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sábado, 28 de junho de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Jornal O Liberal aponta conhecimento como fator fundamental para exploração da biodiversidade
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Serge Letchimy, presidente do Conselho Regional da Martinica, Com Reitor Carlos Maneschy, Gonzalo Enríquez e pesquisadores da Martinica. |
O Liberal.
Presidente do Conselho da Martinica participa de debate na UFPA sobre biodiversidade
Aliar o desenvolvimento econômico à sustentabilidade é um dos maiores desafios contemporâneos, sobretudo dentro da maior floresta tropical do planeta, a Amazônia. A questão é o centro da palestra “Biodiversidade e Desenvolvimento”, ministrada por Serge Letchimy, presidente do Conselho Regional da Martinica, nesta quinta-feira, 17, no auditório da Universitec, a partir das 9h30.O encontro, promovido pela Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio da Agência de Inovação Tecnológica (Universitec), traz, ainda, a participação dos pesquisadores Emmanuel Nossin, farmacêutico e etnofarmacólogo, e Philippe Joseph, professor de Botânica, Ecologia e Biogeografia na Universidade das Antilhas e Guiana.
O encontro integra a agenda de Letchimy, no Pará, onde estará em visita entre os dias 15 e 18 de abril, a fim de formalizar um desejo comum de fortalecer as relações existentes com o Estado. Letchimy estará em Belém para assinar uma convenção de cooperação descentralizada entre o Pará e a Região da Martinica.
A cooperação entre as regiões tem um caráter múltiplo e abarca setores como o desenvolvimento de energias renováveis, biodiversidade e nutrição animal; a transferência de tecnologia no campo da agroindústria e pecuária; a busca de sinergia em produtos farmacêuticos e na área da farmacopeia e o setor do turismo e da cultura.
Com a UFPA, um dos interesses é estabelecer intercâmbio de conhecimento e parceria científica por meio do PARM - Polo Agroalimentar Regional da Martinica. Trata-se de um polo deexpertise que desenvolve, há 10 anos, atividades de pesquisa, orientação e assessoria junto aos setores e às empresas da área agroalimentar. O PARM é o parceiro do desenvolvimento e da inovação dessa área na Martinica, beneficiado pelo apoio da Autoridade Regional em termos de financiamento e de orientação na estratégia de implantação das suas atividades na Martinica.
Interesses comuns - Referência no desenvolvimento de tecnologia e conhecimento na área de biodiversidade na Amazônia, a Universitec tem interesses em comum com a Martinica, sobretudo no que diz respeito ao desenvolvimento de tecnologias capazes de agregar valor a matérias-primas da floresta e estimular o desenvolvimento econômico sustentável. “Essa parceria é fundamental porque integra interesses comuns. São dois focos primordiais: o uso da biodiversidade em programas que agreguem valor a produtos oriundos do patrimônio genético da Amazônia, tornando-os competitivos para o mercado nacional e estrangeiro. Em segundo lugar, trata-se de uma parceira importante em atividades conjuntas na área do desenvolvimento científico, tão fundamental quanto a própria inovação tecnológica”, analisa o diretor da Universitec, Gonzalo Enriquez.
Ao final do encontro, o presidente da Martinica e os pesquisadores expuseram o interesse de retomar um projeto de rede junto a estudiosos e empresários do Pará. "O interesse é mútuo. Em breve, enviaremos uma comitiva de pesquisadores da UFPA que, por meio da Universitec, irão realizar uma visita a universidades da Martinica, para que essa proximidade entre as regiões se efetive", anunciou o reitor da UFPA, Carlos Maneschy.
Texto: Gil Sóter - Assessoria de Comunicação da Universitec
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Serge Letchimy, presidente do Conselho Regional da Martinica e Gonzalo ENRÍQUEZ Diretor da UNIVERSITEC. |
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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
"Boom" mineral". Mais uma ilusão...
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Para cada um dos 230 mil empregos diretos previstos haverá 12 indiretos
EVANDRO FLEXA JR.
Da Redação
Nos próximos seis anos, o Pará deve se tornar a maior província mineral brasileira e uma das maiores do mundo. Os investimentos previstos para os projetos minerais em território paraense, até 2018, baterão a casa dos US$ 41,3 bilhões. Pelo menos 13 grandes projetos já começaram a sair do papel no Estado, sendo que, ao alcançar a fase de exploração, devem gerar aproximadamente 230 mil empregos diretos. Este número é 53% maior do que o total de vagas hoje ocupadas pela mão de obra do setor, que não passa de 150 mil oportunidades de trabalho. E para cada emprego direto, pelo menos mais doze indiretos são criados, estes nas áreas de comércio e serviços, atendendo a crescente demanda gerada no entorno destes grandes projetos minerais. Segundo apontam especialistas, a mineração vai permanecer sustentando a economia paraense, no mínimo, pelos próximos 60 anos. A preocupação, entretanto, é com o depois que a fonte secar.
