sábado, 4 de julho de 2009

SUSTENTABILIDADE - Costa Rica é o lugar mais feliz e mais verde do mundo


A Costa Rica, o país com menos de 5 milhões de habitantes ensanduichado entre o Panamá e a Nicarágua, ficou no topo do ranking global de combinação de vida longa e feliz com limitada degradação ambiental.

O país mistura um belo interior, uma grande diversidade de espécies e há muito tempo se livrou de seu exército. A fusão de seus ministérios da energia e meio ambiente reverteu o desmatamento e ajudou o país a produzir 99% de sua energia a partir de fontes renováveis. Ela também apresentou altas notas, em relação a outros países em desenvolvimento, nas pesquisas sobre pobreza, liberdade de imprensa e democracia.

O Índice Planeta Feliz ("Por que uma boa vida não precisa custar o planeta") publicado na sexta-feira pela New Economics Foundation, com sede no Reino Unido, combina medições de expectativa de vida, felicidade e pegada ecológica para avaliar a sustentabilidade do crescimento em 143 países.

O fato dos 10 mais da lista dos países "mais verdes e mais felizes" ser dominado pela América Latina pode gerar alguma desconfiança, já que a região é mais conhecida na imaginação ocidental por suas favelas, desigualdade e golpes de Estado. O Zimbábue ficou em último lugar, juntamente com uma dúzia de outros países do sul, leste e centro da África.

Veja matéria na íntegra aqui

E aqui materia da fonte original no site da New Economic Foudations NEF

SAÚDE - NÃO TENHO MEDO DA MORTE E SIM DE PERDER A DIGNIDADE - I HAVE NO FEAR OF DEATH AND YES THE DIGNITY OF MISS

Essas foram as palavras do Vice-Presidente José Alencar quando foi perguntado se teria medo da morte. Ele agregou que existiam poucas pessoas públicas neste País com quem ele pooderia tirar uma foto a vontade.
Sua energia, seu espírito de luta para enfrentar desafios, sua ética e visão de futuro são seu maior exemplo para a sociedade e especialmente, juventude brasileira.

TODO O POVO DO BRASIL REZA PELA SAÚDE DO JOSÉ ALENCAR

Veja a matéria sobre a internação

O presidente da República em exercício, José Alencar, voltou a ser hospitalizado neste sábado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após passar mal em Brasília. Ele foi diagnosticado com câncer abdominal há 12 anos.

De acordo com a Globo News, uma tomografia no abdome identificou uma obstrução intestinal parcial provocada pelo tumor.

A expectativa é de que ele continue internado em jejum por pelo menos dois dias recebendo soro pela veia. Se essa hidratação não for suficiente para desobstruir o intestino de Alencar, ele terá de ser operado.

A internação de hoje estava fora do previsto porque Alencar costuma passar pelo Sírio apenas às quintas-feiras. Uma vez por mês, ele vai a Houston, nos Estados Unidos, para se submeter a um tratamento experimental.

Folha Online

UFPA - O REITOR CARLOS MANESCHY MOSTROU PORQUE É REITOR DA MAIOR UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA

Ficou claro para toda a sociedade paraense e dezenas de representante de todos os poderes de União, porque o Prof. Calos Maneschy era a melhor opção para exercer o mandato de Reitor.

O ex-reitor sabia disso, ele ouviu diversas vezes e acredito de diversas pessoas o que era óbvio: a maior competência e qualidades do Maneschy para conduzir essa nova fase da universidade.

O Alex não pensou seriamente sobre o grande desafio que implicava conduzir para melhores patamares de desenvolvimento a construção de uma universidade da importância da UFPA, que deverá ser o centro de uma nova concepção do desenvolvimento da Amazônia. O ex-reitor só pensou em uma pessoa, no último momento do segundo tempo, em quem podia ser mais fiel a sua pessoa e também estava errado, já que ele não procurou fidelidade ao projeto de universidade e sim apenas fidelidade pessoal, acima da competência. O pior é que a própria candidata Regina Feio sabia disso.

A posse do Reitor Carlos Maneschy e sua proposta ampla, inovadora e extremamente pragmática, mostraram porque a alternativa com visão de futuro era, não apenas a melhor opção, como a única que a universidade podia escolher.

O ex-reitor se deu um grande tiro no seu próprio pé, cometendo um erro básico do dirigente que peca de egocentrismo: não criar lideranças, não formar quadros. O temor de formar lideres melhores do que ele mesmo, esse é o medo dos dirigentes que possuem uma mentalidade estreita demais, um ego que não cabe no seu peito. Chegado o momento de deixar o lugar para alguém continuar sua "obra" não tem ninguém, aí é quando corre para pegar o mais fiel da sua equipe e não aparece o lider que a universidade requer. Não conta com ninguém, fica só carregando nas costas, a pior proposta de candidato (a)possível e assume pessoalmente a campanha como algo particular.

Retomar a construção da universidade mais importante da Amazônia, no dia de hoje é um desfio de grandes proporções. Nesta década e, particularmente nos últimos 5 anos, a Região Amazônica foi reconhecida como um lugar estratégico no planeta, diferentemente de décadas anteriores, hoje as novas visões sobre a aquecimento global, sobre as possibilidades de utilizar os chamados créditos de carbono, os efeitos perversos do desmatamento sobre a destruição global e, sobre tudo, a necessidade de conferir valor econômico à biodiversidade, colocam às instituições de ensino e pesquisa na dianteira desse processo.

Essa foi a leitura da maioria dos que assistimos o discurso de Reitor Carlos Maneschy e os desafios que se impõem à universidade ele já assumiu e a comunidade toda mostrou que estava com essa proposta e estará com esse compromisso na nova gestão que ontem se iniciou com uma grande festa do conhecimento, da sabedoria e da inteligência.

Saneamento ainda é "um verdadeiro buraco", no Brasil



Por Elaine Patrícia Cruz, da Agência Brasil

Entre 79 cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes, Franca, no interior paulista, é a que oferece à população o melhor serviço de saneamento básico disponível, conforme pesquisa divulgada nesta quinta-feira (2/7) pelo Instituto Trata Brasil.

Segundo o estudo, baseado em dados do Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento do Ministério das Cidades, as cidades brasileiras avançaram 14% nos serviços referentes a esgotos e 5% no tratamento entre os anos de 2003 e 2007, mas, para os pesquisadores, os números ainda são insuficientes.“O que os dados mostram é que a coleta de esgoto é muito pior que a coleta de lixo e o acesso às redes de água e eletricidade. E, na verdade, os níveis de tratamento [de esgoto], que são os que garantem o manejo correto dos dejetos, ainda estão muito abaixo. O problema de saneamento é um verdadeiro buraco para o Brasil, e o país não consegue resolver”, afirmou o pesquisador Marcelo Néri, chefe do Centro de Políticas Sociais, vinculado ao Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas.

Sete das dez cidades que apresentaram os melhores números no atendimento de saneamento para sua população ficam em São Paulo. Por ordem, as dez primeiras colocadas são Franca (SP), Uberlândia (MG), Sorocaba (SP), Santos (SP), Jundiaí (SP), Niterói (RJ), Maringá (PR), Santo André (SP), Mogi das Cruzes (SP) e Piracicaba (SP). A capital mais bem colocada no ranking é Curitiba (PR), no 11º lugar. São Paulo aparece na 21ª colocação e o Rio de Janeiro, na 36ª.

Entre as cidades com piores serviços de saneamento básico, quatro estão localizadas no estado do Rio de Janeiro: São Gonçalo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu e São João de Meriti. Também fazem parte da lista as capitais de Rondônia (Porto Velho), do Pará (Belém) e do Amapá (Macapá) e as cidades de Cariacica, no Espírito Santo, Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, e Canoas, no Rio Grande do Sul.

O estudo também levou em consideração a percepção das pessoas sobre os serviços públicos disponíveis, baseando-se em dados da Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar (Pnad) de 2007, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com esse levantamento, apenas 49,44% da população brasileira tem rede de esgoto. O número é muito inferior ao da rede de água encanada (81,11%), de lixo coletado (86,79%) e de eletricidade (98,18%).

Segundo o pesquisador, a questão do saneamento básico deveria ser uma das prioridades em políticas públicas, já que a sua ausência traz muitos impactos negativos na vida das pessoas. “A falta de saneamento implica pior desenvolvimento humano em todas as dimensões, em particular na saúde. A falta de saneamento rouba a vida e mata crianças, principalmente de 1 a 6 anos de idade, e também gera consequências futuras para aqueles que sobrevivem às doenças do saneamento.

"Marcelo Néri observou que a pesquisa mostra que está havendo redução na altura e no índice de massa corporal das pessoas que vivem em localidades que não têm ou oferecem serviços deficientes de saneamento."A falta de saneamento inibe o desenvolvimento físico e intelectual das pessoas”, disse o pesquisador.Para ele, o problema da falta de saneamento só será resolvido com vontade política e mobilização social. “Não é só dinheiro. Dinheiro é importante, mas, fundamentalmente, é gestão. E, para isso, a população tem de estar conscientizada. Tem que perceber que a falta de saneamento não é só o cheiro, não é só a coceira. É doença.” Néri ressaltou que as pessoas precisam de pressionar o prefeito de sua cidade e cobrar avanços no saneamento básico.

