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sábado, 25 de janeiro de 2014

Ingratidão


"Gilberto Carvalho diz que viu ingratidão' nos protestos de junho. Ingratidão é chamar quem elegeu o seu governo de ingrato."
DO DEPUTADO LÚCIO VIEIRA LIMA (PMDB-BA), sobre a afirmação feita ontem pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, no Fórum Social Temático.

Ingratidão dos Vândalos. "Fizemos tanto por essa gente e agora eles se levantam contra nós."


Horas depois, Gilberto Carvalho afirmou que declaração foi mal interpretada

Possibilidade de reedição da onda de manifestações preocupa o Planalto em ano de eleições

Interlocutor da presidente da República com os movimentos de esquerda, o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral) disse ontem que, durante as manifestações de junho passado, integrantes do governo federal ficaram "perplexos" e "quase com um sentimento de ingratidão" pelo fato de os protestos terem se voltado contra um governo que considera ter avançado em conquistas sociais.

A declaração foi feita pela manhã no Fórum Social Temático, em Porto Alegre, evento que reúne movimentos sociais, parcela cativa do eleitorado petista nas últimas décadas.

No discurso, o ministro avaliou que a direita "fez a festa" com a repercussão dos protestos. A onda de manifestações começou em capitais tendo como foco a insatisfação com o preço do transporte coletivo, mas se alastrou para outras áreas do serviço público e atingiu a popularidade da presidente Dilma Rousseff e de governadores e prefeitos do país.

"Quando acontecem as manifestações de junho, da nossa parte houve um susto. Nós ficamos perplexos. Quando falo nós, é o governo e também todos os nossos movimentos tradicionais. [Houve] uma certa dor, uma incompreensão e quase um sentimento de ingratidão. [Foi como] dizer: fizemos tanto por essa gente e agora eles se levantam contra nós."

Nesse momento, uma pessoa que acompanhava o discurso da plateia gritou: "Ah, sai daí".

À tarde, em outra participação no fórum, Carvalho disse ter sido "mal interpretado" quando falou do sentimento de ingratidão. Afirmou que se tratou de uma reação inicial, e equivocada.

"Citei hoje de manhã um fato que foi mal interpretado. Depois até um veículo de imprensa falou que tinha gente no governo com certo sentimento de ingratidão. Um sentimento equivocado, evidentemente. Tem muita dificuldade de compreender, vamos ser sinceros. A gente passou muito tempo até tentar entender", afirmou.

O ressentimento de setores do governo já havia sido externado em várias reuniões internas. Mas essa foi a primeira vez que um integrante do alto escalão manifestou publicamente a ideia.

No discurso feito na manhã de ontem, Carvalho disse ainda que a inclusão de mais consumidores no mercado, gerada pelo aumento da renda da população na última década, criou um "estresse" que influenciou a onda de protestos. Ao responder questionamentos da plateia, ele disse que "impressionou muito" um cartaz em um protesto em São Paulo que chamava o Bolsa Família de "bolsa esmola".

VANDALISMO

A eventual reeedição da onde de protestos é um dos principais temores do governo em ano eleitoral. O receio é que a realização da Copa do Mundo em junho alimente novas reações. No ano passado, a exigência de "padrão Fifa" nos serviços públicos virou slogan nas ruas.

Anteontem, uma passeata contra o aumento da tarifa de ônibus em Porto Alegre teve atos de vandalismo no centro da cidade, como depredação de contêineres de lixo e ataque a um banco.


FELIPE BÄCHTOLDDE PORTO ALEGRENATUZA NERYDE BRASÍLIA

domingo, 19 de janeiro de 2014

A nova classe revolucionária va ao paraíso



Incentivados pelo Governo Federal os jovens das periferias vão ao paraísos e empresários egoístas e neoliberais tremem ante onda de diversão que promovem os jovens.

