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domingo, 29 de maio de 2011

Resultados do KIT GAY do Governo Federal.


Deu na coluna    TuttiQui. O liberal.
Avanço
Quem frequenta os banheiros
masculinos do shopping
Boulevard se surpreende com
o oferecimento de programas
sexuais, escritos a caneta nas
paredes, com nomes, telefones
e o tipo de sexo oferecido, a
maioria por homossexuais.
 
Vamos concordar que a aceitação do terceiro sexo (Gay) é parte das contribuições à democracia do governo Lula/Dilma. 
 
Até ahí tudo bem. Mas a ampla campanha direcionada às escolas e principalmente crianças,  no despertar da vida adolescente, para que aceitem como perfeitamente natural sua preferência gay e se eles não são homosexuais , a liberdade para escolher essa preferência sexual, sem nem consultar seus pais, já que o Estado os protege, essa é uma palhaçada, populismo esquedistoide, sem limítes. 

Como não podem dar respostaas questões básicas da democracia, educação, saúde, melhoria das condições de vida, segurança, inventam essa "compensação" que exaltou às comunidades gays que agora tem uma excelente bandeira para incursionar nos colégios promovendo a cultura gay e o homosexualismo. 

Parabens Lula, parabens Dilma, lá na frente serão lembrados pelos gays do mundo. 
 
Outra pérola do Governo Lula/Dilma. 

A secretária de combate ás drogas já disse que o crack é só uma questão da campanha da oposição, que era um terrorismo pedagógico. Eu não sou de oposição e acho isso uma estupidez que só tem um objetivo: esconder sua incompetência "de mierda".  
 
Muito obrigado pela recomendação e sugiro que se ela acha que o crack não é problema grave no Brasil, que dei para seus filhos. 

Alguém tinha que falar, ou não?

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Secretária Nacional diz que epidemia de crack é “bobagem”. Então da para teus filhos


A Secretária Nacional de Políticas sobre Drogas, Paulina Duarte, deu entrevista ao jornal Folha de S.Paulo e afirmou que é “uma grande bobagem” afirmar que existe epidemia de crack no Brasil.

De acordo com Paulina, o Mapa Nacional de Drogas, elaborado pela secretaria em conjunto com a Fiocruz, mostrou que o país não está tomado pelo crack. “Nesse mapa, vimos que não há um "exército de zumbis" consumindo num só lugar, mas pequenas "cenas" de uso”, explicou.

Então da CRACK a teus filhos e passa a mão na cabeça deles se se viciam em crack.

A sociedade brasileira faz um grande esforço para condenar o uso das drogas, para alertar aos pais de famílias, as escolas do perigo que o consumo de crack significa e uma despreparada indicada ministra na "cota política" minimiza o grave problema de drogas que existe no Brasil.

Ela disse que só existem casos isolados.

Bom aí tens um.



sábado, 29 de maio de 2010

Eleições 2010 - Serra ataca: Bolívia a mae de todas as culpas (the mother of all guilt)

Serra acusa a Bolívia pelo tráfico de drogas no Brasil.

As críticas do Serra a Bolívia pelo ingresso de drogas na fronteira com Brasil, são extremamente superficiais, arrogantes e prepotentes.

Ele não sabe distinguir entre países produtores de drogas e consumidores.

Utiliza os mesmos argumentos dos Estados Unidos, quando acusa ao México de todos os desastres, pelo alto consumo de drogas no País do Norte.

Foi necessário ouvir muitas vezes o candidato para acreditar que essa infeliz declaração era mesmo do José Serra. Ele sozinho está cavando seu próprio túmulo.

Leia a mátéria

Em visita à capital do Mato Grosso, o presidenciável José Serra (PSDB), elevou o tom contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste sábado (29) e reforçou as acusações contra a suposta ajuda da Bolívia a narcotraficantes.

 
Depois disso, o ex-governador de São Paulo - Estado que viu a violência aumentar no primeiro trimestre deste ano -, voltou à carga contra o presidente da Bolívia, Evo Morales.

Nesta semana, o tucano acusou o mandatário do país vizinho de "no mínimo" fazer vistas grossas para o tráfico de drogas que age no Brasil e passa pela fronteira sem nenhuma fiscalização.

