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segunda-feira, 7 de maio de 2018

UNIVERSITEC recebeu visita da comitiva da embaixada da Bélgica no Brasil,

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Escritórios dos Estados Unidos e África do Sul concedem patentes à UFPA


O United States Patentes and Trademark Office – Escritório de Patentes e Marcas Registradas dos Estados Unidos concedeu dois certificados de patentes à Universidade Federal do Pará. Os depósitos foram realizados pela UFPA, por intermédio da Agência de Inovação Tecnológica da Universidade Federal do Pará (Universitec), com o apoio de um escritório contratado para acompanhar no exterior os pedidos de patentes. Os processos duraram cerca de quatro anos, entre exames formais, exames técnicos. E demais procedimentos até a concessão das Cartas, no
último mês de outubro.

Patente um


O primeiro objeto de patente concedida n° US 9,778,496 foi o “Nanoreciprocal Three- way divider based on a Magneto-optical resonator”, que na versão em português é“divisor por três não recíproco baseado em um ressoador megneto-óptico”. A tecnologia é baseada em um cristal fotônico bidimensional onde são inseridos defeitos de forma controlada. O princípio tem como função a divisão da potência de um sinal de entrada, presente em um dos seis guias de onda que o compõe. Os inventores são o professor Victor Dimitriev da Faculdade de Engenharia Elétrica da UFPA e o doutor Gianni Masaki Tanaka Portela.

Patente dois


A outra tecnologia, objeto da patente concedida n° US 9,778,540 foi “Compact Optical Swirch having only two waveguides and a resonant cavity to provide 60 degree folding”, que traduzido é “Chave óptica compacta baseada em um cristal fotônico bidimensional com dobramento de 60°”. Este é um trabalho com bases parecidas com o primeiro, o que difere é que a função principal é o controle da passagem de um sinal eletromagnético ao longo de um canal de comunicação, assim permitindo ou bloqueando a passagem do mesmo. A invenção também é dos dois autores citados anteriormente e do engenheiro eletricista Rafsandjani Batista.

Patente na África do Sul


O professor Alberdan Santos trabalha com química e biotecnologia, leciona na UFPA há 18 anos e coordena o Laboratório de Investigação Sistemática em Biotecnologia e Biodiversidade Molecular. O trabalho de Alberdan envolve a produção de micrometabólitos e macrometabólitos, que são substâncias produzidas por plantas e microrganismos que apresentam atividades biológicas. O professor explica que, por meio da investigação sistemática, o grupo chegou em um fungo, que produz um metabólito. Este metabólito, após ser submetido a várias atividades biológicas, mostrou um potencial contra leishmaniose cutânea. O professor depositou a patente nacional em 2008 e a internacional em 2009. Recentemente, a carta-patente foi aceita na África do Sul, além de já ter sido aprovada pela União Europeia e Aripo.






sábado, 19 de março de 2016

Agência de Inovação da UFPA - UNIVERSITEC arrecada mantimentos para crianças em tratamento de câncer


Ação arrecada doações para crianças em tratamento no Ophir Loyola.
Voluntários podem doar mantimentos até o dia 23 de março.


A Universidade Federal do Pará arrecada mantimentos para as crianças em tratamento de câncer hospedadas na Casa Ronald McDonald, em Belém. A campanha, realizada pela Agência de Inovação Tecnológica da UFPA, busca recolher o que de mais urgente as crianças em tratamento de câncer estão necessitando: copos descartáveis, vinagre, óleo de cozinha e ovos. As doações podem ser feitas até o dia 23 de março, na UFPA. O material será entregue no dia 24.

A Casa recebe dezenas de crianças vindas do interior do Pará para fazer o tratamento de câncer no Hospital Ophir Loyola. Atualmente, 35 famílias de baixa renda vivem no local. “O câncer é a segunda causa de morte em crianças e adolescentes, na faixa etária de 1 a 19 anos, perdendo apenas para causas externas, como acidentes e violência”, ressalta Rachel Gribel, presidente da Casa Ronald McDonald Belém.

“Precisamos destes materiais básicos, porque consumimos bastante para fazer bolos, pudins e outros doces que ajudam na recuperação das crianças, porque a radio e a quimioterapia queimam o esôfago das crianças, e esses alimentos contribuem para a recuperação”, explica.

Para Gonzalo Enríquez, diretor da Universitec, a parceria inaugura uma plataforma de apoio social. “Com estas parcerias como a do Instituto Ronald McDonald, a Universitec lança sua primeira plataforma de apoio a obras sociais no estado do Pará. De fato, a Universitec incorpora na sua agenda a responsabilidade social como parte das suas ações junto à comunidade”, declarou.