Como se somente os ricos tivessem direito à diversão. Gostei da Dilma incentivar a invasão de jovens aos shopping das grandes cidades. Gilberto Carvalho,  Ministro de articulação do Governo fez a coisa certa.

Somente tenho dúvidas sobre declarações dos moços que são francamente fora dos princípios religiosos do quase padre Gilberto. Eles só querem agarrar mulheres e pegar coisas das lojas.

A    conferir!  

quinta-feira, 8 de março de 2012

Carvalho diz que governo consultou indígenas sobre Belo Monte

BRASÍLIA – O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse nesta quinta-feira que os indígenas foram devidamente consultados pelo governo antes da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Ele admitiu que o governo Dilma Rousseff "tem erros", mas não tem "complexo de culpa".

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Gilberto Carvalho participou hoje de seminário sobre a convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho.
Na abertura de um seminário sobre a convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que trata de consultas dos países aos povos indígenas em questões que lhes afetam, o ministro disse que “houve uma consulta, que pode não ter sido perfeita”.
Carvalho ponderou, no entanto, que na interpretação do governo brasileiro a convenção “não é vinculante”, e não impede a continuidade de obras caso haja reclamação das comunidades.  E afirmou que o governo “não pensa que o desenvolvimento se dá a qualquer preço”, mas não abrirá mão de grandes obras de infraestrutura.
“Esse governo sabe que tem falhas, que tem erros. Esse governo reconhece muitos de seus erros. Agora, esse não é um governo que tem complexo de culpa”, disse Carvalho.
Nesta semana, um relatório de uma comissão da OIT criticou o governo brasileiro por não ter consultado a população local na construção de Belo Monte, o que violaria a convenção 169 da organização, à qual o Brasil aderiu em 2003.
(Yvna Sousa | Valor)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Belo Monte. O que rola na internet sobre o tema


Extraido de debates na internet sobre a construção do Belo Monte. Incluindo uma entrevista com Gilberto Carvalho, Ministro chefe da Secretaria Geral do Governo.

A construção da usina do Belo Monte é um caso particular e não geral do mito da separação total entre economia e meio ambiente.  É também um exemplo claro de como endereçam de forma errada o problema, inclusive os agora tardios defensores de energia nuclear com quem não podemos discutir, pois são especialistas com PhD em engenharia de energia nuclear.

É pessoal, agora temos um grupo de "iluminados", com "PhD em engenharia" (não dá para discutir com eles), no ápice da sua arrogância cega, defendendo o uso de energia nuclear como alternativa à queima direta de carvão e como se energia nuclear não oxidasse absolutamente nenhum átomo de carbono em etapas de processo, como mineração, refino, enriquecimento, comissionamento e descomissionamento de plantas.  Uma afirmação verdadeira que produz o mesmo resultado de antes: rota de colisão contra a Terra.  Ou seja nada muda!

Não é de mais energia que precisamos, mas de menos. Não existe falta de energia, mas excesso.  Não tem como não ter pressão ecossistêmica insustentável com qualquer uma das opções escolhidas, sejam as mais controversas, como nuclear, ou as menos compreendidas, como solar, eólica e biocombustíveis.

Para diminuir nossa necessidade de energia, temos que cortar o desperdício incomensurável da mesma.  Basta abandonar o carro e comer menos carne e teremos um ganho singular, mas não é só isso que pode ser feito.  Provavelmente os PhD em engenharia que defendem a energia nuclear na carona do Monbiot devem fazer questão de ter um reator construído na esquina das suas casas. Logo enviaremos um formulário de projeto de mudança para a esquina de Angra dos Reis onde poderão provar na prática suas crenças cegas, porque fácil é falar, o difícil é fazer. Vamos ver se fazem.

