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sábado, 27 de fevereiro de 2010

Chile - Terremoto, o maior dos últimos 60 anos

As cidades mais afetadas, Concepción e Talcahuano. às 20h00 deste sabado 27 de fevereiro uma nova onda entrou na cidade de Talcahuano e destroi grande parte do centro.

Um verdadeiro maremoto que hoje é conhecido como tsunami nos dias atuais.

Os problemas de comunicação são maiores e crescem já que a telefonia celular não consigue restabelecer as comunicações.

A televisão que funciona é a de Santiago e que conta com reporteiros que apenas pela parte da tarde e noite deste sabado estão chegando a Concepción.

Entre neste endereço para acessar diretamente a televisão por meio de internet.

Aqui

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Política - Pará - Antes de assumir novo Chefe da Casa Civil ameaça em renunciar




Casa Civil abre crise entre PT e Governo do Estado

Pressionada pelo PT, após um dia marcado por mais uma crise interna, com a decisão do novo chefe da Casa Civil, Everaldo Martins (que assumirá o cargo na próxima segunda-feira), de renunciar em protesto contra o esvaziamento da pasta, a governadora Ana Júlia Carepa recuou.


Anunciou que publicará no Diário Oficial de hoje a revogação do decreto publicado ontem tirando da Casa Civil poderes para a contratação de servidores do Grupo de Direção e Assessoramento Superior, os famosos DAS, e também de comissionados que não fazem parte desse grupo.


Em nota distribuída por e-mail, pela Secretaria de Comunicação, às 22h11 de ontem, a governadora explicou que “a decisão foi motivada pelas especulações de que o decreto esvaziava o papel do novo chefe”. Na mesma nota, a governadora anuncia que, após a posse, será criada uma comissão formada por servidores da Secretaria de Governo (Segov) e da Casa Civil para estudar “a melhor forma e o melhor momento de efetivar a mudança administrativa, a fim de reduzir o peso burocrático” da pasta a ser comandada por Martins.


A gota d’água para a mudança de rumo teria sido uma mensagem enviada à tarde, via celular, por Martins para a governadora comunicando que não assumiria o cargo na segunda-feira. Outro ponto de pressão foi a ameaça de que a irmã de Everaldo, a prefeita de Santarém, Maria do Carmo Martins, poderia bater chapa com Ana Júlia na convenção do partido onde serão referendadas as candidaturas às eleições de outubro deste ano.


No decreto que gerou perplexidade em petistas de todas as tendências e patentes, a governadora passava para a Secretaria de Governo - comandada por Edilson Rodrigues - os poderes para nomear e exonerar dentro da administração direta do governo cargos em DAS e também as prerrogativas de assinar exonerações. Fontes consultadas pelo


DIÁRIO explicaram que o decreto seria um golpe de misericórdia na já combalida Casa Civil. Seria a primeira vez na história recente do Estado que os poderes para essas contratações e exonerações ficariam com outra secretaria.


O decreto era o ápice de uma série de mudanças que tiveram início logo após o anúncio de que Cláudio Puty seria substituído por Everaldo Martins na Casa Civil. No dia 3 de fevereiro, Puty assinou portaria transferindo a responsabilidade por “deslocamento de aeronaves” para o secretário particular da governadora, Paulo Cunha. Foi o começo da operação de esvaziamento da pasta que perdeu também a gestão do Programa Pró-Jovem, considerada a principal plataforma de Cláudio Puty em sua campanha rumo à Câmara Federal.


O programa que atende jovens de 18 a 29 anos oferece bolsas de 100 reais, para que eles concluam o ensino fundamental e permite que façam também cursos profissionalizantes. Já atendeu cerca de oito mil pessoas e passará agora a ser gerido pela Secretaria de Desenvolvimento Social, que tem como titular Eutália Barbosa.


AVISO


As bancadas federal e estadual e a direção do PT não foram consultadas sobre a mudança e sequer receberam aviso prévio. Nem mesmo Martins foi comunicado. O deputado federal Paulo Rocha, por exemplo, só ficou sabendo da novidade no final da tarde ao se encontrar com o presidente do PT, João Batista.


Everaldo Martins tomou conhecimento do decreto pela mulher, a secretária de Pesca, Socorro Pena, que havia recebido telefonemas de amigos com a informação. Coube ao secretário de Governo, Edilson Rodrigues, fazer o comunicado oficial ao novo chefe da Casa Civil, o que ocorreu durante um encontro por volta das 14h (o Diário Oficial circula pela manhã). Rodrigues explicou as razões para a troca e afirmou que a conversa tinha sido “bastante cordial”.


Everaldo Martins não falou com a imprensa, mas para amigos disse ter ficado “P” com a decisão e, após analisar o decreto, resolveu renunciar ao cargo, o que foi comunicado na mensagem por celular que levou ao recuo da governadora.


