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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Dilma: Pronatec terá 8 milhões de matrículas até o fim do ano


No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma informou que 60% das matrículas do Pronatec foram feitas por jovens com idade entre 17 e 29 anos



A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (3) que o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec) já conta com 5,7 milhões de matrículas, das quais 4 milhões feitas nos cursos de qualificação profissional e 1,7 milhão, nos cursos técnicos. "Até o final do ano, vamos chegar aos 8 milhões de matrículas que tínhamos nos comprometido quando lançamos esse programa", disse.

No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma informou que 60% das matrículas do Pronatec foram feitas por jovens com idade entre 17 e 29 anos, o que, segundo ela, mostra que eles veem no programa a oportunidade de melhorar a formação e conseguir um bom emprego. "[Isso] também é ótimo para o Brasil, que precisa, cada vez mais, de técnicos e de trabalhadores qualificados, para aumentar a produtividade nas nossas empresas e a competitividade da economia brasileira", acrescentou. Ela destacou que, em 2013, os cursos do Pronatec podiam ser encontrados em 3.200 municípios e que, este ano, chegarão a 4.260 cidades.

Dilma explicou que o Pronatec oferece cursos técnicos que podem durar até dois anos, e cursos de qualificação com duração menor, de até quatro meses. Os cursos técnicos são oferecidos para quem está fazendo ou já terminou o Ensino Médio, disse. "Até o final de 2014, estarão em funcionamento mais 208 escolas técnicas federais. Já no início de março, teremos, em funcionamento, mais 151 escolas técnicas", acrescentou. A presidente informou que o governo fez parceria com o Sistema S, como o Senai e o Senac, para a formação de técnicos nas mais variadas áreas.

Nos cursos de qualificação profissional, mais de 4 milhões de trabalhadores fizeram a matrícula para melhorar a capacitação, dos quais 900 mil eram beneficiários do Programa Brasil sem Miséria. "Esse esforço tem sido especialmente importante para a indústria", disse. Com o Pronatec, o governo oferece mais de 300 mil vagas em cursos em setores estratégicos, como petróleo e gás, tecnologia da informação, construção civil, energias renováveis, entre outros.

A presidenta Dilma também lembrou que, em março, serão abertas as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec), que seleciona jovens e adultos que já concluíram o ensino médio para as vagas dos cursos técnicos do Pronatec.

(Ana Cristina Campos /Agência Brasil)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Educação e inovação pautam nova fase de crescimento



O modelo de crescimento do país, na gestão PT, entrou na sua terceira fase. A primeira, que começou em 2003/2004, foi marcada por políticas de transferência de renda e recuperação do poder de compra do salário mínimo. A partir de 2007, iniciou-se a segunda fase, com o aumento dos investimentos públicos, incentivos para investimentos privados, políticas industriais e programas habitacionais (como o Minha Casa Minha Vida).  O impulso ao crescimento, agora, será dado pelos investimentos em educação e inovação, segundo o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

Nesta etapa, além dos programas educacionais (Prouni, Reuni e Pronatec), o governo está aumentando os recursos  para inovação. Já colocou à disposição da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), por exemplo, R$ 2 bilhões a mais do que seu orçamento original para este ano, segundo informou o secretário. Dentre as iniciativas de melhoria nas áreas da educação e inovação consta, ainda, o Regime Especial do Plano Nacional de Banda Larga, que vai desonerar do PIS/Cofins, ainda este ano, os tablets/computadores/smartfones.  Além do foco em educação e inovação, o governo poderá  imprimir ritmo mais acelerado nas obras do PAC em 2012.

Economistas do setor privado acreditam que o governo também deverá contar com um aumento da oferta de crédito do BNDES, depois da moderação observada este ano, para dar novo alento ao crescimento. Dos R$ 55 bilhões do Tesouro Nacional colocados à disposição do banco este ano, a instituição usou cerca de R$ 30 bilhões. Os R$ 25 bilhões restantes devem engordar o orçamento do próximo ano.