termos de qualidade”, avaliou.

     Oliveira destacou, também, que será necessário integrar e definir um padrão básico para os serviços prestados pelos centros vocacionais e pelo programa Casa Brasil, por meio de um novo arranjo vocacional em parceria com os institutos federais de educação (IFEs). “Trata-se de fazer dessa rede a porta de acesso das comunidades locais às políticas de inclusão implementadas pelo MCT e outros ministérios”, disse.

     Para o êxito dessa iniciativa, o chefe da Secretaria de Inclusão Social (Secis) lembrou que além das parcerias governamentais, será preciso uma articulação forte com entes privados, “incluindo parcerias com empresas do setor tecnológico que estejam dispostas a participar de programas de qualificação profissional, nos setores que demandam mão-de-obra especializada”.

     Inovação
     A Secis também priorizará ações que levem a inovação para os micros e pequenos empreendimentos, numa parceria articulada com a Finep e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae). “Nós precisamos olhar para essa multidão com soluções para a inovação”, disse Mercadante

Os Chineses estão aí


BRASÍLIA – A concorrência com produtos chineses no mercado interno afeta uma em cada quatro indústrias brasileiras. Entre as  empresas exportadoras, 67% alegam perder mercado para os chineses no exterior. Mas entre os importadores, 32% querem ampliar compras de matérias-primas da China, revela pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Sondagem especial da CNI, realizada com 1.529 empresas grandes, médias e pequenas, entre 4 e 19 de outubro de 2010, fez uma apanhado da “sensação” dos empresários em relação à concorrência chinesa. Em 2006, a CNI havia feito pesquisa semelhante, mas as perguntas foram alteradas.

As empresas apontaram que intensificou-se a concorrência com produtos chineses, manufaturados, tanto no mercado brasileiro como no mercado internacional.
Cerca de 52% das exportadoras competem com chineses no exterior. Quase metade ou 45% dessas exportadoras perderam mercado doméstico.  No exterior, 67% perderam clientes, e 4% deixaram de exportar, frente à ofensiva chinesa.

“A gente não pergunta se a maior concorrência é na qualidade ou no preço. Mas sabemos que a taxa de câmbio local em queda, favorece preços menores e o aumento da importação desses produtos. A diferença cambial e os custos de produção são elementos fortes, porque a mão de obra, os encargos e o custo do capital, com juros mais baixos que os nossos, levam as empresas brasileiras a ficar em desvantagem”, avaliou o economista da CNI, Flávio Castelo Branco. 

No mercado interno, a presença chinesa é mais forte em seis setores: material eletrônico e de comunicação; têxtil; equipamentos hospitalares; calçados, máquinas e equipamentos e indústrias diversas.
Na mão inversa, uma em cada cinco empresas brasileiras importou insumos da China em 2010, o  dobro da proporção em relação a 2006. Cerca de 32% desses importadores querem ampliar as compras de matérias-primas chinesas e 10% das grandes empresas brasileiras já montaram plantas industriais em solo chinês (veículos, máquinas e equipamentos e materiais elétricos e eletrônicos, principalmente).

Para defender-se do avanço dos produtos chineses, metade das indústrias brasileiras já traçou estratégia para enfrentar a competição. A linha básica desses planos foca o aumento do investimento em qualidade e no design dos produtos.

”Temos que fazer com que a economia brasileira seja tão atrativa ou mais atrativa que a China, para que as nossas empresas deixem de ir para lá, com melhor a infraestrutura, sistema tributário que reduza o custo investimento e não tribute a exportação, custo de capital  menor, enfim, uma agenda de competitividade de longo prazo, que pouco andou nos últimos quatro anos e se agravou com a valorização do câmbio”, concluiu Castelo Branco.
Ao ser lembrado que a China tornou-se o maior parceiro comercial do Brasil, suplantando os Estados Unidos em 2010, o economista destacou que "para a indústria de transformação, essa situação está mais negativa do que positiva."

