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sábado, 22 de fevereiro de 2014

UFPA recebe recursos para implantação do Campus de Ananindeua


A Universidade Federal do Pará (UFPA) recebeu, nesta sexta-feira, 21, recursos de emenda parlamentar na ordem de R$ 3 milhões, que serão destinados à infraestrutura do recém-criado Campus de Ananindeua.



A verba será investida na construção de um centro de convenções com auditório e biblioteca, que atenderá tanto as necessidades do campus quanto as do município, de modo geral, que ainda não dispõe de nenhum espaço desta natureza. A emenda foi iniciativa da deputada federal Elcione Barbalho (PMDB), que também destinou R$ 600 mil para o Plano Emergencial de Expansão do Ensino Superior no Marajó.

Para oficializar o repasse do recurso, que já consta no orçamento do Campus de Ananindeua e do Movimento Marajó Forte, a deputada Elcione, juntamente com o ex-prefeito de Ananindeua, Helder Barbalho, realizou visita de cortesia ao reitor Carlos Maneschy. Também participaram da reunião o deputado estadual Francisco Melo, o Chicão (PMDB); a vereadora Nilse Pinheiro (PMDB); a coordenadora do Campus de Ananindeua, Edilza Fontes; e o coordenador do Movimento Marajó Forte, Ricardo Fialho, além de outros representantes do Movimento e do Campus de Ananindeua.

Educação superior de qualidade - “Sem Educação nada acontece. E a meta é investir cada vez mais neste município com o qual tenho uma ligação muito forte e um compromisso pessoal”, afirmou a deputada Elcione Barbalho. Segundo ela, tanto a emenda de Ananindeua como a do Marajó foram repassadas como questão de honra para concretizar um sonho. Helder Barbalho também explicou que o sonho de tornar realidade o Campus da UFPA em Ananindeua iniciou-se em 2001, em virtude da grande demanda do município por educação superior de qualidade. “Todas as instituições de ensino superior do Pará foram procuradas, mas este sonho veio se concretizar com a colaboração da UFPA”, lembrou Helder.

Futuras instalações - O próximo passo é concretizar a construção do prédio que abrigará as instalações do Campus de Ananindeua, a ser sediado no terreno da Granja do Governador, no Icuí-Guajará. É neste local que será construído o centro de convenções para o qual a verba da emenda será destinada. O campus, no entanto, já existe, temporariamente sediado nas instalações da Faculdade da Amazônia (FAAM), com cem alunos e dois cursos – Engenharia de Materiais e Bacharelado em Ciência e Tecnologia –, os quais iniciam atividades em 2014. “O curso de Engenharia de Materiais, inclusive, já foi avaliado localmente pelo Ministério da Educação e recebeu conceito Muito Bom”, afirmou Edilza Fontes.

Realidade - O reitor Carlos Maneschy agradeceu a emenda e reconheceu que este sonho se torna realidade a partir de esforços coletivos empreendidos pela UFPA e pelo então prefeito Helder Barbalho e que a consequência de tal esforço atravessará gerações. “A Universidade é uma fonte de sonhos e coloca em movimento o resultado de interesses coletivos em formar cidadãos plenos. Só há um investimento capaz de atravessar gerações: educação”, frisou. Segundo Maneschy, além de Ananindeua, outros sonhos que se tornaram realidade em sua gestão foi o Campus de Salinas e a criação da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa). Está também em andamento um projeto de expansão do Campus de Altamira. Permanece a luta pela criação das Universidades do Marajó, Nordeste do Pará e Região Tocantina.

Texto: Jéssica Souza – Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Laís Teixeira

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Me engana que eu gosto


Eleição

Quatro postulantes à presidência do partido não querem aliança com o PMDB

Dos cinco candidatos à Presidência do Partido dos Trabalhadores (PT) que participaram de um debate com dirigentes e militantes do partido no Hotel Sagres, ontem à noite em Belém, quatro defenderam o rompimento do PT com o PMDB em todos os níveis nas eleições do ano que vem. Ao se pronunciar, o candidato Renato Simões chegou a enfatizar: "O PT do Pará não pode saber por um jornal que terá que engolir os Barbalhos". Ele também defendeu candidatura própria do PT do Pará ao Governo do Estado e não um candidato com "sobrenome Barbalho". Também posicionaram-se contra coligação com o PMDB os candidatos Paulo Teixeira, Markus Sokol e Valter Pomar. O candidato Rui Falcão, atual presidente nacional do PT, não se manifestou sobre essa coligação. O sexto candidato, Serge Goulart, não veio a Belém.

