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quarta-feira, 12 de novembro de 2014
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Empresário da mineração cumprimenta à SEICOM pelo trabalho em bem do desenvolvimento
Minha cara Secretaria Profª Maria Amélia,
É uma honra para mim participar do processo de desenvolvimento do Estado do Para
Acredito nos seus governantes!
Meus respeitos a todos os Paraenses de Bem!
Parabéns à SEICOM!!
É uma honra para mim participar do processo de desenvolvimento do Estado do Para
Acredito nos seus governantes!
Meus respeitos a todos os Paraenses de Bem!
Parabéns à SEICOM!!
A SEICOM fez a diferença na vitoria do Simão Jatene Izabela Jatene Ana Jatene em diversos municípios mineradores do Estado. Dentre os mais importantes Itaituba e São Miguel do Guamá foram exemplos, em outros, mesmo perdendo, no segundo turno recuperou importantes votos, em Parauapebas, Canaã dos Carajás e outros. Veja aqui a equipe da SEICOM no Bairro de Jurunas dia sábado 25/10/14, um dia antes da eleição, uma grande virada que amarelou, depois da caminhada da SEICOM.
Dado curioso, nessa mesma manhã do sábado, candidato Jatene realizou a caminhada no bairro de Jurunas e encontrou o Governador e as duas equipes se somaram na caminhada.
Aí estão a Secretária da SEICOM, A Chefe do Gabinete da Secretária, Verônica, o Fernando, técnico, o japonês mais paraense que conheci, o Ambrósio, que não sabe comer com pauzinhos japoneses (Hashi). Atrás da Secretária Maria Amelia Enríquez a sua ex-secretária de casa, Rosa Maria, mora no Jurunas e que a raiz da campanha virou líder comunitária do Bairro. Rosa Maria coordenou uma equipe de mais de 20 pessoas que todo dia fez campanha no bairro.
Esses detalhes da virada do Jatene poucos conhecem, mas já estão no Blog do Enríquez Gonzalo V. Enríquez
Dado curioso, nessa mesma manhã do sábado, candidato Jatene realizou a caminhada no bairro de Jurunas e encontrou o Governador e as duas equipes se somaram na caminhada.
Aí estão a Secretária da SEICOM, A Chefe do Gabinete da Secretária, Verônica, o Fernando, técnico, o japonês mais paraense que conheci, o Ambrósio, que não sabe comer com pauzinhos japoneses (Hashi). Atrás da Secretária Maria Amelia Enríquez a sua ex-secretária de casa, Rosa Maria, mora no Jurunas e que a raiz da campanha virou líder comunitária do Bairro. Rosa Maria coordenou uma equipe de mais de 20 pessoas que todo dia fez campanha no bairro.
Esses detalhes da virada do Jatene poucos conhecem, mas já estão no Blog do Enríquez Gonzalo V. Enríquez
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Seicom promove aproximação entre BNDES e municípios
Elielton Amador
Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração
Da Redação
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 12/08/2014 15:41:00
Ação coordenada pela secretária de Estado de Indústria, Comércio e Mineração, Maria Amélia Enríquez, mobilizou todo o alto escalão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no Rio de Janeiro, no último dia 8 de agosto. A oficina “Nova dinâmica territorial do Estado do Pará” foi proposta para aproximar os executivos do banco da realidade contemporânea do Estado e municípios.
Maria Amélia encontrou com o secretário executivo do BNDES, Luiz Antonio Elias, no início de julho, em Marabá, sudeste paraense, onde ele foi apresentar as possibilidades de investimento e financiamento para o desenvolvimento dos municípios da região Norte. Constatou-se que, apesar das muitas oportunidades que o banco oferece, ainda é difícil para os municípios acessarem as linhas de crédito, seja pela burocracia, seja pela necessidade de maior planejamento e qualificação na elaboração dos projetos.
No Rio de Janeiro, na última sexta-feira, Maria Amélia foi acompanhada dos secretários municipais de Planejamento, Vander Nepomuceno, e de Meio Ambiente, André Rosa, ambos de Parauapebas, e também pelo secretário de Mineração e Meio Ambiente de Itaituba, Valfredo Marques.
Os secretários deram seus depoimentos sobre os projetos que estão desenvolvendo e as expectativas que têm em relação ao desenvolvimento das regiões em que atuam. “Estamos trabalhando para aperfeiçoar os projetos e acessar os recursos do BNDES para os projetos do programa Municípios Verdes, além de projetos estruturantes”, disse André Rosa.