Agência Brasil e Envolverde

sexta-feira, 3 de julho de 2009

ECONOMIA - Brasil aposta em programa habitacional para aquecer economia e ampliar acesso a casa própria


Jonathan Wheatley


Alberto Silva da Cruz, um segurança de 28 anos, e a sua mulher, Genilsa, uma faxineira de 32 anos, acabaram de entrar na fila de cerca de 200 metros de extensão em frente ao Feirão da Caixa, uma feira imobiliária anual criada pela Caixa Econômica Federal, o Feirão da Casa Própria recebe mais de 15 mil pessoas no dia 21 de maio, em São Paulo

banco estatal brasileiro de poupança e hipotecas.

Ainda não são 9h. Falta ainda mais de uma hora para a abertura do banco, quando a fila terá o dobro do tamanho, já que mais casais e famílias jovens chegarão para terem uma oportunidade de comprar a primeira casa própria através de um projeto governamental de incentivo chamado "Minha Casa, Minha Vida", que investirá R$ 60 bilhões no mercado imobiliário brasileiro. "Sem o Minha Casa, Minha Vida, nós não estaríamos aqui", explica Genilsa. "As taxas de juros são muito altas e as prestações muito grandes. Mas agora acreditamos que poderemos".

Veja aqui na íntegra

Lula diz a Sarney que crise é guerra contra seu governo

Dau na Folha.
VALDO CRUZ
ANDREZA MATAIS
Colaborou KENNEDY ALENCAR,
da Sucursal de Brasília

Para presidente, situação no Senado se deve à tentativa da oposição de desestabilizar aliança entre PMDB e PT em 2010.

Após conversa com o petista, senador disse que, diante da mudança no discurso do PT, ficaria "fora de cogitação" deixar a presidência da Casa.

Veja na íntegra

PARÁ - A GOVERNADORA DISSE QUE CONFIA NA JUSTIÇA

A governadora do Estado Ana Julia declarou que tem plena confiança na justiça e que não está preocupada com as denúncias sobre o suposto superfaturamento de KITS escolares a estudantes da rede estadual de ensino. As ações são legais declarou a Governadora e assim vai se pronunciar a justiça.

Na realizade, essa ação do governo do Estado (a de realizar investimentos na educação pública) tem sido um dos focos do Governo de Estado: investir na educação pública e gratuita. Independente das ações da justiça o governo não deve deixar de lado os programas de assistência ao ensino público, ao contrário, este fato deveria servir de reflexão para, precisamente, aumentar os recursos e assim, deixar para trás, as críticas e denúncias que podem afetar as ações de educação no Estado.

Se um funcionário cometeu delito ou errou, ele quem deve sofrer as ações da justiça e ñão o Governo que está no caminho certo.

PARÁ - Complicou-se a vida da Secretária de Educação do Estado - DEU NO BLOG DO ESPAÇO ABERTO

A vida da Profª Iracy de Almeida Gallo Ritzmann

Secretária de Estado de Educação complicou-se de vez pelas ações do Ministério Público Federal e do Estado. Parece também que sua declaração "esclarecendo os Fatos" longe de esclarecer deu motivo para novas controvérsias. Veja a anãlise do Blog do "Espaço Aberto", do Pará, sobre a NOTA ESCLARECEDORA DA SEDUC.

Do Espaço Aberto:

1. “[...] Tenho a consciência tranquila de ter agido corretamente ao distribuir...”
Secretária, na Administração Pública, “consciência tranquila” não é e nunca foi jamais, em tempo algum, na História deste e de outros países, deste e de outros planetas, critério aceitável para se aferir a legalidade dos atos de um gestor – do primeiro ao milésimo escalão. “Consciência tranquila” é resultado de processo crítico que se passa no íntimo de cada um. Na Administração Pública impera, entre outros, o princípio da legalidade. Pergunte ao dr. Carlos Ledo, seu assessor jurídico, que ele explicará a Vossa Excelência se o princípio da legalidade tem alguma relação – por mais remotamente que seja – com “consciência tranquila”.

2. “Parte das camisas foi confeccionada por cooperativas formadas por jovens do programa Bolsa Trabalho, reforçando ainda mais o alcance desta importante iniciativa social do Governo Popular.”
Não se discute a importância social desses kits. Este blog mesmo já ressaltou isso várias vezes. A iniciativa é das mais louváveis. E poderia consagrar o governo Ana Júlia. Mas, secretária, iniciativas de largo alcance social, quaisquer que sejam, não podem prescindir de ditames legais. Sob hipótese alguma. É o que se discute neste caso.

3. “Reafirmo meu compromisso com a educação pública gratuita e de qualidade e com o desenvolvimento de uma gestão educacional democrática e republicana.”
Esse compromisso não é só seu, secretário. É de toda a sociedade. Educação pública gratuita e de qualidade e com o desenvolvimento de uma gestão educacional democrática e republicana é uma aspiração de todos. O que é que esse compromisso e essa aspiração têm a ver com superfaturamento de R$ 7, 330 milhões?

4. “Quanto à decisão judicial envolvendo o meu nome, daremos - eu e minha equipe -, logo que citados oficialmente, todas as informações e declarações à Justiça do Pará, para comprovar o acerto e a correção da nossa medida.”
Secretária, no momento propício, não esqueça de pedir – seja à sua assessoria jurídica, seja à Procuradoria-Geral do Estado – que esclareçam em juízo a questão das compras – superfaturadas, segundo o Ministério Público – de 1 milhão de agendas e de 1 milhão de mochilas, tudo sem o indispensável processo licitatório. Esse pedido é necessário, dra. Iracy, porque se a sua defesa em juízo for igual ao teor de sua nota, a senhora poderá ser prejudicada. Porque sua nota não aborda, numa linha sequer, a questão da compra das agendas e das mochilas. Já pensou se a defesa de Vossa Excelência cometer essa omissão?

VEJA AGORA A NOTA DA SEDUC.

NOTA DA SEDUC

Em relação ao que foi veiculado na imprensa relacionado ao Programa Pará, Minha Terra, Minha Escola, Minha Paz e envolvendo o meu nome, quero reafirmar que tenho a consciência tranquila de ter agido corretamente ao distribuir, para quase um milhão de estudantes da rede estadual de ensino, um kit composto de mochilas, agendas e camisas do uniforme escolar.
Um benefício inédito em nosso Estado, o Programa Pará, Minha Terra, Minha Escola, Minha Paz produziu resultados positivos para os estudantes, suas famílias e a comunidade.
Pela primeira vez, os Conselhos Escolares receberam recursos diretamente para a aquisição dos uniformes, descentralizando o processo de compra e favorecendo dezenas de pequenos fabricantes e a economia local.
Parte das camisas foi confeccionada por cooperativas formadas por jovens do programa Bolsa Trabalho, reforçando ainda mais o alcance desta importante iniciativa social do Governo Popular.
Os milhares de jovens e suas famílias que, pela primeira vez, tiveram direito ao seu uniforme escolar garantido pelo estado, sabem que o que nós fizemos foi importante e positivo.
Por fim, reafirmo meu compromisso com a educação pública gratuita e de qualidade e com o desenvolvimento de uma gestão educacional democrática e republicana.
Quanto à decisão judicial envolvendo o meu nome daremos - eu e minha equipe -, logo que citados oficialmente, todas as informações e declarações à Justiça do Pará, para comprovar o acerto e a correção da nossa medida.

Belém, 1º de julho de 2009
Iracy de Almeida Gallo Ritzmann
Secretária de Estado de Educação

Veja aqui a história, blog do Espaço Aberto"

Veja Curriculo Lattes da Profª Iracy de Almeida Gallo RITZMANN

Veja também maiores referências da Profª Iracy de Almeida Gallo RITZMANN

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Reitor da Universidade Federal do Pará Carlos Maneschy toma posse em Brasília

Ao dar posse aos novos reitores das universidades federais do Amazonas e do Pará, nesta quinta-feira, 2, o ministro da Educação, Fernando Haddad, lembrou que a educação acelera seu processo de desenvolvimento nos dois estados e que isso depende, cada vez mais, do compromisso de todos com o desenvolvimento nacional. Assumiu a reitoria da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Márcia Perales Mendes Silva, e da Universidade Federal do Pará (UFPA), Carlos Edílson de Almeida Maneschy.

De acordo com o ministro, os índices de desenvolvido da educação básica ainda são baixos no Amazonas e no Pará e isso constitui um desafio também para as universidades, especialmente na formação de professores. O aumento dos repasses da União, com a criação do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), segundo Haddad, é uma forma de ajudar os estados a melhorar a qualidade das escolas públicas. Os repasses do governo federal que no Fundef eram de R$ 500 milhões por ano, disse, subiram para R$ 5 bilhões com o Fundeb, e isso vai repercutir na melhoria da qualidade da educação.

Sintonizadas com o desafio de oferecer graduação aos professores da educação básica em exercício nas redes públicas estaduais e federais, proposta pelo governo federal no Plano Nacional de Formação de Professores, a Ufam e a UFPA abrem este ano 935 vagas em licenciaturas presenciais. São vagas exclusivas, carimbadas, segundo Haddad, para professores que estão lecionando nas redes dos dois estados.

Destas 935 vagas, a Ufam abre 680 em oito licenciaturas. Os cursos de graduação presencial, de primeira e segunda licenciatura, serão oferecidos nos campi de Humaitá (370 vagas) e de Itacoatiara (310 vagas). Também para ingresso imediato, a UFPA oferece 255 vagas em seis cursos presenciais, de primeira licenciatura. As vagas estão distribuídas nos campi de Belém (120), Barcarena (120) e Altamira (15).