Acolhimento
A Casa é administrada pela Associação Colorindo a Vida, que desenvolve um trabalho psicossocial no acolhimento de crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer, e de seus acompanhantes.

A casa possui 35 suítes e diversos espaços de convivência. Metade dos recursos do abrigo é proveniente do Instituto Ronald McDonald, e a outra metade vem de doações. O espaço é gratuito e atende diretamente as famílias encaminhadas pelo Hospital Ophir Loyola.

Atualmente, o Instituto mantém no Pará dois programas - a Casa Ronald McDonald, que abriga crianças e adolescentes de 0 a 19 anos vindos do interior do Estado - e o Programa Diagnóstico Precoce.

O Ajude Com Palavras, empresa incubada no PIEBT (Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da UFPA) da Universitec, atua na Casa Ronald McDonald. As crianças e adolescentes em tratamento de saúde recebem, diariamente, mensagens motivacionais exibidas em telas distribuídas no local. São frases apoio de internautas de diversas partes do mundo.

“A força do projeto dentro de uma sala de tratamento é enorme. As frases de acolhimento ajudam no processo de tratamento, elevam a autoestima não só dos pacientes, como dos acompanhantes”, diz Alex Lobato, criador do projeto já implantado em Belém, em Brasília e no Rio de Janeiro.

Serviço
As doações podem ser entregues no prédio da Agência de Inovação Tecnológica da UFPA – Universitec, no campus Guamá. Telefone : (91) 3201-8022. O material também pode ser entregue na Casa Ronald Mcdonald Belém, localizada na Rua Mariano, nº 123, esq. c/ Av. João Paulo II – Castanheira – CEP: 66.645-415. Telefone: (91) 3243-2881 / 3081-5130.


terça-feira, 15 de março de 2016

Mauro Bonna entrevista Luciana Centeno Empresa NAYAHA, de chocolates, incubada na UNIVERSITEC/UFPA,

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Universitec promove Oficina de Google Design Sprint - UFPA







Mais de 200 pessoas participaram da Oficina de Google Design Sprint, promovida pela Agência de Inovação Tecnológica da UFPA – Universitec, em parceria com o Google Developers GroupBelém, na última sexta-feira (25), no Auditório Setorial Básico II, no campus Guamá UFPA.

As 140 vagas disponíveis foram preenchidas em menos de 24h. "O sucesso da procura dos estudantes por assuntos ligados ao empreendedorismo evidencia a importância das ações da Universitec para empoderar esses alunos de suas potencialidades. Não basta pesquisar e desenvolver o conhecimento, a inovação, é preciso levar isso ao mercado. Nossa busca é para que estudante universitário saiba que além de ser produtor de conhecimento, mão de obra qualificada, também pode ser empreendedor", diz Gonzalo Enríquez, diretor da Universitec.

A ação integrou o Desafio Inove+, e objetivou apresentar uma nova ferramenta de Validação de Ideias através da criação de protótipos. Trata-se de um processo de design "express" onde um grupo de pessoas se reúne por 2 a 5 dias para responder questões críticas de negócios através de design, prototipagem e teste das ideias com os usuários. O processo foi desenvolvido e anunciado pela Google Ventures, um braço do Google focado em testar e acelerar ideias que ainda estão em estágio inicial de desenvolvimento.

A principal vantagem desse processo em relação a outras metodologias é que ele pega um atalho bastante vantajoso: ao invés de esperar para lançar um MVP (Minimum Viable Product) para descobrir se a ideia é boa ou não - processo esse que pode tomar vários meses -, oDesign Sprint foca especificamente na validação da ideia com usuários e encurta o processo para 40 horas de trabalho.

Para Felipe Araújo, que ministrou a oficina do Google, o desejo de apostar na própria ideia e de buscar fermenta para torná-las um empreendimento de sucesso revela uma mudança de perspectiva da juventude. "É um fenômeno que já desenha há alguns anos. Os jovens não buscam obrigatoriamente ter carteira assinada, ou um concurso público. O horizonte que buscamos para nossa vida profissional é mais ousado, desafiador, e mais diversificado. O empreendedorismo é o norte que nos guia nesse caminho", comenta o aluno de Engenharia Elétrica da UFPA, eleito Estudante do Ano pela multinacional Unilever, na competição nacional Enactus.

