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domingo, 10 de agosto de 2014

Patinando



Dilma mantém liderança com 38% das intenções de voto; Aécio e Eduardo Campos oscilaram um ponto percentual para cima





A presidente Dilma Rousseff tem 38% das intenções de voto, mesma taxa registrada há duas semanas, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira pela TV Globo. Segundo colocado na corrida eleitoral, o tucano Aécio Neves aparece com 23%, e Eduardo Campos, do PSB, com 9%. Ambos oscilaram um ponto porcentual para cima.

Outros candidatos, somados, têm 6%. Assim, a soma das taxas de intenção de voto dos adversários de Dilma chega a 38%. Para vencer a eleição já no primeiro turno, a presidente precisará de maioria absoluta dos votos válidos, ou seja, mais do que a soma dos rivais.

Em um eventual segundo turno, Dilma venceria hoje seus dois principais concorrentes. Contra Aécio, o placar seria de 42% a 36% – há duas semanas, era de 41% a 33%. Em um confronto direto com Campos, a petista venceria por 44% a 32%.
Assim como o panorama eleitoral, a avaliação do governo se manteve estável: 32% o consideram ótimo ou bom, 35%, regular, e 31%, ruim ou péssimo.

A pesquisa é a primeira desde que o Jornal Nacional, da TV Globo, passou a fazer a cobertura das atividades diárias de campanha dos candidatos a presidente, na última segunda-feira. Desde então, eles têm privilegiado agendas de rua, para produzir imagens televisivas de contato direto com eleitores.

O levantamento do Ibope foi realizado entre os dias 3 e 6 de agosto, por encomenda da TV Globo. Foram feitas 2.506 entrevistas em todas as regiões do Brasil. A margem de erro máxima é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, em um nível de confiança estimado de 95%. Ou seja, se fossem feitas 100 pesquisas idênticas a esta, 95 deveriam apresentar resultados dentro da margem de erro.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Deu no Blog do Edir Veiga, Bilhetim. A conferir!


O ex reitor da Universidade Federal do Pará e deputado federal em seu quarto mandato, Nilson Pinto(60) se lançou candidato a candidato a governador a ser decidido na convenção do PSDB até o mês de junho deste ano.

Deputado com vasta experiência administrativa à frente da UFPA, da SEDUC e da Secretaria Especial de Promoção Social, Nilson Pinto quer ser candidato ao governo do Estado num contexto de desmobilização política porque passa o PSDB, quando do anunciado afastamento, do cargo, do governador Jatene a partir do dia 08 de abril.

Nilson Pinto se apresenta como alento tanto ao PSDB como ao próprio governador Jatene. O atual gestor estadual vem sendo objeto de enormes pressões políticas por parte dos grupos governistas que o querem ver concorrendo à reeleição, por ser teoricamente o candidato mais competitivo.

Informações não oficiais indicam um enorme dilema e drama pessoal vivido pelo governador Jatene, que em virtude de conviver com vários stents implantados na artéria coronária, exigiria uma vida menos corrida e não stressada . Segundo fontes bem abalizadas, a família do governador gostaria de vê-lo longe destas enormes responsabilidades para preservá-lo de fatores de risco.

Agora o PSDB já tem um candidato com visibilidade estadual e que se coloca à disposição da convenção partidária. Agora a questão é a seguinte: Nilson Pinto unificaria os grupos tucanos numa disputa que visaria como primeira meta levar a eleição ao segundo turno?

Jatene estaria disposto a “comprar” esta briga, através da ação do vice Helenilson Pontes para levar um candidato do PSDB ao segundo turno? Uma coisa parece certa: o lançamento da candidatura Nilson Pinto indica com clareza de que o PSDB terá candidatura ao governo do estado em 2014.

Presidente do PT/PMDB acusa de Dinossáurios a ex ministros do Lula e Dilma



Em evento do PT e desconhecendo a história recente do Governo de Lula e Dilma, Rui Falcão, presidente do PT lançou acusações de "NovoVelho" e Dinossáurio ao candidato a Presidente da República, Eduardo Campos e Marina Silva, possível candidata a Vice, na chapa do PSB/REDE.

Parecia presidente de um diretório de um núcleo de estudantes articulando palavras e diatribas sobre a campanha de Campos, que a diferencia do PT, aliado à oligarquia "pemedebista", construí uma aliança democrática e socialista.

Diário do Pará.

Ingratidão e o que sobra no governo.


Quando precisavam do Campos e Miguel Arraes aí eram grandes aliados. veja registros recentes.







