quinta-feira, 28 de agosto de 2014

‘Dilma firme e forte’, diz site oficial sobre o Ibope. A conferir!


No site oficial da campanha de Dilma Rousseff, a perspectiva tornou-se uma patologia ótica. O comitê da candidata petista enxerga os dados da última sondagem eleitoral de forma muito peculiar: “A mais nova pesquisa do Ibope, divulgada nesta terça-feira (26), mostra que a presidenta Dilma segue firme na liderança”, anota o comitê. “Dilma tem 34% dos votos, à frente dos dois adversários mais próximos, Marina Silva (29%) e Aécio Neves (19%).”

A paisagem alterou-se drasticamente. Onde havia um Eduardo Campos com 9% entrou uma Marina a cinco pontos dos calcanhares de Dilma, que caiu quatro posições. Mas é lento o processo de acomodação ótica da equipe da campanha de Dilma.

O Ibope atribuiu ao governo Dilma uma taxa de aprovação mixuruca: 34%. Contudo, a gestão se agiganta no mundo maravilhoso do site de campanha: “o percentual dos brasileiros que avaliam favoravelmente o governo Dilma é de 70% (34% de ‘ótimo/bom’, somados aos 36% que consideram o governo ‘regular’).”

Lida de forma convencional, a pesquisa do Ibope informa que, se a eleição fosse hoje, Marina prevaleceria sobre Dilma no segundo turno por 45% a 36%. Mas o site do comitê central não enxergou esse pedaço do levantamento. Natural. A paisagem é um hábito visual. Só começa a existir depois de um milhão de olhares.

Na noite desta segunda-feita, o alto comando do PT e do governo se reúne no Palácio da Alvorada para analisar a conjuntura com Dilma. Supunha-se que buscariam saídas para a encrenca em que se meteram. Bobagem. A julgar pelo teor da nota veiculada no site da campanha, é melhor verificar o estoque de champanhe da residência oficial. Como diria Ivete Sangalo: vai rolar a festa!

Josias de Souza

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

FHC sobre Dilma: ela não terminou mestrado porque entende pouco de economia


Ex-presidente acusa petista de ter falado “mentira” no debate da Band, quando Dilma afirmou que o PSDB quebrou 3 vezes o Brasil






O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou nesta 4ª feira (27.ago.2014) que a presidente Dilma Rousseff não conseguiu terminar seu mestrado na Unicamp, na década de 70, pois ela “entende pouco de economia”.

O tucano rebateu afirmação feita por Dilma na 3ª feira (26.ago.2014), durante odebate da TV Bandeirantes, de que o PSDB “quebrou o país por 3 vezes” ao pedir empréstimos ao FMI (Fundo Monetário Internacional).

“Agora vejo o motivo pelo qual a presidente Dilma Roussef (sic) não conseguiu obter grau de pós-graduação na Unicamp: ela entende pouco de economia. E mesmo de números”, escreveu Fernando Henrique em artigo publicado no site Observador Político.

FHC citou 3 momentos de sua passagem pelo governo federal para defender a renegociação da dívida brasileira e o uso de recursos do Fundo Monetário.

1) Em outubro de 1993, quando o tucano era ministro da Fazenda de Itamar Franco, FHC disse ter conduzido uma renegociação da dívida externa “pois o Brasil estava em moratória desde o final do governo Sarney”.

2) Afirmou ter feito um acordo de empréstimo com o FMI em 1998 pois o Brasil enfrentava as consequências da crise da Ásia, ocorrida no ano anterior, e dificuldades internas “graças a atos políticos irresponsáveis da oposição e à incompletude do ajuste fiscal”.

3) O último recurso ao FMI, no segundo semestre de 2002, teria sido necessário para enfrentar o “efeito Lula”, segundo FHC. “Os mercados financeiros mundiais e locais temiam que a pregação do PT fosse para valer”, escreveu. Segundo o tucano, ele acionou o Fundo Monetário “com anuência expressa de Lula e para permitir que seu governo reagisse em 2003”.

“É mentira, portanto, que o governo do PSDB tenha quebrado o Brasil três vezes. Por essas e outras, o governo Dilma Roussef (sic) perdeu credibilidade: em vez de informar, faz propaganda falsa'', escreveu Fernando Henrique.