Texto e fotos: Gil Sóter - Ascom/Universitec

Publicado em: 28.09.2015 12:00

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Universitec reúne governo, indústria e pesquisadores em cerimônia de aniversário


Inovações na área tecnológica são a mola propulsora da economia moderna. Em sintonia com este imperativo e ciente do papel fundamental da academia para a conquista de tais avanços, a Agência de Inovação Tecnológica do Pará, Universitec, criada em 31 de março de 2009, celebrou o sexto ano de atividades nesta terça-feira (31), à frente das ações da Universidade ligadas ao Empreendedorismo, à Propriedade Intelectual e à Transferência de Tecnologia.


Cerimônia de aniversário foi realizada no auditório da Agência - Terreno fértil para uma economia do futuro e articuladora entre diversos atores - governo, indústria e academia -, a Universitec reuniu, além de pró-reitores da Universidade e o reitor Carlos Maneschy, diversas instituições parceiras que foram decisivas na trajetória da Universitec: Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa); Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico,
Mineração e Energia (Sedeme); Banco da Amazônia; e Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (FadespP); Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá (PCT); e a Rede Namor, Graça Ferraz.

Entre os parceiros está a Fiepa, que anunciou em 2014 a assinatura de um convênio guarda-chuva junto à UFPA, responsável pela elaboração e execução do projeto de construção da Escola Fluvial. A construção da embarcação envolveu recursos financeiros, advindos da parceria com o Sistema Fiepa, na ordem de R$ 160 mil.

É uma parceria exitosa, na qual buscamos, primeiramente, os formandos de engenharias de todas as áreas para trabalhar no Senai como instrutores e levamos essa experiência para o resto do país. A primeira realização será a junto à Faculdade de Engenharia Naval da UFPA para a construção de uma grande embarcação, que servirá de escola, focada nos municípios do Marajó”, explicou o assessor da Fiepa, José Egypto, que recebeu um certificado de parceiro máster da Universitec.


Também apoiador homenageado na ocasião, o Banco da Amazônia instituiu parceria para possibilitar o financiamento ao desenvolvimento das empresas de inovação incubadas pelo PIEBT na Universitec, para beneficiar as empresas aprovadas no Edital PIEBT 2014. “Desde o primeiro momento que eu conheci o trabalho da Universitec, me emocionei, porque, marajoara que sou, me move o compromisso com o desenvolvimento da região, que é uma batalha, mas conquistamos apoio, e a trajetória da Universitec revela isso”, declarou o gerente de Gestão de Programas Governamentais do Basa, Oduval Lobato Neto.




Referência - A Criação da Política da Inovação da UFPA, assinada em dezembro de 2014, é um marco no compromisso da UFPA junto a um dos itens imperativos de educação contemporânea, que é tornar a academia um celeiro de ideias para o futuro. Neste quesito, a Instituição figura em uma posição estratégica: de 192 universidades avaliadas, é a 20º no ranking nacional no quesito inovação, sendo a primeira da região Norte.


A Universitec está à frente deste setor, e realiza serviços de incubação de empresas de base tecnológica, por meio do PIEBT; ações de fomento ao empreendedorismo dentro da academia; e proteção do conhecimento, por meio do setor de Propriedade Intelectual. “A Universitec tem a missão de traduzir o conhecimento científico e tecnológico em progresso material e bem estar social, intermediando o conhecimento produzido na academia e a indústria”, disse Carlos Maneschy, reitor da UFPA.





Intercâmbio - Referência em Inovação e Tecnologia na região Norte, a Universitec promoveu intercâmbio de conhecimento junto a nações como Cabo Verde, Martinica e Áustria. “Agregar tecnologia ao mercado e à indústria é o que faz toda a diferença, e é o caminho percorrido pelas nações que prosperam na modernidade. Por isso, chefes de estado e reitores de instituições estrangeiras vêm até a Universitec para entender como funciona nosso trabalho, afim de aplicar o nossos modelo às suas realidades”, explica Gonzalo.


As empresas de inovação de maior destaque atualmente incubadas na Universitec também foram homenageadas na cerimônia. A Amazon Dreams, premiada nacionalmente pelo Fundo Criatec, desenvolve métodos de extração de alta pureza de antioxidantes do açaí, voltado para a farmacologia e cosméticos. Outro destaque é a Amazon Biotech, que desenvolve a biomembrana compatível, usada na área de saúde, desenvolvida a partir da flora da Amazônia. Especializada em robótica, a Syanz desenvolveu um programa de automação que, por meio de um tablet, controla as luzes de casa, abre os armários e pode deixar fosco ou transparente os vidros dos ambientes. A Dynamis Techne também foi certificada pela excelência do trabalho de acompanhamento de grandes projetos de logística na região amazônica.




