Amazônia, meio ambiente, ecologia, biodiversidade, desenvolvimento sustentável, ciência e tecnologia, incubadoras e parques tecnológicos, política nacional e internacional - Amazonia, the environment, ecology, biodiversity, sustainable development, science and technology, incubators and technology parks, national and international policy
Mostrando postagens com marcador trafico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador trafico. Mostrar todas as postagens
domingo, 22 de janeiro de 2017
sábado, 25 de junho de 2011
Ministério da Justiça aceita que traficante pague conta com dinheiro do tráfico
Melhor rir para não chorar, de raiba.
Mais de 60 policiais escoltaram Fernandinho Beira-Mar, o traficante e assassino, que vive em prisão de luxo financiada pelo imposto do brasileiro, para levá-lo a um dos melhores hospitais de Natal, para realizar uma cirurgia. Foi de jatinho e a conta do hospital foi paga por ele, provinda do tráfico, como é natural.
O governo não se atenta para questões básicas de ética pública, achou por vem aceitar que o pagamento fosse feito pelo bandido.
O correto era que a cirugia fosse feita no Sistema Único de Saúde (SUS), sistema que todos os brasileiros humildes utilizam.
sábado, 27 de novembro de 2010
Mega operação no morro da penha. Esse era o momento de pegar os delinquentes, mas só a globo viu toda a fuga.
De óculos escuros, sem mostrar a mirada, com brinquinhos, quere aparecer como herói. Mas parece mocinho de novela do que dirigente de ONG que luta pelos direitos das comunidades marginalizadas.
31 bandidos se entregam do complexo da Penha e do Alemão.
Nada, isso não é nada, são mais de 500 que fugiram para o Complexo do Alemão.
Mega operação no morro da penha 25/11/10 Video - WittySparks
Que ninguém se engane, nesta guerra quem pode se entregar é a polícia não os criminosos. É a prova do fogo do Estado.
Do blog de Luiz Eduardo Soares, especialista em segurança pública:
"(...) O tráfico que ora perde poder e capacidade de reprodução só se impôs, no Rio, no modelo territorializado e sedentário em que se estabeleceu, porque sempre contou com a sociedade da polícia, vale reiterar. Quando o tráfico de drogas no modelo territorializado atinge seu ponto histórico de inflexão e começa, gradualmente, a bater em retirada, seus sócios - as bandas podres das polícias - prosseguem fortes, firmes, empreendedores, politicamente ambiciosos, economicamente vorazes, prontos a fixar as bandeiras milicianas de sua hegemonia...".
".......Discutindo a crise, a mídia reproduz o mito da polaridade polícia versus tráfico, perdendo o foco, ignorando o decisivo: como, quem, em que termos e por que meios se fará a reforma radical das polícias, no Rio, para que estas deixem de ser incubadoras de milícias, máfias, tráfico de armas e drogas, crime violento, brutalidade, corrupção...."?
Rendição de traficantes segue em negociação no Rio
SÃO 500 a 600 OS CRIMINOSOS QUE SE ENCONTRAM NO COMPLEXO DO ALEMÃO. VAMOS CONFERIR QUANTOS SERÃO RENDIDOS PELA POLÍCIA.
sábado, 29 de maio de 2010
Eleições 2010 - Serra ataca: Bolívia a mae de todas as culpas (the mother of all guilt)
Serra acusa a Bolívia pelo tráfico de drogas no Brasil.
As críticas do Serra a Bolívia pelo ingresso de drogas na fronteira com Brasil, são extremamente superficiais, arrogantes e prepotentes.
Ele não sabe distinguir entre países produtores de drogas e consumidores.
Utiliza os mesmos argumentos dos Estados Unidos, quando acusa ao México de todos os desastres, pelo alto consumo de drogas no País do Norte.
Foi necessário ouvir muitas vezes o candidato para acreditar que essa infeliz declaração era mesmo do José Serra. Ele sozinho está cavando seu próprio túmulo.
Leia a mátéria
Em visita à capital do Mato Grosso, o presidenciável José Serra (PSDB), elevou o tom contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste sábado (29) e reforçou as acusações contra a suposta ajuda da Bolívia a narcotraficantes.