O episódio é um exemplo da polarização desejada pela campanha de Marina Silva. Para o PSB, esse tipo de bate-boca entre Dilma e FHC fortalece, na opinião pública, a imagem da dicotomia PT-PSDB que Marina promete superar caso seja eleita.


Fernando Rodrigues

Bater ou não bater?





Para os inimigos tudo o peso da Lei


Não quera ser inimigo do PT que algum dia vai ter que pagar. 

O ex-Deputado Genoíno, que se encontra recuperado do problema de saúde, foi liberado para terminar de cumprir a pena em prisão domiciliar, agora o caso de ex-Deputado do PTB, Jefferson, apesar de ter câncer, retirado a metade do pâncreas e realmente precisar atendimento em domicílio essa excepção lhe foi negada. 

BRASÍLIA - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, emitiu parecer contrário ao pedido do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) para cumprir sua pena em casa.

Condenado a sete anos de prisão no processo do mensalão, Jefferson entrou com pedido de prisão domiciliar alegando que precisa seguir dieta, medicação e cuidados higiênicos especiais como resultado de uma cirurgia para retirada de um tumor no pâncreas, em 2012. Segundo a defesa, esses cuidados não podem ser garantidos pelo presídio onde cumpre pena, no Rio de Janeiro.

No parecer, Janot afirma que “não há nenhum impedimento de que os suprimentos considerados necessários [para a saúde de Jefferson] poderiam ser fornecidos pelo Estado ou pelos seus próprios familiares”, ao presídio. A qu estão será decidida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, relator da execução das penas do mensalão. O parecer de Janot será usado como subsídio.


terça-feira, 26 de agosto de 2014

Marina alcança a Dilma


O aguardadíssimo resultado da pesquisa Ibope que o Jornal Nacional divulgará hoje vai mostrar um novo avanço de Marina Silva. Pela pesquisa, Marina está empatada tecnicamente com Dilma Rousseff no primeiro turno, considerando a margem de erro de 2%.

A pesquisa mostrará Dilma Rousseff entre 31% e 32%, Marina entre 27% e 28% e Aécio Neves entre 18% e 20%.

No segundo turno, Marina aparecerá com dois dígitos à frente de Dilma.

A pesquisa foi feita pelo Ibope entre 23 e hoje. Foram entrevistados 2506 eleitores.

Por Lauro Jardim



terça-feira, 19 de agosto de 2014

Seicom promove aproximação entre BNDES e municípios




Elielton Amador
Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração

Da Redação
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 12/08/2014 15:41:00


Ação coordenada pela secretária de Estado de Indústria, Comércio e Mineração, Maria Amélia Enríquez, mobilizou todo o alto escalão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no Rio de Janeiro, no último dia 8 de agosto. A oficina “Nova dinâmica territorial do Estado do Pará” foi proposta para aproximar os executivos do banco da realidade contemporânea do Estado e municípios.

Maria Amélia encontrou com o secretário executivo do BNDES, Luiz Antonio Elias, no início de julho, em Marabá, sudeste paraense, onde ele foi apresentar as possibilidades de investimento e financiamento para o desenvolvimento dos municípios da região Norte. Constatou-se que, apesar das muitas oportunidades que o banco oferece, ainda é difícil para os municípios acessarem as linhas de crédito, seja pela burocracia, seja pela necessidade de maior planejamento e qualificação na elaboração dos projetos.

No Rio de Janeiro, na última sexta-feira, Maria Amélia foi acompanhada dos secretários municipais de Planejamento, Vander Nepomuceno, e de Meio Ambiente, André Rosa, ambos de Parauapebas, e também pelo secretário de Mineração e Meio Ambiente de Itaituba, Valfredo Marques.

Os secretários deram seus depoimentos sobre os projetos que estão desenvolvendo e as expectativas que têm em relação ao desenvolvimento das regiões em que atuam. “Estamos trabalhando para aperfeiçoar os projetos e acessar os recursos do BNDES para os projetos do programa Municípios Verdes, além de projetos estruturantes”, disse André Rosa.

Maria Amélia foi convidada a presidir a sessão, que ocorreu na sede do banco no Rio de Janeiro, e teve a presença dos maiores executivos do banco, incluindo Nelson Siffert, superintendente da Área de Infraestrutura, e Victor Burns, gerente de Relações com o Governo. Também estiveram presentes o superintendente de Área de Inclusão Social, Marcelo Porteiro; a chefe do Fundo Amazônia, Juliana Santiago; Marcelo Fernandes, do Departamento de Operação com Estados; Marcelo Gonçalves Tavares, assessor da Área de Indústria de Base; Luiz Antonio Pazos, do Departamento de Políticas, Articulação e Sustentabilidade; e o gerente de Relacionamento com Agentes Financeiros, Cláudio Rabelo.

