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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
O que não conseguiu com o Pai, vai conseguir com o filho
Maravilhosa a proposta da ex-governadora Ana Julia de construir uma aliança "Aliança Estratégica" com Helder Barbalho. Só que agora vai ter pegar avião para visitar o Helder, com Jader, apenas cruzava a rua para conversar com Líder do PMDB.
Será que o PT vai querer Ana Júlia como Vice do Helder?
Diário do Pará 28/10/2013.
Ana Júlia, a quem muto respeito pessoalmente, deve ter muito cuidado antes de falar mal da Marina. Antes dela pisar as ruas a Marina já era uma grande liderança e uma das primeira fundadoras do PT, partido que a Ex-Governadora praticamente destruiu, aqui no Pará. Hoje amarga seu exílio no Rio de Janeiro.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Me engana que eu gosto
Eleição
Quatro postulantes à presidência do partido não querem aliança com o PMDB
Dos cinco candidatos à Presidência do Partido dos Trabalhadores (PT) que participaram de um debate com dirigentes e militantes do partido no Hotel Sagres, ontem à noite em Belém, quatro defenderam o rompimento do PT com o PMDB em todos os níveis nas eleições do ano que vem. Ao se pronunciar, o candidato Renato Simões chegou a enfatizar: "O PT do Pará não pode saber por um jornal que terá que engolir os Barbalhos". Ele também defendeu candidatura própria do PT do Pará ao Governo do Estado e não um candidato com "sobrenome Barbalho". Também posicionaram-se contra coligação com o PMDB os candidatos Paulo Teixeira, Markus Sokol e Valter Pomar. O candidato Rui Falcão, atual presidente nacional do PT, não se manifestou sobre essa coligação. O sexto candidato, Serge Goulart, não veio a Belém.
Rui Falcão destacou à Imprensa que o PT estadual realizou dez plenárias regionais e dois encontros, os quais indicaram a coligação prioritária com o PMDB no Pará e o nome do ex-deputado federal Paulo Rocha como candidato majoritário nas eleições no Estado. Entre os candidatos a presidente nacional do PT, o ponto comum é a reeleição da presidente Dilma Rousseff. A eleição nacional do PT ocorrerá em 10 de novembro, com 32 mil membros do PT do Pará aptos a votar.
Presidente estadual do PT, João Batista, destacou que somente em dezembro o partido debaterá o programa de governo e outros temas de campanha, entre os quais a decisão final sobre coligar ou não com o PMDB no Estado. Mas, o posicionamento de quatro dos cinco candidatos ontem em Belém terá peso particular nessa definição de dirigentes e militantes.
O debate reuniu lideranças do PT no Pará como a ex-governadora Ana Júlia Carepa, deputados estaduais e candidatos à presidência do Diretório estadual: deputados federais Cláudio Puty e Zé Geraldo, deputado estadual Milton Zimmer, Marcos Oliveira e Bira Barbosa. Os candidatos aos diretórios municipais e distritais podem se inscrever até 11 deste mês.
Rui Falcão defendeu a reforma do sistema político nacional, democratização da mídia, reforma do Poder Judiciário e do sistema tributário e defendeu uma militância permanente no partido. Markus Sokol lembrou que o PMDB foi contra a proposta do PT de um plebiscito referente às reivindicações apresentadas por estudantes e movimentos populares em junho. Ao defender o rompimento do acordo nacional com o PMDB tanto no 1º como no 2º turno, Sokol classificou como "absurdo um acordo com Jader no Pará".
Dos cinco candidatos à Presidência do Partido dos Trabalhadores (PT) que participaram de um debate com dirigentes e militantes do partido no Hotel Sagres, ontem à noite em Belém, quatro defenderam o rompimento do PT com o PMDB em todos os níveis nas eleições do ano que vem. Ao se pronunciar, o candidato Renato Simões chegou a enfatizar: "O PT do Pará não pode saber por um jornal que terá que engolir os Barbalhos". Ele também defendeu candidatura própria do PT do Pará ao Governo do Estado e não um candidato com "sobrenome Barbalho". Também posicionaram-se contra coligação com o PMDB os candidatos Paulo Teixeira, Markus Sokol e Valter Pomar. O candidato Rui Falcão, atual presidente nacional do PT, não se manifestou sobre essa coligação. O sexto candidato, Serge Goulart, não veio a Belém.
Rui Falcão destacou à Imprensa que o PT estadual realizou dez plenárias regionais e dois encontros, os quais indicaram a coligação prioritária com o PMDB no Pará e o nome do ex-deputado federal Paulo Rocha como candidato majoritário nas eleições no Estado. Entre os candidatos a presidente nacional do PT, o ponto comum é a reeleição da presidente Dilma Rousseff. A eleição nacional do PT ocorrerá em 10 de novembro, com 32 mil membros do PT do Pará aptos a votar.
Presidente estadual do PT, João Batista, destacou que somente em dezembro o partido debaterá o programa de governo e outros temas de campanha, entre os quais a decisão final sobre coligar ou não com o PMDB no Estado. Mas, o posicionamento de quatro dos cinco candidatos ontem em Belém terá peso particular nessa definição de dirigentes e militantes.
O debate reuniu lideranças do PT no Pará como a ex-governadora Ana Júlia Carepa, deputados estaduais e candidatos à presidência do Diretório estadual: deputados federais Cláudio Puty e Zé Geraldo, deputado estadual Milton Zimmer, Marcos Oliveira e Bira Barbosa. Os candidatos aos diretórios municipais e distritais podem se inscrever até 11 deste mês.
Rui Falcão defendeu a reforma do sistema político nacional, democratização da mídia, reforma do Poder Judiciário e do sistema tributário e defendeu uma militância permanente no partido. Markus Sokol lembrou que o PMDB foi contra a proposta do PT de um plebiscito referente às reivindicações apresentadas por estudantes e movimentos populares em junho. Ao defender o rompimento do acordo nacional com o PMDB tanto no 1º como no 2º turno, Sokol classificou como "absurdo um acordo com Jader no Pará".
O Liberal
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
TRE condena Ana Júlia. Defesa promete recorrer.
Decisão por três votos a um deixa a ex-governadora inelegível até 2020
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Pará condenou por três votos contra um a ex-governadora Ana Júlia Carepa (PT) e o seu então candidato a vice, Anivaldo Vale (PR), por conduta vedada a agentes públicos em período eleitoral, decidindo pela aplicação de multa de 200 mil e 100 mil UFIRs (Unidade de Referência Fiscal), respectivamente. Ana Júlia foi condenada por firmas convênios com municípios do interior e repassar verbas públicas em período vedado pela legislação eleitoral, ou seja, a partir de 3 de julho daquele ano. A multa a Ana Júlia equivale a R$ 500 mil e a Anivaldo, R$ 240 mil.
Com a condenação, a ex-governadora ficará inelegível até 2020. A ação de investigação judicial eleitoral impetratada em 2010 contra Ana Júlia pela Coligação "Juntos com o Povo'' voltou à pauta ontem, após pedido de vista do desembargador Agnaldo Corrêa, na sessão de 27 deste mês. Na ocasião, a juíza Eva Coelho já havia proferido o seu voto. Ela excluiu do processo Fernando Carneiro, José Júlio Lima e a Coligação Frente Popular Acelerá Pará, também citados na ação.