Segue artigo sobre medidas do governo em relação à Belo Monte:

Belo Monte: governo vai instalar representação na região Luciana Lima e Ivanir José Bortot, da Agência Brasil - O governo pretende instalar uma representação próxima à região de construção da Usina Belo Monte para mediar conflitos e não permitir que os impactos da obra no Rio Xingu (PA) gerem problemas como os enfrentados recentemente nos canteiros do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Rio Madeira, em Rondônia. De acordo com o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, a representação terá atendimento das várias pastas do governo envolvidas com a construção da usina.

"Nossa ideia é ter lá um interposto do governo federal fazendo um diálogo. Seria uma representação federal, uma espécie de delegacia da presidência, coordenando toda intervenção federal na região e intermediando a relação dos trabalhadores com as empresas, com o consórcio, com o poder público local, com a sociedade local e assim por diante", disse Carvalho, em entrevista à Agência Brasil.

Carvalho informou ainda que a presidenta Dilma Rousseff convocará para a próxima semana uma reunião com todos os ministérios envolvidos na construção da Usina Belo Monte, principalmente, as pastas que cuidem dos problemas sociais e ambientais decorrentes da instalação da usina.

O ministro disse que Dilma quer fazer de Belo Monte o "exemplo de bom funcionamento de uma intervenção federal". Segundo ele, o governo entendeu que há a necessidade de se ter em Belo Monte uma presença maior do Estado, postura diferente da que ocorreu com os canteiros de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, palcos de manifestações de trabalhadores no mês passado. O ministro criticou ainda a determinação da Organização dos Estados Americanos (OEA) de suspender as obras da Usina Belo Monte. Para ele, o pedido "não foi adequado" e causou estranhamento ao governo.

O ministro garantiu que o governo vai cobrar das empresas participantes do consórcio o cumprimento das condicionantes previstas no projeto. "Os erros que reconhecemos no caso de Santo Antônio e Jirau é que nós não estivemos suficientemente presentes. Muitas vezes deixamos as empresas, que assumem aquela parte das compensações ambientais e sociais. E as empresas nem sempre dão para essas compensações o mesmo ritmo que dão para as obras", disse o ministro.

O ministro falou ainda da relação da presidenta Dilma com os movimentos sociais e das obras para a Copa do Mundo de 2014. Abaixo, leia os principais trechos da entrevista concedida pelo ministro Gilberto Carvalho à Agência Brasil.

Agência Brasil - No governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o próprio presidente era o interlocutor com os movimentos sociais. No atual governo, o senhor assumiu essa função. O que mudou?

Gilberto Carvalho - De fato, isso é real. O presidente Lula tem uma comunicação epidérmica com os movimentos. Está na índole, na história e na intuição dele. A presidenta Dilma Rousseff, embora tenha vindo de uma grande luta da esquerda, não tem essa proximidade e essa história pessoal mais recente de ser expressão do movimento social como foi a do presidente Lula. É muito interessante como ela, até por isso talvez, tenha sentido e expressado de maneira muito clara, a intenção política de manter nesse governo uma relação muito estreita, muito próxima e muito organizada com os movimentos sociais. Tudo que a presidenta Dilma faz, naturalmente só é possível porque houve um Lula antes. Tudo que eu faço aqui [na Secretaria-Geral da Presidência], só é possível porque houve um Dulci [Luiz Dulci, ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência] antes. Um governo de continuidade de projeto tem essa característica.

ABr - Mas o que mudou?

Gilberto Carvalho - O que está havendo agora é que, como a presidenta Dilma não assume proscênio [a frente do palco] dessa ação, pela característica de gestão dela, ficou reservado a mim um papel de ocupar esse espaço público de encontro. O que nós estamos tentando fazer, diferentemente do que havia no ano passado, é ter uma relação mais estável. Todo mês nós teremos aqui no Palácio do Planalto as centrais sindicais reunidas. A cada dois meses teremos aqui os movimentos do campo. Estamos tentando dar um pouco mais de organicidade e estabilidade nessa relação. Essa é a única diferença que eu veria.

ABr - Na sua avaliação, esse diálogo está fluindo com os movimentos?

