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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Marina diz que Aécio é vítima da mesma ‘estratégia destrutiva' do PT usa. A verdade finalmente se imporá.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

O PT, 25 anos depois

Algumas das  razões de uma não escola



“Eu não levo desaforo para casa. Se alguém mente, eu tenho que responder”, diz Aécio Neves










Nesta quarta-feira (22), o senador e candidato a Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, conversou com o comunicador da Rádio Jornal, Geraldo Freire, sobre a reta final da campanha eleitoral. O tucano reforçou a importância da parceria com o PSB e afirmou que faria o mesmo se Eduardo Campos estivesse vivo e fosse o candidato a disputar o segundo turno com a petista Dilma Rousseff.


Aécio Neves afirmou que a campanha que realiza é propositiva e que não realiza ataques à campanha adversária, apenas responde às críticas feitas a ele.



Esta semana, a campanha do tucano em Pernambuco se mobiliza em busca dos votos de indecisos. Nesta quarta-feira (22), haverá uma caminhada das mulheres, seguida do ato “vem pra rua”, organizado pela militância. Na quinta, caminhada “muda Brasil” é feita por partidários da Praça Maciel Pinheiro com destino à Praça Da Independência, no Centro do Recife. Já na sexta-feira, o comitê da Juventude pró-Aécio realiza um adesivaço, na Avenida Conselheiro Rosa e Silva, nos Aflitos.


Veja algumas das frases destacadas na entrevista de Aécio a Geraldo Freire.


CAMPANHA POLÍTICA


“Estamos na reta final, confiantes. Agora é com eleitor, temos que aguardar a decisão dele.”


“Lula não está fazendo uma campanha de quem está tranquilo, quem está vitorioso. Respeito o Lula, mas faço campanha olhando para frente”


“Sou candidato para falar do futuro e quero ser lembrado como o presidente da república que mais fez pelo Nordeste”


REPASSE DE RECURSOS FEDERAIS


“O dinheiro das verbas não é deles (PT), é de todos e tem que ser liberado. Era o que dizia o Eduardo Campos”


PARCERIA COM O PSB


“Sem dúvida, se Eduardo estivesse vivo, estaríamos juntos. O Eduardo foi muito agredido pelo PT”


“Quero levar as experiências de Eduardo Campos para a área da segurança”


RELAÇÃO COM ADVERSÁRIOS


“Esses ataques do PT são típicos de quem não quer deixar o poder”


“A minha campanha é a campanha propositiva. De cada 22 comerciais do PT, 19 eram me atacando”


“Eu não levo desaforo para casa. Se alguém mente, fala da minha família, eu respondo. Eu tenho 30 anos de vida pública”


“A presidente Dilma dizia anos atrás que eu era um dos melhores governadores do país. Depois muda o discurso”


PROPOSTAS


“Vamos investir em infra-estrutura. No meu governo as obras serão concluídas”


“Nós vamos manter o Bolsa Família e fazer o Brasil crescer controlando a inflação”


FIAT EM GOIANA (PE)


“Sempre fui a favor da descentralização do polo industrial. Mas eu era governador de Minas Gerais. Essa discussão fica pequena porque parece que foi um favor”


>> Debate da Super Manhã


Em 18 de junho, Aécio Neves esteve em Pernambuco e convsersou com Geraldo Freire e os jornalistas Fernando Castilho e Gilvandro Filho. Foi a primeira entrevista após a oficialização da candidatura. Relembre clicando aqui.



terça-feira, 21 de outubro de 2014

Nordestino: PESQUISAS mente e +1 voto AÉCIO irá VENCER

A ex-candidata Marina Silva defende sua campanha. The Wall Street Journal





SÃO PAULO – A ex-candidata Marina Silva defendeu em entrevista sua decisão de não retaliar a enxurrada de ataques da propaganda eleitoral que, de acordo com muitos observadores, destruiu suas chances de se tornar presidente da República e implantar uma plataforma de reformas políticas e ambientais.

“Eu nunca lutaria com as mesmas armas porque, uma vez que você faz isso, se torna exatamente aquilo com o qual está lutando”, afirma, em sua primeira grande entrevista depois da eleição de 5 de outubro, na qual ficou em terceiro lugar e saiu da corrida presidencial.

O que “nós temos hoje é um país onde todas as conquistas estão sob ameaça em razão da degradação da política e das instituições políticas, em razão da corrupção, em razão da falta de credibilidade, em razão da lógica de que ‘vale tudo’ para ter o poder”.