(Azelma Rodrigues | Valor)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Número de divórcios mais do que dobram em São Paulo em 2010

Crescimento se deve à maior facilidade que os casais passaram a ter para se divorciar após lei ter sido alterada no ano passado

SÃO PAULO - Os cartórios de notas do Estado de São Paulo realizaram, no ano passado, 9.317 divórcios, um aumento de 109% sobre 2009, quando ocorreram 4.459 separações. O levantamento foi feito pelo Colégio Notarial do Brasil - Seção São Paulo (CNB-SP), entidade que representa o setor no Estado.
Por meio de nota, a entidade atribuiu esse crescimento expressivo à maior facilidade que os casais passaram a ter com a publicação, em julho do ano passado, da Emenda Constitucional 66, que extinguiu os prazos de oficialização. Antes, os casais só podiam romper o vínculo do casamento civil após um ano de separação formal ou dois vivendo em casas separadas.

Ainda segundo o comunicado, os divórcios em cartórios começaram em 2007 após a autorização obtida com a Lei 11.441. Naquele ano, ocorreram 4.080 formalizações sem a necessidade de ingresso no Poder Judiciário “porque foram resolvidos consensualmente em cartório perante um tabelião de notas”. Esse número subiu para 4.394 no ano seguinte.

O CNB-SP esclarece que, com a lei, “a população não precisa mais recorrer ao Poder Judiciário para realizar divórcios, separações e inventários consensuais, desde que não haja filhos menores ou incapazes envolvidos”. Em alguns casos de menor complexidade, a documentação pode sair no mesmo dia em que o interessado deu entrada nos papéis.

Para conseguir o divórcio em um cartório, no entanto, o casal tem de estar em comum acordo, não ter filhos ou menores sob a sua responsabilidade. Na escritura pública lavrada pelo tabelião, o casal deverá estipular as questões relativas à partilha dos bens (se houver), ao pagamento ou dispensa de pensão alimentícia e à definição quanto ao uso do nome se um dos cônjuges tiver adotado o sobrenome do outro.
(Agência Brasil)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Brasil - Argentina. Pacto de lealtade comercial


Cristina Kirchner quer aprofundar integração produtiva com Brasil

BUENOS AIRES – A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, afirmou hoje em encontro com a presidente brasileira, Dilma Rousseff, que, “se até agora as duas nações estavam unidas, a partir de agora estarão ainda mais”.
Cristina assegurou que a Argentina deve aprofundar a integração produtiva com o Brasil.
“Para nós é uma grande honra e representa a reafirmação de um compromisso iniciados por nossos antecessores, os presidentes Néstor Kirchner e Lula”, disse a presidente argentina, em entrevista coletiva na Casa Rosada, após o encontro com Dilma.
Dilma, por sua vez, assegurou que o Brasil e a Argentina representam “o grande potencial produtivo da América Latina”. Ela afirmou ainda que os dois países tem como desafio criar um “polo” que terá “papel estratégico” mundial.
Dilma destacou ainda que o desenvolvimento dos dois países foi alcançado com “o compromisso político de seus governantes, que tiveram sabedoria e coragem”.
(El Cronista)

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Por que o Brasil não conta com uma universidade dentre as 200 mais importantes do mundo?



Ao contrário do seu time de futebol, as universidades do Brasil não tiveram um crescimento global. Mas o Brasil parece estar pronto para marcar alguns grandes sucessos em breve. 

O continente da América do Sul não tem uma única instituição na lista do Times Higher Education do mundo dos 200 melhores universidades.
E as instituições com maior probabilidade de entrar na lista de elite, de acordo com um especialista, são prejudicados por uma série de obstáculos na sua escalada até o topo. 

"A América Latina tem vários desafios no caminho para o desenvolvimento de universidades de classe mundial", diz Philip Altbach, diretor do Centro Internacional de Educação Superior do Boston College, EUA. 

"Os principais candidatos são o continente grandes universidades públicas, como a Universidade de Buenos Aires. Estes são, no entanto, confrontados com as estruturas de governança pesado, burocrático e, às vezes politizadas. Eles se baseiam principalmente na faculdade a tempo parcial - e em tempo parcial não pode ser a base de uma universidade de pesquisa. Eles também são sub-financiadas e mais não são capazes de cobrar propinas aos seus alunos. " 

Mas há pontos luminosos, sem dúvida, diz ele. "Talvez só no estado de São Paulo pode haver universidades de classe mundial. Suas duas principais universidades são formados por um corpo docente de tempo integral que doutorados, e as universidades têm uma missão de investigação significativo e financiamento adequado por parte do Estado. "
De fato, a Universidade de São Paulo era muito perto de fazer isso na tabela das 200 maiores instituições de 2010-11 - como revelado em dados da educação Times Higher World University Rankings aplicativo para o iPhone, que inclui informações sobre mais de 400 instituições. 