  

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Não Quiseste beijar a mão do filho




domingo, 2 de fevereiro de 2014

Padilha diz que convênio com ONG de seu pai será cancelado


SÃO PAULO - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), afirmou, nesta quinta-feira, 30, que vai providenciar o cancelamento do convênio da pasta com a ONG Koinonia-Presença Ecumênica e Serviço, da qual seu pai, Anivaldo Padilha, é sócio e fundador.

"Para poupar a instituição de qualquer exploração política, eu tomei a decisão hoje de solicitar ao jurídico do ministério a tomar todas as medidas legais possíveis para cancelar esse convênio", afirmou Padilha durante participação em evento na capital paulista.

O ministro disse que o pai não recebe nenhuma remuneração da ONG desde 2009 e que o convênio foi firmado dentro de "todos os procedimentos regulares".

"Eu sei que, por eu estar saindo do Ministério da Saúde, cada ato vai ter exploração política", afirmou Padilha. Ele é pré-candidato ao governo paulista nas eleições de 2014. Padilha desembarcará definitivamente em São Paulo na próxima semana e, no dia 7, a ideia é que dê início a uma caravana pelo interior.

Hoje, a oposição afirmou que vai investigar a situação da ONG e, também, vai pedir que a Comissão de Ética Pública da Presidência avalie a conduta de Padilha que, na reta final de sua gestão, assinou um convênio com a entidade.

Para o líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR), a medida fere a conduta ética dos agentes públicos e levanta suspeita de que o convênio tenha finalidade eleitoral. O líder disse que encomendou um levantamento técnico sobre a legalidade da ONG e defendeu a anulação do convênio.

(Folhapress)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Fogo cruzado eleitoral



Diário do Pará - RD

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Quando era Ministro do Governo Federal tudo era diferente


Saiu do Governo, deixou de ser ministro do PT, aí já virou "tolo", Playboy", "neoliberal", etc. E a Marina a mãe de todas as desgraças!. 




BALADA DE CAMPOS

Na terça-feira (7), o PT nacional publicou um texto intitulado "A balada de Eduardo Campos". O artigo diz, entre outros ataques, que o governador é um "tolo", um "playboy mimado" e que "vendeu a alma à oposição" ao descartar aliança com o PT e decidir se lançar ao Palácio do Planalto.

Além de criticar Campos, o texto fez ataques à ex-senadora Marina Silva (PSB), neoaliada de Campos, chamando-a de "ovo da serpente". Segundo o artigo, Marina virou uma "pedra no sapato", em referência às divergências entre os dois frente à política de alianças adotada pelo PSB.

A publicação do artigo causou diversas reações no PSB. Em resposta, Campos escreveunesta quarta-feira (8) uma mensagem em sua página na mesma rede social sobre "o ataque covarde" do partido da presidente Dilma.

"Enquanto os cães ladram, a nossa caravana passa", escreveu o governador. "Sigo firme no debate de alto nível sobre o Brasil, sobre a construção de uma nova política que transforme verdadeiramente a vida das pessoas e do país", concluiu o pernambucano.

O vice-presidente do PSB e líder do partido na Câmara dos Deputados, Beto Albuquerque (RS), que havia rebatido o texto em sua conta no Twitter logo após a publicação, divulgou nota no site do PSB em que dizia que o PT se tornou uma "seita fundamentalista".



UOL




sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Marina acusa governo Dilma de conivência com desmatamento


Marina acusa governo Dilma de conivência com desmatamento


Rede Sustentabilidade, 14 de novembro de 2013

A ex-senadora Marina Silva acusou, nesta quarta-feira, 13, o governo Dilma Rousseff de ser conivente com o aumento do desmatamento no Brasil. Estimativas do próprio Ministério do Meio Ambiente apontam para um crescimento de 20% do problema, em 2013. “Mas Imazon [Instituto do Homem e do Meio Ambiente na Amazônia] está dizendo que é muito mais e dentro de terras públicas, que deveriam ser cuidadas pelo governo”, afirmou Marina, após conceder palestra na Universidade Presbiteriana Mackenzie, no campus de Campinas (SP).

Marina, que foi ministra do Meio Ambiente durante o governo do ex-presidente Lula, afirmou que o atual governo e o Legislativo são responsáveis pelo desmatamento, uma vez que, mesmo com alertas de ambientalistas, patrocinaram as mudanças no Código Florestal.

