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domingo, 15 de março de 2015

Protestos podem abrir caminho para reformas no Brasil, avalia economista



VALOR. 

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Suplicy enviou oito cartas pedindo audiência com Dilma, mas jamais foi recebido pela presidente


Suplicy se sente magoado por não ter sido recebido por Dilma


Em mensagem publicada no Facebook, senador lembra que presidente tinha se comprometido a recebê-lo pela primeira vez antes do término de seu mandato. “Era justo que me recebesse ou, como ela mesmo me disse, ‘mais do que justo’”

Esperançoso, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) esperou até o minuto derradeiro, mas não deu. O primeiro petista a se eleger para o Senado concluiu seus 24 anos de mandato sem ter sido recebido uma vez sequer pela presidente da República, Dilma Rousseff, sua companheira de partido. Em mensagem publicada no Facebook no final da noite de ontem (31), Suplicy disse sentir “imensamente” que Dilma não tenha cumprido o compromisso de recebê-lo no Palácio do Planalto.

Segundo o senador, ela disse, durante a cerimônia de diplomação em dezembro, que era “mais do que justo” atender ao seu pedido de audiência. “Foram oito cartas enviadas desde junho de 2013. Sou senador do PT. Muitos foram recebidos mesmo não sendo do PT. Era justo que me recebesse ou, como ela mesmo me disse, ‘mais do que justo’”, escreveu o senador paulista.

Na última delas, como revelou o Congresso em Foco, ele questionou a presidente se alguém no Planalto não queria que os dois se encontrassem. Em São Luís para um compromisso na Universidade Federal do Maranhão este fim de semana, ele disse à reportagem que voltaria às pressas no sábado a Brasília se Dilma resolvesse recebê-lo. Mas o Planalto, mais uma vez, não respondeu ao seu pedido. “Sinto que cumpri com as minhas responsabilidades, procurando honrar a confiança que me foi dada e o privilégio de representar a população de São Paulo”, resignou-se o senador, que será secretário municipal de Fernando Haddad na capital paulista.

Veja a mensagem publicada por Suplicy no Facebook:

“Esta é minha última hora e dia de senador após 24 anos de mandato. Agradeço muito a todos que votaram em mim, que colaboraram comigo de tantas formas para que eu pudesse representar bem o povo de São Paulo e contribuísse para a construção de um Brasil justo. Sinto imensamente que a Presidenta Dilma Roussef, após ter assegurado que me receberia antes do término do meu mandato, para conversar sobre proposta feita por todos os 81 senadores, não tenha me recebido. Foram oito cartas enviadas desde junho de 2013. Sou senador do PT. Muitos foram recebidos mesmo não sendo do PT. Era justo que me recebesse ou, como ela mesmo me disse, “mais do que justo”. Sinto que cumpri com as minhas responsabilidades, procurando honrar a confiança que me foi dada e o privilégio de representar a população de São Paulo. Viva o Brasil!”

POR EDSON SARDINHA E FÁBIO GÓIS
UOL

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

No DF, na Equipe de Governo predomina a competência


CONHEÇA OS NOVOS SECRETÁRIOS DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL


CHEFE DA CASA CIVIL: HÉLIO DOYLE.

64 anos, nascido no Rio de Janeiro, morador de Brasília desde 1961. É o coordenador geral da transição e coordenou a campanha eleitoral. Jornalista, é mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília, onde foi professor (1985-2013). Foi secretário de Governo (1995-1996) e secretário-chefe do Gabinete de Articulação Institucional (2003-2004) do Distrito Federal. Foi também diretor (1977-1980) e presidente (1980-1986) do Sindicato dos Jornalistas do DF, chefe de redação da TV Globo e do Jornal do Brasil, editor-chefe do Jornal de Brasília, editor do Correio Braziliense e da Zero Hora, editor assistente da revista Veja, coordenador em O Estado de S. Paulo e diretor de redação da revista meiaum e do Brasília247, além de repórter em várias publicações e assessor e consultor de comunicação em empresas privadas, universidades e entidades de classe.


CHEFE DA CASA MILITAR: CLÁUDIO RIBAS.

43 anos, nascido no Rio de Janeiro. É tenente-coronel, secretário-geral do Comando Geral da Polícia Militar e conselheiro do Conselho de Meio Ambiente do Distrito Federal. Bacharel em Ciências Policiais, com especialização em Gestão em Segurança Pública e Gestão Estratégica em Segurança Pública, todos pelo Instituto Superior de Ciências Policiais. Foi comandante do Batalhão da Polícia Militar Ambiental do DF (2011-2014), comandante da Rotam (2004 a 2006), coordenador operacional na Secretaria de Segurança Pública (2009-2011) e comandante do Corpo de Alunos do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (2006 e 2008).


SECRETÁRIO DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS E SOCIAIS: MARCOS DANTAS.

56 anos, nascido em Nova Iguaçu (RJ). É o coordenador de Relações Políticas e com a Sociedade da equipe de transição e participou da coordenação da campanha eleitoral. É bacharel em Administração, com pós-graduação em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). É o presidente do PSB-DF e administrador de carreira do FNDE/MEC desde 2002, cedido para o Senado, onde foi assessor técnico da Liderança do PSB. Foi coordenador de projetos especiais do Ministério de Reforma Agrária em 1987.


SECRETÁRIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO: LEANY LEMOS.

44 anos, nascida em Brasília. É a coordenadora executiva da transição. É formada em Letras, mestre em Ciência Política, doutora pela UnB em Estudos Comparados das Américas e pós-doutora em Ciência Política pelas Universidades de Oxford e de Princeton. É servidora do Senado desde 1993, tendo sido secretária das comissões de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle e chefe de gabinete da Liderança do PSB. Hoje é consultora legislativa do Senado. Foi também pesquisadora-colaboradora da UnB (2008-2013) e é a coordenadora adjunta para o mestrado profissional na Capes, na área de Ciência Política e Relações Internacionais.


SECRETÁRIO DA FAZENDA: LEONARDO COLOMBINI.

68 anos, nascido em Ressaquinha (MG). Servidor aposentado do Banco Central, é formado em Ciências Contábeis com especialização em Administração Financeira e Economia e em Auditoria, Administração, Economia e Finanças. Desempenhou a função de assessor especial do ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República (1999 a 2002). Desde 2003, trabalha no governo de Minas Gerais, no qual já exerceu os cargos de assessor especial da Secretaria de Fazenda; subsecretário do Tesouro Estadual e secretário-adjunto de Fazenda. É secretário da Fazenda do Estado desde 2010.



SECRETÁRIO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA E DESBUROCRATIZAÇÃO: ANTÔNIO PAULO VOGEL.

41 anos, nascido no Rio de Janeiro. É secretário-adjunto de Finanças e Desenvolvimento Econômico do Município de São Paulo desde 2013 e servidor público federal desde 1998, integrante da carreira de Analista de Finanças e Controle do Tesouro Nacional. Formou-se em Economia pela UFRJ e em Direito pela UnB. Ocupou diversos cargos de direção na Secretaria do Tesouro Nacional até 2006 e foi diretor do Rioprevidência – Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (2007-2012).


