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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Política - Cláudio Humberto alega: No Blog da Governadora do Pará, proibido criticar

Proibido criticar
A governadora do Pará, Ana Julia Carepa (PT), inaugurou blog e twitter. Ambos, claro, bloqueados para comentários ou críticas.

Ele já tentou comentar ou criticar e não conseguiu?. Solução: faça uma postagem com suas críticas no blog dele que serão replicadas nos blogs do Pará.

Blog do Cláudio Humberto


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É um espaço para registrar coisas boas, alegres e emocionantes. Coisas que vejo como mulher, mãe e cidadã que exerce um cargo público muito honrado - o de governadora do Pará. É um blog que trata da emoção positiva, verdadeira, alegre e pra cima. Exatamente do jeito como encaro a vida.
Comentários serão aceitos e moderados, só bastando de identificação e que venham sem agressões, grosserias e injúrias, ataques pessoais.


José Dirceu: A favor das alianças

Amazônia Jornal, 01/02/2010

Em Belém para as comemorações dos 30 anos do PT local, José Dirceu expõe preferências

Aos 63 anos, José Dirceu, um dos mais importantes articuladores políticos do PT, diz que está de bem com a vida, apesar de sua inelegibilidade. Neste final de semana, ele participou das comemorações dos 30 anos do PT no Pará. Em entrevista exclusiva, ele fala sobre as articulações políticas locais, manda recados nas entrelinhas para as lideranças paraenses e faz um balanço da atuação do partido no comando da nação.


-Vamos falar sobre as eleições no Pará. Agora há pouco o deputado Jader Barbalho chegou ao hotel em que o senhor está hospedado. O senhor já conversou com o deputado hoje?

Eu converso muito com o deputado Jader Barbalho. Nós temos uma relação próxima, assim como a que eu tenho com todos os dirigentes do PMDB. Eu sou defensor da aliança com o PMDB em nível nacional e que o PMDB indique o vice à Presidência. Sou defensor que aqui no Pará nós priorizemos uma aliança com o PMDB. Eu acho que é possível reconstruí-la. Ela existe, mas está abalada, o que é natural, porque governo é assim. Nós precisamos ganhar a eleição, reeleger a Ana Júlia. Esse é nosso objetivo: o Paulo Rocha será nosso candidato para o Senado e o Jader, candidato para o Senado pelo PMDB. Vamos discutir o vice. De preferência, conseguir um acordo do PR com o PTB para dar continuidade ao governo da Ana Júlia aqui.

-Talvez seja necessário reorganizar o próprio partido diante das desavenças públicas dentro do PT paraense. A mais recente envolve a deputada Bernadete Ten Caten...

Isso acontece em qualquer partido político. O importante é que o PT elegeu uma nova direção no Pará. Uma direção sólida, com apoio da maioria. Há acordo para apoiar a governadora na sua reeleição e isso é o mais importante. Desavenças sobre candidaturas proporcionais, isso faz parte da vida dos partidos. O que nós precisamos é chegar num meio termo que permita o surgimento de novas lideranças, sem inviabilizar as lideranças que estão consolidadas, que foram importantes para a vitória da governadora, que são importantes nas suas regiões.

-Nestes oito anos de governo, o presidente Lula precisou estabelecer alianças e tomar decisões que atendessem o interesse da maioria. Isso não prejudicou a imagem do partido? Os petistas mais românticos ficaram um pouco frustrados...
Não, não. A imensa maioria dos petistas não está frustrada. A imensa maioria quer é continuar governando, quer eleger a Dilma e quer de volta o Lula, se for possível. Acho que a imensa maioria dos petistas sabe que governar significa fazer acordo, fazer concessões e não só com partidos políticos ou parlamentares. Às vezes falam: 'Ah, mas fez aliança com tal partido. Apresentou a proposta da reforma da Previdência'. Mas não lembram também que tem os acordos com os setores da sociedade, com movimentos sociais, com sindicatos, com ONGs, com empresários, com setores corporativos. Governar é você fazer acordos, composições de maioria, para determinadas prioridades. O que o petista tem que se perguntar é o seguinte: o Brasil melhorou ou piorou? Nós cumprimos as nossas metas? Vamos lembrar para que o PT foi criado. Para representar a classe dos trabalhadores. Nós representamos bem os trabalhadores? Representamos. Nós criamos 10 milhões de empregos no Brasil. E vamos criar mais dez milhões nos próximos quatro anos. Aliás, não foram dez milhões, foram 11,764 milhões.

-A aliança com o PMDB não foi prejudicial para a imagem do PT? No balanço entre ganhos e perdas, o senhor considera que o saldo é favorável?

Totalmente favorável. O Lula não mudou. O PMDB não falou para o Lula assim: 'Tudo bem, nós apoiamos o teu governo mas nós não concordamos com o papel dos bancos públicos, o BNDES não pode ter esse perfil e nós não concordamos com o perfil do Banco do Brasil e da Caixa Econômica etc'. Vamos lembrar que o PPS o PSDB e o DEM votaram contra as medidas no governo na crise. O PMDB votou a favor. Lógico que nós temos divergências com o PMDB. Nós não somos o mesmo partido. Como temos divergências com o PCdoB, que está conosco na esquerda, com o PDT. Até porque os partidos não são homogêneos no Brasil. O PT é mais homogêneo, depois o PCdoB, o PSDB, em um certo sentido, o DEM também. Mas a partir daí os partidos tem muita diferenciação. O PMDB é menos homogêneo porque ele tem grandes lideranças regionais. Eu não vejo que o PT tenha tido algum problema com a imagem. O eleitorado aprova a política de aliança. O eleitorado sabe que precisa fazer aliança. Se você perguntar se ele é contra a política de aliança, ele vai dizer que não porque ele sabe que sem aliança não é possível governar.


Belém é abraçada

Amazônia Jornal, 01/02/2010


Promoção da Vale e O LIBERAL arrastou 5 mil

Cinco mil pessoas vestidas com as cores símbolo do Brasil abraçaram Belém ontem de manhã. O 'abraço verde e amarelo' fez parte das comemorações do aniversário de Belém, ocorrido no último dia 12. A ação foi promovida pela mineradora Vale em parceria com o jornal O LIBERAL.

Para que o abraço simbólico na cidade tivesse as cores da bandeira nacional foram distribuídas 5 mil camisas nas verdes e amarelas em três pontos distintos da cidade. 'Escolhemos locais que representam a cidade. Além de serem cartões-postais de Belém, os lugares escolhidos têm uma relação especial com as pessoas da cidade e por isso não faltou quem quisesse abraçá-los', explica a coordenadora de marketing da Vale, Karla de Melo.

Os lugares 'abraçados' ontem foram a avenida Visconde de Souza Franco e as praças Batista Campos e da República. Na praça da República, o abraço colorido foi em frente ao Theatro da Paz. Lá foram distribuídas três mil camisas alusivas ao evento. Elas vestiram as pessoas que abraçaram Belém.

Também na praça da República houve atividades educativas com as crianças que estavam no local. 'O objetivo é mostrar que a valorização e o respeito às pessoas, assim como ao meio ambiente, devem estar sempre presentes no nosso dia-a-dia', disse Karla de Melo. Além das camisas, foram distribuídas mil mudas de açaizeiros na praça da República.

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