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sábado, 27 de outubro de 2012

Unanimidade é difícil, mas existe

  repórter70

􀃔UFPA

Eleições

O fechamento do prazo para inscrição de
candidatos às eleições da UFPA, ontem, às
18 horas, pariu uma surpresa: apenas a
chapa encabeçada pelo atual reitor, Carlos
Maneschy, com atual vice, Horácio
Schneider, está no páreo. Ao que se sabe,
é a primeira vez que isso acontece, desde
que a universidade criou a consulta à comunidade
acadêmica. Maneschy, que está
em Abaetetuba cumprindo agenda oficial,
reagiu com ceticismo à informação. Com a
palavra, a Comissão Eleitoral.

Estado deixa de arrecadar R$ 500 milhões da Vale


TAXA MINERAL

Governo passa a cobrar R$ 2,30 por cada tonelada de minério de ferro

O governo do Pará e a mineradora Vale chegaram a um acordo sobre a taxa mineral. O Estado aceitou que o preço da tonelada do minério de ferro seja reduzido de R$ 6,90 para R$ 2,30, abrindo mão de cerca de 500 milhões por ano. Com a negociação, a arrecadação sobre a produção do minério vai render aos cofres estaduais cerca de R$ 400 milhões anuais.

Uma das vantagens com o acordo, afirma a Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom), é que com esse dinheiro o Estado vai agilizar ações de políticas públicas para o setor mineral. Além disso, neste ano, a Vale vai pagar o retroativo de R$ 484 milhões do que era depositado em juízo de forma direta para os cofres públicos.

O acordo foi firmado no início da semana passada, após meses de negociação entre técnicos do governo e da mineradora. Na quinta-feira da semana passada, 18, o governo editou novo Decreto, o de nº 574, com o rebaixamento do valor da taxa. No dia seguinte, publicou no Diário Oficial do Estado. O Decreto se restringe apenas a codificar o que ficou acertado diante do rebaixamento do valor da Unidade Padrão Fiscal (UPF), de três unidades para uma UPF para cada tonelada de minério extraída do solo paraense, que ficou em R$ 2,30.

Segundo o secretário de Indústria, Comércio e Mineração do Pará, David Leal, as principais razões para o fechamento do acordo se voltam às ações de políticas públicas para o setor mineral no Pará. "Diante da conjuntura internacional, com uma crise forte que tem rebatido no ferro e aço, este com grande estoque no mercado mundial, estima-se que há cerca de 400 milhões de toneladas de aço no mercado e a necessidade do Estado ter pressa em conhecer, fiscalizar, dinamizar e estruturar ações de políticas públicas para a mineração, a saída estratégica, inteligente, possível, diante desses cenários econômicos que preocupam, o melhor seria sentar à mesa e negociar, e foi o que aconteceu", explicou Leal.

O titular da Seicom esclareceu ainda que para a mineração não havia nenhuma taxa estipulada com a finalidade de conhecer, fiscalizar e estruturar o setor por meio de uma secretaria, neste caso a Seicom, portanto, não havia arrecadação estadual com essa rubrica. Se a redução da taxa fosse com três UPFs, em estimativa preliminar para 12 meses, o Estado arrecadaria cerca de R$ 900 milhões, de acordo com as oscilações da importação do ferro. Com o novo Decreto, de rebaixamento negociado para uma UPF, fica em 12 meses, a partir de 2013, em R$ 340 milhões."



Ver a matéria completa no O Liberal Digital.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Se as pesquisas se confirmam....

 

 

Se as pesquisas se confirmam no dia da eleição, Zenaldo seria virtual prefeito de Belém. Uma grande derrota para o PSOL que retornou ao leito materno. 

 

Falou mais forte o amor pelo poder que pelo Belém.  

 Nunca antes na História desta cidade o Governo Federal, em massa tinha participado ativamente em uma campanha para prefeito. Mostrando que só os prefeitos amigos da Presidente Dilma receberão recursos. Rompendo mais uma vez o Pacto Federativo do Brasil. 

Agora o PSOL vira PTSOL. Edmilson de volta a sua origem político. Quem pariu Matheus que o embale.

Mas muito cuidado, eleição só se canta vitória quando se contabiliza o último voto. Antes ninguém pode falar em nome do POVO DE BELÉM. 

Vamos aguardar com calma e com muito respeito, sem arrogância e com muita humildade a voz verdadeira do povo, nas urnas. 

Essa pesquisa é só isso. PESQUISA. Tem outras que podem ir na outra direção. 

PESQUISA DO BILHETIM



Sentou na cadeira


Já fala como prefeito.Que a democracia fale e faça um bom serviço à cidade.


Além do PT, mais sete partidos têm ministérios no governo Dilma. Questionado se convidará outras siglas além das três coligadas e do PMDB, que aderiu no segundo turno, Haddad não respondeu.

Com 15 pontos de frente no Datafolha, ele cometeu ato falho ao falar da divisão de cargos como "prefeito eleito". "Quem vai definir os critérios sou eu. O prefeito eleito é que escolhe sua equipe", disse.

Ele chamou a promessa de José Serra (PSDB) de estender a validade do Bilhete Único de "cópia malfeita" e "remendo" do seu projeto de instituir um bilhete mensal. (BERNARDO MELLO FRANCO)

As pesquisas e a realidade