SECRETÁRIO DE JUSTIÇA E CIDADANIA: JOÃO CARLOS SOUTO.

51 anos, nascido em Camamu (BA). Formou-se em Direito na Universidade Federal da Bahia e é mestre em Direito Público com especialização na Harvard Law School, nos Estados Unidos. É procurador da Fazenda Nacional desde 1993, tendo atuado na Coordenação de Assuntos Internacionais em Washington. É também professor de Direito Constitucional desde 1996, atualmente no Centro Universitário do Distrito Federal (UDF). Foi assessor legislativo durante a Constituinte do Estado da Bahia, em 1989, e publicou o livro “Suprema Corte dos Estados Unidos – principais decisões”.


SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO: JÚLIO GREGÓRIO.

60 anos, nascido em Catanduva (SP). É coordenador de Educação da equipe de transição e membro do Conselho Técnico Científico da Educação Básica da Capes. Formado em Química pela Universidade de Brasília e pós-graduado em Administração da Educação e em Avaliação Institucional. Foi professor da rede pública de ensino do DF durante 24 anos, em escolas como o Centro de Ensino Fundamental 4 de Taguatinga e o Elefante Branco. Dirigiu o Centro de Ensino Médio Setor Oeste, o Colégio da Asa Norte (atual Paulo Freire), o Galois e o Inei. Na Secretaria de Educação, foi ainda diretor do Departamento de Inspeção de Ensino e do Departamento de Planejamento Educacional e integrou o Conselho de Educação do Distrito Federal.


SECRETÁRIO DE SAÚDE: IVAN CASTELLI.
56 anos, nascido em São Paulo. É médico especialista em Clínica Médica e Cardiologia, funcionário da Secretaria de Saúde do Distrito Federal há 29 anos. Assumiu funções importantes na iniciativa privada, tanto em direção de hospitais quanto na saúde suplementar. De 1985 a 2010 trabalhou no Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Foi diretor da Regional de Saúde de Taguatinga e de Samambaia (1997), diretor-geral do HRT (1996-1998) e subsecretário de Atenção à Saúde (janeiro de 2011 a abril de 2012). Atualmente trabalha como médico da Central de Notificação, Captação e Doação de Órgãos do DF.


SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA E PAZ SOCIAL: ARTHUR TRINDADE.

46 anos, nasceu em Alegrete (RS). Graduado na Academia Militar das Agulhas Negras, mestre em Ciência Política e doutor em Sociologia pela UnB. É coordenador do grupo de segurança na equipe de transição e professor associado do Departamento de Sociologia da UnB desde 2003, onde coordenou o Núcleo de Estudos sobre Violência e Segurança. Integra o Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Tem mais de 18 anos de pesquisa na área de Segurança Pública.
SECRETÁRIO DE GESTÃO DO TERRITÓRIO E HABITAÇÃO: THIAGO DE ANDRADE.


34 anos, nascido em Brasília. É arquiteto e urbanista formado pela UnB, com especialização em Docência Superior. Presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-DF) e sócio de um escritório de arquitetura e urbanismo, foi consultor do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2013. Trabalhou como monitor e assistente na área de Geografia no Ensino Médio no Galois e foi voluntário do American Fields Service (AFS). Ganhou o prêmio Nauro Esteves no concurso Nova Arquitetura de Brasília (2007) e teve trabalhos expostos na Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo e no Brazilian Design Perspective, em Singapura.


SECRETÁRIO DE ECONOMIA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: ARTHUR BERNARDES.

33 anos, nascido em Brasília. É advogado tributarista, com especialização em Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional. Trabalhou na Secretaria de Ensino Médio e Tecnológico do Ministério da Educação (2001) nas áreas de capacitação, desenvolvimento e ensino tecnológico. Foi consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD – 2001-2002) e integrou o Conselho Deliberativo do Sebrae-DF (2007). Na Administração Regional de Ceilândia, foi diretor de Administração (2004-2005), chefe de Gabinete (2007) e administrador regional (2007). Na Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), assumiu os cargos de secretário-geral (2008) e diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental (2009-2010). Chefiou a Assessoria Especial da Governadoria do DF (2010). É fundador e vice-presidente do Partido Social Democrático (PSD-DF).


SECRETÁRIO DE CULTURA: GUILHERME REIS.

60 anos, nascido em Goiânia. É ator, diretor teatral e gestor cultural. Iniciou sua carreira em 1972, desenvolvendo inúmeros projetos em teatro, cinema, música e dança. Como produtor cultural, realiza, desde 1995, o Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília. Também trabalhou como assessor especial na Secretaria de Cultura (1999) e na reitoria da Universidade de Brasília (1986 a 1989).


SECRETÁRIO DE INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS PÚBLICOS: JÚLIO PERES.


59 anos, nascido em São Paulo. Formado em Engenharia Civil pela Universidade de Brasília. De 1977 a 1978, foi professor de Matemática no UniCeub. Foi vice-presidente da Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco – 1995-1997) e conselheiro do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai -2001-2003). Também foi o primeiro coordenador do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H) do Ministério das Cidades (2000-2003). Desde 2013, integra o Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF (Conplan) e faz parte do Conselho Deliberativo do Sebrae-DF. No Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon), presidiu a Comissão de Material e Tecnologia (Comat -1999-2003) e a Comissão Imobiliária (2003-2007). De 2008 a 2011, atuou como 1º vice-presidente. É o atual presidente licenciado do Sindicato (2011-2014).


SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL: MARCOS PACCO.


40 anos, nascido em Brasília (DF). Professor, escritor e revisor. É licenciado em Letras pela Universidade de Brasília (UnB) e ministra aulas de língua portuguesa em diversos cursos preparatórios, órgãos públicos e empresas, em Brasília (DF) e em Goiânia (GO). Trabalhou na Secretaria de Educação, como professor (1996) e coordenador da Área de Língua Portuguesa (1997). Também faz trabalhos na área social, com cursos beneficentes, em organizações não governamentais (ONG’s). Autor dos livros “Novíssima Gramática Aplicada ao Texto”, “Tópicos Especiais de Gramática Aplicada ao Texto”, “Português Básico” e “550 Questões de Língua Portuguesa”.


SECRETÁRIO DE TRABALHO E EMPREENDEDORISMO: GEORGES MICHEL SOBRINHO.


71 anos, nascido em Goiânia. Juntamente com Leonel Brizola e outras lideranças políticas, é signatário da Carta de Lisboa, documento base de fundação do Partido Democrático Trabalhista (PDT). Na época da ditadura, viveu exilado no Chile (1970-1973), na Colômbia (1973-1974), na Alemanha Oriental (1974-1977) e em Portugal (1977-1979). Com a Lei da Anistia, voltou para o Brasil em 1979. Chefiou a Representação do Governo do Estado do Rio de Janeiro em Brasília durante os dois governos de Brizola (1983-1987 e 1991-1994). É jornalista e exerce a função de chefe de gabinete da Liderança do PDT no Senado (1994-2014). Já presidiu o PDT-DF quatro vezes e é o atual presidente da legenda no DF.