Depois disso, o ex-governador de São Paulo - Estado que viu a violência aumentar no primeiro trimestre deste ano -, voltou à carga contra o presidente da Bolívia, Evo Morales.
Nesta semana, o tucano acusou o mandatário do país vizinho de "no mínimo" fazer vistas grossas para o tráfico de drogas que age no Brasil e passa pela fronteira sem nenhuma fiscalização.
Nesta semana, o tucano acusou o mandatário do país vizinho de "no mínimo" fazer vistas grossas para o tráfico de drogas que age no Brasil e passa pela fronteira sem nenhuma fiscalização.
"Parece que virou política de governo, mandar coca e destruir nossa juventude. Noventa por cento da cocaína consumida no Brasil vem da Bolívia", atacou Serra. Segundo ele, Morales abandonou um programa de erradicação da planta de coca no país vizinho. "Ele é cúmplice porque expandiu em três vezes a produção (...) A coca precisa parar de entrar no Brasil, porque está destruindo a juventude brasileira", afirmou.
O tucano ainda se comprometeu a indicar um jurista para o cargo de ministro da Justiça se for eleito. Essa pasta trata da Polícia Federal, que tem, entre outras atribuições, a obrigação de fiscalizar fronteiras. Para o presidenciável, é preciso indicar pessoas que têm experiência para a pasta, "como membros do Ministério Público, porque os políticos só fazem relações [institucionais] com os tribunais, e não pensam em políticas de segurança".
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Narcotráfico - Os pecados do meu pai
Veja cenas inéditas de filme com filho de Pablo Escobar (1:37) "Os Pecados de Meu Pai", documentário baseado na vida de Sebastián, filho de Pablo Escobar, chega ao cinema neste final de semana, mas se você assina TV e esperar
quinta-feira, 2 de abril de 2009
AMAZÔNIA, BELÉM - Pesquisa revela a “geografia do crime” - Research shows the geography of crime
Foto: G. ENRÍQUEZ/2008
Das plantações da folha de coca na Colômbia, Bolívia e Venezuela, a droga, transformada em pó, peteca ou pasta, chega ao Brasil via Itabatinga, no Amazonas. De lá, a mercadoria é transportada por rio até Abaetetuba, no Pará, e, em seguida, distribuída para todo o país. Em Belém, o produto vem pela baía de Guajará até o rio Guamá e atravessa o canal do Tucunduba, seguindo livremente em direção ao coração do bairro da Terra Firme. Essa é a “geografia do crime”, apresentada como resultado da pesquisa de Aiala Colares, geógrafo e especialista em Planejamento Urbano, integrante do grupo Observatório de Estudos em Defesa da Amazônia, pertencente ao Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA), da Universidade Federal do Pará.
A monografia “A geografia do crime na metrópole: da economia do narcotráfico à territorialização perversa em uma área de baixada de Belém” tem como objetivo mostrar de que forma o tráfico de drogas condiciona a situação de violência urbana na capital paraense. A pesquisa de Aiala, orientada pelo professor Durbens Nascimento, realizou um mapeamento dos pontos de venda de drogas na Terra Firme e os problemas decorrentes desse comércio ilegal para as comunidades locais. De acordo com o pesquisador, o tema da violência ainda é muito negligenciado do ponto de vista acadêmico. Embora seja muito forte socialmente e recorrente na mídia, é um assunto pouco estudado, principalmente em se tratando do narcotráfico.
O bairro da Terra Firme surgiu na década de 50 como consequência de uma expansão populacional, não acompanhada de planejamento urbano. Com a valorização da área central da cidade, boa parte da população pobre de Belém se deslocou para as áreas de baixada, que eram vistas como espaço de ocupação provisória. Hoje, a Terra Firme tem mais de 60 mil habitantes e se encontra com outro bairro ainda mais populoso, o Guamá, com mais de 100 mil moradores, onde proliferam as áreas carentes de infraestrutura e de serviços públicos, situação propícia para que se revelem a pobreza e a miséria.