CERIMÔNIA LOCAL: Em Belém, haverá transmissão do cargo com a participação da comunidade acadêmica, na sexta-feira, 3 de julho, que será realizada às 10h, no Centro de Convenções da UFPA. Também tomarão posse de seus novos cargos, na ocasião, o vice-reitor, Horácio Schneider, e os pró-reitores designados para a equipe do professor Maneschy: Marlene Freitas (PROEG), Emmanuel Tourinho (PROPESP), Fernando Neves (PROEX), Erick Pedreira (PROPLAN), Edson Ortiz (PROAD), João Cauby Júnior (PROGEP) e Flávio Nassar (PROINTER), além do diretor da FADESP, João Guerreiro, e do prefeito da Cidade Universitária, Alemar Rodrigues Júnior.

Assessoria de imprensa do MEC e UFPA

BIODIVERSIDADE - Evento apresentou plano para cadeia da castanha-do-brasil

A formação da Câmara Setorial da Cadeia da Castanha-do-brasil foi um dos objetivos do Workshop Castanha-do-brasil, que aconteceou de 15 a 17 de junho, no Instituto Israel Pinheiro, em Brasília (DF).

Cerca de 80 participantes, entre representantes dos Povos e Comunidades Tradicionais e da Agricultura Familiar (PCTAF), setor empresarial, organizações não-governamentais ligadas a agricultura familiar e meio ambiente, entidades de pesquisa e representantes dos governos estaduais e federal estiveram presentes no encontro.

A abertura aconteceou na segunda-feira (15)com as presenças do secretário de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Adoniram Sanches Peraci (SAF/MDA); do diretor de Logística e Gestão Empresarial da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Silvio Porto; do diretor da Cooperação Técnica Alemã no Brasil (GTZ), Ulrich Krammenschneidir; do secretário de Articulação Institucional e Parcerias do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Ronaldo Coutinho Garcia; e do secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Egon Krakhecke.

O workshop apresentou o Plano de Ação para a Castanha-do-brasil, elaborado a partir de diagnóstico já submetido à apreciação de organizações que desenvolvem trabalhos com o fruto nos estados do Amazonas, Pará, Acre, Amapá, Rondônia e Mato Grosso. Também serão definidos os responsáveis pelas ações propostas pelo plano e as atribuições da Câmara Setorial da Cadeia da Castanha-do-brasil, que foi constituída.

Plano Nacional

Na terça-feira (16), com a presença dos ministros do Desenvolvimento Agrário (MDA), Guilherme Cassel; do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Patrus Ananias; do Meio Ambiente (MMA), Carlos Minc; e da subchefe adjunta da Casa Civil, Tereza Campelo, foi assinada a portaria interministerial com as orientações para implementação do Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade.

A portaria cria o Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) denominado Grupo de Coordenação do Plano Nacional que tem as atribuições de articular as ações de governo para implementação do Plano Nacional e selecionar as cadeias de produtos da sociobiodiversidade que serão prioritárias, além de estabelecer as diretrizes para elaboração e implementação dos seus respectivos planos de ação e propor a criação, a composição e as atribuições da câmara setorial por cadeia.

O Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade foi lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em abril de 2009. É fruto de uma articulação dos ministérios do Desenvolvimento Agrário, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e do Meio Ambiente e de um processo de consulta e socialização junto a órgãos dos governos federal e estaduais, agência de cooperação internacional, setor empresarial, agências de fomento e a sociedade civil organizada.

Nesse primeiro ano, as ações de implantação do Plano iniciam pelas cadeias da castanha-do-brasil e do babaçu, envolvendo representantes que atuam nos níveis nacional, estadual e local. Essas cadeias foram priorizadas em virtude de sua relevância socioeconômica e ambiental pois, juntas, beneficiam cerca de 500 mil famílias de extrativistas e quebradeiras de coco e geram, anualmente, em torno de R$ 160 milhões.

SociobiodiversidadeOs produtos da sociobiodiversidade são bens e serviços (produtos finais, matérias primas ou benefícios) gerados a partir de recursos da biodiversidade, voltados à formação de cadeias produtivas de interesse dos povos e comunidades tradicionais e de agricultores familiares.

UFPA - REITOR SERÁ EMPOSSADO HOJE NO MEC

Agenda do ministro da Educação

Quinta-feira, 2 de julho de 2009

14h30 - Participa da posse da professora Marcia Perales Mendes Silva no cargo de reitora da UFAM e do professor Carlos Edilson de Almeida Meneschy no cargo de reitor da UFPA
Local: Sala de atos - 9º andar - MEC

quarta-feira, 1 de julho de 2009

UFPA - Deu no blog do Edir "Bilhetim"

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Maneschy: as tarefas centrais
1- Construir um novo plano decenal com a participação da sociedade civil paraense, da capital e do interior. Envolvendo todos os segmentos sociais ( empresariais, trabalahistas, camponeses, quilombolas, ONGS, e e tc.)

2- Com base no plano decenal produzir o plano plurianual- 2009-2013

3- Transformar a qualidade do ensino de graduação e sua integração com a pesquisa e a extensão.

4- Qualificar o significado da universidade multicampi.

5- Manter o investimento na pesquisa e na pós-graduação.

6- Criar um política de assistência médica e social aos servidores técnicos-administrativos e docentes.

7- Crair um organismo consultivo de participação da sociedade civil no planejamento e avaliação das políticas da UFPA de ensino, pesquisa e extensão para o estado do Pará.

8- Articular o zoneamento acadêmico educacional das microrregiões do estado, em parceria com as instituições acadêmicas públicas e privadas do estado. O objetivo é evitar a superposição de instituições, cursos acadêmicos em um único município e ou microrregião em detrimento de outros municípios.

9- Reorganizar as políticas de esporte, lazer e cultura da UFPA, em escala institucional, estadualmente.

10- Fazer uma ampla articulação política-institucional com os governos municipal, estadual e federal, visando garantir investimento crescente na UFPA.

11- Criar iniciativas planificadas de relacionamento entre universidade e empresa, visando garantir, não só parceria, como também aprofundar campo de estágios para os cursos de graduação da UFPA.



Cerimonial deve preparar festa popular
Toda a comunidade da UFPA está esperando a festa popular da posse. A tarefa deve ser organizada pelo cerimonial.

Maneschy deve nomear os Pró-Reitores no dia 03
Após a transmissão do cargo de Reitor, a primeira atitude de Maneschy deverá ser a nomeação imediata de sua equipe de Pró-Reitores. Se a vice-reitora renunciar neste dia, então Maneschy nomeará imediatamente Schneider como vice reitor.

Maneschy, Schneider e Tourinho seguem para BSB
Hoje pela manhã seguem para Brasília Maneschy, Schneider e Emanuel Tourinho. Schneider e Tourinho estarão amanhã (02-06) na solenidade de posse de Maneschy em Brasília. A reitoria não se dignou a oferecer passagem e estadia ao novo reitor da UFPA nesta viagem de serviço ao MEC. Dia 03 a partir das 10 hs no hangarzinho teremos a solenidade de transmissão de cargo ao Prof. Dr. Carlos Edilson de Almeida Maneschy. Já estou alugando a beca.

Bilhetim

terça-feira, 30 de junho de 2009

Amazônia perde 124 km² de florestas em maio, diz Inpe


Área equivale a sete vezes a Ilha de Fernando de Noronha.
Houve queda de 89% em relação a mesmo mês de 2008.

Do Globo Amazônia, em São Paulo

A Amazônia perdeu pelo menos 123,7 km² de florestas no mês de maio – área equivalente a sete vezes a Ilha de Fernando de Noronha, em Pernambuco. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (24) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O número representa uma redução de 89% se comparado com o mesmo mês de 2008, quando foi registrado desmatamento de 1.096 km².
A leitura dos satélites foi prejudicada pelas nuvens, que cobriram 62% da Amazônia Legal. Em maio do ano passado, a área coberta por nuvens era de 46%.

O estado onde foram encontradas mais áreas desmatadas foi Mato Grosso, que teve 61,2 km² de florestas derrubadas. Em segundo lugar está Roraima, com 17,7 km², seguido pelo Maranhão, com 17,6 km².

Aqui na íntegra

Aprenda a vigiar a floresta usando o mapa do Globo Amazônia

DESMATAMENTO - Madeireiras clandestinas exploram floresta avaliada em R$ 30 bilhões

Operação do Ibama tenta desarticular quadrilha de devastadores no PA.
Cerca de 40 mil metros cúbicos de madeira já foram apreendidos.

O alvo criminoso escolhido na última semana pelo Ibama são as madeireiras clandestinas que operam na região oeste do Pará. Elas cortam árvores em uma área ainda preservada, onde o órgão ambiental calcula que existam cerca de R$ 30 bilhões em madeira.
A operação ocorre em conjunto com a Polícia Federal e a Polícia Civil do Pará. Como as madeireiras usam balsas para transportar a madeira, os fiscais estão tentando barrar a circulação de barcos com carregamentos clandestinos, que usam como rota principal o rio Curuá-Una, um dos afluentes do Amazonas. Até agora, agentes do Ibama e policiais da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado, apreenderam mais de 40 mil metros cúbicos de madeira nobre – o suficiente para carregar 1.600 caminhões. Quatro pessoas foram presas. A carga está avaliada em aproximadamente R$ 100 milhões. Várias armas foram apreendidas no acampamento.

Aqui na íntegra

CHILE - Economia do Conhecimento , exemplo de recuperação econômica






Por Marcela Sanchez



No final de 2008, enquanto o resto do mundo caía em uma das piores recessões em décadas, o governo chileno havia juntado US$ 42 bilhões em reservas - resultado da disciplina fiscal e de um aumento de 60% nas exportações desde 2005.

