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sábado, 29 de maio de 2010

Eleições 2010 - Serra ataca: Bolívia a mae de todas as culpas (the mother of all guilt)

Serra acusa a Bolívia pelo tráfico de drogas no Brasil.

As críticas do Serra a Bolívia pelo ingresso de drogas na fronteira com Brasil, são extremamente superficiais, arrogantes e prepotentes.

Ele não sabe distinguir entre países produtores de drogas e consumidores.

Utiliza os mesmos argumentos dos Estados Unidos, quando acusa ao México de todos os desastres, pelo alto consumo de drogas no País do Norte.

Foi necessário ouvir muitas vezes o candidato para acreditar que essa infeliz declaração era mesmo do José Serra. Ele sozinho está cavando seu próprio túmulo.

Leia a mátéria

Em visita à capital do Mato Grosso, o presidenciável José Serra (PSDB), elevou o tom contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste sábado (29) e reforçou as acusações contra a suposta ajuda da Bolívia a narcotraficantes.

 
Depois disso, o ex-governador de São Paulo - Estado que viu a violência aumentar no primeiro trimestre deste ano -, voltou à carga contra o presidente da Bolívia, Evo Morales.

Nesta semana, o tucano acusou o mandatário do país vizinho de "no mínimo" fazer vistas grossas para o tráfico de drogas que age no Brasil e passa pela fronteira sem nenhuma fiscalização.

"Parece que virou política de governo, mandar coca e destruir nossa juventude. Noventa por cento da cocaína consumida no Brasil vem da Bolívia", atacou Serra. Segundo ele, Morales abandonou um programa de erradicação da planta de coca no país vizinho. "Ele é cúmplice porque expandiu em três vezes a produção (...) A coca precisa parar de entrar no Brasil, porque está destruindo a juventude brasileira", afirmou.

O tucano ainda se comprometeu a indicar um jurista para o cargo de ministro da Justiça se for eleito. Essa pasta trata da Polícia Federal, que tem, entre outras atribuições, a obrigação de fiscalizar fronteiras. Para o presidenciável, é preciso indicar pessoas que têm experiência para a pasta, "como membros do Ministério Público, porque os políticos só fazem relações [institucionais] com os tribunais, e não pensam em políticas de segurança".

Leia a mátéria completa no UOL Aqui

REFLEXÃO DA SEMANA - RECOMENDO AMPLAMENTE, DEMAIS

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Imprensa - Vale a pena ler de novo

FOLHA SUPERLATIVA


Novíssima, Ilustríssima e esquecidíssima

Por Alberto Dines em 25/5/2010


História faz bem, há quem diga que a nostalgia pode ser revolucionária: houve um tempo em que o New York Times levava anos para consumar alterações insignificantes nas fontes tipográficas ou na largura das colunas. No fim ninguém notava, apenas os especialistas e, óbvio, a visão dos leitores idosos.



Quanto menos perceptível, melhor avaliada seria a mudança. Sua majestade, o leitor, não poderia ser incomodado, mesmo num tempo em que as pesquisas de opinião eram raras. Seus hábitos de leitura eram sagrados, intocáveis. Sua relação com o jornal – ou, se quisermos, sua fidelidade ao jornal – fazia-se através de rígidas rotinas e rituais inflexíveis armando vínculos mútuos de confiança.



Uma pequena mudança na previsão do tempo e o sobressalto provocado pelo deslocamento de um articulista, cartum ou receita de bolos poderiam provocar graves rompimentos e debandada de assinantes. Alterações no visual e na organização do espaço exigiam demorados cuidados e extremadas precauções. Não mexa no jornal, mexa com o leitor. Obrigue-o a pensar.



Sensações mais fortes eram transmitidas através das notícias e neste caso os editores tinham carta branca para provocar trepidações inclusive visuais. A matéria prima e a função do jornal era – adivinhem! – o jornalismo. O tamanho das manchetes (uma, duas ou três linhas) e o uso de fontes diferenciadas (bold, negras, ou light, leves) resultavam de uma hierarquização natural, implícita no processo de relatar fatos antes mesmo de Gutenberg.



O lugar da opinião Esta linguagem nuançada e tonal visava um entendimento, um diálogo, entre aqueles que até há pouco eram designados como emissor e destinatário e agora atendem pelo nome de mediador e mediado. Manchetes diárias em bold produzem o mesmo efeito de e-mails em maiúsculas.



