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sábado, 18 de maio de 2013

O Pará prefere dinheiro fácil e rápido, mesmo que signifique pobreza do paraense


 Se o Pará tiver a inteligência de implantar  cinco projetos desta natureza em parques tecnológicos, não seriamos um Estado pobre e subdesenvolvido, criaríamos altas externalidades econômicas para gerar um verdadeiro desenvolvimento e não essa pobreza que não conseguimos superar. 



PCTGuamá terá unidade do CEABIO


A equipe do Centro de Estudos Avançados em Biodiversidade da UFPA (CEABio) teve o projeto aprovado pelo Conselho Curador do Parque de Ciência e Tecnologia - PCTGuamá . O CEABio representa um dos mais importantes centros de Pesquisa Básica em biodiversidade, com o qual conta a UFPA, e reúne uma equipe de pesquisadores, a maioria dos quais com formação acadêmica em áreas estratégicas para pesquisa em biodiversidade, como biotecnologia, química e biologia.

A apresentação feita pela equipe do CEABio mostrou, passo-a-passo, o processo de implantação do centro e ressaltou a importância dos produtos que serão gerados a partir das pesquisas que serão realizados pelo pesquisadores do Centro. Conforme o Plano de Negócios, os produtos serão extraídos, aproveitando a biodiversidade de plantas, peixes e microrganismos, existentes na Amazônia, sobre os quais a equipe de pesquisadores já estuda faz alguns anos.

Atuação - As áreas de atuação do CEABio serão a saúde, fitoterápicos, cosméticos e dermocosméticos e realização de serviços tecnológicos para empresas que precisem alargar suas pesquisas e colocar produtos de alto valor agregado, no mercado nacional e internacional.

A realização do Plano de Negócios contou com apoio técnico da Agência de Inovação Tecnológica (Universitec). Na ocasião foram apresentados os objetivos e o papel estratégico que cumprirá um centro de pesquisa de biodiversidade no Parque Tecnológico do Guamá, que incorpora uma área de serviços tecnológicos e produtos voltados para o mercado. Além das oportunidades e potencialidades da Amazônia aliados à experiência que o CEABio possui no desenvolvimento de produtos a partir da pesquisa básica.

Para conhecer e preservar a biodiversidade amazônica - O CEABio será coordenado pelo professor doutor Júlio Cesar Pieczarka, com o objetivo de desenvolver pesquisas para conhecer e preservar a biodiversidade amazônica com base no uso sustentável dos recursos naturais. Será construído em uma área de 2 mil m², no Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá (PCT-Guamá), situado na Cidade Universitária José da Silveira Netto, em Belém , em um prazo de até 24 meses.

De acordo com Julio Pieczarka, o apoio da Universitec foi importante, no sentido de orientar na formatação do Plano de Negócio que foi apresentado ao conselho curador do PCT-Guamá. E essa parceria irá se estender, uma vez que o CEABio contará com o apoio da Universitec no que se refere a viabilizar um acordo de cooperação que possa garantir a capacitação e formação de empreendedores biotecnólogos com objetivos de desenvolver empreendimentos que reforçem a geração de inovação no ambiente da Universidade e transferí-los para o mercado.

O diretor da Agência, professor Dr. Gonzalo Enríquez, ressaltou o papel de um empreendimento dessa natureza implantado no Parque e afirmou que o CEABio representa um dos mais importantes centros de alta tecnologia, que será implantado em um parque tecnológico, pela capacidade e competência na academia; e na pesquisa básica e tecnológica, o CEABIO será um empreendimento de negócios como poucos que existem no Brasil e que nos países desenvolvidos são rotineiros.


Linhas de pesquisa e geração de produtos tecnológicos de alto valor agregado do CABIo. 