Em seu voto vista, o desembargador Agnaldo Corrêa apresentou liminar de ofício com pedido de extinção do processo sem resolução do mérito, pela violação ao rito sumaríssimo. Argumentou que o entendimento da relatora havia se firmado com base em documentos apresentados após a audiência inicial da representação, quando todas as provas devem ser levantadas, ferindo à formalização. A relatora reagiu dizendo que a matéria havia sido plenamente discutida na Casa, com garantia de ampla defesa para os representados.
Na discusão do mérito, o desembargador Agnaldo Corrêa manteve voto divergente da relatora, ao afirmar que os convênios e o repasse da verba federal aos municípios era de ''interesse público não de interesse privado'', por ter sido vinculado à lei estadual aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado, em 15 de setembro de 2010. "Não existiu partidarização. Todos os partidos receberam verbas dos convênios. O próprio PSDB, que é o cabeça da representação, se beneficiou. Tenho certeza que esta representação perdeu o objeto'', ponderou o magistrado, mais uma vez foi vencido. Votaram com a relatora os juizes Ruy Dias de Souza Filho e Ezilda Pastana Mutran. O juiz João Batista Vieira dos Anjos se declarou impedido de votar e a juiza Célia Regina de Lima Pinheiro pediu para não participar do julgamento por não ter acompanhado a apreciação completa da matéria.
O Liberal, 04/09/13
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Segundo PT o PSOL é tucano. E o PT?, cada vez mais PMDB.
Resposta a Edmilson: em Defesa do PT e do Governo Popular
Usando um tom sectário, Edmilson repete bordões que, sabemos, nem seus companheiros mais chegados do P-Sol concordam.
Edmilson está numa sinuca de bico. Não pode admitir os avanços do governo Lula, pois isso seria confirmar o erro colossal que cometeram ao serem os primeiros a abandonar o barco petista no meio da crise de 2005.
Força a barra, artificializando diferenças e acaba se aproximando perigosamente do discurso tucano.
Sua entrevista, em resumo, afirma:
1- O governo Lula é uma espécie de continuação de FHC
Essa é velha. Grande parte do capital financeiro, articulistas dos jornalões e políticos conservadores repetem, ainda hoje, que Lula não faz mais do que consolidar processos iniciados nos oito anos de FHC.
De fato, no início do governo Lula houve uma torcida por parte desses setores pelo fortalecimento de alas de orientação neoliberal dentro do governo, particularmente no Banco Central.
O segundo governo Lula jogou uma pá de cal nessa história, com a ascensão, dentro do ministério do planejamento, da casa civil da presidência e do próprio ministério da fazenda daqueles que, sob a orientação do próprio Lula, deram um caráter nitidamente desenvolvimentista ao governo.
A redução dos juros, o uso da política fiscal no combate à crise, o fortalecimento dos bancos e empresas públicas como o BNDES, Banco do Brasil, Banco da Amazônia e Petrobrás são exemplos da mudança de paradigmas.
A política externa, ao estabelecer relações solidárias com os países latino-americanos (aliás, o que seria de Chávez, Morales, Lugo e Correa sem o apoio brasileiro?) e ao permitir uma política comercial decisiva para a diversificação do destino de nossas exportações, foi um divisor de águas na história brasileira.
Em resposta à famosa frase de Pedro Malan, que dizia que a melhor política industrial é não ter política industrial, voltamos a investir na indústria naval, a construir grandes siderúrgicas, inclusive no Pará.
Ironicamente, o modelo de regulação das reservas do pré-sal, citado pelo entrevistado como prova da orientação neoliberal do governo Lula foi recentemente citado pelo semanário americano Newsweek como prova do “esquerdismo” do atual governo brasileiro.
Ainda que não seja da maneira que o ex-prefeito gostaria, há um vigoroso processo de ascensão social das classes menos favorecidas, fato este reconhecido por todos estudiosos da pobreza.
Portanto, erra feio o ex-prefeito na comparação de Lula com FHC.
2- O Psol não deslancha porque os movimentos sociais foram “cooptados” pelo governo
Um dia desses li, em entrevista à revista Caros Amigos, uma professora da Universidade Federal Fluminense dizer que o governo Lula é pior que o de FHC porque agora os inimigos da classe trabalhadora não são tão claros.
Li mais algumas vezes para me certificar de que não estava tendo alucinações, mostrei a alguns amigos, que também não acreditaram no que leram.
O finado Brizola chamava essa turma de “a esquerda que a direita gosta”.
Em todas suas formas, acadêmicas ou populares, defendem teses fatalistas, que negam a política enquanto ação transformadora e, portanto intrinsecamente conservadoras.
Quando a classe trabalhadora realmente existente, aquela que todos os dias se espreme nos ônibus e vans ou pedala para o trabalho (quando eventualmente consegue um), não embarca na canoa furada do “quanto pior melhor”, os barqueiros dizem que os movimentos sociais foram “cooptados”.
Vamos de novo aos fatos: durante os governos de Lula e Ana Júlia, houve um crescimento no número de greves e a maioria das categorias em luta conseguiu aumentos salariais reais.
Diga-se de passagem, lutas majoritariamente dirigidas pela suposta central governista, a CUT.
Um cenário bem diferente dos anos neoliberais, onde as perdas salariais, os planos de demissão voluntária e a repressão aos movimentos, no Brasil e no Pará eram a regra.
Em caso de dúvida, é só perguntar, dentre outros, aos bancários, trabalhadores dos correios e petroleiros.
Finalmente, não me parece que as diferenças entre os processos de transformação no Brasil e na Venezuela se dêem por conta de uma maior independência dos movimentos sociais venezuelanos em relação ao governo.
3- “O PT e Ana Júlia mantém nosso Estado nas páginas do crime”
Após criticar o PT durante toda a entrevista, o ex-prefeito acusa o governo de Ana Júlia. “Na verdade o governo abandonou o PT”, e imediatamente se contradiz:
“infelizmente o partido que ajudei a construir mantém nosso Estado nas páginas do crime. São crianças morrendo na Santa Casa, trabalho escravo, índice de desmatamento, trabalho infantil, trabalho escravo, prostituição infantil”.
Edmilson faz uma crítica populista e demagógica.
Talvez ele tenha esquecido que muitas dessas mazelas enfrentadas pelo Pará são criadas por um sistema injusto e por um modelo de desenvolvimento que lutamos para mudar e cuja solução de não é de curto prazo.
O ex-prefeito passou muito tempo fora do Pará e talvez não saiba dos avanços conseguidos na Santa Casa, inclusive com capacitação de técnicos em atenção neonatal no Marajó. Avanços reforçados com o apoio inédito à atenção básica em saúde no Pará, que pela primeira vez garante repasse fundo a fundo aos municípios, verdadeira fonte dos problemas da maternidade.
Ainda não viu a Nova Santa Casa em construção.
Não sabe que no governo petista do Pará, aumentamos em três anos a cobertura populacional do programa Saúde da Família de 18% para 39 %, e que chegaremos a mais de 40% de cobertura em quatro anos.
Inauguraremos, ainda este semestre, o acelerador linear do Ophir Loyola e que implantaremos outro acelerador linear em Tucuruí. Aparelhos, diga-se de passagem, que ficaram encaixotados durante todo o governo anterior.
Não sabe dos mais de 40 mil alunos do bolsa-trabalho e dos 21 mil bolsistas do pro-jovem, que terão formação profissionalizante e garantia de renda durante seu curso.