Para Maria Amélia, o resultado do encontro foi excelente, e o estreitamento de relacionamento deve proporcionar ao Estado e aos municípios maior acessibilidade aos programas do banco. “O BNDES tem mais de 20 portas para se bater. Se você não souber o caminho das pedras, pode demorar muito tempo para ter acesso a um financiamento. Por isso, tivemos a ideia de trazer os municípios e estreitar as relações com o Estado para que possamos ter maior trânsito e destravar projetos, facilitando o acesso do produtor e do município”, disse a secretária.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Fator Marina



domingo, 17 de agosto de 2014

A SEICOM na fronteira da inovação tecnológica


Robô de asas fará fiscalização no Pará - Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração SEICOM 


O Liberal 17/08/2014 

"Não desistiremos do Brasil"


17.ago.2014 - Os filhos mais velhos de Eduardo Campos, João, Pedro e Maria Eduarda, chegam ao Palácio do Campo das Princesas, sede do governo de Pernambuco, com o caixão que leva o corpo do pai - Fernando Bizerra Jr./Efe

A ex-senadora Marina Silva e a família de Eduardo Campos velam o corpo do ex-governador de Pernambuco - Beto Macário/UOL




Computador do Planalto altera PIB para 7%

Dilma invadiu os servidores da NSA e alterou a História dos EUA


PORÃO ABIN - Após alterar verbetes de jornalistas na Wikipédia e mudar o status de relacionamento de Aécio Neves, que agora figura no Facebook como "pegador", os computadores do Planalto alteraram o crescimento do PIB para 7%. "O Brasil já tem tecnologia de ponta", afirmou Dilma Rousseff, enquanto mexia no site da Petrobras para alterar os valores pagos pela refinaria de Pasadena.

Uma investigação do jornal Folha de S. Paulo - não alterada pelo Planalto até o horário do nossohappy hour - informou que o blog de Rodrigo Constantino vem sendo operado pela agência do publicitário João Santana. "O marqueteiro criou um anão intelectual para desmoralizar a direita brasileira", arremessou Reinaldo Azevesso.

No final da tarde foi divulgada a nova pesquisa presidencial do Ibope. Dilma desponta na frente com 98% dos votos válidos, enquanto CCRE#@ aparece em segundo e Smarthad33 fica em terceiro. Brancos e nulos somam menos sete, com margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

sábado, 16 de agosto de 2014

Mais e melhor inteligência feminina para reforçar a SEICOM

 Ciane Regina Alves Barros


Nomeada dia 07/08/2014 Secretária de Estado Adjunta da Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração, somente hoje ganhou destaque na página de TuttiQui, do Jornal O Liberal. Ciane Regina Alves Barros, atuará principalmente, não unicamente, no setor comércio e serviços, de onde obtêm o maior apoio, além de ser indicação direta do Governador Simão Jatene, que está interessado em dar resposta às demandas do setor. Parabéns pela indicação e sucesso à nova Secretária Adjunta.




quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Sob choque, Marina aguarda PSB para definir rumos de candidatura

Marina fala em nome da coligação sobre a morte de Campos: “Nesses 10 meses, aprendi a respeitar, admirar e a compartilhar suas atitudes e ideais de vida”
Eduardo Campos e Marina Silva se despediram terça-feira à noite, no Rio de Janeiro, depois de gravarem um bate-papo transmitido pela internet. Antes disso, o candidato à Presidência pela Coligação Unidos pelo Brasil tinha participado de uma entrevista ao Jornal Nacional e na GloboNews, e Marina o acompanhara. Ela saiu antes da emissora, iniciou o bate-papo e Campos, surpreendentemente, conseguiu alcançá-la no final. Eles se despediram ali, naquela casa do Rio. "A imagem que quero guardar dele é da nossa despedida. Cheio de alegria, sonhos e compromisso", disse Marina à tarde, em pronunciamento emocionado em Santos, horas depois da tragédia.

"Durante esses 10 meses de convivência aprendi a respeitar, admirar e a compartilhar suas atitudes e ideais de vida. Começamos a formar juntos a esperança de um mundo melhor e mais justo", disse, emocionada e rodeada por políticos da Coligação.