O iPhone app ranking também revela que a Universidade Estadual de Campinas e Universidade Estadual Paulista também estão sentados fora do top 200.
Em seu livro 2009 o desafio de criar universidades de classe mundial, Jamil Salmi, coordenador de ensino superior no Banco Mundial, destaca as potencialidades e os desafios da da Universidade de São Paulo. É a instituição mais seletivas no Brasil, escreve ele, e ele tem "o maior número de programas de pós-graduação top-rated, e todo ano ela produz mais graduados doutorado do que qualquer universidade dos EUA". 

Mas ele lamenta: "Ao mesmo tempo, sua capacidade de gerir os seus recursos é limitada por rígidas normas de serviço civil, embora seja a mais rica universidade do país.
"Tem muito poucas ligações com a comunidade científica internacional, e apenas 3 por cento de seus estudantes de graduação são de fora do Brasil. A universidade é muito voltado para si mesmo. "
 
Salmi diz O que houve muitos avanços positivos na região. Ele destaca a criação de sistemas de acreditação na maioria dos países, eo desenvolvimento de sistemas de empréstimo do estudante no Brasil, Chile e Colômbia.
No entanto, ele também destaca os desafios: o investimento público de baixa no ensino superior, as estruturas de governança tacanho, a escassez de programas de intercâmbio internacional e links, campus culturas predominantemente monolíngües e uma "falta de visão de longo prazo para o desenvolvimento do ensino superior".
 
Mas Andreas Schleicher, chefe dos indicadores e da divisão de análise da Organização para a Cooperação Económica e Direcção de Desenvolvimento para a Educação, diz que, para alguns países da região, "não foram muito interessantes desenvolvimentos recentes", que poderá em breve ter um impacto sobre os tempos Ensino Superior ranking mundial.
"Enquanto para a maioria dos países da OCDE gastos por estudante tem continuado a aumentar desde 2000, países como Brasil e Chile têm visto sobe muito mais rápido do que na participação [sobe em] níveis de gastos", diz ele.
Gastos por aluno no Chile caiu em 25 por cento e 15 por cento no Brasil - "e ainda, os retornos do mercado de trabalho para o ensino superior parece estar pegando.
"No Brasil, a vantagem salário de diplomados do ensino superior mais graduados do ensino secundário é agora superior a 263 por cento, bem acima do valor para qualquer país da OCDE. O valor para os EUA, que é alto para os padrões da OCDE, é de 177 por cento.
"É difícil dizer em que medida oferta ou fatores de demanda para este jogo, mas esses dados podem sugerir que a qualidade está melhorando."
E o continente parece pronto para um perfil de muito maior em pesquisa de classe mundial em algumas áreas-chave. 

A Global Research Report sobre o Brasil pela Thomson Reuters, o fornecedor de dados para o Mundial Universitário de Rankings, identifica o Brasil como uma força dominante em um novo pacote de "tigres Latina - incluindo México e Argentina.
O relatório afirma que partes da América Latina de artigos científicos no mundo passou de 1,7 por cento em 1990 para 4,8 por cento em 2008. Em 1981, cerca de 2.000 jornais tinham um endereço de autor no Brasil. Em 2008, o valor era de cerca de 20.000. 

"A característica mais marcante da nova geografia da ciência é a escala de investimento e mobilização das pessoas por trás da inovação que está em andamento, impulsionada por uma visão de alta tecnologia de como ter sucesso na economia global", a Thomson Reuters, diz relatório .
O Brasil, que tem uma população de 190 milhões, gastou £ 8400000000 em pesquisa e desenvolvimento em 2007: isto equivale a cerca de 1 por cento do produto interno bruto - bem à frente de muitos países europeus. 

Cada ano, o país produz mais de 500 mil novos licenciados e cerca de 10.000 novos pesquisadores PhD, diz o relatório, o que representa um aumento de 10 vezes em 20 anos.
É nas ciências da vida que o Brasil é mais impressionante. 

Entre 2003 e 2007, o país cerca de 85.000 trabalhos publicados, o que representou 1,83 por cento de todos os trabalhos publicados em periódicos indexados pela Thomson Reuters.
Mas o Brasil responde por quase 19 por cento da quota global de trabalhos de pesquisa em medicina tropical, e mais de 12 por cento das pessoas em parasitologia. 