SECRETÁRIA DA MULHER, DA IGUALDADE RACIAL E DOS DIREITOS HUMANOS: MARISE GUEBEL.


50 anos, nascida em Niterói (RJ). Médica e diplomata, graduada em Medicina pela Unirio, fez residência no Instituto Nacional de Câncer (Inca). É mestre em Radiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e médica Associada (“medecinattachee”) dos Hospitais de Paris. Atuou como radiologista no setor público e privado de 1988 a 2003, quando ingressou no Instituto Rio Branco. Como diplomata, foi cônsul do Brasil em Lima, no Peru (2011-2013), e chefe do Setor de Direitos Humanos e Temas Sociais na Embaixada do Brasil em Buenos Aires, na Argentina (2007-2010). É assessora internacional da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.


SECRETÁRIO DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO: JOSÉ GUILHERME LEAL.


45 anos, nascido no Rio de Janeiro. É engenheiro agrônomo, com especialização em Fruticultura Comercial e Tecnologia de Produção de Fertilizantes. Foi técnico extensionista da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Goiás (1993) e do Distrito Federal (1993-2002). É servidor de carreira do Ministério da Agricultura desde 2002, onde assumiu a coordenação nacional de Fiscalização de Fertilizantes (2003-2009) e a diretoria de Programa da Secretaria de Defesa Agropecuária (2009-2010). Por quatro meses, foi o secretário-adjunto de Agricultura (2011) do Distrito Federal e presidente da Emater-DF (2011-2012). É diretor do departamento de Sistema de Produção e Sustentabilidade do Ministério da Agricultura.


SECRETÁRIO DE MOBILIDADE: CARLOS TOMÉ.


42 anos, nascido no Rio de Janeiro. É o coordenador técnico da equipe de transição. É engenheiro civil, bacharel em Direito, mestre em Relações Internacionais e consultor legislativo do Senado para as áreas de Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia desde 2002. Foi subchefe de gabinete da Liderança do PSB no Senado (2013-2014), professor do curso de Relações Internacionais do Iesb (2012-2014), oficial de Inteligência da Abin (1999-2002), analista legislativo no Controle Interno da Câmara dos Deputados (2002) e chefe da Divisão de Tecnologia da Novacap (1996).


SECRETÁRIA DE POLÍTICAS PARA CRIANÇAS, ADOLESCENTES E JOVENS: JANE KLEBIA REIS.


51 anos, nascida em Brasília. É bacharel em Geografia e em Direito, com pós-graduação em Polícia Judiciária e em Administração Escolar. Desde 2013 é chefe da Procuradoria Jurídica da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal. Foi delegada de polícia de Planaltina, Lago Norte e Sobradinho e delegada-chefe adjunta da 6ª DP do Paranoá (2011-2013). Trabalhou como agente de polícia por oito anos na Delegacia da Criança e do Adolescente e professora de Geografia do Ensino Médio na rede pública.


SECRETÁRIO DO MEIO AMBIENTE: ANDRÉ LIMA.


43 anos, nascido em Araraquara (SP). Formado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), com mestrado no Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (UnB). Foi coordenador de Políticas Públicas do Instituto Socioambiental (1996-2007); diretor de Políticas para Amazônia do Ministério do Meio Ambiente (2007-2008); e consultor jurídico da SOS Mata Atlântica (2010-2014). É o coordenador de Políticas Públicas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam – 2008-2014). É ainda autor do livro “Zoneamento ecológico-econômico à Luz dos Direitos Socioambientais”, membro do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama – 2009-2014), fundador e membro do diretório nacional e do Distrito Federal da Rede Sustentabilidade.


SECRETÁRIO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO: PAULO SALLES.


62 anos, nascido em Garça (SP). É o coordenador de objetivos estratégicos da equipe de transição e coordenou a elaboração do programa de governo de Rollemberg. É biólogo e PhD em Ecologia pela Universidade de Edimburgo (Escócia), e fez pós-doutorado na Universidade de Amsterdam (Holanda). Atuou em cursos de graduação e pós-graduação em Ciências Biológicas, como orientador de alunos de mestrado e doutorado e, em 2014, aposentou-se como professor associado da Universidade de Brasília (UnB). Em 2011 foi diretor-presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal e diretor-secretário da Fundação para Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec). Atuou também na gestão de recursos hídricos como vice-presidente (2008-2010) e presidente do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba (2010-2013), e presidente do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Paranoá (2010-2014). Atualmente é vice-presidente deste comitê.


SECRETÁRIA DE ESPORTE E LAZER: LEILA BARROS.


43 anos, nascida em Brasília (DF). Atleta olímpica, foi jogadora da seleção brasileira de vôlei (1988-2008) e coordenadora de projetos sociais em Brasília. Fundou uma instituição no DF voltada à inclusão social e ao desenvolvimento socioeducacional, que já atendeu mais de 50 mil jovens, crianças e adultos. Foi comentarista da TV Globo por três ciclos olímpicos. Atualmente, faz faculdade de Gestão Pública no Centro Universitário IESB.


SECRETÁRIO DE TURISMO: JAIME RECENA.


34 anos, nascido em Brasília (DF). Empresário e jornalista. Começou a vida profissional na Gazeta Mercantil (1999). Aos 20 anos, participou do grupo que assumiu a revista Roteiro. Comandou a Administração Regional do Lago Norte em 2012, onde permaneceu por seis meses. Foi presidente do conselho do Brasília Convention Bureau (2012-2013) e é o atual presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Distrito Federal (Abrasel-DF).


CHEFE DE GABINETE DO GOVERNADOR: RÔMULO NEVES.


37 anos, nascido em Anápolis (GO). É o coordenador de relações com o governo da equipe de transição e coordenou a agenda na campanha eleitoral. É diplomata, bacharel em Ciências Sociais, mestre em Sociologia e em Diplomacia e especialista em Economia e Relações Internacionais. Foi ministro-conselheiro da Embaixada do Brasil na Etiópia e junto à União Africana (2012-2014), analista de mercado do Ibope (2005) e repórter da Folha de S. Paulo (2002-2004) e do jornal Gazeta Mercantil (2004-2005).

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

FGV: Índice de Confiança de Serviços tem menor nível desde 2009


Por São Paulo | Valor


Pelo oitavo mês consecutivo, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getúlio Vargas registrou queda, ao variar -3,1% entre julho e agosto de 2014, considerando-se dados com ajuste sazonal. Com o novo recuo, o índice atingiu 104,0 pontos, o menor nível desde abril de 2009 (103,4 pontos).