Maria Amélia foi convidada a presidir a sessão, que ocorreu na sede do banco no Rio de Janeiro, e teve a presença dos maiores executivos do banco, incluindo Nelson Siffert, superintendente da Área de Infraestrutura, e Victor Burns, gerente de Relações com o Governo. Também estiveram presentes o superintendente de Área de Inclusão Social, Marcelo Porteiro; a chefe do Fundo Amazônia, Juliana Santiago; Marcelo Fernandes, do Departamento de Operação com Estados; Marcelo Gonçalves Tavares, assessor da Área de Indústria de Base; Luiz Antonio Pazos, do Departamento de Políticas, Articulação e Sustentabilidade; e o gerente de Relacionamento com Agentes Financeiros, Cláudio Rabelo.
Para Maria Amélia, o resultado do encontro foi excelente, e o estreitamento de relacionamento deve proporcionar ao Estado e aos municípios maior acessibilidade aos programas do banco. “O BNDES tem mais de 20 portas para se bater. Se você não souber o caminho das pedras, pode demorar muito tempo para ter acesso a um financiamento. Por isso, tivemos a ideia de trazer os municípios e estreitar as relações com o Estado para que possamos ter maior trânsito e destravar projetos, facilitando o acesso do produtor e do município”, disse a secretária.
domingo, 17 de agosto de 2014
sábado, 16 de agosto de 2014
Mais e melhor inteligência feminina para reforçar a SEICOM
Ciane Regina Alves Barros
Nomeada dia 07/08/2014 Secretária de Estado Adjunta da Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração, somente hoje ganhou destaque na página de TuttiQui, do Jornal O Liberal. Ciane Regina Alves Barros, atuará principalmente, não unicamente, no setor comércio e serviços, de onde obtêm o maior apoio, além de ser indicação direta do Governador Simão Jatene, que está interessado em dar resposta às demandas do setor. Parabéns pela indicação e sucesso à nova Secretária Adjunta.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
Vida de Secretária não é fácil
A Secretária de Indústria, Comércio e Mineração, Maria Amélia Enríquez viajando de carro para participar de agenda do Governo do Estado em Marabá, assim in locus constata o estado em que se encontra a reconstrução da ponte de Moju.
21:50 ainda na Estrada....
23:50 chegando em Marabá.
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Foto/ Elíelton Amador |
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Foto/ Elíelton Amador |
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Foto/ Elíelton Amador |
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Foto / Ma. Amélia Enríquez |
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Foto / Ma. Amélia Enríquez |
sábado, 28 de junho de 2014
domingo, 22 de junho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
sábado, 24 de maio de 2014
domingo, 11 de maio de 2014
Agenda Positiva para o desenvolvimento do Estado do Pará
Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Secretaria de Indústria Comércio e Mineração e UFPA/UNIVERSITEC - Agenda positiva para o desenvolvimento do Estado do Pará
Depois de Lançar o Plano de Mineração a SEICOM intensifica suas parcerias com diversos órgãos de desenvolvimento do Estado para promover ações de capacitação de melhoramento da qualidade de vida e promover um avanço na gestão dos recursos minerais do Estado, bem como promover a diversificação da exploração dos recursos naturais, intensificando as cadeias produtivas.
Uma última ação tem sido a realização de cursos nos municípios que compõem o Consórcio Tapajós. Integrada pelos municípios de Novo Progresso, Prefeitura de Itaituba, Prefeitura de Jacareacanga, Prefeitura de Trairão,
O começo de tudo.
Nesse contexto a Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom), motivada pelo Consórcio Tapajós, iniciou um ciclo de Diálogos para Elaboração da Agenda de Desenvolvimento Territorial para o Tapajós. O objetivo é contribuir com o processo de desenvolvimento dos municípios dessa Região, tendo em vista o intenso dinamismo econômico que os principais eixos produtivos - logístico, minerário, energético e do agronegócio – provocarão naquele território. Esses eixos, além de impactar a região, trazem a possibilidade de promover o desenvolvimento socioeconômico e ambiental, desde que haja um adequado preparo nos municípios, tanto para propor ações que minimizem as externalidades, quando para maximizar as oportunidades e melhor orientar as prioridades de atuação.