Durante a tarde de ontem, quando o decreto ainda estava em vigor, petistas ouvidos pela reportagem disseram estar “perplexos” e “desconfortáveis” com a decisão de Ana Júlia. No início da noite, o assunto foi tema de uma reunião na sede do PT, no centro de Belém. O encontro reuniu os deputados federais Paulo Rocha, Zé Geraldo e Beto Faro com o presidente do diretório estadual da legenda, João Batista.


Depois de quase uma hora e meia a portas fechadas, nenhum dos deputados aceitou dar entrevistas. A ordem era não potencializar a crise e avaliar nas horas seguintes que medidas poderiam ser tomadas. Batista ainda chegou a afirmar ao DIÁRIO que as questões administrativas da Casa Civil não estavam no rol de preocupações dos petistas e que o importante era “o poder político do novo chefe da Casa Civil”.


Determinação foi considerada desastrosa


Internamente, contudo, parlamentares e lideranças da legenda que não têm cargo eletivo não escondiam o descontentamento e classificaram a decisão de “desastrosa”. “Do que os aliados reclamam?


Não é da falta de confiança? Você acha que essa mudança


vai ajudar a reconstruir isso?”, indagou um parlamentar.


A avaliação dos petistas é de que ao esvaziar a Casa Civil, a governadora sinaliza que Everaldo Martins terá a autonomia reduzida, o que dificultará o trabalho dele junto à base aliada e aos partidos que venham a se juntar ao PT nas eleições deste ano, justamente uma das principais missões dele no governo. “Na prática, significa que o Everaldinho será um articulador enfraquecido. Suas promessas ficarão cercadas de desconfiança e isso é ruim para ele, mas muito pior para o governo”, avaliou outro petista.


Responsável pelas contratações caso o decreto continuasse valendo, o secretário de Governo, Edilson Rodrigues, disse que a mudança foi pedida por ele. “A Secretaria de Governo já acompanha a contratação de temporários e deveria estar com essa função (contratação de DAS) há bastante tempo”, disse explicando que à Casa Civil caberia o acompanhamento da contratação de assessores especiais, atendimento de demandas do Gabinete da governadora e as negociações políticas. Informado que a decisão havia causado perplexidade entre petistas de várias tendências, Rodrigues disse que não estava “buscando desconfortos”. “Estamos corrigindo situações”. O atual titular da Casa Civil, Cláudio Puty, não se manifestou sobre a mudança.


SUBSTITUIÇÃO DE CLÁUDIO PUTY


A substituição de Puty por Martins foi fruto de um acordo feito pela governadora Ana Júlia Carepa com as tendências petistas “Unidade na Luta”, comandada pelo deputado federal Paulo Rocha, “Articulação Socialista”, dos deputados estadual Carlos Bordalo, e federal, Beto Faro; além do “PT pra Valer”, que tem entre as lideranças o secretário de Estado de Transporte, Valdir Ganzer, e a deputada estadual Bernadete ten Caten, atual líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa.


O acordo foi fechado após uma crise que teve o auge durante uma reunião de Puty com prefeitos do Sul do Pará - onde fica a base eleitoral da deputada Bernadete - sem que ela tivesse sido avisada. Para inflamar mais os ânimos, a Democracia Socialista, tendência da governadora Ana Júlia, teria incentivado o superintendente do Incra em Marabá, Raimundo Oliveira, a sair candidato a deputado estadual, dividindo a base de ten Caten. Com Puty na Casa Civil, as outras tendências estavam se sentindo alijadas no apoio do governo aos candidatos petistas à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa, enquanto a DS estaria sendo beneficiada, uma vez que o próprio secretário será candidato.

Diário do Pará

Economia - Os BRIC novos motores do crescimento


Novas locomotivas
Por Roberto Rockmann, para o Valor, do Rio
26/02/2010


Ao assistir à queda das torres gêmeas em 11 de setembro de 2001, o economista-chefe do Goldman Sachs, Jim O"Neill, percebeu que o momento simbolizava o início de uma nova era. Um mês após os atentados, sentou-se à mesa de seu escritório em Londres e redigiu um relatório em que criou o acrônimo BRIC, para Brasil, Rússia, Índia e China, destacando que o grupo de quatro países teria crescente papel na economia mundial nas décadas futuras. Logo depois da divulgação do documento, O"Neill voou para palestrar em um evento no Rio de Janeiro, onde ouviu comentários reticentes sobre o futuro dos BRIC e piadas sobre a inserção do Brasil no grupo. Um colega de mesa sussurrou que o Brasil só estaria presente, porque, sem o país, a sigla perderia a sonoridade.


Nove anos depois, a situação mudou. A crise financeira mundial reforçou a importância dos BRIC, que deverão ampliar sua posição como principal motor da economia global, reduzindo o peso da participação dos EUA, cujos consumidores continuam endividados e com baixo poder de compra. Em paralelo, o cenário da economia brasileira melhorou: o país parece ter ingressado em um ciclo de crescimento econômico, podendo avançar acima de 5% ao ano.

