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domingo, 31 de julho de 2011

Belém - O mundo cheio, a cultura do carro volta às ruas da cidade.



A cultura do mundo cheio e do carro, principal objeto de consumo do paraense, que vive esta nova "fase de Crescimento", como disse a presidente (a) Dilma, ontem no Rio de Janeiro, no sorteio da COPA 2014. 

No Pará se reproduz o pior e mais perverso do crescimento desordenado, sem planejamento, sem a mínima ação do Estado. 

Na ponta mais estreita da cadeia, estão os novos ricos e os que ascenderam para a chamada classe média, definida assim pelos indicadores de consumo de bens duráveis (TV, geladeira, fogão, carro, etc.) e não pela educação, saúde e outros indicadores de capital social.
 
Aqui no Pará, o Capitalismo Selvagem, que tanto criticam alguns economistas do governo federal (só alguns, os outros subiram ao carroussel da alegria enriqueceram ilicitamente junto com os quadros dirigentes do governo federal) está em plena expansão. 

Sujeira nas ruas, carros com trio elêtrico, com volume e intensidade do som altamente perigosos para a saúde. A pornografia exposta nas ruas e dentro das famílias que adoram que seus filhos assistam a Rede Globo, verdadeira escola da sexolândia do Brasil. 


Pais ignorantes, sem educação, só com grana, filhos ignorantes usando o dinheiro dos pais para contribuir com a destruição do meio ambiente, estudando em colégios particulares, onde os títulos de graduação são um objeto que se compra, como se fosse carro ou bem durável. 

Na outra ponta da cadeia, a mais ampla a extensa. está isto aqui, alta taxa de mortalidade, falta de educação, renda extremamente concentrada. Em outras palavras crescimento sem desenvolvimento.

Veja alguns indicadores econômicos e sociais do Pará e sua relação com outros Estados da Federação.






 Belém incorpora 150 mil carros à rotina



Muitos paraenses devem retornar à capital e municípios vizinhos hoje, e o primeiro choque de realidade de que a tranquilidade acabou é o congestionamento na rodovia BR-316, previsto pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) para acontecer desde a madrugada de hoje. A Companhia de Transportes do Município de Belém (CTBel) estima que pelo menos 150 mil veículos retornarão à capital. Depois do período do veraneio, cerca de 500 mil pessoas devem retornar a Belém.



O Detran-PA aponta que a frota de Belém é a maior do Pará, com 289.974 veículos (entre carros, motos, ônibus e caminhões), seguida da frota de Ananindeua, com 70.337. Diariamente, a frota total circulando na RMB oscila entre 450 mil e 500 mil veículos. Somente em Belém, há de 200 mil a 300 mil veículos circulando diariamente.

O diretor de Trânsito da CTBel, Elias Jardim, diz que pelo fato de segunda-feira ser dia primeiro dia do mês, já haverá escolas funcionando e os pontos facultativos chegam ao fim. O retorno para Belém começou na noite deste sábado e continuará por todo o dia de domingo. Quem tiver a opção, deve voltar durante a semana. Ele adianta que haverá fiscalização rigorosa e muitas ações educativas, principalmente nas portas de instituições de ensino.

É o mundo cheio!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Elevação do nível do mar causa desastres na China, diz agência

A elevação gradual do nível dos mares, causada pelo aquecimento global nos últimos 30 anos, contribuiu para um número crescente de desastres ao longo da costa chinesa, disse a agência de notícias estatal Xinhua nesta quarta-feira (20).

O nível dos mares no litoral da China subiu 2,6 mm por ano nas últimas três décadas, afirmou a Xinhua, citando documentos da Administração Oceânica do Estado.

As temperaturas médias do ar e do mar em áreas costeiras aumentaram 0,4 e 0,2 graus Celsius respectivamente nos últimos 10 anos, acrescentou a agência.

Como desastre marinho “gradual”, o efeito cumulativo da elevação do nível dos mares pode “agravar tempestades, erosão na costa, invasão do mar e outros desastres”, teria declarado a administração oceânica segundo a Xinhua.

Um especialista do organismo, Liu Kexiu, disse que a elevação do nível dos mares é resultado do aquecimento global.

“Outros fatores-chave são o rebaixamento do solo causado por atividades humanas, incluindo a excessiva exploração de água subterrânea, e a construção intensa de altos edifícios em áreas litorâneas”, disse Liu.