Será que ele também ainda não sabe da UFOPA que já é uma realidade em Santarém? Das mais de 600 escolas estaduais reformadas, muitas delas com ar-condicionado e internet do Navega Pará?
E da siderúrgica ALPA de Marabá, das eclusas de Tucuruí, que serão inauguradas dia 30 de junho? E o asfaltamento da Transamazônica? E das obras do Riacho Doce-Tucunduba que tanto sonhamos concluir? E as milhares de casas do PAC que já começamos a inaugurar?
Certamente queremos avançar muito mais nas mudanças na América Latina, no Brasil e no Pará. Mas, para que isso aconteça, os socialistas têm que ter uma avaliação correta dos movimentos da sociedade brasileira, estar em partidos que dialoguem com a maioria do povo organizado e que não tenham uma relação sectária com o restante da esquerda.
Infelizmente, o partido onde o ex-prefeito se encontra não cumpre nenhum dos três requisitos.
Entretanto, ainda há tempo para que os companheiros do P-Sol reorientem sua linha política. Outros partidos da esquerda brasileira e mundial têm uma relação de colaboração, mesmo que crítica, em relação ao PT e seus governos.
Talvez seja hora dos setores mais conseqüentes do P-Sol fazerem o mesmo e contribuírem efetivamente com as transformações da sociedade brasileira.
O PT, como sempre, estará aberto ao diálogo com vocês.
Cláudio Puty.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Outra vez com os mesmos erros
A recente matéria publicada no Blog da ex-governadora Ana Julia Carepa, hoje Diretora de Finanças de uma empresa de seguros do Banco do Brasil, localizada no Rio de Janeiro, informa da entrega de máquinas no contexto de “uma doação” do MDA (imagine se fala em doação, como se o dinheiro fosse particular).
Isso caracteriza mais uma ação ao “varejo” do Governo Federal, promovida sem uma visão estratégica de conjunto do desenvolvimento regional sustentável do Pará. Mais uma doação, que vai requerer recursos adicionais para a manutenção de equipamento pelas prefeituras.
Sempre pensei que essas ações poderiam ser feitas como parte de um programa mais amplo de desenvolvimentos sustentável, no contexto de pólos de desenvolvimento e não de uma ação individual, em apenas algumas prefeituras.
Para isso se requer pensar o Estado de forma muito diferente de como é pensado hoje, simplesmente com um interesse político partidário.
Essa visão diferente supõe uma estratégia integradora do governo federal, estadual e municipal, o que não acontece no referido neste governo. Veja a foto e da para confirmar que é uma das marcas do PT na região do Carajás e Sudeste do Pará. Sem pacto federativo nenhum.
Para que essas ações de equipar ás prefeituras com maquinas que sejam de utilidade pública para as prefeituras, seria fundamental concentrar equipamentos, para promoiver realmente efeitos de integração de associativismo e de uso comum dos mecanismos de desenvolvimento sustentável.
Qual seria a idéia de concentrar equipamentos em diversas regiões? Em vez de distribuir 144 equipamentos para os municípios, seriam distribuídas patrulhas mecanizadas que atenderiam a vários municípios e ações de desenvolvimento sustentável, não apenas para melhorar estradas e sim ações diversas, abrir vias para escoar a produção, melhorar solos, promover o uso compartilhado e manutenção dos equipamentos, etc.
Mas, como sempre, se opta pelo caminho inverso que nunca deu certo no Brasil, trabalhar no varejo, distribuir deixando a marca pessoal de quem usa dinheiro público para se promover.
Perguntas que não querem calar:
é curiosa a presença da governadora em ato do MDA, quando ela mora no Rio e trabalha em uma diretoria de empresa de seguros do banco do Brasil?Chama a atenção.
Claro tem todo o direito de andar pelo Brasil afora, inaugurando obras de quem quer que seja, eu também. Mas convenhamos que se eu saisse por aí, inaugurando escolas de samba, programas da minha casa minha vida, creches ou tirando fotos com prefeitos, que mais parecem “test drive” que uma ação de desenvolvimento sustentável, não seria sério.
Se a governadora tem saudade do Pará, que venha aqui a trabalhar pelo seu Estado.
Para trabalhar pelo desenvolvimento do Pará, ninguém está sobrando.
Confira a matéria embaixo.
Do Blog da ex-governadora do Pará, Ana Julia Carepa.
MDA entrega máquinas para 58 municípios e Prefeitos recordam as Máquinas do meu Governo em 2010
Estive participando da entrega de retroescavadeiras para 58 municípios paraenses. O evento aconteceu em Marabá na manhã do dia 02/07/2012, segunda-feira. Os equipamentos foram doados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para a realização de obras da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Através da sua Delegacia Federal de Desenvolvimento Agrário no Pará (DFDA-PA), o MDA realizou nos dias 28 e 29/06, um curso de capacitação para 116 operadores ligados aos municípios contemplados, etapa obrigatória para o recebimento do maquinário.
Participaram do Ato também os Deputados federais Cláudio Puty, Miriquinho Batista e a Dep. Estadual Bernadete Ten Caten, além de diversos Prefeitos(as).
Foram investidos mais R$ 10.9 milhões para a aquisição das máquinas aqui no Estado. Os equipamentos serão utilizadas para reestruturar e dar infraestrutura às estradas vicinais – denominação dada às estradas que ligam as cidades às zonas rurais – dos 58 municípios selecionados. A cerimônia de entrega está marcada para as 10h, no município de Marabá.
As ferramentas irão contribuir decisivamente para o desenvolvimento da agricultura familiar no Estado.pois vão viabilizar o escoamento dos produtos entre as regiões de produção e o comércio local, além de garantir também que os trabalhadores rurais tenham acesso à outras ações de fomento à agricultura familiar, tais como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
Foi emocionante e muito gratificante ouvir o agradecimento dos prefeitos que falaram pelas Associações de Prefeituras, em relação às mais de 500 máquinas que meu governo entregou em 2010 para Todas as 143 Prefeituras do Pará. Vários Prefeitos declararam publicamente no Ato, que estão trabalhando nos municípios graças as máquinas do Programa Faz Estrada do nosso governo. Na época entregamos 1 Patrol, 1 Pá Carregadeira, 1 Trator de Pneu e 1 Caçamba.
Veja a lista dos municípios contemplados no Pará: Acara, Afua, Agua Azul Do Norte, Almeirim, Anajas, Anapu, Aurora Do Pará, Aveiro, Bagre, Baião, Bannach, Belterra, Brasil Novo, Bujaru, Cachoeira Do Arari, Cachoeira Do Piriá, Chaves, Conceição Do Araguaia, Concórdia Do Para, Cumaru Do Norte, Curralinho, Curuá, Eldorado De Carajás, Faro, Floresta Do Araguaia, Garrafão Do Norte, Gurupá, Ipixuna Do Pará, Irituia, Itupiranga, Juruti, Limoeiro Do Ajuru, Medicilândia, Melgaço, Mocajuba, Muaná, Nova Esperança Do Piriá, Óbidos, Oeiras Do Pará, Ourilândia Do Norte, Pacajá, Piçarra, Placas, Ponta de Pedras, Portel, Porto De Moz, Prainha, Rurópolis, Santa Maria Das Barreiras, São Domingos Do Capim, São Geraldo Do Araguaia, Senador Jose Porfírio, Tome-açu, Trairão, Tucumã, Ulianópolis, Uruará e Vitória Do Xingu.
domingo, 27 de maio de 2012
JÁ COMEÇOU ERRADO
Entrevista ao Candidato do PT à Prefeitura Municipal. Mais um que só pensa em obras, obras com muita visibilidade. Diário do Pará, Domingo, 27 de maio, 2012. Página A-14.