De acordo com o geólogo paraense Alberto Rogério Benedito da Silva, autor do livro "A Indústria Mineral no Pará", quando se pensa em projeto de mineração a primeira coisa a ser idealizada é como ficará o local da exploração após a mina fechar. "O minério é uma obra da natureza. Cabe ao geólogo e à empresa mineradora chegar até ele. Porém, o projeto é de responsabilidade de um conjunto de entes, que jamais pode esquecer-se de garantir um retorno à sociedade", afirma, enfatizando que esta é a premissa de número 1 das exploradoras. Em sua obra, Rogério mostra como as empresas de mineração se comportaram ante a globalização e suas principais fusões no mercado, investimentos, PIB mineral e carga tributária. Segundo ele, no prazo máximo de três anos, a indústria mineral do Pará deve competir igualitariamente com as da Indonésia, da África do Sul, da Austrália, da China e da Índia, países experientes na produção e exploração de minérios.
Entre os principais projetos de exploração mineral no Pará está o S11D, da Vale, no município de Canaã dos Carajás, que deve produzir 90 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. A Vale também vai implantar em Canaã dos Carajás o projeto Níquel Vermelho, com produção de 45 mil toneladas/ano de níquel. Ao todo, o investimento chegará a US$ 14 milhões. A Anglo American vai investir US$ 4,3 milhões em São Félix do Xingu, para produzir 90 mil toneladas de níquel ao ano. Os projetos Cristalino, em Curionópolis; Salobo, em Marabá; 118, em Canaã dos Carajás; e Alemão, em Parauapebas, deverão produzir 550 mil toneladas/ano de cobre. A produção de 50 mil toneladas de cobre ao ano em Tucumã, a partir do projeto da empresa Caraíba, deve investir no município US$ 275 milhões. Já em Juruti deverão ser produzidos de quatro a seis milhões de toneladas de bauxita ao ano, com um investimento de US$ 300 milhões. A produção de ouro também será intensificada no Pará, nos próximos seis anos.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Prato que se come Frio. Destaque do Diário do Pará
Sindicato repudia ameaças sofridas pelo jornalista Lúcio Flavio Pinto
O Sindicato dos Jornalistas do Estado do
Pará (Sinjor-PA) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj)
manifestaram-se publicamente, nesta terça-feira (13), por meio de uma
nota, contra as ameaças sofridas pelo jornalista Lúcio Flávio Pinto,
editor do Jornal Pessoal. No último sábado, ele relata ter sido ameaçado
pelo empresário Rodrigo Chaves, em um restaurante.
Chaves é dono da
Progec, empresa que forneceu notas fiscais frias para os irmãos Ronaldo e
Romulo Maiorana Júnior, proprietários do grupo de comunicação O
Liberal, em um esquema de desvio de recursos públicos da
Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), que virou
objeto de uma ação judicial.
O Sinjor e a Fenaj manifestaram o seu
“veemente repúdio contra as ameaças” sofridas pelo jornalista, “um dos
profissionais mais conceituados de nosso Estado, que prima e honra pelo
exercício da profissão”, declara.
“Não é possível haver condescendência
com a violação de direitos básicos fundamentais, como o da liberdade de
expressão e o direito à vida de qualquer jornalista”, afirma a nota.
Segundo o texto, “assim como não se
pode, de maneira alguma, abrir mão da liberdade de imprensa, um dos
importantes alicerces da democracia, a violência contra os jornalistas
no exercício da profissão é inaceitável”.
O Sinjor-PA e a Fenaj se solidarizam com
Lúcio Flávio Pinto e apelam para que as autoridades “tomem
providências a fim de impedir que as ameaças sofridas sejam
consumadas”. E afirmam ainda que “não medirão esforços para evitar a
violência cometida contra o jornalista”. As entidades também anunciam
que denunciarão o caso ao Ministério Público Federal e Estadual e à
Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Lúcio Flávio Pinto vem publicando reportagens sobre a fraude praticada pelos irmãos Maiorana desde maio de 2002.