A piora da confiança no mês foi determinada pelas expectativas dos empresários em relação aos meses seguintes, cujo índice, que havia avançado 4,3% em julho, recuou 5,7% em agosto, a maior perda mensal desde novembro de 2008 (-11,4%). Já o Índice da Situação Atual subiu 0,8%, após recuar 7,2% no mês anterior. “A queda acentuada nas expectativas, após dois meses de crescimento, combinada a uma recuperação apenas discreta na avaliação das empresas do setor sobre o momento atual, reforça os sinais de um cenário de baixo crescimento até o fim do ano”, avalia, em nota, Silvio Sales, consultor da FGV/Ibre.

Além de forte, a queda do Índice de Expectativas foi disseminada entre os setores, atingindo os 12 segmentos pesquisados e os dois quesitos que o integram. O indicador que mede as expectativas em relação à demanda apresentou queda de 6,3%, frente ao mês anterior. A proporção de empresas projetando aumento da demanda nos três meses seguintes diminuiu de 37,4% para 31,9% entre julho e agosto, enquanto a parcela de empresas sinalizando diminuição passou de 9,7% para 12,3%, no mesmo período.

O quesito que mede o grau de otimismo em relação à tendência dos negócios recuou 5,1% em relação ao mês de julho. A proporção de empresas esperando melhora da situação dos negócios para os próximos seis meses caiu de 37,4%, em julho, para 32,7%, em agosto; e a das que esperam uma piora passou de 9,4% para 11,2% no mesmo período.

Já a ligeira melhora da avaliação sobre a situação atual também foi disseminada entre os 12 segmentos. O quesito que mais influenciou positivamente o indicador agregado foi o volume de demanda atual, que subiu 5,6%, após recuar 8,6% em julho.

A evolução do Índice de Confiança dos Serviços de agosto dá prosseguimento à tendência de redução do nível de confiança iniciada em janeiro deste ano, diz a FGV. “Passados os efeitos negativos da Copa do Mundo sobre o nível de atividade corrente, a reação observada em agosto no Índice da Situação Atual foi bastante moderada. Pelo lado das expectativas, a elevação observada em junho e, especialmente, em julho, não se confirmou, e o índice voltou a cair”, afirma a entidade.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Alexandre o Grande

Alexandre Padilha candidato ao Governo de São Paulo em visita a obras? 


A presidente Dilma Rousseff visitou nesta quinta-feira (8) o estádio do Corinthians, na Zona Leste de São Paulo. A arena será palco da abertura da Copa do Mundo.

Dilma andou pelo gramado, cumprimentou operários e usou um capacete dourado que ganhou de presente.



O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, disse que a presidente fez um balanço positivo ao visitar o entorno do estádio. “Ela classificou como um dos maiores legados do Brasil para a Copa.”

Mais cedo, logo após chegar a São Paulo, a presidente recebeu representantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) no Clube dos Metroviários. Ela recebeu pedidos de mais moradias populares do grupo, que tinha realizado ato na cidade contra o lucro de construtoras que realizaram obras para a Copa.

Haddad
O prefeito elogiou a construtora responsável pela obra, a Odebrecht, e o Corinthians pelo estádio. “A Prefeitura e o estado cumpriram todas as suas obrigações. Não temos dúvida de que vai ser uma grande abertura.”

Haddad disse que a IBM o procurou semana passada e anunciou uma planta da empresa em Itaquera com geração de 3 mil postos de trabalho. Ele também acrescentou que o dono de uma pedreira pretende ingressar com projeto de 50 mil empregos na região.

Ele acrescentou que parte das obras não pôde ser liberada nesta semana por conta do término do acesso ao estacionamento. “Na semana que vem todo o viário será liberado, como nós liberamos os túneis, governador Alckmin e eu. A partir da semana todo o viário do entorno liberado, iluminado, ajardinado, Estamos prontos para 12 de junho, com certeza."

G1

sexta-feira, 7 de março de 2014

É tarde, a "Peemedebização" está aí e o PT outra vez beijará a mão do PMDB

A mentalidade típica do PMDB domina a política brasileira em praticamente todo seu espectro partidário. É a marca da política sem ideias ou ideais, voltada apenas para o controle dos cargos partidários, como trampolim para a conquista de cargos nos governos, nos três níveis da federação. Nos últimos encontros do PT, a disputa em torno de teses programáticas cedeu lugar à competição pelos cargos no partido e no governo. 


Rui Falcão diz que PT não aceita ultimato do PMDB





Um dia depois de reunir-se com a presidente Dilma Rousseff e com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente nacional do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP), disse ontem que o partido não aceita ultimatos do PMDB. O dirigente petista cobrou a mudança de postura do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), e afirmou que o pemedebista não pode se comportar como oposição ao mesmo tempo em que o PMDB participa do governo federal. Falcão disse ainda que o PT não vai recuar nas negociações com o PMDB em torno de alianças estaduais e afirmou que a presidente Dilma não deve ampliar o espaço do partido aliado no Planalto.

"O PT não faz ultimato e também não aceita ultimatos", afirmou o presidente nacional do partido. Ao falar sobre as críticas públicas feitas pelo líder do PMDB na Câmara sobre a aliança do partido com o PT, o dirigente petista disse que Cunha "precisa se decidir". "Não pode estar no governo e ter esse comportamento de oposição", afirmou Falcão. "Tenho divergências políticas com ele [Cunha]. Ele é líder do PMDB, partido que tem a vice-presidência".

Falcão classificou como "TPE - Tensão Pré-Eleitoral" a pressão do PMDB sobre o PT. "Estou otimista e acho que vai prevalecer o bom senso. Eles estão no governo e vão querer que Temer continue como vice", afirmou Falcão, referindo-se ao vice-presidente da República Michel Temer.

O presidente do PT disse que o partido apoia o PMDB em mais Estados do que recebe apoio do aliado e indicou que não vai recuar. "O PMDB nos apoiará no Distrito Federal e tende a apoiar em Minas Gerais. Já o PT vai apoiá-los em Sergipe, Alagoas, Pará e Amazonas. Isso já está garantido", afirmou, citando que no Maranhão e no Ceará os petistas também poderão apoiar os pemedebistas. O Maranhão é atualmente governado pela pemedebista Roseana Sarney, que não pode se reeleger. No Ceará, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) é candidato, mas o PT é aliado ao governador Cid Gomes (Pros), que quer indicar um candidato de seu partido.

No governo, o PMDB tem cinco ministérios, além da Vice-Presidência, e segundo Falcão a participação do partido no governo não deve ser alterada. "Dilma não vai ampliar o espaço que o PMDB tem hoje no governo, faltando nove meses para o fim do mandato. A presidente não pediu para ninguém sair do governo. Está saindo quem vai ser candidato. Se não fosse isso, o PMDB continuaria como estava", afirmou.

Entre articuladores da campanha da reeleição de Dilma, a avaliação é que a possibilidade de ruptura da aliança com o PMDB existe, ainda que seja considerada por enquanto remota, mas que o dano eleitoral seria reduzido. A perda do tempo no horário gratuito só se tornaria um fator preocupante caso houvesse ambiente para uma coligação do PMDB com os adversários da presidente ou o lançamento de uma candidatura própria do partido, possibilidades que não são cogitadas por qualquer dirigente de ambas as siglas.