A proposta do Candidato Alfredo Costa, resolver o problema do trânsito, é o que está mais caótico, aos olhos dos motoristas. O caos oculto de Belém, Alfredo Costa não visualiza.

Veja as sugestões de campanha do Blog. Aproveitando as informações do IBGE sobre alguns itens da infraestrutura das principais metrópoles brasileira, acima de 1 milão de habitantes.
Sugestões de campanha:
1. Reduzir a vergonhosa situação de calamidade em que se encontra o esgoto a céu aberto que supera os 45%. Belém a cidade mais porca das principais metrópoles brasileiras.
2. Continuar com a promessa de plantar UM BILHÃO DE ÁRVORES! que Ana Julia Carepa não cumpriu. Assim, Belém deixaria de ser a cidade que ocupa a ultrajosa colocação de metrópole menos arborizada, dentre as principais cidades do Brasil.
3. Realizar um projeto de reciclagem de lixo, que tire a cidade de Belém dessa infamante situação de ser a cidade com maior acumulo de lixo a céu aberto do Brasil. Por favor, sem contratar empresas fantasmas, nem trazer de São Paulo um pacote super faturado.
4. Ruído, Barulho. Dar o exemplo com a sua própria campanha e não utilizar trios eléctricos para a propaganda eleitoral. sugestão: O candidato podia dar uma escapada a algumas cidades da América Latina e apreender como são as campanhas eleitorais nessas cidades. E outubro são as eleições municipais no Chile, e lá "ricos e pobres" são proibidos de usarem trios elétricos, sujar paredes, pendurar cartazes nos fios da rede elétrica, etc. Poderia ajudar para desenhar uma proposta mais civilizada de conquistar votos. Entretanto, se o PT já conta com 35% dos votos dos militantes, com Lula, Dilma, os ministros do PT e é o maior partido de esquerda da América latina, não deveria preocupar-se tanto em realizar essa frenética campanha, ele já está eleito.
Esclarecimento necessário: o PT era de esquerda, o PT é de esquerda só quando está na oposição, quando está no governo vira o PRI, Partido Revolucionário Institucional (do México), que permaneceu 70 anos no poder, com a mesma filosofia de conservar o poder, sem grandes propostas diferenciadas de governança.
5. Atuar fortemente na educação municipalizada, tirando a cidade de Belém da lista das cidades mais sujas, menos educada (no amplo sentido), barulhenta, etc. etc.
Se o PT consegue realizar o 10% de cada item, pode ficar tranqüilo que será eleito.
Caro Alfredo Costa, ser ribeirinho, ser pobre e ser filho de pai desempregado, não garante sua condição de honestidade, competência e capacidade de liderar um projeto de cidade, que seja diferente a esse continuísmo que está aí.
A ideia central de uma liderança pública, que pretenda se identificar com os princípios básicos da governança estratégica, é criar destino e cultivar esperanças nos habitantes de Belém. e isso não foi feito até agora por nenhum político paraense.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Voltamos ao assunto, agora com nota do Parsifal 5.3
Comentário do Blog do Enríquez: tanto o José Trinidade, bem como o Deputado Cláudio Puty, são colegas da nossa Faculdade de Economia da UFPA. Eu, que sou professor da UFPA desde 1992, não lembro caso semelhante de dois colegas de um mesmo curso sejam acusados (nada foi comprovado) de malversação de recursos e outros crimes. Dai que estamos aguardamos ações da justiça e dos próprios implicados, para esclarecimento dos fatos e retaurar a imagem dos colegas.
Veja a postagem do Parsifal 5.3.
Veja a postagem do Parsifal 5.3.
O ex-secretário de Fazenda do governo Ana Júlia, José
Trindade, assim como os demais doutores que derrotaram a
ex-governadora, além de ser dono de uma cordial antipatia, ostenta um
doutorado em Economia na espécie Dívida Pública.
Trindade,
do alto da sua soberba, concluiu que apenas ele sabia destrinchar a
dívida pública do Pará, mas, com outras coisas com as quais se atarefar,
resolveu contratar uma empresa mineira de consultoria, a “Assets Alicerce LTDA” para a gloriosa tarefa.
O
recebimento de R$ 27 milhões pela “Assets”, pagos pela SEFA no meio da
recandidatura de Ana Júlia, juntamente com as contas mal prestadas do
empréstimo de R$ 366 milhões, que se perderam por tortuosos atalhos
contábeis, tinham tudo para se transformar em um dos maiores escândalos
financeiros que um governo já patrocinou no Pará, mas, mal a imprensa
tentava sistematizar as manchetes sobre os assuntos, um outro escândalo
levantou-se: as fraudes na Assembleia Legislativa.
Como
a imprensa brasileira não tem processamento paralelo e a maioria dos
leitores tem leitura preemptiva, qualquer novo episódio sufoca o
anterior, e quem ousa tocar, no meio da tempestade que cai, na violência
da procela anterior, é acusado de diversionismo: o famoso “quer desviar
a atenção”.
Mas, eis que não se finou de todo o
episódio “Assets”, que nos corredores da SEFA passou a se chamar
“acerto”: os ex-secretários Trindade e Vando Vidal, prestaram depoimento
no dia 25.01.2012, em procedimento administrativo-disciplinar aberto
pela Corregedoria da SEFA, que apura o caso e, comme il faut, nada esclareceram.
O
Estado, nos seus próprios quadros, tem pessoas qualificadas para fazer
qualquer serviço, mas, os órgãos subestimam a aptidão dos seus técnicos,
preferindo importar caras soluções exógenas, porque as vias oblíquas
não podem ser efetivadas com as providências domésticas.
É
hora de acabar com esta pantomima de importar doutos consultores a
preços milionários: nem que seja absolutamente republicana a
contratação, os agentes públicos estão tão sem fé pública que ninguém
acredita que ali não está perpetrado um ato de corrupção.
Ou
damos um jeito de tratar o erário com mais consequência, ou vamos todos
juntos, inocentes e pecadores, para o quinto dos infernos, se é que já
não estamos nele.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Parsifal 5.3 nivela informações
Existem algumas pessoas que abusam da inteligência dos leitores. Até da priguiça chamar a atenção sobre tanta falacia que circula na imprensa, mas se deixamos passar essas tagarelas, os autores se convencem que falam a verdade.
Terra arrasada
O
deputado Puty tem toda razão na lavra. Mas, o governo de Ana Júlia, da
qual ele era a mais paramentada das eminências, contribuiu com Duciomar
no arraso da terra.
Se ele esqueceu vou lembrar:
Para adquirir o apoio do alcaide para a recandidatura de Ana Júlia o governo do PT lavrou um acordo de R$ 162 milhões com a Prefeitura de Belém e pagou a primeira parcela, de R$ 8 milhões.
Mais
para trás, o mesmo governo, deu uma “forcinha” na reeleição de Duciomar
Costa: para não ver o deputado federal Priante na prefeitura de Belém,
Ana Júlia repassou, entre o primeiro e segundo turno da eleição
municipal de 2008, aproximadamente R$ 20 milhões à prefeitura de Belém.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Ana Julia Reclama de notícia requentada e avisa que recorrerá à justiça. Aguardamos desenlace.