Jornais gritados não são ouvidos. Vespertinos e tablóides usavam claves mais estridentes, mas obrigatoriamente graduadas. Matutinos permitiam-se o uso da gama completa de entonações e sinais sempre adaptados e regulados pelo peso específico do material que transportavam. Em 1952, por intermédio do Diário Carioca (então dirigido por Danton Jobim e Pompeu de Souza), ocorreu a primeira revolução no moderno jornalismo brasileiro. A introdução do lead, lide, com a adoção da narrativa direta exigiu um redesenho dos jornais e uma distribuição menos atabalhoada do noticiário.



A revolução seguinte deu-se no Jornal do Brasil, em 1956, onde as inovações experimentadas quatro anos antes no DC foram combinadas à nova estética concretista. Liderados por Odylo Costa, filho, um grupo de jovens e brilhantes profissionais entre os quais o escultor Amilcar de Castro e os jornalistas Reynaldo Jardim, Janio de Freitas, Ferreira Gullar, Carlos Lemos, Wilson Figueiredo – para citar apenas alguns – produziu a mais feliz e duradoura reforma jamais feita na imprensa brasileira. Manteve-se intacta até os anos 1990 e mesmo diluída no jornal-matriz esparramou-se como paradigma da modernidade jornalística do norte ao sul do país. Alguns de seus aportes estão visíveis até hoje (chamadas de primeira página com textos-resumo, espaços em branco no lugar dos fios de paginação etc.).



O Jornal da Tarde é um caso à parte, especial: não foi uma reforma, foi um novo produto associado a um novo conceito inspirado no New York Herald Tribune – o jornal-revista aceso, criativo, alegre. Este passado precisa ser coletado, ruminado e reciclado. O futuro não pode ser visto como banalidade ou ato de desespero. Coube à Folha de S.Paulo, em 1975, iniciar a mais original, a menos ostensiva e a mais eficaz reforma jornalística brasileira com profundas implicações no processo político.



Orquestrada por Cláudio Abramo e acompanhada de perto pelo publisher Octávio Frias de Oliveira, a reforma consistiu na simples reintrodução do ingrediente fundamental do jornalismo – a opinião – tornada inútil pela censura e autocensura do regime militar. A promessa de uma distensão política levou Frias & Abramo a materializar um dos preceitos básicos da imprensa: podem existir jornais sem notícias, mas jornais sem opinião não sobrevivem.



Páginas permanentes No magnífico desfile de grafismos exibidos na nova Folha de S.Paulo desde o domingo (23/5), há duas páginas-monumento, espaços-símbolo, ícones de perenidade no meio do turbilhão. Estão lá há 35 anos, desde junho de 1975, praticamente intocadas, desafiando os bulldozers da inovação.



O elegante conjunto formado pelas antigas páginas Dois e Três, agora designadas alfanumericamente como A-2 e A-3, foi refinado e retocado nas diferentes reformas do jornal mas ninguém conseguiu desmontar sua essência, estrutura e funcionalidade. Não conseguiram ou não tentaram. Por respeito, devoção ou incapacidade de produzir algo tão nobre e digno. Tão jornalístico e permanente. Registre-se que a reforma que implantou estas tarimbadas e quase-gêmeas vitrines de opinião (criadas com semanas de diferença) não foi mencionada no histórico das mudanças e façanhas dos jornais do grupo Folha (caderno "Novíssima", pág. 11). Será mencionada na próxima reforma. Então, até lá.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Sucessão - Desenrola empréstimo de RS$ 366 milhões

Foi aprovado o substitutivo de autoria do Deputado Parsifal Pontes que autoriza o Estado a contrair o empréstimo de R$ 366 milhões.

Aquilo que já tinha falado em outro post, neste mesmo blog. Jader não é mais candidato ao Governo, apoia a reeleição da Governadora, no primeiro ou no segundo turno e será, como Jader sempre tinha pensado, candidato ao Senado Federal. O resto é so conversa para enrolar ao povo. 

Excelente saída, foi bom para ele, para o povo do Pará, bom para todos.

Política - Deu no Blog do Jader

Jader nunca foi condenado

Resposta do Deputado Jader Barbalho a matéria da Revista Veja que foi repercutida pelo Jornal O Liberal. 24 de maio de 2010

Começa a campanha eleitoral e os invejosos, ressentidos e frustrados, a quem não devo favores, passam a me atacar.

Meus inimigos são obrigados a esconder pesquisas contratadas a peso de ouro, que apontam meu nome como favorito do eleitor paraense, resta-lhes a via da calúnia, fruto do desespero deles.