Fico emocionado com esse reconhecimento porque nos motiva a continuar lutando, apesar das adversidades. Sou professor e criei um grupo de pesquisa em 2002, com a proposta de trazer para a UFPA uma participação mais efetiva nos grandes projetos da Amazônia. Nos tornamos empresa e eu acredito que não exista um lugar melhor para se conseguir apoio a um empresa de inovação que a Universitec, por isso estamos aqui incubados, e atendendo instituições como vale, Companhia Docas do Pará e Alunorte”, declarou Remo Magalhães, da Dynamis.





Universitec: celeiro de ideias e empreendedorismo - A atuação da Universitec foi destaque da edição especial da Revista Época publicada em novembro de 2014. A revista aponta a Agência como um dos polos acadêmicos de inovação mais importantes do país por seu apoio ao empreendedorismo e à inovação, e por ser capaz de aproximar a pesquisa e conhecimento produzidos na academia até a indústria e o mercado. Tal reconhecimento é fruto de projetos que se propõe a semear o empreendedorismo na academia e que, desde 2013, tem ampliado seu alcance: cerca de 1300 pessoas já foram diretamente beneficiadas por ações como o Curta essa Ideia 2014 e 2015; e o Desafio Inove +, a mais abrangente premiação de ideias inovadoras promovida pela UFPA, promovida em 2014, que distribuiu cinco prêmios no valor total de R$ 13.500.


Também em 2014, a Agência, ao lado da professora Luciana Ferreira, fomentou a criação do Clube de Empreendedorismo. O grupo se reúne a cada 15 dias para discutir e pensar em estratégias de fomento do senso de empreendedorismo na comunidade acadêmica. Uma de suas principais atividades é difundir e estimular o desenvolvimento de Características do Comportamento Empreendedor (CCEs) estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU).


Mesmo com pouco tempo de atuação, a liga de talentos que compõe o Clube já conquista resultados: alunos integrantes foram destaques do Start Up Weekend, evento realizado em mais de 400 cidades pelo mundo; e membros do Clube também participam da competição internacional Youth Citizen Entrepeneurship – que tem apoio da Unesco.





Fomento e proteção do conhecimento - Se por um lado há um abrangente projeto para o fomento à inovação por parte da UFPA, é indispensável um esforço igualmente amplo na proteção desse conhecimento. De acordo com o ranking elaborado pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) entre todas as universidades do Brasil, a UFPA possui 72 pedidos de patentes no Brasil, no exterior 12 pedidos entre Japão, EUA e União Europeia, África do Sul, uma patente concedida no EUA. Todas aptas a serem exploradas. Possui ainda 61 pedidos de registro de suas marcas, sendo 22 concedidas, e cerca de dois mil registros de direito do autor junto ao escritório de direitos autorais da Fundação Biblioteca Nacional.


Texto: Ascom /Universitec

Fotos: Adolfo Lemos

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

UFPA e SENAI assinam convênio para Escola Fluvial



Um convênio assinado nesta terça-feira (10) entre a Universidade Federal do Pará e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), da FIEPA, visa contribuir para o desenvolvimento do Arquipélago de Marajó, região de pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país, segundo o IBGE. O acordo estabelece o desenvolvimento do projeto de construção, por parte do curso de Engenharia Naval da universidade, da primeira Escola Fluvial do SENAI, que irá levar capacitação profissional aos municípios do Marajó.

O projeto da embarcação do SENAI prevê a criação de salas de aula e de, pelo menos, nove modernos laboratórios para a realização de cursos nas áreas de informática, alimentos, confecção, refrigeração, soldagem, mecânica e construção civil. A expectativa é que a Escola Fluvial forme 900 pessoas a cada vez que atracar em um município ribeirinho, oferecendo cursos em regime de gratuidade. A previsão é que a construção da embarcação inicie neste ano, com a intenção de iniciar as capacitações já no ano que vem.

Segundo o diretor regional do SENAI, Gerson Peres, apesar do Marajó não ser uma região com muitas indústrias, a qualificação profissional pode ser fundamental para mudar a realidade dessa localidade pouco assistida. “Precisamos primeiramente olhar para a necessidade das pessoas, e temos a certeza de que esses cursos, com alta empregabilidade, irão proporcionar a geração de emprego e renda para essa população”, comenta Peres, revelando que outras escolas fluviais devem surgir futuramente.

“Além das nossas 15 unidades fixas espalhadas pelo Pará, o SENAI também trabalha com 21 unidades móveis, que são carretas equipadas levando qualificação profissional para os lugares mais distantes deste estado. Mas com um estado continental como o nosso, precisamos sempre de mais, e assim deverá acontecer com a Escola Fluvial, pois a demanda é muito grande”, completa Gerson Peres.