"O mundo está se recuperando da grande crise e essa retomada está sendo liderada pelos BRIC, que são o novo motor econômico neste momento, já que é difícil ver o consumidor americano sendo o grande impulsionador do mundo nos próximos 20 anos. Neste ano, o Brasil poderá crescer 6,4%, e as perspectivas futuras são positivas, com mercado interno crescente e no caso de o próximo governo vir a manter a inflação sob controle", afirma O"Neill.

O economista não é voz isolada. Especialistas reunidos no seminário "Uma Agenda para os BRIC", organizado pela prefeitura do Rio de Janeiro e pela PUC-Rio, no início desta semana, apontaram que Brasil, Rússia, Índia e China devem ampliar seu papel na economia global e manter a trajetória de crescimento mais acelerado. "Vivemos um momento histórico. A tendência é de que as previsões podem se confirmar com esse grupo de quatro países se tornando mais uma importante turbina para o mundo, com diversas oportunidades à vista", afirmou o economista Armínio Fraga, da Gávea Investimentos, ex-presidente do Banco Central (BC) e atual presidente do Conselho de Administração da BMF Bovespa.

Estudo do Goldman Sachs aponta que, em 2050, a economia dos BRIC movimentaria US$ 120 trilhões, três vezes mais que os EUA, segundo colocado no ranking. A China responderia por US$ 70 trilhões e seria a maior locomotiva econômica. A Índia viria em terceiro, as cinco mais ricas nações europeias estariam na quarta posição e, em quinto lugar, estaria o Brasil. "Produtividade e crescimento do mercado interno são pontos chaves desta equação", destacou O"Neill.

A principal força por trás das novas locomotivas são seus mercados internos em ascensão. Se forem somadas as classes médias dos quatro países, se chegará a cerca de 670 milhões de pessoas, o dobro da população americana. "Essas grandes classes médias são um fenômeno importante", analisou o presidente da consultoria Booz & Co, Shumeet Banerji. A taxa de urbanização na Índia e China está abaixo de 35% da população total - calcula-se que mais de 600 milhões de pessoas desses dois países migrem das zonas rurais para as cidades nos próximos 20 anos, adquirindo novos hábitos e gostos e criando demanda de serviços e bens de infraestrutura a produtos de bens de consumo.

A renda dos quatro países ainda é baixa, quando comparada à dos desenvolvidos. Se nos EUA, a renda per capita supera US$ 40 mil, nos BRIC a realidade é bem diferente. A Rússia tem a maior do grupo, com renda per capita de US$ 10 mil, seguida pelo Brasil, com US$ 8 mil, China, com US$ 4 mil e Índia com US$ 1 mil. Não é por outra razão que grandes multinacionais estão de olho nesses países e ajustando sua estratégia para focar seus negócios nessas nações de maior potencial de crescimento. "Os BRIC hoje estão no foco de montadoras e fabricantes de bens de consumo que querem crescer com vigor", afirma O"Neill.

No caso do Brasil, nos últimos quinze anos, a classe média saltou de 35% para 53% da população total. O aumento do salário mínimo, a maior geração de renda e o controle da inflação iniciado em 1994, com o Plano Real, propiciaram melhoria na redistribuição do rendimento. Os juros ainda continuam elevados, mas nunca estiveram tão baixos, historicamente. Isso incentiva o empreendedorismo. "Mas há grandes desafios a ser superados para que isso seja confirmado", analisou Armínio Fraga.

Infraestrutura deficiente, baixa taxa de investimento em relação ao PIB, juros ainda elevados e escassos recursos voltados à educação são os principais obstáculos na agenda brasileira de crescimento, segundo Fraga. "Investimos menos de 20% do PIB nessas últimas décadas. Se crescermos 5% ao ano, teremos de conviver com problemas de infraestrutura, se não houver pesados investimentos", comentou. No médio e longo prazos, as falhas no sistema de educação são o principal calcanhar de Aquiles do Brasil. Fraga aponta que, com a retomada da economia, já se nota a falta de profissionais qualificados em algumas áreas.

Veja a matéria completa no Site da SAE Aqui

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Política - Agora estão, outra vez, mais próximos


Avançam as alianças em torno do nome para a disputa ao governo de São Paulo. O deputado Ciro Gomes (PSB-CE), embora considere "remota" a possibilidade de disputar o Palácio dos Bandeirantes, sinalizou que dentro de um projeto nacional não descarta o desafio. A declaração foi feita durante reunião do deputado com representantes de nove partidos - PSB, PT, PDT, PC do B, PTC, PRB, PSC, PTN e PT do B - que se dispõem a apoiar sua eventual candidatura no Estado.