"A postura de todos nós é de luto agora", diz um assessor próximo a ela. "É um impacto monumental. Um momento de sofrimento e de apoio à família. Marina está recolhida. Estamos todos recolhidos."

Marina Silva pegou o voo da TAM às 9h30, no aeroporto Santos Dumont, rumo a São Paulo. Chegou a Guarulhos e foi para seu apartamento. O avião de Eduardo Campos decolou do Santos Dumont com destino ao aeroporto do Guarujá. O voo de sua mulher, Renata, com o caçula de sete meses, Miguel, seguiu para o Recife.

Marina passou o dia tentando digerir o absurdo do acidente. "Não discutimos nada de campanha, de consequência. Ficamos na perplexidade do fato", contou outro assessor. "A relação com Eduardo estava intensa, era um momento muito rico. Estamos prestes a lançar o programa. Ele estava muito animado, no maior pique."

A notícia do desastre veio aos poucos, em névoa. Marina estava reunida com assessores para trabalhar nas gravações para o horário eleitoral que começa no dia 19. Primeiro ouviram falar da queda de um helicóptero. Depois, o deputado Walter Feldman (PSB-SP) telefonou avisando que não havia contato do avião de Campos no sistema de controle. "Começamos a ficar muito preocupados", conta um membro da equipe.

A informação que alguém havia conseguido falar com o assessor de Eduardo Campos, Rodrigo Molina, trouxe um alívio momentâneo. Deixaram de pensar no pior, porque Molina estava sempre com Campos. Mas não ontem, quando seguira para o Recife. "A notícia chegou por diversas fontes", lembra um assessor. Foi Carlos Siqueira, coordenador da campanha de Eduardo Campos à presidência, quem recebeu a confirmação do acidente e das sete mortes pelo Comando da Aeronáutica.

Nenhuma pessoa próxima à Marina se arriscava a prever a reação da ex-senadora, passado o choque. "Marina tem um sentido de missão em relação a tudo isso. Para quem tem este sentimento, um evento como este é avassalador. Ela havia assumido a posição de vice, comprou a candidatura de Campos, estabeleceu uma relação de confiança, estava acreditando nele como um líder e aí acontece uma coisa dessas", diz um amigo.

Pela lei, o PSB tem 10 dias para decidir o futuro; pela prática, menos, já que o horário eleitoral começa na terça. "O ótimo e o óbvio nem sempre são o que acontece em política", analisa um político próximo ao grupo. Ela teve 20 milhões de votos na eleição passada, mas este legado pode ter outra interpretação para parte do PSB que é ligada ao ex-presidente Lula e também para o grupo que flerta com o PSDB. "Há uma hostilidade enorme a ela no PSB, não é líquido e certo que seja ela a candidata. O PSB é um partido com um chefe. Os que nunca apitaram vão começar a falar. É preciso aguardar."

Secretário-geral do PSB fluminense e um dos articuladores da campanha de Campos no Rio, Rubens Bomtempo defendeu que o partido mantenha uma candidatura à Presidência, mas reconheceu que o processo depende de diálogos internos na cúpula do partido e com o grupo de Marina. "Não dá nem para pensar agora. A gente tem que conversar internamente, conversar com Marina".


Por Daniela Chiaretti, Guilherme Serodio e Renata Batista


Inimigos? nenhum, só o PT, igual que Marina



'Eduardo não tinha inimigos', diz Fernando Haddad


O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), prestou homenagem ao ex-governador de Pernambuco e candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, durante inauguração do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas III, em Campo Limpo, na zona sul da capital, nesta quinta-feira, 14. Antes de discursar, o prefeito pediu um minuto de silêncio pela morte de Campos, a quem chama de "amigo pessoal", vítima de um acidente aéreo.



"Não há como não se sensibilizar com o ocorrido. Um amigo que se foi e vai deixar saudade", afirmou Haddad. Sobre o ex-governador de Pernambuco, o prefeito afirmou ser "um dos maiores talentos dessa nova geração de políticos". "Eduardo não tinha inimigos, tinha, eventualmente, adversários: inimigo jamais. Todos respeitavam seu trabalho, conduta, seriedade e seu amor por Pernambuco e pelo Brasil. Uma perda irreparável", lamentou.