Agora o Chile é uma nação credora e o único país que teve um aumento na avaliação de crédito da agência de classificação de risco Moody's durante a recessão global. Em 23 de junho, o presidente Obama disse que a presidente do Chile Michelle Bachelet é uma das "lideranças mais fortes que temos, não apenas no hemisfério mas em todo o mundo."

Mas ela nem sempre recebeu elogios assim. Há apenas um ano, a taxa de aprovação de Bachelet era de apenas 44%; em 2007, ela caiu para 35%.

Desde que ela assumiu o poder em março de 2006, Bachelet resistiu repetidamente a seu próprio partido, economizando enquanto outros queriam gastar e pensando a longo prazo enquanto outros buscavam ganhos imediatos.

Como ela mesma perguntou à plateia na Brookings Institution durante sua visita recente a Washington: "Podem imaginar o quanto eu seria mais popular se eu fosse uma populista?". Felizmente para o Chile, Bachelet não é.

O plano de economias de Bachelet permitiu que o Chile investisse no quinto maior pacote de estímulo do mundo, em proporção à renda nacional. O compromisso exigirá gastos deficitários, mas de acordo com o Ministro das Finanças chileno Andres Velasco, o déficit chegará apenas a um total de 4% do PIB do país, bem menos do que os 14% do PIB necessários nos EUA.

Horas antes de encontrar com Bachelet no Salão Oval na semana passada, Obama expressou admiração pelo fato de o Chile ter economizado seus superávits.

"Eles tinham os recursos para lidar com uma queda", disse.
"É uma boa lição para os Estados Unidos. Quando tivemos superávits, eles foram dissipados."

Mas a boa lição não é apenas poupar. Bachelet também está gastando com sabedoria. Ela está enfrentando as vulnerabilidades econômicas do país e reduziu a dependência do Chile dos mercados instáveis.

Sua solução é simples: diversificar aumentando o capacidade humana e evoluir na direção de uma economia baseada no conhecimento.
Na íntegra aqui

MEIO AMBIENTE - Frigoríficos recusam acordo para combate ao desmatamento na Amazônia


Em resposta à proposta de acordo do MPF, a União das Indústrias Exportadoras de Carne recusa se comprometer com datas, prazos ou sistemas de controle previstos na legislação

O Ministério Público Federal recebeu ontem da União das Indústrias Exportadoras de Carne documento que significa, na prática, recusa ao acordo proposto semana passada pelos procuradores da República que buscam conter os danos ambientais praticados na cadeia produtiva da pecuária. O MPF já respondeu ao documento.

“O que a Uniec propôs não traz nenhuma garantia consistente de busca pela legalidade e sustentabilidade do setor pecuário no estado do Pará, garantia essa imprescindível para justificar a suspensão dos efeitos das recomendações expedidas”, diz a resposta, enviada hoje ao presidente da União, Francisco Victer.

Todos os pontos propostos pelo MPF para efetivas mudanças no controle da atividade pecuária – georreferenciamento, licenciamento ambiental, regularização fundiária e recuperação de áreas degradadas – foram listados pelos frigoríficos como responsabilidade do governo do Pará.

“Essas questões já são responsabilidade legal do Estado, não há nenhuma novidade nisso. O que seria novidade seria o setor produtivo reconhecer o ônus de sua atividade e se comprometer com esses controles, garantir que as compras serão interrompidas se os fornecedores não obtiverem a regularização”, explica o procurador da República Daniel César Azeredo Avelino, um dos responsáveis pela negociação.

Portal Eco Debate

POLÍTICA - No Senado na farra de nomeações secretas ao varejo era a prática comum, a vez do Heráclito Fortes


Portal Terra

BRASÍLIA - O senador Heráclito Fortes (DEM-PI), primeiro-secretário do Senado, emprega um assessor que também faz lobby por uma empresa especializada em intermediar convênios de prefeituras do Piauí com a União. Os contratos da Planacon Planejamento e Assessoria de Projetos Técnicos, de Teresina (PI), com o governo federal subiram de R$ 153 mil em 2005 para R$ 1,89 milhão nos seis primeiros meses do ano. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Alcides Gomes Muniz Filho é assessor do gabinete pessoal de Heráclito desde 2003. Ele confirma que já representou a empresa pelo menos três vezes em Brasília. Em uma delas, em 13 de fevereiro, Muniz Filho participou da entrega das propostas para uma concorrência de saneamento, na sede da Companhia do Desenvolvimento do Vale do São Francisco. Ele disse ter agido em nome da empresa por amizade ao dono, Odivaldo Mendes Viana.
Veja no Jornal do Brasil na íntegra

POLÍTICA - Nomeaçãoes secretas ao varejo, a melhor defesa é o ataque, pensa o senador Arthur Virgílio

ADRIANO CEOLIN
ANDREZA MATAIS
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

A irmã do subchefe de gabinete do senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) foi nomeada por ato secreto na direção geral em 20 de março de 2007.
Com salário de R$ 7.484,43, Ana Cristina Nina Ribeiro ingressou no órgão comandado pelo então diretor-geral Agaciel da Silva Maia um mês depois de o irmão dela, Carlos Homero Vieira Nina, começar a trabalhar para o tucano, que é líder do PSDB no Senado.
Ontem, Virgílio subiu à tribuna para explicar os motivos de ter contratado três filhos de Carlos Homero para trabalhar no seu gabinete. Ele também teve de justificar o empréstimo que tomou de Agaciel para quitar uma dívida de cartão de crédito. Segundo a versão do tucano, o caso ocorreu em 2005 enquanto ele fazia uma viagem a Paris e constatou que seu cartão estava bloqueado, conforme revelou a revista "IstoÉ".
Virgílio atacou Agaciel e Sarney, mas não fez referência ao fato de que seu subchefe de gabinete também teve uma irmã empregada na direção geral do Senado. Ana Cristina só foi exonerada em outubro por conta da súmula do STF (Supremo Tribunal Federal) que proibiu o nepotismo nos três Poderes.

Na íntegra aqui na folha

TRÂNSITO - NO BRASIL NÃO EXISTEM LEIS PARA PUNIR CRIMINOSOS DO TRÂNSITO

segunda-feira, 29 de junho de 2009

POLÍTICA - Senador Arthur Virgílio se defende de acusações e pede que Conselho de Ética investigue Sarney, não convence....

A agressividade do discurso do senador Virgílio não guarda relãção com a complicada explicação sobre os recursos que recebeu para gastos no exterior e tratamento de saúde, bem como pagamentos para assessores que actuam no seu gabinete, inclusive um deles que mora no exterior. O Senador não convence.

O senador Arthur Virgílio ocupa a tribuna há cerca de três horas para se defender das denúncias publicadas pela a matéria da revista IstoÉ deste fim de semana. De acordo com a reportagem, um assessor do líder tucano teria pedido US$ 10 mil emprestados ao ex-diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, para sanar um problema com os cartões de crédito do parlamentar durante uma viagem ao exterior.

Segundo o senador, fontes ligadas ao ex-diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, estariam espalhando calúnias contra ele. Ele apresentou uma série de documentos para comprovar os esclarecimentos prestados.

- Se eu tivesse que pedir dinheiro emprestado, ligava para um amigo rico - disse.

Denúncia contra José Sarney

Arthur Virgílio (AM) também leu denúncia que pretende apresentar ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado pedindo a investigação do presidente da Casa, José Sarney.

O líder do PSDB embasou seu pedido na série de escândalos no âmbito da administração do Senado, que atingiram os ex-diretores Agaciel Maia e João Carlos Zoghbi - este, envolvido na intermediação de empréstimos consignados a funcionários da Casa.

Para Arthur Virgílio, é grave o fato de um neto de Sarney, José Adriano Cordeiro Sarney, ser sócio de uma empresa que também atua no Senado a com intermediação de empréstimos consignados. No pedido de investigação contra Sarney, Arthur Virgílio enumerou diversas denúncias contra o atual presidente do Senado.

Presidindo a sessão, o 1º secretário do Senado, Heráclito Fortes, listou as providências tomadas pela Mesa do Senado para responder às diversas denúncias, entre elas a mudança de diretores e a divulgação dos atos secretos.

- Eu não jogarei minha biografia no lixo - disse Heráclito.

Tratamento médico da mãe

Arthur Virgílio anunciou que apresentará requerimento de informações sobre a legalidade do ressarcimento pago pelo Senado à sua mãe devido às despesas com tratamento de saúde. A revista IstoÉ afirma que o ressarcimento foi de aproximadamente R$ 700 mil.

Arthur Virgílio ressaltou que sua mãe não recebeu o ressarcimento por ser sua dependente, e sim viúva de ex-senador (o pai de Arthur Virgílio). Também disse que durante muitos anos ela nem sabia que poderia recorrer o Senado - e que só o fez após ser informada sobre isso por um amigo advogado.


Veja na íntegra reportagem na Revista ISTOÉ

GOLPE DE ESTADO EM HONDURAS - Lula diz que Brasil não aceita novo governo

(presidente de Honduras, Manuel Zelaya)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou nesta segunda-feira (29) o que considera um golpe de Estado em Honduras. Segundo ele, a única saída para o país é a democracia. "Não há meio termo. Temos que condenar esse golpe", disse, em seu programa semanal de rádio Café com o Presidente.

O presidente de Honduras, Manuel Zelaya, foi detido por um grupo de militares no domingo (28) - horas antes de o país iniciar uma consulta pública para reformar a Constituição, o que daria ao presidente a possibilidade de reeleição. A consulta pública foi considerada inconstitucional pelo Parlamento e pela Suprema Corte de Honduras.