Durante a reunião, o reitor da UFPA, Carlos Maneschy, destacou a importância da parceria. Segundo ele, a aproximação entre a universidade e os diversos setores da sociedade, entre eles o produtivo, é imprescindível elevar o desenvolvimento do estado. “A universidade está aberta ao diálogo e a qualquer tipo de experiência que visam melhorar a vida das pessoas. Precisamos saber qual o caminho do desenvolvimento, e ninguém melhor para nos mostrar isso que o setor produtivo. Esse é apenas um de muitos projetos que ainda pretendemos desenvolver conjuntamente com o SENAI”, destaca Maneschy.

Para o presidente da FIEPA, José Conrado Santos, essa parceria é uma prova de que é possível e cada vez mais importante a harmonia entre tecnologia e educação, atendendo as expectativas das indústrias e levando a prática para dentro dos centros acadêmicos. “Percebemos que a universidade abriu seus muros e estamos aproveitando isso para estreitar as relações e, juntos, discutirmos meios estratégicos para contribuir com o Pará, começando pelas regiões mais necessitadas, como a do Arquipélago do Marajó”, finaliza Conrado.

sábado, 20 de dezembro de 2014

UFPA aprova a criação da Política de Inovação Tecnológica


A Criação da Política de Inovação Tecnológica da Universidade Federal do Pará foi aprovada pela Comissão Especial do Conselho Universitário (Consun), em reunião extraordinária realizada nesta quarta-feira, 17. Assim, a Agência de Inovação Tecnológica (Universitec) da UFPA, criada em 2009, tem oficializada a sua função de estar à frente das ações da Universidade ligadas ao Empreendedorismo, à Propriedade Intelectual e à Transferência de Tecnologia.

"A Universitec, há tempo, já realiza sua atividade dedicada a tais questões, sobretudo a partir de 2013, diante da missão encarregada à Agência pelo reitor Carlos Maneschy, a qual diz respeito a fomentar o empreendedorismo e a aproximação da academia com a indústria. Agora, diante da aprovação da Política de Inovação, nossas ações se legitimam e se fortalecem", destaca Gonzalo Enríquez, diretor da Universitec. "A UFPA consolida seu esforço de tornar a academia um polo de tecnologia e inovação com capacidade para chegar ao mercado, e contribuir, via ciência inovadora, com o desenvolvimento econômico e social da Região Amazônica", celebra o gestor.

Sobre a Universitec - A Universitec é uma iniciativa voltada para a difusão dos múltiplos aspectos da Inovação e de suas aplicações no âmbito da UFPA. A Lei de Inovação, de 2004, determina que toda Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT) deve dispor de um Núcleo de Inovação Tecnológica para gerenciar sua política de Inovação.

Instituída pela Resolução Nº 662, Anexo 1.7, de 31 de março de 2009, a Agência de Inovação Tecnológica da UFPA é um órgão suplementar na estrutura da Administração Superior da UFPA e tem por objetivos: propor uma política de inovação tecnológica para a UFPA; fomentar, no âmbito da Universidade, projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica, voltados para os diversos setores da sociedade; promover a disseminação da inovação tecnológica, da cultura empreendedora e da propriedade intelectual, nos diferentes níveis de ensino, pesquisa e extensão; estimular a cooperação com entidades representativas da sociedade civil, empresas e órgãos públicos, dar apoio técnico na preparação de projetos cooperativos e em acordos entre a Universidade e seus parceiros; articular, incentivar e coordenar as ações das incubadoras de base tecnológica e aquelas referentes ao Parque de Ciência e Tecnologia da UFPA e de outros ambientes de apoio à inovação.

Atribuições - Além disso, a agência tem como atribuições zelar pela Propriedade Intelectual, incentivando a proteção do conhecimento por meio de uma equipe técnica especializada, responsável pelos depósitos de patentes e outros tipos de proteção intelectual; pela Transferência de Tecnologia, estabelecendo diálogos com os agentes do desenvolvimento social e econômico, em busca de oportunidades de transferência de tecnologia, com a finalidade de aplicação do que é produzido na Universidade; e pelo Empreendedorismo, articulando a cooperação entre grupos interessados no assunto e investindo na incubação da empresas, por meio do Programa de Incubação de Empresas de Base Tecnológica (PIEBT).