A cada eleição os caluniadores atacam. Eles sabem que JAMAIS fui condenado, em nenhuma instância, portanto, não me enquadro nos chamados Fichas Sujas, como querem desinformar a Veja e O Liberal.

A Veja - todo mundo sabe - começou sua campanha contra mim porque Antônio Carlos Magalhães assim o queria e deve ter pago bem alto por isso. Todas as vezes em que a VEJA me atacou - moral e politicamente – havia um encarte do Governo da Bahia.

Não é preciso ter muitos neurônios para somar dois mais dois. Quanto a O liberal, seus dirigentes não gostam de mim porque nunca me curvei a chantagens. Não lhes dei as muletas financeiras do governo, sem as quais não andam.

O grupo Liberal está sempre pronto a servir a quem o procura com milhare$ de argumentos. O grupo Liberal responde a processo na Sudam, por mau uso do dinheiro público.

No governo tucano, O liberal recebia mais de 40 milhões em publicidade, todos os meses. Por isso o jornal foi contra a eleição de Ana Júlia.

Só pra lembrar: manchete de o Liberal no dia do 2º. turno da eleição Almir Gabriel x Ana Júlia: Almir cresce! Almir foi derrotado por 300 mil votos.

O resto é história. Infelizmente o governo Ana Júlia não teve coragem de processar O Liberal, que recebia por mês 500 mil reais para usar o equipamento de transmissão da Funtelpa para levar sua programação a todo o Pará.

É o único caso, no mundo, em que o dono da casa paga para o inquilino usar o seu bem. A Revista Veja e o jornal O liberal são instrumentos autoritários, estimulados por milhões de argumentos que não mais deveriam existir.

Vivem às custas de royalties das injúrias,pagas com o dinheiro público. Acham que estão acima das leis e que podem caluniar à vontade. De nada adianta me caluniar.

O povo do Pará vivenciou as minhas administrações e é por isso que estou presente na mente e no coração da população mais pobre. A esse povo que sempre demonstrou seu bem querer, que confia em mim, que me prestigia é que eu dedico a minha vida.

É pelo povo do meu Pará que atuo na vida pública.

A INVEJA É UMA MERDA!

JADER BARBALHO

domingo, 23 de maio de 2010

Biopirataria legalizada - O REINO UNIDO NAVEGA NA MAIONESA: PROPÕE O ESTABELECIMENTO DE UM REGIME INTERNACIONAL SOBRE ACESSO À BIODIVERSIDADE E REPARTIÇÃO DOS BENEFÍCIOS. Isso é locura!

TENDÊNCIAS/DEBATES (Folha de São Paulo)

O Brasil e sua biodiversidade

ALAN CHARLTON (*)
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O maior desafio no Brasil é o gerenciamento sustentável do uso da terra, o que inclui também a sustentabilidade do setor agrícola nacional
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O Brasil está emergindo no cenário global e pode ser mais que uma potência convencional. Ele abriga um quinto de todas as espécies conhecidas e dois terços das florestas tropicais existentes. Essa rica variedade de plantas e animais, ou a biodiversidade, pode fazer do Brasil uma potência verde.

O que é essa tal de biodiversidade? Em poucas palavras, é a vida que nos rodeia, de organismos que fertilizam o solo a florestas que fornecem chuva para regar culturas agrícolas.

Essa complexa rede de vida nos nutre, nos veste e provê a base para nossas economias. Somos totalmente dependentes dela. A biodiversidade está em risco.

O mundo não conseguirá atingir a meta global de conter a perda de biodiversidade até 2010.

Continuamos a perder espécies a taxas nunca antes vistas. Se formos reverter essa tendência, precisamos trabalhar contra os vetores de perda e transversalizar o tema em políticas públicas. Muitas pessoas estão trabalhando para transformar esses desafios em oportunidades. Em recente visita ao Acre, vi como o Estado busca integrar crescimento econômico, proteção do meio ambiente e inclusão social.

Vi a fábrica de preservativos feitos do látex de seringueiros locais, a produção de pisos e telhas com madeira certificada e projetos de geração de renda por meio da produção de castanhas e frutas -tudo sem desmatar ilegalmente.

Devemos continuar o trabalho para proteger a biodiversidade e os ecossistemas: fortalecer as áreas protegidas, avaliar a contribuição delas para nossas economias e apoiar pesquisa científica para entender melhor como conservá-los.

