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terça-feira, 22 de março de 2011

Mineração - Nova política de royalties e seus impactos no Pará

Reportagem do O Liberal sobre apresentação de técnicos do MME sobre os royalties da mineração e como atinge à economia do Estado.

 O Liberal, 22/03/2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

Crescerá mais a produção de automóveis. O MUNDO CHEIO



SÃO PAULO – A General Motors do Brasil anunciou hoje que vai criar o terceiro turno de produção de veículos na fábrica de São Caetano do Sul, no ABC paulista. Serão contratados 1.500 empregados, a maioria por tempo indeterminado, explicou o presidente da GM na América do Sul, Jaime Ardila.
Com a medida, a companhia espera ampliar a capacidade de produção neste ano, de 200 mil para 250 mil veículos. “Em 2012, devemos chegar a 280 mil veículos”, afirmou Ardila. A unidade de São Caetano ainda será responsável pela produção de quatro modelos totalmente novos. 

Ardila explicou que as contratações começam agora e terminam até o meio do ano. Os funcionários temporários da companhia, que não tiveram contrato renovado há dois anos atrás, terão prioridade. “Temos uma dívida com essas pessoas. Além disso, elas já estão treinadas.” A maioria será empregada na montagem de veículos e uma pequena parte em funções especializadas. 

As medidas foram anunciadas durante encontro da direção mundial da montadora com o governador paulista Geraldo Alckmin e fazem parte do programa de investimento da GM no Brasil, de mais de R$ 5 bilhões para o período entre 2008 e 2012.

“O Brasil é um mercado-chave na economia global. Os investimentos que estamos fazendo no país demonstram nossa confiança no seu potencial de crescimento”, disse o novo presidente mundial da empresa, Dan Akerson, acrescentando que o Brasil é hoje o terceiro maior mercado da GM no mundo.
Questionado sobre o fato de a GM ocupar a terceira posição no mercado brasileiro, atrás de Fiat e Volkswagen, Akerson disse que não está satisfeito com isso e que a companhia vai trabalhar para assumir o primeiro lugar, o que ele espera que aconteça com os novos lançamentos.

O executivo afirmou ainda que o crescimento médio nas vendas da GM, de 50 mil veículos a cada ano, influenciou na decisão de abrir o terceiro turno de produção na fábrica de São Caetano.

O governador Geraldo Alckmin afirmou que os investimentos mostram a confiança da montadora no Brasil e no Estado de São Paulo. “As montadoras são importantes para o Estado porque geram vários empregos”, ressaltou.

(Fernando Taquari | Valor)

Comentários do Blog

Essa visão que muitos celebram como um indicador do sucesso do crescimento econômico está trazendo um alto custo para a sociedade como um todo. Alguém terá que pagar esse custo. 

Na visão de uma corrente da economia, a Economia ecológica, a aceleração continuada da economia global, que consome quantidades cada vez maiores de recursos materiais, insumos energéticos e serviços naturais, o mundo está cada vez mais saturado ou o que os economistas chamam "mundo cheio".

O planeta é finito e não poderá crescer infinitamente, triplicar, quadruplicar quintuplicar a frota de automóveis, caminhões, ônibus, carretas, em fim transportes rodoviários. Chegará um momento (já está chegando)  que não haverá mais espaço para colocar os produtos resultantes do processo econômico capitalista.







Graficamente os economistas explicam assim a relação entre o mundo cheio e o mundo vazio e os principais autores que trabalham a relação entre os dois "mundos".








Recomendamos alguns autores que tratam sobre o tema.
  •  Joan Martinez Alier. Um dos fundadores da economia Ecológica e autor de livros como O ecologismo dos pobres e Economía, Ecología e Política Ambiental.
  • Nicholas Georgescu-Roegen: pai da matéria, com seu The Entropy Law and the Economic Process;
  • Robert Costanza: membro fundador da International Society of Ecological Economics; e

  • Herman Daly: meu autor favorito, extremamente prolífico. Para os iniciantes, recomendo seu altamente didático “Ecological Economics: Principles and Applications”, em co-autoria com Joshua Farley.

sábado, 5 de março de 2011

TRAJETÓRIAS DO DESENVOLVIMENTO

Da ilusão do crescimento ao imperativo da sustentabilidade 




Este livro é um amplo levantamento – em linguagem clara e comunicativa – das variadas concepções do desenvolvimento que se sucederam ao longo das últimas décadas: das teorias clássicas às marxistas, das teorias institucionalistas às do desenvolvimento sustentável. Percorrer essas ideias e conhecer seus formuladores proporciona ferramentas indispensáveis para debater os impasses do mundo de hoje.

Mas o debate sobre os desafios do desenvolvimento, como lemos aqui,, é uma consequência direta da grande depressão dos anos 1930. No âmbito da polarização entre o socialismo intervencionista e o capitalismo keynesiano, os economistas mergulharam numa rica e polêmica discussão sobre como reduzir a vulnerabilidade às crises, as mazelas da pobreza e do atraso e as incertezas quanto ao futuro. Os trinta anos que se seguiram ao final da Segunda Guerra foram decisivos em termos de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento, com a convergência das dimensões econômica e social.

A crise fiscal do Estado, marcante nos anos 1970, obscureceu o tema, na medida em que crescia um certo desencanto quanto à real capacidade do Estado em promover o desenvolvimento. Tanto na academia quanto nas ações políticas, parecia que o debate voltaria à pauta das virtudes do mercado como regulador principal e fundamento da evolução dos negócios públicos e do bem-estar social.