Ciro assegurou aos participantes do encontro que não titubearia "caso o projeto nacional que o presidente Lula representa precisasse, mesmo como uma engrenagem modesta, em aceitar esse desafio". Após a reunião, o presidente regional do PT-SP, Edinho Silva, reiterou o apoio dos noves partidos à candidatura Ciro no Estado, ressaltando que o deputado é a liderança que mais unifica as legendas hoje para a disputa do governo paulista.

Caso Ciro não seja candidato a governador, o PT dispõe de uma chapa forte para a disputa no 1º e 2º turnos encabeçada pelo nome do senador Aloizio Mercadante e reforçada, também, pela ex-prefeita paulistana Marta Suplicy - além do potencial da legenda e de suas bancadas no Estado.

Como bem disse o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra em entrevista aqui neste blog, os paulistas estão cansados dos governos tucanos e por isso a disputa em São Paulo não é favas contadas. Estamos no páreo, porque temos nada menos que 1/3 dos votos no Estado para postos majoritários, percentual já atingido por nomes como o do deputado José Genoíno em 2002 e do próprio Mercadante em 2006.

Crescimento - desenvolvimento - Para crescer, Brasil precisa de ''mais Embraers'' - não só isso precissa mais ITA´S




Estudo mostra que emergentes têm de priorizar alta tecnologia


(comentário do Blog).

Alguns equívocos do texto. Seria necessário conhecer a publicação para falar com maior propriedade. O problema não é expportar recursos naturais, que hoje estão em uma fase de grande demanda no mercado internacional e gerão uma serie de efeitos positivos para as cadeias produtivas (para frente e para trás). O que não deve perder-se de foco é agregar valor aos produtos naturais e a biodiversidade. O Brasil erra quando investe tecnologia e conhecimento científico para produzir commodities. Veja o perverso caso da soja, onde exportamos apenas commodities entretanto, investimos muito em C&T.


Se pensamos em alta tecnologia, ela pode ser perfeitamente focada na biodiversidade e recursos naturais com valor agregado. Mais do que embraer´s (que também o Brasil precisa) o País deve aprofundar a criação dos institutos tecnológicos. Não existe só uma alternativa tecnológica para crescer, são varias as plataformas que um país requer para alcançar seu desenvolvimento tecnológico.

A figura mostra (clique e veja a figura ampliada) como é fraca a presença da ciência brasileira na produção de um embraer. Ele é formado por infinidade de "partes" ou "compostos" de tecnologia provinda de fora, onde a transferência é escassa ou não existe.


Essa é a situação que deve mudar. O País deve criar condições de produzir suas próprias aeronaves e desenvolver tecnologia própria. Mas, para que isso aconteça se requer investimento em P&D, que até hoje não alcança a superar o 1% do PIB. Nos últimos anos tem aumentado, sim, só que ainda é pouquíssimo. Não cabe dúvida que a base de esse progresso tecnológico se encontra na ampliação dos investimentos em C&T&I.

Veja a matéria do Estadão aqui.

Alta tecnologia, e não agricultura ou recursos naturais. Essa é a sugestão para o desenvolvimento econômico no Brasil apresentada em uma nova iniciativa do prêmio Nobel de Economia Joseph Stiglitz e alguns dos maiores economistas do mundo. O alerta é claro: o Brasil e outros países emergentes não podem basear seu desenvolvimento e estratégias de redução da pobreza no setor agrícola, em recursos naturais ou no comércio de commodities.

O estudo, elaborado em conjunto com diversas universidades e transformado em livro - que será lançado segunda-feira -, indica que o desenvolvimento industrial de economias como a do Brasil precisará contar com uma estratégia de Estado nos próximos anos para permitir que setores possam ganhar competitividade internacional.

"O setor agrícola tem claros limites e nossa recomendação é para que nenhum país emergente dependa do setor para sair da condição de subdesenvolvimento", afirmou Giovanni Dosi, professor de economia da Escola de Estudos Avançados de Pisa e um dos principais autores do levantamento.

A recomendação para o Brasil é de que o País simplesmente não pode tentar competir contra os bens produzidos na China, pelo menos não aqueles de valor agregado médio ou baixo. "O Brasil precisa procurar seu espaço, que não é o mesmo da China", defendeu Dosi, hoje considerado um dos principais especialistas em políticas industriais na Europa.

Segundo o estudo, o que o Brasil precisa é de "mais Embraers". Para Dosi, a dificuldade que o Brasil tem hoje para acompanhar o crescimento da China e Índia seria compensada com uma política destinada a promover setores de alta tecnologia.

A iniciativa de Stiglitz também aponta que as bases do Consenso de Washington - liberalismo e privatização - devem ser substituídos por estratégias mais abrangentes de industrialização. "Os países que embarcaram no Consenso hoje têm suas indústrias destruídas, como é o caso da Argentina", alertou Dosi. "O que queremos mostrar é que o Consenso de Washington é um cavalo morto, mesmo que alguns governos ainda insistam em querer montá-lo."