Foi assim que se iniciou a realização de cursos em diferentes áreas, que promovam o desenvolvimento da região. Dentre eles a capacitação para captação de recursos, prestação de contas e os cursos de Planejamento Estratégico para gestores e secretários municipais da região de TAPAJÓS.DIÁLOGO PARA CONSTRUÇÃO DE UMA AGENDA PRÓ-DESENVOLVIMENTO |
O sucesso dos cursos de Planejamento Estratégico para gestores e secretários municipais, realizados em parceria do Governo do Estado com Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) a Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração (SEICOM) e a Universidade Federal do Pará (UFPA) por meio da Agência de Inovação Tecnológica da UFPA/UNIVERSITEC, se reflete na ativa participação da SEICOM/UNIVERSITEC, nos diverso cursos realizados em todas as regiões de integração do Estado, Abrangendo municípios do Sul, Sudeste e Oeste do Pará.
São diversos os cursos que ser realizam, conforme programação do TCM, entretanto o mais recente e de grande importância foi o curso que teve foco no Consórcio Tapajós, realizado em Itaituba, Pará.
Curso de Planejamento Estratégico Operacional para gestores e secretários de municípios.
Veja alguns tópicos das disciplinas de Planejamento Estratégico para gestores e secretários municipais.
Ementa da Disciplina.
- Análise das principais tendências
internacionais sobre economia, população, educação, meio ambiente e
tecnologia.
- Análise e Visão Estratégicas da econômica
paraense, com ênfase em municípios.
- Planejamento estratégico. Histórico,
importância, principais conceitos.
- Gestão Estratégica – Planejamento
estratégico, cenários prospectivos.
- Metodologias e etapas do planejamento
estratégico, Grumbach, BSC Balance Scorecard, Planejamento Situacional, etc.
6. Formulação de um plano estratégico. Análise de
cenários, modelo SWOT.
O consorcio Tapajós está integrado por municípios que são principalmente de base mineral. Novo
Progresso, Prefeitura de Itaituba, Prefeitura de Jacareacanga, Prefeitura de Trairão
Nessa região o Governo do Estado está focando diversas ações, além de capacitação, está prevista a construção de escolas, um hospital de média complexidade
Fotos de alunos e professores
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Fotos de alunos e professores nas aulas de planejamento no consórcio Tapajós, Itaituba, Pará. |
terça-feira, 8 de abril de 2014
Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração, SEICOM Lança o Plano de Mineração do Estado
Secretária de Estado de Indústria, Comércio e Mineração, Maria Amélia Enríquez, defende que a população conheça as oportunidades e possibilidades da atividade mineradora no Pará

O governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção (Sedip) e Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom) promove no próximo dia 14 de abril, às 19h, no Espaço São José Liberto, em Belém, com a presença do governador Simão Jatene, o lançamento do Plano de Mineração do Estado 2030 (PME).
O PME 2030 é o primeiro a ser elaborado no país. E traça um perfil do setor mineral do Pará, propõe diretrizes, sugere políticas públicas, estratégicas de governança, bem como objetivos e ações. O documento parte do reconhecimento das potencialidades e das oportunidades que tem uma economia de base mineral. Ele se volta à melhoria das condições econômicas, sociais e ambientais da população do Estado envolvida direta ou indiretamente com esta atividade.
Elaborado por técnicos da Seicom, com apoio de especialistas e atores envolvidos no setor mineral e, principalmente, a partir de um amplo processo participativo que contou com mais de mil pessoas, o PEM 2030 foi construído ao longo de dois anos, e teve 13 oficinas temáticas realizadas em vários municípios com o objetivo de receber contribuições às políticas para o setor. “Essas oficinas foram realizadas na capital e nas principais cidades mineradoras do estado. Trouxemos especialistas de outras regiões, ouvimos as empresas, o setor público, as lideranças políticas, sindicais e organizações da cadeia econômica”, explica a secretária Maria Amélia Enríquez, doutora em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade de Brasília (UNB).
Para entender a dimensão do impacto da atividade no estado e de sua importância para o país, basta atentar que estado do Pará abrange 14,6% do território nacional, abriga 4% da população brasileira, e é o segundo maior estado minerador do Brasil, com prospecção de superar Minas Gerais que ainda ocupa o 1° lugar no ranking mineral.