1. Biodiversidade de vertebrados: Cultura de células-tronco

2. Biodiversidade de invertebrados: agroindústria

3. Ecologia de florestas tropicais: bioprospecção de espécies

vegetais com potencial para fármacos

3.1. Propagação de espécies lenhosas nativas da Amazônia:

indústria madeireira

3.2. Etnofarmácia: produção de remédios

3.3. Fitoquímica de derivados de espécies vegetais: uso medicinal

4. Citogenética da biodiversidade amazônica: determinação

de modelos animais

5. Genética molecular da biodiversidade: base genética de

princípios ativos.

6. Cultura celular e células tronco mesenquimais.

7. Mutagênese ambiental: testes de extratos vegetais com

potencial para fármacos

7.1. Estudo reprodutivo de biomarcadores: determinação de

modelos animais


Texto : Hellen Lobato – Ascom Universitec

sábado, 30 de março de 2013

Escolas investem em cursos de inovação voltados para gestão

A necessidade de ganhos de produtividade em um cenário de concorrência acirrada e de participação crescente dos países emergentes na economia mundial está levando as empresas a enxergar a necessidade de inovar em caráter permanente, integrar e internacionalizar suas atividades de pesquisa e desenvolvimento - além de adotar mecanismos para controlar e mensurar o processo.

Nesse contexto, as instituições acadêmicas brasileiras têm aumentado a oferta de programas de educação e treinamento voltados para a gestão da inovação.

"Nos últimos anos tem sido grande a demanda nessa área", afirma Ruy Quadros, coordenador do curso de gestão estratégica da inovação, especialização do departamento de política científica e tecnológica da Unicamp. Segundo ele, o objetivo das empresas é fazer mais e melhor em uma área de recursos nem sempre fartos e de resultados incertos.

O programa da Unicamp está em sua sétima turma, sem contar as versões "in company", e tem sido aperfeiçoado para ganhar perfil cada vez mais "mão na massa", como define seu coordenador. "É um curso muito prático, que discute os desafios das empresas na gestão de pesquisa e desenvolvimento (P&D)". Voltado para profissionais com experiência, ele funciona como uma espécie de laboratório, no qual são simuladas, testadas e debatidas questões como custeio à pesquisa, acesso ao financiamento e relacionamento com órgãos de fomento, além da interface com outras áreas, unidades ou empresas. Além de professores especialistas da própria instituição, alguns módulos são ministrados por professores convidados e profissionais de empresas inovadoras.

Na linha oposta, o Coppead, instituto de pós-graduação em administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), não tem um curso específico, mas inclui o tema em todos os seus programas de pós-graduação e também na educação executiva. A ideia é tratar inovação como parte integrante e vital da estratégia, diz o professor Roberto Nogueira, responsável pelos cursos. Ele considera essencial a inovação na economia brasileira, "que padece de baixa produtividade, apesar do pleno emprego". Para Nogueira, a inovação precisa se tornar um processo orgânico, caso contrário o núcleo de P&D vai passar a maior parte do tempo tentando vender as novidades para outras áreas da companhia.




Na Fundação Instituto de Administração (FIA) da Universidade de São Paulo (USP), a visão predominante é que a inovação é um dos pilares da competitividade e, portanto, precisa abranger todos os aspectos: tecnologia, modelo de negócio, tratamento de recursos humanos, processos, logística, marketing e outros. "Todos os segmentos têm de estar atentos", diz Isak Kruglianskas, coordenador de MBA da FIA.

A instituição abriu este ano a 21ª turma do MBA Conhecimento, Tecnologia e Inovação, cujo objetivo é capacitar empresas a tomar decisões de inovação dentro de uma visão estratégica. Segundo Kruglianskas, trata-se do curso com público mais diversificado da FIA, que já planeja as primeiras aulas on-line para as próximas turmas.

Faz parte do programa um módulo internacional não obrigatório com a Universidade de Bentley, em Boston. Kruglianskas destaca a atualidade do MBA e sua interação com outras instituições de ensino internacionais, com o Massachusets Institute of Technology (MIT) e a Harvard Business School, além de visitas a empresas de excelência em inovação, como 3M e Embraer.