Estadão

Pará - Belém - CPI da Pedofilia chega ao fim, parabens para o Deputado Jordy


Em breve, ainda hoje o Deputado Jordy colocará no seu site o relatório da CPI


CPI COLHEU 25 MIL DENÚNCIAS DE ABUSO CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia da Assembleia Legislativa do Pará chega à reta final com 25 mil denúncias de abuso contra crianças e adolescentes no Pará catalogadas entre 2005 e 2009.

ACESSE O SITE DO DEPUTADO JORDY Aqui

Belém, Pará - Novo Blog na Praça - Helder Barbalho, jovem e grande liderança

1º post

Olá, internautas! A partir de hoje teremos mais este canal de diálogo, um espaço para troca de ideias, experiências, para o debate saudável e democrático que, no meu entendimento, deve sempre pontuar as relações da cidadã e do cidadão moderno. Neste blog pretendo falar de política numa acepção mais ampla da palavra mas, como não poderia deixar de ser, de política partidária também. Mas não só isso. Questões atuais que permeiam nosso cotidiano, nas mais diversas áreas, temas interessantes, que possam interessar e instigar às pessoas e contribuam para o progresso de todos e de cada um de nós. A crítica construtiva em alto nível será bem-vinda e é sempre necessária. Por ser um homem que ora ocupa um cargo público e de muita responsabilidade, peço a compreensão de vocês porque nem sempre terei tempo de responder com a instantaneidade que este meio exige. Na medida do possível, espero atender a tod@s. Este é o primeiro post de muitos que virão. Agradeço antecipadamente aos que passarem por aqui para deixar seus comentários, análises, críticas e sugestões. Um grande abraço!

Acesse o Blog do Helder Aqui

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Aqui em Brasília - Governador do DF em exercício, Paulo Octávio se desfilia do DEM...e renuncia ao Governo do DF

Após se desfiliar do DEM, o governador interino do Distrito Federal, Paulo Octávio (sem partido), decidiu nesta terça-feira renunciar ao cargo. Segundo a assessoria do governador interino, ele vai entregar a carta de renúncia às 17h na Câmara Legislativa do DF.

Interlocutores do governador interino, afirmam que sua decisão é consequência da falta de apoio de partido aliados para permanecer no comando do DF.

Com a renúncia de Paulo Octávio, o presidente da Câmara Legislativa, Wilson Lima (PR), deve assumir interinamente o governo do DF.

Leia a matéria completa no UOL Aqui

Também renunciou ao DEM.

O governador em exercício do Distrito Federal, Paulo Octávio, entregou na tarde desta terça-feira (23) seu pedido de desfiliação do DEM. A informação foi confirmada pela assessoria do governador. O comunicado tem apenas uma frase: “Venho por meio desta comunicar a minha desfiliação do partido.” A carta foi entregue ao presidente do partido, deputado federal Rodrigo Maia (RJ). Octávio assumiu o governo desde a prisão do governador José Roberto Arruda (sem partido), decretada no último dia 11, que também se desfilou do DEM antes de ser expulso da legenda.

A Executiva Nacional do DEM havia imposto prazo até esta quarta-feira (24), quando os líderes da legenda se reúnem, para que Octávio deixar o partido ou renunciar ao governo do DF. Hoje mesmo, o deputado federal Ronaldo Caiado (GO) e o senador Demóstenes Torres (GO) - ambos do DEM -, afirmaram que apresentariam o pedido de expulsão de Paulo Octávio, por causa das denúncias que supostamente envolvem a cúpula do governo do DF, deputados distritais e empresários em um esquema de corrupção e pagamento de propina a políticos por empresas de informática que tinham contratos no governo.

Leia a matéria completa no UOL Aqui

Aqui em Brasília - DEM





D. E. M. (DEU - EM - M........)

Mineração - Novo marco regulatório

Secretaria de Assuntos Estratégicos defende novo marco regulatório da mineração

Agência Brasil
Publicação: 22/02/2010

Rio de Janeiro - O secretário de Assuntos Estratégicos, ministro Samuel Pinheiro Guimarães, defendeu nesta segunda-feira (22/2) o novo marco regulatório da mineração, que está em discussão no governo e deverá incentivar a exploração de minas no país, em determinado período após a concessão.

"Estuda-se um novo código, novas normas, para que efetivamente sejam explorados os recursos e não fiquem ali como uma reserva de valor", afirmou Guimarães, após participar, no Rio, de seminário sobre o Bric (grupo de países formado pelo Brasil e pela Rússia, Índia e China.

Há cerca de 15 dias, o ministro de Minas Energia, Edison Lobão, disse à imprensa que o governo busca uma formar de retomar as minas que não forem exploradas em curto espaço de tempo, mas "sem rasgar contratos".

De acordo com Lobão, o marco da mineração, elaborado por seu ministério, deve seguir o modelo adotado para o petróleo, no qual constam prazos para o início da exploração e da produção.