Veja diálogo democrático com Ana Julia que reclama de notícias requentadas que a acusam de prestação de contas irregulares. Ela se defende e pede que poste no Blog do Enriquez a sua defesa. Solicitação satisfeita no Twitter, já que foi aí que Tweetie a matéria
AnaJuliaPT13

blogdoenriquez


Ana Julia. Indicada diretora de subsidiária do BB, ex-governadora PA enrolada com sumiço de R$ 77 mi - ÉPOCA | Tempo revistaepoca.globo.com/tempo/noticia/…

Oi Enriquez. Pediria, que vc também
postasse a nossa resposta, onde informo que recorrerei à Justiça tbm, no
seu Blog. Obrigada!

blogdoenriquez
Olá Ana Julia. A nota d Época não foi
para O Blog. Aí só publico temas sobre os que tenho total dominio. É bom
entrar na justiça contra AGE
7 de ene a las 19:11

Publica também esta rersposta. É democrático: Resposta à “denúncia” requentada na Época bit.ly/App5zy
Publicada!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Ana Júlia Carepa é indicada a vaga de R$ 30 mil. Sem comentários
Onze meses e meio depois de entregar o governo do Pará ao tucano Simão Jatene, que a derrotou na eleição de 2010, a ex-governadora Ana Júlia Carepa (PT) foi indicada para a diretoria financeira da Brasilcap, empresa que tem como sócio majoritário o Banco do Brasil Seguros e Participações.
A informação de que Ana Júlia foi indicada para a diretoria foi dada ao Grupo Estado pela empresa, sob a justificativa de que se trata de uma escolha dos sócios: BB Seguros e Participações (66 66% das ações), Icatu Seguros S.A (16,67%), Companhia Seguros Aliança da Bahia (15,8%)e sócios minoritários (0,87%). Ana Júlia terá salário de cerca de R$ 30 mil mensais.
Funcionária de carreira do Banco do Brasil, Ana Júlia estava afastada de suas atividades profissionais havia cerca de 20 anos. Nesse período, foi presidente do Sindicato dos Bancários, deputada federal, senadora e governadora do Pará. Tentou a reeleição, mas foi derrotada. Logo depois do resultado das urnas ela tentou cavar um lugar na direção do Banco do Amazônia (Basa). Mas nada conseguiu.
Como havia uma vaga na diretoria da Brasilcap, o PT do Pará passou a pressionar pela indicação da ex-governadora a partir de outubro. Caso a nomeação seja confirmada, Ana Júlia integrará um colegiado que é composto pelo presidente da Brasilcap, Marcos Lobão; o diretor comercial, Joilson Rodrigues Ferreira; e Rogério Leite, diretor.
Ana Júlia integra uma corrente minoritária dentro do PT, a esquerdista Democracia Socialista (DS), a mesma do ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence. Durante o governo dela (2007/2010), foi acusada pelos próprios companheiros petistas de só dar importância à ala à qual pertence, governando de costas para o restante do PT.
Filiado ao PT do Pará, o hoje ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi obrigado a fazer uma intervenção no secretariado de Ana Júlia quando era ministro das Relações Institucionais do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tamanha era a confusão dentro do próprio partido.
Apesar das críticas que sofreu tanto por parte de petistas quanto da população quanto à sua forma centralizadora de governar, o que acabou sendo o fator preponderante para a derrota de Ana Júlia na tentativa de reeleição não foi a política, mas a Copa do Mundo de Futebol de 2014. Os eleitores acabaram responsabilizando a ex-governadora pela escolha do Estádio de Manaus para a Copa e não o de Belém. Isso foi fatal para as pretensões políticas de Ana Júlia. (AE)
sábado, 19 de novembro de 2011
Ex-governadora e sua secretária de Educação vão responder ação na justiça
A ex-govenrandora do Estado, Ana Júlia Carepa (PT) e a ex-secretária de Educação, Iracy Gallo Ritizmann, atual chefe de Gabinete do Secretário de Ciência e Tecnologia do Estado, Alex Fiuza, Deverão responder à justiça pelo caso dos kits escolares distribuídos no governo Ana Júlia Carepa (PT), entre 2008 e 2009.
O assunto voltou à tona nesta sexta-feira (18). O juiz da 1ª Vara de Fazenda de Belém, Elder Lisboa, aceitou a Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público contra a ex-governadora Ana Júlia e a ex-secretária de Educação, Iracy Gallo Ritizmann, por prática de improbidade administrativa.
Além da distribuição dos kits pela Seduc
aos estudantes das escolas públicas estaduais, a ação também inclui a
divulgação de foto da governadora e de logomarca do governo em
publicação denominada Educação em Revista, contendo as ações na área de
educação promovidas pela administração petista. A denúncia do MP,
assinada pelo promotor de Direitos Constitucionais, Firmino Matos, foi
protocolada em 2009, considerando que a distribuição dos kits aos
estudantes das escolas estaduais e da revista era irregular, por ferir o
princípio da impessoalidade, por conter símbolos e imagens que
caracterizam promoção pessoal.
Ontem, o magistrado concedeu despacho
acatando a denúncia. Elder Lisboa definiu que há “farto conjunto
probatório” anexado pelo MP à denúncia e mandou citar as duas
ex-gestoras para que apresentem suas defesas. O juiz também determinou a
citação do governo estadual para que, se achar conveniente, a atual
administração ingresse à ação para dar justificativa.
Os kits escolares contendo uma mochila,
uma agenda e duas camisas do uniforme das escolas estaduais foi
distribuído a partir do segundo ano do governo Ana Júlia. O caso ganhou
proporções escandalosas quando se descobriu que houve dispensa de
licitação pela Seduc, sob a alegação de que os kits foram adquiridos com
recursos de publicidade, portanto, já haviam sido licitados pelas
agências que produziam a propaganda oficial do governo.
NOTA
Além do MP, o Ministério Público Federal
(MPF) também denunciou a secretaria de Educação Iracy Gallo e seus
diretores. O escândalo causou a queda de Iracy da Seduc e a
indisponibilidade de seus bens e de seus técnicos pela Justiça Federal.
No entanto, através de nota, a
ex-governadora divulgou cópia de parecer do então procurador-geral de
Justiça, Geraldo Rocha, em que o então chefe do Ministério Público
Estadual, em 16 dezembro de 2010, exclui a responsabilidade da então
chefe do governo paraense. Como à época Ana Júlia ainda era governadora
do Estado, os autos do inquérito da Promotoria de Direitos
Constitucionais foram remetidos ao procurador-geral de Justiça a quem
compete denúncias contra governadores.
Geraldo Rocha considerou que há provas
de que houve, em tese, ato de improbidade administrativa. Porém, isentou
a governadora da responsabilidade e apontou para os então titulares das
secretarias de Educação e de Comunicação, área que realizou a licitação
dos kits. “Houve violação dos princípios da moralidade e da
impessoalidade, previstos no artigo 37 da Constituição Federal e 4° da
Lei da Improbidade Administrativa”, cita Rocha, no documento.