A preservação da biodiversidade e a estabilidade do clima são intrinsecamente ligadas, especialmente no Brasil. O chamado mecanismo de redução de emissões por desmatamento e degradação (REDD) poderá evitar emissões e ao mesmo tempo conservar a biodiversidade e reduzir a pobreza de pessoas que dependem diretamente das florestas para sua sobrevivência.

O maior desafio no Brasil é o gerenciamento sustentável do uso da terra, o que inclui a sustentabilidade do setor agrícola. Pesquisas de ponta da Embrapa e técnicas como o plantio direto prometem fortalecer a produção agrícola e promover ganhos ambientais.

O desafio será fazê-lo ao mesmo tempo em que se protegem a Amazônia e o cerrado. Vinte e dois de maio foi o Dia, e 2010 é o Ano Internacional da Biodiversidade. Datas importantes para que reflitamos sobre o valor que atribuímos aos frágeis ecossistemas da Terra. Eles estão sob ameaça. Ao ameaçá-los, estamos colocando em risco nosso bem-estar e nossa prosperidade.

Em outubro, no Japão, haverá a décima reunião da Convenção sobre Diversidade Biológica. O Reino Unido espera que cheguemos a um acordo quanto a uma nova meta global de redução da perda de biodiversidade e ao estabelecimento de um regime internacional sobre acesso à biodiversidade e repartição dos benefícios que dela derivam. Esperamos poder continuar trabalhando com o Brasil para assegurar a conservação e o uso sustentável da biodiversidade global.

(*) embaixador do Reino Unido no Brasil.

Política - Brasil, USA, militarismo, Lula, PT e socialismo - Debate imperdível (brasileiro e venezuelano)

Este é um debate que passou pelo Blog e estou publicando pela importância dos temas alí tratados.

O atores são um venezuelano e um brasileiro. Os dois bons intelectuais, professores e pesquisadores.

O debate vai e vêm, com réplica, treplica e quadréplica e vai longe...

Aqui só selecionei uma parte do debate.

O brasileiro.

Vivemos uma fase histórica em que uma nova força global com potencialidades de superpotência – o Brasil - se levanta – ainda sonolenta e está saindo da UTI do colonialismo.

Em conseqüência disso, a política externa do Brasil deu saltos de qualidade que ainda estão longes de serem digeridos pela própria sociedade. Se observamos os comentários da grande mídia brasileira em relação á política externa do Brasil, a herança colonial é gritante: se percebe que a submissão e do desprezo pela própria força e capacidade de impor suas posições neste cenário global ainda é parte da nossa cultura e percepção da realidade mundial.

O Brasil é na realidade uma grande potencia que emerge neste mundo cada vez mais multipolar cuja economia não foi configurada pela guerra fria...e não foi protagonista da corrida militar. Isto é um fato de maior importância..... porque significa que o Brasil não pode em hipótese alguma fundamentar seu desenvolvimento econômico na industria bélica.

Enquanto isso, EUA, Rússia, França e Inglaterra se tornaram economias de guerra! Não preciso entrar nos detalhes deste fato.. todos sabemos que os astronômicos gastos em guerras e na produção e no comercio de armas são um dos principais motores econômicos destas potencias coloniais e neocoloniais. Assim, é lógico que os EUA gastam 47% do orçamento anual em “defesa” e PRECISA de conflitos e guerras....(já encontraram mais uma possibilidade: a Coréia do Norte) E a França e Inglaterra juntos gastam mais em produção de armas que a China!!!! (ver http://www.globalissues/)

É portanto obvia a posição dos EUA (e seu pitbull Israel) e das potencias neocoloniais em relação ao Iran... eles não querem e não podem tolerar a entrada de um novo jogador global que esta querendo atrapalhar suas posições hegemônicas. E é obvio que o conselho de segurança da ONU não é e nunca será destinado a promover um mundo de paz e de distensão política....

O problema é que o mundo muda.... se torna muito mais multipolar e transparente... a debilidade do império ... a pesar de sua hiper-dimensionada maquina de guerra se encontra em crise... econômica e de credibilidade.... o mega - exercito não consegue mais sustentar sua hegemonia baseada na força MILITAR acompanhada por uma política burra, cega e embasada pela arrogância do ego da superpotência.. Neste cenário surge o Brasil...

A afirmação do Brasil no cenário global é portanto de suma importância para o mundo e o povo brasileiro será obrigado em assumir esta responsabilidade.