"Não podemos aceitar ou reconhecer qualquer novo governo que não seja o do presidente Zelaya, porque ele foi eleito diretamente pelo voto, cumprindo as regras da democracia. E nós não podemos aceitar mais, na América Latina, alguém querer resolver o seu problema de poder pela via do golpe", afirmou Lula.

Para ele, Zelaya deve retomar a Presidência de Honduras.
Na íntegra aqui no UOL

domingo, 28 de junho de 2009

ENRIQUEZ BLOG NO TWITTER

AGORA ENRIQUEZ BLOG TAMBÉM NO TWITTER com frases curtas, de menos de 140 caracteres sobre temas de meio ambiente, biodiversidade, economia, política e, principalmente sobre Belém e nossa Universidade Federal do Pará (UFPA).

A UFPA está de festa, no dia 3 de julho assumirá o novo reitor Prof. Dr. Carlos Maneschy e a UFPA toda estará celebrando esse dia histórico para a COMUNIDADE ACADÉMICA do Pará. Uma nova fase se inicia nesse dia 03 de julho, com novos esforços para melhorar o ensino, pesquisa e contribuir com a sustentabilidade da Amazônia. Quailidade de ensino, qualidade de pesquisa e sustentabilidade, issa é a expectativa da comunidade académica.

Bom domingo e boa semana. Acompanhe a música e voz desta mulher maravilhosa

A certeza da incerteza

Marcelo Gleiser
No mundo atômico,
são probabilidades que contam,
não medidas precisas

Todo mundo gosta de ter certeza, de estar sempre certo, de acertar. Para muita gente, principalmente aquelas pessoas que chamamos de teimosas, ou, em casos mais drásticos, de arrogantes, incertezas e dúvidas refletem uma espécie de fraqueza de caráter.

Infelizmente, saber aceitar que é perfeitamente razoável não sabermos tudo, que não precisamos estar sempre certos, requer uma boa dose de humildade. Especialmente quando você é daquelas pessoas que, de modo geral, estão sempre certas, sabem o que querem e não têm paciência para incertezas e imprecisões. Esse tipo de personalidade aparece com frequência por toda parte: nos esportes (como o técnico de vôlei da minha adolescência), nos escritórios e hospitais e, claro, nas universidades.
O grande matemático e físico francês Pierre-Simon de Laplace, que viveu no final do século 18, acreditava tanto na física de Newton que dizia que uma supermente que soubesse as posições e velocidades de todos os átomos que existem poderia usar as leis da mecânica para prever o futuro.

Por exemplo, a mente poderia prever que você estaria lendo essa coluna, qual trecho dela estaria lendo etc. Esse determinismo era o emblema do Universo-relógio, onde tudo estaria predeterminado pelas leis da física.
Claro, nem todo mundo gostou da ideia. O Romantismo, por exemplo, foi uma reação ao racionalismo exagerado do Iluminismo.


Na íntegra

AS MANCHETES DE JORNAIS BRASILEIROS


Domingo 28 de junho de 2009

- Globo: Afastado, pivô de escândalo mantém o poder no Senado
- Folha: Empresas são maior fonte de dinheiro de partidos políticos
- Estadão: Gabrielli diz que Petrobras está pronta para ‘vale-tudo’
- JB: A economia que esquenta no inverno
- Correio: Filhos de imigrantes são adotados pelo crime
- Veja: Michael Jackson - 1958 – 2009
- Época: Michael Jackson - 1958-2009
- IstoÉ: As várias vidas de Michael Jackson
- IstoÉ Dinheiro: Vendi minha empresa. E agora?
- CartaCapital: O Senado acoelhado
- Exame: Gestão para os novos tempos

Leia também os principais destaques de jornais brasileiros

sábado, 27 de junho de 2009

MEIO AMBIENTE - Lula pede menos ideologia na discussão ambiental e tem razão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que a discussão sobre a preservação ambiental não seja tratada de forma ideológica, durante discurso no lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2009/10. Para Lula, os adversários do Brasil no exterior adotam o discurso ideológico para questionar programas como o de biocombustíveis. "Não metam o dedo sujo de combustível fóssil no nosso combustível limpo", afirmou. Ao explicar a posição do governo sobre a questão ambiental, Lula recorreu à metáfora de uma mãe que é pressionada por dois filhos que desejam decisões diferentes.

"Ela vai ter que tentar mediar", explicou Lula, em entrevista no Parque de Exposições Ney Braga, em Londrina (PR). Para o presidente, o Brasil está chegando a um ponto de equilíbrio. Ele citou o exemplo da carta-compromisso que será assinada nesta semana com empresários do setor de etanol prevendo melhores condições de trabalho no setor. Na mesma linha, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, avaliou que sua pasta adota uma postura técnica sobre a discussão ambiental.

Na íntegra aqui

sexta-feira, 26 de junho de 2009

O DE ANTES E DEPOIS

Fico com o Michael Jackson de antes de virar pedófilo. Depois nunca mais ouvi, assisti e nem falei sobre ele, hoje caminha para prestar contas perante a justiça divina.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

DESMATAMENTO - quem desmatou não é bandido disse Lula, é vigarista disse Minc

Em lançamento de programa de regularização fundiária na Amazônia, presidente apoia quem saiu do Sul nos anos 70 para colonizar MT

Ele afirma respeitar ONGs, mas discordar de críticas de que, com mudanças no texto, MP que legaliza lotes na área incentiva a grilagem.

ALTA FLORESTA, MT - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem, em Alta Floresta (830 km de Cuiabá), que os proprietários rurais responsáveis pelo desmatamento ocorrido nos últimos 40 anos na Amazônia não podem ser chamados de "bandidos".

No discurso de lançamento dos programas terra Legal e Arco Verde -que preveem um novo modelo de ocupação e uso econômico das áreas da região-, o presidente defendeu os migrantes que, a partir da década de 1970, deixaram a região Sul do país para colonizar o norte de Mato Grosso.

"Nos anos 70, foi feita uma reforma agrária neste país e muita gente foi induzida a vender as pequenas propriedades que tinham no Sul", disse Lula. "Hoje é fácil a gente vir aqui e fazer críticas, mas a gente não sabe quantos pegaram malária aqui, quantos morreram de picada de cobra e não tinha um médico a cem quilômetros." "Eu fico com orgulho quando vejo um cidadão que tinha 50 hectares de terra no Rio Grande do Sul. Hoje ele tem 2.000 hectares, tem casa, carro e está bem de vida porque trabalhou."

Na íntegra aqui

Aqui o Ministro do Mio Ambiente disse que os ruralistas sim são vigaristas

O BLOG DO PRESIDENTE - Deu no Painel da Folha - THE PRESIDENT'S BLOG

No ar 1. O coordenador do Blog do Presidente será o jornalista Jorge Henrique Cordeiro, hoje assessor de imprensa do Greenpeace. É também blogueiro e entusiasta do papel das redes sociais.

No ar 2. O Planalto terá um repórter multimídia nas viagens de Lula. Caberá a ele alimentar o novo blog.


Painel da Folha

MEIO AMBIENTE - Lula vetará só uma parte de MP sobre regularização de terras na Amazônia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu vetar apenas uma parte do artigo 7º da medida provisória 458 --chamada de "MP da Grilagem" por grupos ambientalistas-- que trata da regularização de terras ma Amazônia. Segundo reportagem de Kennedy Alencar publicada na Folha. Só será suprimido o ponto que permitiria a transferência de áreas da União para pessoas jurídicas.

A decisão presidencial é uma vitória dos ruralistas, mas com uma concessão aos ambientalistas, a fim de dar ao governo discurso político para sustentar uma medida polêmica. O presidente considerou que, do ponto de vista político, sancionar integralmente a MP poderia trazer desgaste.

Havia pressão de ambientalistas e da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva para que fossem vetadas outras partes da medida. O projeto pretende regularizar 67,4 milhões de hectares --área equivalente às de Alemanha e Itália juntas.

Veja na Folha Online

quarta-feira, 24 de junho de 2009

O plano de vôo chinês e a falta de rumo brasileira

Luis Nassif
A lógica chinesa é muito clara:

1. Restrição às exportações de insumos e toda ênfase para a exportação de produtos acabados.

2. Restrição à importação de bens e equipamentos nas compras públicas.

3. Restrições à venda interna de produtos audiovisuais de outros países.

4. Apoio total às exportações de acabados, tendo como principais alavancas o câmbio depreciado e o financiamento na venda de equipamentos.


Posto isto, vamos às notícias de hoje sobre o tema:

1. Uma notícia fala dos Estados Unidos e União Europeia entrando na OMC (Organização Mundial do Comércio) contra a decisão da China de proibir exportação de insumos.

2. Decisão da OMC dando ganho de causa aos Estados Unidos em uma ação contra as restrições à venda de produtos audiovisuais na China.

3. A China aumentando substancialmente as exportações de máquinas e equipamentos para o Brasil, em um período em que a indústria nacional está sofrendo quedas de 40% com a crise global e interna.

4. A ineficácia dos planos de política industrial anunciados no ano passado e superados pela crise. Vem aí novo pacote, tudo para contornar o nó da questão: a política cambial.

Com todos os avanços registrados, o Brasil continua um país sem plano de vôo, sem clareza sobre os fatores que levam ao desenvolvimento, submisso a uma política cambial e monetária deletérias.

