Amazônia, meio ambiente, ecologia, biodiversidade, desenvolvimento sustentável, ciência e tecnologia, incubadoras e parques tecnológicos, política nacional e internacional - Amazonia, the environment, ecology, biodiversity, sustainable development, science and technology, incubators and technology parks, national and international policy
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sexta-feira, 16 de agosto de 2013
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
A contribuição teórica do PT/MEC para ENEM. Imigrações do Século XXI para o Brasil
Haitianos em Brasileia serão transferidos para novo espaço até a próxima segunda-feira
Quem iria a pensar que para o ENEM o tema da redação poderia estar relacionada com as imigrações para o Brasil no século XXI.Visto de outra forma. Quem, no seu pleno equilíbrio físico, mental e emocional iria a submeter aos alunos a desenvolver um tema tão absurdamente irrelevante, como o formulado pelo MEC o dia da realização do ENEM. Quem? somente poderia ser o Mercadante cada dia menos identificado com a educação e mais preocupado com sua possibilidade em disputar o governo de São Paulo.
O dia do ENEM procurei e não encontrei informação consistente e argumentos teóricos para realizar uma redação sobre o tema. Podemos até aceitar que redação pode ser feita sobre qualquer tema, entretanto, o MEC teria a obrigação de selecionar um tema que conta-se com fundamentos, referências históricas e informação apropriada à população alvo, alunos do ENEM.
Quem se sairá melhor serão obviamente os que tenham ouvido alguma declaração ou notícias da imprensa sobre um grupo de bolivianos ou haitianos que vieram ao Brasil na procura de trabalho.
Não pode se falar, de forma nenhuma de correntes migratórias, conhecidas em outras regiões do planeta. Menos ainda, nada teria a ver com alguma tendência que seja a característica do Século XXI no Brasil.
Isso é infantilismo político do PT e nada mais. Não existe teoria sobre o assunto e menos referências históricas.
Veja a matéria sobre "imigrações" de haitianos.
Com aluguel atrasado e ordem de despejo decretada, os haitianos que ainda dependem de vistos da Polícia Federal para regularizarem a situação no país vão se mudar para um clube abandonado até segunda-feira (19). Atualmente eles estão alojados em uma casa particular e se espalham pelos cinco quartos, varanda e um galpão nos fundos do terreno, no bairro Ferreira da Silva.
O Esporte Clube Brasileia, para onde serão levados, tem cerca de mil metros quadrados de área coberta, sem paredes laterais. Na verdade, é um galpão aberto. Ontem (13), o representante do governo do estado, Damião Borges, levará alguns haitianos para fazer a primeira limpeza do lugar.
No início da manhã, a Agência Brasil esteve no local. O mato alto cobre os 5 mil metros quadrados de terreno. O clube está em condições precárias, com as paredes rachadas, algumas sem reboco, lixo – garrafas, folhas, pneus, papel – jogado no chão e o piso quebrado.
Os quatro banheiros, dois coletivos e dois com vasos sanitários quebrados, não dispõem de chuveiros nem de pias. A ampla cozinha só dispõe de uma pequena bancada com pia, sem torneira.
Em outro cômodo interligado com a cozinha a situação é a mesma de todos os demais: muito lixo e sujeira. O desafio do representante do governo do estado na cidade, Damião Borges, é tornar o lugar habitável em cinco dias.

“Não tem mais jeito de ficar aqui [no atual alojamento], tenho até segunda-feira para mudá-los daqui. É o que temos”, disse Damião à Agência Brasil. O funcionário do governo do Acre destacou que ainda nesta semana o fornecimento de água e luz, cortado por atraso nas contas, será restabelecido.
Borges reconheceu que, pelo prazo de que dispõe para mudar os haitianos, as reformas serão “básicas”. Ele disse que o piso e as paredes receberão uma camada de cimento, os banheiros serão consertados e, para garantir o abastecimento de água, serão instaladas cinco caixas d’água de 2 mil litros cada.
Nesse período de pouca chuva é comum o racionamento de água no local. Borges ressaltou que o antigo clube era uma empresa composta por 100 pessoas que desativaram o local.
De acordo com o servidor, o governo estadual comprou o local, assumiu as dívidas e depositou R$ 380 mil para os atuais proprietários. Estes, por sua vez, questionaram o valor e pedem R$ 700 mil pelo terreno e o clube. A demanda está na Justiça.
Na expectativa de uma nova chegada de haitianos ilegais a Brasileia, a reportagem permaneceu durante parte da madrugada em frente ao atual alojamento e constatou a desenvoltura com que os imigrantes ilegais transitam no bairro.

Sem energia na casa, eles permaneceram até a madrugada nas calçadas bebendo cerveja e refrigerantes. Integrados à comunidade local, os haitianos não causam qualquer problema, segundo relatos de moradores.
A pedido de um dos imigrantes, o vizinho Jamisclei Ferreira Campelo, de 33 anos, comprou um celular, aparelho de uso comum deles. Como não tem a entrada no país legalizada, eles estão impossibilitados de ter aparelhos de telefonia móvel e outros eletrodomésticos, mesmo dispondo do dinheiro para a compra.
“Eles são tranquilos, não incomodam ninguém. Nós temos dó deles porque não têm nada”, frisou Filomena Maria César, 66 anos, também moradora do bairro Ferreira da Silva.
Por: Marcos Chagas Enviado
Fonte: Agência Brasil – EBC
Edição: Tereza Barbosa
domingo, 20 de maio de 2012
Hoje é o dia........
Felipe Iluminati anuncia forte terremoto na Itália para hoje 20 de maio de 2012
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Comportamento de país invasor ou caso isolado?
A suspeita de que soldados brasileiros teriam espancado três haitianos
em Cité Soleil, a maior favela de Porto Príncipe, há uma semana, precisa
ser apurada com rigor. Não convém ao Brasil que pairem dúvidas sobre a
disposição do país de coibir atos dessa natureza.
Uma organização de defesa dos direitos humanos que atua no Haiti afirma que os rapazes faziam entregas de água quando o caminhão utilizado para o serviço sofreu problemas mecânicos. Oito soldados do Exército brasileiro, em patrulha na região, teriam abordado os jovens e confiscado documentos, telefone celular e dinheiro. Conduzidos, a seguir, a uma escola próxima, segundo relato divulgado pela imprensa local, os jovens foram violentamente agredidos.