Texto: Gil Sóter – Ascom/Universitec
Foto: Reprodução / Google


sábado, 7 de dezembro de 2013

A Logística Ambiental debatida na UFPA - Evento Internacional


O I Congresso Internacional de Logística Ambiental, I Congresso Amazônico de Logística Ambiental e I Congresso Estadual de Logística Ambiental. 



COm o Tema Central: Adequação das Organizações a Política Nacional dos Resíduos Sólidos nasce para reunir instituições preocupadas e atuantes nas áreas de Logística Ambiental, Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Educação Ambiental, para promover maior compreensão sobre os efeitos dessas práticas na construção de uma Política Nacional dos Resíduos Sólidos em conformidade com a Lei 12.305/10, que visa entre outras coisas, planejar e executar uma destinação final segura aos resíduos de acordo com sua classificação e especialidade. Este evento também tem a preocupação de conscientizar as instituições na questão da responsabilidade social que envolve as Cooperativas de Catadores de Resíduos Sólidos e Educação ambiental particularmente para a sociedade local.

Este Congresso visa contribuir e dar início a um debate interdisciplinar sobre os temas propostos entre os atores (acadêmicos, empresários, Poder Público e sociedade) com a finalidade de esclarecer sobre a lei e os Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e informar os projetos que estão sendo executados a nível Nacional, por meio de debates, conferência, grupos de trabalho e Palestras. Seu certificado tem carga horária total de 45 horas.

Assim, o evento científico ora proposto, foi estruturado em vários momentos chave:

1. Conferências, Minicursos, Mesa Redonda e Palestras, para as quais sejam convidados nomes de referência nas discussões sobre Meio ambiente; Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Logística Ambiental. Estão previstas também 2 Mesas redondas, cada uma delas com a participação de 2 a 4 conferencistas.

2. Apresentações de trabalhos científicos, para as quais todo e qualquer profissional interessado, ou pesquisador de temas ligados a questões relativas a logística ambiental, educação ambiental, gestão e gerenciamento de resíduos sólidos e demais pertinentes à temática geral do congresso possa submeter proposta de apresentação individual, que será selecionada pelo Comitê Científico do Congresso. Estão previstas, em duas manhãs, apresentações simultâneas, cada uma contando com a apresentação de até 8 trabalhos, o que totaliza um máximo de 64 trabalhos passíveis de serem apresentados no Seminário.

Para saber mais sobre o I Congresso Internacional de Logística Ambiental

clique Aqui




REPÓRTER DIÁRIO
07/12/2013

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Representantes da Universitec participam da do Seminário Internacional da IASP e do Seminário Nacional ANPROTEC,


Representantes da Universitec participam da ANPROTEC e apresentam trabalho científico.




Representantes da Agência de Inovação Tecnológica da UFPA- (Universitec) participam de 14, até o dia 17, do XXIII Seminário Nacional da Anprotec e da 30ª Conferência Mundial de Parques Científicos e Tecnológico IASP. O evento que é considerado um dos maiores nessa temática reunirá gestores de incubadoras, pesquisadores e empresários. O evento acontece em Recife e está sendo realizado pela IASP, pela Anprotec e pelo Sebrae e organizado pelo Porto Digital, com financiamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Secretaria de Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Sectec), apoiado pelo CNPq e conta com o patrocínio da Prefeitura da Cidade do Recife, do BNDES, Chesf, CNI, Finep, ABDI .

Temas como a cultura do Empreendedorismo inovador, desafios para consolidação de habitats de inovação e a dinâmica de inovação nas universidades serão discutidos no evento. Ainda como parte da programação aconteceu o Fórum de Empresas Graduadas em Incubadoras. O Fórum tem o objetivo de contribuir a partir da troca de experiências e da ampliação das redes de Relacionamento para a proposição de estratégias voltadas para à superação de barreiras ao empreendedorismo e à Inovação. Estará participando do Fórum Fátima Chamma, da Empresa graduada na Incubadora PIEBT, Chamma da Amazônia. A empresa é um dos casos de sucesso da Incubadora, da UFPA uma das poucas da região Amazônica presentes no evento.

Na ocasião o diretor da Universitec, professor Gonzalo Enríquez, estará apresentando o artigo “Networks of technological innovation and its interaction with communities in the new Habitat for Innovation in Amazon” o único artigo, do norte do Brasil, dentre os 30 selecionados para serem apresentados nas sessões do seminário e publicados pela revista da Anprotec.