Portal Luis Nassif

Seminário Internacional Crise Civilizacional: Palestra do sociólogo e filósofo Edgar Morin teórico da complexidade TRANSMISSÃO EM TEMPO REAL

Acontece hoje, 24 de junho O “Seminário Internacional Crise Civilizacional: Distintos Olhares – transição de paradigma de desenvolvimento nos países do sul” no auditório Cuica, da UFT – Universidade Federal do Tocantins, com a palestra de Edgar Morin, sociólogo e filósofo autor da teoria da complexidade, um dos maiores intelectuais da atualidades.

Assista transmissão em tempo real clique aqui

terça-feira, 23 de junho de 2009

AO VIVO - Seminário Internacional Crise Civilizacional em Tocantins com a participação do sociólogo e filósofo Edgar Morin, teórico da complexidade

Transmitido em tempo real pela internet e TV de Tocantins.

Entre os dias 22 e 24 de junho está acontecendo em Palmas, Tocantins o “Seminário Internacional Crise Civilizacional: Distintos Olhares – transição de paradigma de desenvolvimento nos países do sul” acontece no auditório Cuica, da UFT-Universidade Federal do Tocantins, reunindo palestrantes da Europa, Estados Unidos e América Latina, incluindo nomes como o do sociólogo e filósofo Edgar Morin, um dos maiores intelectuais da atualidades; e Michel Brunet, paleontólogo que encontrou o mais antigo fóssil humano.

O evento é realizado pelo Instituto Internacional de Pesquisa sobre Política Civilizacional, com sede na França; pelo CDS/UnB - Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília; pela UFT e Fundação Universidade do Tocantins.

Acesse aqui o site oficial do evento onde estão sendo transmitidas as palestras em tempo real de 22 a 24 de junho, pela manhã e tarde

CORRUPÇÃO - Funcionário do Ibama no Pará acusado por improbidade

Licenciador do projeto é processado pelo MPF/PA

O Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) entrou na Justiça com uma ação por improbidade administrativa contra o coordenador de energia elétrica substituto do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Adriano Rafael Arrepia de Queiroz. Na ação, ajuizada hoje, 23 de junho, Queiroz é acusado de ter validado estudos ambientais do projeto da hidrelétrica de Belo Monte que, segundo técnicos do próprio Ibama, ainda estavam incompletos.

Caso condenado, o coordenador poderá perder a função pública, ter seus direitos políticos suspensos por cinco anos e terá que pagar multa equivalente a cem vezes o valor da remuneração que recebe. Também poderá ficar proibido de contratar com o poder público e de receber créditos ou benefícios fiscais por três anos.


Na íntegra no MPF/PA

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS - Vale também para os pedófilos

segunda-feira, 22 de junho de 2009

EDUCAÇÃO - DESAFIOS DO REITOR DA UFPA CARLOS MANESCHY

Do Reporter Diário do Pará
Além de tentar transformar a UFPA na maior universidade digitalizada do país, o reitor Carlos Maneschy pretende pôr em prática outro projeto ambicioso: ampliar os espaços de convivência e lazer dentro da instituição e, com isso, reduzir a insegurança nos arredores do campus. A ideia é criar projetos que possibilitem que o público externo frequente o ginásio e a biblioteca, por exemplo. Com a ocupação responsável do campus, Maneschy espera aumentar a segurança interna. "A universidade precisa-se mostrar e mostrar o que faz para a sociedade. Ser vista e encarada como o maior agente de transformação social da nossa região", avalia o novo reitor, que será empossa do no início de julho.
Leia aqui no Diário do Pará

Esses desafios são parte dos compromissos assumidos pelo Reitor da UFPA durante sua campanha, conforme o programa do então candidato a reitor.
Eles vêm ao encontro de uma demanda crescente da comunidade universitária, a de utilizar amplamente as tecnologias de informação e comunicação (TIC) para melhorar o ensino e o conhecimento na UFPA. Para isso se faz necessário o acesso a bancos de dados, estruturação de grupos de pesquisa em rede, uma maior comunicação, mobilidade e transito acadêmico, entre alunos, professores e pesquisadores dos diversos campi da UFPA. Assim, uma universidade como a UFPA que abrangue a maior parte do Estado do pará, só pode se pensar com o uso pleno da tecnologia para manter integrada uma instituição que tem crescido com sérias distorções, dentre elas, precisamente, sua falta de interação entre os diversos campi.
O reitor traz como propostas a excelência na formação dos estudantes de graduação, com investimentos para a melhoria da qualidade dos cursos; a consolidação da instituição como uma verdadeira universidade multicampi.
Veja também no Amazônia Jornal

POLÍTICA - Entre quatro paredes

Por Emir Sader

Quanto mais setores da esquerda consideram que os projetos atualmente existentes são todos cooptados pela burguesia, projetos de uma “nova direita” disfarçada de esquerda, etc., etc., mais deveriam se sentir derrotados e desmoralizados. Porque acreditam cegamente que têm razão, mas nunca conseguem triunfar.

Duas analises tem sido muito difundidas, ambas incorretas: uma acredita que a crise atual levou ao fim do neoliberalismo e condena o próprio capitalismo à morte. A outra afirma que todas as tentativas atuais – especialmente as latinoamericanas – de superação do neoliberalismo fracassaram ou tendem a fracassar, “traindo” os mandatos que receberam.

Parecem analises contrapostas, mas são funcionais uma à outra. Porque remetem à idéia de que as condições de superação do capitalismo estão dadas, só não se realizam pela “traição das direções políticas”, burocráticas e/ou corrompidas, cooptadas pela burguesia e pelo capitalismo.

Além de equivocadas ambas as análises servem de álibi para as derrotas da esquerda: são sempre derrotas “dos outros”. Fica-se na eterna e indispensável tarefa da denúncia, tanto da repressão, quanto das “traições”. Mas os setores mais radicais se consideram imunes às derrotas, como se ao não se aproveitar a crise do capitalismo e o esgotamento do neoliberalismo para construir alternativas de esquerda capazes de disputar hegemonia, não estaríamos sendo todos derrotados.

Na íntegra aqui

domingo, 21 de junho de 2009

MEIO AMBIENTE - Brasil pode ser primeiro país a ter status de desenvolvido sem desmatar florestas por inteiro

CORREIO BRAZILIENSE (DF)

BRASIL • 18/6/2009 • 19:41:01

O Brasil pode ser o primeiro país do mundo a entrar no rol das nações desenvolvidas sem ter desmatado toda a sua vegetação nativa, como aconteceu na Europa e nos Estados Unidos. A avaliação é do pesquisador da Agência Espacial America (Nasa) e do Experimento de Larga Escala da Biosfera – Atmosfera Amazônia (LBA), Eric Davidson.O caminho, de acordo com o pesquisador, passa por soluções econômicas para manter a floresta em pé, como o mercado de carbono, mas principalmente pela mobilização nacional em busca de alternativas de crescimento econômico sustentável.

“O Brasil tem recursos humanos nas áreas de energia, Meio Ambiente, modulagem, sensoriamento remoto; tem recursos naturais, e também tem a sociedade civil, tem democracia, tem debate. Vocês podem conversar entre vocês sobre o futuro de seu próprio país sem depender da influência de outros”, apontou.

Segundo Davidson, o mercado de carbono é atualmente a melhor oportunidade de transferência de recursos “do Norte para o Sul”, dos países mais industrializados para as nações em desenvolvimento – principalmente as que têm florestas – mas ainda não é uma “solução completa” para garantir a conservação.

“O carbono não é biodiversidade, não é conservação, mas tem valor de mercado. É um dos únicos instrumentos que temos agora e movimenta muito dinheiro [para investimentos em preservação]”, ponderou. “Talvez outros países também possam ajudar com treinamento, tecnologia, mas a solução fica com vocês, com a sociedade civil Brasileira”, acrescentou.Davidson acredita que o Brasil tem papel fundamental na discussão do futuro da regulação das emissões de gases de efeito estufa, que será definido durante a reunião da Convenção Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas em dezembro, em Copenhague, na Dinamarca. “A posição do governo Brasileiro é muito importante para se chegar a resultados. O Brasil é um dos países chave porque tem muitas florestas”, afirmou.

De acordo com o cientista, apesar de a Amazônia ainda dominar o interesse internacional por pesquisas sobre a biodiversidade Brasileira, o Cerrado começa a atrair atenções e ser alvo de estudos específicos sobre a contribuição do bioma para a emissão de gases que aceleram as mudanças climáticas, por exemplo.

“O estoque de carbono dentro dos solos é enorme, porque o Cerrado é um ecossistema onde as plantas tem raízes muito profundas. Mas infelizmente há pouca pesquisa. Há vários estudos preliminares que mostram que existe uma grande perda de carbono do solo com as mudanças no uso da terra na área de Cerrado”, adiantou.Davidson participou nesta quinta-feira (18/6) de um fórum internacional sobre Meio Ambiente, paralelo ao 11º Festival Internacional de Cinema Ambiental (Fica).

ECONOMIA - O PIB duvidoso indicador de desenvolvimento


do Clóvis Rossi da Folha

SÃO PAULO - Ladislau Dowbor, professor titular do departamento de pós-graduação da PUC de São Paulo, discute a sacralização do PIB (Produto Interno Bruto, a soma dos bens e serviços produzidos por um país). "O PIB é um cálculo incorreto e não constitui uma bússola adequada", diz, em entrevista à revista "Desafios do Desenvolvimento", editada pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas.