Fatos como esse precisam ser esclarecidos e as medidas cabíveis adotadas, sob risco de comprometer-se o saldo até aqui positivo da participação das Forças Armadas brasileiras no difícil trabalho de estabilização do Haiti -que já dura mais de sete anos.
São elogiáveis, portanto, as primeiras declarações do ministro da Defesa, Celso Amorim, e do comandante da missão, general Luiz Ramos. Ambos apoiaram a investigação do incidente, a cargo da ONU, e prometeram "tolerância zero" com desvios dessa natureza.
O caso serve também para avivar as intenções do governo brasileiro de começar a reduzir a presença militar naquele país e alterar o perfil da missão, que se baseia no trabalho rotineiro de polícia.
Não é essa, afinal, a vocação das Forças Armadas, ainda mais quando se trata de um Exército estrangeiro, que pode facilmente ser visto como força de ocupação.
O governo deveria, aliás, acelerar seu cronograma para reduzir a participação das tropas. É tímida a proposta de retirar, até o final de 2012, apenas 250 dos 2.185 capacetes azuis brasileiros no Haiti.
A melhor maneira de alcançar esse objetivo é apoiar a ampliação e o treinamento do contingente da Polícia Nacional Haitiana, que já conta com 10 mil homens.
É desejável tanto para o Brasil quanto para o Haiti que, em não mais do que dois anos, o governo local esteja pronto para assumir a segurança interna. Que os brasileiros continuem apoiando o povo haitiano, mas não mais no papel de polícia.
Uma organização de defesa dos direitos humanos que atua no Haiti afirma que os rapazes faziam entregas de água quando o caminhão utilizado para o serviço sofreu problemas mecânicos. Oito soldados do Exército brasileiro, em patrulha na região, teriam abordado os jovens e confiscado documentos, telefone celular e dinheiro. Conduzidos, a seguir, a uma escola próxima, segundo relato divulgado pela imprensa local, os jovens foram violentamente agredidos.
Fatos como esse precisam ser esclarecidos e as medidas cabíveis adotadas, sob risco de comprometer-se o saldo até aqui positivo da participação das Forças Armadas brasileiras no difícil trabalho de estabilização do Haiti -que já dura mais de sete anos.
São elogiáveis, portanto, as primeiras declarações do ministro da Defesa, Celso Amorim, e do comandante da missão, general Luiz Ramos. Ambos apoiaram a investigação do incidente, a cargo da ONU, e prometeram "tolerância zero" com desvios dessa natureza.
O caso serve também para avivar as intenções do governo brasileiro de começar a reduzir a presença militar naquele país e alterar o perfil da missão, que se baseia no trabalho rotineiro de polícia.
Não é essa, afinal, a vocação das Forças Armadas, ainda mais quando se trata de um Exército estrangeiro, que pode facilmente ser visto como força de ocupação.
O governo deveria, aliás, acelerar seu cronograma para reduzir a participação das tropas. É tímida a proposta de retirar, até o final de 2012, apenas 250 dos 2.185 capacetes azuis brasileiros no Haiti.
A melhor maneira de alcançar esse objetivo é apoiar a ampliação e o treinamento do contingente da Polícia Nacional Haitiana, que já conta com 10 mil homens.
É desejável tanto para o Brasil quanto para o Haiti que, em não mais do que dois anos, o governo local esteja pronto para assumir a segurança interna. Que os brasileiros continuem apoiando o povo haitiano, mas não mais no papel de polícia.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Leituras - Livro do mês, Recomendo
A a raíz da catastrofe acontecida no Haiti, vêm à memória um trabalho de Jarred Diamond, "O Colapso"
O autor analisa como as sociedades escolhem o fracasso ou o sucesso', Diamond discute o que fez com que algumas das grandes civilizações do passado entrassem em colapso e o que podemos extrair disso.
Abordando desde a cultura da Polinésia pré-histórica na ilha de Páscoa às outrora florescentes civilizações nativas americanas dos anasazis e maias, analisa as causas da decadência da colônia viking medieval na Groenlândia e chega ao mundo moderno (o caso do hait é uma mostra éxemplar). Com isso traça um panorama catastrófico e mostra o que acontece quando desperdiçamos nossos recursos ignoramos os sinais de nosso meio ambientequando nos reproduzimos rápido demais ou cortamos árvores em excesso. Danos ambientaismudanças climáticasrápido crescimento populacionalparcerias comerciais instáveis e pressões de inimigos foram fatores na queda de algumas sociedadescontudo outras encontraram soluções para esses mesmos problemas e subsistiram.
Uma das características da sociedade contemporânea é que ela tem como eixo axial não a distribuição de bens, mas a distribuição de riscos. Riscos que têm conduzido à ruína muitos povos em diversos momentos históricos como muito bem documentado por Jarred Diamond no livro.
O autor ressalta fatores mais importantes que, no passado, teriam determinado a queda de civilizações em diversos continentes. Eles podem servir de exemplo para a explicação do sucesso ou do fracasso de toda uma civilização, segundo aponta o autor.
Apesar de que esses fatores não são atribuídos apenas a danos ambientais, conforme aponta Diamond (2007), ele menciona cinco causas que podem levar uma sociedade ao colapso. São elas: dano ao meio ambiente, mudança climática, relação com países vizinhos de cooperação ou de enfrentamento, e falta de políticas públicas dos governos e dirigentes. Dos cinco fatores referidos pelo Diamond, interessa ressaltar três, já que eles guardam relação direta com a realidade da floresta amazônica (DIAMOND, 2007, p. 27-32).
1. O dano que as próprias pessoas têm infringido ao meio ambiente. O autor aponta que a extensão e a reversibilidade de tal dano dependem, em parte, de propriedades inerentes às pessoas (p.ex., quantas árvores cortam por hectare a cada ano) e, em parte, de propriedades inerentes ao meio ambiente (p. ex., quantas sementes germinam por hectare e quão rapidamente as árvores crescem por ano). Tais propriedades ambientais referem-se tanto à fragilidade quanto a resiliência (potencial para se recuperar dos danos sofridos). Portanto, o porquê de apenas certas sociedades sofrerem colapsos ambientais pode estar relacionado à imprudência de seus povos, à excepcional fragilidade de alguns aspectos do meio ambiente, ou ambos.