Mais adiante o então procurador afirma:
“considerando que a governadora não foi a responsável pela produção e
confecção dos kits, por isso, não possuía controle sobre o conteúdo do
material, não pode ser responsabilizada por ato de improbidade ao qual
não deu causa”. O chefe do MP também determinou que os autos do
inquérito fossem remetidos de volta ao promotor Firmino Matos para
promover ação civil pública contra os secretários de Educação e
Comunicação.
A nota afirma que a “ação nada tem a ver
com a aquisição e confecção de kits escolares” e afirma ainda que já
apresentou defesa prévia ao MP sobre o caso da Revista Educação. “A
revista em tela nunca fez parte dos kits escolares, apenas divulgou
políticas públicas de governo que presidi, não havendo nenhuma conotação
de propaganda pessoal ou ofensa ao princípio da impessoalidade o que
tenho certeza no final do processo”, conclui a nota, assinada por Ana
Júlia.
(Diário do Pará)
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Deu no blog do Sul do Pará
Apesar das negativas, a ex-governadora Ana
Júlia Carepa (PT) está sim inelegível por oito anos, conforme a Lei da Ficha
Limpa. Se não derrubar em instância superior a condenação que teve no TRE por
abuso de poder econômico nas eleições de 2010, assim que tentar registrar
candidatura para qualquer cargo, Ana deve receber um sonoro não da Justiça
Eleitoral.
domingo, 18 de setembro de 2011
Ana Júlia não está inelegível, Cláudio Puty (Deputado - PT). Você acha?
A Polêmica sobre a inelegibilidade da Ex-Governadora ANa Julia continua. O Deputado Cláudio Puty, declarou que é falsa a informação sobre a inelegibilidad e o advogado contesta com recurso à decisão. Mas o processo existe, o que falta é a decisão da justiça eleitoral.
O que resulta estranho são as declarações do Puty no sentido da "existência de um movimento" que pretende destruir a figura pública da ex-governadora. Só se for o próprio partido da governadora que fez sua parte quando destruiu o potencial político e eleitoral da ex-governadora. Agora cabe a eles mesmos reconstruir alguma coisa do perdido e não à população paraense.
É a pura falta de memoria de quem pretende culpar ao povo do Pará da derrota do PT nas últimas eleições.
O Deputado Puty tem uma grande dívida com Ana Julia. Ela trocou o Palácio dos Despacho pelo cargo do Deputado que ostenta o Puty. Essa foi avaliação do Próprio PT.
Veja a declaração do Puty e me diga se não tenho razão.
Continua a perseguição a Ana Júlia. Após 9 meses sem mostrar a que veio, os tucanos e seus aliados usam seus meios de comunicação para espalhar notícias falsas acerca de uma suposta inelegibilidade de nossa ex-governadora.
Não é verdade. Ana foi multada, e cabe recurso a decisão, conforme explica a nota de seu advogado.
Há um claro movimento tentando destruir a figura pública de maior potencial eleitoral da esquerda paraense. Isso provavelmente vem daqueles que sabem que Ana ainda disputará, e vencerá, muitas eleições no futuro próximo.
O Tribunal Regional Eleitoral, por unanimidade, condenou a ex governadora Ana Júlia Carepa à inelegebilidade por 08 anos, além de multa de 100 mil Uffir's. Esta penalidade refere-se a acusação de abuso de poder econômico durante a campanha para o governo estadual no ano de 2010.
DO BLOG DO BILHETIM.
TRE condena Ana Júlia por abuso de poder econômico em 2010
"Nunca imaginei que eu veria condenado, militante ou dirigente do PT por abuso de poder econômico. De fato, estava tudo fora de lugar dentro desta "nova" esquerda".
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Ana Julia se defende. “Não estou inelegível”
Após a divulgação de várias informações sobre a possível inelegibilidade com base na lei da ficha limpa, a ex-governadora Ana Júlia Carepa (PT) falou com exclusividade ao DOL sobre a condenação no Tribunal Regional Eleitoral pelas acusações de conduta vedada e abuso de poder político e econômico durante a campanha ao governo do Estado no ano de 2010.
Ana Júlia explicou que a condenação ainda cabe recurso e que por isso as informações de inelegibilidade eram equivocadas. “Ainda não foi nem publicado o acórdão do TRE e nós vamos recorrer da decisão, não existe isso de eu estar inelegível. Isso é coisa de quem quer ganhar no tapetão”, disse a ex-governadora.
A reportagem do DOL falou com o advogado de Ana Júlia e por telefone João Índio confirmou que vai recorrer da decisão do TRE. “Nós vamos aguardar a publicação do acórdão no Tribunal Regional Eleitoral e depois iremos entrar com um recurso no TSE, porque não concordamos com a sentença. Os convênios com as prefeituras foram assinados antes do período vedado, portanto não há irregularidade”, afirmou João Índio.
Sobre a possibilidade de Ana Júlia se tornar inelegível, João Índio disse que não acredita nessa hipótese. “A ação julgada estava baseada na lei eleitoral vigente, não tem nenhuma relação com a lei da ficha limpa, além do mais ainda cabe recurso, então é cedo para falar de inelegibilidade. A lei da ficha limpa só cabe se a condenação tiver transitado em julgado”.
Entenda o caso:
Por unanimidade, os juízes do TRE entenderam que a então governadora Ana Júlia assinou convênios com 17 prefeituras, totalizando um valor aproximado de R$16,5 milhões, para se beneficiar durante a campanha e que por isso houve um desequilíbrio na disputa eleitoral.
Sobre a inelegibilidade, a lei complementar 135/2010 popularmente conhecida como Lei da Ficha Limpa afirma que “os detentores de cargo na administração pública direta, indireta ou fundacional, que beneficiarem a si ou a terceiros, pelo abuso do poder econômico ou político, que forem condenados em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, ficam inelegíveis na eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados, bem como para as que se realizarem nos oito anos seguintes”.
(Henrique Miranda/ DOL)
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Jatene identifica irregularidades de R$ 77 milhões
Segunda-Feira, 08/08/2011
O governador do Estado, Simão Jatene,
anunciou que a Auditoria Geral do Estado (AGE) identificou
irregularidades na prestação de contas de operações de empréstimos
bancários junto ao Banco do Brasil e ao Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) pela administração de Ana Júlia
Carepa. Dezesseis notas fiscais idênticas, que totalizam R$ 77 milhões,
foram apresentadas aos dois bancos para justificar financiamentos
distintos.
A informação foi repassada - em reunião
na manhã desta segunda-feira (8) no Palácio dos Despachos - à
presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Raimunda Noronha; ao
presidente da Assembleia Legislativa, deputado Manoel Pioneiro; ao
presidente do Tribunal de Contas do Estado, Cipriano Sabino; e ao
Pocurador Geral do Ministério Público, Eduardo Barleta.
A iniciativa
de Simão Jatene é - juntamente com os outros poderes - evitar o
engessamento do Estado, que corre o risco de ficar inadimplente caso não
retifique a prestação de contas junto aos BNDES, o que inviabilizaria
qualquer outra operação de crédito ao Pará no momento.
Tanto o empréstimo de R$ 366 milhões tomado junto ao BNDES no apagar das
luzes da administração petista para repasse em grande parte aos
municípios, como o de R$ 82 milhões tomado junto ao Banco do Brasil, com
recursos também do BNDES, para obras do Projeto Ação Metrópole estão
cheios de falhas contábeis, como por exemplo a não identificação de
rubricas de aplicação, o que dificulta o rastreamento do dinheiro dentro
das contas públicas. “Até o momento, dos R$ 275 milhões repassados ao
estado pelo BNDES, apenas R$ 51 milhões estão com a rubrica aplicada
corretamente. O restante está sem identificação e foi jogada diretamente
na conta única do Estado”, disse o governador Simão Jatene.