Entre 1980 a 2013, a exportação de metais e minerais gerou ao país divisas da ordem de 165 bilhões de dólares. O peso da indústria mineral no PIB do Pará é de 26,3%, sendo que 23,5% deve-se à indústria extrativa e 2,9% à indústria de transformação. Muito embora seja pequena a participação nos empregos diretos, em torno 3,3%, dos quais 1,5% na indústria extrativa e 1,8% na de transformação, os empregos totais gerados a partir dos investimentos em mineração se multiplicam por quatro quando são considerados os empregos indiretos, os induzidos e os da infraestrutura de apoio.
Mesmo assim isso é pouco para o que se pode esperar de atividade tão lucrativa. “Precisamos converter esse potencial mineral fantástico em meio efetivo para reduzir o ainda elevado índice de pobreza do Pará, pois eu acredito que a maior riqueza deste Estado é a sua gente. Mas não devemos esquecer que, tão ou mais desafiador, é superar as desigualdades, que estão na origem de grande parte dos problemas sociais que enfrentamos no dia a dia”, afirma o governador Simão Jatene no texto de apresentação do documento de 192 páginas que será entregue à sociedade.
Os dados são suficientes para afirmar que o setor mineral tem o potencial de contribuir decisivamente para o desenvolvimento local e regional, constituindo-se em uma plataforma de oportunidades para alavancar ações estratégicas, desde que haja compreensão mínima sobre os complexos temas do setor.
Estes desafios começam pela problemática da desoneração de ICMS das exportações minerais do Estado. Simão Jatene observa que “há vinte anos exportávamos por volta de um bilhão de dólares em minérios e metais e estes bens contribuíam com 16% do ICMS do Estado, hoje, exportamos 13,8 bilhões de dólares desses mesmos bens e a contribuição declinou para 3%”.
A questão, delicada ao estado, levou o governador no ano passado a ingressar na justiça pedindo compensação por essas perdas de arrecadação que estão estimadas em 20 bilhões de reais, o equivalente ao orçamento anual do Estado. Para Jatene, o prejuízo do estado com a desoneração tem sido negligenciado pelo governo federal, que, a despeito das políticas públicas para o setor, também não acelera a votação do novo marco regulatório da mineração, que está em trâmite no Congresso Nacional desde julho de 2013. Uma das principais questões em relação a essa legislação é exatamente o aumento dos royalties da extração mineral.
O segundo e concomitante desafio é saber como lidar com os recursos financeiros provenientes do setor. O atual modelo faz com que os recursos da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) beneficiem apenas o município onde se encontra a frente de lavra, o que pode gerar distorções em relação ao entorno não minerador. É o caso de Parauapebas, por exemplo, onde está situada a maior reserva de ferro do País: Carajás. Enquanto a cidade cresce, o entorno incha, a pobreza aumenta e a atual legislação cria empecilhos para o compartilhamento dos recursos provocando grandes desafios para a gestão pública. As soluções seriam políticas públicas conjugadas que envolvessem um consórcio de municípios para construir um território de base mineral mais ordenado e com vista a ser independente em relação à atividade mineradora. Essa é uma das questões suscitadas pelo plano.
“A governança é fundamental para o bom aproveitamento desses recursos. Mas para que haja boa governança é preciso elevar o nível de educação de forma ampla, além de expandir o conhecimento específico sobre o setor. Hoje, infelizmente o nosso povo sabe muito pouco sobre mineração, ainda não nos apropriamos devidamente dessa atividade. Portanto, não conseguimos perceber as oportunidades que gera. Assim, o Plano vem com esse objetivo, entre outros, para preencher parte dessa lacuna”, observa a secretária Maria Amélia.
Fundamental para a viabilização do PEM foi a medida adotada pelo Governo do Pará de recriar a Seicom no final de 2011, por meio da Lei Estadual nº 7.570, de 22/11, com a missão de impulsionar os setores produtivos do Estado, de forma sustentável e, em particular, estabelecer as políticas públicas para o setor mineral. “Já convivemos com a mineração de larga escala há mais de três décadas e esta experiência demonstra que para se avançar de forma decisiva na agregação de valor aos minérios, potencializar benefícios e reduzir externalidades negativas é necessária a ‘mão visível’ das políticas públicas para apontar caminhos e alternativas”, afirma Jatene, defendendo a regulação do setor pelo poder público.