"Parece que virou política de governo, mandar coca e destruir nossa juventude. Noventa por cento da cocaína consumida no Brasil vem da Bolívia", atacou Serra. Segundo ele, Morales abandonou um programa de erradicação da planta de coca no país vizinho. "Ele é cúmplice porque expandiu em três vezes a produção (...) A coca precisa parar de entrar no Brasil, porque está destruindo a juventude brasileira", afirmou.

O tucano ainda se comprometeu a indicar um jurista para o cargo de ministro da Justiça se for eleito. Essa pasta trata da Polícia Federal, que tem, entre outras atribuições, a obrigação de fiscalizar fronteiras. Para o presidenciável, é preciso indicar pessoas que têm experiência para a pasta, "como membros do Ministério Público, porque os políticos só fazem relações [institucionais] com os tribunais, e não pensam em políticas de segurança".

Leia a mátéria completa no UOL Aqui

sábado, 28 de março de 2009

BRASIL - DROGAS - Só faltava essa. Balas com cocaína fizeram crianças passarem mal

Balas que fizeram com que 17 crianças e adolescentes de uma escola municipal de Santo Antônio de Posse (138 km de SP) passassem mal na terça continham cocaína, diz laudo divulgado ontem pelo Centro de Controle de Intoxicações da Unicamp.Os estudantes com idades de 11 a 15 anos foram levados para o hospital com dores abdominais, ânsia de vômito e dores de cabeça. Dois deles chegaram a ser internados, mas já deixaram o hospital. A Polícia Civil apura o caso.Foram analisadas sete balas, levadas por um aluno à escola. Em três foi detectada a presença da droga. Também houve análises da urina de 14 alunos, mas nada foi detectado em razão da baixa quantidade de cocaína. http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2803200909.htm

domingo, 22 de março de 2009

Campinas, SP, o tráfico corre solto


Aeroporto muambeiro
Polícia Federal detectou irregularidades horríveis no aeroporto de Viracopos. Há conivência entre funcionários de empresas e traficantes de tóxicos. Era interesse da Policia Federal controlar as câmeras do aeroporto. A oferta não foi aceita. Os dias foram se passando. A PF apreendeu quantidades enormes de cocaína vinda da Bolívia. Em São Paulo era distribuída para outros países. Ninguém acaba com contrabando, mas qualquer apreensão custa caro e sempre aparecem os nomes dos prejudicados. A Polícia Federal mantém relações de pessoas com nomes mantidos em sigilo. Perseguidos, mudam e vão morar em outros países.

quarta-feira, 11 de março de 2009

BRASIL, SÃO PAULO - VEJA VÍDEO QUE EXPÕE ESQUEMA DE TRÁFICO DE DROGRAS NO AEROPORTO DE GUARULHOS

Já foi dito, escrito e falado, que pelas esteiras dos aeroportos brasileiros passam toneladas de drogas, armas – de todos os calibres- e crianças, que formam parte de uma rede internacional de seqüestro. Tudo dentro de um rigoroso esquema de contrabando. Isso mesmo, rigoroso e competente esquema oficial de corrupção. Depois de muitos anos de livre trânsito pelas aduanas dos aeroportos brasileiros, agora são apanhados alguns quilos de droga. E o resto? O que já passou e, sobre todo, o que vai continuar passando por baixo das pernas dos funcionários das alfândegas brasileiras?
Veja uma pequena mostra do esquema que deve repetir-se na maioria dos aeroportos internacionais do Brasil.

sexta-feira, 6 de março de 2009

MÉXICOS - DROGAS - O CONSUMIDOR AMERICANO É RESPONSÁVEL PELO NARCOTRÁFICO DIZ PRESIDENTE CALDERÓN


Antes da visita oficial de Nicolas Sarkozy ao México, na segunda-feira (9), o presidente mexicano concedeu uma entrevista ao Le Monde.