“Não é omissão. É conivência”, disse ela. “A grilagem voltou a acontecer pelo sinal trocado que foi dado pelo Congresso e o Executivo [na votação do projeto]. Não tinha aquele slogan ‘Planta que o João garante’? Então, agora é faça a invasão de terras que vão garantir a legalização dessas terras desmatadas ilegalmente”, declarou.

O novo Código Florestal, segundo Marina, representa mais “um dos retrocessos” da atual administração federal. Cotada como uma das presidenciáveis na eleição de 2014, a ex-senadora ironizou a declaração do ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, que acusou seu grupo político de praticar um ambientalismo conservador.

O “ambientalismo progressista” do governo federal, disse ela, fez o Brasil andar para trás em algo que já era celebrado como um grande ganho. “Antes da aprovação do projeto [do Código Florestal], tivemos o menor desmatamento da Amazônia”, lembrou.

Crise civilizatória


Durante a palestra, para cerca de 150 pessoas, a maioria estudantes, Marina ressaltou que, a exemplo do que ocorreu com gregos e romanos no passado, o mundo passa novamente por uma “crise civilizatória”, que seria composta por problemas sociais, econômicos, políticos, ambientais e de valores. A saída para essa situação, de acordo com ela, está na união e no envolvimento de toda a população.

“A crise civilizatória sequer tem um acervo de experiências sobre como enfrentá-la. A vantagem que temos em relação aos gregos e romanos é que temos consciência disso”.

Na palestra, a ex-senadora concentrou o discurso em questões ambientais. Afirmou que o mundo clama por mudanças urgentes no modelo de desenvolvimento, já que o Planeta está com 50% da capacidade de regeneração comprometida.

Eduardo Campos


Sobre a união com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e sua filiação ao PSB, repetiu que o correligionário continua como o nome do partido para concorrer à Presidência na eleição de 2014. Frisou, no entanto, que o próprio Campos deixou a escolha do nome em aberto para anúncio no próximo ano. Especula-se a hipótese de Marina assumir a cabeça da chapa caso o governador não decole nas pesquisas de intenção de voto. Ela aparece à frente dele nos últimos levantamentos.

Marina também reafirmou que a filiação ao PSB é transitória na medida em que continua militante e principal porta-voz do Rede Sustentabilidade, que ainda não conseguiu o registro na Justiça Eleitoral.

“Estamos aprofundando essa aliança programática”, concluiu a ex-senadora, acrescentando que os dois partidos ainda farão mais quatro encontros regionais para afinar o discurso.


domingo, 6 de outubro de 2013

O Plano "C". Quem quer o poder a todo custo e quem tem a humildade para apoiar outro candidato

Segundo ela, como todos falavam em plano A (a criação da Rede) e em plano B (sair candidata a presidente por outro partido), ela começou a bolar o "plano C" --"plano Eduardo Campos".

"Ninguém teria coragem de propor a uma candidata com 26% das intenções de voto que ela desistisse de sua candidatura à Presidência para apoiar um outro candidato. Essa é uma iniciativa que só ela teria a capacidade de colocar na mesa", afirmou o deputado Alfredo Sirkis (RJ), que também ingressou no PSB.



Nova Aliança produz Indigestão no campo do "PENSAMENTO ÚNICO" (PT)

Análise: Aliança de ex-ministros de Lula impede estratégia do PT


A surpreendente aliança entre Eduardo Campos e Marina Silva ainda precisará ser "metabolizada", para usar um termo do marinês, mas o fato é que deve ter provocado uma tremenda indigestão em Dilma Rousseff e Lula.

Aliás, este pareceu ser o objetivo inconfesso de uma Marina "bolada", embora segura, que lançou mão de um sarcasmo até então ausente de suas falas e culpou o PT, seu antigo partido, por "aviltar" a democracia ao supostamente agir contra a Rede.

Campos fez jus à fama de bom articulador político e, enxergando a oportunidade, soube dizer exatamente o que Marina queria ouvir: que a Rede existe e é "legítima".

Aos aliados que se espantaram com o fato aceitar até ser vice, mesmo tendo o triplo das intenções de votos do aliado, Marina mostrou pragmatismo: quem tem partido e máquina é ele. Se as condições mais adiante vão levar a uma mudança de planos, é algo que partidários de Campos não discutem agora.

A possível chapa é forte pelo simbolismo: são dois ex-ministros de Lula, ambos com trajetória de esquerda. Será mais difícil para o PT fazer o discurso do bem contra o mal das últimas eleições.

