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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Universitec reúne governo, indústria e pesquisadores em cerimônia de aniversário


Inovações na área tecnológica são a mola propulsora da economia moderna. Em sintonia com este imperativo e ciente do papel fundamental da academia para a conquista de tais avanços, a Agência de Inovação Tecnológica do Pará, Universitec, criada em 31 de março de 2009, celebrou o sexto ano de atividades nesta terça-feira (31), à frente das ações da Universidade ligadas ao Empreendedorismo, à Propriedade Intelectual e à Transferência de Tecnologia.


Cerimônia de aniversário foi realizada no auditório da Agência - Terreno fértil para uma economia do futuro e articuladora entre diversos atores - governo, indústria e academia -, a Universitec reuniu, além de pró-reitores da Universidade e o reitor Carlos Maneschy, diversas instituições parceiras que foram decisivas na trajetória da Universitec: Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa); Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico,
Mineração e Energia (Sedeme); Banco da Amazônia; e Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (FadespP); Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá (PCT); e a Rede Namor, Graça Ferraz.

Entre os parceiros está a Fiepa, que anunciou em 2014 a assinatura de um convênio guarda-chuva junto à UFPA, responsável pela elaboração e execução do projeto de construção da Escola Fluvial. A construção da embarcação envolveu recursos financeiros, advindos da parceria com o Sistema Fiepa, na ordem de R$ 160 mil.

É uma parceria exitosa, na qual buscamos, primeiramente, os formandos de engenharias de todas as áreas para trabalhar no Senai como instrutores e levamos essa experiência para o resto do país. A primeira realização será a junto à Faculdade de Engenharia Naval da UFPA para a construção de uma grande embarcação, que servirá de escola, focada nos municípios do Marajó”, explicou o assessor da Fiepa, José Egypto, que recebeu um certificado de parceiro máster da Universitec.


Também apoiador homenageado na ocasião, o Banco da Amazônia instituiu parceria para possibilitar o financiamento ao desenvolvimento das empresas de inovação incubadas pelo PIEBT na Universitec, para beneficiar as empresas aprovadas no Edital PIEBT 2014. “Desde o primeiro momento que eu conheci o trabalho da Universitec, me emocionei, porque, marajoara que sou, me move o compromisso com o desenvolvimento da região, que é uma batalha, mas conquistamos apoio, e a trajetória da Universitec revela isso”, declarou o gerente de Gestão de Programas Governamentais do Basa, Oduval Lobato Neto.




Referência - A Criação da Política da Inovação da UFPA, assinada em dezembro de 2014, é um marco no compromisso da UFPA junto a um dos itens imperativos de educação contemporânea, que é tornar a academia um celeiro de ideias para o futuro. Neste quesito, a Instituição figura em uma posição estratégica: de 192 universidades avaliadas, é a 20º no ranking nacional no quesito inovação, sendo a primeira da região Norte.


A Universitec está à frente deste setor, e realiza serviços de incubação de empresas de base tecnológica, por meio do PIEBT; ações de fomento ao empreendedorismo dentro da academia; e proteção do conhecimento, por meio do setor de Propriedade Intelectual. “A Universitec tem a missão de traduzir o conhecimento científico e tecnológico em progresso material e bem estar social, intermediando o conhecimento produzido na academia e a indústria”, disse Carlos Maneschy, reitor da UFPA.





Intercâmbio - Referência em Inovação e Tecnologia na região Norte, a Universitec promoveu intercâmbio de conhecimento junto a nações como Cabo Verde, Martinica e Áustria. “Agregar tecnologia ao mercado e à indústria é o que faz toda a diferença, e é o caminho percorrido pelas nações que prosperam na modernidade. Por isso, chefes de estado e reitores de instituições estrangeiras vêm até a Universitec para entender como funciona nosso trabalho, afim de aplicar o nossos modelo às suas realidades”, explica Gonzalo.


As empresas de inovação de maior destaque atualmente incubadas na Universitec também foram homenageadas na cerimônia. A Amazon Dreams, premiada nacionalmente pelo Fundo Criatec, desenvolve métodos de extração de alta pureza de antioxidantes do açaí, voltado para a farmacologia e cosméticos. Outro destaque é a Amazon Biotech, que desenvolve a biomembrana compatível, usada na área de saúde, desenvolvida a partir da flora da Amazônia. Especializada em robótica, a Syanz desenvolveu um programa de automação que, por meio de um tablet, controla as luzes de casa, abre os armários e pode deixar fosco ou transparente os vidros dos ambientes. A Dynamis Techne também foi certificada pela excelência do trabalho de acompanhamento de grandes projetos de logística na região amazônica.