A revista, aliás, já foi muito boa, mas, agora, está "chapa-branca" demais. Praticamente só ouve gente do governo, o que obviamente empobrece o debate público que seria o seu objetivo principal. Voltando a Dowbor, ele cita vários exemplos de como atividades que enriquecem o PIB podem, no entanto, empobrecer a vida das pessoas. Um deles: os formidáveis congestionamento de trânsito em São Paulo. Como é óbvio, provocam gastos com o carro, gasolina, seguro, o que aumenta o PIB. Mas provocam também doenças respiratórias (pela poluição) e tempo perdido, item, este último, que nem entra no cálculo do PIB.

Um segundo exemplo, pelo qual em geral passamos batidos, é a expressão "produtores de petróleo". Diz Dowbor: "Nunca ninguém conseguiu produzir petróleo", por ser "um estoque de bens naturais". Logo, "sua extração é positiva [no sentido de que aumenta o PIB], mas temos que lembrar que estamos reduzindo cada vez mais o estoque de bens naturais que iremos entregar aos nossos filhos".

Pode parecer uma visão excessivamente ingênua, mas não custa lembrar que, no auge da crise econômico-financeira, muita gente que de ingênua não tem nada defendeu a tese de que seria a oportunidade de ouro para mudar o padrão de consumo do planeta, que está se tornando (ou já se tornou) crescentemente insustentável. Mas a atenuação da crise levou a abandonar essa ideia e fez PIB voltar a ser palavra mágica.
Opinião da Folha

TEM BLOGUEIRO NA PRAÇA E BOM DE PAPO - deu no UOL

VAMOS VER SE COMO FALA ESCREVE;
Blogueiro. Empolgado com a repercussão do blog da Petrobras, Lula mandou apressar o seu. Os idealizadores tomam cuidado para não ferir o princípio da impessoalidade, mas o presidente estará em todo canto, a começar pela seção semanal de vídeo em que responderá perguntas dos internautas. Para completar, Lula irá a um fórum sobre software livre na sexta em Porto Alegre. Com Dilma.

Veja aqui na Folha

sexta-feira, 19 de junho de 2009

EDUCAÇÃO - O STF DEU MAIS UM GOLPE À EDUCAÇÃO, AO CONHECIMENTO E À INTELIGÊNCIA

Por maioria, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira, que é inconstitucional a exigência do diploma de jornalismo e registro profissional no Ministério do Trabalho como condição para o exercício da profissão de jornalista.

O entendimento foi de que o Decreto-Lei 972/1969, baixado durante o regime militar, não foi recepcionado pela Constituição Federal (CF) de 1988 e que as exigências nele contidas ferem a liberdade de imprensa e contrariam o direito à livre manifestação do pensamento inscrita no artigo 13 da Convenção Americana dos Direitos Humanos, também conhecida como Pacto de San Jose da Costa Rica.

A decisão foi tomada no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 511961, em que se discutiu a constitucionalidade da exigência do diploma de jornalismo e a obrigatoriedade de registro profissional para exercer a profissão de jornalista. A maioria, vencido o ministro Marco Aurélio, acompanhou o voto do presidente da Corte e relator do RE, ministro Gilmar Mendes, que votou pela inconstitucionalidade do DL 972.

Para Gilmar Mendes, “o jornalismo e a liberdade de expressão são atividades que estão imbricadas por sua própria natureza e não podem ser pensados e tratados de forma separada”, disse. “O jornalismo é a própria manifestação e difusão do pensamento e da informação de forma contínua, profissional e remunerada”, afirmou o relator.

Felizes devem estar os que não freqüentaram a universidade (por diversas razões que não são aqui discutidas) para conseguir diploma de jornalista.

A obrigatoriedade de um diploma universitário e o registro no colégio da ordem de jornalistas, para exercer a profissão, não é atentado à liberdade de imprensa, não é uma medida que afete a capacidade de exercer uma função de comunicação ante a população e nem um requisito burocrático surgido na ditadura para proibir a liberdade de expressão.


É um verdadeiro atentado à inteligência, ao conhecimento e a educação do povo brasileiro.

Tristes os que estudaram 5 anos, disciplinas como gramática, português, línguas estrangeiras, literatura, redação, sociologia, estudos comparados da América Latina, Linguagem e literatura, redação jornalística, ética e tratamento jornalístico, semiologia, cultura visual contemporânea, liberdade de expressão, comunicação interpessoal, análise da imagem fixa, da imagem áudio visual, estudos culturais, produção jornalística radial, jornalismo televisivo, enfoques latino-americanos, análise da imagem audiovisual, oficinas de crônica, entrevistas, redação, reportagem, expressão oral e corporal (oficinas repetidas durante os 5 anos que dura o curso de graduação, de tempo integral), clássicos da comunicação, o problema do conhecimento, cultura de massas e indústria cultural, epistemologia da comunicação, comunicação política e espaço público, criação de médios escritos, gestão da comunicação externa e interna. E assim por diante durante 5 anos.

Infelizmente, o Brasil está na contramão da história, por enquanto as necessidades de capacitação aumenta na maioria dos países, no Brasil a tendência é nivelar por baixo tudo o que se refere à educação.


veja aqui a decisão do STF

Entre aqui e veja na Universidade do Chile a GRADE CURRICULAR do curso de jornalismo e envie para os membros do STF para que não apenas se refiram aos países onde o Diploma de jornalista não é exigência e sim analisem os casos onde é obrigatório e não por isso a liberdade de imprensa é violada

Faculdade de jornalismo Universidade do Chile Grade Curricular (em formato PDF)

POLÍTICA - MORRE NO CHILE A VIUVA DE SALVADOR ALLENDE



ASSISTA VÍDEO COM O HINO DA CAMPANHA PRESIDENCIAL DE ALLENDE

ESPORTE - VEJA "O GORDO"

ECONOMIA - Política monetária chilena, os juros continuam caindo

O jogo di aumento ou diminuição dos juros é o brinquedo mais utilizado da política monetária. O problema é que alguns países de economia já estabilizada não tem muito para onde correr porque a taxa de jurus está no limite. Na américa Latina o chile é um desses países.

SÃO PAULO - O Comitê de Política Monetária do Banco Central do Chile cortou hoje o juro básico do país em 0,5 ponto percentual. A taxa passou a ser de 0,75% anuais. O cenário de estabilidade de preços, queda da atividade econômica e relativa melhora das condições externas justificou a determinação.Segundo comunicado emitido para anunciar a decisão, o comitê avaliou que " será necessário manter o estímulo monetário por um tempo mais prolongado do que o implícito nos preços dos ativos financeiros " . A estimativa é de que a inflação fique em torno de 3% no horizonte da política monetária.

Para o BC chileno, as pressões inflacionárias estão reduzidas e o desemprego aumentou. As estimativas do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre são negativas na comparação com 2008 e a oferta de crédito permanece apertada, embora já com uma reação ao " impacto do maior estímulo monetário " . Do lado externo, o comitê lembra que as bolsas de valores se recuperaram e os prognósticos sobre a atividade econômica mundial se estabilizaram. Além disso, o BC chileno menciona que as cotações de commodities subiram, especialmente as do cobre e do petróleo.

Valor Econômico

ECONOMIA - A prorrogação da Redução de impostos sobre Produtos Industrializados (IPI) "To be, or not to be: that is the question"

Apesar de que o governo já decidiu o que fazer sobre a prorrogação da diminuição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), ainda a população está com a expectativa de que a medida seja prorrogada por mais tempo. em entrevista recente, o Ministo Mantega não se manifestou sobre essa possibilidade. Na realidade, a medida de redução de impostos trouxe mais benefícios do que perdas para o governo. Por um lado diminuiu a arrecadação de impostos, entretanto, aumentaram as vendas e também o pagamento de impostos. O que pareceria ser uma troca de seis por meia duzia, foi um benefício político importante para o governo, principalmente em mopmentos de uma crise que se anunciava como aguda crise econômica internacional.
SÃO PAULO - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou a ser evasivo quanto à prorrogação, ou não, do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido para a compra de veículos. " A redução termina no final do mês, e a população tem mais duas semanas para comprar " , disse o ministro.

Ele completou que o governo "não sabe o que vai fazer depois" a respeito dessa desoneração. Mantega comentou que " o incentivo funcionou muito bem " , destacando que a queda do IPI fez com que o setor automobilístico ampliasse as vendas e recuperasse níveis pré-crise." Apenas em três países o setor automobilístico retomou as vendas em patamares de antes da crise " global, iniciada em setembro de 2008, disse Mantega. Além do Brasil, ele citou Alemanha e China. O ministro comentou ainda que a redução do IPI está ajudando a ampliar as vendas, também, de eletrodomésticos da linha branca e de materiais da construção civil.

Valor OnLine

quarta-feira, 17 de junho de 2009

AMAZÔNIA, PARÁ - Assassinato na Amazônia, quantas irmãs dorithy mais? murder in the Amazon, Dorothy how many more?

Por enquanto o mundo discute sobre o papel estratégico da biodiversidade, da Amazônia e a necessidade de se conservar a floresta em pé, aqui mesmo na Amazônia os atores da barbárie continuam avançando sobre a floresta, aumentando o desmatamento, destruindo um dos patrimônios mais importantes da sustentabilidade do Brasil.
O líder dos camponeses assassinado, não tinha o prestígio da irmã Dorothy nem a família conta com recursos para exigir o esclarecimento e condena do assassinato. Esse será mais um crime que ficará impune em um Estado onde pouco tem sido feito para melhorar as condições de segurança combater a violência, que os donos dos latifúndios e das grandes extensões de terra promovem, com seus pistoleiros armados fora da lei.