O trabalho toca, precisamente, no centro dos temas mais debatidos nas diversas conferência realizadas, a relação da inovação tecnológica, empreendedorismo e habitat de inovação, para promover o desenvolvimento de regiões e cidades, só que o trabalho do Enríquez apresenta um diferencial importante respeito dos demais trabalhos e debates sobre o tema. Considera fundamental pensar em novos habitat de inovação tecnológica, principalmente para regiões como a Amazônia, onde os atores são diversos , comunidades da floresta, pesquisadores, pequenas empresas que atuam no meio das regiões mais afastadas, atravessadores de produtos da biodiversidade, gestores municipais e, instituições de pesquisa, laboratórios, etc.

O foco não é somente a empresa, segundo Enríquez e sim também comunidades e pesquisadores que muitos deles moram junto com as comunidades.

Em seu pronunciamento o Ministro de Ciência Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp, afirmou estar disposto a apoiar e investir em ciência e Tecnologia, pois são instrumentos de discussão de politicas públicas, tecnologias limpas, inovação e questões sustentáveis. Esses ambientes agregarem valor as atividades econômicas do país.

“Os Parques e Incubadoras são ambientes de cooperação entre entidades de conhecimento (universidades) e entidades com a capacidade de transformar esse conhecimento em bens e serviços para a sociedade, por isso receberá cada vez mais investimentos”.

A história trás de novo para Belém, por segunda vez um evento de incubadoras de empresas e parques tecnológicos. Depois de ser um dos maiores encontros de incubadoras em 2000, 14 anos depois será realizado outro evento em Belém, agora no Parque Científico e Tecnológico do Guamá, que tem como gestor a Fundação Guamá, onde a Universidade, por meio da UNIVERSITEC, é parceira. Junto com outras parcerias será realizado o evento em 2014.

Dessa forma, a Universitec, que é a instituição que reponde pela transferência de tecnologia, propriedade intelectual, incubadoras de empresas e empreendedorismo da UFPA, será a parceira natural na realização do XXIV Seminário Nacional da ANPROTEC, que será realizado em Belém (PA), no período de 22 a 26 de setembro de 2014.
Texto e foto: hellen Lobato

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Incubadora de Empresas da UFPA comemora 18 anos


A Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Agência de Inovação Tecnológica,  da Universidade Federal do Pará (UFPA), completa 18 anos de contribuição para o desenvolvimento do empreendedorismo baseado em ciência e tecnologia e na disseminação da transferência de conhecimentos gerado na UFPA.

Para comemorar a data, a Universitec promove, nesta sexta-feira, 24, das 8h30 às 10h30, um coquetel que contará com a apresentação de cases de sucesso de empresas que fazem parte da incubadora, bem como as que já estão no mercado, além de serem apresentadas as metas para os próximos anos. Na ocasião estarão presentes o reitor da UFPA, pró-reitores, empresários, representantes do Estado, Sebrae, Banco da Amazônia, entre outros parceiros da Universitec, da Incubadora e da Universidade. A programação ocorre no Auditório da Universitec, Campus Profissional da UFPA, no Guamá.

Aproveitamento da biodiversidade da Amazônia - Ao longo desses 18 anos da Incubadora-PIEBT, já foram apoiadas 42 empresas/projetos, nas áreas de biotecnologia, produtos naturais, alimentos, cosméticos, Dermocosméticos, fitoterápicos, energia, tecnologia da informação, comunicação e design e, em geral, empresas voltadas para o aproveitamento da biodiversidade da Amazônia.

Como parte das suas atividades e foco de atuação do PIEBT, durante esses anos, foram apoiados a criação e o desenvolvimento de projetos inovadores de alunos, professores, pesquisadores e da sociedade em geral, que contavam com potencial para transformarem-se em produtos, serviços ou processos dotados de tecnologia agregação de valor, que contribuíssem para o desenvolvimento do Estado.

Incubados - Atualmente, o PIEBT possui nove empresas incubadas e seis projetos pré-incubados, Dentre os que já passaram ou ainda estão instaladas na Incubadora, encontram-se a Chamma da Amazônia, Amazon Dreams, Inovar, Digitalizar, Dynamis Techne, ITAIC, BIO+, Amazon Biotec, Mundo Digital Interativo e a Syanz. Entre as que receberam premiações regionais e nacionais, estão a Chamma da Amazônia e a Amazon Dreams. Ambas já têm forte atuação nos mercados nacional e internacional.

 




 Com um espaço físico especialmente construído para alojar temporariamente micro e pequenas empresas, a Incubadora-PIEBT oferece uma série de serviços, tais como cursos de capacitação gerencial, assessorias, consultorias, orientação na elaboração de projetos a instituições de fomento, serviços administrativos, acesso a informações entre outros. A Incubadora é reconhecida por oferecer suportes técnico, gerencial, operacional e agilizar o processo de inovação tecnológica nas micro e pequenas empresas.