2. A mudança climática. O termo hoje tende a se associar com o aquecimento global provocado pelo homem. Na verdade, segundo afirma o autor, o clima pode ficar mais quente, mais frio, mais úmido ou mais seco, ou variável entre meses e anos, em razão de alterações de forças naturais que influenciam o clima e que nada têm a ver com os seres humanos (p.ex., erupções vulcânicas, mudanças de temperatura produzidas pelo Sol, mudanças de orientação do eixo da Terra, etc.). A questão central é: o colapso foi causado pelo impacto ambiental humano ou por mudanças climáticas naturais? Segundo o autor, o que demonstrou ser fatal para produzir o colapso foi a combinação da mudança climática com o impacto ambiental.
3. As respostas que as sociedades dão aos problemas, sejam ambientais ou não. Sociedades diferentes respondem de modo diferente a problemas semelhantes. A história mostra que muitas sociedades no passado tiveram problemas de desmatamento. Entre elas, as sociedades das terras altas de Nova Guiné, Japão, Tikopia e Tonga desenvolveram um manejo florestal bem-sucedido e continuaram a prosperar, enquanto Ilha de Páscoa, Mangareva e Groenlândia Nórdica não conseguiram um bom manejo florestal e, por isso, entraram em colapso. As razões para tal estão nas respostas que foram dadas pelas instituições políticas, econômicas e sociais, e de seus valores culturais. Dessa forma, aponta o autor, tais instituições e valores afetam o modo como as sociedades resolvem (ou tentam resolver) seus problemas.
O trabalho de Diamond ajuda a compreender a realidade da Amazônia atual e de muitas outras regiões (o caso do Haiti é um bom exemplo), principalmente por sua abordagem metodológica comparativa, o que permite extrair importantes lições que podem servir de alerta para as sociedades atuais quanto ao rápido desmatamento que a Amazônia vem experimentando, particularmente, nos últimos 30 anos.
Como reflexão pode-se afirmar que o trabalho do autor é importante porque revela que a discussão sobre o crescimento industrial e populacional, bem como os impactos e a crise que provocam no meio ambiente, não é recente. Todavia, essas questões vêm se agravando, conforme revelado pelos diferentes fóruns que tratam do tema.
O autor analisa como as sociedades escolhem o fracasso ou o sucesso', Diamond discute o que fez com que algumas das grandes civilizações do passado entrassem em colapso e o que podemos extrair disso.
Abordando desde a cultura da Polinésia pré-histórica na ilha de Páscoa às outrora florescentes civilizações nativas americanas dos anasazis e maias, analisa as causas da decadência da colônia viking medieval na Groenlândia e chega ao mundo moderno (o caso do hait é uma mostra éxemplar). Com isso traça um panorama catastrófico e mostra o que acontece quando desperdiçamos nossos recursos ignoramos os sinais de nosso meio ambientequando nos reproduzimos rápido demais ou cortamos árvores em excesso. Danos ambientaismudanças climáticasrápido crescimento populacionalparcerias comerciais instáveis e pressões de inimigos foram fatores na queda de algumas sociedadescontudo outras encontraram soluções para esses mesmos problemas e subsistiram.
Uma das características da sociedade contemporânea é que ela tem como eixo axial não a distribuição de bens, mas a distribuição de riscos. Riscos que têm conduzido à ruína muitos povos em diversos momentos históricos como muito bem documentado por Jarred Diamond no livro.
O autor ressalta fatores mais importantes que, no passado, teriam determinado a queda de civilizações em diversos continentes. Eles podem servir de exemplo para a explicação do sucesso ou do fracasso de toda uma civilização, segundo aponta o autor.
Apesar de que esses fatores não são atribuídos apenas a danos ambientais, conforme aponta Diamond (2007), ele menciona cinco causas que podem levar uma sociedade ao colapso. São elas: dano ao meio ambiente, mudança climática, relação com países vizinhos de cooperação ou de enfrentamento, e falta de políticas públicas dos governos e dirigentes. Dos cinco fatores referidos pelo Diamond, interessa ressaltar três, já que eles guardam relação direta com a realidade da floresta amazônica (DIAMOND, 2007, p. 27-32).
1. O dano que as próprias pessoas têm infringido ao meio ambiente. O autor aponta que a extensão e a reversibilidade de tal dano dependem, em parte, de propriedades inerentes às pessoas (p.ex., quantas árvores cortam por hectare a cada ano) e, em parte, de propriedades inerentes ao meio ambiente (p. ex., quantas sementes germinam por hectare e quão rapidamente as árvores crescem por ano). Tais propriedades ambientais referem-se tanto à fragilidade quanto a resiliência (potencial para se recuperar dos danos sofridos). Portanto, o porquê de apenas certas sociedades sofrerem colapsos ambientais pode estar relacionado à imprudência de seus povos, à excepcional fragilidade de alguns aspectos do meio ambiente, ou ambos.
2. A mudança climática. O termo hoje tende a se associar com o aquecimento global provocado pelo homem. Na verdade, segundo afirma o autor, o clima pode ficar mais quente, mais frio, mais úmido ou mais seco, ou variável entre meses e anos, em razão de alterações de forças naturais que influenciam o clima e que nada têm a ver com os seres humanos (p.ex., erupções vulcânicas, mudanças de temperatura produzidas pelo Sol, mudanças de orientação do eixo da Terra, etc.). A questão central é: o colapso foi causado pelo impacto ambiental humano ou por mudanças climáticas naturais? Segundo o autor, o que demonstrou ser fatal para produzir o colapso foi a combinação da mudança climática com o impacto ambiental.
3. As respostas que as sociedades dão aos problemas, sejam ambientais ou não. Sociedades diferentes respondem de modo diferente a problemas semelhantes. A história mostra que muitas sociedades no passado tiveram problemas de desmatamento. Entre elas, as sociedades das terras altas de Nova Guiné, Japão, Tikopia e Tonga desenvolveram um manejo florestal bem-sucedido e continuaram a prosperar, enquanto Ilha de Páscoa, Mangareva e Groenlândia Nórdica não conseguiram um bom manejo florestal e, por isso, entraram em colapso. As razões para tal estão nas respostas que foram dadas pelas instituições políticas, econômicas e sociais, e de seus valores culturais. Dessa forma, aponta o autor, tais instituições e valores afetam o modo como as sociedades resolvem (ou tentam resolver) seus problemas.
O trabalho de Diamond ajuda a compreender a realidade da Amazônia atual e de muitas outras regiões (o caso do Haiti é um bom exemplo), principalmente por sua abordagem metodológica comparativa, o que permite extrair importantes lições que podem servir de alerta para as sociedades atuais quanto ao rápido desmatamento que a Amazônia vem experimentando, particularmente, nos últimos 30 anos.