Le Monde: A respeito da luta contra o tráfico de drogas, o sr. disse: "São eles ou nós!" Um ministro levantou a hipótese de que o próximo presidente mexicano poderia ser um traficante. O Estado perdeu o controle de uma parte do território?
Felipe Calderón: É claro que não. Nosso esforço visa exatamente preservar a autoridade do Estado, ou seja, o monopólio do uso da força e também o da lei, frente a um fenômeno que, de fato, havia começado a se estender para diversas regiões. Mas não há um único ponto do território nacional que escape ao controle total do Estado. E nós o preservamos porque agimos em tempo, e com muita firmeza.
O crime organizado exerce pressões sobre as autoridades políticas, por cooptação, corrupção ou intimidação. Ele teve uma certa influência em nível local e municipal. Intervir agora permite evitar que a ação criminal afete um escalão mais alto.
Le Monde: Quem é o responsável por isso?

FC: Melhor do que apontar responsáveis é assumir suas responsabilidades. Falemos de causas. A primeira é o consumidor americano. Se os Estados Unidos não fossem o maior mercado consumidor de drogas do mundo, não teríamos esse problema.

Existe também o comércio de armas. Em dois anos, apreendemos 33 mil delas, das quais 18 mil eram de grosso calibre, lança-mísseis, milhares de granadas, explosivos capazes de perfurar blindagens. Bem, a esmagadora maioria havia sido comprada nos Estados Unidos, incluindo material que é propriedade exclusiva do exército americano. Em 2004, [a administração Bush] retirou a interdição de venda que recaía sobre as armas muito perigosas.
Há outro fator: a forma como os cartéis operam mudou. Antes, eles só faziam o transporte da droga para os Estados Unidos. Hoje, e é uma mudança significativa, eles procuram desenvolver um mercado interno, então precisam controlar o território, a vida de comunidades inteiras.

Le Monde: O crime organizado estendeu suas atividades para além das drogas?

FC: Sim, ele também está associado às extorsões, aos sequestros, às ameaças.Todos os níveis de poder devem agir para conter os efeitos nocivos e destruidores do crime organizado. Não é uma obsessão pessoal do presidente da República. Nas regiões onde intervimos, 95% das pessoas aprovam nossa ação.
Le Monde: Algumas pessoas gostariam de chegar a uma negociação com os cartéis para reduzir a violência, como sob o Partido Revolucionário Institucional (PRI), que ficou no poder até o fim de 2000?
FC: É uma ideia incrivelmente ingênua, para não dizer estúpida. Na velha cultura política, se pensava assim. Mas fazer um pacto com o crime não resolve nada. Pelo contrário, isso permite que ele se espalhe como um câncer, uma enorme infecção, pois ele se beneficiaria da cumplicidade de muitas autoridades. Isso acaba lhe abrindo a porta da casa.

Le Monde: E a descriminalização do uso de certas drogas, como propõe o ex-presidente mexicano Ernesto Zedillo?

FC: Algumas pessoas acreditam que isso reduziria os lucros do mercado ilegal. Eu sou da teoria de que legalizar é se resignar a perder muitas gerações de mexicanos. A droga é a escravidão do século 21. Além disso, se os Estados Unidos não modificam sua própria legislação, isso seria absurdo. Nós faríamos de nosso país o paraíso da droga e do crime.
Le Monde: A crise econômica atinge duramente o México através dos Estados Unidos, seu principal parceiro. O que o sr. espera do presidente Barack Obama?

FC: Espero que ele vá rapidamente ao cerne do problema: a crise bancária e financeira. É preciso restabelecer o fluxo do crédito, que é o sangue da economia. Minha preocupação é de que o governo americano demore demais para se recuperar do enfarte. Mas o México possui vários trunfos. As finanças do Estado estão sadias. O sistema de previdência social foi reformado. Os bancos estão sólidos. A taxa de câmbio favorece o turismo e compensa a queda das transferências em divisas dos imigrantes. A crise de 1995 nos afetou bem mais gravemente.
Le Monde: Obama havia criticado o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta), que une o México, os Estados Unidos e o Canadá. O sr. aceitaria uma reforma parcial desse tratado?

FC: Um neoprotecionismo seria um retrocesso para a zona do Nafta. Fui claro com o presidente americano. Ele reconheceu que nossos países haviam se beneficiado com o crescimento gerado pela abertura do comércio: somos o segundo maior comprador de produtos americanos. Se os Estados Unidos tomassem medidas protecionistas, eles perderiam ainda mais em competitividade. Esse foi o grande erro do New Deal de Franklin Roosevelt.