O Insper, por sua vez, interrompeu seu curso de gestão da inovação no ano passado para reformulá-lo. Ele volta em agosto sob o título de inovação e estratégia e será focada em gestão. "Vamos oferecer as ferramentas necessárias para a implementação de áreas de inovação", explica Rodrigo Amantea, coordenador da área de educação executiva do Insper. "O curso será voltado para organizações que queiram formar profissionais e criar práticas inovadoras em suas culturas".

Segundo Amantea, o programa terá um seminário de dois dias com David Palmer, especialista de Harvard. Da escola americana também serão usados uma série de estudos de caso e o recém-lançado simulador Black Bay. Nele, os alunos são submetidos a "dilemas de tomada de decisão" sobre inovação.

Gestão Estratégica da Inovação é o tema do curso da Fundação Dom Cabral, com foco na discussão de novos métodos de criação de valor pela inovação, exploração da área como estratégia empresarial e implementação de cultura de inovação dentro das companhias. A instituição também oferece esse conteúdo no modelo "in company".

Já a FGV In Company trabalha a formulação de nove propostas de cursos customizados. Um dos grandes desafios é usar a inovação de forma permanente, diz Goret Pereira Paulo, diretora do FGV In Company. "É possível aprender com o fracasso, mas isso não é valorizado pela maioria das empresas. A cultura de acertar sempre é o maior inimigo de um processo de inovação", diz. Em sua opinião, o curso personalizado traz "vantagens significativas" para as organizações, uma vez que é desenvolvido para atender a situações específicas.

Empresas e profissionais dispostos a gastar cerca de R$ 25 mil por seis dias de curso podem recorrer à prestigiada IMD Business School. As aulas são na sede, na Suíça, ou nos Estados Unidos. Voltado para a gestão de inovação e estratégia, o programa se propõe a fazer os alunos a vivenciarem situações que levem à inovação, afirma Bill Fischer, professor de gestão da inovação da IMD. Entre outros temas, o curso aborda gestão eficaz, dinâmica das cadeias de valor, aceleração da comercialização de mercados e ideias inovadoras.
Por Eduardo Belo | Para o Valor, de São Paulo

sábado, 24 de março de 2012

Sidney Rosa Secretário da SEDIP na Agência Pará de Notícias

Entrevista com o Secretário de Especial de Estado sobre a importância de aproveitar a biodiversidade para implantação de bioindústria e bionegócios - contribuindo com a geração de empregos, renda, por meio de parques e pólos de inovação tecnológica.

terça-feira, 20 de março de 2012

Sedip propõe ampliar apoio federal a habitats de inovação


A Secretaria Especial de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção (Sedip), promoveu, na manhã dessa terça-feira (20), no Centro Integrado de Governo, reunião técnica para dotar o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, posteriormente, de proposta estratégica que amplie e aperfeiçoe o apoio federal a habitats de inovação na Amazônia, especialmente na forma de Parques Científicos e Tecnológicos.
Na foto: Secretário Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção, Sidney Rosa ew Carmem Correa do CGEE.
FOTO: TAMARA SARÉ/ AG. PARÁ
DATA: 20.03.2012
BELÉM-PARÁ


 Da Redação

Agência Pará de Notícias
Atualizado em 20/03/2012 às 20:49

A Secretaria Especial de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção (Sedip) promoveu, na manhã de terça-feira (20), no Centro Integrado de Governo, reunião técnica para dotar o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, posteriormente, de proposta destinada a ampliar e aperfeiçoar o apoio federal a habitats de inovação na Amazônia, especialmente na forma de Parques Científicos e Tecnológicos.

Entre as ferramentas que poderão ser implantadas estão os Polos de Inovação, com a finalidade de agregação de valor e uso sustentável da biodiversidade, além do oferecimento de serviços na área de meio ambiente.