Como reflexão pode-se afirmar que o trabalho do autor é importante porque revela que a discussão sobre o crescimento industrial e populacional, bem como os impactos e a crise que provocam no meio ambiente, não é recente. Todavia, essas questões vêm se agravando, conforme revelado pelos diferentes fóruns que tratam do tema.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Brasil no Haiti - A Embaixatriz durona
Nossa embaixatriz: notas sobre a atuação diplomática.
Reclamam pesquisadores da UNICAMP sobre a atuação da Embaixatriz brasileira em Porto Príncipe, Haiti.
"Após conversar com nossos colegas do Viva Rio, diante da chegada de novos quadros desta organização em Porto Príncipe e em função de uma situação volátil, que muda a cada instante do que diz respeito ao acesso à água e comida, optamos por pedir abrigo à embaixada do Brasil".
Explicam os pesquisadores no seu Blog. E mais, ainda:
Diga-se de passagem, há dias amigos e parentes do Brasil insistem em que deveríamos recorrer à embaixada. Afinal, somos um grupo de brasileiros que viu seu trabalho no Haiti interrompido pela violência do terremoto, e estamos na expectativa do que fazer: ficamos e ajudamos?
Podemos ajudar? Ou devemos partir para o Brasil em meio uma situação incerta e que se agrava todos os dias? E se decidimos partir, como partir? Seguindo a orientação de nossos colegas do Viva Rio, nos preparamos para seguir para a embaixada hoje pela manhã. Acordamos às 6 da manhã, após mais uma noite dormindo no jardim, e nos preparamos para esperar o veículo que viria nos buscar.
Ela irrompeu o portão do Viva Rio por volta das 8:30 da manhã e pediu que nos chamassem. Trazia um vestido curto algo entre o roxo e o verde, quase um furta cor, apresentava uma expressão rígida e abatida. Na certa estava tocada pelos últimos eventos. Os cabelos devidamente penteados pra trás, uma maquiagem excessiva e um colar de ouro ostensivo. Enquanto permanecíamos na sombra, ela se manteve no sol.
Aos poucos, enquanto sua proeminente testa e suas bochechas se enchiam de suor, ela discorreu sobre grandes temas, aliando ciência, religião e política de maneira única. Em poucos minutos, a embaixatriz do Brasil no Haiti explicou por que um rabino, as placas tectônicas, seu marido, os mortos e o Brasil eram interdependentes.
Ela não nos perguntou nada. Não sabia quem éramos, ou o que fazíamos aqui. Quando soube que de um grupo da Unicamp se tratava, não titubeou: “A EMBAIXADA NÃO TEM NENHUM COMPROMISSO COM A UNICAMP. O EMBAIXADOR PROIBIU QUE FOSSEM HOSPEDADOS EM NOSSAS DEPENDÊNCIAS. ELE É O EMBAIXADOR, ELE MANDA; SE HOSPEDAMOS VOCÊS TEMOS QUE HOSPEDAR TODOS”.
Leia a matéria completa no Blog dos pesquisadores da UNICAMP aqui:
Blog de pesquisadores da UNICAMP no Haiti
Reclamam pesquisadores da UNICAMP sobre a atuação da Embaixatriz brasileira em Porto Príncipe, Haiti.
"Após conversar com nossos colegas do Viva Rio, diante da chegada de novos quadros desta organização em Porto Príncipe e em função de uma situação volátil, que muda a cada instante do que diz respeito ao acesso à água e comida, optamos por pedir abrigo à embaixada do Brasil".
Explicam os pesquisadores no seu Blog. E mais, ainda:
Diga-se de passagem, há dias amigos e parentes do Brasil insistem em que deveríamos recorrer à embaixada. Afinal, somos um grupo de brasileiros que viu seu trabalho no Haiti interrompido pela violência do terremoto, e estamos na expectativa do que fazer: ficamos e ajudamos?
Podemos ajudar? Ou devemos partir para o Brasil em meio uma situação incerta e que se agrava todos os dias? E se decidimos partir, como partir? Seguindo a orientação de nossos colegas do Viva Rio, nos preparamos para seguir para a embaixada hoje pela manhã. Acordamos às 6 da manhã, após mais uma noite dormindo no jardim, e nos preparamos para esperar o veículo que viria nos buscar.
Ela irrompeu o portão do Viva Rio por volta das 8:30 da manhã e pediu que nos chamassem. Trazia um vestido curto algo entre o roxo e o verde, quase um furta cor, apresentava uma expressão rígida e abatida. Na certa estava tocada pelos últimos eventos. Os cabelos devidamente penteados pra trás, uma maquiagem excessiva e um colar de ouro ostensivo. Enquanto permanecíamos na sombra, ela se manteve no sol.
Aos poucos, enquanto sua proeminente testa e suas bochechas se enchiam de suor, ela discorreu sobre grandes temas, aliando ciência, religião e política de maneira única. Em poucos minutos, a embaixatriz do Brasil no Haiti explicou por que um rabino, as placas tectônicas, seu marido, os mortos e o Brasil eram interdependentes.
Ela não nos perguntou nada. Não sabia quem éramos, ou o que fazíamos aqui. Quando soube que de um grupo da Unicamp se tratava, não titubeou: “A EMBAIXADA NÃO TEM NENHUM COMPROMISSO COM A UNICAMP. O EMBAIXADOR PROIBIU QUE FOSSEM HOSPEDADOS EM NOSSAS DEPENDÊNCIAS. ELE É O EMBAIXADOR, ELE MANDA; SE HOSPEDAMOS VOCÊS TEMOS QUE HOSPEDAR TODOS”.
Leia a matéria completa no Blog dos pesquisadores da UNICAMP aqui:
Blog de pesquisadores da UNICAMP no Haiti
domingo, 17 de janeiro de 2010
Haiti - Jornal Espanhol, Haiti já não existe
PABLO ORDAZ: Enviado especial, Puerto Príncipe 16/01/2010.
A anarquia toma conta do país ante a falta de uma autoridade que combata o caos - Mulheres e homens vagam pelas ruas e se começa a ouvir tiros no centro de Porto Príncipe - A ajuda internacional segue sendo uma piada
Não existe uma contagem certa do número de mortos e qualquer cifra é apenas aproximação muito subjetiva.
Os especialistas em análise do poder estariam fazendo sua festa: Não existe poder, o que existia se derrubou. E não existe ainda uma nova força que capaz de exercer o poder.
