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sábado, 20 de julho de 2013

Por que os homens precisam de mulheres?

Why Men Need Women.



O que faz alguns homens egoistas ​​e outros generosos? O que Bill Gates motivados, por exemplo, para dedicar mais de US $ 28 bilhões em ações filantrópicas, enquanto muitos de seus colegas bilionários manteve o controle relativamente rigoroso sobre suas fortunas pessoais?

Novas evidências revelam uma resposta surpreendente. A mera presença de membros da família do sexo feminino - até mesmo recém-nascidos - pode ser suficiente para empurrar os homens no sentido generoso.





Em um novo estudo provocativo, os pesquisadores Michael Dahl, Cristian Dezso e David Gaddis Ross examinaram a generosidade e o que inspira nos homens ricos. Ao invés de olhar para doações de caridade em grande escala, olharam, como alguns executivos masculinos remuneram seus funcionários com mais generosidade do que outros. Os pesquisadores acompanharam os salários dos principais executivos do sexo masculino, em mais de 10 mil empresas dinamarquesa, ao longo de uma década.

Mas houve uma reviravolta. Quando a equipe de Professor Dahl examinou os dados mais de perto, as mudanças no pagamento dependia do sexo da criança dos principais executivos. Eles reduziram os salários depois de ter um filho, mas não depois de ter uma filha.

Filhas aparentemente suavizar pais e evocam tendências mais cuidadora. A especulação é que à medida que escovar o cabelo de nossas filhas e levá-los para aulas de dança, nos tornamos mais suave, mais compreensivo e mais outra orientada.
Há ainda estudos que mostram que os legisladores americanos com filhas votam de forma mais liberal, o que também é verdade para os eleitores masculinos britânicos que têm filhas, especialmente em termos de referendo e política de escolhas sobre os direitos reprodutivos. 

"Um pai que leva em algumas das preferências de sua prole feminina", argumentam os pesquisadores Andrew Oswald, da Universidade de Warwick e Nattavudh Powdthavee, então na Universidade de York. 

Para os principais executivos do sexo masculino, uma filha pode ser responsável por impulsos mais generosos para com os funcionários.

É possível que a proximidade com as meninas pede maior generosidade? Estudos adicionais, em uma variedade de campos, sugerem que este é o caso - e que poderia se estender além das  filhas. Considere, por exemplo, a série de estudos liderados pelo psicólogo Paul Van Lange, da Universidade Livre de Amsterdã. Para descobrir o que motiva as pessoas a agir com generosidade, Professor Van Lange e três colegas criaram um jogo em que mais de 600 pessoas fizeram escolhas sobre a partilha de recursos com alguém que não conhecia e nunca se encontrariam novamente. Os participantes escolheram entre estas opções básicas:

(A) Você ganha R$ 25 e seu parceiro fica R$ 10.

(B) Você tem R$ 20 e seu parceiro recebe R $ 30.

A primeira opção é o egoísta, você está reivindicando maior parte dos recursos para si mesmo. A última opção é mais generoso, pois envolve sacrificar uma pequena quantidade (R$ 5) para aumentar os ganhos do seu parceiro por uma quantidade muito maior (R$ 20).

Os jogadores manifestaram preferências consistentes em cada uma das nove rodadas que jogaram no relógio do professor Van Lange. Os dados mostraram que os jogadores que fizeram as escolhas mais generosos tinha mais irmãos. Os doadores em média, dois irmãos, os outros irmãos em média uma hora e meia. Mais irmãos significa mais partilha, o que parece predispor as pessoas para dar.

E mais uma vez, importava gênero. Os doadores eram 40 por cento mais propensos a ter irmãs do que as pessoas que fizeram muito mais, opções competitivas de auto-serviço. (Não houve diferença no número de irmãos, que era o número de irmãs, não irmãos, que prevê maior doação.) E a equipe do professor Van Lange apontou para um outro estudo mostrando que os mais irmãs, um pai tem, mais tempo que ele gasta elevar seus próprios filhos. Depois de crescer com as irmãs, os homens que têm oportunidades de dar são mais propensos a fazê-lo.