Participaram da reunião representantes da comunidade acadêmica e de órgãos públicos e privados, além de integrantes de sistemas locais, estaduais e regionais do setor de inovação.
“Esse tipo de encontro é de grande importância para os nossos projetos, e ter aqui pessoas tão qualificadas e reconhecidas em suas áreas é gratificante”, ressaltou o titular da Sedip, Sidney Rosa. O secretário de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Alex Fiúza de Melo, informou que o Brasil já avançou bastante no setor em comparação a outras décadas. No entanto, frisou ele, “não há um projeto específico para a Amazônia nesse sentido”, mas há condições e técnicos suficientes para reverter esse quadro.

Recursos - O economista Gonzalo Enríquez, assessor especial da Sedip, destacou que a Amazônia é complexa, mas que as políticas adotadas para a biodiversidade da região ainda são as mesmas da década de 1970. “Como pensar em educação, saúde, segurança, ciência  e tecnologia sem recursos? Precisamos de mais recursos federais para mudar essa realidade”, afirmou.

A secretária adjunta de Indústria, Comércio e Mineração, Maria Amélia Enríquez, que representou o titular de Seicom, David Leal, citou os modelos de sucesso empregados com a pecuária e os minérios no Pará, e os classificou como “invenções de políticas públicas que poderiam ser adotados para a biodiversidade”.

Ela destacou quatro pontos abordados na reunião: a criação de um conceito objetivo para o marco legal, no sentido de equalizar o interesse público e o governamental; um marco de construção e reforço das capacidades legais, uma vez que a taxa de analfabetismo no Pará é o dobro da brasileira; a construção de infraestrutura adequada, e a concepção de projetos estruturantes. “Postos em prática, esses quatro aspectos, com certeza, ajudariam a desenvolver a nossa biodiversidade”, disse a secretária adjunta.

Texto:
Andréa Amazonas - SEDIP
Fone: (91) 3201-3685 / (91) 9144-6691
Email: andrealia@gmail.com

Secretaria Especial de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção
Avenida Nazaré, 871, anexo - 1º andar. Belém-PA. CEP: 66035-170
Fone: (91) 3201-3684 / 3772
Site: www.pa.gov.br Email: gabinetesedip@gmail.com

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Ministério quer criar um Vale do Silício da biodiversidade



Emancipar a economia verde no Brasil é um dos projetos da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento, do Ministério da Ciência e Tecnologia. A intenção é criar parques tecnológicos que agreguem valor à biodiversidade. "É um projeto difícil e visionário", diz o secretário Carlos Nobre. "Isso existe há muitos anos em outros países, não é invenção do Brasil. O que é novo é o parque mirar a biodiversidade."
A intenção é criar, nas regiões mais biodiversas do país, um ou dois parques de pesquisa e desenvolvimento, nos moldes do Parque Tecnológico de São José dos Campos, (SP), atraindo empresas, pesquisadores, universidades e desenvolvendo novos produtos. 

O que se quer é criar um modelo de desenvolvimento para a Amazônia que extrapole o padrão extrativista e chegue ao conceito de bioindústria, do economista Ignacy Sachs. Nobre exemplifica com o açaí: "Tem muito valor agregado, mas nós vendemos praticamente a polpa da fruta". No Brasil, só se faz sorvete. Na Califórnia, para onde o açaí foi levado em 1998 por dois surfistas que vieram competir no Recife, a fruta é transformada em 20 produtos diferentes.
 
"Lá é artigo de luxo. Um copo de açaí é vendido nos cafés a US$ 6 ou US$ 8", conta Nobre. O açaí já movimenta, no mundo, perto de R$ 5 bilhões. Nos EUA, fazem fitoterápicos, alimentos, cosméticos. "Ele sai da floresta a US$ 1 o litro. Em São Paulo alcança valor 20 vezes maior. Na Califórnia, 70 vezes maior. "Dá para desenvolver este potencial sem derrubar floresta." 