(Diário do Pará)
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Pará - A guerra continua entre os coronéis da imprensa paraense
Não existe trégua na guerra suja das famílias Barbalho Maiorana, donas dos jornais "Diário do Pará" e da Rede RBA e do jornal "O Liberal" e das ORM de comunicação. Duas famílias paraenses que, na prática, pouco interesse mostram para o desenvolvimento do Estado.
Não interessa a notícia, seja esta requentada ou não, verdadeira ou não, o que interessa é atingir a honra do inimigo, valendo-se para isso de todos os meios ao alcance.
É um dia sim e outro também, que os paraenses "desfrutam", colhem os frutos, deleitam-se, com o alto nível intelectual dos golpes baixos dos Maioranas e dos Barbalhos.
Nas páginas dedicadas a um conflito de interesses particulares, que na realidade só interessa aos donos dos jornais, grande parte das informações sobre o conflito são notícias plantadas, umas verdadeiras, mas requentadas, outras meias verdades, entretanto, a constante é a falta de conteúdo e o baixíssimo nível.
Quem perde é o próprio Estado do Pará que conta com os piores indicadores de violência, educação e desenvolvimento do Brasil.
Alguém é objeto de chacota nesta palhaçada, eu não quero ser.
Se ainda tem estomago, acompanhe esta porcaria, nos dois jornais:
E
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Jornalismo - Eu posso
O jornalista Lúcio Flávio Pinto foi notificado hoje pelo juiz Antônio Carlos Almeida Campelo, de que não poderá mais dar cobertura a processo a que respondem os irmãos Romulo e Ronaldo Maiorana, no forum de Belém, Pará. Os envolvidos no processo são, respectivamente, presidente executivo e diretor corporativo do jornal O Liberal.O despacho tem data de ontem, 22 de fevereiro, assinado pelo juiz Antônio Carlos Almeida Campelo, titular da 4ª Vara Cível Federal do Pará. Refere-se aos autos do processo 2008.8903-9, no qual os irmãos Romulo Maiorana Júnior e Ronaldo Maiorana, principais executivos do grupo Liberal de comunicação, além de outros dirigentes da corporação, são processados a partir de denúncia feita em 2008 pelo Ministério Público Federal, por crime contra o sistema financeiro nacional, para a obtenção de recursos dos incentivos fiscais da Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia), que somaram 3,3 milhões de reais até 1999.
O despacho
“Tendo em vista a notícia publicada no Jornal Pessoal (Fevereiro de 2011, 1ª Quinzena, pág. 5) e a decisão de fls. 1961 dos autos, na qual decretou o sigilo do procedimento deste feito, oficie-se ao editor do referido jornal com a informação de que o processo corre sob sigilo e qualquer notícia publicada a esse respeito ensejará a prisão em flagrante, responsabilidade criminal por quebra de sigilo de processo e multa que estipulo, desde já, em R$ 200.000,00. O ofício deve ser entregue em mãos com cópia deste despacho.
Intimem-se. Vista ao MPF”.
No mesmo dia o Diretor de Secretaria da 4ª Vara, Gilson Pereira Costa, encaminhou o ofício, recebido hoje, 23, pelo jornalista Lúcio Flávio Pinto, que deu ciência sobre a determinação perante o oficial de justiça.
O jornalista acatou a decisão do magistrado, mas dela pretende recorrer em defesa do direito (que a liberdade de imprensa lhe confere) de continuar a prestar informações sobre tema de relevante interesse público, como é o caso em questão.
Segundo explica Lúcio Flávio, "trata-se de denúncia feita pelo fiscal da lei, que é o MPDF, de fraude e malversação de recursos oriundos de renúncia fiscal da União Federal em proveito de projetos econômicos aprovados pela Sudam". Acrescenta o jornalista: "Ressalte-se que a liberdade de informação possui tutela constitucional e os julgados dos tribunais superiores têm se orientado no sentido de que o sigilo não se aplica quando incide sobre questão de alto interesse público".
A matéria que gerou a decisão do juiz pode ser encontrada na última edição do Jornal Pessoal, da 1ª quinzena de fevereiro. Está disponível, por enquanto, apenas ne edição impressa. Depois será disponibilizada no site Jornal Pessoal, que Lúcio mantém na internet. O título da matéria é: "Ronaldo confessa. 'Rominho' viaja."
Do Blog do
http://blogmanueldutra.blogspot.com/
Contatos com o editor do Jornal Pessoal:
lfpjoruol.com.br / jornal@amazon.com.br
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