Não para querer ser uma nova potencia colonial que tenta impor suas vontades com a força militar... mas uma potencia que se impõe com a inteligência da paz. A sustentabilidade da humanidade e do planeta depende de uma nova ordem mundial baseada em economias de paz e quem neste mundo poderá assumir a liderança neste processo?

È exatamente aqui que o autor do artigo se equivoca completamente: ninguém no Itamaraty ou no governo brasileiro é tão estúpido e ignorante de achar que podemos enfrentar os EUA no plano militar... as armas que o Brasil está comprando são uma encenação de efeito moral e uma chupeta para os generais que andam se achando como os grandes protetores da Amazônia e do Brasil e que precisam urgentemente uma pequena massagem do seus egos depois da dramática derrota moral em 84.

A gigantesca diferença entre a forca militar brasileira e norte-americana e a total falta de experiência militar do Brasil não permitem nem aos generais mais beligerantes dentro das forças armadas de SONHAR com algum conflito militar com os EUA Então qual é a real saída para o Brasil e para garantir um desenvolvimento econômico e social?

È exatamente aquilo que o Brasil melhor sabe fazer: inteligência política! O Brasil precisa costurar alianças globais novas e debilitar os impérios coloniais no plano político.. Assim, Caro amigo estevam (Nome real preservado) .. podes apostar (teu rabo :-) que este rapáz (nome real preservado)no tem a menor idéia do que ele esta falando.... o cenário certamente o MENOS provável é um confronto militar Brasil EUA na Amazônia.....

Se a historia coloca o Brasil nesta posição então é a hora de assumir esta tarefa.. por mais que significa a necessidade de descer finalmente do altíssimo muro em que o Brasil estava tão comodamente amarrado no decorrer de sua historia.

Para terminar uma ultima palavra sobre Lula: Eu conheço o PT desde seu primeiro grito no berço... e nunca tive a menor esperança ou ilusão que o PT fosse capaz de liderar o Brasil para uma nova ordem social e econômica QUE PODERIAMOS CHAMAR DE SOCIALISMO ou de qq outra coisa..

Mas devemos ser justos: o PT a pesar de não ter nenhum projeto Brasil socialista consistente é uma força progressista que tem um certo apelo popular inegável.

E o Lula é simplesmente um homem que devido a sua historia e seu carater era capaz de ser presidente do Brasil num quadro político peculiar: um povo faminto de mudanças e um cenário político dominado pela poderosa oligarquia brasileira arrogante, entreguista e atrasada, que achava ter um jogo fácil com este metalúrgico “ignorante e sem formação escolar” Mas se enganaram:

Lula não perdeu SUAS CONVICÇOES, não pude ser CORROMPIDO PELA ESTRUTURA POLITICA... Isto é algo que o povão entendeu... mas muitos intelectuais pequeno-burgueses.. que achavam que Lula chegou para instalar o socialismo... não entendem... e nem entenderão.... e por isso votarão (sem chances de sucesso) para uma suposta santinha salvadora utópica da Amazônia.






REPLICA VENEZUELANA (em espanhol)

Caramba hermano no escribió, me gritó o levantó mucho la voz. Es así como se interpreta desde los significados simbólicos en la red virtual, cuando se escribe en mayúscula. Eu acho que nao precisaba gritar. Vocé debe estar siempre listo para escuchar y leer las cosas que a su juicio son las más disparatadas. Máis, no debe perder la tranquilidad. Mas bien, divertirse y dar lecciones de interpretación. Como lo ha hecho aquí en la mayoría de sus gritos acompañados de buenas ideas,ja,ja,ja.

Comparto contigo varias ideas,pero con ciertas observaciones.:

1. La emergencia de Brasil como potencia económica,,...pero con una inmensa pobreza, exclusión, rascismo, destrucción amazónica y trabajo esclavo. Si esto último se midiera en el mundo de la derecha económica de adentro y de afuera, Brasil sería un país más del subdesarrollo y críticado por tener una economía autoritaria, no democrática.

2. Es un nuevo actor entre los jugadores del equipo de los 20. No hay duda. Busca diversificar sus alianzas, mercados y sus mecanismos de dependencia.Claro está, que nunca podrá ser, por ahora, uno de la talla de china, Pero se acerca a desplazar a España y a Portugal. Mi pregunta es: Cuánto cuesta para los excluídos y pobres del Brasil, el tener ese puesto entre los 20?. Yo tengo mis cifras y posibles impactos. Ya veremos.

