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sábado, 11 de setembro de 2010

Aqui em Brasília - Até o bezerro vota em Agnelo

Já pensaram outro mandato do pecuarista, dono dessa bezerrada toda, no governo do Distrito Federal?. 

Mas as pesquisas apontam uma vitória do Agnelo. Pode ser no primeiro turno. 

Agnelo 44%, Roriz 33%. 

E Cristovam, disparado na frente com mais de 55%. 

Isso mostra o alto recall do candidato.  

Marina debate propostas e avança nas pesquisas


A candidata do Partido Verde (PV) à Presidência da República, Marina Silva, minimizou hoje (11) a tese de que seu avanço nas intenções de voto revelado pela última pesquisa Datafolha seja reflexo das denúncias de quebra do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato José Serra (PSDB). Para Marina, o avanço da candidatura é consequência das propostas que tem apresentado ao eleitorado. 

"Não sou da política do 'quanto pior, melhor'. Estou debatendo propostas, e quem faz a opção pelo nosso projeto quer ver discutir o Brasil que interessa", afirmou a candidata. A pesquisa Datafolha, divulgada ontem, mostra que Marina Silva passou de 10% para 11% nas intenções de voto. A oscilação foi pequena, mas na análise por estratos a candidata do PV avançou entre os eleitores mais escolarizados e os com renda superior a 10 salários mínimos. De acordo com a pesquisa, Marina ganhou quatro pontos porcentuais entre os eleitores com ensino superior alcançando 23%. Entre os que possuem mais de 10 salários mínimos, a candidata cresceu seis pontos porcentuais, indo para 20%. Dilma Rousseff (PT) e Serra perderam votos nessas categorias. Para a candidata, o seu avanço na disputa presidencial é fruto da "credibilidade de um projeto político que respeita o Brasil" e prioriza a eficiência e a transparência na gestão pública. 

"É por isso que os brasileiros estão prestando atenção na Marina. Não fiz o jogo fácil de 'quanto pior, melhor' nem o da oposição por oposição. Não vou me transformar naquilo que eu estou combatendo", afirmou Marina, ressaltando que não vale tudo para ganhar uma eleição. "Não quero embates, e sim debates. 

Quero discutir o que interessa", acrescentou. Na manhã de hoje, Marina participou de encontro com militantes no comitê do candidato ao governo do Estado de São Paulo do PV, Fábio Feldmann, na região do Pacaembu, na capital paulista. Após debater com eleitores sobre o tema "Como você quer viver em São Paulo daqui a 20 anos?", a candidata caminhou pela feira da Praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu, na companhia de Feldmann e do candidato ao Senado pelo PV, Ricardo Young. Em diversos momentos, tanto na caminhada pela feira quanto na conversa com os militantes, Marina demonstrou confiança para chegar ao segundo turno, apesar da diferença de 16 pontos porcentuais para Serra, que está com 27% das intenções de voto, de acordo com o Datafolha. "Quando estava com 3% nas pesquisas, estava animadíssima. Eu continuo animada", garantiu. Apesar de ressaltar que não gosta de brigar com as pesquisas, Marina ponderou que o que ela encontra pelas ruas do País é "muito maior" do que é divulgado pela imprensa. "Pode ter certeza que o Brasil surpreenderá a si mesmo colocando uma mulher na Presidência da República comprometida com a agenda da educação de qualidade, proteção aos recursos naturais e respeito ao cidadão brasileiro", disse Marina. 

Aos militantes do partido, a candidata criticou o que chamou de "anonimato eleitoral", no qual é apresentado ao eleitor que só há duas opções de votos: o candidato da situação e o da oposição. "Já elegeram quem são os candidatos da situação e o da oposição. Mas um projeto político tem de ser o do sucessor, que respeita os ganhos da sociedade e, ao mesmo tempo, não é complacente com os erros", disse Marina, ressaltando que a sua candidatura busca romper essa dicotomia. (Agência Estado).

História de um empreendedor

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Brasil é 6º em potencial de crescimento

Brasil está entre os dez países emergentes com maior capacidade de acelerar seu ritmo de crescimento e se desenvolver. A conclusão é de um estudo feito por economistas do Banco Asiático de Desenvolvimento (ADB na sigla em inglês), informa reportagem de Érica Fraga, publicada nesta quarta-feira pela Folha (íntegra para assinantes do jornal e do UOL).

O estudo considera quatro características principais (e algumas divisões das mesmas) na pauta de exportações: sofisticação; diversificação; características únicas e potencial de vender outros produtos com vantagem comparativa para o exterior. Do cruzamento dessas informações, do período entre 2001 e 2007, surgiu o Índice de Oportunidades.

