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terça-feira, 29 de março de 2011

"Se for para me encontrar com mamãe e papai, quero morrer agora"

"Um dia desses me disseram que, ao morrer, iria encontrar meu pai, falecido há mais de cinquenta anos. Aquilo me emocionou profundamente. Se for para me encontrar com mamãe e papai, quero morrer agora"

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Lula chora em homenagem a Alencar: 'foi uma dádiva ter te encontrado'



Vice-presidente recebeu título da Federação das Indústrias de SP. O Brasil todo faz também uma corrente de energia pela saúde do Alencar.

"Aguentaríamos mais cinco anos, mas somos democratas", disse Lula.

Roney Domingos
Do G1, em São Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chorou na noite desta segunda-feira (9) ao discursar em homenagem ao vice-presidente da República, José Alencar.

Alencar recebeu em São Paulo os títulos de presidente emérito da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e da Ordem do Mérito Industrial. O evento reuniu quatro potenciais candidatos à sucessão presidencial: a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, o governador de São Paulo, Jose Serra, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves e o deputado federal Ciro Gomes.

Lula disse que Alencar foi uma espécie de "fundo garantidor" de que ele precisava e fez uma brincadeira com a possibilidade de um terceiro mandato. "Além disso, nestes sete anos de convivência, que poderia ser mais se o pessoal quisesse... Nós dois até que aguentaríamos mais cinco anos de batalha", brincou o presidente.

"Foi uma dádiva de Deus ter te encontrado", disse Lula a Alencar, em tom solene, para logo em seguida brincar: "A gente devia ter se encontrado antes. Aí quem sabe eu não teria perdido tantas eleições."

Lula também disse que partiu dele próprio a ideia de convidar Alencar para ser seu vice em 2002. "E o PT me aceita?" teria perguntado Alencar. Lula conta que respondeu sim. "Eu é que estava aceitando. No meio da campanha, o pessoal que criticava gostava mais dele (Alencar) do que de mim", disse Lula.

O presidente também disse que ele e Alencar bebem e conversam como amigos. "Não são poucas as vezes que tomando um gole a gente fala da vida e começa a chorar", disse o presidente.

Para o presidente ex-sindicalista, o empresário José Alencar, às vezes se posiciona à sua esquerda. "Nós não temos divergências, somos companheiros, fazemos aquilo que entendemos que precisa ser feito. Ele é um pouco mais à esquerda do que eu. Eu virei um sindicalista mais conservador e ele um empresário mais esquerdista", afirmou Lula. "Eu penso que foi bom para mim, foi bom para ele e foi bom para o Brasil."

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Saúde - O Vice-Presidente José Alencar apresenta uma melhora de saúde


O Vice-Presidente José alencar que faz tratamento de câncer na região abdominal, disse que o último exame mostra "redução substancial" dos tumores. Ele luta contra a doença há 12 anos e já passou por 15 cirurgias. "Os médicos ficaram ufanos, chegaram a um ponto que não acreditavam no que estavam vendo", disse ao programa "Estúdio I", da GloboNews. "Tenho pedido a Deus é que não me dê um dia a mais de vida de que eu não possa me orgulhar dele", afirmou.

Notícia da GloboNews reproduzida na Folha de S. Paulo Aqui

(foto de arquivo)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Exclusivo - Samuel Pinheiro, do Itamaraty para ministério - Deu no Jornal do Brasil


Falta só o terno ficar pronto para o secretário-geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães (foto), assumir o Ministério de Assuntos Estratégicos, deixado por Mangabeira Unger no meio do ano.

Pinheiro foi chamado ao CCBB pelo presidente Lula há duas semanas, no mesmo dia em que Alexandre Padilha assumiu a secretaria de Relações Institucionais. Lula o convidou oficialmente e Samuel respondeu de pronto: “Eu topo, presidente”.

Quem o escolheu para o cargo foi o vice José Alencar – a vaga é do PRB – também presente à reunião.