No cumprimento de sua missão, a Seicom iniciou, em fevereiro de 2012, uma série de atividades, por meio de Convênio celebrado com a Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (SGM) do Ministério de Minas e Energia, envolvendo estudos, relatórios técnicos, oficinas temáticas e reuniões de trabalho, entre outros, que culminaram na elaboração do PME, com foco no longo prazo – PME 2030.
“É preciso destacar que o Plano considera o setor mineral em todas as etapas, desde a pesquisa e a prospecção até a extração, beneficiamento e transformação mineral. Traz uma visão realista do presente e diretrizes claras sobre o futuro a partir desse potencial mineral. É, portanto, uma ferramenta estratégica para que possamos de fato cumprir o que está disposto no artigo 245 da Constituição Estadual, principalmente no que diz respeito à internalização dos efeitos positivos gerados pela exploração dos recursos minerais e hídricos do Estado”, enfatiza o secretário especial de produção David Leal, atual secretário Especial da Sedip e que durante a elaboração do Plano assumia a Seicom , onde a nova secretária de estado da Seicom, Maria Amélia, colaborava como adjunta.
Dessa forma, o setor mineral do Pará, entendido como um conjunto de atividades que abrange desde a prospecção (pesquisa mineral), a lavra (extração mineral), o beneficiamento, até à transformação mineral com a elaboração de produtos finais, passa a contar com uma importante ferramenta de planejamento que indica diretrizes, estratégias e ações definidas pelo Governo do Pará, para nortear os programas necessários ao desenvolvimento do Estado, a partir de sua plataforma mineral.
Assim, o principal objetivo do PME-2030 é servir de instrumento de planejamento para a gestão dos recursos minerais, com base no uso sustentável e na agregação de valor aos minérios e ao território, a fim de promover a competitividade e combater à pobreza e à desigualdade no Pará, por intermédio da geração de emprego, renda e multiplicação de oportunidades.
SEICOM/PA
quarta-feira, 26 de março de 2014
Maria Amélia Enríquez, nova Secretária da SEICOM
A Universidade Federal do Pará deve estar de parabéns porque consegue mais uma representante da academia no governo do Estado.
Maria Amélia Enríquez foi nomeada Secretária de Estado de Indústria, Comércio e Mineração.
Parabéns e sucesso!
CURRÍCULO.
Doutora em desenvolvimento sustentável pelo CDS/UnB (2007), mestrado em Geociências pela Universidade Estadual de Campinas (1993), especialização em teoria econômica pelo CESEP/PA (1987), graduação em Economia pela Universidade Federal do Pará (1986). Atualmente é professora da Universidade da Amazônia e da Universidade Federal do Pará.
Ex- presidente da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica (ECOECO). Atualmente é membro do board do International Society for Ecological Economics (ISEE) Tem experiência nas áreas mineração e desenvolvimento regional, licenciamento ambiental, planejamento estratégico e áreas afins, atuando principalmente nos seguintes temas: desenvolvimento sustentável, indústria mineral e impactos regionais nos municípios de base mineradora do Brasil . No período de maio de 2008 a julho de 2011, foi assessora da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformacão Mineral (SGM) do Ministério das Minas e Energia (MME).
Desde junho de 2009 é membro do International Panel for Sustainable Resource Management (Resource Panel) do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). Até ser nomeada Secretária de Estado da Secretaria de Indústria Comércio e Mineração - SEICOM, do Estado do Pará, era a Secretária Adjunta.
FOTOS
Nas Nações Unidas, como membro do International Panel for Sustainable Resource Management (Resource Panel) do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP).
No /senado Federal
Com Sidney Rosa, Helenilson Pontes e Cleide Amorin
Aniversário do Sidney Rosa
Com o Governador Simão Jatene
Reunião nas Nações Unidas
Com Cristovam Buarque, no Senado Federal
Itaituba, Pará
Com o Secretário da SEMA José A. Colares e prefeita de Itaituba
Seminário Internacional - Com Crsitovam Buarque
Com Marina Silva
terça-feira, 11 de março de 2014
domingo, 2 de março de 2014
Desoneração chega a R$ 1 bi
Impostos
Objetivo é atrair ao Pará investimentos privados de até R$ 3 bi em 2014
O Pará deverá abrir mão de R$ 1,13 bilhão em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) neste ano, para tentar atrair cerca de R$ 3 bilhões em investimentos. A expectativa é da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom), que estima o retorno de R$ 3, para cada R$ 1 em incentivo fiscal. Essa política de renúncia fiscal, apontada pela secretaria como agressiva para vencer a guerra fiscal, visa deslanchar a economia do Estado com a atração de um grande volume de indústrias e empresas.