Os cientistas sociais acreditam que as empáticas, alimentando comportamentos de irmãs passar para seus irmãos. Por exemplo, estudos liderados pelo psicólogo Alice Eagly na Universidade Northwestern demonstram que as mulheres tendem a fazer mais dar e ajudar nas relações íntimas do que os homens. Também pode ser que os meninos sentem o impulso - por natureza e criação - para proteger suas irmãs. Na verdade, o professor Eagly acha que os homens são significativamente mais propensos a ajudar as mulheres do que para ajudar os homens.

Adam Grant is a professor at the Wharton School at the University of Pennsylvania and the author of “ Give and Take: A Revolutionary Approach to Success.”

Empresário bem sucedido da era LULA/DILMA, viveu às costas de incentivos fiscais para produzir commodities.

"Se pudesse voltar atrás, não recorreria ao mercado"

Filho de Eliezer Batista que se enriqueceu aproveitando seus cargos nos governos da ditadura, continuou sua carreira amparado nos governos Lula/Dilma, com recursos do BNDES para desenvolver empresas de commodities, nos setores da mineração e petróleo.

Esta tem sido o eixo do desenvolvimento brasileiro nos últimos 10 anos, basear seu crescimento na produção de commodities, o que tem feito do Brasil um país campeão da reprimarização da economia.

VEJA o artigo do Playboy Batista.

Eike: “Continuo acreditando na OGX e estamos reinventando a companhia”

Ao longo dos últimos meses, decidi que não me pronunciaria sobre a avalanche que se abateu sobre minha vida privada e principalmente sobre meus negócios. Mudei de ideia nos últimos dias diante da grande insistência de amigos próximos e alguns de meus executivos. Venho a público então submeter à reflexão aspectos que têm passado em branco quando se analisa minha trajetória empresarial.

Eu me tornei um empreendedor ainda no início dos anos 80, quando me aventurei no garimpo da Amazônia. Aprendi bastante em regiões de fronteira, ambientes hostis à atividade produtiva, enormes dificuldades de toda ordem para transportar equipamentos, surtos de malária que me obrigaram a substituir equipes inteiras da noite para o dia, o desafio de extrair minério em locais quase inacessíveis e meu próprio questionamento em torno das possibilidades de êxito diante das adversidades que se apresentavam. Acabei por me tornar proprietário de minas em diversos países e decidi estabelecer-me em definitivo no Brasil e me desfazer das participações que detinha na área de mineração.

Muitas vezes as pessoas imaginam que surgi do nada, em meio a uma febre desenfreada de aberturas de capital, e que surfei na onda de um mercado em alta que, sem qualquer razão aparente, me ofereceu um cheque em branco com algumas dezenas de bilhões para que eu pudesse brincar de empreender. Nestes últimos anos aprendi muito, errei e acertei em diversos projetos contribuindo para geração de riqueza para terceiros, para mim e principalmente para investidores. Se algum dia mereci a confiança do mercado, foi porque havia uma trajetória de mais de 30 anos de muito trabalho, desafios superados, sucesso e uma capacidade comprovada de cumprir compromissos.

Como entendo que a OGX está na origem da crise de credibilidade que se abateu sobre meu nome e que acabou por turvar as realizações e conquistas de empresas como MPX, MMX e LLX, começo por ela.

O que aconteceu desde que ficou claro que a OGX não estaria apta a apresentar os resultados que um dia pareceu possível alcançar? Eu me tornei de repente um aventureiro inconsequente que arregimenta recursos para seu próprio benefício e não se importa se entregará o que havia anunciado? Hoje é difícil lembrar, mas a OGX foi construída por algumas das cabeças coroadas por décadas de serviços prestados a empresas de renome. Eu não investi na indústria do petróleo sem me cercar daqueles que eu e o mercado entendíamos estar entre os mais capacitados profissionais com que se podia contar. Ao arrematar os campos que arrematou, a expectativa em torno da OGX era altíssima. Esta mesma expectativa parecia uma irrelevância diante dos prognósticos que recebi de diversas empresas independentes no mercado do petróleo. Uma delas foi a DeGolyer & MacNaughton (D&M). De acordo com um relatório divulgado em 2011, auditado por empresas independentes de renome internacional, a OGX possuiria recursos aproximados de 10,8 bilhões de barris de petróleo equivalente (incluídos recursos contingenciais e prospectivos). Meu corpo técnico me reafirmava, dia após dia, a mesma coisa. Minhas empresas eram auditadas por três das maiores agências de risco do mundo, e nunca uma delas veio a mim ou a público alertar que não era bem assim.