Alencar havia tomado a decisão quando presidente interino, dias antes de o presidente Lula viajar para Copenhague. Como Lula estava no exterior, foi avisado por fax, e concordou com a indicação na hora.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Mais uma batalha e uma nova vitória




Após mais uma sessão de quimioterapia, o presidente da República em exercício, José Alencar, deixou na manhã de hoje o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. De acordo com a assessoria do hospital, Alencar chegou às 10 horas, fez a quimioterapia e deixou o hospital em seguida. Ele luta contra um câncer há 12 anos. A equipe que o acompanha é coordenada pelos médicos Paulo Hoff e Roberto Kalil Filho.

domingo, 6 de setembro de 2009

JOSÉ ALENCAR: Se for para me encontrar com mamãe e papai, quero morrer agora" - O BRASIL REZA PELA SUA SAÚDE




"Um dia desses me disseram que, ao morrer, iria encontrar meu pai, falecido há mais de cinquenta anos. Aquilo me emocionou profundamente. Se for para me encontrar com mamãe e papai, quero morrer agora"




Leia a entrevista, na intregra na Revista Veja

sábado, 5 de setembro de 2009

José Alencar: O exemplo da dignidade do Brasileiro


entrevista na Revista Veja

Na semana passada, o vice-presidente da República, José Alencar, de 77 anos, deu início a mais uma batalha contra o câncer. É o 11º tratamento ao qual ele se submete na tentativa de controlar o sarcoma, um câncer agressivo e recidivo, diagnosticado pela primeira vez em 2006.

A abordagem de agora consiste em quatro sessões semanais de quimioterapia. A químio foi decidida pelos médicos uma vez que o câncer de Alencar, com vários nódulos na região do abdômen, não respondeu a uma medicação ainda em fase experimental, em testes no hospital MD Anderson, centro de excelência em pesquisas oncológicas, nos Estados Unidos.

Desde o início desse tratamento, em maio, o sarcoma cresceu cerca de 30%. A químio é uma tentativa de conter o alastramento do tumor. Visivelmente abatido, quase 10 quilos mais magro, Alencar recebeu a repórter Adriana Dias Lopes na sala 215 do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, enquanto passava pela primeira sessão de químio.

O encontro durou cerca de uma hora. Nos primeiros dez minutos, o vice-presidente comeu dois hambúrgueres e tomou um copo de leite. Alencar chorou duas vezes. Ao falar de seus pais e da humildade, a virtude que, segundo ele, a doença lhe ensinou.

Como o senhor está se sentindo?

Está tudo ótimo: pressão, temperatura, coração e memória. Tenho apetite, inclusive – só não como torresmo porque não me servem. O meu problema é o tumor. Tenho consciência de que o quadro é, no mínimo, dificílimo – para não dizer impossível, sob o ponto de vista médico. Mas, como para Deus nada é impossível, estou entregue em Suas mãos.

Desde quando o senhor sabe que, do ponto de vista médico, sua doença é incurável?

Os médicos chegaram a essa conclusão há uns dois anos e logo me contaram. E não poderia ser diferente, pois sempre pedi para estar plenamente informado. A informação me tranquiliza. Ela me dá armas para lutar. Sinto a obrigação de ser absolutamente transparente quando me refiro à doença em público – ninguém tem nada a ver com o câncer do José Alencar, mas com o câncer do vice-presidente, sim. Um homem público com cargo eletivo não se pertence.

O senhor costuma usar o futebol como metáfora para explicar a sua luta contra a doença. Certa vez, disse que estava ganhando de 1 a 0. De outra, que estava empatado. E, agora, qual é o placar?

Olha, depois de todas as cirurgias pelas quais passei nos últimos anos, agora me sinto debilitado para viver o momento mais prazeroso de uma partida: vibrar quando faço um gol. Não tenho mais forças para subir no alambrado e festejar.

Como a doença alterou a sua rotina?

Mineiro costuma avaliar uma determinada situação dizendo que "o trem está bom ou ruim". O trem está ficando feio para o meu lado. Minha vida começou a mudar nos últimos meses. Ando cansado. O tratamento que eu fiz nos Estados Unidos me deu essa canseira. Ando um pouco e já me canso. Outro fato que mudou drasticamente minha rotina foi a colostomia (desvio do intestino para uma saída aberta na lateral da barriga, onde são colocadas bolsas plásticas), herança da última cirurgia, em julho. Faço o máximo de esforço para trabalhar normalmente. O trabalho me dá a sensação de cumprir com meu dever. Mas, às vezes, preciso de ajuda. Tenho a minha mulher, Mariza, e a Jaciara (enfermeira da Presidência da República) para me auxiliarem com a colostomia. Quando, por algum motivo, elas não podem me acompanhar, recorro a outros dois enfermeiros, o Márcio e o Dirceu. Sou atendido por eles no próprio gabinete. Se estou em uma reunião, por exemplo, digo que vou ao banheiro, chamo um deles e o que tem de ser feito é feito e pronto. Sem drama nenhum.