No seu relatório, a Thomson Reuters adverte: "O Brasil é uma economia de investigação cada vez mais importante e competitivo. Sua capacidade pessoal de investigação e investimento em I & D estão se expandindo rapidamente, oferecendo muitas novas possibilidades em uma carteira de investigação em rápida diversificação. perfil do Brasil, melhorando a dimensão da excelência, e interface com o resto da base de investigação internacionais fazem dele um parceiro essencial em qualquer carteira de futuras pesquisas internacionais. "

domingo, 30 de janeiro de 2011

Proibido em USA

EARTH SONG by MICHAEL JACKSON (CENSURADO NOS EUA) 

O vídeo é do single de maior sucesso de Michael Jackson no Reino Unido, que não foi nem "Billie Jean", nem "Beat it", e sim a ecológica "Earth Song", de 1996. A letra fala de desmatamento, sobrepesca e poluição, e, por um pequeno detalhe, talvez você nunca terá a oportunidade de assistir na televisão. 

O Detalhe: "Earth Song" nunca foi lançada como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta. Por isso a maioria de nós nunca teve acesso ao clipe. 

Vejam, então, o que os americanos nunca mostraram de Michael Jackson.
Filmado em África, Amazónia, Croácia e New York. 

Aqui

Pará - Prédio de 32 andares desaba em região valorizada de Belém


VEJA Video do desabamento 
A Construtora Real Class, responsável pela construção do edifício que desabou na tarde deste sábado (29), divulgou nota se pronunciando sobre o ocorrido. 

Leia, na íntegra:

"A REAL CLASS SPE, proprietária do edifício acidentado neste sábado, 29 de janeiro, em Belém, lamenta o ocorrido. A empresa está solidária com todos os envolvidos no acidente. E, ao mesmo tempo, garante que não medirá esforços para investigar as causas do episódio e dar assistência às pessoas atingidas pelo sinistro. Aguardando os laudos periciais, a REAL CLASS SPE está disponível para os procedimentos que o caso exige. A empresa REAL CLASS SPE nasceu do Grupo Real Engenharia, que atua há 27 anos no mercado de construção e incorporação, na Região Metropolitana de Belém. O Grupo já entregou onze empreendimentos, num total de aproximadamente 600 unidades residenciais. A DIRETORIA"

(Luana Laboissire, DOL)

Equipes continuarão buscas durante a madrugada

Em entrevista à TV RBA, o comandante do Corpo de Bombeiros, Cel. Luis Cláudio Sarmanho, afirmou que as operações de buscas e resgate se estenderão durante toda a madrugada e não tem previsão de término. Ainda segundo o comandante, a ação só terá fim quando todos os escombros forem recolhidos do local.
As equipes serão divididas em escalas de trabalho para garantir a continuidade da operação. Até a manhã deste domingo, novas equipes deverão comparecer ao local do desabamento para reforçar as buscas.
O Cel. Luis Cláudio Sarmanho também confirmou o total de quatro vítimas do desabamento do prédio. Todas funcionários da empresa. (DOL)






Duas pessoas foram resgatadas com vida após desabamento de um prédio de cerca de 30 andares em Belém (PA), neste sábado. O edifício, que estava em construção, ficava na região central da capital paraense. Ao menos duas casas vizinhas foram atingidas. As buscas devem continuar durante a noite.

Cães e retroescavadeiras auxiliam buscas
Promotoria recebeu denúncia, diz governador
Prédio tinha 70% dos apartamentos vendidos
Prédio desaba em Belém (PA); cerca de 20 ficam soterrados
Vídeo mostra trabalho de resgate no prédio que desabou em Belém (PA)

 
De acordo com a imobiliária que comercializava os apartamentos, três operários estavam no local. Eles já haviam terminado o trabalho e aguardavam a chuva passar no subsolo do prédio. No momento da queda, chovia forte e ventava muito em Belém.
Não há informações sobre o número de pessoas que estavam nas casas vizinhas na hora do acidente. A área foi isolada.
Inicialmente, a informação divulgada pela Polícia Militar era de que cerca de 15 operários e outras cinco pessoas ficaram debaixo dos escombros.