No entanto, a emergência da questão ambiental, desde os anos 1970, ajudou a que as teorias (e práticas) do desenvolvimento fossem revistas e atualizadas, agora com a inclusão da dimensão ecológica como conteúdo indissociável da economia e do bem-estar. O conceito de sustentabilidade revigora e dá novo conteúdo ao debate.

Este livro tem o mérito de lançar luz, de forma didática e atual, sobre o tema. A releitura de autores clássicos do desenvolvimento é agora apresentada com o foco também na sustentabilidade. Com isso, ganham os estudantes e pesquisadores, que passam a dispor de uma obra de referência clara, objetiva e de grande atualidade. Ganham também os tomadores de decisão, que encontrarão no texto bases relevantes para as políticas públicas.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Aqui no Chile - Depois de erros históricos do Partido Socialista, seu presidente prefire perder as eleicoes e renunciar

Só depois de varias renuncias de dirigentas da concertacao, os socialistas optaram também por renunciar. Deve-se lembrar que essa foi a condicao de Marco Enríquez para apoiar a Frei: "renuncia de todos os dirigentes dos partidos do bloco de apoio a Frei, reforma tributária, saúde pública e educacao gratiuita". Marco que resultou em terceiro lugar nas eleicoes do dia 13 de dezembro e que conta com capital de mais de 1,4 milhoes de votos, estaria disposto a apoiar ao candidato da concertacao, desde que se cumpram essas condicoes. O preco é alto, entreatanto a única possibilidade de mais um trunfo da concertacao. Caso contrário a direita retoma o poder no Chile e a concertacao terá que assumir os custos do seu erro político.

Leia (em espanhol) no jornal chileno "La Nación" as declaracoes do Presidente do partido Socialista, Camilo Escalona, quem será o grande responsável da quase certa derrota da Concertacao no segundo turno das eleicoes.

Con Camilo Escalona a la cabeza, la mesa directiva del Partido Socialista decidió poner sus cargos a disposición del Comité Central de la colectividad, en un nuevo gesto al interior de la Concertación a 24 horas del remezón provocado con las renuncias del presidente PRSD José Antonio Gómez y el timonel PPD Pepe Auth.

Pero a diferencia del PRSD y del PPD, donde asumieron directivas interinas, la decisión final en el caso del PS quedó para la segunda vuelta, dado que la convocatoria para el Comité Central está programada recién para el 23 de enero.

Fue en una reunión de más de 3 horas, citada de forma extraordinaria en la sede de la colectividad, donde la plana mayor del PS confrontó sus posiciones, con un Escalona que llegó a la cita con la intención de no emular el gesto de sus colegas radical y pepedé, y la disidencia presionando por dar una señal en pos de más renovación y cambios de cara a la segunda vuelta.

La presión sobre el PS y la DC, partido que también decidió mantener en la testera a Juan Carlos Latorre, se redobló durante esta jornada, con los llamados, por ejemplo de la bancada de diputados del PDD, a que Escalona y Latorre hagan “un gesto de solidaridad con Chile” y la asunción de la presidenta interina pepedé Adriana Muñoz.

El largo debate PS se materializó en una declaración pública donde se formaliza la disposición de dar un paso al costado por parte de la directiva encabezada por Escalona, y que también integran el secretario general Marcelo Schilling, más los vicepresidentes Isabel Allende, Juan Pablo Letelier y Ricardo Solari, y los dirigentes Arturo Martínez, Andrés Santander, Daniel Melo y Eugenio Alcamán.

Pero al término de la cita, Escalona llegó sólo acompañado de Martínez, Schilling y Melo, y leyó una declaración en donde fijan sui postura tras “examinar con atención” los últimos sucesos políticos al internos de la Concertación, “y más particularmente tras las renuncias de los presidentes del PPD y del PRSD”.

La declaración PS subraya que la “tarea de las tareas” es lograr un triunfo electoral el próximo 17 de enero, para lo cual reafirma su compromiso con el diálogo para la confrormación de una mayoría progresista, en alusión a los sectores que en primera vuelta estuvieron con Marco Enríquez Ominami y Jorge Arrate.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Política Internacional - A história do Chile pode mudar hoje


Os chilenos podem ter hoje a maior surpresa da sua história recente, um candidato de esquerda de fora da concertação pode passar para o segundo turno das leições para presidente.

A novidade é que todos os candidatos prometem dar continuidade às políticas da Presidenta Michelle Bachelet, socialista e filha de uns dos Ministros de ex-Presidente Salvador Allende, quem foi cruelmente torturado até a morte, por instruções diretas do Pinochet.

Apesar de impedida por lei de se candidatar à reeleição imediata e com popularidade que beira os 80%, a presidente socialista do Chile, Michelle Bachelet, também atua como figura de destaque nas eleições chilenas de domingo, na qual todos os candidatos, inclusive o favorito Sebastián Piñera, de direita, já se comprometeram a dar continuidade a seu trabalho.

Bachelet assumiu em março de 2006 como a primeira mulher a governar o país. No início, enfrentou severas críticas, que miravam em sua suposta falta de personalidade e liderança. Agora, a poucos meses de deixar o poder, se transformou na presidente mais popular da história do Chile.