Evidentemente, eu estava extasiado com as informações que me chegavam. Podia tê-las guardado para mim? Não, eu era o controlador de uma companhia de capital aberto e o que fiz foi compartilhar todo aquele esplendor e respectivos desafios com o mercado, além dos riscos envolvidos e chances de sucesso neste negócio de tão alto risco.

Tive ofertas para vender fatias expressivas ou mesmo o controle da OGX a partir de um valuation de 30 bilhões de dólares. Há dois anos, coloquei mais um bilhão de dólares do meu bolso na companhia. Eu perdi e venho perdendo bilhões de dólares com a OGX. Alguém que deseja iludir o próximo faz isso a um custo de bilhões de dólares? Se eu quisesse, poderia ter realizado uma venda programada de 100 milhões de dólares por semestre ao longo de 5 anos. Eu teria embolsado 5 bilhões de dólares e ainda assim permaneceria no controle da OGX. Mas não o fiz. Quem mais perdeu com a derrocada no valor da OGX foi um acionista: Eike Batista. Ninguém perdeu tanto quanto eu, e é justo que assim seja. Eu investi em um negócio de risco. É injusto e inaceitável, por outro lado, ouvir que induzi deliberadamente alguém a acreditar num sonho ou numa fantasia. Quem mais acreditou na OGX fui eu. Continuo acreditando e por isso estamos, nestes últimos meses, reinventando a companhia. Não desistirei deste desafio.

A OGX tem sido alvo de todo tipo de movimento especulativo, com vendas a descoberto no mercado e vazamentos de informações (falsas ou verdadeiras) numa escala sem precedentes e totalmente irresponsável. Muita gente ganhou dinheiro com a OGX por conta de toda esta excessiva especulação. Muitos também têm perdido dinheiro assim.

Sou solidário com os investidores que acreditaram na OGX em sua origem e que me honraram com sua confiança naquele momento ou mesmo depois, quando parecia que a companhia entregaria resultados de grande magnitude. O que posso dizer a essas pessoas é que acreditei neste cenário tanto quanto elas. Investi e continuo investindo quase todo meu patrimônio, tempo e dedicação na OGX e nas demais empresas X. E lamento profundamente não ver confirmados os prognósticos de consultorias de renome, auditados por agências de idêntico renome e referendados por executivos de renome.

Sou um otimista incorrigível em relação a meu país, a meus negócios e às pessoas que me cercam. Ao longo de minha atividade empresarial, os êxitos e conquistas superaram largamente fracassos e erros. Mas os fracassos aconteceram e eu nunca os escondi. Tive experiências mal sucedidas com a fabricação de jipes, com uma empresa concebida para concorrer com os Correios, com algumas minas fora do Brasil das quais tive de abrir mão por fatores diversos. Mas eu nunca deixei de ser transparente, pagar ninguém e nem de honrar meus compromissos. Sempre mirei atividades de alto risco com possibilidades de elevados retornos para parceiros e acionistas. Mineração é uma atividade de risco. Extração de petróleo é uma atividade de alto risco. As promessas de retorno são elevadas, num caso e noutro, mas o risco é grande. Isso jamais foi escondido, faço questão de pontuar novamente.

Mais do que ninguém, me pergunto onde errei. O que deveria ter feito de diferente? Uma primeira questão talvez esteja ligada ao modelo de financiamento que escolhi para as empresas. Hoje, se pudesse voltar no tempo, não teria recorrido ao mercado de ações. Eu teria estruturado um private equity que me permitisse criar do zero e desenvolver ao longo de pelo menos 10 anos cada companhia. E todas permaneceriam fechadas até que eu estivesse seguro de que havia chegado o momento de abrir o capital. Nos projetos que concebi, o tempo se revelou fator de estresse vital para a reversão de expectativas sobre companhias que ostentam resultados amplamente satisfatórios e possuem ativos valiosos.