Dentro do próprio PT, entretanto, há diferenças sobre como reagir à ofensiva pemedebista. Correntes do partido começam a defender concessões nos palanques estaduais para tentar desinflar a insatisfação dos parlamentares do PMDB com o governo. O temor é que a movimentação desencadeada por Cunha leve ao rompimento da aliança nacional entre os dois partidos. Se o PMDB deixar de apoiar Dilma formalmente, a campanha pela reeleição perderia 10% de seu tempo no horário eleitoral gratuito.

O sacrifício de candidaturas petistas nos Estados passaria pela mediação de Lula e envolveria também concessões pemedebistas. O PT definiria em quais Estados teria candidato próprio até o dia 20, data da reunião do Diretório Nacional da legenda, em Brasília. "Todo mundo está se lançando ao governo. Quando começamos a discutir os palanques, o PT tinha 12 candidatos. Agora tem 19, daqui a pouco está nos 27 Estados", disse o vice-presidente do PT, deputado José Guimarães (CE).

Guimarães vai defender na reunião do dia 20 que o partido só tenha candidato ao governo em dois Estados nordestinos: Bahia e Piauí. "O PT nacional tem que dizer o que quer em cada região, definir claramente onde vai disputar, e focar nas alianças para o Senado onde não tem chance de eleger governador", disse. O parlamentar quer ser candidato ao Senado no Ceará.

"O único fato consumado que existe nesta eleição é a prioridade absoluta da disputa presidencial e neste sentido a aliança com o PMDB é estratégica. O PT pode fazer mais do que está fazendo", disse o vice-presidente da Câmara, André Vargas (PR), que sugeriu rediscutir os casos do Rio de Janeiro, Bahia e Ceará. "Nós temos uma situação eleitoral no Rio que colaborou para a crise que temos agora. E na Bahia o PMDB não nos apoia. Tudo é uma questão de se conversar", afirmou Vargas.

Reabrir a possibilidade de aliança no Rio de Janeiro, onde o governador pemedebista Sergio Cabral não pode se reeleger e tenta viabilizar a candidatura do vice, Luiz Fernando Pezão, é uma prioridade do PMDB. " O rompimento começou a se desenhar quando uma expectativa de se manter uma aliança histórica no Rio ficou ameaçada. Este é o problema mais sério para o PMDB: garantir nosso espaço nos Estados", disse o presidente nacional da sigla, senador Valdir Raupp (RO).

No Rio de Janeiro o senador Lindbergh Farias teve a sua pré-candidatura aprovada por unanimidade em um encontro estadual do partido, evento que aconteceu há apenas duas semanas, com a presença de Rui Falcão e do governador gaúcho Tarso Genro. As possibilidades de vitória de Pezão se reduziram não apenas pela candidatura petista, mas pelo desgaste na popularidade de Cabral, acentuado depois dos protestos de junho.

Cunha convocou uma reunião da bancada do PMDB na Câmara para terça-feira e avisou que será discutida a relação do partido com o PT. A depender do resultado da reunião, Raupp irá convocar uma reunião da Executiva Nacional do PMDB. "Não vou até a morte pelo governo, antes sou presidente de um partido. Vou com meu partido", disse o senador.

Dentro do PT, a avaliação é que a capacidade de Cunha de concretizar suas ameaças existe. A prova seria a formação do bloco de partidos insatisfeitos ocorrida na semana anterior ao Carnaval, com a colaboração do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). (Colaborou Andrea Jubé, de Brasília)

Por Cristiane Agostine, Raphael Di Cunto, Fabio Brandt e César Felício | De São Paulo e Brasília

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Presidente do PT/PMDB acusa de Dinossáurios a ex ministros do Lula e Dilma



Em evento do PT e desconhecendo a história recente do Governo de Lula e Dilma, Rui Falcão, presidente do PT lançou acusações de "NovoVelho" e Dinossáurio ao candidato a Presidente da República, Eduardo Campos e Marina Silva, possível candidata a Vice, na chapa do PSB/REDE.

Parecia presidente de um diretório de um núcleo de estudantes articulando palavras e diatribas sobre a campanha de Campos, que a diferencia do PT, aliado à oligarquia "pemedebista", construí uma aliança democrática e socialista.

Diário do Pará.

Ingratidão e o que sobra no governo.


Quando precisavam do Campos e Miguel Arraes aí eram grandes aliados. veja registros recentes.







  

domingo, 26 de janeiro de 2014

Rolezinho.Por mais saúde, transporte e educação. Ingratos!


O Governo Federal e seus ministros perderam todas as referências de autocrítica, acham que são deuses e não aceitam protestos. Logo quando os "vândalos" invadem as ruas a presidente culpa à direita e incentiva as manifestações.

Seguidamente aparece o Ministro franciscano, Gilberto Carvalho e chama a essa verdadeira "torcida do Flamengo" que saiu para as ruas, de ingratos.



Um grupo de aproximadamente 35 jovens, de vários bairros de Belém, estiveram na tarde deste sábado (25), no Boulevard Shopping, onde realizaram o primeiro "rolezinho" da capital paraense. O ato durou cerca de 40 minutos e o número de participantes esteve bem abaixo dos 950 que confirmaram presença pela rede social Facebook.

O protesto não apresentou incidentes e seguiu dentro do estabelecimento ao som de gritos de ordem por parte dos manifestantes. Os seguranças monitoraram todo o trajeto.

Assustados, comerciantes fecharam as lojas durante a movimentação, mas deram apoio ao ato. Miriam Portugal, gerente de uma loja disse que o ato era desnecessário já que o shopping é um local aberto a todos, mas considera justo que eles lutem por mais locais de lazer . " A loja foi fechada, os clientes pediram com medo de que vândalos estivessem infiltrados, mas tudo ocorreu dentro da normalidade", explicou.

Para monitorar a caminhada, duas viaturas da Polícia Militar, quatro da Ronda Tática Metropolitana (Rotam), e cerca de 30 agentes do Detran acompanharam a manifestação.

O DOL entrou em contato com o Boulevard Shopping que informou que não vai se manifestar pelo fato do ato ter ocorrido dentro da normalidade, sem prejuízos, confusão ou danos ao patrimônio.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Ingratidão dos Vândalos. "Fizemos tanto por essa gente e agora eles se levantam contra nós."


Horas depois, Gilberto Carvalho afirmou que declaração foi mal interpretada

Possibilidade de reedição da onda de manifestações preocupa o Planalto em ano de eleições

Interlocutor da presidente da República com os movimentos de esquerda, o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral) disse ontem que, durante as manifestações de junho passado, integrantes do governo federal ficaram "perplexos" e "quase com um sentimento de ingratidão" pelo fato de os protestos terem se voltado contra um governo que considera ter avançado em conquistas sociais.

A declaração foi feita pela manhã no Fórum Social Temático, em Porto Alegre, evento que reúne movimentos sociais, parcela cativa do eleitorado petista nas últimas décadas.