A alta e crescente emissão de dióxido de carbono da China, principal causador do efeito estufa originado pela queima de carvão, óleo e gás, colocou o tema no centro das negociações de um novo pacto mundial para reduzir as emissões responsáveis pelo aquecimento global.
O governo prometeu cortar o montante de dióxido de carbono emitido por combustíveis fósseis por unidade de crescimento do PIB para 17% nos próximos cinco anos.

Mas a China têm dito repetidamente que não aceitará um limite mais rigoroso para o total de emissões, classificando-o como um fardo injusto sobre as nações em desenvolvimento que têm emissões muito mais baixas por pessoa do que as economias ricas. (Fonte: G1)

sexta-feira, 18 de março de 2011

Crescerá mais a produção de automóveis. O MUNDO CHEIO



SÃO PAULO – A General Motors do Brasil anunciou hoje que vai criar o terceiro turno de produção de veículos na fábrica de São Caetano do Sul, no ABC paulista. Serão contratados 1.500 empregados, a maioria por tempo indeterminado, explicou o presidente da GM na América do Sul, Jaime Ardila.
Com a medida, a companhia espera ampliar a capacidade de produção neste ano, de 200 mil para 250 mil veículos. “Em 2012, devemos chegar a 280 mil veículos”, afirmou Ardila. A unidade de São Caetano ainda será responsável pela produção de quatro modelos totalmente novos. 

Ardila explicou que as contratações começam agora e terminam até o meio do ano. Os funcionários temporários da companhia, que não tiveram contrato renovado há dois anos atrás, terão prioridade. “Temos uma dívida com essas pessoas. Além disso, elas já estão treinadas.” A maioria será empregada na montagem de veículos e uma pequena parte em funções especializadas. 

As medidas foram anunciadas durante encontro da direção mundial da montadora com o governador paulista Geraldo Alckmin e fazem parte do programa de investimento da GM no Brasil, de mais de R$ 5 bilhões para o período entre 2008 e 2012.

“O Brasil é um mercado-chave na economia global. Os investimentos que estamos fazendo no país demonstram nossa confiança no seu potencial de crescimento”, disse o novo presidente mundial da empresa, Dan Akerson, acrescentando que o Brasil é hoje o terceiro maior mercado da GM no mundo.
Questionado sobre o fato de a GM ocupar a terceira posição no mercado brasileiro, atrás de Fiat e Volkswagen, Akerson disse que não está satisfeito com isso e que a companhia vai trabalhar para assumir o primeiro lugar, o que ele espera que aconteça com os novos lançamentos.

O executivo afirmou ainda que o crescimento médio nas vendas da GM, de 50 mil veículos a cada ano, influenciou na decisão de abrir o terceiro turno de produção na fábrica de São Caetano.

O governador Geraldo Alckmin afirmou que os investimentos mostram a confiança da montadora no Brasil e no Estado de São Paulo. “As montadoras são importantes para o Estado porque geram vários empregos”, ressaltou.

(Fernando Taquari | Valor)

Comentários do Blog

Essa visão que muitos celebram como um indicador do sucesso do crescimento econômico está trazendo um alto custo para a sociedade como um todo. Alguém terá que pagar esse custo. 

Na visão de uma corrente da economia, a Economia ecológica, a aceleração continuada da economia global, que consome quantidades cada vez maiores de recursos materiais, insumos energéticos e serviços naturais, o mundo está cada vez mais saturado ou o que os economistas chamam "mundo cheio".

O planeta é finito e não poderá crescer infinitamente, triplicar, quadruplicar quintuplicar a frota de automóveis, caminhões, ônibus, carretas, em fim transportes rodoviários. Chegará um momento (já está chegando)  que não haverá mais espaço para colocar os produtos resultantes do processo econômico capitalista.







Graficamente os economistas explicam assim a relação entre o mundo cheio e o mundo vazio e os principais autores que trabalham a relação entre os dois "mundos".