O senhor não passa por momentos de angústia?

Você deveria me perguntar se eu sei o que é angústia. Eu lhe responderia o seguinte: desconheço esse sentimento. Nunca tive isso. Desde pequeno sou assim, e não é a doença que vai mudar isso.

O agravamento da doença lhe trouxe algum tipo de reflexão?

A doença me ensinou a ser mais humilde. Especialmente, depois da colostomia. A todo momento, peço a Deus para me conceder a graça da humildade. E Ele tem sido generoso comigo. Eu precisava disso em minha vida. Sempre fui um atrevido. Se não o fosse, não teria construído o que construí e não teria entrado na política.

É penoso para o senhor praticar a humildade?

Não, porque a humildade se desenvolve naturalmente no sofrimento. Sou obrigado a me adaptar a uma realidade em que dependo de outras pessoas para executar tarefas básicas. Pouco adianta eu ficar nervoso com determinadas limitações. Uma das lições da humildade foi perceber que existem pessoas muito mais elevadas do que eu, como os profissionais de saúde que cuidam de mim. Isso vale tanto para os médicos Paulo Hoff, Roberto Kalil, Raul Cutait e Miguel Srougi quanto para os enfermeiros e auxiliares de enfermagem anônimos que me assistem. Cheguei à conclusão de que o que eu faço profissionalmente tem menos importância do que o que eles fazem. Isso porque meu trabalho quase não tem efeito direto sobre o próximo. Pensando bem, o sofrimento é enriquecedor.

Essa sua consideração não seria uma forma de se preparar para a morte?

Provavelmente, sim. Quando eu era menino, tinha uma professora que repetia a seguinte oração: "Livrai-nos da morte repentina". O que significa isso? Significa que a morte consciente é melhor do que a repentina. Ela nos dá a oportunidade de refletir.

O senhor tem medo da morte?

Estou preparado para a morte como nunca estive nos últimos tempos. A morte para mim hoje seria um prêmio. Tornei-me uma pessoa muito melhor. Isso não significa que tenha desistido de lutar pela vida. A luta é um princípio cristão, inclusive. Vivo dia após dia de forma plena. Até porque nem o melhor médico do mundo é capaz de prever o dia da morte de seu paciente. Isso cabe a Deus, exclusivamente.

O senhor se deu conta da comoção nacional que tem provocado?

Não há fortuna no mundo capaz de retribuir o carinho dos brasileiros. Sou um privilegiado. Você não imagina a quantidade de manifestações afetuosas que tenho recebido. Um dia desses me disseram que, ao morrer, iria encontrar meu pai, falecido há mais de cinquenta anos. Aquilo me emocionou profundamente. Se for para me encontrar com mamãe e papai, quero morrer agora. A esperança de encontrar pessoas queridas é um alento muito grande – e uma grande razão para não ter medo do momento da morte.

O senhor se tornou mais devoto com a doença?

Sou de família católica, mas nunca fui de ir à missa. Nem agora faço isso. Quando a coisa aperta, rezo o pai-nosso. Ultimamente, tenho rezado umas duas, três vezes ao dia.

Se recebesse a notícia de que foi curado, o que faria primeiro?

Abraçaria a Mariza e diria: "Muito obrigado por ter cuidado tão bem de mim".

Veja outras referências à Saúde do josé Alencar neste blog Aqui e Aqui

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

JOSÉ ALENCAR - BRASIL REZA PELA SUA SAÚDE


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva antecipou nesta segunda-feira (10) a sua volta ao Brasil do Equador em cerca de duas horas por estar "preocupado" com a saúde do vice-presidente José Alencar.

Lula disse que telefonou para o vice-presidente no domingo à noite e ele estava bem. Nesta segunda-feira, no entanto, foi informado de que Alencar havia retornado ao hospital após urinar sangue.

"Eu levantei às 7h da manhã, fui tormar café, e fui informado de que o José Alencar tinha retornado ao hospital. Ele foi urinar e urinou sangue. Ou seja, então eu fiquei preocupado, comuniquei o presidente Rafael Correa que não iria ficar para a foto. Comuniquei os outros presidentes, e vou retornar", disse logo antes de embarcar para o Brasil, às 14h35.