3. Los de la FFAA brasileras. Comparto contigo. Me cuesta creer ese análisis donde ponen en un futuro escenario una colisión militar de Brasil Vs EEUU. Por las razones que aduces de las FFAA Brasileras, tanto en ideologias, doctrinarias equipamiento militar y de experiencias. Ni de vaina que se expondrán de esa manera.

4. Respeto a que las FFAA brasileras no piensen en la posibilidad de entrar en los bordes del mercado armamentístico, para surtir guerras entre paises perífericos, no sé, no estoy muy seguro como tú de eliminar esa probabilidad. Negocio es negocio.

5. El negocio amazónico es un negocio para militares y sus socios. Tú conoces la tirria que le tienen a las ONGs, acusándolas a todas de agentes extranjeros. Nunca me he creido ese nacionalismo de derecha del ejercito brasilero.

Siempre he creído que sus objetivos finales no eran ni son las ONGs sino los movimientos sociales ambientalistas, ecologistas, indígenas, los Sin Tierra, Son todos, según ellos, "víctimas de la propaganda socialista".

Estas palabras las usó un jefe militar a quien conocí prsonalmente en una de esas reuniones de las embajadas. Incluso, medio sonrriente me dijo, que ahora apoyadas por Chávez. Recuerda que esa "alianza" chávez y ONGS, salió cuando el lio de las minas en territorios indígenas en el Estado de Roraima.

6. Militarizar las fronteras amazónicas con Venezuela y Colombia, es el objetivo real de la movilización de los 53 000, hombres para allá y menos una eventual guerra contra la alianza Colombia -EEUU. Estoy de acuerdo contigo. Te comento. El amigo senador Joao Pedro del PT, me dijo que su posición de "desmilitarizar" la actuales fronteras de Brasil escritas en un artículo en la prensa no sé si en Belem (60 kilómetros de ancho de la franja interna son considerados territorios militares) le valió un regaño de Lula, Le dijo, "Cala-se a boca e para com isso".

Están felices porque Colombia y Chávez les dieron el argumento de aumentar su presencia y su doctrina. Y seguro que de allí saldrá más apoyo y negocios con algunos de sus socios madereros y ganaderos que destruyen la amazonia.

7. En lo que no estoy de acuerdo contigo y siempre pienso que contradice tu pensamiento socialista, es esa arrechera política y filosófica que le tienes a Marina Silva, por su defensa no religiosa, sino social, económica y esencialmente ecológica que tiene de la amazonia. Si yo estuviese allá botaria a la primera vuelta por ella y luego en la segunda por Dilma Rousseff, ni modo.

Pero militaría en el partido de Marina.

Un abrazo y cuándo vienes para Venezuela para que vengas a adorar a este personaje de aqui y nos tomemos unos guisquis con Raúl (nome preservado), el Trosko Ja, ja, ja,

Estevam (nome preservado)

Internacional - Quem foi o vilhão é?

Obama escreve a Lula e diz que acordo com Irã talvez crie confiança

Acordo com Irã criaria confiança, disse Obama a Lula em carta (me engana que eu gosto)


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou em uma carta ao seu colega brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva que o acerto de troca de combustível nuclear com o Irã criaria “confiança” no mundo, segundo trechos do documento enviado há 15 dias, antes do acordo de Teerã, e obtidos pela Reuters nesta sexta-feira.

O Brasil, que mediou com a Turquia o acordo com o Irã, alega que a carta de Obama inspirou a maioria dos pontos da Declaração de Teerã, por meio da qual a “República Islâmica do Irã concorda em depositar 1.200 kg de urânio levemente enriquecido” na Turquia. Em troca, o país receberia 120 kg de combustível para um reator de pesquisas médicas localizado na capital iraniana.

A Reuters teve acesso a trechos da correspondência e comparou alguns de seus pontos com o acordo assinado na última segunda-feira. Nela, Obama retoma os termos do acordo que o Grupo de Viena havia proposto no ano passado, cujos principais elementos constam no acerto entre Brasil, Turquia e Irã.

“Do nosso ponto de vista, uma decisão do Irã de enviar 1.200 kg de urânio de baixo enriquecimento para fora do país geraria confiança e diminuiria as tensões regionais por meio da redução do estoque iraniano” de LEU (urânio levemente enriquecido na sigla em inglês), diz Obama, segundo trechos obtidos da carta.

Sucessão - Dilma cresceu em todas as regiões do país

A candidata do PT é líder isolada no Nordeste, Norte e Centro-Oeste, o tucano Serra ganha bem no Sudeste, mas empata no Sul abaixo, as principais tabelas com estratificações do Datafolha.