Recomendamos alguns autores que tratam sobre o tema.
  •  Joan Martinez Alier. Um dos fundadores da economia Ecológica e autor de livros como O ecologismo dos pobres e Economía, Ecología e Política Ambiental.
  • Nicholas Georgescu-Roegen: pai da matéria, com seu The Entropy Law and the Economic Process;
  • Robert Costanza: membro fundador da International Society of Ecological Economics; e

  • Herman Daly: meu autor favorito, extremamente prolífico. Para os iniciantes, recomendo seu altamente didático “Ecological Economics: Principles and Applications”, em co-autoria com Joshua Farley.

terça-feira, 15 de março de 2011

China lidera produção de veículos em janeiro; Brasil fica em 5º, Grande coisa

Agência Estado
SÃO PAULO - A China liderou a produção mundial de automóveis em janeiro. Segundo dados da consultoria Jato Dynamics, foram produzidos na China no primeiro mês do ano 1,48 milhão de unidades, um aumento de 16,8% em relação ao mesmo período de 2010. Em segundo lugar ficaram os Estados Unidos, com 819 mil veículos, um incremento de 17,2% sobre janeiro do ano passado, seguido pelo Japão, que produziu 304 mil unidades, apesar desse volume ter ficado 16,6% abaixo de janeiro de 2010. Os dados da China referem-se apenas a veículos de passeio, enquanto os dos demais países incluem automóveis e comerciais e leves.

O Brasil ficou em quinto lugar, atrás da Índia. Em janeiro, foram produzidos 229,8 mil veículos, um incremento de 14,1% em relação a janeiro de 2010. O desempenho da Índia surpreendeu. O país encerrou 2010 como o sétimo maior produtor de veículos, mas em janeiro apareceu na quarta posição, com 258 mil unidades produzidas, 23,8% a mais do que no mesmo mês de 2010.

Entre as montadoras, a que liderou o ranking em janeiro foi a alemã Volkswagen, com 417,5 mil unidades, seguida pela Toyota (394 mil), Ford (324 mil), General Motors (301 mil) e Nissan (264 mil).

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

ECONOMIA INTERNACIONAL - China supera Japão e é a segunda maior economia mundial


A economia japonesa se desacelerou no segundo trimestre e perdeu para a China o posto de segunda maior do mundo -- ao menos no período de abril a junho.

O PIB japonês cresceu 0,1% em relação aos três primeiros meses do ano, quando se expandiu em 1,1%, com a valorização do iene em relação ao dólar prejudicando o setor exportador e o consumo interno perdendo força.

O resultado é que o PIB japonês no segundo trimestre ficou em US$ 1,29 trilhão, ante US$ 1,34 trilhão dos rivais chineses, segundo cálculos do "Wall Street Journal".

 Os dados de abril a junho (que ainda estão sujeitos a revisão) indicam que irá se confirmar a previsão do banco central chinês de que o país passará já neste ano o Japão como a segunda maior economia global. Não que o dado possa ser considerado realmente surpreendente.

O Japão passou todos os anos 1990 e a atual década com baixo crescimento (nesse período, só teve uma expansão anual maior que 3%), enquanto a China acumulou taxas de avanço de mais de um dígito -- até se tornar o principal motor da retomada global.

O próprio FMI prevê que a China irá passar neste ano o Japão como a segunda maior economia mundial, atrás apenas da dos EUA. No ano passado, a distância entre os dois países era de US$ 150 bilhões (algo como o PIB anual do Chile).

 E a vantagem chinesa neste ano será de US$ 92 bilhões, prevê o Fundo, que calcula que o país terá um PIB de US$ 5,4 trilhões --o dos EUA chegará a US$ 14,8 trilhões. Ainda que a distância do PIB per capita dos dois países seja enorme (o japonês, de US$ 40 mil, é quase dez vezes maior que o chinês), a vantagem de Pequim é um marco -- ainda mais levando em conta a rivalidade histórica entre as duas nações -- e algo impensável há 20 anos.

 No fim da década de 1980, quando parecia que o Japão iria se tornar a maior economia do mundo, o PIB chinês representava menos de 7% do tamanho do japonês. Desde então, os chineses passaram Reino Unido, França e, em 2007, Alemanha. POLÊMICA No dia 30 de julho, o vice-presidente do banco central chinês e chefe do órgão regulador de câmbio, Yi Gang, chegou a afirmar que a China havia tomado o posto do Japão como a segunda maior economia do mundo.

"A China já é agora, de fato, a segunda maior economia do mundo", informou Yi Gang, na ocasião em uma entrevista à revista "China Reform", publicada também no portal do governo chinês. No entanto, a conclusão de Yi Gang, que mexe profundamente com a ordem econômica mundial, não havia sido explicada e o PIB do Japão não tinha sido informado, portanto, não era possível fazer a comparação.

sábado, 12 de dezembro de 2009

China - Mundo cheio e mundo vazio