O ministro de Assuntos Estratégicos também lembrou que o novo código para o setor de mineração pode causar disputas por royalties (compensações financeiras paga pelas empresas produtoras), assim como ocorre para o petróleo.

"Os estados alegam que há municípios no Brasil que recebem royalties do petróleo sem que tenha ocorrido impacto sequer ambiental", destacou Guimarães.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Tecnologia - Mozilla Firefox Ferramenta para acesso à Net

Tem mais uma alternativa à internet explorer para acessar a NET. O Mozilla Firefox. É rápida, simples e permite baixar arquivos com menos dificuldade.

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Mozilla Firefox

Política - Em Belém Bate Papo de Professora Edilza Fontes (UFPA) com Ex-Prefeito Edimilson Rodrigues

Interessante, embora insuficiente, o Bate Papo que manteve a Professora Edilza Fontes com o Ex-Prefeito Edimilson Rodrigues, ex-militante do PT, hoje perdido no PSOL, partido que saiu do PT, e que ainda não encontra seu verdadeiro rumo, sem foco na política brasileira e ocupando apenas um reduzido espaço político já superado pela realidade do Brasil contemporâneo.

Entretanto, não deve ser esquecido que foi um dos fundadores do PT e trouxe enormes contribuições à luta social realizada por esse partido no Pará e no Brasil.

A professora Edilza compreendeu que não é para colocar ao Edimilson no mesmo lugar que os neoliberais de hoje. Não devemos esquecer que as diferenças atuais do PT com o PSDB, sendo rigorosos, não são maiores que as diferenças do PT com o PMDB, partido da base aliada do Governo Federal e por quem o PT chora para ter como aliado no Pará.

Ou o PT se deslocou um pouco para a direita (conceito a discutir) ou o PMDB se deslocou para a esquerda. Não tem essa postura de “Classe” da qual falam alguns dirigentes do PT. Se for de classe, ou é proletária ou é burguesa ou suas camadas intermediárias. O PT vai à luta aglutinando a todas. Aos mais pobres e aos banqueiros. Todos deverão sentir-se integrados no programa do governo, o PMDB será o garante disso.

Na realidade é só um arranjo eleitoral, até agora não existe um programa de governo consolidado que defina o rumo de um próximo ciclo do desenvolvimento brasileiro. Fala-se de um pouco mais de Estado, um pouco mais à esquerda.

A Profª Edilza a quem não conheço pessoalmente, apenas pelo seu BLOG, é correta na sua análise da conversa com Edimilson, se não concorda com ele, não precisa ressaltar apenas as contradições, até porque para o PT os verdadeiros adversários estão no outro lado, aí é que a onça vai beber água e o fogo do debate deve se concentrar nessa direção.

Não esquecer também que se o Edimilson for candidato ao Governo do Estado, no primeiro turno, tirará da Governadora uma parcela importante de votos, podendo forçar um segundo turno não muito bom para a Governadora.

Parabéns para a Professora Edilza Fontes.


Leia o relato do Bate papo da Professora Edilza com o Ex Prefeito Edimilson aqui Blog da Professora Edilza Fontes.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Biodiversidade - Tratado da ONU é chave para preservar espécies

Por Haider Rizvi, da IPS


Nova York, 17/2/2010 – A Organização das Nações Unidas iniciou uma campanha global em favor da biodiversidade, a fim de pressionar os governos para que cumpram o Convênio sobre a Diversidade Biológica. “A biodiversidade é nossa vida”, disse Veerle Vandeweerd, diretora de Meio Ambiente e Energia do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em uma conferência para promover 2010 como Ano Internacional da Biodiversidade.

As medidas para reduzir a pobreza e lutar contra a mudança climática não darão resultados se houver demora na implementação do Convênio sobre a Diversidade Biológica, disse Vandeweerd, coincidindo com vários especialistas em desenvolvimento. Em muitas partes do mundo, as comunidades rurais “sofrem por causa da perda de biodiversidade”, acrescentou. Os serviços ecológicos e a diversidade biológica são vitais para a sobrevivência dos camponeses pobres e das populações indígenas, disse.

A literatura científica diz que quase 60% dos serviços ecológicos que sustentam a vida na Terra, como a água potável, a polinização, a regulação das pragas, e o clima regional, são dizimados pela atividade humana. O tratado sobre biodiversidade promove medidas substanciais para 2010, que revertam a perda de espécies vegetais e animais. Também tem o objetivo de fazer um uso sustentável da natureza e a distribuição dos benefícios que o uso de recursos genéticos trouxer.

Nos últimos 50 anos, as espécies desapareceram mil vezes mais rápido do que o ritmo natural desse processo, segundo inúmeros cientistas, devido ao aumento da demanda por recursos. Mas, ao contrário da mudança climática, este assunto não tem a atenção devida. Houve alguns avanços, dizem muitos funcionários da ONU, mas os políticos quase não dão atenção à preservação da biodiversidade, nem compreendem todo seu significado.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, considerou a falta de proteção da biodiversidade como “um chamado de alerta”, em uma reunião, na semana passada, no Museu de História Natural de Nova York. “Continuar fazendo o mesmo não é uma opção”, insistiu. “Precisamos de uma nova perspectiva sobre a biodiversidade”, disse Ban no encontro onde havia numerosos cientistas e especialistas da ONU. “Devemos garantir a viabilidade no longo prazo de nossos mares e oceanos”, acrescentou.

