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sábado, 19 de julho de 2014

Tiririca (PR-SP) é palhaço, mas não é bobo


Besouro Tiririca (PR-SP) declarou ser dono de um Fusca 1972. O deputado é palhaço, mas não é bobo: também pilota um Land Rover 2013


uol




Do comando da Campanha do Pensamento Único





FOLHA, Poder 

Capital humano é o que Brasil precisa

Encontrei este artigo na Página do Governador Simão Jatene no facebook
https://www.facebook.com/sjatene/posts/208788102634374

 Precisa-se de Matéria Prima para construir um País


Por João Ubaldo Ribeiro 

A crença geral anterior era que Collor não servia, bem como Itamar e
Fernando Henrique. Agora dizemos que Lula não serve.
E o que vier depois de Lula também não servirá para nada..

Por isso estou começando a suspeitar que o problema
não está no ladrão corrupto que foi Collor, ou na farsa que é o Lula.
O problema está em nós. Nós como POVO.
Nós como matéria prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA" é a moeda
que sempre é valorizada, tanto ou mais do que o dólar.

Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma
virtude mais apreciada do que formar uma família, baseada em valores e
respeito aos demais.

Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais
jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas
caixas nas calçadas onde se paga por um só jornal...
E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO OS DEMAIS ONDE
ESTÃO.

Pertenço ao país onde as "EMPRESAS PRIVADAS" são
papelarias particulares de seus empregados desonestos, que levam
para casa, como se fosse correto, folhas de papel, lápis, canetas, clipes
e tudo o que possa ser útil para o trabalho dos filhos ...e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde a gente se sente o máximo
porque conseguiu "puxar" a tevê a cabo do vizinho, onde a gente frauda a
declaração de imposto de renda para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país onde a impontualidade é um hábito.

Onde os diretores das empresas não valorizam o
capital humano.

Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as
pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo
por não limpar os esgotos.

Onde pessoas fazem "gatos" para roubar luz e água e
nos queixamos de como esses serviços estão caros.

Onde não existe a cultura pela leitura (exemplo maior
nosso atual Presidente, que recentemente falou que é "muito chato
ter que ler") e não há consciência nem memória política, histórica nem
econômica.

Onde nossos congressistas trabalham dois dias por semana para aprovar
projetos e leis que só servem para afundar ao que não tem, encher o saco
ao que tem pouco e beneficiar só a alguns.

Pertenço a um país onde as carteiras de motorista e os certificados
médicos podem ser "comprados", sem fazer nenhum exame.

Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança
nos braços, ou um inválido, fica em pé no ônibus, enquanto a pessoa que
está sentada finge que dorme para não dar o lugar.

Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o
pedestre. Um país onde fazemos um monte de coisa errada, mas nos
esbaldamos em criticar nossos governantes.

Quanto mais analiso os defeitos do Fernando Henrique e do Lula, melhor me
sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem "molhei" a mão de um guarda
de trânsito para não ser multado.

Quanto mais digo o quanto o Dirceu é culpado, melhor sou eu como
brasileiro, apesar de ainda hoje de manhã passei para trás um cliente
através de uma fraude, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não! Não! Não! Já basta!!.

Como "Matéria Prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas nos falta
muito para sermos os homens e mulheres que nosso país precisa.

Esses defeitos, essa "ESPERTEZA BRASILEIRA"
congênita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até
converter-se em casos de escândalo, essa falta de qualidade humana, mais do
que Collor, Itamar, Fernando Henrique ou Lula, é que é real e
honestamente ruim, porque todos eles são brasileiros como nós, ELEITOS POR NÓS.
Nascidos aqui, não em outra parte...

Me entristeço.

Porque, ainda que Lula renunciasse hoje mesmo, o próximo presidente que
o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima
defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada...

Não tenho nenhuma garantia de que alguém o possa fazer melhor, mas
enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar
primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Collor, nem serviu Itamar, não serviu Fernando Henrique, e nem
serve Lula, nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa?

Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a
força e por meio do terror?

Aqui faz falta outra coisa.
E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de
baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro
para os lados, ou como queiram, seguiremos
igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente sacaneados!!!

É muito gostoso ser brasileiro.
Mas quando essa brasilinidade autóctone começa a ser
um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, aí a
coisa muda...

Não esperemos acender uma vela a todos os Santos, a ver se nos mandam um
Messias.

Nós temos que mudar, um novo governador com os mesmos
brasileiros não poderá fazer nada.
Está muito claro... Somos nós os que temos que
mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que
anda nos acontecendo:
desculpamos a mediocridade mediante programas de
televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente decidi
procurar o responsável, não para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim,
exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça de surdo, de
desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO QUE
O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO EM OUTRO LADO.

E você, o que pensa?.. MEDITE!

https://www.facebook.com/sjatene/posts/208788102634374





De volta ao Nordeste, Campos retoma críticas a Dilma


SÃO PAULO - Depois de se mudar para São Paulo, de onde centralizará a sua campanha para o Planalto pelo PSB, o ex-governador Eduardo Campos (PE) voltou ao Nordeste neste sábado (19) para fazer campanha em Alagoas e Pernambuco e retomar as críticas ao governo da presidente Dilma.

Campos disse em Maceió que o governo federal não cumpriu os compromissos assumidos com o Nordeste. Segundo ele, a região acreditou no governo, mas não teve o respeito merecido."O Nordeste real sente a falta de um governo em que acreditou", disse o candidato do PSB, ex-aliado de Dilma.

Ele listou obras federais prometidas e não realizadas, como as do canal do sertão, que, segundo Campos, não produziu até hoje "um palmo de agricultura irrigada". Ele citou ainda a melhoria das estradas alagoanas e pernambucanas para incrementar o turismo na região.

O presidenciável do PSB disse esperar que o Nordeste se una em torno de sua candidatura. "Tenho certeza que, como nordestino, o Nordeste vai se unir para nos levar ao segundo turno, para fazer a mudança que o Brasil reclama nesse momento", disse.

Segundo o Datafolha, Campos está em terceiro lugar na corrida presidencial, com 8% das intenções de voto. Ele aparece atrás do senador Aécio Neves (PSDB), segundo colocado com 20%, e da presidente Dilma Rousseff (PT), que lidera a disputa com 36%.

(FolhaPress)

Fala o que não deve, escuta o que não quer

Em resposta a críticas, Alckmin pede que Lula 'dê o exemplo'


SÃO PAULO - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), evitou polemizar as provocações feitas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o primeiro ato de campanha do PT no Estado, nesta sexta-feira (18).

Em nota, Alckmin respondeu ao petista sem citá-lo nominalmente. "Disputa política se faz com respeito e educação. É isso o que quer a sociedade. É isso o que quer São Paulo. Os líderes políticos deveriam dar o exemplo", disse. Candidato à reeleição, o tucano disputa o governo do Estado com o petista Alexandre Padilha, afilhado político de Lula.

Na sexta-feira (18), em cima de um carro de som na praça da Sé, no centro da capital paulista, o ex-presidente criticou Alckmin para uma plateia de militantes. O petista afirmou que as gestões dos tucanos nos últimos 20 anos no Estado são tão problemáticas que "nem água para beber estão garantindo para o povo", em referência à crise de água no Estado.

Lula ainda provocou diretamente o governador. "Eu não sei quantos banhos por dia está tomando o governador, mas tenho certeza que na periferia as pessoas não estão tomando banho para ter água para lavar roupa ou lavar a louça. Se ele não sabe disso, é importante alguém contar", disse.

Com o início da campanha eleitoral, o PT tenta reverter os resultados das pesquisas de intenções de votos no Estado. Pesquisa Datafolha divulgada na quinta (17) mostrou Alckmin com 54%, seguido de Paulo Skaf (PMDB), com 16%. Padilha pontua 4%.