Operação apreende transporte clandestino
Segunda-Feira, 08/08/2011
Em Belém, especialmente em bairros periféricos e afastados do
centro da cidade, é comum ocorrer o transporte irregular de
passageiros, realizados clandestinamente. Este tipo de transporte, que
expõe a população a inúmeros riscos, é o alvo da “Operação Pedregulho”.
Iniciada em agosto do ano passado, a Companhia de Transportes do
Município de Belém (CTBel) decidiu intensificar, desde o último dia 4, a
fiscalização destes transportes que circulam diariamente na capital
paraense.
Desde então, até esta segunda-feira (8), já foram apreendidos cerca de 30 veículos. Os mesmos somente serão liberados mediante determinação da Justiça. Vale ressaltar ainda, que desde a determinação judicial de apreensão do transporte clandestino, aproximadamente 1.200 veículos já foram recolhidos pela fiscalização da CTBel e Guarda Municipal.
A apreensão ocorre quando a fiscalização da CTBel constata que o veículo está sem condições de trafegabilidade, muitas vezes sendo conduzidos por pessoas não habilitadas ou quando habilitadas não estão dentro da categoria específica para condução de passageiros, muitos até com licenciamentos vencidos e sem o seguro obrigatório em dia, além da utilização de menores no serviço de cobrador.
A fiscalização deste tipo de transporte poderia ocorrer sem a apreensão. Ao efetuar a fiscalização e detectar o transporte clandestino, bastaria ao órgão competente reter e autuar o veículo pelo transporte irregular de passageiros. Entretanto, uma sentença judicial de janeiro de 2007, determina que a CTBel tire de circulação este tipo de transporte, sob pena de pagar uma multa diária de R$ 10 mil pelo não cumprimento da ordem. As informações são da Ctbel.
(DOL)
quinta-feira, 21 de abril de 2011
CRIA CORVOS
Sindfisco quer auditoria em contas do Estado
Charles Alcantara,Ex Chefe da Casa civil do Governo da Ana Julia, Ex militante e fundador do Partido dos Trabalhadores, Coordenador da equipe de transição do Governo PT. Hoje presidente do SINDFISCO-PA.Uma pessoa séria, responsável e ética, é obvio que não é a figura essa, mas assim é vista por alguns dos seus ex companheiros. Alcantara, como dirigente do Sindicado dos Servidores do Fisco do Pará, quer as contas claras e está certíssimo.
O Sindicato dos Servidores do Fisco
Estadual do Pará (Sindfisco-PA) sugeriu ao secretário de Estado da
Fazenda, José Tostes Neto, a realização de uma auditoria na dívida ativa
do Estado na gestão petista, entre os anos de 2009 e 2010.
O objetivo é estudar o crescimento dos créditos tributários para comprovar se o Estado, em 2010, conseguiu recuperar R$ 200 milhões em créditos tributários para justificar o pagamento dos cerca de R$ 27 milhões feitos pela Sefa à empresa Assets Alicerce Assessoria Empresarial Ltda., que ficava com
R$ 0,14 de cada real arrecadado (ou 14% do total de créditos recuperados) junto a contribuintes inadimplentes.
Charles Alcantara, presidente do sindicato, considerou o caso grave e, de cara, aponta a primeira irregularidade: a função arrecadadora não pode ser delegada a um ente privado, já que é uma atividade exclusiva de Estado. “Sem falar que o contrato, feito por inexigibilidade, é leonino, destinando 14% do que foi arrecadado para a empresa privada. Analisando o que foi pago, o Estado teria que ter arrecadado R$ 200 milhões apenas no ano passado, que acho difícil de ter ocorrido”, justifica.
O objetivo é estudar o crescimento dos créditos tributários para comprovar se o Estado, em 2010, conseguiu recuperar R$ 200 milhões em créditos tributários para justificar o pagamento dos cerca de R$ 27 milhões feitos pela Sefa à empresa Assets Alicerce Assessoria Empresarial Ltda., que ficava com
R$ 0,14 de cada real arrecadado (ou 14% do total de créditos recuperados) junto a contribuintes inadimplentes.
Charles Alcantara, presidente do sindicato, considerou o caso grave e, de cara, aponta a primeira irregularidade: a função arrecadadora não pode ser delegada a um ente privado, já que é uma atividade exclusiva de Estado. “Sem falar que o contrato, feito por inexigibilidade, é leonino, destinando 14% do que foi arrecadado para a empresa privada. Analisando o que foi pago, o Estado teria que ter arrecadado R$ 200 milhões apenas no ano passado, que acho difícil de ter ocorrido”, justifica.
Leia a reportagem completa o Diário do Pará
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
PT dá apoio a Puty, Ana Júlia e Caten. Denuncias “artificiais e sem consistência”
O diretório Estadual do Partido dos
Trabalhadores (PT) aprovou no último sábado (12), durante encontro do
diretório estadual que comemorou os 31 anos de fundação do partido,
moção de solidariedade à ex-governadora Ana Júlia, ao deputado federal
Claudio Puty e à deputada estadual Bernadete ten Caten que, segundo a
legenda, estariam sendo “arbitrariamente e injustamente acusados em
situação de escândalo na Secretaria de Meio Ambiente do Estado, no que
refere à liberação de licença ambiental”. De acordo com a moção,
assinado por todas as correntes petistas, o PT “confiou, confia e
continuará defendendo a governadora Ana Júlia e nossas lideranças”.
Ainda segundo o documento, o combate à
corrupção em órgãos públicos tem sido uma das marcas do governo do PT.
“No governo Ana Júlia os órgãos de controle e fiscalização foram
fortalecidos e as práticas ilegais de madeireiros foram duramente
combatidas em todas as regiões do Estado”. O PT afirma que apóia
“plenamente as investigações que visem apurar e punir qualquer conduta
irregular cometida nas instituições públicas do Estado do Pará em
qualquer governo, inclusive no nosso”.
VAZAMENTO
Por outro lado, a legenda repudiou “o
vazamento de informações em segredo de justiça que são utilizadas de
forma irresponsáveis e tendenciosas na tentativa de ataque às lideranças
do PT”. O documento ressalta ainda que as lideranças em questão
“possuem atuações pautadas na legalidade, na transparência e na ética”, e
que ações individuais que levem a qualquer constrangimento ao partido e
ao povo paraense “serão repudiadas por nós e deverão ser punidas pela
justiça”.
Ao final, o documento diz que o PT tem
como uma de suas principais bandeiras “assegurar o estado democrático de
direito, onde ninguém pode ser condenado até que seja provado pela
justiça”.
Ao final do encontro, a ex-governadora
Ana Júlia Carepa fez uma ótima avaliação. Segundo ela, a reunião fez uma
defesa do legado do PT e das políticas públicas defendidas pelo
partido. “Começamos um processo de avaliação onde, é claro, se
reconheceram erros e problemas mas, ao mesmo tempo se reconhecem os
avanços, e esses avanços e as nossas lideranças políticas. Vamos lutar
para manter e ampliar nosso espaço no Estado”.