Cria-se, então, um locus estratégico para a manifestação do tráfico e, assim, da violência. “Onde o Estado se ausenta, a criminalidade se apresenta como boa oportunidade. E é aí que entra toda a teoria da escolha racional: a população que está desempregada, ganha pouco ou vive em situação de extrema pobreza é facilmente captada pelo tráfico. Desse modo, surge uma territorialidade precária e, a partir daí, a manifestação simbólica do tráfico. Isso não quer dizer que o tráfico e a violência urbana existam somente na Terra Firme ou nas áreas precárias e de ocupação espontânea, mas esses são fatores que propiciam essa manifestação social e disseminam esse conceito”, explica Aiala Colares, que também é um morador do bairro.
Leia reportagem completa aqui: http://www.ufpa.br/beiradorio/rep1.html.
Das plantações da folha de coca na Colômbia, Bolívia e Venezuela, a droga, transformada em pó, peteca ou pasta, chega ao Brasil via Itabatinga, no Amazonas. De lá, a mercadoria é transportada por rio até Abaetetuba, no Pará, e, em seguida, distribuída para todo o país. Em Belém, o produto vem pela baía de Guajará até o rio Guamá e atravessa o canal do Tucunduba, seguindo livremente em direção ao coração do bairro da Terra Firme. Essa é a “geografia do crime”, apresentada como resultado da pesquisa de Aiala Colares, geógrafo e especialista em Planejamento Urbano, integrante do grupo Observatório de Estudos em Defesa da Amazônia, pertencente ao Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA), da Universidade Federal do Pará.
A monografia “A geografia do crime na metrópole: da economia do narcotráfico à territorialização perversa em uma área de baixada de Belém” tem como objetivo mostrar de que forma o tráfico de drogas condiciona a situação de violência urbana na capital paraense. A pesquisa de Aiala, orientada pelo professor Durbens Nascimento, realizou um mapeamento dos pontos de venda de drogas na Terra Firme e os problemas decorrentes desse comércio ilegal para as comunidades locais. De acordo com o pesquisador, o tema da violência ainda é muito negligenciado do ponto de vista acadêmico. Embora seja muito forte socialmente e recorrente na mídia, é um assunto pouco estudado, principalmente em se tratando do narcotráfico.
O bairro da Terra Firme surgiu na década de 50 como consequência de uma expansão populacional, não acompanhada de planejamento urbano. Com a valorização da área central da cidade, boa parte da população pobre de Belém se deslocou para as áreas de baixada, que eram vistas como espaço de ocupação provisória. Hoje, a Terra Firme tem mais de 60 mil habitantes e se encontra com outro bairro ainda mais populoso, o Guamá, com mais de 100 mil moradores, onde proliferam as áreas carentes de infraestrutura e de serviços públicos, situação propícia para que se revelem a pobreza e a miséria.
Cria-se, então, um locus estratégico para a manifestação do tráfico e, assim, da violência. “Onde o Estado se ausenta, a criminalidade se apresenta como boa oportunidade. E é aí que entra toda a teoria da escolha racional: a população que está desempregada, ganha pouco ou vive em situação de extrema pobreza é facilmente captada pelo tráfico. Desse modo, surge uma territorialidade precária e, a partir daí, a manifestação simbólica do tráfico. Isso não quer dizer que o tráfico e a violência urbana existam somente na Terra Firme ou nas áreas precárias e de ocupação espontânea, mas esses são fatores que propiciam essa manifestação social e disseminam esse conceito”, explica Aiala Colares, que também é um morador do bairro.
Leia reportagem completa aqui: http://www.ufpa.br/beiradorio/rep1.html.
domingo, 22 de março de 2009
Campinas, SP, o tráfico corre solto

Aeroporto muambeiro
Polícia Federal detectou irregularidades horríveis no aeroporto de Viracopos. Há conivência entre funcionários de empresas e traficantes de tóxicos. Era interesse da Policia Federal controlar as câmeras do aeroporto. A oferta não foi aceita. Os dias foram se passando. A PF apreendeu quantidades enormes de cocaína vinda da Bolívia. Em São Paulo era distribuída para outros países. Ninguém acaba com contrabando, mas qualquer apreensão custa caro e sempre aparecem os nomes dos prejudicados. A Polícia Federal mantém relações de pessoas com nomes mantidos em sigilo. Perseguidos, mudam e vão morar em outros países.
Assinar:
Postagens (Atom)