Já foram identificados 300 produtos amazônicos, mas o Brasil usa comercialmente só cinco ou seis - guaraná, açaí, castanha, cupuaçu, graviola e látex, não mais que isso. "Temos que desenvolver uma indústria que empregue, crie renda e gere desenvolvimento."
 
Para criar esta espécie de Vale do Silício da biodiversidade, Nobre convidou Carlos Alfredo Joly, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador do programa Biota-Fapesp, para dirigir o Departamento de Políticas e Programas Temáticos da secretaria. A ideia é atrair para o parque indústrias de energias renováveis, farmacêuticas, de cosméticos. "Temos que quebrar essa lógica que vê uma área tropical com muita água e pouca densidade demográfica e pensa só na agricultura tradicional", diz "Temos uma economia verde, lucrativa, que é a economia do conhecimento natural."
 
Nobre lembra que existem hoje 750 mil km2 na Amazônia que estão desmatados, e desses, entre 160 mil km2 e 200 mil km2, abandonados. "Com uma fração disso, podemos aumentar a produtividade da carne e da soja sem expandir fronteira agrícola", diz. "É fazer com que retorne a ser produtivo o que já está desmatado." (DC)


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Da Amazônia para o mundo. Deu no Blog do BACANA

Da Amazônia para o mundo. 

O volume de exportações da Damazônia Chocolates, já chega a 25% do faturamento total da marca paraense. 

Os bombons finos com sabores regionais são fabricados e embalados em Belém, e vão direto para os Estados Unidos e a Europa, onde já conquistaram o paladar dos gringos. 

No Brasil, a fábrica exporta para as lojas Dutty-Free dos aeroportos internacionais e para os gigantes Pão de Açúcar, Carrefour e La Selva. 


E o BACANA sabe onde que nasceu essa exitosa empresa paraense?, que hoje, também, abastece as principais lojas de conveniência aqui em Brasília?

Perguntem para o dono da empresa e responderá que foi na Incubadora de Empresas da UFPA. 
O Programa de Incubação de Empresas da UFPA, que segundo o Governador eleito, Simão Jatene, no seu governo receberá, junto com os Parques Tecnológicos do Guamá de Santarém e do Marabá, um novo incentivo para ampliar o uso da biodiversidade no contexto de um modelo sustentável para a Amazônia.

Temos a expectativa que a inovação será o foco dos programas do novo governo do Estado. 

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Projetos de inovação tecnológica que podem ganhar dimensão estratégica no Governo Jatene

No que atinge diretamente a área de Ciência e Tecnologia e Inovação, existe uma enorme área que o novo governo pode explorar para contribuir com a verdadeira mudança da base produtiva do Estado, que é fundamental para alcançar uma economia sustentável e competitiva. 

Já existe um importante recurso para essa área, proveniente do BNDES. 

Os recursos estão focados na implantação de Parques tecnológicos e incubadoras de empresas de base tecnológica. Projetos que contribuem com essa mudança da base produtiva, a partir da agregação de valor aos produtos da abundante biodiversidade e os recursos naturais, existentes no Estado.

A UFPA foi pioneira nesse projeto, assumido, depois pelo governo do estado, que deu continuidade, mas o projeto tem história e não é possível negar sua origem. 

Cabe lembrar que esse projeto de implantação de parques tecnológicos não começou no Governo da Ana Julia e sim, em 1992, com a implantação da primeira incubadora de empresas de base tecnológica da região Amazônia. Não é, portanto, um projeto genuinamente petista, como se disse no governo. 

O Programa de Incubação de Empresas de Base Tecnológica (PIEBT/UFPA) nasceu na UFPA, junto com o projeto do primeiro parque tecnológico da Universidade, que foi funanciado pela FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos). 