Nos casos de MPX, MMX e LLX, a depreciação do valor de mercado é claramente incompatível com o que têm a oferecer. Estes últimos investimentos que efetuei tiveram como importante motivação contribuir para um Brasil mais competitivo, estruturado logisticamente e capaz de proporcionar um futuro melhor para o conjunto de sua população. A MPX possui a maior carteira de projetos licenciados do país. Ela se tornou modelo no conceito de térmicas ao longo da costa e gera hoje 2 mil megawatts, o suficiente para alimentar a cidade do Rio de Janeiro. Em pleno cenário de crise energética, foi dito publicamente por um membro da Aneel que, graças à MPX, não haveria apagão ou racionamento de energia. A MMX já produz 7 milhões de toneladas anuais de minério de ferro e conta com um ativo de importância estratégica vital, o Porto do Sudeste. Graças a ele será possível extrair minério de ferro de Minas Gerais e exportar a partir do quadrilátero ferrífero com ampla repercussão para a logística e para a balança comercial. A LLX conta com o Porto do Açu, polo industrial para os setores de petróleo e para o transporte de cargas em geral e a granel. É um porto-indústria que revela, em escala crescente, sua capacidade de atrair novas parceiras para sua retroárea de aproximadamente 90 km2. Dentre as empresas que já se instalaram ou estão se instalando no Açu, estão Technip, National Oilwell Varco (NOV), BP, GE, Wartsila e Vallourec, todas grandes corporações internacionais que acreditam nos meus negócios e no Brasil.

As pessoas ainda comentam que sou o cara do papel, do power point. Por que não visitam o Porto do Açu? Por que não visitam o Porto do Sudeste? Por que não visitam as plantas da MPX? É justamente o oposto do que se tem falado: sou o cara da economia real, que, mesmo com muitos obstáculos, coloca as coisas de pé. No pico das obras de meus empreendimentos, 30 mil pessoas estavam empregadas tornando concreto o que até então eram apenas sonhos. Isso é papel? Trinta mil pessoas em atividade? Eu realmente gostaria que todos os que duvidam de minha capacidade de entregar pudessem visitar o Porto do Sudeste e o Porto do Açu e as térmicas da MPX já em operação. É um convite que gostaria de fazer a todos. São empreendimentos para o Brasil, para o futuro do país. Meu sentimento é de que, em pouco tempo, as pessoas vão olhar para trás e pensar que pude oferecer minha contribuição ao desenvolvimento do sistema logístico brasileiro. Coloquei 2 bilhões de dólares do meu bolso na construção de um estaleiro por acreditar nas encomendas da OGX. No total, investi mais de 4 bilhões de dólares em recursos próprios nas empresas X.

Tomei a decisão de reestruturar o controle das companhias. Faço isso com a certeza de que tenho um legado a deixar ao país, e não abrirei mão de colaborar na condição de acionista relevante em cada companhia. Honrarei todos os meus compromissos. Não deixarei de pagar um único centavo de cada dívida que contraí. Acredito no meu país e nunca desistirei de investir recursos próprios em ativos que contribuem para toda a sociedade.

Eu me enxergo e continuarei a me enxergar como um parceiro do Brasil. Acho que cumpri esse papel ao conceber e entregar projetos que terão uma importância crucial nas próximas décadas. Falhei e decepcionei muitas pessoas, em especial por conta da reversão de expectativas da OGX. Esta reversão contaminou todo o Grupo X e acarretou um déficit de credibilidade com o qual nunca me deparei em minha trajetória. Mas o fato é que fui tão surpreendido quanto cada um de meus investidores, colaboradores e todo o mercado. Esta é a verdade. Hoje me sinto frustrado por não ter sido capaz de entregar o que eu mesmo esperava nos casos da OGX e da OSX, esta última concebida em parte para oferecer suporte à primeira em suas atividades. Mas acredito que a OGX reestruturada se tornará um player relevante no setor em que atua, assim como confio numa OSX redimensionada a partir de um novo cenário.