No discurso, o ministro avaliou que a direita "fez a festa" com a repercussão dos protestos. A onda de manifestações começou em capitais tendo como foco a insatisfação com o preço do transporte coletivo, mas se alastrou para outras áreas do serviço público e atingiu a popularidade da presidente Dilma Rousseff e de governadores e prefeitos do país.

"Quando acontecem as manifestações de junho, da nossa parte houve um susto. Nós ficamos perplexos. Quando falo nós, é o governo e também todos os nossos movimentos tradicionais. [Houve] uma certa dor, uma incompreensão e quase um sentimento de ingratidão. [Foi como] dizer: fizemos tanto por essa gente e agora eles se levantam contra nós."

Nesse momento, uma pessoa que acompanhava o discurso da plateia gritou: "Ah, sai daí".

À tarde, em outra participação no fórum, Carvalho disse ter sido "mal interpretado" quando falou do sentimento de ingratidão. Afirmou que se tratou de uma reação inicial, e equivocada.

"Citei hoje de manhã um fato que foi mal interpretado. Depois até um veículo de imprensa falou que tinha gente no governo com certo sentimento de ingratidão. Um sentimento equivocado, evidentemente. Tem muita dificuldade de compreender, vamos ser sinceros. A gente passou muito tempo até tentar entender", afirmou.

O ressentimento de setores do governo já havia sido externado em várias reuniões internas. Mas essa foi a primeira vez que um integrante do alto escalão manifestou publicamente a ideia.

No discurso feito na manhã de ontem, Carvalho disse ainda que a inclusão de mais consumidores no mercado, gerada pelo aumento da renda da população na última década, criou um "estresse" que influenciou a onda de protestos. Ao responder questionamentos da plateia, ele disse que "impressionou muito" um cartaz em um protesto em São Paulo que chamava o Bolsa Família de "bolsa esmola".

VANDALISMO

A eventual reeedição da onde de protestos é um dos principais temores do governo em ano eleitoral. O receio é que a realização da Copa do Mundo em junho alimente novas reações. No ano passado, a exigência de "padrão Fifa" nos serviços públicos virou slogan nas ruas.

Anteontem, uma passeata contra o aumento da tarifa de ônibus em Porto Alegre teve atos de vandalismo no centro da cidade, como depredação de contêineres de lixo e ataque a um banco.


FELIPE BÄCHTOLDDE PORTO ALEGRENATUZA NERYDE BRASÍLIA

domingo, 19 de janeiro de 2014

A nova classe revolucionária va ao paraíso



Incentivados pelo Governo Federal os jovens das periferias vão ao paraísos e empresários egoístas e neoliberais tremem ante onda de diversão que promovem os jovens.

Como se somente os ricos tivessem direito à diversão. Gostei da Dilma incentivar a invasão de jovens aos shopping das grandes cidades. Gilberto Carvalho,  Ministro de articulação do Governo fez a coisa certa.

Somente tenho dúvidas sobre declarações dos moços que são francamente fora dos princípios religiosos do quase padre Gilberto. Eles só querem agarrar mulheres e pegar coisas das lojas.

A    conferir!  

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Abandonar Cabral, em vez de família Sarney, é mais racional para petistas




A política de alianças do PT para as eleições deste ano tem pela frente o desafio de abandonar dois aliados intimamente ligados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva: o senador José Sarney, patriarca do clã que domina o Maranhão há quase 50 anos, e o governador do Rio, Sérgio Cabral, cuja popularidade jamais se recuperou depois dos protestos de junho.

Ciente de que não é aconselhável comprar duas brigas ao mesmo tempo com caciques do PMDB, maior parceiro no governo federal, o PT tende a jogar ao mar apenas um deles. A escolha de Sofia dos petistas, ao que tudo indica até agora, tem um nome: Cabral.

Se pudessem, os petistas se livrariam dos dois. No Maranhão, porque o cálculo é que a dívida de gratidão de Lula por Sarney ter lhe apoiado nos momentos mais difíceis da crise do mensalão, em 2005, já teria sido paga. Em 2010, o PT nacional tratorou o diretório regional para impor a adesão à reeleição de Roseana Sarney. Agora que o clã quer eleger um sucessor apagado - o secretário da Casa Civil Luís Fernando Silva - os petistas cogitam apoiar Flávio Dino (PCdoB), preterido há quatro anos. O momento é mais do que apropriado para o descolamento. O descalabro das condições carcerárias no Maranhão, que vem chocando a opinião pública com dezenas de mortes de presidiários, alguns degolados, deixa o PT numa situação de constrangimento.

No Rio de Janeiro, a história também vem desde 2010, quando o petista Lindbergh Farias, ex-prefeito de Nova Iguaçu, ensaiou disputar o governo estadual, contra a reeleição de Cabral. Com o projeto abortado, Lindbergh se cacifou para o Senado - derrotando um dos capos da máquina do PMDB fluminense, Jorge Picciani, que ficou em terceiro - e passou a acumular força. Sua candidatura já era vista com simpatia por integrantes da direção do PT antes das manifestações de junho. Depois da derrocada de Cabral, tornou-se praticamente irreversível.

Ao comprar essa briga com o PMDB do Rio, no entanto, o PT sabe que perde graus de liberdade em outras frentes. Fazer o mesmo no Maranhão pode ser por demais arriscado. Insatisfeita, a cúpula pemedebista ressuscita a ideia de antecipar a convenção nacional da legenda, numa ameaça de não apoiar a reeleição de Dilma Rousseff. Se vários Estados se opuserem - as seções gaúchas e baianas, por exemplo, são refratárias - fica mais difícil repetir a aliança e a chapa presidencial com Michel Temer como vice.

A escolha por abandonar Cabral é mais racional: deixar de concorrer no Rio, num cenário de fragmentação e desintegração da base, seria perder oportunidade única. O Estado é o segundo maior PIB, terceiro maior colégio eleitoral do país, e o PT tem um candidato competitivo, com mais intenção de votos do que o vice Luiz Pezão, apadrinhado do governador. No limite, o PT pode argumentar que Cabral caiu com as próprias pernas e escândalos: o escárnio dos guardanapos na cabeça em restaurante de Paris, a relação estreita com o empreiteiro Fernando Cavendish, dono da construtora Delta, o estilo de governo à distância, com inúmeras viagens internacionais, e a ação truculenta da polícia durante os protestos de rua.

No Maranhão, o PT não conta com um candidato forte, nem tem expressão eleitoral. Ainda depende de uma estrutura de poder que ajudou Dilma a obter 79% dos votos no segundo turno de 2010. Foi o segundo melhor desempenho nas 27 unidades da Federação, atrás apenas do Amazonas, onde amealhou 80% dos eleitores.

O sangue do presídio de Pedrinhas representa o horror mas, pelo jeito, pesará pouco na equação política dos petistas.