Gilberto Carvalho - Até agora, está bem adequado, guardadas as características desse tipo de diálogo. Toda vez que eu sento com os movimentos sociais eu lembro a eles o seguinte: governo é uma coisa datada, tem dia para acabar, tem conjuntura de correlação de forças, tem limites institucionais. Movimentos não. Não tem tempo para acabar, tem que trabalhar utopia, tem que pressionar. Então, é uma relação naturalmente tensa.

ABr - Em que momentos nesse governo ela foi mais tensa?

Gilberto Carvalho - Vou dar o exemplo do salário mínimo. Nós sentamos à mesa com as centrais sindicais, dizendo para eles que iríamos conversar, mas com um limite. Não vai passar disso. Foram duras as conversas, em quatro ou cinco rodadas. Não cedemos ali, mas cedemos no Imposto de Renda [correção da tabela], cedemos nessa coisa de ter uma pauta permanente, de abrir a discussão sobre a valorização dos aposentados, de abrir a possibilidade de discutir a questão do fator previdenciário.

ABr - E na negociação em relação às usinas Jirau e Santo Antônio?

Gilberto Carvalho - Na pauta relativa à questão de Jirau e Santo Antônio foi uma coisa mais construtiva, porque conseguimos unir as empresas, os sindicalistas e o governo para tentar fazer um compromisso tripartite. Assim como na questão da cana-de-açúcar, estamos conseguindo fazer um acordo para o trabalho decente. Queremos fazer a mesma coisa na construção civil, tendo em vista a importância das obras do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] e das obras para a Copa do Mundo e as Olimpíadas. O que a gente quer é ter paz no setor e grande produtividade. É um diálogo que, se for franco, leal e transparente, o fato de ele ser tenso não desconstrói, não impede que ele continue existindo.

ABr - E em relação à Usina de Belo Monte?

Gilberto Carvalho - Os eventos de Jirau e Santo Antônio [protestos de funcionários nos canteiros de obras] nos alertaram muito para os riscos de Belo Monte. Faz 30 anos que se planeja a construção de Belo Monte. Se Porto Velho está enfrentando dificuldades com a chegada de Jirau e Santo Antônio, Altamira (PA), que é a cidade mais importante daquele ponto de 12 cidades, vai sofrer muito mais. Ontem [segunda-feira, 18], eu recebi a prefeita de Altamira, que está preocupada. Uma obra dessa é uma grande oportunidade para o município, o comércio ri à toa com a perspectiva de um grande movimento, mas há também a perspectiva de problemas na área de saúde, na questão sanitária, no esgoto, na poluição, na prostituição, na violência, droga, violência, tudo isso.

ABr - Como minimizar esses problemas?

Gilberto Carvalho - O Estado tem que estar presente. Os erros que reconhecemos no caso de Santo Antônio e Jirau é que nós não estivemos suficientemente presentes. Muitas vezes deixamos as empresas, que assumem aquela parte das compensações ambientais e sociais. As empresas nem sempre dão para essas compensações o mesmo ritmo que dão para as obras. A obra vai dar dinheiro logo, vai dar lucro, então elas aceleram e deixam para um segundo momento as compensações.

ABr - Que áreas do governo tem de estar presentes?

Gilberto Carvalho - Nossa ideia é ter lá um interposto do governo federal fazendo um diálogo. Seria uma representação federal, uma espécie de delegacia da presidência coordenando toda intervenção federal na região e intermediando a relação dos trabalhadores com as empresas, com o consórcio, com o poder público local, com a sociedade local e assim por diante.

ABr - Ao fazer isso, o senhor acha que o governo está respondendo à observação feita pela Organização dos Estados Americanos (OEA) de descumprimento das condicionantes?

Gilberto Carvalho - Nós estranhamos muito essa intervenção da OEA porque nós entendemos que não foi adequada. Foi provocada por elementos da sociedade lá da região, mas nós não achamos que foi adequada. Nós não estamos tão preocupados em responder à OEA, e sim responder à necessidade que nós temos de criar uma referência positiva de como se pode construir uma obra com esse porte sem prejuízos sociais.