Sempre agi de boa-fé e sempre o farei. Acho que era isso o que mais gostaria de dizer e que, assim espero, sintetiza meu percurso empresarial nos últimos cinco anos. Com minha estrutura de capital equacionada, continuarei a empreender e tenho convicção de que ainda vou gerar riqueza novamente e deixar um país melhor com estes ativos que criei do zero. Eu talvez faça isso agora sem o mesmo peito aberto de antes. Talvez tenha confiado demais em pessoas que não mereciam esta confiança, ainda que no final a responsabilidade seja toda minha. Com certeza eu também não me submeteria à exposição pública excessiva de tempos recentes, da qual me arrependo sobretudo por haver exposto igualmente minha família e meus amigos a uma curiosidade indesejada.

O orgulho de erguer do nada tantas empresas em tempo tão curto me colocou no centro do palco e eu me vi como o porta-voz de um novo empreendedor, que não tem vergonha de expor suas conquistas e mostrar que é possível gerar riqueza e ao mesmo tempo contribuir com o desenvolvimento do país. Tenho consciência de que fui um símbolo para as pessoas, a representação de um Brasil que prospera, que dá certo e está preparado para desempenhar um papel de preponderância global. A destruição de valor dos meus negócios colocou por terra talvez o sonho de muita gente que acreditou na possibilidade de partir do zero e se tornar um empreendedor de sucesso. Espero que elas procurem enxergar o que deu certo em minha trajetória e peço que esperem alguns anos para uma avaliação mais definitiva do que terei sido capaz de construir com o apoio dos que acreditaram e dos que ainda acreditam em mim. Houve muitos acertos e eles ficarão mais evidentes em tempo não tão longo. Não me refiro apenas aos negócios propriamente ditos. Nestes últimos cinco anos, apoiei causas de naturezas diversas, que me levaram a investir centenas de milhões de reais próprios em projetos de interesse público e social ou mesmo de caráter humanitário, principalmente na Cidade do Rio de Janeiro, o que hoje é esquecido por muitos. Isso eu faria e farei novamente se estiver a meu alcance.

Nos últimos meses, meu obituário empresarial tem ocupado as páginas de blogs, jornais e revistas. Só posso dizer que me vejo muito longe deste Eike aposentado. Tenho 57 anos e muita energia para arregaçar mangas e tirar do papel novos projetos. Sou um empreendedor brasileiro, acredito no que faço, amo meu país. A cada dia, minha cabeça fervilha com ideias novas, que nascem do nada e tomam forma aos poucos. Eu me alimento desta capacidade de sonhar e de realizar. Empreender está no meu sangue, no meu DNA. É minha fonte inesgotável de energia e de vida.

O empresário Eike Batista é presidente e controlador do grupo EBX

segunda-feira, 15 de julho de 2013

É tanta promessa, cada dia uma nova...

No rádio, Dilma promete tornar semiárido região produtiva


BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff aproveitou seu programa semanal de rádio para explicar na manhã desta segunda-feira o funcionamento do Plano Safra do Semiárido, lançado na última semana, e o Plano Safra da Agricultura Familiar, anunciado anteriormente.

“Nós queremos e temos certeza que podemos tornar o semiárido uma região produtiva, gerando trabalho e renda para os agricultores o ano inteiro. As populações que vivem nas regiões semiáridas do nosso país não podem ficar condenadas a sofrer perdas e passar tantas dificuldades a cada estiagem”, disse a presidente ao comentar o plano voltado para atender a região mais fortemente atingida pela seca. “Estamos criando as condições para o semiárido nordestino conviver de fato com a seca”, enfatizou a presidente.

A presidente afirmou também que o Plano Safra da Agricultura Familiar é “importante para o desenvolvimento harmonioso” da sociedade e destacou a segurança e proteção aos pequenos agricultores com a execução do programa, sobretudo ao garantir a comercialização da safra. “Com a agricultura familiar, nós ampliamos a produção sustentável de alimentos para todos os brasileiros. São produtos de qualidade”, disse Dilma.

A presidente disse que o Plano Safra da Agricultura Familiar totalizará R$ 21 bilhões para financiamento, custeio e investimentos do setor. Já o Plano Safra do Semiárido prevê R$ 7 bilhões para financiamento do custeio da safra 2013/2014.


(Bruno Peres | Valor)