Depois, a idéia foi replicada na maioria dos estados da Amazônia, através de Rede Amazônica de Incubadoras (RAMI), criada também, na UFPA. A incubadora e o parque tecnológico foi localizado, inicialmente, na UFPA e seu foco inicial, foi a área de biodiversidade, utilizando a biotecnologia como instrumento para transformar espécies da biodiversidade em produtos de alto valor agregado. 

Hoje, com a construção de três parques tecnológicos e incubadoras de empresas, em três pontos ou regiões importantes do Estado. 

Na região metropolitana (UFPA), em Marabá e Santarém, se inicia uma fase importante na nova economia sustentável e mais competitiva no estado. 

A partir desses projetos a idéia consiste em agregar valor local aos abundantes recursos naturais (biodiversidade, mineiros, madeira, frutas, peixes, etc.), fortalecendo as cadeias produtivas do estado. Produzir com inovação tecnológica, esse deve ser o foco do modelo. 

Transferir tecnologia para o setor produtivo. Esse é um dos programas que o governo do Jatene deverá aprofundar. 

Ouvi, pessoalmente,  do governador eleito que assim seria. Falou que hoje, a questão da inovação tecnológica era fundamental para que os produtos da biodiversidade da Amazônia alcancem presença e maior valor nos mercados internacionais. 

E para isso, as cadeias produtivas da biodiversidade seriam fortalecidas. Está tudo para ser feito e o governo, esta vez, pode fazer a diferença. 

Ampliar os recursos para essa área está sendo cada vez mais possível, pela importância da Amazônia, no contexto da nova economia mundial. 

Sabemos como obter esses recursos e conhecemos as entidades que os disponibilizam, bem como, os mecanismos e o passo a passo do caminho a seguir. 

Não podemos esquecer que os recursos existentes no Estado são para a obra civil e implantação dos projetos, falta o mais importante, que não é obra civil, é conhecimento, é capital humano capacitado e sobre tudo, gestão competente para articular o conhecimento da UFPA com a competência instalada na região amazônica e fora da região.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas - Apresentações disponíveis



Para acessar a palestra "Incubadoras de biodiversidade e sua contribuição para a sustentabilidade da Amazônia numa perspectiva econômico-ecológica" clique

Aqui


Para acessar todas as apresentações clique Aqui

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

BLOGs - Um novo Blog está na Praça


Um novo Blog está entre nós. O Blog da Márcia Macêdo de Belém do Pará. Com Informações da área de Ciência e Tecnologia, com foco nos processos de incubação de empresas e de parques tecnológicos. Dicas sobre editais, seleção de empreendimentos, informações sobre seminários de empreendedorismo.

Uma voz autorizada para falar do tema, com competência, conhecimento e grande motivação para chamar as pessoas a envolvers-se no mundo das incubadoras, do empreendedorismo e da inovação tecnológica.
Antes de ser funcionária do Estado, da Secretaria de Ciêrncia, Tecnologia e Inovação, Márcia esteve por muitos anos cuidando do Programa de Incubação de empresas da UFPA (PIEBT), junto com uma grande equipe de técnicos, professores, alunos e pesquisadores da UFPA.

Parabens pelo Blog e muito sucesso.

Acesse o BLOG DA MARCIA MACEDO Aqui

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Ciência e Tecnologia e Amazônia - Veja o último número da Revista Parcerias Estratégicas do CGEE



Veja Nesta edição...

05 Aos Leitores

07 A pesquisa agropecuária nas Organizações
Estaduais - Oepas: diagnóstico e ação. Abraham Benzaquen Sicsú, Adriano Batista Dias, Múcio de Barros Wanderley, Sérgio Kelner Silveira, Silvia Velho

33 O governo do território em questão: uma perspectiva a partir do Brasil. Bertha K. Becker

51 Amazônia – rede de inovação de dermocosméticos. Gonzalo Enríquez

119 Inovações tecnológicas e direito autoral: novas modalidades de uso de obras e novas polêmicas sobre propriedade intelectual. Cássia Isabel Costa Mendes, Antônio Márcio Buainaim

