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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Quando China espirra....


PIB da China avança 8,1% ao ano no 1º trimestre, abaixo da expectativa

Por Dow Jones Newswires
 
PEQUIM - O Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu ao ritmo anualizado de 8,1% no primeiro trimestre de 2012, o que significou o menor ritmo de expansão desde o primeiro trimestre de 2009.
O ritmo de expansão do PIB desacelerou no primeiro trimestre do ano em relação ao quarto trimestre de 2011, quando estava em 8,9% ao ano.


O resultado do primeiro trimestre também ficou abaixo da mediana (8,3%) das estimativas de 15 economistas ouvidos pela agência Dow Jones.

Em relação ao quarto trimestre, houve um avanço de 1,8% no período de janeiro a março, abaixo também da expansão de 2% registrada na comparação entre os últimos três meses de 2011 e o trimestre imediatamente anterior, de acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira pelo (clique ao lado e veja mais informações)  Escritório Nacional de Estatísticas da China.

Economistas ouvidos pela Dow Jones previram que haveria uma desaceleração do ritmo de crescimento chinês, em meio ao enfraquecimento da demanda mundial  e ao desaquecimento do mercado imobiliário local, o que deve resultar em um aprofundamento de medidas de estímulo econômico.

O escritório de estatísticas chinês (clique ao lado e veja mais informações)  comentou o dado, argumentando que, em meio a pressões inflacionárias, o PIB do país ficou em um patamar razoável.

(Dow Jones Newswires)

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Refugiados que fogem dos rigores do comunismo cubano, conhecem as bênçãos do capitalismo, por dentro.

Ex-prisioneiros políticos refugiados na Espanha protestam trás ficar sem ajuda do Estado Espanhol.

Assim durmiram os refugiados cubanos que tem acampado frente as Relações Exteriores/SANTI BURGOS

O capitalismo por dentro. Aí tem que trabalhar.

Um grupo de 22 cubanos, entre ex-prisioneiros políticos e familiares, acampou ante a sede do Ministério de Assuntos Exteriores e Cooperação para intentar forçar una solução a penosa situação econômica. Entre 2010 y 2011, Espanha e a Havana firmaram um acordo que permitiu liberar e trasladar a Espanha a 115 ex-prisioneiros políticos e 650 familiares. 
Passou-se um ano da sua chegada ao país e os exilados têm ido perdendo as ajudas do Governo. Agora estão ficando sem recursos, já que a imensa maioria não ha encontrado empregos estáveis.
 

A maior floresta preservada do Planeta


Onde está localizada? 



No Estado do Amazonas 


quarta-feira, 11 de abril de 2012

Sangue no olho

Convocação de Ideli mostra descontentamento, diz ex-ministro da Pesca

BRASÍLIA - Ex-ministro da Pesca, o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), disse nesta quarta-feira que a convocação da ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, pela Câmara é uma demonstração de “descontentamento” de “alguns setores da base aliada” com o governo.

Sucessor de Ideli no Ministério da Pesca, Luiz Sérgio comparou a convocação da ministra à de Miriam Belchior (Planejamento), aprovada em março pela Comissão de Trabalho. Não é, segundo ele, um “caso com essa ou aquela ministra”, mas uma “expressão de descontentamento”. “O importante é saber diagnosticar onde ele está”, declarou, em referência ao descontentamento.

Nesta manhã, a Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara aprovou a convocação da ministra em razão da suposta vinculação entre a compra de 28 lanchas de uma empresa que doou R$ 150 mil à campanha de Ideli ao governo de Santa Catarina em 2010. A convocação foi aprovada por oito votos a sete. Deputados de PMDB, PP e PR deram votos pela convocação. Ainda não há data para o depoimento.

O contrato de aquisição das lanchas, alega a ministra, foi fechado antes de ela virar ministra da Pesca. Mas se transformou em alvo de suspeita porque a Intech Boating, empresa que venceu a licitação para fornecer as embarcações, fez a doação ao diretório do PT-SC, fonte de 80% da campanha de Ideli ao governo do Estado. Além disso, o Tribunal de Contas da União (TCU) detectou diversas irregularidades na operação.

Ministro entre junho de 2011 e fevereiro de 2012, Luiz Sergio avalia que a compra das 28 lanchas “foi mal feita”,  mas a ministra Ideli não teria “nenhuma relação” com o caso. A operação de compra, criticada pelo TCU, ocorreu na gestão do então ministro Altemir Gregolin (PT-SC).