Sua curva de popularidade apresenta um paradoxo: as pesquisas davam a Bachelet 35% de aprovação quando o país passava por uma fase de bonança econômica (outubro de 2006), mas este percentual mais que dobrou em plena crise.

Sua decisão de economizar recursos em épocas de "vacas gordas" para utilizá-los em planos que ajudaram o Chile a escapar quase ileso da crise econômica mundial agradou os eleitores. Agora, todos os candidatos a sua sucessão prometem manter a bem sucedida rede de proteção social que ela criou.

"Eu digo com orgulho: vou ser o continuador da presidente Bachelet", afirmou o candidato governista Eduardo Frei, que está em segundo lugar nas preferências. Ele foi publicamente apoiado por Bachelet, mas isto não contribuiu muito para que avançasse nas preferências dos eleitores chilenos.

O dissidente de esquerda Marco Enríquez-Ominami, terceiro nas pesquisas, se apresentou como o verdadeiro continuador do governo, argumentando que encarna o mesmo espírito rebelde de Michelle Bachelet.

"Esta candidatura é, finalmente, a continuação lógica da liderança da presidente Bachelet", afirmou Enríquez, que se afastou do governo para se apresentar como candidato independente.

O empresário Sebastián Piñera, candidato de direita e favorito a vencer o pleito de domingo, também não teve problemas em incluir a imagem de Bachelet em sua campanha eleitoral.

"Piñera disse que muitas políticas da presidente vão continuar. A imagem da presidente é patrimônio de todos os chilenos", afirmou Rodrigo Hinzpeter, chefe da campanha de Piñera, defendendo-se de críticas por ter associado a imagem de Bachelet a seu candidato.

Para os analistas, a popularidade de Michelle Bachelet está associada a seu acertado gerenciamento econômico e à tenacidade que apresenta ao defender sua obra social.

Bachelet definiu a proteção social como o eixo principal de seu governo. Durante seu mandato, estabeleceu uma pensão básica universal para os aposentados mais pobres, triplicou o número de creches públicas e instituiu a distribuição gratuita de um pacote completo de acessórios para mães que dão à luz nos hospitais públicos, entre outras medidas.

Para o cientista político da Universidade do Chile Guillermo Holzmann, a disputa dos candidatos à presidência pela imagem de Bachelet é um elogio e tanto a seu trabalho.

"O fato de que Piñera a utilize em sua campanha é um reconocimiento implícito de que no Chile não há um modelo alternativo, e sim que aceitamos um só: de reinserção plena na globalização. Não há direita ou esquerda", disse Holzmann à AFP.

"Se há 80% de popularidade é porque há um importante setor da direita a favor dela", explicou por sua vez Carlos Huneeus, diretor do Centro de Estudos da Realidade Contemporânea (CERC).

sábado, 14 de novembro de 2009

Meio Ambiente - O Governo Federal parte para a ofensiva com ações verdadeiramente estratégicas


(Comentário do Blog)

O Governo está cada vez mais consciente da urgente necessidade de passar à ofensiva e exercer uma maior liderança nas ações de sustentabilidade da Amazônia, entretanto, muitos órgãos e instituições, até pouco tempo, faziam muito pouco por esse tão sonhado novo modelo de sustentabilidade para a Região.

As ações que o Governo Federal disparou, sob a condução do Presidente, não são poucas e também não são as suficientes para pensar que todo estará feito de aqui para frente.

As ações do Arco Verde Terra Legal anunciadas pelo Presidente Lula, contaram com a presença de governadores da Amazônia, do Ministro Carlos Minc e da Ministra, Secretária da Casa Civil Dilma Rousseff, que está entrando com corpo e alma para liderar essa área que estava sendo reivindicada pelas comunidades ambientalistas, que fora de construir uma discurso crítico sobre as políticas de meio ambiente no Brasil, estão pouco engajados com ações concretas para gerar alternativas realmente sustentáveis para as comunidades da floresta Amazônica.

Eu chamo eles de ambientalistas de plantão, hoje estão debatendo e dando cátedras sobre mudança climática, meio ambiente, aquecimento global, destruição dos biomas, previsões catastróficas, no entanto, depois sugerem novas políticas públicas, mais debate, etc., sem conseguir ir ao fundo do problema e menos das soluções.

Adicionalmente, um dos pontos fracos dos ambientalistas é sua maior vantagem serem especialistas em grandes generalidades com que tratam os temas do meio ambiente. Nesse sentido também, a maioria das vezes os debates ficam no "estado da arte", na situação atual, no futuro, nas previsões nos perigos e por aí vai.

Não se vá a fundo no tema, falta aterrissar na realidade concreta da Amazônia, como por exemplo propor alternativas concretas que ampliem a questão ambiental "geral" para uma proposta, socialmente includente, ambientalmente sustentável e economicamente viável (como bem falam os pensadores do desenvolvimento sustentável ou da sustentabilidade, como eu penso, sem chegar a ser pensador, ainda).

Na maioria dos debates nos quais tenho participado ultimamente, se faz um recorte ambiental, voltado para a economia de baixo carbono, de proteção às florestas, e, recentemente a criação de fundos para o desenvolvimento da Região (Fundos soberanos), sem dizer como seria, passo a passo o desenrolar dessas ações.

Falta maior envolvimento dos diversos segmentos ligados à questão ambiental.
A inovação tecnológica e as alternativas produtivas caminham em linhas paralelas com a questão ambiental. Se requere propostas concretas e metodologias que levem à construção de cadeias produtivas para oferecer alternativas para as comunidades que moram na floresta e para os que já habitam nas periferias das cidades da Amazônia.