Veja nota de pesar da ADUFPA

Uma das mais expressivas lideranças do movimento camponês no Pará foi encontrada morta nesta segunda-feira (15), numa região próxima ao município de Conceição do Araguaia, sul do Pará. O ativista social Luis Lopes, coordenador da Liga de Camponeses Pobres do Pará e Tocantins (LCP), foi encontrado com dois tiros na cabeça, o que caracteriza um típico crime de execução.

Os indícios apontam que o assassinato ocorreu às proximidades da Fazenda Batente. Em 2007, Luis Lopes foi um dos grandes mobilizadores para a tomada da Fazenda Forkilha, um dos grandes símbolos do latifúndio naquela região. Na ocasião, o movimento foi duramente reprimido pelo Governo Ana Júlia Carepa durante a operação “Paz no Campo”. Além do terror praticado pelos militares, os camponeses foram alvos de ameaças e tentativas de intimidação por parte dos latifundiários.

A ADUFPA lamenta a perda de mais um companheiro de luta e manifesta profunda solidariedade aos movimentos sociais de trabalhadores camponeses no Pará.

Diretoria da ADUFPA

Na Íntegra no site do ADUFPA

ENTRETENIMENTO & CULTURA - A origem dos números arabigos

Os números que utilizamos no dia dia estão formados por algarismos (1, 2, 3, 4,5,6,7,8,9, e 0) são os números arábicos que foram difundidos pelos árabes como forma de distinguir dos algarismos romanos, representados pelas letras (I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII). Diz a história que os fenícios que deram inicio na utilização dos números arábicos que hoje regem nosso dia a dia, segundo fatos, utilizavam os números para contar e fechar a contabilidade de seus comércios.

Mas por que 1 é um, 2 é dois e 3 é três? A lógica é simples, veja abaixo a tabela que ilustra o segredo dos números. A resposta está nos ângulos. Cada número representa a quantidade de ângulos na forma pela qual a mesma se apresenta, como mostra a figura a seguir.


terça-feira, 16 de junho de 2009

MEIO AMBIENTE - CARLOS MINC SOLTA O VERBO NA UnB/CDS

Hoje o Ministro do meio Ambiente Carlos Minc proferiu palestra no Centro do Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília.

Para cerca de 300 alunos, professores e pesquisadores o Ministro disse, que por enquanto, na maioria dos países do mundo se estão desenhando políticas e se está lutando para diminuir a destruição das florestas e ampliar os biomas, no Brasil, no Congresso Nacional, procura-se, por todos os meios, de elaborar políticas para ampliar a base de desmatamento dos diferentes biomas, para aumentar as áreas da pecuária, da soja e de outros plantios que contribuem com o desmatamento.

Carlos Minc teve como debatedor ao Senador Cristovam Buarque que questionou a falta de um “casamento” ou entrosamento entre a política ambiental e a produtiva do Brasil.

Segundo o senador o MMA não se entende com os outros ministérios, em particular com Mangabeira Unger e perguntou ao Ministro como ia esse “casamento”.
Cristovam Buarque disse que no governo Lula apenas dois Ministros mereciam destaque especial: a Ministra Marina Silva e Carlos Minc, os outros são a mesma coisa que ministros dos governos passados, sem nenhuma diferença.

O Ministro Minc disse que Mangabeira é uma pessoa brilhante, inteligente e conta com boas idéias, entretanto, ele não tem a costume de trabalhar em equipe, a dialogar, ele lê muito e também escreve. Prova disso é que realizou uma proposta para a Amazônia, só que não dialogou com o MMA, realizou uma proposta para a Defesa do Brasil e nem conversou com o Ministro Jobim, realizou uma proposta para o desenvolvimento do Nordeste e nem visitou o Ministro de Integração Regional.

Em fim, Carlos Minc estava inspirado, retornando de uma sabatinada onde teve que dar explicações sobre sua participação nas marchas em defesa dos homossexuais e da maconha.

Ah, ah, também falou da Senadora Abreu chamada de “Rainha do Desmatamento”. Olha que segundo ele mesmo disse que estava proibido pronunciar o nome de certos Ministros do Governo Federal, mas falou e muito, inclusive faliu de um Ministro, segundo deu a entender, hoje lider dos pecuaristas e ruralistas.......

Amazônia, Pará - Maneschy Reitor, compromisso de fazer a Universidade crescer, com um 'diferente modelo de gestão'


Após dois meses de espera, foi publicada ontem, pelo Diário Oficial da União, a nomeação do professor Carlos Edilson de Almeida Maneschy como novo reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA). Maneschy, que será o 12º reitor da instituição, foi o vencedor da eleição homologada no dia 30 de março, depois da 4ª Reunião Ordinária do Conselho Universitário (Consun) e assumirá o comando da Universidade no proximo dia 2 de julho.

A demora no processo de nomeação é vista como 'dentro do previsto', de acordo com a Assessoria de Comunicação da UFPA, já que também estavam sendo nomeados, no mesmo período, reitores em outras instituições. Porém, esse não foi o único motivo do atraso. No dia 22 de dezembro do ano passado, o Consun homologou o resultado que dava vitória a Maneschy, com 47 votos a 30, e elaborou a lista tríplice, a qual foi rejeitada pelo Ministério da Educação (MEC), pois não estava de acordo com a Lei nº 9192 de 1995, que somente prevê a regulamentação da nomeação se a lista estiver nos moldes que esta determina. Por esse motivo, foram feitos ajustes na lista tríplice, que, em um primeiro momento, foi enviada com quatro nomes.

O novo reitor comenta que a demora ocorreu principalmente pelas discursões promovidas na Universidade, mas não pelo fato de a primeira lista enviada ter sido rejeitada. Com toda a repercussão sobre a demora e boatos de que ele não mais seria nomeado, Maneschy afirma ter se mantido confiante de que o Conselho iria ratificar a decisão da comunidade, que o elegeu.

Dando inicio a um novo período, o reitor traz como propostas a excelência na formação dos estudantes de graduação, com investimentos para a melhoria da qualidade dos cursos; a consolidação da instituição como uma universidade multicampi, promovendo a mobilidade de alunos e professores, para que os campi dos municípios do interior seram considerados de mesma qualidade que o da capital; investimentos no projeto de comunicação mais profissionalizada, fazendo com que a comunicação funcione dentro e fora da Universidade.

Com sua equipe de pró-reitoria já definida - o vice será Horácio Schneider -, Maneschy diz que vai tentar impor um novo ritmo institucional e aponta que irá incentivar a participação de todos no compromisso de fazer a Universidade crescer, com um 'diferente modelo de gestão'

Fonte O Liberal

segunda-feira, 15 de junho de 2009

AMAZÔNIA, PARÁ - CARLOS MANESCHY NOMEADO REITOR DA UFPA PELO PRESIDENTE LULA

Foi publicada na seção 2 (Ano L, N. 111) do Diário Oficial da União desta segunda-feira, 15 de junho de 2009, a nomeação do professor Carlos Edilson Maneschy para a reitoria da Universidade Federal do Pará. Para ver o documento assinado pelo presidente da República, acesse:
O ATO DA POSSE SERÁ REALIZADO DIA 02 DE JULHO DE 2009.

A conspiração dos emergentes. Brasil, Rusia, India e China se reúnem para buscar alternativas à crise (em espanhol)


El País.com
Uno de los organismos internacionales informales más importantes del mundo es el llamado BRIC, que reúne a Brasil, Rusia, India y China (las iniciales dan nombre al grupo), y que se ha convertido en uno de los centros de debate más interesantes. Los líderes de los cuatro países, que se reunieron por primera vez en mayo de 2008, volverán a encontrarse mañana en Yekaterimburgo (Rusia). No se esperan acuerdos espectaculares ni el anuncio de un programa común, pero sí un decisivo intercambio de opiniones.

Los BRIC, que representan la mitad de la población mundial, el 23% del PIB y más del 40% de la superficie de la Tierra, quieren aprovechar la crisis para organizar un sistema internacional que deje mucho más margen de maniobra que el actual para alternativas y experimentos sociales y políticos, explicó a EL PAÍS Roberto Mangabeira Unger, ministro brasileño de Asuntos Estratégicos, que acaba de participar en Moscú en una reunión preparatoria de la cumbre de junio.

Los cuatro países del BRIC reclaman un mayor protagonismo en las decisiones mundiales y coinciden en una agenda de cinco puntos, en la que destaca el debate sobre el dólar como moneda de reserva; el papel de organismos como el G-20 y el propio BRIC; la reestructuración del régimen mundial de comercio; garantías para la seguridad, con una reconsideración del papel del Consejo de Seguridad de Naciones Unidas, y que la agenda de no proliferación nuclear sea paralela a nuevas conversaciones sobre desarme.

Los BRIC suman la mitad de
la población y el 23% del PIB
del mundo

En la reunión de Moscú participaron, además de Mangabeira, el secretario del Consejo de Seguridad de Rusia, general Nikolái Pátrushev; Dai Bingguo, uno de los cuatro miembros del Consejo de Estado de China, y el consejero de Seguridad de India, K. M. Narayanan. Los cuatro países mantienen discrepancias en temas fundamentales, como la posición de la Organización Mundial del Comercio (OMC) respecto al proteccionismo agrícola, que India y China defienden a capa y espada para proteger su agricultura familiar, mientras que los intereses de Brasil, gran exportador de alimentos, por ejemplo, van claramente en la otra dirección. Aún así el acercamiento de posiciones en los cinco puntos mencionados supone una de las grandes novedades mundiales y la reunión de junio está despertando un extraordinario interés en todos los círculos políticos internacionales.

Veja a Reportagem completa aqui