SILÊNCIO
Ana Júlia disse que a partir daquele
momento não falava mais acerca do vazamento do inquérito da Polícia
Federal que mostra o tráfico de influência na Sema e remeteu seu
posicionamento ao advogado Carlos Botelho, que classificou as denúncias
veiculadas no DIÁRIO, fruto do inquérito da PF, como “artificiais e sem
consistência”.
Botelho ressaltou que a ex-governadora
não é alvo que qualquer investigação no âmbito da Polícia Federal e
tampouco é citada como integrante de qualquer esquema nas ligações.
“Estão criando uma ficção envolvendo o nome da ex-governadora”.
Botelho reafirma que tudo se resume a
uma disputa política. “Em toda essa investigação da Polícia Federal não
houve nenhuma quebra de sigilo fiscal, interceptação de ligação ou
apreensão de documentos envolvendo ou mencionando Ana Júlia. Nada. Além
disso a ex-governadora entrou no cargo como saiu, sem responder a
nenhuma acusação ou inquérito policial”, sustenta.
Paulo Rocha: “PT está passando por momento difícil”
Paulo Rocha, que foi conduzido no
encontro ao posto de presidente de honra do PT no Pará, ressalta que a
legenda tem uma característica de superação. “O PT do Pará perdeu as
eleições e está passando por um momento difícil. Vamos superar esse
momento e buscar nesse processo voltar a ser o partido que sempre fomos
no Estado. Nosso grande desafio será buscar a nossa unidade política e
demos hoje um grande passo nesse sentido”.
Ao lado de Paulo Rocha, a ex-governadora
Ana Júlia sustentou que as lideranças petistas não estão atrás de
cargos e nem vão disputá-los. “É verdade. Deixamos essa tarefa nas mãos
do partido”, disse Rocha. Ana Júlia afirma que “O PT tem que ocupar
esses espaços. Nós enquanto lideranças vamos ajudar o partido nesse
processo”, disse Ana Júlia. Nenhum dos dois quis confirmar as
especulações acerca da ocupação de cargos federais aqui no Pará. “Vamos
sim nos preparar politicamente para a disputa de 2012 e 2014”, coloca
Paulo Rocha. O PT montou uma comissão que discutirá essa questão da
ocupação dos cargos aqui no Estado.
João Batista, presidente do PT, disse
que os rumos que o partido vai tomar nos próximos anos serão tomados
mais tarde. “Esse debate que promovemos aqui hoje vamos levar para a
maioria dos municípios do Estado e aprovar as diretrizes num grande
encontro em junho”, coloca.
Como esse foi apenas o primeiro encontro
do partido após as eleições para o governo, Batista diz que o PT ainda
não tem uma posição oficial do partido acerca da derrota de Ana Júlia.
“Cada um tem sua opinião e sua avaliação. Os erros com certeza
ocorreram, mas temos um capital político que é superior a esses erros.
Houve no governo em alguns momentos mais política de secretário do que
política de governo, além do erro de articulação política, mas isso será
bastante discutido daqui para frente”.
O presidente do PT lamentou ainda o
vazamento das investigações da PF sobre o esquema de corrupção na Sema.
“O governo Ana Júlia foi um dos que mais combateu a corrupção e esse
esquema de madeireiros. Estamos solidários aos companheiros e queremos
que as investigações se aprofundem, mas dentro da Lei e não se
antecipando e condenando as pessoas que sequer estejam sendo citadas ou
sob investigação”.
Em relação à ocupação dos cargos
federais no Estado por lideranças da legenda derrotadas no último
pleito, João Batista acredita que o processo ainda demore. “Assim como o
Paulo Rocha e Ana Júlia, temos lideranças do PT nessa situação por todo
o país e a decisão caberá ao PT nacional, já que o processo envolve
diálogo os demais Estados da região”, coloca.
Na resolução do diretório estadual
aprovada ao final do encontro, o PT avalia o processo eleitoral e
apresentou perspectivas políticas para os próximos anos de atuação no
Estado, colocando–se como principal oposição ao governo do PSDB no Pará.
(Diário do Pará)
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Gato escondido com rabo de fora
Do Jornal "O Liberal"
repórter70
��ENFIM
Um desapareceu no dia 27 de dezembro, do Centro Comunitário Boi-bumbá Pingode Ouro; o outro, dois dias depois, da Associação Comunitária dos Moradores do Residencial Rouxinol. A publicação da abertura desses procedimentos é o primeiro grande ato do secretário Alex Fiúza de Melo, que está no governo há mais de mês.
repórter70
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Secretário
A Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia acaba de abrir dois procedimentos para apurar o sumiço de computadores no apagar das luzes do governo Ana Júlia.
A Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia acaba de abrir dois procedimentos para apurar o sumiço de computadores no apagar das luzes do governo Ana Júlia.
Um desapareceu no dia 27 de dezembro, do Centro Comunitário Boi-bumbá Pingode Ouro; o outro, dois dias depois, da Associação Comunitária dos Moradores do Residencial Rouxinol. A publicação da abertura desses procedimentos é o primeiro grande ato do secretário Alex Fiúza de Melo, que está no governo há mais de mês.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
EM POUCAS LINHAS - O Liberal do Pará
Verdade? mentira? fofoca ? notícia plantada? - Você avalie.
Falta do que falar.
Os petistas continuam discutindo vaga.
O Basa, se o PT fizer a indicação, ficará
com Edilson Rodrigues.
O Basa, se o PT fizer a indicação, ficará
com Edilson Rodrigues.
�� O ministro da Saúde, Alexandre Padilha,
pode dar ao irmão da prefeita de
Santarém, Carlos Martins, a direção da
Funasa aqui no Estado.
�� O Estado negocia seus débitos com empresas
de telefonia celular. Semana passada,
quase a internet era cortada.
�� Especialistas acreditam que os laudos
periciais sobre a queda da torre da Três de
Maio, tanto os particulares como o oficial,
só ficarão prontos quase no final do ano.
�� As entidades da construção civil ainda
não decidiram sobre a contratação de um
perito de fora para analisar os motivos do
desabamento.
�� Foi sepultado, ontem, em Soure, o corpo
do fiscal de rendas do Estado, David
Paulo, falecido em Belém aos 96 anos.
David tinha na memória toda a história
do município.
�� O Evandro Chagas teme que possa ter
ocorrido em Belém o primeiro caso do tipo
de dengue 4, que está sendo pesquisado e
que só havia sido registrado em Manaus e
Santarém Novo.
�� Um grande grupo do Pará acompanhou
a sessão do STJ que escolheu a lista tríplice
na qual está incluído o nome do advogado
paraense Reinaldo Silveira.
�� A Capaf foi novamente ao mercado vender
parte de sua carteira de empréstimos,
estimada em R$ 11 milhões, para pagar
alguns benefícios aos seus associados.
�� A operação está sendo feita com um deságio
alto, o que significa prejuízo para a
entidade, uma vez que os empréstimos
vencem daqui a 10 anos.
�� A TAP voltou a falar em fazer um voo
para a região e estaria escolhendo entre
Manaus e Belém. O pessoal do turismo
daqui ainda não sabe de nada.
�� Pelo fio, Ana Júlia diz que não vai renunciar
à pensão que passa a receber como
ex- governadora e que está dentro da lei.
É está !!
�� Diz ela que foi vereadora, senadora e governadora
e não se serviu do dinheiro público.
“Saí do governo como entrei”, declara.
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