(Yvna Sousa / Valor)

domingo, 8 de abril de 2012

A pergunta que não quer calar. Por que a NATURA não instalou seu Centro Pesquisa no Pará?

Natura inaugura Centro de Conhecimento em Manaus

Empresa anuncia abertura de um Centro de Conhecimento, que concederá bolsas para pesquisadores interessados em descobrir insumos provenientes da floresta

O pará tem a maior universidade da Amazônia, a maioria dos pesquisadores da Amazônia estão no Pará, a UFPA conta com recursos para a implantação e ampliação de laboratórios para contribuir com as pesquisas.

Mas o que aconteceu?. 

Pesquisas em laboratório, que já acontecem na sede em São Paulo, também serão feitas aqui em Manaus, por meio de parcerias (Divulgação)

A empresa Natura confirmou para o próximo mês de julho a inauguração em Manaus de um centro de investimento, tecnologia e inovação científica. O Centro de Conhecimento, como foi batizado, atuará como agência de fomento, concedendo bolsas para pesquisadores que queiram desenvolver estudos sobre insumos derivados de produtos amazônicos. Os resultados das pesquisas serão aplicados à cadeia produtiva da empresa.

Com a iniciativa, a Natura quer aumentar de 10% para 30% o seu consumo de insumos produzidos na região e, até 2020, envolver entre 10 mil e 12 mil famílias agroextrativistas na cadeia produtiva. Nos próximos oito anos, a empresa também planeja movimentar recursos de até R$ 1 bilhão. Esta movimentação envolve a cadeia de fornecimento de matéria-prima, passando por contratação de serviços locais, tecnologia e certificação de ativos. A informação da inauguração do Centro, cuja sede será localizada no bairro Nossa Senhora das Graças (zona Centro-Sul), foi dada pelo diretor de ações de relacionamentos da Natura, Rodolfo Guttila.

Em entrevista exclusiva ao jornal A CRÍTICA, o executivo afirmou que o modelo desenvolvido será o Sistema de Inovação Aberta, no qual o campo de inovação é aberto a parcerias locais. Neste primeiro momento, a Natura pretende recrutar oito pesquisadores locais de instituições com as quais já firmou um Termo de Cooperação: Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Embrapa e Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA). “Vai começar relativamente pequeno, mas (o Centro de Conhecimento) irradiará por toda a região amazônica e outros países. Teremos o espaço físico pronto, com toda a rede interligada. Teremos a sede, mas usaremos as estruturas das universidades e do CBA. Trabalharemos com bolsas e com apoios a projetos”, disse Gutilla. Até 2020, a empresa quer envolver aproximadamente mil pesquisadores em uma rede que se expandirá de Manaus para outros Estados e países. As ações de incentivo à pesquisa e inovação terão foco nos seguintes temas: Cultura e sociedade; Conservação e biodiversidade; Florestas e agricultura; e Design de produtos e processos.

Em busca de inovação
A Natura já investe em inovação e pesquisa, com mais de 300 doutores e pós-doutores nas áreas de farmácia, biologia, botânica, entre outras especializações. Com a abertura do Centro, seu projeto é abrir o campo de inovação em cosméticos e apostar em uma nova linha de produtos, com o objetivo de abreviar os resultados.

Geração de negócios
A abertura do Centro em Manaus faz parte do programa “Amazônia”, lançado em 2011 pela Natura. Segundo informações divulgadas pela empresa, a iniciativa busca criar oportunidades de negócios a partir de ciência, inovação e empreendedorismo, com foco no uso sustentável de produtos e serviços da sociobiodiversidade. Na primeira etapa, de 2011 a 2013, o foco é a expansão no segmento de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, por meio de investimentos em ciência, tecnologia, inovação e estruturação de cadeias produtivas na região amazônica.

Até 2020, o programa movimentará um volume de negócios de aproximadamente R$ 1 bilhão. “O Centro de Conhecimento é fundamental dentro da estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação do programa Amazônia. A partir dele serão coordenadas as redes de pesquisa que fomentaremos na região, em conexão com instituições nacionais e internacionais para tornar a Amazônia um grande polo mundial de tecnologia e negócios sustentáveis em sociobiodiversidade”, afirma Victor Fernandes, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Natura.