Existem alguns que afirmam que as populações que habitam nas periferias das periferias das cidades da Amazônia já seriam urbanas. Eu não concordo, já que ser urbano representa pelo menos poder contar com no mínimo algum dos serviços que as cidades oferecem e essas comunidades que moram na periferia nada possuem para serem caracterizados como populações urbanas.

Para eles também se requere uma resposta e o Governo está assumindo essa importante tarefa com grande possibilidade de êxito.

Veja a seguir a matéria, na íntegra das Ações do Arco Verde Terra Legal anunciadas pelo Presidente Lula.

As ações estratégicas iniciadas no Mutirão Arco Verde Terra Legal vão chegar a todos os municípios da Amazônia. Este foi o compromisso firmado entre os governos federal, estaduais e municipais para garantir um novo modelo sustentável e controlar o desmatamento ilegal na região.

O programa Terra Legal começou em junho de 2009, juntamente com a chegada das caravanas do mutirão à Amazônia. Dos 43 municípios, 24 possuem terras federais. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, comparou a situação desses municípios no início do Programa e agora.

"Ninguém têm vocação para desmatar. O que existe é o desmatamento como forma econômica. E é isso que estamos mudando". O ministro disse que além de oferecer alternativas à derrubada da floresta, o projeto do Arco Verde cria uma dinâmica que incorpora a legalização da terra como porta de entrada para um novo modelo sustentável. "Começamos com a regularização fundiária e ambiental e passamos por toda a cadeia produtiva, com acesso a créditos e programas de comercialização". destacou. Segundo ele, atualmente as pessoas têm escolha e podem optar pela floresta em pé.

Pacto a favor da Amazônia

Na apresentação do balanço dos quatro meses de mutirão, a ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, destacou a integração dos governos para criar alternativas e transformar os municípios prioritários no combate ao desmatamento em exemplos para toda a Amazônia. "Esse conjunto de ações é a resposta para transformar definitivamente o Arco de Fogo em Arco Verde", frisou.

Os prefeitos de Paragominas (PA), Vila Rica (MT) e Machadinho D´Oeste (RO) apontaram como grande vitória para a população da Amazônia o pacto federativo firmado durante os mutirões. Mais de 2.400 ações foram pactuadas nos quatro meses de caravanas. Postos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), agências do Banco do Brasil, acesso a créditos e políticas de comercialização, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), são algumas das ações previstas para a região.

Regularização Fundiária: início do desenvolvimento

No estado do Pará, por exemplo, 16 municípios receberam as ações de cidadania do Arco Verde Terra Legal. A governadora do estado, Ana Julia Carepa, citou a regularização fundiária como principal instrumento de desenvolvimento para a região. "Só os grileiros não querem o desenvolvimento e a regularização fundiária. Este é o começo de um novo modelo de economia, a economia verde", frisou.

Durante o evento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros Cassel e Dilma Rousseff entregaram títulos de terra a seis casais do Pará, Mato Grosso e Rôndonia.

Continuidade e expansão

Foi o presidente que anunciou a expansão das ações do Arco Verde na Amazônia. "Começamos por 43, mas devemos ampliar para todos os munícipios da região". A síntese da parceria concretizada nos mutirões, disse ele, "é a prova de que o sucesso do Arco Verde não seria possível sem sair de Brasilia e ir a essas regiões tão diferenciadas".

Estavam presentes no evento os ministros do Meio Ambiente, Carlos Minc, da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, os governadores do Amazonas, Eduardo Braga, do Mato Grosso, Blairo Maggi, Rondônia, Ivo Cassol, e o governador de Tocantins, Carlos Henrique Gaguim. Ainda participaram da solenidade os prefeitos dos 43 municípios do Arco Verde e representantes dos governos federal, estaduais e municipais.

MDA

Veja mais informações sobre a posse de as ações do Arco Verde Terra Legal Aqui

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

BLOGs - Um novo Blog está na Praça


Um novo Blog está entre nós. O Blog da Márcia Macêdo de Belém do Pará. Com Informações da área de Ciência e Tecnologia, com foco nos processos de incubação de empresas e de parques tecnológicos. Dicas sobre editais, seleção de empreendimentos, informações sobre seminários de empreendedorismo.

Uma voz autorizada para falar do tema, com competência, conhecimento e grande motivação para chamar as pessoas a envolvers-se no mundo das incubadoras, do empreendedorismo e da inovação tecnológica.
Antes de ser funcionária do Estado, da Secretaria de Ciêrncia, Tecnologia e Inovação, Márcia esteve por muitos anos cuidando do Programa de Incubação de empresas da UFPA (PIEBT), junto com uma grande equipe de técnicos, professores, alunos e pesquisadores da UFPA.

Parabens pelo Blog e muito sucesso.

Acesse o BLOG DA MARCIA MACEDO Aqui

domingo, 8 de novembro de 2009

Esportes - Rio 2016 já começou

A preparação dos esportistas que representarão o Brasil em 2016 deve começar agora, só assim o Brasil poderá ficar entre as melhores seleções olímpicas que competirão nas olimpíadas do Rio/2016.