Marina ingressou de forma extraordinária em uma das eleições mais acirradas desde que o país retomou o caminho democrático em 1985. Ela entrou tardiamente na disputa a presidente ao substituir o candidato do Partido Socialista, Eduardo Campos, que morreu em um acidente de avião. Em certo momento, as pesquisas a colocaram dez pontos à frente da atual presidente, Dilma Rousseff.

Mas sua campanha retrocedeu de forma quase tão dramática sob uma avalanche de propagandas com ataques agressivos. O então terceiro candidato, Aécio Neves, se beneficiou de sua queda em meio à percepção de que ele iria enfrentar com mais força do que Marina a campanha de Dilma Rousseff.

Aécio Neves subiu e ficou em segundo lugar na eleição de 5 de outubro. Uma pesquisa publicada pelo Datafolha na quarta-feira (15) deu a ele uma vantagem de dois pontos percentuais sobre Dilma Rousseff –empate técnico— no segundo turno.

Na entrevista, Marina Silva disse que o péssimo estado da política brasileira a motivou a apoiar Aécio Neves, apesar de o partido social-democrata ter se colocado no lado oposto de negociações sobre questões fundamentais, como o desmatamento.

Para conquistar o apoio de Marina, que obteve 21% dos votos no primeiro turno, Aécio Neves prometeu proteger o meio ambiente e promover reformas políticas, como o fim da reeleição. Ele também vai incluir um pronunciamento de Marina em sua propaganda eleitoral que vai ao ar durante a noite. Ela admite que nem todos os seus apoiadores vão votar no conservador Aécio Neves. Mas seu apoio pode dar a ele uma vantagem em uma eleição apertada.

Marina é uma figura rara no cenário político do Brasil. Nascida em uma família pobre da Amazônia, ela entrou na política ao lado de Chico Mendes, ativista que defendia a floresta e foi assassinado, e se tornou senadora e ministra do Meio Ambiente no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, antes de romper com a legenda por conta das diferenças em relação à política para a Amazônia.

Sobrevivente da malária e de outras doenças potencialmente fatais durante a infância, Marina Silva se tornou a primeira mulher negra a se candidatar para a Presidência da República.

“Nascida pobre, negra, mulher, eu superei todos os tipos de preconceito que podem ser lançados contra você, às vezes de forma cruel”, disse ela, revelando um sentido apurado do que precisa mudar no Brasil.

Entre suas atuais preocupações estão as investigações da Polícia Federal sobre um suposto esquema de desvio de recursos envolvendo aliados do esquerdista Partido dos Trabalhadores de Dilma Rousseff na estatal de petróleo. “A Petrobras, que antes estava em reportagens de negócio, de economia e de ciências, está agora nos registros policiais.”

O porta-voz de Dilma Rousseff não quis comentar.

Mas Marina afirma que a campanha teve um impacto também pessoal. Disse que a campanha de Dilma empenhou-se em “mentiras” deslavadas para “aniquilá-la” como pessoa.

Um exemplo citado por Marina Silva: ela foi acusada de estar em uma trama com banqueiros para prejudicar os pobres. Em uma das propagandas, os banqueiros riam diabolicamente enquanto uma família via a comida evaporando de seus pratos ao se sentar para jantar.

Embora anúncios assim sejam usados em algumas eleições americanas, eles são incomuns no Brasil.

Marina ficou visivelmente emocionada ao descrever um discurso de campanha no mês passado feito por seu antigo mentor político Luiz Inácio Lula da Silva, o fundador do Partido dos Trabalhadores, que, segundo ela, a acusou falsamente de querer cessar a exploração de petróleo em águas profundas. Na década de 80, Marina Silva chegou a percorrer, mesmo grávida, estradas de terra para fazer campanha para Lula.

“A única coisa que eu posso dizer é que pretendo continuar lutando pelos mesmos ideais pelos quais lutávamos no passado”, disse Marina.

No rescaldo de uma campanha dura, afirmou estar comprometida com a tentativa de mudar o Brasil, mas disse que não precisa ser presidente para fazê-lo.

“Meu objetivo não é ser presidente da República, o meu objetivo de vida é que o mundo seja um lugar melhor, que o Brasil melhore”, disse.

Publicado em 15/10/2014
- Por John Lyons e Luciana Magalhães - The Wall Street Journal



ERROS RECURRENTES DA PESQUISA DATA FOLHA.