Por Cristian Klein. Valor Econômico. 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Cesta de cobras nas alianças políticas, de lado a lado

PMDB não abre mão de candidatura do
 vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão


Para Cabral, candidatura de Pezão ao governo do Rio é inegociáve
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RIO - O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), afirmou nesta quinta-feira ser inegociável a candidatura do vice-governador Luiz Fernando Pezão ao governo estadual em 2014 e classificou como erro político a decisão do PT de desfazer a aliança com o PMDB no Estado para lançar a candidatura do senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

“Pezão é o nome mais preparado para dar continuidade às conquistas que obtivemos no Estado nesses sete anos de governo”, afirmou o governador durante cerimônia no Palácio Guanabara. “ O nome do Pezão é irrevogável, inegociável”.

O governador e outras lideranças do PMDB fluminense aproveitaram o anúncio da instalação de uma fábrica da Land Rover no Estado - um investimento de R$ 750 milhões - para apresentar um discurso afinado em defesa da candidatura de Pezão à sucessão em 2014 um dia depois de o líder do partido na Assembleia Legislativa (Alerj), Domingos Brazão, afirmar que o PMDB poderia abrir mão da candidatura própria.



domingo, 8 de dezembro de 2013

O POEMA e o Desenvolvimento Sustentável

Grande verdade!, mas quem teve tudo na mão, a faca e o queijo, o que fez de concreto para mudar a realidade local? Onde foram as experiências de desenvolvimento sustentáveis do POEMA?

As cadeias produtivas para produzir encostos de carros alemães?

Quantos empregos geraram e continuam gerando as empresas criadas pelo POEMA, todas com recursos públicos e empresas internacionais?

No Pará, tudo começa de zero cada 10 anos ou mais e os culpados são os outros.

Veja parte da entrevista do pesquisador Thomas Mitschein, que coordena o POEMA por quase 30 anos.

Entrevista completa no Diário do Pará Clique aqui




sábado, 2 de novembro de 2013

Que pensará a Presidenta?

O dia das fotos!

Ela não deve estar feliz, é honesta, seria e competente. 


Início da Produção de óleo da OSX, depois virou  papel. 


Dilma: Eike Batista, a cara do Brasil, 
Será que A Presidenta sabia o modo de operar do queridinho do Governo Federal, o empresário Eike Batista?
Igual que o pai dele, Eliezer Batista, só vendia ilusões, quer dizer papéis. As reservas dos poços de petróleo, eram mais areia do que óleo, as minas do Eliezer Batista, eram mais papel do que ferro ou ouro, vendia somente informações privilegiadas.

É o dinheiro que levou do BNDES? Já era!.
Para a Presidenta, o empresário era a cara do Brasil. Exemplo para gerações futuras.
E o brasileiro comprou o produto, mas com as ilusões dentro do pacote.
Entretanto, quem vive de ilusão não acredita na necessidade de que negócios somente podem ter sucesso consistente se  baseados em sólidos em fundamentos econômicos.



segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A privatização "politicamente correta"


O harakiri de Dilma

Suely Caldas, O Estado de S.Paulo

No dia em que o campo gigante de Libra foi vendido para a Petrobrás e quatro empresas estrangeiras, a presidente Dilma Rousseff foi à TV comemorar o sucesso do leilão e garantir que seu governo não privatizou o petróleo do pré-sal.

Shell, Total, CNPC, CNOOC e Petrobras formaram consórcio vencedor. 
Foto: Fernando Frazão / ABr
Ora, então por que leiloou? Por que despachou equipes para a Europa, EUA e China com a missão de "vender" o petróleo do pré-sal como um bom negócio? Por que a tristeza e a decepção de seu governo quando as gigantes Chevron, British Petroleum e Exxon Mobil desistiram da licitação?

Por que a alegria e o alívio quando a francesa Total e a anglo-holandesa Shell aderiram ao consórcio vencedor? Por que negar algo tão simples e óbvio?

A resposta veio de um ex-tucano (hoje aliado querido de Dilma), o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes: "O discurso antiprivatista ainda resiste no Brasil de 2013, quando a gente vê pessoas fazendo questão de dizer que não estão privatizando ou negociando com o setor privado", afirmou ele na manhã seguinte ao discurso da aliada, misturando espanto, lamento e decepção.

Afinal, em mais de 20 anos a privatização já deu provas e provas de que mais enriquece a população do que empobrece o patrimônio público. Privatização e autonomia do Banco Central nasceram liberais e tornaram-se políticas universais.

Mas com espantosa insistência ela ainda é atacada, por oportunismo político de quem usa o argumento do falso nacionalismo para impressionar e comover os brios do sincero patriotismo dos brasileiros. Pura enganação.

O que os políticos defendem são seus interesses e privilégios, temem o desmanche de uma parcela do Estado que sempre usaram para trocar favores, comprar aliados, fazer caixa para suas campanhas eleitorais. Só alguns exemplos: os bancos estaduais, as elétricas estaduais, as siderúrgicas federais, a Rede Ferroviária Federal (a Valec pode seguir caminho igual) e muitas outras. Felizmente privatizadas.

A Vale privada ganhou em qualidade de gestão e passou a arrecadar para o Estado mais dinheiro em impostos do que em dividendos quando era estatal.

Não parece o caso da presidente Dilma. O combustível que a move é ideológico, mas de uma forma tão confusa e atrapalhada - porque contraditória (afinal, ela precisa do capital privado) - que mais tem prejudicado sua gestão do que satisfeito seu preconceito.

No leilão de Libra a presença de petroleiros nas ruas denunciando-a por ter "traído" o compromisso de não privatizar o pré-sal levou Dilma a recuar aos anos 70 e ignorar que aqueles ideais desmoronaram junto com o Muro de Berlim, e foi à telinha da TV responder, negar a "traição" e a privatização que seu governo acabara de fazer.

Seu argumento: não seria privatização porque 85% da renda de Libra irá para a Petrobrás e a União. Principal idealizadora do modelo de exploração do pré-sal, logo após o leilão Dilma repetiu duas vezes que não vai alterar nada, mesmo com Libra - o filé do filé do pré-sal - tendo atraído um único consórcio e vendido a maior reserva de petróleo do mundo pelo preço mínimo, sem nenhuma disputa.

Para garantir 85% da renda para o Estado não precisaria criar mais gasto público com uma nova estatal (a PPSA, que vai administrar o pré-sal) nem sacrificar a Petrobrás com a obrigatoriedade de bancar 30% de todos os poços, tampouco afastar o investidor desconfiado com frequentes interferências políticas do governo em estatais.

Para isso bastaria elevar taxas e impostos para valores equivalentes, manter o regime de partilha, mas tirar da Petrobrás o peso maior pelos investimentos. O efeito de gerar riqueza para aplicar na área social seria o mesmo.

Dilma precisa do capital privado para seu programa de investimentos em portos, aeroportos, ferrovias, rodovias, energia e petróleo. Se hoje a crise de confiança entre seu governo e empresários tem causado graves prejuízos e inibido investimentos, o que esperar de um discurso escancaradamente antiprivatista da própria presidente, levado a público em rede nacional de TV?

