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sábado, 3 de outubro de 2015

Belém é a 7ª capital em ranking nacional de assassinatos

Capitais do país tiveram quase dois assassinatos por hora em 2014



Um levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que 15.932 pessoas foram assassinadas nas 27 capitais do Brasil em 2014. A marca representa 43,6 assassinatos por dia e 1,8 por hora.

Houve uma pequena redução de 0,1% em relação a 2013, quando 15.804 morreram assassinadas nas capitais. Na média dessas 27 cidades, a quantidade de vítimas por cem mil habitantes permaneceu em 33, índice que puxa para cima a média do país.

A taxa média nacional foi de 25,2 assassinatos a cada cem mil habitantes em 2013. Os dados nacionais de 2014 ainda estão em fase de tabulação.

O estudo leva em consideração todos os crimes violentos letais intencionais, o que inclui os homicídios, os latrocínios e as lesões corporais seguidas de morte.

O Fórum requisitou os dados às secretariais de Segurança Pública e Defesa Social dos governos estaduais e do Distrito Federal com base na Lei de Acesso à Informação e cruzou as estatísticas com informações disponibilizadas pelas mesmas secretarias em suas páginas na internet.

O trabalho faz parte do 9º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Criado em 2006, o Fórum é uma organização não-governamental.
Nordeste mais violento

Todas as seis capitais mais violentas do país são do Nordeste: Fortaleza, Maceió, São Luís, Natal, João Pessoa e Teresina. Na lista das dez mais, oito são nordestinas. O Recife é a única capital da região fora desse rol.

Fortaleza chegou ao posto de capital mais violenta mesmo com uma redução de 1% em relação ao índice do ano anterior. Isso porque Maceió, que teve a taxa mais alta em 2013, apresentou uma diminuição ainda maior, de 14,5%. A capital cearense ficou com uma taxa de 77,3 assassinatos por cem mil habitantes em 2014; na capital alagoana, foram 69,5.

Das dez capitais mais violentas, sete apresentaram reduções. A de Maceió foi a mais substancial. Ainda nessa lista, Teresina teve alta mais forte, de 33,7%, o que fez a taxa da capital do Piauí pular de 39,7 assassinatos por cem mil habitantes para 53,1







Centro-Oeste e Norte

Alta maior que a de Teresina só a de Campo Grande, onde o índice subiu 36,5%, saltando de 13,8 para 18,9. Com isso, a capital de Mato Grosso do Sul perdeu o posto de segunda capital menos violenta do Brasil – foi para o quarto lugar.

Campo Grande conseguiu conservar, porém, a posição de capital menos violenta do Centro-Oeste. Brasília, capital federal, é a sexta menos violenta do Brasil, com a taxa de 25,8.

A mais violenta da região Centro-Oeste é Cuiabá, com uma taxa de 47,4 assassinatos por cem mil habitantes, o nono índice mais alto do país.

A capital mais violenta do país, fora as do Nordeste, é Belém, sétima na classificação nacional, com 51,2 vítimas de crimes violentos letais intencionais. No Norte, a situação da capital paraense contrasta com Boa Vista, a menos violenta da região e a terceira menos violenta do país. A capital de Roraima apresentou a maior redução do país. Seu índice caiu de 23,3 para 17,5, uma baixa de 25%.
Sul e Sudeste

Entre as capitais do Sul e do Sudeste, Porto Alegre e Vitória apresentaram os índices mais elevados. A capital gaúcha foi a 13ª capital mais violenta do país, com uma taxa de 40,6 assassinatos por cem mil habitantes, um posto acima da capital capixaba, que teve uma taxa de 38,3.

Em Vitória e nas três capitais do Sul, os índices subiram na comparação com 2013.Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo apresentaram reduções.

Na capital mineira, a nona menos violenta do país, a taxa caiu 11,2% e ficou em 30,8 assassinatos por cem mil habitantes. O Rio ocupa a posição de quinta menos violenta, com taxa de 20,2, uma baixa de 6,4% na comparação com o ano anterior.

São Paulo manteve o posto de capital com menos assassinatos do Brasil em termos proporcionais: foram 11,4 por cem mil habitantes, uma baixa de 4,3% em relação a 2014.
Estados elevam investimentos; União diminui

De acordo com o Fórum Brasileiro, os governos dos Estados e do Distrito Federaltêm aumentado os investimentos em segurança pública. As despesas das 27 unidades da federação nessa área chegaram a R$ 67,4 bilhões em 2014, um crescimento de 17,1% na comparação com o ano anterior.

Somente três Estados reduziram os gastos com a segurança pública no ano passado: Piauí (-37,6%), Mato Grosso (-2%), e Tocantins (-0,9%). Os três que mais elevaram foram Minas Gerais (69,5%), Goiás (42,1%) e Roraima (33,4%).

A alta em Minas se deve em grande parte à inclusão dos gastos com a previdência dos aposentados do setor.

Na soma das 27 unidades, as despesas com informação e inteligência também subiram em 2014, mas não na mesma proporção que o volume total da segurança pública. O investimento foi de R$ 1,2 bilhão, o que representa uma alta de somente 2,7% em relação a 2013.

Pelo segundo ano seguido, a União reduziu as despesas com segurança pública. Os investimentos do governo federal no setor caíram 2,6%, passando de R$ 8,7 bilhões em 2013 para R$ 8,1 bilhões no ano passado. Os gastos com informação e inteligência caíram mais (-4,1%) e ficaram em R$ 465 milhões.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

A terceira morte de Dilma





Ricardo Noblat

Dilma morreu três vezes.