153 Melhoramento genético vegetal no Brasil: formação de recursos humanos, evolução da base técnicocientífica e cenários futuros. Rodrigo de Araújo Teixeira

195 Contribuições dos institutos de pesquisa privados sem fins lucrativos do setor de TICs ao desenvolvimento da C&T no Brasil: uma análise a partir do uso dos incentivos da Lei de Informática. Marconi Edson Esmeraldo Albuquerque, Maria Beatriz
Machado Bonacelli

219 Uma oportunidade para o desenvolvimento da indústria fotovoltaica no Brasil: eletricidade solar para os telhados. Isabel Tourinho Salamoni, Ricardo Rüther, Roberto Zilles

245 Políticas de inovação no Uruguai: entre o peso da tradição e os constrangimentos da globalização. Ademar Seabra da Cruz Jr.

267 Opção de desenvolvimento estratégico brasileiro em CT&I. Ester C. do Couto Santos

Memória
287 Naturalista e homem público: a trajetória do ilustrado José Bonifácio de Andrada e Silva. Alex Gonçalves Varela

Faça o Download Aqui

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Biotecnologia Projetos recebem investimentos de R$ 500 mil, pouco!

CNPq recebe, até 15 de outubro, projetos de cursos na área de biotecnologia, em nível de pós-graduação

O objetivo do edital lançado pelo CNPq é apoiar projetos de cursos na área de biotecnologia, em nível de pós-graduação, nos seguintes temas: Aplicações de análises metagenômicas; Comparação de ecossistemas de populações microbianas por meio de análises genômicas e metagenômicas; Técnicas para análise, conservação e uso de recursos genéticos; Plataformas avançadas de sequenciamento de DNA; Biotecnologias de células mães: desenvolvimento e aplicações; Avanços tecnológicos em biorreatores e suas aplicações; Análises globais da expressão genética: transcriptômica, proteômica, e metabolômica; Biocombustíveis de terceira generação; Biofilmes microbianos; Desenvolvimento inovador de vacinas, fármacos e métodos de diagnóstico de enfermidades humanas, animais e vegetais; Aplicações de RNA de interferência e Propriedade intelectual em Biotecnologia.

Os projetos aprovados serão financiados com recursos no valor global de R$ 500 mil, provenientes do Fundo Setorial de Biotecnologia (CT-Biotec) e liberados de acordo com a disponibilidade orçamentária do CNPq. No mínimo 30% do montante será aplicado nas regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste. Cada proposta terá financiamento máximo de R$ 50 mil e deverá ser executada em um ano.

Para classificação das propostas, quanto ao mérito técnico-científico e sua adequação orçamentária, serão avaliados: a relevância bilateral da proposta; o conteúdo teórico-prático; competência do corpo docente; Infraestrutura disponível da instituição em função da proposta; grau de inovação da metodologia; Importância regional e adequação orçamentária.

As propostas devem ser acompanhadas de arquivo contendo o projeto e encaminhadas exclusivamente via Internet, por meio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas, até 15 de outubro. A divulgação dos resultados está prevista para 26 de novembro deste ano.

Confira o edital completo em CNPq Editais

terça-feira, 9 de junho de 2009

TECNOLOGIA - Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de empresas - Call for paper


Aberta a Chamada de Trabalhos do XIX Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas


Gestores de incubadoras de empresas e parques tecnológicos, pesquisadores, acadêmicos e especialistas envolvidos em atividades nas áreas de inovação, empreendedorismo, ciência, tecnologia e áreas correlatas têm até 15 de julho para apresentar seus conhecimentos em um dos principais eventos para divulgação técnico-científica na área do empreendedorismo inovador, o XIX Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas. Realizado pela parceria entre a Anprotec, Sebrae e Ministério da Ciência e Tecnologia, o evento será realizado de 26 a 30 de outubro de 2009, na cidade de Florianópolis, e pretende reunir cerca de mil participantes.