Segundo Jesus Felipe, economista do ADB e coordenador do estudo, os países que estão bem posicionados no índice são aqueles que conseguiram ampliar e diversificar suas pautas de exportações em produtos mais elaborados (como máquinas e químicos).




terça-feira, 7 de setembro de 2010

Cinema em Casa



The Last Song ver Online Sinopsis: Basada en la última novela del escritor de best-sellers Nicholas Sparks (“El sendero del amor”, “El cuaderno de Noah”) LA ÚLTIMA CANCIÓN (THE LAST SONG) se desarrolla en una pequeña localidad costera del sur de Estados Unidos. Allí, un padre hasta ahora poco presente (GREG KINNEAR) tiene la oportunidad de pasar el verano con su hija (MILEY CYRUS), una adolescente bastante hostil a la que le hubiera gustado quedarse en Nueva York. Intenta conectar con ella a través de lo único que tienen en común: la música. Se trata de una historia sobre la familia, la amistad, los secretos y la salvación, además de los primeros amores y las segundas oportunidades. La película está dirigida por Julie Anne Robinson basado en un guión de Sparks & Jeff Van Wie


Assista Online o Film "The Last Song" clicando aqui Aqui

domingo, 5 de setembro de 2010

Pesquisa Datafolha do Sabado 4 de setembro leva a Dilma a uma vitória contundente no primeiro turno!


Dilma 50%, Serra 28%, Marina 10%. Isso é o importante, o resto é residual.

Educação:Maior desafio do Brasil








Quando Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a presidência do Brasil no começo de 2003, declarou emocionado que finalmente tinha recebido seu “primeiro diploma” ao se tornar presidente do país.
Um dos presidentes com menos escolaridade do país – Lula cursou apenas até a quarta série – logo se tornou um dos mais queridos, tirando milhões da pobreza extrema, estabilizando a economia do Brasil e quase ganhando status quase lendário dentro e fora do país.
Mas embora Lula tenha superado sua origem humilde, o país ainda está lutando contra a sua própria. Talvez porque mais do que qualquer outro desafio que o Brasil enfrenta hoje, a educação seja o maior empecilho em sua tentativa de acelerar a economia e se estabelecer como uma das nações mais poderosas do mundo, expondo uma grande fraqueza na nova armadura do país.
“Infelizmente, numa época de competição global, o atual estado da educação no Brasil significa que o país pode ficar atrás de outras economias em desenvolvimento na busca de novos investimentos e oportunidades para o crescimento econômico”, concluiu um relatório do Banco Mundial em 2008.
Ao longo da última década, os estudantes brasileiros ficaram entre os últimos países nos exames internacionais de competências básicas como leitura, matemática e ciências, atrás de outros países latino-americanos como o Chile, Uruguai e México.
Os brasileiros de 15 anos de idade ficaram em 49º lugar entre os 56 países no teste de leitura do Programa para Avaliação Internacional de Estudantes, com mais da metade dos alunos qualificados no nível de leitura mais baixo do teste em 2006, o ano mais recente disponível. Em matemática e ciências, eles foram ainda pior.

“Deveríamos ter vergonha disso”, diz Ilona Becskehazy, diretora executiva da Fundação Lemann, uma organização sediada em São Paulo que se dedica a melhorar a educação brasileira. “Isso significa que os jovens de 15 anos têm mais ou menos o mesmo nível de instrução que as crianças de 9 ou 10 anos em países como a Dinamarca ou Finlândia.”
A tarefa que o país precisa enfrentar – e o legado de Lula – é desanimadora. Aqui nesta cidade extremamente pobre do nordeste do país, onde Lula viveu seus primeiros sete anos, cerca de 30% da população ainda é analfabeta, um número três vezes maior do que a média nacional.

Quando Lula era criança aqui, seu pai costumava bater em alguns de seus irmãos mais velhos quando eles iam para a escola em vez de trabalhar, diz Denise Paraná, autora de uma biografia do presidente.

Hoje, os professores dizem que muitos pais mandam os filhos para a escola só porque o comparecimento é exigido pelo programa de subsídio Bolsa Família que Lula expandiu bastante durante seu governo, e que fornece até US$ 115 dólares (R$ 200) por mês por família.

Mas, mesmo com o incentivo, os níveis de leitura variam tanto aqui que numa classe de oitava série, alunos de 13 a 17 anos leem todos em voz alta o mesmo texto. “Muitos pais dizem: 'por que eles devem estudar se não há oportunidades?'”, diz Ana Carla Pereira, professora de outra escola rural daqui.

Como presidente, as políticas educacionais do próprio Lula começaram devagar; ele dispensou dois ministros da educação antes de deixar um no lugar em 2005. O programa educacional do governo só começou em 2007 – quatro anos depois que Lula assumiu o poder.

Agora no último ano no governo e falando sobre seu lugar na história, Lula tem uma “obsessão” com o assunto, disse seu ministro da educação Fernando Haddad, que ficou visível quando ele voltou recentemente à cidade de sua infância.

“Quero que todas as crianças estudem muito mais do que eu pude estudar, muito mais”, disse ao anunciar um programa para dar laptops para estudantes. “E que todos consigam um diploma universitário, que todos tenham um diploma vocacional.”

Leia a matéria completa no The New York Times Aqui

Matérias primas, comoodities para o crescimento da europa



Matérias primas: aço, ferro, alumínio e em geral, commodities, com pouco valor agregado, são os insumos da pesada infraestrutura da Alemanhã uma das maiores economias da Europa.










São milhares de estações de trens, espalhadas por toda Europa, que foram modernizadas com recursos naturais dos países emergentes, insumos de baixo custo, transformados na principal infraestrutura de transporte.