Para que o número de vítimas do terremoto do Haiti se aproxime da realidade fazem falta duas coisas. A primeira é que alguém as houvesse contado. A segunda é que aqui, em este país chamado Haiti, houvesse algum tipo de autoridade municipal ou federal que tivesse assumido o controle da situação.
O Haiti já não existe. Sua capital é somente um imenso cemitério em ruínas por onde passeiam - sem saber para onde - milhões de pessoas convertidas em vagabundos.
Leia mais no jornal Espanhol, El País(em espanhol: El País
ELEIÇÕES NO CHILE. AS CIFRAS NÃO QUADRAM.
Segundo o Jornal O Estado de São Paulo, as intenções de voto favorecem ao candidato da direita Sebastian Piñera e por primeira vez depois do retorno à democracia, no chile se retornaria ao governo conservador com um presidente que apoiou ao governo militar e que pouco a pouco foi desligando-se da sua imagem pinochetista. De fato o irmão do candidato da direita foi um dos mais fortes ministros do Pinocher. José Piçnera autor de toda a legislção trabalhista do regime militar que acabou com todas as reformas laborais que tinham alcançados os trabalhadores chilenos durante o governo do socialista Salvador Allende.
Nestas eleições as cifras mostram que sem o apio dos candidatos que ficaram en trerceiro e quarto lugar, quem ganharia seria o candidato Piñera e se considera o apoio de Enríquez e Arrate, el triunfo será de Frei.
Entretanto o Jornal O Estado de São Paulo da como vencedor ao candidato da direita, utilizando as últimas pesquisas, mas não os apoios recebidos por Frei.
Sebastian Piñera (esq.) e Eduardo Frei participam de debate na televisão, em Santiago, Chile
Primeira mulher a governar um país latino-americano, a atual presidente do Chile, Michelle Bachelet, encerra seu mandato com mais de 80% de aprovação entre os chilenos. Neste domingo (17), no segundo turno da eleição presidencial, Bachelet enfrentará um desafio semelhante ao que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva passará em outubro: será testada sua capacidade de transferir votos a Eduardo Frei Ruiz-Tagle, candidato de sua coligação, a Concertación, coalizão de centro-esquerda que governa o Chile há 20 anos, desde o fim da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).
Frei disputa a sucessão presidencial com o bilionário Sebastian Piñera, da coligação de centro-direita Coalizão pela Mudança pelo Partido Renovação Nacional, o favorito para vencer o pleito. No primeiro turno, Piñera obteve 44% dos votos, contra 29,6% de Frei, 20,13% do independente Marco Enríquez-Ominami e 6,21% de Jorge Arrate, candidato do Partido Comunista.
Após receber o apoio de Arrate e Ominami, Frei, que presidiu o Chile entre 1994 e 2000, subiu nas pesquisas e alcançou 49,1% das intenções de voto, contra 50,9% de Piñera, segundo a última pesquisa eleitoral publicada no diário "La Tercera". Para ajudar ainda mais o candidato da Concertación, Bachelet deu ontem (14) a maior demonstração de apoio à sua candidatura, declarando abertamente o seu voto em Frei, e fazendo críticas veladas ao candidato direitista.
Para Virgílio Arraes, doutor em História pela Universidade de Brasília (UnB) e pesquisador do Instituto Brasileiro de Relações Internacionais, a população não vê grandes diferenças entre os dois candidatos na capacidade de promover mudanças sócio-econômicas, fator que pode ajudar a explicar porque a popularidade de Bachalet não resultou na vitória de Frei no primeiro turno. "O que definiu a votação até agora foi o marketing de campanha. Nesse sentido, Piñera conseguiu mobilizar a população por ser um empresário dinâmico, no âmbito privado gerar milhares de empregos", avalia.
"Frei é uma pessoa honesta. Ele tinha muitos negócios, mas os passou adiante. Separou os negócios da política e fez isso não depois de eleito. Ele tem inteligência, experiência e coragem", disse a presidente, que pretende se candidatar ao cargo novamente daqui a quatro anos, em entrevista à rádio Cooperativa. Bachelet acrescentou afirmando que um presidente com negócios privados pode "limitar o necessário pensamento no interesse público".
Segundo Arraes, a declaração de voto de Bachelet, que em 2005 derrotou justamente Piñera no segundo turno, poderá ser decisiva nesse momento. "A Concertación tenta desesperadamente garantir mais um mandato, ainda que haja algumas diferenças entre os grupos do Frei [que é do Partido Democrata Cristão, ala mais conservador dentro da coalizão] e da Bachelet [do Partido Socialista]", diz.
Para mim, que estive nos últimos dias entre o primeiro e segundo turno no chile e sentí de cerca o espírito das ruas e o ambiente eleitoral e tive acesso a informações de primeira mão, Frei pode ganhar, depois de receber o apio do Enríquez, será por 1,5% ou próximo dessa cifra e, pelo contrário, se ganha Piñera seu triunfo será por mais de 4%. Esperar para ver.
Leia mais aqui no
UOL
sábado, 16 de janeiro de 2010
Tecnologia - A queda do Google. Novo site de buscas Ultrapassa o Google em "buscas com sucesso" nos EUA, mostra pesquisa
A porcentagem de buscas com sucesso do buscador Bing, lançado pela Microsoft em junho de 2009, cresceu significativamente em dezembro, informou a empresa de pesquisas Experian Hitwise nesta quinta-feira (14).
A Hitwise considera "buscas com sucesso" os casos em que o internauta entra em um dos sites oferecidos após a busca realizada.
Em outubro de 2009, a taxa de sucesso do Bing estava bem abaixo dos concorrentes, com cerca de 70%. No entanto, em dezembro, sua porcentagem cresceu significativamente, passando a do Google e ficando acima de 75%.
A taxa de sucesso do Yahoo! --que fechou aliança com a Microsoft nas buscas-- permanece maior que a dos concorrentes, entre cerca de 76 e 79%.
Quando se verificam somente os cem termos mais pesquisados em cada buscador, obtém-se 16,5% para o Bing, 15,1% para o Yahoo! e 9,5% para o Google.
"A taxa de sucesso em buscas está frequentemente associada com a complexidade da busca", esclarece a Hitwise. "Tradicionalmente buscadores de portais tendem a possuir mais temáticas simples de se resolver".
Quanto ao volume de buscas nos EUA no último mês, o Google continuou a dominar, com 72,3%; o Yahoo! ficou com 14,8%, e o Bing, com 8,9%.