O fim da polarização afeta também Aécio Neves. Para se contrapor à nova força que surge e pode ocupar o espaço de oposição, o tucano terá de ir atrás de aliados que sobraram no tabuleiro, como o PPS de Roberto Freire.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

E quem não vai?

Pelo menos no Oeste do Pará temos um corajoso que sai da política, ainda jovem.

Dep. Lira Maia. Me comentou agora no vôo Belém/ Santarém.

Quem vai, vai, quem fica, fica

Quadros de peso do PSDB migram para um partido aliado. Melhores chances de se eleger com menos votos.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Governador de Pernambuco é o mais bem avaliado e o do Rio, o pior

O melhor amigo de Lula e Dilma, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), tem o menor percentual de população que o considera ótimo ou bom: 12%.



BRASÍLIA - O instituto Ibope, na edição especial da pesquisa realizada para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), levantou a avaliação dos governos de 11 Estados, que representam 90% da produção industrial brasileira, sobretudo de transformação: Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Os governadores Eduardo Campos (PE-PSB), Cid Gomes (CE-PSB), Beto Richa (PR-PSDB) e Antonio Anastasia (MG-PSDB) são os mais populares.  
 
O governo de Pernambuco é considerado ótimo e bom por 58% da população do Estado. No caso do Paraná, esse percentual é de 41%, no do Ceará, 40%, e no de Minas, 36%.

Com relação à maneira dos governadores de administrar, Eduardo Campos aparece com 76% de aprovação, seguido dos governadores do Ceará (54%), Paraná (52%) e Minas (50%).

A média nacional de aprovação é de 42%. Entre os 11 Estados pesquisados, apenas Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro (29%), Marconi Perillo (PSDB), de Goiás (34%), e Geraldo Alckmin (PSDB), de São Paulo (40%), estão abaixo dessa média nacional.

O governador de Pernambuco é, também, o que inspira mais confiança da população do seu Estado: 68% dizem confiar nele. Esse percentual cai a 53% no Ceará e 49% em Minas.

Novamente, o Rio aparece na outra ponta. Sérgio Cabral tem a confiança de 25% da população do seu Estado. A média nacional é 38%. Também estão abaixo da média os governadores de Goiás (29%) e de São Paulo (34%).

O Ibope ouviu 7.686 pessoas, em 434 municípios, entre 9 e 12 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

(Raquel Ulhôa | Valor)

domingo, 16 de junho de 2013

Torcida vaia e constrange Dilma


Dilma (no centro) discursa na abertura da Copa das Confederações ao lado de Joseph Blatter

A presidente Dilma Rousseff foi muito vaiada momentos antes do início da abertura da Copa das Confederações. Anunciada pelo alto-falante do estádio, ela fez caras de poucos amigos e limitou-se a dizer uma única frase no microfone, enquanto Joseph Blatter, presidente da Fifa, deu uma bronca na torcida pelo comportamento.

"Por favor, onde está o fair play de vocês", disse o cartola, que também foi vaiado pelo público. Dilma, por sua vez, foi sucinta e ignorou os protestos. "Declaro oficialmente aberta a Copa das Confederações 2013", disse ela, atropelando as vaias.

O momento embaraçoso repete uma outra história polêmica do país em grandes competições. Em 2007, na cerimônia que abriu o Pan do Rio de Janeiro, Lula estava no Maracanã e foi vaiado em todas as vezes que apareceu no estádio ou foi citado. Até por isso, ele quebrou o protocolo e não fez o pronunciamento tradicional de abertura.
UOL

domingo, 12 de maio de 2013

Em campanha

Do Blog do Cláudio Humberto. Veneno puro....



Campos e Aécio
Cotados para disputar a Presidência em 2014, o senador
mineiro Aécio Neves (PSDB) e
o governador Eduardo Campos (PSB) acertaram costurar
uma estratégia comum para
levar as eleições contra presidenta Dilma ao segundo
turno. Em conversa esta semana, os dois combinaram
de concentrar ataques ao
governo petista e convencer
os partidos a lançar o maior
número possível de candidatos à Presidência.

Todos contra um
Eduardo e Aécio planejam
reunião reservada com Marina Silva e Fernando Gabeira
(PV), também cotados para
concorrer a presidente.