Para isso, é fundamental desenvolver políticas públicas, desde hoje, com investimentos não apenas nas cidades que serão sede dos jogos e sim nas nossas crianças que espalhadas pelo Brasil, sonham com serem as estrelas do Brasil do século XXI

Aqui nossa pequena contribuição, agora faça também a sua.




quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Candidato independente à presidência do Chile Marco Enríquez se reune com Lula e nesta quarta feira novamente estará com o Presidente


BRASILIA, octubre 21.- Marco Enríquez–Ominami llegó con regalo a su cita con el Presidente brasileño, Luiz Inácio Lula Da Silva. Le llevó una camiseta de la selección chilena y lo felicitó por todos los logros deportivos, con lo que, según dice, se ganó fácilmente la simpatía del Mandatario.

“Estuvimos casi una hora, el doble de lo previsto, fue una reunión muy amable y fue interesante el cariño que tiene Lula a Chile. Fue muy generoso, nos autorizó a grabar el comienzo, hubo un diálogo muy informado, sabe mucho de Chile, tiene mucho interés en lo que está pasando en esta elecciones presidenciales”, aseguró el parlamentario.

Enríquez-Ominami agrega que el encuentro fue tan contundente, que volverán a reunirse este miércoles temprano. “Nos volveremos a juntar a las 8:30 de la mañana. Cuando le regalé la camiseta de la selección y le planteé mi propuesta para el mundial 2026 (en conjunto Chile-Argentina), le expliqué que Carlos (Ominami) y Karen (Doggenweiler) venían tarde en el avión y le dije que quería que lo saludaran. A él le gustó la idea y me propuso que nos juntáramos los cuatro temprano”, explicó Enríquez-Ominami.

Según el diputado, el cariño de Lula se justifica en la amistad con su padre, Carlos Ominami. “El ha sido muy cariñoso conmigo. Se acordó mucho de Carlos, lo quiere ver, y me preguntó mucho por Karen y fue muy expresivo”.

Respecto al contenido de la conversación, el diputado informó que le entregó todo su respaldo a Lula para la postulación de Brasil en Naciones Unidas. “Le dije que respaldaré con equipos de excelencia que Brasil sea miembro permanente del Consejo de las Naciones Unidas”. Y además, sumaron temas regionales: “Conversamos de la necesidad de generar más integración regional. Hablamos de temas agrícolas, integración, financieros. Hablamos de muchas cosas, de lo humano y lo divino y fue muy interesante”, sentenció el candidato independiente, quien regresa mañana a Santiago y la próxima semana podría volver a salir del país para reunirse con el Presidente de Ecuador, Rafael Correa.

ENCUESTA CERC

Aunque el comando del diputado celebró los resultados de la encuesta CERC, que lo dejan en un empate con el candidato presidencial de la Concertación, Eduardo Frei, en primera vuelta, Enríquez-Ominami prefirió ser cauto y evitó referirse a un eventual apoyo de la coalición oficialista en segunda vuelta.

“Yo convoco a leer las encuestas con cautela. Son una fotografía. Igual agradezco el respaldo sistemático que va creciendo todos los días en las encuestas y hago un llamado a todos los progresistas, a todos los que quieren un estado más próspero, más integrado, a que se sumen a esta campaña”, solicitó el diputado.

Terra

Internacional - Candidato presidencial chileno diz a Lula que integração será prioridade

Brasília, 20 out (EFE).- O candidato presidencial chileno Marco Enríquez-Ominami se reuniu nesta terça-feira com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem assegurou que a integração será sua "prioridade", se vencer as eleições de 13 de dezembro.

"Quis dizer ao presidente Lula qual é o projeto de integração e de relações exteriores", caso chegue ao poder, disse a jornalistas o candidato independente, que, segundo as mais recentes pesquisas, tem intenções de voto de 17%.

O favorito para vencer as eleições nas quais será eleito o sucessor da presidente Michelle Bachelet é, até o momento, o opositor de direita Sebastián Piñera (37%), enquanto as pesquisas concedem ao governista Eduardo Frei o segundo lugar (28%).

Enríquez-Ominami, que saiu do Partido Socialista para ser candidato independente, conversou com Lula sobre assuntos regionais e expressou seu interesse em fortalecer as relações do Chile com os países sul-americanos nos âmbitos político, econômico, comercial e até no esportivo.

Disse que perguntou a Lula sobre a experiência do Brasil diante da organização da Copa do Mundo de 2014, assim como dos Jogos Olímpicos de 2016, que acontecerão no Rio de Janeiro, e reiterou sua aspiração a que o Chile seja sede do torneio de futebol em 2026.

Também mostrou interesse pelos programas sociais desenvolvidos por Lula desde que chegou ao poder, em 2003, e pelo sistema de votação eletrônica utilizado no Brasil.

Enríquez-Ominami, que expressou sua admiração pelo futebol brasileiro, presenteou Lula com uma camisa vermelha da seleção do Chile com o número 2, que identifica sua cédula no pleito e que o presidente mostrou sorridente aos fotógrafos.

Fonte Agencia EFE

domingo, 18 de outubro de 2009

Mineração - FMI dá munição a Lula para mostrar que a VALE não é tão bonzinha como parece, assim é revelado em Estudo de Profª da UFPA, assessora no MME


Sabrina Lorenzi, Jornal do Brasil

RIO - O discurso político do governo contra o papel da Vale no País ganhou argumentos técnicos que serão divulgados nesta semana pelo Ministério de Minas e Energia. Com base em pesquisa do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre o setor de mineração no mundo, a Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral vai mostrar que produtores de bens primários da cadeia do ferro pagam, em geral, muito menos impostos que as empresas que geram maior valor agregado, tornando mais competitivas as matérias-primas do que os produtos finais brasileiros no mercado internacional – justamente o contrário da meta declarada pelo presidente Lula, de incentivar exportações com maior valor agregado. Segundo o estudo, a Vale destina ao governo metade do que destina a Companhia Siderúrgica Nacional ao governo, em relação aos seus ganhos.