PESQUISA DATA FOLHA



DETALHES DA PESQUISA 




Analisando os números da própria pesquisa divulgada hoje ( 20/10) por região tem-se o seguinte :


Região Sul :

Aécio 61%

Dilma 39%

Região Sudeste :

Aécio 59%

Dilma 41%

Região Centro-Oeste :

Aécio 63%

Dilma 37%

Região Nordeste :

Aécio : 32%

Dilma : 68%

Região Norte

Aécio : 44%

Dilma : 56%

Segundo o TSE o número de eleitores por região é :

Região sul : 20.825.700

Aécio 61% : 12.703.677

Dilma 30% : 8.122.023

Sudeste : 60.968.400

Aécio 59% : 35.971.356

Dilma 41% : 24.997.044

Centro-Oeste : 10.081.500

Aécio 63% : 6.351.345

Dilma 37% : 3.730.155

Nordeste : 38.225.100

Aécio 32%: 12.233.032

Dilma 68% : 25.993.068

Norte : 10.659.600

Aécio 44% : 4.690.224

Dilma 56% : 5.969.376

TOTAL

AÉCIO : 71.948.634

51,2 %

DILMA : 68.811.666

48,8%

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

The New York Times: escândalo da Petrobras influenciará eleições brasileiras

Matéria do jornal norte-americano analisa a repercussão dos depoimentos do ex-diretor da Petrobras na corrida presidencial


O escândalo da Petrobras ganhou espaço no jornal norte-americano The New York Times. As consequências do depoimento de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da estatal, na disputa presidencial do segundo turno foram discutidas pelo periódico. A matéria de Simon Romero, veiculada neste domingo (19/10), destacou que as investigações podem prejudicar a presidente Dilma Rousseff (PT) durante a campanha. Aécio Neves (PSDB), adversário da petista, estaria se aproveitando da situação para angariar votos. O texto afirma que o caso irá complicar uma eleição já tumultuada.

A matéria classifica o episódio como um "esquema de suborno de escala épica". Costa é o personagem principal da reportagem, já que confessou os repasses de verba da companhia petroleira para três partidos (PT, PMDB e PP). O ex-diretor foi preso pela Operação Lava Jato e fez um acordo de delação premiada com os procuradores, visando a redução da pena. Um especialista em justiça brasileira declarou ao jornal que empresas estatais são mecanismos de financiamento da corrupção. O estudante da Universidade Americana diz que o processo oferece conclusões corrosivas sobre a democracia no Brasil.

De acordo com o New York Times, Dilma é questionada sobre o seu conhecimento do caso à época. A presidente é acusada de negligência por manter Paulo Roberto Costa na Petrobras até 2012. Em debate realizado neste domingo (19/10), Aécio Neves perguntou a presidente se ela pretende manter João Vaccari Neto como tesoreiro do PT. O petista está envolvido no pagamento de propinas para a base aliada do governo com dinheiro da estatal. Dilma rebateu a acusação citando o ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, que supostamente se beneficiou do esquema. A notícia do jornal americano trata do assunto ao explicar que Guerra pode ter aceitado suborno e arquivado o inquérito sobre irregularidades na Petrobras, em 2009


Leia mais em Eleições 2014

O artigo de Romero sugere que se os depoimentos sobre o escândalo forem verdadeiros, o fato da Petrobras superaria o mensalão na esfera da corrupção. O texto questiona como uma empresa da importância da Petrobras deve ser gerenciada, pois Dilma havia integrado o Conselho Administrativo da petroleira. Analistas afirmam que assim como a maior empresa brasileira, outras estatais correm o risco de serem instrumentos dos interesses de coligações partidárias. O texto cita Costa: "Ninguémnasce para se tornar um general nas forças armadas sem ser recomendado, é óbvio que nenhum partido escolhe alguém com base apenas na sua capacidade técnica."
Correio Braziliense - Eleições 2014

3º Debate na Record




Ciro Gomes fala sobre Dilma

EU MANDO, EU DECIDO...., na sua casa



DILMA ROUSSEFF: "Eu mando investigar. Eu faço questão que a Polícia Federal investigue"







Este é o terceiro debate presidencial em que a candidata do PT repete a mesma incorreção. 

Na realidade, quem confere autonomia de investigação à Polícia Federal --inclusive sobre instituições e pessoas ligadas a órgãos governamentais-- é a Constituição Federal, conforme se lê em seu artigo 144, que descreve as atribuições do departamento:

"Apurar infrações penais contra a ordem política e social ou em detrimento de bens, serviços e interesses da União ou de suas entidades autárquicas e empresas públicas, assim como outras infrações cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional e exija repressão uniforme" (Parágrafo 1º).