Folha Online
HAITI
O terremoto no Haiti confirma uma das mais importantes mensagens bíblicas que disse que "A quem todo tem, tudo lhe será dado e em dobro, e a quem nada tem, tudo lhe será tirado, inclusive aquilo que não tem"
Apos essa terrível desgraça um imbecil, Consul Geral do Haiti no Brasil foi falar que o terremoto ocorrido no Haiti é fruto ou decorrência de práticas regligiosas como a "macumbas"
Grande estupidez de um diplomata que deve ser eliminado do corpo consular brasileiro.

Veja a entrevista concedida na TV SBT do Brasil abaixo e confira a linguagem idiota do Consul:
Entrevista do consul na SBT
O blogue arriscou a sondar entre seus leitores, amigos e fies seguidores, a opinião que eles tem sobre o Governo Ana Julia. Esta enquete não é uma IBOPE, nem menos uma pesquisa de opinião, com uma metodologia científica, é apenas uma enquete.
Vote e deixe seu registro.
A Hitwise considera "buscas com sucesso" os casos em que o internauta entra em um dos sites oferecidos após a busca realizada.
Em outubro de 2009, a taxa de sucesso do Bing estava bem abaixo dos concorrentes, com cerca de 70%. No entanto, em dezembro, sua porcentagem cresceu significativamente, passando a do Google e ficando acima de 75%.
A taxa de sucesso do Yahoo! --que fechou aliança com a Microsoft nas buscas-- permanece maior que a dos concorrentes, entre cerca de 76 e 79%.
Quando se verificam somente os cem termos mais pesquisados em cada buscador, obtém-se 16,5% para o Bing, 15,1% para o Yahoo! e 9,5% para o Google.
"A taxa de sucesso em buscas está frequentemente associada com a complexidade da busca", esclarece a Hitwise. "Tradicionalmente buscadores de portais tendem a possuir mais temáticas simples de se resolver".
Quanto ao volume de buscas nos EUA no último mês, o Google continuou a dominar, com 72,3%; o Yahoo! ficou com 14,8%, e o Bing, com 8,9%.
Folha Online
HAITI
O terremoto no Haiti confirma uma das mais importantes mensagens bíblicas que disse que "A quem todo tem, tudo lhe será dado e em dobro, e a quem nada tem, tudo lhe será tirado, inclusive aquilo que não tem"
Apos essa terrível desgraça um imbecil, Consul Geral do Haiti no Brasil foi falar que o terremoto ocorrido no Haiti é fruto ou decorrência de práticas regligiosas como a "macumbas"
Grande estupidez de um diplomata que deve ser eliminado do corpo consular brasileiro.
Veja a entrevista concedida na TV SBT do Brasil abaixo e confira a linguagem idiota do Consul:
Entrevista do consul na SBT
AVALIE O GOVERNO ANA JULIA
O blogue arriscou a sondar entre seus leitores, amigos e fies seguidores, a opinião que eles tem sobre o Governo Ana Julia. Esta enquete não é uma IBOPE, nem menos uma pesquisa de opinião, com uma metodologia científica, é apenas uma enquete.
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Projeto Brasil 2022 - Presidente Lula escreve em livro do ex-presidente espanhol "Iberoamérica 2020: Retos frente a la Crisis"
Recentemente foi lançado o Livro "Iberoamérica 2020: Retos frente a la crisis" da Editorial Siglo XXI, organizado por o ex-Presidente do Governo Espanhol, Felipe Gonzalez. O artigo do Lula é um dentre dos muitos outros escrito por líderes, ex-presidentes e intelectuais da América Latina.
"Desenvolvimento e Coesão Social" é o título do artigo. No artigo Lula explica os objetivos da política social do Brasil, onde ressalta o Programa de Bolsa Família que até hoje tem apoiado a mais de 11 milhões de famílias o que representa mais de 45 milhões de brasileiros. Destaca também os investimentos do Governo Federal na educação dos jovens de escassos recursos, que encontravam-se marginalizados do ensino superior. Com a criação da Bolsa Estudo hoje são beneficiados mais de 400 mil jovens com bolsas de estudos integrais e parciais em universidades privadas.
O artigo, interessante por ser um dos poucos publicados de autoria do Presidente, coloca ênfase nos principais programas socias do governo brasileiro, tais como a reforma agrária e as ações da agricultura familiar, a luta do governo contra a discriminação, o crescimento econômico sustentável e a diminuição da desigualdade, onde ressalta o crescimento do PIB e seus efeitos na diminuição da desigualdade sociual, destacando-se a geração de novos empregos, o aumento da renda média anual ds brasileiros -que aumentou em 5,3% entre 2003 e 2006 e o salário mínimo -que teve um aumento de 53% até meados de 2008-, permitindo que mais de 20 milhões de brasileiros deixaram as classes D e E rumo à classe C, alcançando-se, em 2007, uma meta que até alguns anos parecia inalcançável: a classe média passou a representar à maioria da população brasileira.
Os novos desafios para Iberoamérica 2020, segundo Lula são a continuação do crescimento com a consolidação dos programas sociais, a ampliação dos programas de infra-estrutura, a questão energética, -com a exploração das novas reservas de petróleo. No âmbito regional destaca-se no artigo, que o compartilhamento das experiências bem sucedidas com os vizinhos é fundamental para conseguir difundir as externalidades positivas do crescimento econômico e avanços sociais. Dentre dessas experiências destacam-se a Bolsa Família, o combate a doenças como o HIV/AIDS e a questão dos biocombustíveis, dentre outros.
Finalmente Presidente chama a uma solidariedade global, sendo este na realidade uma verdadeira marca do Lula e que deverá ser sua grande contribuição ao mundo no bicentenário da independência de muitos países de Iberoamérica.
Outros ex-presidentes escrevem também no livro do Felipe Gonzalez, dentre eles o ex-presidente Fernado Henrique Cardoso, com uma contribuição que vai precisamete no sentido oposto ao artigo do Presidente Lula. O ex-presidente ressalta a fragilides da democracia na América Latina e chama a atenção sobre uma nova onda populista na região. Diferentemente, o Lula destaca o processo de consolidação da democracia.
Exército confirma morte de 11 militares no Haiti; terremoto mata também Zilda Arns
O gabinete do senador Flávio Arns (PSDB-PR) confirmou nesta quarta-feira (13) que Zilda Arns morreu em missão no Haiti, país que sofreu um terremoto de 7 graus na escala Richter nesta terça-feira. O senador é sobrinho de Zilda Arns.