– O que se quer do setor mineral no Brasil? Neste estudo mostramos a distorção tributária que se choca com os objetivos nacionais, de agregar valor às exportações. O modelo atual pune justamente quem gera mais valor na cadeia produtiva – defende a autora do estudo Maria Amélia Enríquez, assessora econômica da secretaria do MME, em entrevista ao Jornal do Brasil na última quinta-feira, no fechamento desta edição.

O estudo mostra, com dados de balanços das companhias de 2002 a 2007, que a Vale destina 22% do valor da produção ao governo, enquanto a parcela da CSN chega a 43%. No caso da Petrobras, que é estatal, o percentual dispara para 59%. O lucro na empresa de extração, por sua vez representa 54% da receita, quando na companhia que transforma o ferro em aço, a fatia representou 30% do faturamento e na Petrobras foi de 20%.

De acordo com o FMI, o Brasil desponta como país de menor nível de government share (parcela do valor da produção das empresas destinada aos governos, entre impostos, royalties e afins) entre os maiores produtores de minério de ferro. Elaborado pelo FMI para orientar política tributária mineral na Libéria, o estudo sugere que "o baixo government share do minério de ferro vendido pelo Brasil reflete o fato de as exportações brasileiras serem dominadas por apenas uma companhia (atual Vale) que foi uma empresa estatal e que o governo ainda detém, quer direta ou indiretamente, uma significativa participação acionária".

O documento do MME assinala que "o FMI sugere que este histórico gerou benefícios à empresa que, todavia, ainda persistem, não obstante ela ter sido privatizada em 1997".

A política tributária aplicada a setores fortemente exportadores exclui o pagamento de impostos indiretos (PIS/COFINS e ICMS), ao contrário da carga tributária nominal que afeta as empresas atuantes no mercado interno. Desde 1997, os exportadores são beneficiados pela Lei Kandir, que dá incentivos fiscais às exportações.

– As condições da economia brasileira mudaram muito desde a implantação da Lei Kandir. Naquela época, o Brasil procurava resolver problemas no balanço de pagamentos, possuía reservas internacionais baixas, era a época do ´exportar ou morrer´. Hoje a realidade é outra. Faz sentido manter incentivos, quando se quer gerar investimentos ? – questiona maria Amélia.

Outro lado

Se a isenção de impostos nas exportações de minério de ferro gera distorções na cadeia, por outro lado permite à Vale (que possui 80% da produção) ser competitiva no mercado internacional. O próprio estudo do MME destaca que "essa escolha de política industrial tem benefícios próprios, tais como possibilitar que empresas sediadas no Brasil tenham condições ímpares de competitividade no mercado internacional, fortalecendo a posição de divisas do país".

Mas, em seguida, o estudo conclui que "tais benefícios reduzem os incentivos para agregar valor em território nacional e limitam a distribuição da riqueza obtida com a utilização do patrimônio mineral brasileiro".

As mineradoras representadas pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) tem discurso oposto ao do governo e alegam que a carga tributária no país é das mais elevadas no mundo. Matéria publicada recentemente pelo JB mostrou que o setor teme que o governo apresente as alterações sem ouvir as empresas e outros agentes envolvidos. A caixa preta, contudo, será aberta nesta semana num workshop realizado pelo MME.

Há mais de dois anos o governo estuda e prepara mudanças no marco regulatório da mineração. Entre as mudanças, temas polêmicos como alíquotas de royalties e tributação sobre exportações assustam executivos do setor.

Os royalties na mineração, porém, estão entre os mais baixos, também segundo estudos do MME. Enquanto o Brasil cobra 2% do faturamento do ferro por meio da CFEM, taxa de compensação, a Austrália, maior concorrente no ramo, cobra cerca de 8%.

Matéria de Capa do Jornal do Brasil

Baixe o Estudo completo Aqui

Internacional - No Chile uma nova opção de esquerda esquenta as eleições e ameaça hegemonia da concertação

Com a estrela vermelha do PT

Aguardando uma confirmação do presidente Lula para um encontro aqui no Brasil, o candidato independente à presidência do Chile Marco Enriquez, ressalta o papel protagônico que Brasil desempenha no novo contexto da economia e democracia da América Latina.
A visita está agendada para finais de outubro, dependendo apenas, da agenda do Presidente Lula. Enríquez já se reuniu com a Presidenta Argentina, no começo de outubro. 

No Chile existe uma verdadeira batalha para ver quem melhor encarna a imagem da Presidenta Bachelett. Enriquez disse ser ele a continuidade do que por muitos anos representou a Concertação de Partidos pela Democracia e que depois de anos no governo está perdendo seus objetivos pelos que foi criada, segundo Enriquez tem falado.  

QUEM É O MARCO ENRÍQUEZ - VEJA AQUI.