A declaração de Ban indica que os especialistas em desenvolvimento da ONU estão cada vez mais convencidos de que não será possível alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) se não for dirigido o mesmo interesse para conter a mudança climática e para preservar a biodiversidade. Os oito ODM foram acordados na Cúpula do Milênio, da Assembleia Geral da ONU de 2000, da qual participaram 189 chefes de Estado e de governo.

Entre as metas, está a de reduzir pela metade a proporção de pessoas que vivem na indigência e passam fome, e a de reduzir a mortalidade infantil em dois terços e a materna em três quartos, entre 1990 e 2015. Também consta lutar contra a expansão do vírus HIV, causador da aids, contra a malária e outras doenças, garantir a sustentabilidade ambiental e gerar uma sociedade global para o desenvolvimento entre Norte e Sul.

A efetiva implementação do Convênio sobre a Diversidade Biológica pode dar resultados significativos em matéria de desenvolvimento sustentável, segundo numerosos especialistas. Essa visão do assunto parece bastante óbvia, a julgar pelo enfoque apresentado pelo secretário-geral da ONU. “Temos de gerir a sustentabilidade de nossas florestas”, afirmou, ao explicar a necessidade de “uma nova perspectiva sobre a preservação da biodiversidade”. “Devemos proteger os arrecifes de coral para que possam continuar protegendo nossas costas das tempestades e permitir a sobrevivência” das pessoas, ressaltou.

Preservar a diversidade biológica não é apenas proteger as outras espécies, explicou Vandeweerd, mas permitir a prosperidade de centenas de milhões de pessoas que mantêm um vínculo estreito com animais e plantas. “A biodiversidade tem a ver com a economia. Cerca de três quartos da população mundial depende dela”, disse, acrescentando que tomar medidas significativas para proteger a diversidade biológica em terra firme e nos oceanos pode ajudar milhões de pessoas a sobreviverem sem medo de passar fome nem de ter doenças. Mas, para muitos governos, é uma árdua tarefa porque os interesses privados que tentam se apropriar das terras dos indígenas, e de outras não exploradas, são muito fortes.

O tratado da ONU pede que as empresas compartilhem de forma “justa” e “equitativa” os benefícios dos recursos indígenas. Os signatários do tratado ainda devem resolver muitos assuntos a respeito. Por seu lado, a Assembleia Geral prevê a organização, este ano, de uma “reunião especial de alto nível” sobre biodiversidade. “Será uma oportunidade para que a comunidade internacional demonstre os necessários avanços antes da Convenção sobre a Diversidade Biológica de Nagoya”, afirmou Ban, referindo-se à conferência que acontecerá nessa cidade japonesa em outubro. IPS/Envolverde

Mudança Climática: Falhas de medição invalidam tese do aquecimento global, diz cientista

Um cientista entre os chamados "céticos do aquecimento global" defende que boa parte dos dados que apontam o aumento da temperatura do planeta devem ser ignorados porque milhares de estações de medição espalhadas pelo mundo estão sendo afetadas por condições que distorcem os seus resultados.

O meteorologista Anthony Watts afirma em um novo relatório que "os dados sobre a temperatura global estão seriamente comprometidos porque mais de três quartos das 6 mil estações de medição que existiam no passado não estão mais em funcionamento".

Watts acrescenta que existe uma "grave propensão a remover estações rurais e de altitudes e latitudes mais altas (que tendem a ser mais frias), levando a um exagero ainda maior e mais sério do aquecimento".

O relatório intitulado Surface Temperature Records: Policy Driven Deception? (algo como "Os Registros das Temperaturas da Superfície: Mentira com Motivação Política?", em tradução livre) foi publicado de forma independente, e não em revistas científicas - nas quais os artigos de um autor passam pelo crivo da análise de colegas.

Mas outros pesquisadores apoiam a análise de Watts, incluindo o professor de ciências atmosféricas John Christy, da Universidade do Alabama, que já esteve entre os principais autores do IPCC - o painel da ONU sobre mudanças climáticas.

Evidências

Entre as evidências citadas por Watts para defender sua tese está uma foto que mostra como a estação de medição no aeroporto de Fiumicino, em Roma, está posicionada atrás da pista de decolagem, recebendo os gases aquecidos emitidos pelas aeronaves.

Outra estação de medição está instalada dentro de um estacionamento de concreto na cidade de Tucson, no Arizona.

Essas são situações que, segundo o cientista, afetam o uso dos solos e a paisagem urbana ao redor da estação, refletindo muito mais as mudanças nas condições locais do que na tendência global da Terra.