Zilda Arns, 75, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, estava em missão humanitária no país e está entre as vítimas do terremoto
UOL Notícias.
Médica pediatra e sanitarista, Zilda Arns era fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa. A Pastoral da Criança é um órgão de Ação Social da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
A morte de Zilda Arns foi confirmada também pela senadora Ideli Salvatti (PT-SC) ao UOL Notícias.
Além de Arns, morreram pelo menos quatro militares brasileiros que servem na força de paz da ONU no país caribenho, informou o Exército nesta quarta-feira.
O Brasil vai enviar US$ 10 milhões e 14 toneladas de alimentos ao Haiti. Um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) vai decolar no final da manhã de hoje para Belém com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o embaixador brasileiro no Haiti Igor Kipman, que estava em Brasília aguardando autorização para seguir até Porto Príncipe.
Missão brasileira no Haiti
O Brasil tem 1.266 militares na Força de Paz da ONU, a Minustah, dos quais 250 são da engenharia do Exército.
O general Carlos Alberto Neiva Barcellos, chefe do setor de comunicação social do Exército, disse a jornalistas que há grande número de militares brasileiros desaparecidos após o terremoto.
O Brasil, que lidera as tropas de paz da ONU no Haiti, participa da Minustah com 1.266 militares. O contingente total da missão é de 9.065 pessoas, sendo 7.031 militares, segundo dados de novembro.
*Com informações de Keila Santana, do UOL Notícias em Brasília, e das agências internacionais.
A política paraene e a teoria da complexide - Fala um caboclo de Igarapé.
O ex Deputado e político paraense Parsifal Pontes, com sua brilhante lenguagem faz uma análise sobre a entrevista da Governadora Ana Julia no Programa Argumento de uma emissora de TVdo Estado. Gostei e postei!
A governadora Ana Júlia, no programa Argumento, concedeu, ontem, mais uma entrevista.
O mesmo enredo das outras intui que a governadora acredita na eficiência do dito de que “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”.
Caboclo de igarapé, tenho visto muita pedra dura criar tanto limo que a água não mais bate: apenas passa.
Concordo, conceitualmente, com a governadora quando ela diz que trata o PMDB melhor que o governo passado.
Dialeticamente, todavia, devo discordar: se o PT trata “melhor” o PMDB, é sinal que o PSDB o teria tratado bem e o PT apenas melhorou a atenção.
Como o PSDB tratou mal o PMDB, fique claro que o PT apenas o tratou menos mal.
Semanticamente, a conclusão a que se chega é que o PMDB foi maltratado no governo que passou e continua sendo neste.
PSDB e PT se valeram da infantaria peemedebista e do prestígio do seu general para se encastelar no Palácio dos Despachos e depois, destarte as juras de apreço, cuspiram-lhe no rosto.
Quando rareia a saliva vêm oferecer lenços de seda para secar o cuspe. Ambos, portanto, ao PMDB, lembram aqueles versos do Augusto dos Anjos, para quem “o beijo é a véspera do escarro”.
A governadora também afirma, na sustentação da sua tese que de o PMDB deveria marchar com ela, que o partido “tem memória, foi desidratado no governo anterior”.
Ocorre que na política o momentum é avaliado de forma diversa daquela que Sir Isaac Newton o definiu para a física: nela não há a conservação do momento linear.
Traduzindo a equação: a memória do PMDB está mais próxima da raiva que o PT o tem causado agora do que daquela que o PSBD o causou antanho.
Não sinalizo, nesta asserção, que eu, como um militante peemedebista, defenda uma aliança com o PSDB.
Prefiro significar que o partido tem musculatura para disputar a eleição majoritária em cabeça de chapa, por possuir cabeças de pontes bem estruturadas.
A desinteligência do atual governo não conseguiu superar o desapreço com as alianças firmadas. O PMDB não deseja, não quer, e nunca aceitará ser tratado como uma tendência do PT.
Se o PT pretende governar só que dispute a eleição sem companhia. O PMDB deve desejar, se fizer alianças com quem quer que seja, fazer parte do governo, efetivamente implantando a sua política administrativa no devido espaço que lhe for destinado.
Parsifal Pontes
Quem decidirá a eleição no Chile?
Apos da última pesquisa de intenções de voto que dão ao candidato da direita chilena um triunfo por menos de um dígito, frente ao candidato da Concertação de centro direita, Eduardo Frei, surgiu o salvador da patria que pode dar uma reviravolta nas eleições do domingo 17, no Chile.
"Desenvolvimento e Coesão Social" é o título do artigo. No artigo Lula explica os objetivos da política social do Brasil, onde ressalta o Programa de Bolsa Família que até hoje tem apoiado a mais de 11 milhões de famílias o que representa mais de 45 milhões de brasileiros. Destaca também os investimentos do Governo Federal na educação dos jovens de escassos recursos, que encontravam-se marginalizados do ensino superior. Com a criação da Bolsa Estudo hoje são beneficiados mais de 400 mil jovens com bolsas de estudos integrais e parciais em universidades privadas.
O artigo, interessante por ser um dos poucos publicados de autoria do Presidente, coloca ênfase nos principais programas socias do governo brasileiro, tais como a reforma agrária e as ações da agricultura familiar, a luta do governo contra a discriminação, o crescimento econômico sustentável e a diminuição da desigualdade, onde ressalta o crescimento do PIB e seus efeitos na diminuição da desigualdade sociual, destacando-se a geração de novos empregos, o aumento da renda média anual ds brasileiros -que aumentou em 5,3% entre 2003 e 2006 e o salário mínimo -que teve um aumento de 53% até meados de 2008-, permitindo que mais de 20 milhões de brasileiros deixaram as classes D e E rumo à classe C, alcançando-se, em 2007, uma meta que até alguns anos parecia inalcançável: a classe média passou a representar à maioria da população brasileira.
Os novos desafios para Iberoamérica 2020, segundo Lula são a continuação do crescimento com a consolidação dos programas sociais, a ampliação dos programas de infra-estrutura, a questão energética, -com a exploração das novas reservas de petróleo. No âmbito regional destaca-se no artigo, que o compartilhamento das experiências bem sucedidas com os vizinhos é fundamental para conseguir difundir as externalidades positivas do crescimento econômico e avanços sociais. Dentre dessas experiências destacam-se a Bolsa Família, o combate a doenças como o HIV/AIDS e a questão dos biocombustíveis, dentre outros.