Marco Antonio Enríquez-Ominami nació el 12 de junio de 1973. Es hijo de Miguel Enríquez Espinoza -fundador y secretario general del Movimiento de Izquierda Revolucionario (MIR) quién fue asesinado cuando Marco tenía meses de vida- y Manuela Gumucio Rivas -hija del ex senador fundador de la Falange y Democracia Cristiana, Rafael Agustín Gumucio Vives-.


A los cinco meses de edad, Marco fue expulsado de Chile por un decreto militar junto a toda su familia, situación que se mantuvo por más de una década. Ya en el exilio, su madre se unió al Senador Carlos Ominami y en el año 2000 Marco Antonio agregó este apellido al de su padre biológico, lo que, en palabras de él mismo, unió el nombre “de quién me dio la vida con el de quién me la salvó”.


En diciembre de 2005 fue electo diputado por el Distrito Nº10, que reúne a las comunas de La Ligua, Petorca, Cabildo, Papudo, Zapallar, Puchuncaví, Quintero, Nogales, Calera, La Cruz, Quillota e Hijuelas, para el período 2006 a 2010. Fue electo con la primera mayoría y la votación más alta de la historia en ese distrito. Como Parlamentario, integra la Comisión Permanente de Ciencia y Tecnología y la de Agricultura. Además, presidió la primera Comisión Investigadora por Avisaje del Estado y preside actualmente la Comisión Espacial de Estudio del Régimen Político Chileno.


Ha presentado alrededor de 150 leyes, muchas de ellas aprobadas o en tramitación. Ha sido calificado de díscolo, caricatura que –dice- no le molesta ya que “subraya mi carácter inconformista”. Por estos días, Marco se encuentra liderando un movimiento político, social y cultural que busca sentar las bases para un “verdadero recambio generacional y vocacional del progresismo”, el que se ha plasmado en una carrera presidencial que lo tiene como candidato a la primera magistratura del país.


Ouça o novo Jungle da Campanha do Marco Enríquez, aqui.


sábado, 5 de setembro de 2009

Chile - Surpresas já anunciadas de uma eleição tumultuada com o bloco oficialista fragmentado

Já havíamos advertido neste blog que o candidato independente da esquerda progressista daria uma surpresa não muito agradável para o candidato da consertação o direitista Eduardo Frei.

Veja os números da última pesquisa.



Veja mais informações sobre as eleições no chile Aqui

sábado, 29 de agosto de 2009

Política - Blog do Enriquez no Chile


O Blog do Enriquez amplia suas fronteiras e cria uma janela de informações sobre Chile. É até natural que assim seja. Chileno de nascimento e sempre envolvido com os aconteceres da política, cultura e sociedade chilena, alem do mais tendo saído do Chile como refugiado politico da ditadura militar do Pinochet, não pedria deixar de estar, pelo menos informado sobre a realidade do seu país de origem.

Assim, acompanharemos, com comentários, notícias e artígos a evolução do processo eleitoral chileno.

No dia 13 de dezembro serão as eleições e concorrem cinco candidaturas, três das quais são as mais fortes e que se dristribuem mais de 85% das intenções de voto.

São elas:

Sebastian Pinheira, de direita, reune ex-pinochetistas e deirtei mais moderna;

Eduardo Frei, democrata cristão, apoiado pelos partidos da consertaçãon e pela Presidente Bachelet.

Entretanto das próprias fileiras da consertação, arrancou como independente Marco Enriquez e hoje ameaça seriamente a egemonia de democrata cristão, quem já havia sido presidente e tinha feito um governo extremamente mediocre, felizmente foi posto a salvo pela indiscutida liderança de Ricardo Lagos.

Marco Enríquez, Independente, filho do Ex-lider do MIR - Movimento de Esquerda Revolucionária, Miguel Enríquez e que fora assassinado pela ditadura, por uma patrulha do exercito ao mando do Osvaldo Romo, quem depois foi preso no Brasil, onde permaneceu por mais de 5 anos, antes de ser extraditado para Chile.

Seguem dois vídieos que dão uma visão do candidato da esquerda independente.



quinta-feira, 20 de agosto de 2009

CHILE - Pesquisa eleitoral da empate técnico a ENRIQUEZ com candidato da direita, em segundo turno (espanhol)



El diputado ex Partido Socialista (PS) (agora independente) obtiene un 40,3%, mientras que el abanderado de la Coalición por el Cambio (da direita)un 43,6%.

Un nuevo escenario presidencial fue el que presentó la última encuesta desarrollada por Ipsos. En el sondeo efectuado entre el 24 de julio y el 6 de agosto, el candidato independiente, Marco Enríquez-Ominami, obtiene un empate técnico en un escenario de segunda vuelta enfrentado a Sebastián Piñera.

El diputado ex PS alcanza el 40,3% de las preferencias, mientras que el abanderado de la Coalición por el Cambio un 43,6%.

Sin embargo, en la primera vuelta Enríquez sigue ubicado en tercer lugar detrás de Eduardo Frei (concertação) y Sebastián Piñera, pero la ventaja que le lleva el abanderado de la Concertación cada vez es más corta.

En ese escenario, el empresario RN logra un 35,6%, seguido por el ex Presidente (22,9%) y el diputado independiente (20,6%).

Más atrás aparece el abanderado del Juntos Podemos, Jorge Arrate, con un 1,5% de las preferencias, seguido por Adolfo Zaldívar (1%) y Alejandro Navarro (0,5%).