(FolhaPress)

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Marina reforça campanha sem Campos

Com um broche do Rede Sustentabilidade grudado no lado direito do peito, a ex-senadora Marina Silva (PSB) distribuiu na tarde de ontem acenos, sorrisos e abraços e parou dezenas de vezes para tirar fotos no centro de Santo André, na região metropolitana de São Paulo. "Oi, tudo bem? Ajuda a gente", dizia Marina, a cada aperto de mão. "Desta vez a senhora consegue", respondiam curiosos. Câmeras e microfones registravam cada passo de Marina que, em uma hora de caminhada em uma rua de comércio popular, foi tratada como candidata. O nome de Eduardo Campos, postulante à Presidência do PSB, passou ao largo do evento de campanha da vice na chapa.

"Voto na Marina porque ela é batalhadora. Este ano ela vai conseguir", disse a vendedora Andréia Leme, de 40 anos. A vendedora não sabia que Marina é, na verdade, vice. Informada que o candidato é Eduardo Campos, respondeu: "Ih, eu não conheço. Mas se está com Marina é gente boa", disse. A vendedora Isabela da Silva Alves, de 18 anos, também declarou voto na ex-senadora. "Vou votar na moreninha. Ela é do PV, né", disse, confundido com a eleição de 2010, quando Marina disputou a Presidência pelo PV e ficou em terceiro lugar.

Sem a presença de Campos, Marina circulou à vontade pelo comércio, acompanhada por um pequeno séquito e por cabos eleitorais de um vereador, candidato a deputado, que erguiam placas com o nome do parlamentar a cada foto. Em raríssimas vezes Marina citou "Eduardo" ou o fato de ser vice na chapa. Apenas no fim da caminhada colou um adesivo na blusa, com "É 40", ao lado do broche do Rede. No mesmo dia, o candidato à Presidência do PSB não teve agenda de campanha pública.

Segundo um dos principais articuladores do Rede Sustentabilidade, Pedro Ivo Batista, Marina fará mais campanha sem Campos do que ao lado do candidato. "Eles vão fazer duas ou três agendas conjuntas por semana. Vão se dedicar a fazer cinco agendas semanais sozinhos. Vai ser assim pelo menos até agosto. Depois a gente reavalia", disse Pedro Ivo, que acompanhou a caminhada.

Eleitores fizeram confusão sobre qual nome estará nas urnas nas eleições. Trabalhadora em uma entidade de filantropia, Luciene Lourenço, de 47 anos, abordou a ex-senadora para dizer que sua filha votará nela nesta eleição. "Na eleição passada eu votei no PT, mas este ano não votarei não. Perdi a confiança", disse, sinalizando que também pretendia votar em Marina. Em seguida, lembrou que a ex-senadora é vice. "Mas qual é o nome mesmo do candidato? Não sei", disse. O vendedor Rogério Canamaschi, de 42 anos, parou Marina na rua para declarar apoio. "Esse Campos eu não conheço. Acho que a Marina deveria ser candidata, né? É engraçado ele ser o candidato, porque não é conhecido".

Marina não mostrou preocupação com o fato de ser confundida como a candidata. "Na hora em que tiver oportunidade, no programa eleitoral, com a cobertura [da imprensa], as pessoas vão perceber. Muita gente diz que vai votar nos dois. É um problema só de chegar informação para as pessoas", disse a jornalistas.

A ex-senadora minimizou as divergências entre seu grupo, o Rede Sustentabilidade, e o comando do PSB. Em 14 Estados houve acordo em torno dos candidatos, porém em 13 Estados há divergências e os dois grupos seguem separados. São Paulo é um exemplo da divergência: Marina queria candidatura própria e um nome do Rede ao Senado, mas o PSB paulista, com respaldo de Campos, aliou-se à candidatura de reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Marina disse que manterá a autonomia onde não há acordo e afirmou que se votasse em São Paulo escolheria o senador Eduardo Suplicy (PT) na disputa pelo Senado, em detrimento ao candidato da chapa de Alckmin, José Serra (PSDB).