União faz a força
Aécio Neves avalia que só será possível, e com dificuldades, superar a popularidade
de Dilma, se os adversários
se unirem nos dois turnos.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

PT perde apoios importantes - a 3ª via


Eduardo Campos responde a anúncios do PT: ‘Quem viver verá’

Em comemoração pelo 1º de Maio, o governador criticou quem “acha que já fez tudo e começa a contar o que já foi”


O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, celebrou o 1º de maio visitando o assentamento Normandia, do MST Hans von Manteuffel / Agência O Globo


CARUARU (PE) – O presidente nacional do PSB, governador Eduardo Campos, possível adversário da Presidente Dilma Rousseff em 2014, aproveitou as comemorações do 1º de Maio para apresentar um novo mote, “Quem viver verá”, para se combinar ao slogan "é possível fazer mais", que vem usando em pronunciamentos e entrevistas. Nos últimos dias, o PT usou inserções para responder à tecla em que o socialista vem batendo. Ele, porém, não considerou o fato uma apropriação o mesmo mote usado pelo PT, mas afirmou:


— Quem viver, verá que é possível fazer mais pelo povo brasileiro. Ruim é quando a gente acha que já fez tudo e começa a contar o que já foi. Importante na vida da gente, da família, da empresa, de um país é que se sintam desafiados a fazer mais e melhor.


O governador fez as declarações na cidade de Caruaru, a 130 quilômetros do Recife, que escolheu para dar início às comemorações do Dia do Trabalhado. Logo cedo, ele esteve no assentamento Normandia, do MST, um dos mais emblemáticos símbolos da luta pela terra no estado, cujo processo de desapropriação só foi consolidado depois de greve de fome feita por trabalhadores rurais que exigiam que o "latifúndio" fosse destinado à reforma agrária.

Caruaru fica na região agreste, uma das mais afetadas pela seca. O mês de Abril, no entanto, mostrou chuvas generosas em alguns municípios da região, e o governador e seu secretário de agricultura, Ranilson Ramos, começaram a percorrer municípios beneficiados pela chuva para distribuir sementes e dar início à operação de tratores para semear o solo. Ele deu ordens de serviço para início de obras de convivência com a seca.

O governador tinha vários convites para festas do primeiro de Maio, inclusive da Força Sindical, em São Paulo, mas preferiu fazer um périplo pelo interior de Pernambuco, do qual só retorna na sexta de noite.

LETÍCIA LINS
Agência O Globo

sexta-feira, 22 de março de 2013

Terceira via?


O governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos,
deve se lançar candidato à Presidência em 2014 
Marcos Alves / O Globo


RECIFE — Uma semana após ter-se reunido, em caráter sigiloso, com o ex-governador de São Paulo, José Serra, o Presidente Nacional do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, afirmou nesta sexta-feira em Recife que tem muitas ideias em comum com o tucano, inclusive algumas maiores do que as mantidas com integrantes da base do governo.


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— Temos mais afinidades do que divergências. Serra sempre militou em um campo muito mais próximo do nosso, do que o de muita gente que está conosco, ou que estava conosco na base de sustentação do presidente Lula. Todo mundo sabe disso.

Entre as ideias convergentes com o tucano, ele citou a defesa de melhor distribuição de renda no país, de crescimento econômico mais arrojado e de uma política de inovação que agregue valor às exportações.

O governador deu as declarações ao chegar na Central de Artesanato de Pernambuco, onde presidiu cerimônia de lançamento do livro "Escultores Populares de Pernambuco", que reúne perfis e fotos de 80 artistas da zona da mata, agreste e sertão do estado.

Em busca de uma composição que viabilize um palanque em São Paulo, Campos reuniu-se com Serra na sexta-feira passada, na capital paulista. No encontro, foi discutido, segundo aliados de ambos, o cenário eleitoral do ano que vem, a economia nacional e o papel da oposição no Brasil. A reunião não foi informada ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que tenta uma aproximação de Serra com Aécio Neves, provável candidato do PSDB à Presidência. Na avaliação de tucanos, o líder do PSB quer aproveitar o descontentamento de Serra com o comando do PSDB para obter o apoio de parcela da sigla em São Paulo.

O PSB faz parte da base aliada de Alckmin na Assembleia Legislativa e está à frente de 30 prefeituras em São Paulo, a maior parte delas em composição com o PSDB. O diagnóstico é de que, caso se lance candidato, o governador de Pernambuco precisará de um palanque no estado, que poderá ser o de Gilberto Kassab (PSD), candidato ao governo estadual, e aliado de Serra.

Nos últimos meses, o dirigente do PSB tem articulado cada vez mais encontros com empresários e políticos. No próximo dia 5, por exemplo, falará a prefeitos em Santos, em evento que terá a participação também de Aécio Neves, pré-candidato do PSDB a presidente.

