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sexta-feira, 11 de março de 2016

China deve destinar US$ 1 bilhão para área de Ciência e Tecnologia no AM

Anúncio foi feito nesta terça (19), durante visita do premiê chinês ao Brasil.China e AM devem firmar parceria para projetos estratégicos, diz governador.




O Amazonas deve receber recursos de aproximadamente US$ 1 bilhão do governo da China. O anúncio foi feito nesta terça-feira (19), durante visita oficial do primeiro-ministro chinês Li Keqiang, em Brasília. O governador José Melo, que participou do encontro com o premiê, informou que o acordo visa financiar projetos na área de ciência, tecnologia e inovação.

O governador do Amazonas destacou que, além dos acordos bilaterais Brasil e China, o Estado será beneficiado com a parceria dos governos chinês e amazonense para projetos estratégicos.

De acordo com a Secretaria de Estado de Comunicação Social (Secom), na próxima quinta-feira (21), José Melo deve assinar em Manaus um protocolo de intenções com o governo chinês que irá permitir financiamento para projetos do Governo Estadual, entre eles a continuidade da construção do campus da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), obras de duplicação da rodovia AM-010 e o incentivo à criação e produção de peixes em cativeiro.

Plano de Ação Conjunta 2015-2021
Brasil e China assinaram acordos no valor de cerca de US$ 53 bilhões, que envolvem uma série de projetos de investimentos nas áreas de energia, mineração, construção de infraestruturas e manufaturas.

José Melo participou de encontro com o primeiro-ministro da China, Li Keqiang (Foto: Roberto Carlos/Secom)

Entre os projetos, estão um acordo entre a Caixa Econômica Federal e o Banco Industrial e Comercial da China que criará um fundo de US$ 50 bilhões para o fortalecimento de opções de financiamento para projetos de infraestrutura no país; acordo de cooperação de desenvolvimento com crédito de US$ 10 bilhões para a Petrobras para atividades do pré-sal; e acordo para estudos de viabilidade da ferrovia transcontinental.

Melo ressaltou a importância da captação dos investimentos por parte do governo brasileiro. "Esses recursos e cooperações técnicas são muito importantes. O Brasil passa por um momento de ajuste para que a economia internacional possa voltar novamente com os investimentos necessários. Vão ser injeções fundamentais na nossa economia, prevendo um horizonte de crescimento para os próximos anos", disse, por meio de assessoria de comunicação.
G1.

Dilma mostra resignação com ideia de que seu governo não chegue ao final

mônica bergamo


A presidente Dilma Rousseff já reage com resignação quando confrontada com o diagnóstico, feito até por ministros da equipe dela, de que o governo pode não chegar ao final. "Eu tenho que combater o bom combate. Ganhar ou perder é o resultado", afirma.

NA LUA
Dirigentes do PT e auxiliares próximos da presidente analisam que ela não teria a exata noção da gravidade da crise, protegendo-se no que chamam de "autismo".

NA TERRA
Ministros do núcleo mais próximo da presidente dizem que ela, na verdade, está serena.

*

A ideia de que o governo não chega a 2018 é praticamente consensual entre eles.

NA LÍNGUA
A certeza de que a crise política deve se tornar incontornável tomou conta de boa parte dos petistas depois de receberem informações de que as empreiteiras podem detalhar, nas delações premiadas, contribuições por meio de caixa dois para a campanha de Dilma de 2014.




NO TEMPO
A Odebrecht chegou a mandar recados a Dilma, antes mesmo de Marcelo Odebrecht ser preso, dizendo que informações bancárias da Suíça poderiam mostrar que o marqueteiro dela, João Santana, recebeu recursos no exterior. A ideia era que Dilma, por meio do Ministério da Justiça, tentasse barrar a chegada de documentos do exterior ao Brasil.

NO TEMPO 2
O marqueteiro João Santana e a mulher dele, Mônica Moura, asseguraram à presidente que nada seria encontrado no exterior em relação às contas de campanha dela. Garantiram que todos os pagamentos referentes à eleição dela eram regulares –o que mantêm mesmo depois de presos. Dilma ficou tranquila –e os documentos chegaram ao Brasil.

NO TEMPO 3
Antes de ser preso, Marcelo Odebrecht mostrava seu inconformismo com Dilma. Repetia que a presidente não se mexia em relação à Lava Jato porque imaginava que a operação se restringiria às empresas, acusadas de formação de cartel.

NA HISTÓRIA
Renan Calheiros já chegou a sugerir recentemente a Dilma que ela saia do PT e que, para tentar se manter no cargo, convoque um governo de "união nacional". Ele nega.

terça-feira, 8 de março de 2016

Carta à Comunidade Universitária da UFPA do Reitor Carlos Maneschy





CARTA À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA

Nos últimos meses tem ganhado ampla repercussão meu desejo de enfrentar um desafio político-eleitoral que, caso concretizado, obriga-me a renunciar ao cargo de reitor da UFPA até a data de 2 junho.
Na circunstância da renúncia, contrariamente às expectativas manifestadas dentro e fora da comunidade universitária, o vice-reitor não assume a Reitoria para complemento do mandato atual, que se encerra em 2 de julho de 2017.

Pela legislação em vigor (Lei nº 9.192, de 21/12/1995, Decreto nº 6.264, de 22/11/2007 e Decreto nº 1.916, de 23/5/1996), estabelecida a vacância do cargo, o Conselho Universitário dispõe de, no máximo, 60 dias para elaborar e encaminhar uma lista tríplice ao MEC, que procederá a nomeação do reitor para o exercício de um novo mandato de quatro anos.

Nossa experiência institucional revela, entretanto, a necessidade de um interstício de quatro a cinco meses no transcurso do processo para escolha de reitor, período esse compreendido entre a apresentação do regimento eleitoral e a elaboração da lista tríplice.
Salta evidente, portanto, o conflito nos prazos estipulados pela determinação legal e pela prática corrente na instituição, a ensejar uma reflexão pelo Conselho Universitário sobre as medidas capazes de apontar uma posição que concilie o obrigatório cumprimento dos termos legais com a experiência já acumulada na UFPA.

Diante desse cenário, meu juízo e responsabilidade fizeram-me decidir pela convocação do CONSUN feita para o dia 4 de março passado, para avaliar e decidir sobre os procedimentos que assegurem a escolha do próximo mandatário sem atribulações decorrentes da exiguidade de tempo ou posições tomadas ao arrepio da lei.

Esta a razão única daquela convocação. Nada além disso!
Minha história de vida refuta insinuações de medidas antidemocráticas ou não republicanas tomadas no exercício do mandato que exerço com muita honra à frente da UFPA.
Considerando o significativo nível de dúvidas provenientes de iniciativa minha que deveria ter sido apresentada com mais vagar - reconheço aqui o erro- suspendi a convocação feita ao Conselho Universitário.
Estou convencido de que com a amplitude do debate que agora toma corpo poderemos com mais segurança decidir sobre o melhor caminho a seguir diante das alternativas e do horizonte institucional vislumbrados.
Confio que o tempo e a razão colocarão tudo em seu devido lugar.


Carlos Maneschy
Reitor

segunda-feira, 7 de março de 2016

Por enquanto na UFPA - Amigos Para Sempre