Na América do Sul, o pesquisador afirma que as estações que medem a temperatura nas altas altitudes deixaram de ser consideradas, levando os cientistas a avaliar a mudança climática nos Andes por meio de uma leitura dos dados na costa do Peru e do Chile e da selva amazônica.

Para o pesquisador, estas falhas tornam "inútil" a leitura dessas medições colhidas em solo. Watts sustenta que o monitoramento via satélite é mais exato e deveria ser o único adotado.

Homem e meio ambiente

O debate provocado pelo professor é lenha no fogo da discussão que opõe cientistas para quem o aquecimento global, se existe, é um fenômeno natural - e tem precedentes na história da humanidade - e cientistas para quem o efeito é causado pelo homem e acentuado pelas emissões de gases que causam o efeito estufa.

Nos últimos anos, os cientistas que alertam para as causas humanas por trás do aquecimento conseguiram fazer prevalecer sua visão, sobretudo no Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês) da ONU, que recebeu inclusive um prêmio Nobel da Paz.

Em uma espécie de "contra-ataque dos céticos do aquecimento", o órgão da ONU foi obrigado no início deste ano a admitir que se equivocou em um dado que apontaria para a possibilidade de as geleiras do Himalaia derreterem até 2035.

No fim de semana, o cientista por trás deste equívoco, Phil Jones, disse à BBC que seus dados estavam mal organizados, mas que nunca teve intenção de induzir ninguém ao erro.

Jones, que é diretor da Unidade de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia, disse estar "100% confiante" de que o planeta está se aquecendo e de que este fenômeno é causado pelo homem.

O cientista afirmou ainda que as disputas entre os pesquisadores - a "mentalidade de trincheiras", como ele se referiu - só prejudicam a discussão objetiva da questão.
(Fonte: BBC / G1)

Eleições - PT já tem candidata a Presidente, só falta definir seu vice. Você gostaria desse aí?


PT rejeita menção ao PMDB em texto sobre campanha de Dilma
Último Segundo

Já começou mal esse processo de escolha do candidato a vice na Chapa da Dilma.

Os 1.300 delegados do 4º Congresso Nacional do PT rejeitaram em peso uma menção explícita ao PMDB na resolução sobre estratégia eleitoral e política de alianças para a campanha de Dilma Rousseff.

A proposta, que partiu de parte do grupo majoritário formada por setores da corrente Construindo um Novo Brasil e Novos Rumos, previa uma mudança no texto base, que fala apenas na prioridade em "fortalecer um bloco de esquerda e progressista" e "agregar forças políticas de centro". Não há menção direta ao PMDB nem qualquer outro partido aliado.

Com o objetivo de fazer um afago no PMDB depois de uma série de trombadas quanto a questões estaduais e à escolha do vice de Dilma, queriam aprovar uma emenda alterando o texto para: "manter a coesão das forças políticas, econômicas e sociais que integram a atual base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, particularmente o PMDB".

Com isso, esperavam agradar tanto aos peemedebistas como a setores do empresariado que apoiam o governo.

A emenda foi defendida no plenário pelos deputados José Genoino e Carlos Zaratini. Mas o presidente do partido, Ricardo Berzoini, conseguiu reverter a situação ao defender a manutenção do texto base. Ele argumentou que o texto não deveria fazer menção direta a qualquer partido. O PT não quer melindrar outros aliados como o PSB, do deputado Ciro Gomes.

O resultado foi uma vitória esmagadora da tese defendida por Berzoini.

Entretanto....

Dilma elogia presença do PMDB no congresso do PT e pede governo de coalizão

A chefe da Casa Civil, ministra Dilma Rousseff, aprovou a presença de líderes do PMDB no lançamento de sua pré-candidatura à Presidência da República e defendeu que o Brasil seja governado por uma coalizão de partidos.

O PMDB deverá indicar o candidato a vice na chapa de Dilma. O mais cotado é o presidente da legenda, deputado Michel Temer (SP), que ocupou hoje (20) assento ao lado de Dilma na mesa principal do Congresso Nacional do PT, realizado em Brasília.

“Foi boa a presença deles aqui. É preciso uma base coesa em cima de um só programa de governo. Não é desejável o governo de um só partido”, disse a pré-candidata, negando qualquer dificuldade para convencer os líderes do PMDB a participar do evento petista.

A ministra admitiu ter ficado emocionada e nervosa durante o discurso proferido logo após ter sido formalizada sua pré-candidatura à sucessão presidencial.

Ao final da rápida entrevista após o evento, que celebrou também os 30 anos do PT, Dilma brincou com um dos jingles de sua pré-candidatura que faz referência a Lula como “o cara”, expressão usada pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao se referir a Lula. No jingle, Dilma é tratada como “coroa”. “De um determinado ponto de vista é muito bom ser a coroa”, comentou a pré-candidata.