O governador recebe segunda-feira a presidente Dilma Rousseff em Recife, depois de constantes adiamentos. A presidente inaugura obras na região metropolitana e no sertão. A presidente visitará as obras de duplicação da BR-408, em Recife, e a construção do sistema adutor do Pajeú, em Serra Talhada. De lá, a presidente deverá seguir para Durban (África do Sul), onde se reunirão os representantes do grupo de países em desenvolvimento chamado de BRICS (que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

quarta-feira, 13 de março de 2013

Os tucanos chiam...., e a contribuição deles?



Alvaro Dias cobra solução para o desequilíbrio federativo, e pede melhor distribuição de recursos


“Espero que a grandiosidade do encontro de governadores de hoje não se transforme em um ato feito apenas para gerar falsa expectativa”. A afirmação foi feita pelo senador Alvaro Dias (PSDB/PR) no Plenário, ao comentar o encontro realizado entre governadores e líderes partidários nesta quarta-feira (13/03), para debater propostas em torno da celebração de um novo pacto federativo. Para o senador tucano, o desequilíbrio brutal do sistema federativo afeta e prejudica principalmente os municípios, e para que não haja recuo na promoção de um novo pacto, a Presidência da República não pode se ausentar deste debate.
Leia Mais e veja o vídeo


Emenda do senador paranaense à MP dos Portos é endossada por empresários e trabalhadores do setor portuário


Emenda apresentada pelo senador Alvaro Dias (PSDB/PR) à Medida Provisória 595/ 2012 - MP dos Portos - foi endossada por entidades que representam os portuários e os empresários ligados ao comércio exterior, pois descentraliza a gestão, fortalecendo os estados. A emenda do senador altera o artigo 16 da MP e resgata pontos da Lei nº 8.630/1993, restabelecendo, em todos os portos, um Conselho de Autoridade Portuária que terá a competência, entre outras, de homologar o horário de funcionamento do porto e os valores das tarifas portuárias; opinar sobre a proposta de orçamento do porto; fomentar a ação industrial e comercial do porto; estimular a competitividade e indicar um membro da classe empresarial e outro da classe trabalhadora para compor o conselho de administração. Leia Mais


Alvaro Dias manifesta preocupação com precariedade do ensino superior e evasão excessiva de alunos


Ao registrar, na sessão plenária desta terça-feira (12/03), o apelo de estudantes de medicina da Universidade Gama Filho, que lhe encaminharam dossiê sobre as dificuldades enfrentadas pelos mais de dois mil alunos da instituição privada, o senador Alvaro Dias lamentou a precariedade do ensino superior no Brasil, sobretudo a evasão de estudantes, "que se constitui em um dos principais problemas da nossa educação". Segundo dados oficiais apresentados pelo senador tucano, houve evasão de 896 mil alunos do ensino superior, entre 2008 e 2009, o que causou um prejuízo de R$ 9 bilhões à economia do País. Leia Mais


Aprovado projeto do senador que aumenta transparência e fiscalização sobre projetos do setor cultural


O Ministério da Cultura poderá ser obrigado a publicar uma lista atualizada de projetos culturais que tenham captado recursos por meio de renúncia fiscal e ainda não tenham recebido avaliação final. Esse é o objetivo do projeto do senador Alvaro Dias (PSDB-PR), que foi aprovado nesta terça-feira (12/03) pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA). O projeto de lei 22/2012, de Alvaro Dias e que foi relatado na CMA pelo Líder do PSDB, senador Aloysio Nunes (SP), estabelece que sejam obrigatoriamente publicadas, mensalmente, no Diário Oficial da União e no sítio eletrônico do Ministério da Cultura, diversos tipos de informações, tais como: o nome do projeto beneficiado com renúncia fiscal; o responsável por sua execução; o número de registro do projeto no Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac); a data da conclusão; os recursos captados; e a justificativa para a não realização da avaliação fin al da aplicação dos recursos recebidos no prazo determinado, entre outras. Leia Mais


Mantega convocado para explicar falta de rumos e “mágica contábil”


Os senadores da Comissão de Assuntos Econômicos aprovaram requerimento do senador Alvaro Dias para que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, compareça ao Senado e preste esclarecimentos sobre os rumos da economia brasileira. Ao justificar o requerimento, o senador Alvaro Dias afirmou que há hoje forte preocupação na sociedade e no mercado em relação aos destinos da economia brasileira. Leia Mais