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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Farc decretam cessar-fogo




A guerrilha das Farc decretou um cessar-fogo unilateral de dois meses a partir da meia-noite desta segunda-feira, antes de iniciar em Havana as negociações de paz com o governo da Colômbia, anunciou seu líder, Iván Márquez.

"Acolhendo o clamor dos mais diversos setores do povo colombiano, (o secretariado das Farc) ordena às unidades guerrilheiras em toda a geografia nacional o fim de todas as operações militares ofensivas contra a força pública", segundo um comunicado lido por Márquez.

(Redação com AFP)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O corpo do chefe da FARC 'Mono Jojoy' será sepultado em Bogotá

Não deve ser fácil passar 6 anos sequestrado (a) em meio da selva colombiana. Essa é a história de Ingrid Betancourt, que foi candidata a presidenta de Colômbia pelo Partido Oxigêneo Verde e que foi sequestrada pelas FARC.

Durante alguns anos permaneceu em campos de concentração das FARC, ao mando do chamado "Mono Jojoy" Na realidade Ingrid Betancourt não era prisioneira, era uma sequestrada do grupo terrorista.

Diversas vezes Ingid fez referência a seu sequestrador e carrasco "Mono Jojoy" no seu livro "Não há silêncio que não termine" . Ele vivia rodeado de mulheres, um verdadeiro harem na sua barraca instalada próxima da nossa prisão, dizia Ingrid, Bebia e consumia das melhores comidas, negadas para os prisioneiros. se passava o dia na sua barraca deitados com mulheres "guerrilheiras" que o acompanhavam nas suas visitas. Consumia coca, que era processada na própria selva. Agora seu corpo será enterrado em Bogotá, conforme relata a fonte: Radio Caracol.



 El Juzgado 10 de Conocimiento confirmó la decisión del Juzgado 34 de Garantías, de entregar el cadáver del 'Mono Jojoy' para que sea inhumado en un cementerio de Bogotá y no en el municipio de Cabrera como lo solicitó su familia. La Fiscalía se basó en un informe de inteligencia policial y militar, el cual consideró que el cuerpo del abatido cabecilla guerrillero no podía ser trasladado a dicho municipio, como lo solicitó la familia, porque esto podría generar un ataque a la población por parte del grupo insurgente.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Libertado na Colômbia o primeiro dos três reféns das Farc

 
Publicação: 13/02/2011 17:50 Atualização: 13/02/2011 18:14
 

IBAGUÉ, 13 fevereiro 2011 (AFP) - O policial Carlos Obando, o primeiro dos três reféns que a guerrilha das Farc ficou de libertar neste domingo, foi entregue a uma missão humanitária na Colômbia, informou o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).

O helicóptero emprestado pelo Brasil para esta operação se dirige agora para reabastecer na base aérea de Chaparral (Tolima, centro), e depis viajará de novo para buscar outros dois reféns.

A operação enfrentou um atraso devido ao mau tempo na zona prevista para a libertação, segundo informou o delegado presidencial Eduardo Pizarro.

A missão humanitária partiu neste domingo, em um helicóptero cedido pelo Brasil, às 9H30 locais (12H30 de Brasília) rumo às selvas do centro do país.

A missão, integrada pela ex-senadora Piedad Córdoba e representantes do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) deve resgatar ainda o major da polícia Guillermo Solórzano e o cabo do Exército Salín Sanmiguel.

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) haviam anunciado em dezembro a libertação de cinco reféns, mas no sábado acrescentaram o nome de Ocampo, que foi sequestrado há dois meses.

Entre 9 e 11 de fevereiro, as Farc libertaram os vereadores Marcos Baquero e Armando Acuña, além do oficial da Marinha Henry López.

Além dos reféns que serão libertados neste domingo, as Farc mantêm em cativeiro outros 16 policiais e militares que consideram "moeda de troca" por guerrileiros presos, mas que segundo Córdoba podem ser liberados ainda este ano.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Literatura - Recomendo, estou lendo.


  Filha de uma tradicional família colombiana, educada na Europa, Ingrid Betancourt
resolveu abandonar a segurança de uma vida confortável para dedicar-se aos problemas de seu conturbado país.
Elegendo-se sucessivamente deputada e senadora, Ingrid fundou em 1998 o partido
Oxigênio Verde, com o objetivo de trazer novas esperanças à política colombiana, marcada pela violência sectária e pela corrupção.
Interessada em promover o diálogo entre as diversas facções da guerra civil que há décadas dilacera a Colômbia, a jovem senadora resolveu em 2001 lançar sua candidatura às eleições presidenciais.
No ano seguinte, durante uma viagem de campanha ao único município governado por um prefeito de seu partido, a candidata - então mal colocada nas pesquisas - foi sequestrada por um comando das Farc, junto com diversos assessores e seguranças, num episódio até hoje mal explicado. Levada para o interior da selva em inúmeras viagens de barco, caminhão e marchas a pé, Ingrid se viu repentinamente desligada do convívio dos amigos e da família, isolada do mundo exterior em meio a guerrilheiros fortemente armados.
A autora de Não há silêncio que não termine passaria mais de seis anos em poder das Farc. Sua visível agonia, documentada por cartas e “provas de vida” em vídeo, bem como sua libertação numa célebre e cinematográfica operação do Exército colombiano, em 2008, chamaria novamente as atenções do mundo para o conflito que
atualmente ameaça a paz no continente sul-americano. Este livro é o relato contundente de sua experiência como prisioneira da guerrilha narcotraficante, em
meio à fome, à doença e às humilhantes condições impostas pelos sequestradores.
Os momentos mais dramáticos de sua longa crônica de desventuras certamente são as desesperadas tentativas de fuga.
Decidida a recuperar sua liberdade a qualquer custo, Ingrid tentou escapar diversas vezes, sendo invariavelmente recapturada pela guerrilha, faminta e perdida na selva.



sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Literatura, Ingrid Betancourt conta em livro o dia a dia em cativeiro das Farc. Recomendo

Durante seis anos o mundo pôde acompanhar pelos olhos da mídia a história de Ingrid Betancourt, sequestrada pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), uma organização guerrilheira do país que nasceu como uma reação à guerra civil entre os partidos conservador e liberal, iniciada em 1940. Com o lançamento de Não há silêncio que não termine - Meus anos de cativeiro na selva colombiana (Companhia de Letras, 556 páginas) a própria Ingrid nos revela com riqueza e segurança os detalhes dos dias de cativeiro em poder dos guerrilheiros.

Mais do que um relato, o livro é uma reflexão profunda do ser humano e de seus sentimentos diante do sofrimento e dos que o rodeiam. "Descobri que o que os outros têm de mais precioso a nos oferecer é o tempo, ao qual a morte dá seu valor", confessa Ingrid Betancourt em um trecho do livro.



O drama da prisioneira teve início em 23 de fevereiro de 2002. Na época, ela era candidata à presidência da República da Colômbia pelo partido Oxigênio Verde, e acumulou alguns desafetos tanto do lado do presidente Andrés Pastrana quanto das Farc. Virou prisioneira da organização depois de cair em uma emboscada quando tentava ir até o município de San Vicente del Caguán em um chevrolet 4x4 coberto de adesivos de campanha para encontrar o atual prefeito que era aliado do partido. "Assim que nosso carro saiu do talude, eu os vi. Estavam vestidos dos pés à cabeça com roupas militares, fuzil a tiracolo, agrupados em volta do veículo da cruz vermelha. Por reflexo, olhei atentamente para os seus sapatos: botas pretas de borracha, muito usada pelos camponeses nas zonas pantanosas. Tinham me ensinado a identificá-los assim: se fossem botas de couro, eram os militares; se fossem de borracha, eram as Farc", conta.

Na obra, Ingrid não inicia a história do começo. Ela salta no tempo de fevereiro para dezembro de 2002 retratando sua maior obsessão durante o tempo de prisioneira: a fuga. A autora relata a quarta tentativa que realiza ao lado da ex-coordenadora de campanha e também refém Carla Rojas.

Ingrid é detalhista, conta cada pensamento, ideia e momento vivido com a maior riqueza. Como a primeira vez em que foi ao banheiro no acampamento das Farc: "Um ruído de máquina me chamou atenção. Perguntei a Isabel qual era o motor que funcionava nas redondezas. (...) Ela responde: - Que nada! São as moscas!". É impossível não imaginar a cena e o som por meio do relato dela.

A obra também tem pontos delicados. Como, por exemplo, as referências ao pai falecido em outro dia marcante, 23 de março, e que só ficou sabendo quando lia a notícia em um pedaço de jornal que conseguiu do líder do acampamento da Farc. Esse tipo de contato com o mundo externo não é comum. Casualmente, Ingrid tinha acesso aos meios de comunicação, como o rádio em que ouvia o programa dedicado aos reféns da Farc.

Fala também do deterioramento da amizade com Carla. As duas, antes próximas e unidas pela política, viram o bom relacionamento terminar diante da situação extrema que viviam no cativeiro. Elas se desentendiam por tudo. Pelo espaço na cama e no mosqueteiro, tentativas de fuga e até pela decisão de Carla Rojas em ter um filho enquanto estava presa. "Vivíamos em mundos opostos. Ela procurava se adaptar, eu só pensava em fugir", revela Ingrid.

O acampamento
Enquanto era refém, Ingrid foi transferida diversas vezes para novos acampamentos. Na maioria das vezes isso acontecia porque os "chulos", como eram chamados os militares colombianos pelas Farc, estavam tentavam atacar a guerrilha.

Certa vez, o acampamento teve que se mudar para uma área na Amazônia. Ingrid se lembrou de um aviso recebido de uma vidente um tempo antes de ser levada pelas Farc. O medo tomou conta dela. "Sentia o perigo. Não o via. Não o reconhecia. Mas ele estava ali, na minha frente, e eu não sabia como evitá-lo", disse ao relembrar o fato.

Mas não é só dos momentos tristes que Ingrid lembra. Na obra, ela relembra as festas feitas no acampamento para comemorar mesmo à distância o aniversário de seus filhos, Melanie e Lorenzo, o conhecimento mais profundo da Biblía e até a amizade com dois guerrilheiros, Beto e Ferney.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Narcotráfico - Os pecados do meu pai

Veja cenas inéditas de filme com filho de Pablo Escobar (1:37) "Os Pecados de Meu Pai", documentário baseado na vida de Sebastián, filho de Pablo Escobar, chega ao cinema neste final de semana, mas se você assina TV e esperar