Fico emocionado com esse reconhecimento porque nos motiva a continuar lutando, apesar das adversidades. Sou professor e criei um grupo de pesquisa em 2002, com a proposta de trazer para a UFPA uma participação mais efetiva nos grandes projetos da Amazônia. Nos tornamos empresa e eu acredito que não exista um lugar melhor para se conseguir apoio a um empresa de inovação que a Universitec, por isso estamos aqui incubados, e atendendo instituições como vale, Companhia Docas do Pará e Alunorte”, declarou Remo Magalhães, da Dynamis.





Universitec: celeiro de ideias e empreendedorismo - A atuação da Universitec foi destaque da edição especial da Revista Época publicada em novembro de 2014. A revista aponta a Agência como um dos polos acadêmicos de inovação mais importantes do país por seu apoio ao empreendedorismo e à inovação, e por ser capaz de aproximar a pesquisa e conhecimento produzidos na academia até a indústria e o mercado. Tal reconhecimento é fruto de projetos que se propõe a semear o empreendedorismo na academia e que, desde 2013, tem ampliado seu alcance: cerca de 1300 pessoas já foram diretamente beneficiadas por ações como o Curta essa Ideia 2014 e 2015; e o Desafio Inove +, a mais abrangente premiação de ideias inovadoras promovida pela UFPA, promovida em 2014, que distribuiu cinco prêmios no valor total de R$ 13.500.


Também em 2014, a Agência, ao lado da professora Luciana Ferreira, fomentou a criação do Clube de Empreendedorismo. O grupo se reúne a cada 15 dias para discutir e pensar em estratégias de fomento do senso de empreendedorismo na comunidade acadêmica. Uma de suas principais atividades é difundir e estimular o desenvolvimento de Características do Comportamento Empreendedor (CCEs) estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU).


Mesmo com pouco tempo de atuação, a liga de talentos que compõe o Clube já conquista resultados: alunos integrantes foram destaques do Start Up Weekend, evento realizado em mais de 400 cidades pelo mundo; e membros do Clube também participam da competição internacional Youth Citizen Entrepeneurship – que tem apoio da Unesco.





Fomento e proteção do conhecimento - Se por um lado há um abrangente projeto para o fomento à inovação por parte da UFPA, é indispensável um esforço igualmente amplo na proteção desse conhecimento. De acordo com o ranking elaborado pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) entre todas as universidades do Brasil, a UFPA possui 72 pedidos de patentes no Brasil, no exterior 12 pedidos entre Japão, EUA e União Europeia, África do Sul, uma patente concedida no EUA. Todas aptas a serem exploradas. Possui ainda 61 pedidos de registro de suas marcas, sendo 22 concedidas, e cerca de dois mil registros de direito do autor junto ao escritório de direitos autorais da Fundação Biblioteca Nacional.


Texto: Ascom /Universitec

Fotos: Adolfo Lemos

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

UFPA e SENAI assinam convênio para Escola Fluvial



Um convênio assinado nesta terça-feira (10) entre a Universidade Federal do Pará e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), da FIEPA, visa contribuir para o desenvolvimento do Arquipélago de Marajó, região de pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país, segundo o IBGE. O acordo estabelece o desenvolvimento do projeto de construção, por parte do curso de Engenharia Naval da universidade, da primeira Escola Fluvial do SENAI, que irá levar capacitação profissional aos municípios do Marajó.

O projeto da embarcação do SENAI prevê a criação de salas de aula e de, pelo menos, nove modernos laboratórios para a realização de cursos nas áreas de informática, alimentos, confecção, refrigeração, soldagem, mecânica e construção civil. A expectativa é que a Escola Fluvial forme 900 pessoas a cada vez que atracar em um município ribeirinho, oferecendo cursos em regime de gratuidade. A previsão é que a construção da embarcação inicie neste ano, com a intenção de iniciar as capacitações já no ano que vem.