O que não conseguiu com o Pai, vai conseguir com o filho


Maravilhosa a proposta da ex-governadora Ana Julia de construir uma aliança "Aliança Estratégica" com Helder Barbalho. Só que agora vai ter pegar avião para visitar o Helder, com Jader, apenas cruzava a rua para conversar com Líder do PMDB. 

Será que o PT vai querer Ana Júlia como Vice do Helder?


Diário do Pará 28/10/2013. 

Ana Júlia, a quem muto respeito pessoalmente, deve ter muito cuidado antes de falar mal da Marina. Antes dela pisar as ruas a Marina já era uma grande liderança e uma das primeira fundadoras do PT, partido que a Ex-Governadora praticamente destruiu, aqui no Pará.  Hoje amarga seu exílio no Rio de Janeiro. 





segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Todo o poder do Estado da 5ª economia do Planeta, para defender um leilão

A concessão do megacampo no pré-sal recebeu apenas uma proposta, do grupo que inclui as chinesas CNPC e CNOOC


Consórcio de chinesas, Shell, Total e Petrobras arremata Libra


RIO - O consórcio formado pelas empresas chinesas CNPC e CNOOC, a anglo-holandesa Shell e a francesa Total, junto com a brasileira Petrobras, arrematou a concessão para exploração de petróleo e gás no campo de Libra, no pré-sal da bacia de Campos. O grupo se dispôs a ofertar para a União a parcela mínima de 41,65% do óleo a ser produzido no local.

Essa foi a única proposta entregue no certame. Havia 11 empresas inscritas para participar da competição, mas algumas - como a Repsol e a Petronas - já tinham informado que ficariam de fora.

CNPC, CNOOC e Petrobras têm 10% do grupo cada uma, enquanto Shell e Total têm 20% cada. Os 30% restantes também cabem à Petrobras, que entra como operadora do consórcio.

Libra foi a primeira área no Brasil licitada sob regime de partilha de produção. Nesse modelo, a propriedade do óleo extraído é exclusiva da União. O consórcio vencedor vai trabalhar para produzir no bloco e, como pagamento, recebe uma parcela do petróleo extraído. Se tivesse havido competição, o percentual de óleo oferecido para a União teria sido a única variável para decidir o vencedor. O valor do bônus de assinatura é fixo, em R$ 15 bilhões, e não interfere no resultado.

O pico da produção estimado para o Campo de Libra será de 1,4 milhão de barris de petróleo por dia, em dez ou 15 anos, de acordo com a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Magda Chambriard. Quanto mais cedo o consórcio vencedor da área conseguir colocar a área em produção, mas cedo ele terá retorno dos seus investimentos. Entretanto, o desenvolvimento da área depende da capacidade da indústria de serviços do setor, ainda pequena para a demanda que virá.

A ANP estima que Libra tenha entre 8 e 12 bilhões de barris recuperáveis de petróleo, o que corresponde a um reserva "in situ" no campo - nem toda ela capaz de ser extraída com a tecnologia atual - variando entre 26 bilhões a 42 bilhões de barris segundo estimativa da consultoria Gaffney, Cline, contratada pela agência reguladora. Já a IHS estim a que o campo gigante tenha reservas "in situ" de 18 bilhões de barris.

Mesmo projetando um volume menor, o campo é disparado o de maior tamanho descoberto no mundo desde 2008.

O consórcio terá que perfurar mais poços, testar o reservatório e delimitar a área do campo, que tem mais de 1,5 mil quilômetros quadrados de extensão em lâmina d'água de aproximadamente 1.500 metros até o subsolo marinho. Ainda não se conhecem os planos para escoamento dos enormes volumes de gás que serão produzidos. As estimativas são de que a produção de gás chegue a 20 milhões de metros cúbicos dia, o equivalente a dois terços das atuais importações da Bolívia. Contudo, como não existe gasoduto na área, a Petrobras já sinalizou que grande parte da produção de gás no pré-sal será reinjetada nos poços, frustrando setores da indústria.

Por Rodrigo Pedroso, Cláudia Schüffner, Rodrigo Polito e Francisco Góess | Valor

domingo, 13 de outubro de 2013

'Faxina' virou pó

PAINEL

Campos Marina. Só no começo...

Apesar da recuperação na pesquisa Datafolha, Dilma Rousseff não retomou todo seu espaço no eleitorado de renda mais alta, que era refratário a Lula, mas que a presidente tinha conquistado nos primeiros anos de mandato. Em março, Dilma chegou a ter 51% das intenções de voto entre eleitores com renda superior a cinco salários mínimos. Despencou para 21% em junho e pontuou 31% agora. A erosão dá respaldo ao conselho de Lula para que a sucessora foque no eleitorado mais pobre.

Inflação Aécio Neves (PSDB) passou de 15% nas duas faixas mais altas de renda, em março, para 26%. Eduardo Campos (PSB) subiu de 5% para 17%. Marina Silva, que aparecia com 19% nesses grupos, hoje tem 35%.

Foco Após analisar a pesquisa, o governo vai intensificar as viagens de Dilma ao Nordeste para evitar o avanço de Campos e consolidar a vantagem da presidente na região, tradicional reduto do PT.

Menina dos olhos Uma das pontas de lança dessa operação será o Mais Médicos, concentrado em cidades do interior nordestino.

Hormônio O QG de Campos projetava na semana passada que o pernambucano só chegaria aos dois dígitos nas pesquisas em dezembro.

Que oposição? Eleitores críticos ao governo preferem Aécio a Campos, mas Marina é quem vai melhor nesse grupo. Entre quem julga Dilma ruim ou péssima, o tucano tem 33%, e o pessebista, 23%. Já Marina tem 43% desses votos, contra 27% de Aécio.

Fase de beijos Dilma tem melhor desempenho entre eleitores que não tomaram conhecimento sobre a aliança entre Marina e Campos. Ela tem 47% nesse grupo no cenário mais provável, contra 34% entre aqueles que se dizem "bem informados".

Marinou Já Campos tem seu melhor resultado no grupo de entrevistados bem informados sobre a coligação. Nesse extrato, ele empata tecnicamente com Aécio: vai a 24%, frente a 25% do mineiro.

Sem Lula Dilma voltou a crescer entre os eleitores que têm o PT como partido preferido. Depois de cair para 58% após os protestos, a presidente aparece com 71% no grupo.

Tela livre 1 Além de flexibilizar o entendimento sobre campanha antecipada na propaganda partidária, o vice-procurador-geral eleitoral, Eugênio Aragão, também acha que não cabe punição a políticos entrevistados em programas de TV, caso não peçam voto abertamente.

Tela livre 2 Pré-candidatos à Presidência fizeram périplo por programas populares nos últimos meses. Aécio foi alvo de representação de Sandra Cureau, antecessora de Aragão, por ter ido ao "Programa do Ratinho".

Alfarrábios Eduardo Campos anota todas as expressões de Marina que fogem ao seu "repertório", dizem aliados. Na última semana, tomou nota quando a ex-senadora falou que será necessário "metabolizar" a aliança e quando ela citou o psicanalista Jacques Lacan.


VERA MAGALHÃES painel@uol.com.br