Rui Falcão destacou à Imprensa que o PT estadual realizou dez plenárias regionais e dois encontros, os quais indicaram a coligação prioritária com o PMDB no Pará e o nome do ex-deputado federal Paulo Rocha como candidato majoritário nas eleições no Estado. Entre os candidatos a presidente nacional do PT, o ponto comum é a reeleição da presidente Dilma Rousseff. A eleição nacional do PT ocorrerá em 10 de novembro, com 32 mil membros do PT do Pará aptos a votar.

Presidente estadual do PT, João Batista, destacou que somente em dezembro o partido debaterá o programa de governo e outros temas de campanha, entre os quais a decisão final sobre coligar ou não com o PMDB no Estado. Mas, o posicionamento de quatro dos cinco candidatos ontem em Belém terá peso particular nessa definição de dirigentes e militantes.

O debate reuniu lideranças do PT no Pará como a ex-governadora Ana Júlia Carepa, deputados estaduais e candidatos à presidência do Diretório estadual: deputados federais Cláudio Puty e Zé Geraldo, deputado estadual Milton Zimmer, Marcos Oliveira e Bira Barbosa. Os candidatos aos diretórios municipais e distritais podem se inscrever até 11 deste mês.

Rui Falcão defendeu a reforma do sistema político nacional, democratização da mídia, reforma do Poder Judiciário e do sistema tributário e defendeu uma militância permanente no partido. Markus Sokol lembrou que o PMDB foi contra a proposta do PT de um plebiscito referente às reivindicações apresentadas por estudantes e movimentos populares em junho. Ao defender o rompimento do acordo nacional com o PMDB tanto no 1º como no 2º turno, Sokol classificou como "absurdo um acordo com Jader no Pará".
O Liberal


domingo, 18 de agosto de 2013

A campanha, no Pará, já está em marcha

PMDB/PT - Chapa Quente, e bota quente nisso! 




Diário do Pará. 

sábado, 14 de agosto de 2010

Eleições no Pará - Dilma se divide entre PT e PMDB no Pará

A campanha da candidata petista à presidência da república, Dilma Rouseff será coordenada, no Pará, por representantes de três partidos.

Inaugurado ontem à noite, com a presença do ministro das Relações Institucionais do governo Lula, Alexandre Padillha, o comitê central ficará sob comando dos prefeitos de Ananindeua, Helder Barbalho, de Santarém, Maria do Carmo Martins, e de Belém, Duciomar Costa.

A principal tarefa dos três será buscar apoio de líderes políticos do Estado para a campanha de Dilma. “Vamos buscar aliados entre os que apoiam Ana Júlia, Domingos Juvenil e até Simão Jatene”, explicou Maria do Carmo, referindo-se aos candidatos ao governo pelo PT, PMDB e PSDB, respectivamente.

Helder vai centrar esforços no sul, sudeste e nordeste do Estado. Maria do Carmo ficará com o oeste e Duciomar se encarregará da estratégia na Região Metropolitana.

A missão do trio é garantir a vitória de Dilma no Estado. Além do comitê central, haverá comitês em Marabá, Altamira, Santarém, Tucuruí, Barcarena e Castanhal. Durante a inauguração, os petistas comemoram a pesquisa divulgada minutos antes pelo instituto Datafolha, que indica Dilma com 43% das intenções de voto, oito pontos à frente dos segundo colocado, o tucano José Serra. Padilha disse que o bom desempenho se estende. “Estamos na frente no Pará e Amazonas, Não tenho dúvida de que Dilma vencerá na região Norte.”

Padilha disse que a direção da campanha ainda analisa qual a estratégia para que a candidata petista esteja no palanque dos dois candidatos ao governo que a apoiam no Pará. Além da petista Ana Júlia, a candidata deve ajudar na campanha do peemedebista Domingos Juvenil. “A Dilma vai apoiar todos os que fizerem campanha para ela”, explicou.

O caso curioso é o de Duciomar Costa. Nacionalmente, o partido dele, o PTB, trabalha para eleger José Serra, mas o prefeito de Belém tem a missão de impor ao candidato tucano uma derrota na capital paraense. Ana Júlia diz não haver problemas na coordenação multipartidária do comitê. Para ela, o fato demonstra a “amplitude da campanha. “Mostra o quanto respeitamos toda a sociedade”. Ainda não há previsão de uma vinda da candidata ao Estado, mas a coordenação trabalha para que ela esteja no Estado pelo menos duas vezes até outubro. (Diário do Pará)