A previsão de chegada do presidente no Brasil é 19h05, horário de Brasília. Antes o retorno estava previsto para às 21h.

O chefe-de-gabinete de Alencar, Adriano Silva, informou ao G1 que o vice-presidente pernoitou no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. De acordo com ele, Alencar teve "um pequeno sangramento" no domingo à noite e seguiu para o hospital, onde ficou até a manhã desta segunda. Adriano informou ainda que Alencar está em seu apartamento, em São Paulo.

G!

Ultimo Segundo

sábado, 4 de julho de 2009

SAÚDE - NÃO TENHO MEDO DA MORTE E SIM DE PERDER A DIGNIDADE - I HAVE NO FEAR OF DEATH AND YES THE DIGNITY OF MISS

Essas foram as palavras do Vice-Presidente José Alencar quando foi perguntado se teria medo da morte. Ele agregou que existiam poucas pessoas públicas neste País com quem ele pooderia tirar uma foto a vontade.
Sua energia, seu espírito de luta para enfrentar desafios, sua ética e visão de futuro são seu maior exemplo para a sociedade e especialmente, juventude brasileira.

TODO O POVO DO BRASIL REZA PELA SAÚDE DO JOSÉ ALENCAR

Veja a matéria sobre a internação

O presidente da República em exercício, José Alencar, voltou a ser hospitalizado neste sábado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após passar mal em Brasília. Ele foi diagnosticado com câncer abdominal há 12 anos.

De acordo com a Globo News, uma tomografia no abdome identificou uma obstrução intestinal parcial provocada pelo tumor.

A expectativa é de que ele continue internado em jejum por pelo menos dois dias recebendo soro pela veia. Se essa hidratação não for suficiente para desobstruir o intestino de Alencar, ele terá de ser operado.

A internação de hoje estava fora do previsto porque Alencar costuma passar pelo Sírio apenas às quintas-feiras. Uma vez por mês, ele vai a Houston, nos Estados Unidos, para se submeter a um tratamento experimental.

Folha Online

sábado, 30 de maio de 2009

SAÚDE - José Alencar retorna amanhã ao Brasil após tratamento experimental nos EUA


TODO BRASIL ESTA TORCENDO PELA SAÚDE DO VICE-PRESIDENTE JOSÉ ALENCAR.
DEIXE AQUI SUA TESTEMUNHA E COMENTÁRIO

O vice-presidente José Alencar retorna amanhã ao Brasil após participar nos Estados Unidos de um tratamento experimental contra o câncer. A previsão é que ele desembarque em Brasília no início da noite e dê continuidade ao tratamento no Brasil.Alencar viajou para Houston (Texas) na última terça-feira (26) para tentar se qualificar para um tratamento experimental no centro oncológico M.D. Anderson. No dia seguinte, ele fez exames preliminares que aprovaram sua participação no tratamento.O vice-presidente luta desde 1997 contra a doença e passou por duas cirurgias nos últimos três anos. Menos de quatro meses após sua última operação, em janeiro, exames indicaram a volta de tumores malignos no abdome.O oncologista Paulo Hoff, que acompanha Alencar nos Estados Unidos, disse antes de embarcar que o tratamento é feito com dois medicamentos que estão em fase de testes. Ele explicou que os remédios são novos e não têm nome, mas que vêm mostrando mais eficiência no tratamento contra o sarcoma --tipo de câncer do vice-presidente-- do que as drogas usuais.


Correio Braziliense

terça-feira, 31 de março de 2009

CIÊNCIA - Instituto de SP cria o maior banco de próstata do mundo


Inaugurado ontem, centro investe em pesquisas sobre todo sistema urinário masculino.

Entre os novos aparelhos, há uma terapia a laser que permite reduzir tamanho da próstata de forma menos agressiva e sem internação.
O Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo, inaugurou ontem o primeiro centro especializado em próstata da América Latina. Nele, passa a funcionar também o maior banco de próstata do mundo, com amostras de 2.000 pacientes, que subsidiará pesquisas voltadas ao diagnóstico precoce do câncer que afeta um em cada seis homens.Coordenado pelo urologista Miguel Srougi, professor titular da USP (Universidade de São Paulo), o instituto custou R$ 8 milhões e focará em atendimento multidisciplinar ao paciente tecnologia de última geração e em pesquisas sobre o sistema urinário, que serão feitas em parceria com a Faculdade de Medicina da USP.