Por Cristiane Agostine | De Santo André (SP) Valor.


quinta-feira, 17 de julho de 2014

Dilma lidera com 36%, mas empata com Aécio no 2º turno, diz Datafolha


Com 36% das intenções de voto na simulação de primeiro turno, a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, mantém a liderança da disputa pelo Palácio do Planalto. Mas, pela primeira vez, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) aparece tecnicamente empatado com ela no teste de segundo turno.

Segundo o Datafolha, se o turno final da disputa fosse hoje, Dilma teria 44% dos votos, Aécio alcançaria 40%. Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos, eles estão na situação limite de empate técnico.

Num eventual disputa de segundo turno contra o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), o resultado seria 45% para Dilma contra 38% para Campos. É também a menor diferença entre os dois na série de nove pesquisas do Datafolha com este cenário desde agosto de 2013.

Em relação à pesquisa anterior, feita no começo do mês, o quadro do primeiro turno apresenta pouca diferença. Em 15 dias, Dilma oscilou de 38% para 36%. Aécio manteve os 20%. Campos oscilou de 9% para 8%.

Juntos, todos os rivais de Dilma também somam 36%. Considerando a margem de erro, portanto, não é possível dizer se haveria ou não segundo turno se a disputa fosse hoje.

A oscilação negativa de Dilma no primeiro turno e a aproximação de seus rivais em simulações de segundo turno são coerentes com o aumento do percentual de eleitores que julgam o atual governo como ruim ou péssimo.

Conforme a pesquisa, 29% desaprovam a gestão Dilma. Este é, numericamente, o maior percentual de ruim e péssimo para a petista desde o início de sua gestão, em 2011.

Já o total de eleitores que classificam a administração como boa ou ótima são 32% agora, praticamente a mesma taxa apurada no fim de junho de 2013, imediatamente após a grande onda de protestos pelo país. Naquela ocasião, a taxa de aprovação à gestão petista despencou de 57% para 30%.

Em relação à pesquisa anterior, a taxa de rejeição a Dilma subiu de 32% para 35%. O segundo mais rejeitado é o candidato Pastor Everaldo (PSC), que tem 3% das intenções de voto, mas 18% de rejeição. Os que rejeitam Aécio oscilaram de 16% para 17%. Campos mantém os 12% da pesquisa anterior.

O Datafolha ouviu 5.377 eleitores em 223 municípios na terça (15) e nesta quarta-feira (16). O levantamento foi encomendado pela Folha em parceria com a TV Globo.

Ato falho





terça-feira, 15 de julho de 2014

Copa 2014. Arrogância, a mãe da última desgraça

Antes do jogo contra a Holanda, José Maria Marin estava disposto a manter Felipão no cargo, mas acontecimentos durante e depois da partida fizeram o presidente da CBF mudar de ideia.

Enquanto a derrota ainda era escrita, pegou mal o fato de Neymar, Hulk e Daniel Alves orientarem os companheiros. Soou como uma perda de comando por parte do técnico.

Ao final da disputa pelo terceiro lugar, os 3 a 0 aplicados pelos holandeses deixaram Felipão com um pé na rua, pois passaram a ser dois vexames seguidos e dez gols tomados em duas partidas.

A situação de Scolari se complicou dramaticamente na entrevista coletiva. A análise generosa do desempenho da seleção e a lembrança de suas conquistas pessoais soaram como arrogância e cortina de fumaça para encobrir os maus resultados.

Foram afirmações como “desde 2002 [quando o Brasil foi campeão com Felipão] não chegávamos às semifinais”, “disputei três Copas do Mundo e fiquei entre os quatro em todas”, “não jogamos mal” e “tivemos momentos muito bons”. Depois do show de autoconfiança, Marin teve a certeza de que a situação do treinador estava insustentável. O sentimento da cúpula da Confederação Brasileira passou a ser de que Scolari ficaria com a imagem de arrogante, justamente no momento em que a CBF quer um treinador com apoio popular. Não dava mais para manter Felipão.


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