Segundo o diretor regional do SENAI, Gerson Peres, apesar do Marajó não ser uma região com muitas indústrias, a qualificação profissional pode ser fundamental para mudar a realidade dessa localidade pouco assistida. “Precisamos primeiramente olhar para a necessidade das pessoas, e temos a certeza de que esses cursos, com alta empregabilidade, irão proporcionar a geração de emprego e renda para essa população”, comenta Peres, revelando que outras escolas fluviais devem surgir futuramente.

“Além das nossas 15 unidades fixas espalhadas pelo Pará, o SENAI também trabalha com 21 unidades móveis, que são carretas equipadas levando qualificação profissional para os lugares mais distantes deste estado. Mas com um estado continental como o nosso, precisamos sempre de mais, e assim deverá acontecer com a Escola Fluvial, pois a demanda é muito grande”, completa Gerson Peres.

Durante a reunião, o reitor da UFPA, Carlos Maneschy, destacou a importância da parceria. Segundo ele, a aproximação entre a universidade e os diversos setores da sociedade, entre eles o produtivo, é imprescindível elevar o desenvolvimento do estado. “A universidade está aberta ao diálogo e a qualquer tipo de experiência que visam melhorar a vida das pessoas. Precisamos saber qual o caminho do desenvolvimento, e ninguém melhor para nos mostrar isso que o setor produtivo. Esse é apenas um de muitos projetos que ainda pretendemos desenvolver conjuntamente com o SENAI”, destaca Maneschy.

Para o presidente da FIEPA, José Conrado Santos, essa parceria é uma prova de que é possível e cada vez mais importante a harmonia entre tecnologia e educação, atendendo as expectativas das indústrias e levando a prática para dentro dos centros acadêmicos. “Percebemos que a universidade abriu seus muros e estamos aproveitando isso para estreitar as relações e, juntos, discutirmos meios estratégicos para contribuir com o Pará, começando pelas regiões mais necessitadas, como a do Arquipélago do Marajó”, finaliza Conrado.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Quem manda é a Fazenda




segunda-feira, 13 de abril de 2009

ECONOMIA - Iniciativa da VALE incentiva apoio às pequenas empresas

Fórum Inove reúne parceiros da Vale

Após várias rodadas de discussão nos estados onde a Vale tem suas principais operações, aconteceu no Rio de Janeiro o primeiro fórum do programa Inove, voltado para a capacitação e a qualificação das pequenas e médias empresas das regiões em que a empresa atua. Uma das metas do programa é injetar R$ 120 milhões nas economias locais, através de convênios com bancos para o financiamento aos fornecedores.

O evento, que aconteceu nos dia 7 e 8 de abril, reuniu 60 pessoas que discutiram iniciativas para fortalecer o relacionamento da empresa com seus fornecedores. Estiveram presentes empresários, representantes de entidades de classe, órgãos do governo, instituições financeiras e educacionais de Pará, Maranhão, Minas Gerais e Espírito Santo.

O coordenador técnico da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), Evandro Diniz, destacou que o Inove também propiciará o fortalecimento do PDF nos estados. 'Investir no relacionamento com os fornecedores locais não é fator de competitividade apenas para a empresa lá instalada. É também uma iniciativa estratégica de responsabilidade social, e fortíssima. É assim que se gera empregos e renda localmente. E digo que o Inove é importante inclusive para a própria Vale, porque vai despertar seus empregados para a importância de solidificar a parceria com as empresas da cadeia', afirmou Diniz.

O representante da Fiepa citou como exemplo da importância do investimento nos parceiros locais uma empresa paraense, a Oyamota, que após anos de serviços prestados na região à Vale, chegou a um nível de especialização que passou a exportar seus serviços para o Sudeste.
José Vieira, representante do Instituo Euvaldo Lodi do Espírito Santo, lembrou que o grande desafio do fórum e do Inove é 'conseguir fazer com que todos enxerguem além do que é feito hoje, busquem outras formas de desenvolvimento da cadeia, e que sejam propostas e implementadas ações para buscar melhorias. O Inove é bom para a Vale e é bom para os fornecedores'.

Para Vieira, 'haverá um democratização das ações de desenvolvimento e essas ações serão realizadas segundo a realidade de cada região do País, pois o Brasil é muito grande e as realidades, muito distintas. É fundamental entender que os esforços devem vir dos dois lados: Vale e federações. Assim, as ações serão mais abrangentes e os resultados devem perdurar', concluiu.
Veja reportagem completa: http://www.orm.com.br/oliberal/