ABr - Quais são as preocupações do governo em relação à Copa do Mundo?

Gilberto Carvalho - Vamos ter remoção de populações para construir as vias de acesso aos estádios. Essa gente tem que ser bem tratada, assim como os atingidos por barragens precisam ser bem tratados quando se faz uma hidrelétrica. Nós vamos ter o problema das grandes obras, com a concentração de muitos trabalhadores, como tivemos em Jirau  e Santo Antônio. Então, a gente quer criar um padrão de intervenção de obras no qual os prejuízos sejam mitigados. As obras não podem ser vistas como um problema, e sim como uma vantagem, uma solução.

ABr - Com esse novo padrão, a obra acaba saindo mais cara do que o governo previa? Como equacionar a necessidade de fazer a obra com a política de contenção de gastos?

Gilberto Carvalho - Na verdade, não temos um aumento tão importante de gastos. Toda obra dessa já prevê uma compensação ambiental. Há algum tempo já se trabalha com esse conceito. Já foi o tempo de Itaipu, de Tucuruí, onde as máquinas chegavam, metiam bala. Os movimentos sociais e a pressão da sociedade geraram um processo em que os custos sociais para a empresa já estão embutidos no valor da obra. Então, não se trata de acrescentar coisas, mas fazer com que as empresas cumpram o que está escrito. É claro que podem ocorrer gastos a mais para o governo, que ainda não estão contemplados, mas aí, esses recursos podem vir do Orçamento Geral da União. Mas se as empresas realizarem o que está ali, nas condicionantes, já há um volume importante de recursos previstos para essas compensações.

Fonte: Ambiente Energia

quinta-feira, 17 de março de 2011

O velho comunista


O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, afirmou que o governo “é frontalmente contrário” ao relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) com mudanças no Código Florestal.
 
O grande problema dos ortodoxos comunistas é que eles não coseguem entender as novas formações sociais do sistema capitalista. Nas suas análises utilizam as já superadas metodologias marxistas, do desenvolvimento das fuerzas produtivas como condição para a e volução do modelo capitalista e, a partir da indústria. 


O relatório prevê flexibilização nas atuais regras de preservação.

“O Aldo fez concessões no relatório com as quais é impossível concordar. Não vamos permitir que o código passe daquele jeito. É um assunto que está no Legislativo, mas estamos trabalhando para construir outra proposta”, garante Carvalho.

No começo da semana, uma reunião da Frente Parlamentar da Agropecuária decidiu confrontar ONGs e parlamentares ambientalistas para apressar a votação do relatório, cuja redação final foi apresentada em julho de 2010.

“Vamos resolver isso no voto. Chega de postergar. Aqui, é a Casa do dissenso, e não do consenso”, afirmou o deputado Abelardo Lupion (DEM-PR), um dos líderes do “núcleo duro” da bancada ruralista.
O relatório de Aldo Rebelo tem a oposição da Via Campesina, das entidades de ambientalistas (como Greenpeace e Instituto Socioambiental), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama).

PMDB
 Em reunião de bancada encerrada na tarde desta quarta-feira, o PMDB comprometeu-se a apoiar integralmente o substitutivo do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) ao Projeto de Lei 1876/99, que altera o Código Florestal. “Vamos dar os 79 votos do partido a seu relatório no plenário”, prometeu o líder, deputado Henrique Eduardo Alves (RN).

O deputado Celso Maldaner (PMDB-SC) também reivindicou que o texto seja votado o mais rapidamente e reforçou seu apoio. “Vamos fechar questão em torno do relatório no PMDB”. Os demais participantes da reunião, sugerida por Maldaner para discutir o assunto, também prometeram votar em favor do texto.
(com informações da Agência Brasil).