A primeira depois de proceder durante um ano como “a faxineira ética”. Foi no começo do seu primeiro governo.

No total, Dilma abateu seis ministros de Estado – pelo menos cinco deles enlameados por suspeitas de corrupção.

Que não contassem com ela para contemporizar com desvios de conduta. Dilma, o gatilho mais rápido do cerrado, não discutia, atirava para matar.

A “faxineira ética” acabou sepultada depois que alguns dos ministros varridos por ela voltaram a ser influentes dentro do governo.

Dilma morreu pela segunda vez depois de reeleita. Só então ficou claro para a maioria apertada responsável por sua vitória que o país fora empurrado para o buraco que hoje se encontra.

Então a “gestora exemplar”, superior a Lula segundo Lula, não passara de uma invenção dele e do marketing do PT?

Ela mentiu ao jurar que o país ia bem, obrigado? E reelegeu-se vendendo algo que deixara de existir?



Amaldiçoada seja, portanto! Pela crise que o governo maquiou o quando pôde. Mas acima de tudo, pelas mentiras.

A terceira morte de Dilma ocorreu, anteontem, depois de ela ter expirado nos braços de Lula.

Deixou de existir a presidente da República ciosa dos seus poderes. A dona do pedaço. A chefona impiedosa.

O corpo dela, ainda quente, está sendo velado no Palácio da Alvorada.

Ao suceder Lula, Dilma planejara livrar-se da sombra malévola do PMDB. Deu vários passos nesse sentido. Um deles, ao convocar para seu lado o ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

Kassab montara um partido, o PSD, para acolher políticos do PMDB e de outros partidos dispostos a apoiar Dilma.

E com esse mesmo objetivo, ocupava-se com a montagem de outro – o Partido Liberal. O PSD decolou, mas não tanto. O PL, nem isso.

Em fevereiro último, Dilma apostou na derrota de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a presidente da Câmara dos Deputados. Perdeu feio.

À crise econômica somou-se a crise política. A Operação Lava Jato tocou barata voa dentro do PT e em suas imediações.

Diante do risco do impeachment, Dilma rendeu-se à pressão de Lula e do PMDB, entregando-se a eles sem condições.

Havia anunciado uma reforma ministerial para extinguir e fundir ministérios, economizando algum.

No curto prazo, a reforma poderá servir à única coisa que, a essa altura, interessa a Dilma: barrar qualquer tentativa de impeachment contra ela.

Porque, no mais, para melhorar o governo, não servirá.

Para reunir ministros competentes, também não.

Para resgatar parte da popularidade perdida por Dilma, nem pensar.

O segundo governo Dilma terminou sem ter sequer começado. Resta um projeto de poder, não mais do que isso, ao qual se agarram o PMDB, Lula e seus aloprados.

A turma de Lula não é todo o PT. Há um pedaço dele acamado, febril, que procura para aonde ir com a ajuda de uma lupa.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Universitec promove Oficina de Google Design Sprint - UFPA







Mais de 200 pessoas participaram da Oficina de Google Design Sprint, promovida pela Agência de Inovação Tecnológica da UFPA – Universitec, em parceria com o Google Developers GroupBelém, na última sexta-feira (25), no Auditório Setorial Básico II, no campus Guamá UFPA.

As 140 vagas disponíveis foram preenchidas em menos de 24h. "O sucesso da procura dos estudantes por assuntos ligados ao empreendedorismo evidencia a importância das ações da Universitec para empoderar esses alunos de suas potencialidades. Não basta pesquisar e desenvolver o conhecimento, a inovação, é preciso levar isso ao mercado. Nossa busca é para que estudante universitário saiba que além de ser produtor de conhecimento, mão de obra qualificada, também pode ser empreendedor", diz Gonzalo Enríquez, diretor da Universitec.

A ação integrou o Desafio Inove+, e objetivou apresentar uma nova ferramenta de Validação de Ideias através da criação de protótipos. Trata-se de um processo de design "express" onde um grupo de pessoas se reúne por 2 a 5 dias para responder questões críticas de negócios através de design, prototipagem e teste das ideias com os usuários. O processo foi desenvolvido e anunciado pela Google Ventures, um braço do Google focado em testar e acelerar ideias que ainda estão em estágio inicial de desenvolvimento.

A principal vantagem desse processo em relação a outras metodologias é que ele pega um atalho bastante vantajoso: ao invés de esperar para lançar um MVP (Minimum Viable Product) para descobrir se a ideia é boa ou não - processo esse que pode tomar vários meses -, oDesign Sprint foca especificamente na validação da ideia com usuários e encurta o processo para 40 horas de trabalho.

Para Felipe Araújo, que ministrou a oficina do Google, o desejo de apostar na própria ideia e de buscar fermenta para torná-las um empreendimento de sucesso revela uma mudança de perspectiva da juventude. "É um fenômeno que já desenha há alguns anos. Os jovens não buscam obrigatoriamente ter carteira assinada, ou um concurso público. O horizonte que buscamos para nossa vida profissional é mais ousado, desafiador, e mais diversificado. O empreendedorismo é o norte que nos guia nesse caminho", comenta o aluno de Engenharia Elétrica da UFPA, eleito Estudante do Ano pela multinacional Unilever, na competição nacional Enactus.

Texto e fotos: Gil Sóter - Ascom/Universitec

Publicado em: 28.09.2015 12:00

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Esperança!




domingo, 27 de setembro de 2015

Política Mineral


Atraso no Marco Mineral prejudica o Pará. Arrecadação com mineração deve subir. Declaram, Secretário de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Energia e Mineração e a Secretária Adjunta.