"Todos os Estados brasileiros têm incentivo fiscal. Se o Pará não tivesse incentivo, ninguém viria para cá. Tem que haver esse incentivo, que é previamente avaliado por uma comissão, formada pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) e outros órgãos, com critérios bastante técnicos, para que a gente chegue a conclusão que, apesar da aparente perda de receita, a gente vai ganhar muito lá na frente. Não estamos só falando do retorno financeiro, mas do grande efeito que uma empresa dessa traz, como a geração de empregos, renda, o aumento do poder de compra e, fora isso, a empresa melhora a questão da contratação do fornecedor local, entre outros pontos", explica o titular da Seicom, David Leal.
Segundo dados divulgados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), com base nas Leis de Diretrizes Orçamentárias, 23 das 27 unidades federativas têm política de renúncia fiscal. No total, esses Estados somam R$ 66,1 bilhões em desoneração tributária. O valor da renúncia do ICMS corresponde a 16% da arrecadação do ICMS prevista para 2014, que deve ficar entre R$ 390 bilhões e R$ 400 bilhões. Do montante que não será arrecadado, R$ 15,9 bilhões – 25% do total isentado – seriam repassados aos municípios, que reclamam da perda da receita e cobram uma reforma tributária.
Brasília
THIAGO VILARINS
Da Sucursal
*Colaborou RAFAEL QUERRER
THIAGO VILARINS
Da Sucursal
*Colaborou RAFAEL QUERRER
domingo, 2 de fevereiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Exemplo para o minério paraense
Indonésia proíbe exportação de minerais brutos, mas permite remessas da Freeport
Objetivo é forçar os mineiros a processar os materiais no mercado interno
JACARTA - A Indonésia proibiu exportações de minerais brutos no domingo, mas provavelmente irá permitir que gigantes da mineração Freeport McMoRan Copper and Gold e Newmont Mining Corp continuem a enviar bilhões de dólares de cobre ao exterior. A nação do sudeste asiático é o maior exportador mundial de minério de níquel, estanho refinado e carvão térmico e abriga a quinta maior mina de cobre e a pricipal mina de ouro.
A proibição tem como objetivo impulsionar o retomada de longo prazo da Indonésia a partir de sua riqueza mineral, forçando os mineiros a processar seus minérios no mercado interno. Mas as autoridades temem que um corte de curto prazo na receita estrangeira possa ampliar o déficit em conta corrente, que minou a confiança dos investidores e prejudicou a moeda rúpia.
- A partir de meia-noite de 12 de janeiro de 2014, o minério bruto definitivamente não pode ser exportado - disse o ministro de Minas e Energia, Jero Wacik, a jornalistas logo após uma reunião com o presidente e ministros.
No entanto, em uma de suas maiores decisões de política econômica desde que assumiu o cargo há quase 10 anos, o presidente Susilo Bambang Yudhoyono aprovou um regulamento de última hora que provavelmente vai aliviar o impacto da proibição em grandes mineradoras como Freeport e Newmont.
- Não só Freeport e Newmont, mas temos 66 empresas que disseram que vão construir fundições ... essas (empresas) vão ter a chance de exportar minerais processados - disse Wacik. - O ministério da energia, mais tarde, dará mais detalhes sobre os níveis de concentrado permitidos.
A maioria das empresas que deverá sentir o impacto da proibição são pequenas mineradoras nacionais, que são cerca de centenas, que não podem se dar ao luxo de investir centenas de milhões de dólares necessários para construir uma fundição.
Os embarques de minério totalizaram 10,4 bilhões de dólares em 2012, ou cerca de 5 por cento do total das exportações da Indonésia, de acordo com o Banco Mundial.
A incerteza sobre a proibição forçou o maior produtor de cobre da Indonésia, Freeport, a deter as exportações até que o governo proporcione clareza sobre que minerais podem ser exportados, disse um representante do sindicato à Reuters.
Reuters
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
domingo, 15 de dezembro de 2013
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