Para o professor Gonzalo Enríquez, diretor da Agência de Inovação Tecnológica (Universitec), da qual a Incubadora faz parte , a Incubadora vem cumprindo o seu objetivo principal que é promover e disseminar o empreendedorismo inovador na comunidade acadêmica e empresarial local. Entretanto um dos desafios mais importantes, não apenas da Incubadora, mas também da própria Agência de Inovação Tecnológica (incluindo o PIEBT, a área de serviços de laboratórios e de propriedade intelectual), consiste na criação de um Ambiente de Inovação na Universidade, em conjunto com seus importantes Stakeholer, que se constitua em uma referência para a Amazônia.

Texto: Ascom / Universitec
Fotos: Alexandre Moraes

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Avaliação de patentes vai render "pontos" a cientistas


A partir de junho, cientistas brasileiros ajudarão no processo de análise de patentes solicitadas ao Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial).

Em troca, em vez de receber remuneração, eles ganharão pontos no currículo acadêmico, o "lattes".

Esses pontos, que também são conferidos ao pesquisador quando ele publica artigos científicos, serão levados em conta, por exemplo, quando o cientista fizer um pedido de financiamento ao CNPq, agência federal de fomento à ciência.

A remuneração em dinheiro não está descartada. "Vamos pensar nisso no futuro", diz Júlio César Moreira, diretor de patentes do Inpi.

A parceria entre o instituto e o CNPq visa a agilizar a avaliação de patentes, que leva cerca de cinco anos --isso se o pedido foi feito em 2012; pedidos anteriores levam mais tempo.

A agilidade, espera-se, virá dos cientistas. Eles participarão da fase de pesquisa da patente, na qual é verificado se o pedido é mesmo novo.

A expectativa é que, por conhecer bem sua área, o cientista faça o trabalho de pesquisa mais rápido do que o Inpi. Esse processo hoje leva cerca de oito meses. Com os pesquisadores, o tempo pode ser reduzido em 30%



INSPIRAÇÃO

A ideia da participação de cientistas na análise de patentes vem de fora: o JPO, equivalente ao Inpi no Japão, já tem usado esse sistema.

"Por lá tem dado bem certo", diz Moreira.

Por aqui, o Inpi vai fazer um experimento com 60 cientistas de engenharias mecânica, química e elétrica.

Eles farão uma capacitação em pesquisa de patentes em maio e começarão a receber os pedidos --encaminhados pelos examinadores do Inpi-- já no mês seguinte.

"A ideia é expandir a capacitação para além das engenharias no futuro", afirma Rafael Leite, chefe de propriedade intelectual do CNPq.

Quem se inscreveu para o projeto inicial quer "aprender o que é patenteável", como conta a engenheira química Claudia Danielle Carvalho de Sousa, pesquisadora da UFRJ. Ela é uma das 60 cientistas que vão participar da capacitação do Inpi.

"Também quero contribuir para as análises, que ainda demoram muito."

Inpi e CNPq acreditam que esse aprendizado pode trazer um efeito cascata positivo no processo de inovação.

A inserção dos cientistas na cultura de patenteamento pode melhorar os pedidos que chegam ao Inpi (hoje cerca de 20% são aprovados) e também as suas análises.

Ainda mais porque seis das dez maiores patenteadoras do Brasil são instituições de ensino e pesquisa: USP, Unicamp, UFMG, UFRJ, Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e Fapemig (de Minas).

"A capacitação dos cientistas em patentes deve melhorar todo o processo. Haverá um subsídio melhor para as análises", diz Leite.

Para o engenheiro e consultor Bruno Rondani, criador do Open Innovation Center (centro de difusão de inovação brasileiro que reúne empresários, governo e universidades), a parceria vai funcionar se o incentivo para os cientistas for bom.

"Mas há muito cientista que nem sabe fazer revisão de artigo científico. Espero que essa má qualidade não se aplique ao Inpi."

FILA

A parceria com os cientistas é mais uma tentativa do instituto de reduzir o tempo de espera dos pedidos de proteção industrial no país. Hoje, há mais de 160 mil pedidos esperando por análise.

Desde o ano passado, tecnologias consideradas "verdes" já passaram a ser analisadas com prioridade. Três pedidos "verdes" foram deferidos em menos de um ano.

Já a partir deste ano, medicamentos para o combate ao câncer, à Aids e às doenças negligenciadas também vão furar a fila.


SABINE RIGHETTI
FOLHA DE SÃO PAULO