En caso que la segunda vuelta sea entre Piñera y Frei, el ex senador RN logra estirar un poco su ventaja, pues obtiene un 45,5% de apoyo contra un 38,1% del ex jefe de Estado.

Respecto a la evaluación del gobierno, un 61,5% manifiesta aprobar la forma en que éste se está manejando, frente a un 34,8% de rechazo.

El sondeo se le realizó de forma telefónica a 1.507 personas y tiene un margen de error de un 2,5%.

http://www.prensaescrita.com/diarios.php?codigo=CHI&pagina=http://www.tercera.cl

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Chile: 'Quantas pessoas você conhece cujo pai morreu por um país?'

(Miguel Enríquez, a esquerda, Marco Enríquez, abaixo)

Filho de um líder guerrilheiro (Miguel Enríquez)e criado por um senador socialista, o pré-candidato presidencial do Chile Marco Enriquez-Ominami desafia os políticos tradicionais.

A reportagem é de Mónica González, publicada no jornal Clarín, 21-06-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Aos 35 anos, o cineasta Marco Enríquez-Ominami se converteu no novo fenômeno da política chilena. A seis meses da eleição presidencial que repete a histórica disputa entre a Concertación, com Eduardo Frei, que já foi presidente (1994-2000), e Sebastián Piñera, apoiado pela direita e que já foi derrotado por Michelle Bachelet, esse deputado dissidente renunciou ao Partido Socialista e desafiou o tabuleiro oficialista ao se apresentar como candidato presidencial independente. Irrompeu com a mesma mecha de cabelos sobre a testa que caracterizou seu pai, o líder do MIR [Movimiento de Izquierda Revolucionaria] Miguel Enríquez, que morreu em um enfrentamento com a polícia secreta de Pinochet (Dina, Dirección de Inteligencia Nacional). Marco não o conheceu. Tinha só cinco meses quando ele partiu para o exílio na França junto com sua mãe, a jornalista Manuela Gumucio. Seu álbum de fotos foram recortes de jornais. E sua conexão para com a terra, o seu pai por amor: Carlos Ominami, senador socialista, que deverá escolher entre o apoio a seu filho ou sua recandidatura ao Senado.

São necessárias 35 mil assinaturas para que seu nome figure no voto. E em só três meses conseguiu agitar e assombrar. Casado com uma jornalista e pai de duas filhas, na quinta-feira passada concentrou a atenção quando foram conhecidos os resultados da pesquisa CEP.

Ele obteve 15%, Piñera 34% e Frei 29% das preferências. Mas o padrão eleitoral é quase o mesmo que em 1988. Para que lhe servem os votos que conseguiu até agora?

Para ir ao segundo turno. A quem se deve perguntar se alguém sem partido e castigado por todos que, em três meses subiu de 0 a 14% versus dois candidatos em baixa vai ao segundo turno? A eles.

Eis a entrevista na íntegra

Aqui

CHILE - COM A CONSERTAÇÃO FRAGMENTADA BACHELET APOIA CANDIDATO DA CENTRO DIREITA

Em São Paulo, onde participou em reunião com empresários brasileiros a Presidenta Bachelet criticou ao candidato que fora do seu partido, o Partido Socialista, Marco Enríquez, hoje fora da concertação, como mais três candidatos de esquerda que concorrem, por fora da concetação, à presidência do Chile (as eleições se realizarão em dezembro de 2009).
Nem o candidato da ultradireita Sebastião Pinheira recebeu tantas críticas como seu ex colaborador Marco Enríquez.

As críticas que recebeu Enríquez são parecidas às que recebe a Ministra Dilma aqui no Brasil, por parte da oposição: a falta de experiência para governar. Curiosamente são precisamente esses os pontos fortes que tem feito com que Enríquez se potencialize junto aos jovens no pleito eleitoral Chileno. Sua juventude, seus valores éticos sua falta de compromisso com as oligarquias corruptas que ainda predominam em Chile e sobre todo, sua visão inovadora de resgatar os valores e iniciativa criativa das novas gerações para construir um modelo de sustentabilidade no Chile. Enríquez é Deputado por uma região no Chile e fou eleito com uma folgada maioria de votos.

Meio ambiente, Saúde, educação e inovação, são levadas em sério pela candidatura de Marco Enríquez. O Candidato independente está hoje com mais de 20% das intenções de voto.

Eduardo Frei, Filho do falecido Ex-Presidente Eduardo Frei Montalva, que apoio o Golpe Militar do Pinochet e justificou a massacre de chilenos durante a ditadura militar, também foi presidente depois da queda da ditadura militar. Fez um governo midiocre e graças ao carisma e liderança de Ricardo Lagos a concertação retomou o caminho do progresso social.
Leia mais sobre o tema.

Aqui

quinta-feira, 30 de julho de 2009

CHILE - CANDIDATO ALTERNATIVO CRESCE NAS PESQUISAS DE INTENÇÃO DE VOTO

Usando a estrela vermelha e cores azul e vermelho predominante na sua campanha Marco Enríquez-Ominami (leia mais sobre o candidato clicando aqui) que se apresenta como candidato alternativo. Pesquisas de intenção de voto chegam a mais de 20% e algumas até próximas dos 30%, superando ao candidato oficialista Eduardo Frei, uma figura neoliberal que por acordo dos partidos da consertação deverá representar ao centro político em contra o direitista Sebastião Pinheira.





SIGUE O ANUNCIO DA SUA CANDIDATURA AQUI.