A chamada de trabalhos está dividida em duas categorias: Pôsteres, ou artigos curtos, onde se pretende selecionar até 60 trabalhos; e Artigos Completos, para a seleção de até 30 artigos. O melhor trabalho de cada categoria receberá prêmios no valor de R$ 2 mil paras os completos e R$ 1,5 mil para pôsteres, em cursos e eventos da Anprotec, além de certificados confirmando a participação.

Os artigos curtos deverão abordar as práticas, processos e experiências inovadoras praticados nas incubadoras e parques brasileiros como programas, estratégias de gestão, parcerias estratégicas, projetos de incentivo à internacionalização de empresas, desenvolvimento local, regional e setorial, entre outras.

Aqueles inscritos como artigos completos deverão se adequar a uma das quatro plataformas estratégicas definidas na chamada – promoção da cultura do empreendedorismo inovador, incubação de empresas orientadas para o desenvolvimento local e setorial, incubação orientada para a geração e uso intenso de tecnologia e habitats de inovação sustentáveis.

As inscrições dos projetos poderão ser feitas até 15 de julho, no site do seminário Seminario Nacional, no menu Chamada de Trabalhos.

domingo, 1 de março de 2009

APOIO ÀS PEQUENAS....

Acordo Apex-Brasil e Anprotec com apoios de R$ 6 milhões para as pequenas e microempresas de incubadoras e parques tecnológicos.

Objetivo é alavancar as exportações de empresas de incubadoras e parques tecnológicos, com o conceito de "incubadora de exportação" A Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores) e a Apex-Brasil fecharam uma parceria que congrega recursos no valor de R$ 6 milhões para um período de dois anos.

O objetivo é apoiar as empresas de TICs que estão em incubadoras ou em Parques Tecnológicos de todo país. A meta do projeto é sair de exportações de US$ 100 mil em 2008 para US$ 1,4 milhão em 2009 e US$ 2,3 milhões em 2010. "É o primeiro passo para alavancar a capacidade de geração de negócios das micro e pequenas empresas com a troca de conhecimentos, investimentos, produtos e serviços, refletindo o conceito de uma 'Incubadora de Exportação'", comenta Alessandro Teixeira, presidente da Apex-Brasil.

Os mercados-alvo iniciais do projeto são Estados Unidos, México, França, Reino Unido, Alemanha, Portugal, Espanha e Colômbia. Além das ações de promoção comercial, como participação em feiras, missões empresariais, visitas de jornalistas especializados aos parques tecnológicos nacionais, o projeto apoiará o desenvolvimento da cultura exportador das empresas, por meio de um trabalho de diagnóstico, análise e consultoria que seguirá a metodologia EMM (Export Maturity Model) ou Modelo de Maturidade Exportadora. "A partir do momento em que as empresas passam a promover seus produtos, projetos ou serviços a novos mercados, aumentam as chances de novos negócios e parcerias na consolidação de seu crescimento, sucesso e sustentabilidade", avalia Mauricio Schneck, Assessor de Relações Internacionais da Anprotec.

Segundo dados da Anprotec, do universo de aproximadamente 6.300 empresas vinculadas às Incubadoras e Parques Tecnológicos brasileiros, cerca de 45% são de base tecnológica, representando aproximadamente 2.800 micro e pequenas empresas de TICs. Destas, 600 já atingiram um mínimo de atuação mercadológica e 250 encontram-se próximas à etapa de graduação ou graduadas por suas incubadoras. O projeto Apex-Brasil/Anprotec deve focar neste grupo que já se encontra próxima à graduação. "A bem-vinda parceria contribuirá para a construção da nova imagem do Brasil no exterior, um país que, além dos predicados naturais, é tecnologicamente vigoroso, empreendedor e inovador", conclui Guilherme Ary Plonski, presidente da Anprotec.
Fonte: Assessoria de Imprensa - Anprotec