Finalmente Presidente chama a uma solidariedade global, sendo este na realidade uma verdadeira marca do Lula e que deverá ser sua grande contribuição ao mundo no bicentenário da independência de muitos países de Iberoamérica.
Outros ex-presidentes escrevem também no livro do Felipe Gonzalez, dentre eles o ex-presidente Fernado Henrique Cardoso, com uma contribuição que vai precisamete no sentido oposto ao artigo do Presidente Lula. O ex-presidente ressalta a fragilides da democracia na América Latina e chama a atenção sobre uma nova onda populista na região. Diferentemente, o Lula destaca o processo de consolidação da democracia.
Exército confirma morte de 11 militares no Haiti; terremoto mata também Zilda Arns
O gabinete do senador Flávio Arns (PSDB-PR) confirmou nesta quarta-feira (13) que Zilda Arns morreu em missão no Haiti, país que sofreu um terremoto de 7 graus na escala Richter nesta terça-feira. O senador é sobrinho de Zilda Arns.
Zilda Arns, 75, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, estava em missão humanitária no país e está entre as vítimas do terremoto
UOL Notícias.
Médica pediatra e sanitarista, Zilda Arns era fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa. A Pastoral da Criança é um órgão de Ação Social da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
A morte de Zilda Arns foi confirmada também pela senadora Ideli Salvatti (PT-SC) ao UOL Notícias.
Além de Arns, morreram pelo menos quatro militares brasileiros que servem na força de paz da ONU no país caribenho, informou o Exército nesta quarta-feira.
O Brasil vai enviar US$ 10 milhões e 14 toneladas de alimentos ao Haiti. Um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) vai decolar no final da manhã de hoje para Belém com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o embaixador brasileiro no Haiti Igor Kipman, que estava em Brasília aguardando autorização para seguir até Porto Príncipe.
Missão brasileira no Haiti
O Brasil tem 1.266 militares na Força de Paz da ONU, a Minustah, dos quais 250 são da engenharia do Exército.
O general Carlos Alberto Neiva Barcellos, chefe do setor de comunicação social do Exército, disse a jornalistas que há grande número de militares brasileiros desaparecidos após o terremoto.
O Brasil, que lidera as tropas de paz da ONU no Haiti, participa da Minustah com 1.266 militares. O contingente total da missão é de 9.065 pessoas, sendo 7.031 militares, segundo dados de novembro.
*Com informações de Keila Santana, do UOL Notícias em Brasília, e das agências internacionais.
A política paraene e a teoria da complexide - Fala um caboclo de Igarapé.
O ex Deputado e político paraense Parsifal Pontes, com sua brilhante lenguagem faz uma análise sobre a entrevista da Governadora Ana Julia no Programa Argumento de uma emissora de TVdo Estado. Gostei e postei!
A governadora Ana Júlia, no programa Argumento, concedeu, ontem, mais uma entrevista.
O mesmo enredo das outras intui que a governadora acredita na eficiência do dito de que “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”.
Caboclo de igarapé, tenho visto muita pedra dura criar tanto limo que a água não mais bate: apenas passa.
Concordo, conceitualmente, com a governadora quando ela diz que trata o PMDB melhor que o governo passado.
Dialeticamente, todavia, devo discordar: se o PT trata “melhor” o PMDB, é sinal que o PSDB o teria tratado bem e o PT apenas melhorou a atenção.
Como o PSDB tratou mal o PMDB, fique claro que o PT apenas o tratou menos mal.
Semanticamente, a conclusão a que se chega é que o PMDB foi maltratado no governo que passou e continua sendo neste.
PSDB e PT se valeram da infantaria peemedebista e do prestígio do seu general para se encastelar no Palácio dos Despachos e depois, destarte as juras de apreço, cuspiram-lhe no rosto.
Quando rareia a saliva vêm oferecer lenços de seda para secar o cuspe. Ambos, portanto, ao PMDB, lembram aqueles versos do Augusto dos Anjos, para quem “o beijo é a véspera do escarro”.
A governadora também afirma, na sustentação da sua tese que de o PMDB deveria marchar com ela, que o partido “tem memória, foi desidratado no governo anterior”.
Ocorre que na política o momentum é avaliado de forma diversa daquela que Sir Isaac Newton o definiu para a física: nela não há a conservação do momento linear.
Traduzindo a equação: a memória do PMDB está mais próxima da raiva que o PT o tem causado agora do que daquela que o PSBD o causou antanho.
Não sinalizo, nesta asserção, que eu, como um militante peemedebista, defenda uma aliança com o PSDB.
Prefiro significar que o partido tem musculatura para disputar a eleição majoritária em cabeça de chapa, por possuir cabeças de pontes bem estruturadas.
A desinteligência do atual governo não conseguiu superar o desapreço com as alianças firmadas. O PMDB não deseja, não quer, e nunca aceitará ser tratado como uma tendência do PT.
Se o PT pretende governar só que dispute a eleição sem companhia. O PMDB deve desejar, se fizer alianças com quem quer que seja, fazer parte do governo, efetivamente implantando a sua política administrativa no devido espaço que lhe for destinado.
Parsifal Pontes
Quem decidirá a eleição no Chile?

Marco Enríquez-Ominami, terceiro colocado no primeiro turno, que obteve mais de 20% dos votos, declarou se apoio a Frei, criticamente, manifestou que votará pelo candidato que o povo do Chile tinha dado um respaldo de 29%, sem mencionar o nome do Frei, Enríquez manifestou que as diferencias com a direita são irrecobciliáveis, por serem eles os continuadores da política pinochetista e responsáveis pelo assassinato de milhares de chilenos e do seu padre o lider da esquerda Miguel Enríquez, assassinado pela ditadura em 1974.
apesar do apoio a Frei Enriquez dize que "Frei e Pinhera representam o passado e não o futuro.
Assim, "não emprestaremos nossa ropa a ninguem para cubrir sua vergonha e contruiremos um partido moderno, programático, um partido deste século", manifestou.
"No hemos negociado nada y no negociaré nada (...). No quiero nada para mí. No me verán en cargo alguno en el próximo gobierno", afirmó, dejando claro que encabezará "una oposición constructiva, propositiva, firme, rigurosa, combativa, pensando en lo que sea mejor" para el país.
"Somos la tercera fuerza de Chile, no le prestamos ropa a nadie para cubrir sus vergüenzas y construiremos un partido programático, moderno, un partido de este siglo", añadió, recordando que para él tanto Piñera como Frei "son demasiado partícipes del oscuro pasado de Chile".
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