Haddad disse, ainda, que pretende estar presente no velório de Eduardo Campos em Pernambuco. O corpo vai ser velado no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, e enterrado no Cemitério de Santo Amaro, ao lado do avô, Miguel Arraes. O prefeito também destacou a relação de Campos com a família, classificada por ele como "tradicional" e "bonita". "Eles impressionam pelo nível de união e respeito mútuo", afirmou.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

O Brasil perde uma das maiores lideranças da nova geração de políticos do Brasil contemporâneo

Marina Silva


"Quero pedir a Deus que sustente a Renata, ao Zé, ao João, a Duda, o Pedro, o pequenino Miguel e a todos os familiares dos companheiros de Eduardo Campos. Esta é, sem sombra de dúvida, uma tragédia. Uma tragédia que impõe luto e muita tristeza. Eu sei que os brasileiros estão compartilhando com cada um de nós e principalmente com sua família, com seus amigos e conosco.
Durante esses 10 meses de convivência aprendi a respeitá-lo, admirá-lo e a confiar nas suas atitudes e nos seus ideais de vida. Foram 10 meses de intensa convivência e, como eu disse, começamos a fiar juntos principalmente a esperança de um mundo melhor, de um mundo mais justo.Eduardo estava empenhado com esses ideais até os seus últimos segundos de sua vida e a imagem que eu quero guardar dele foi a da nossa despedida de ontem – cheio de alegria, cheio de sonhos, cheio de compromissos.
É com esse espírito que eu peço a Deus que possa sustentar sua família, consolar sua família e também a todos nós."








Pronunciamento
Coligação Unidos pelo Brasil

"Não vamos desistir do Brasil." A frase, dita por Eduardo Campos na véspera do acidente que o vitimou, expressa o testemunho e o desejo de um brasileiro que pautou sua vida pelo anseio de ver a nação unida em torno de um projeto que contemple a melhoria de vida de todos os seus cidadãos. Embalava, no presente, o mesmo sonho que alimentou a trajetória de seu avô Miguel Arraes ou, como ele mesmo dizia carinhosamente, do Dr. Arraes.

Interrompeu-se hoje o caminho de um homem que acreditava na renovação da política pela força do povo brasileiro em escrever o seu destino. Morre Eduardo Henrique Accioly Campos, mas fica o seu legado de luta pelos ideais de um Brasil mais democrático, próspero, solidário, sustentável e justo socialmente.

A Coligação Unidos pelo Brasil acredita que a perda de Eduardo encerrou sua vida, mas não seus ideais. Fica a semente da esperança que move diariamente os brasileiros criativos e empreendedores, capazes de transformar em virtuoso seu duro cotidiano.

A Coligação Unidos pelo Brasil se solidariza com a dor irreparável das famílias de Eduardo Campos e de seus companheiros Pedro Valadares, Carlos Percol, Alexandre Severo Gomes da Silva, Marcelo Lyra, Geraldo da Cunha e Marcos Martins. O momento é de luto e impõe o necessário recolhimento.



Santos, 13 de agosto de 2014.

COLIGAÇÃO UNIDOS PELO BRASIL
PSB, REDE SUSTENTABILIDADE, PPS, PPL, PHS, PRP, PSL
Depoimento de Marina Silva

"Quero pedir a Deus que sustente a Renata, ao Zé, ao João, a Duda, o Pedro, o pequenino Miguel e a todos os familiares dos companheiros de Eduardo Campos. Esta é, sem sombra de dúvida, uma tragédia. Uma tragédia que impõe luto e muita tristeza. Eu sei que os brasileiros estão compartilhando com cada um de nós e principalmente com sua família, com seus amigos e conosco.

Durante esses 10 meses de convivência aprendi a respeitá-lo, admirá-lo e a confiar nas suas atitudes e nos seus ideais de vida. Foram 10 meses de intensa convivência e, como eu disse, começamos a fiar juntos principalmente a esperança de um mundo melhor, de um mundo mais justo.

Eduardo estava empenhado com esses ideais até os seus últimos segundos de sua vida e a imagem que eu quero guardar dele foi a da nossa despedida de ontem – cheio de alegria, cheio de sonhos, cheio de compromissos.

É com esse espírito que eu peço a Deus que possa sustentar sua família, consolar sua família e também a todos nós."



Marina Silva
Nota PSB

No dia em que são passados nove anos do falecimento de Miguel Arraes, o Partido Socialista Brasileiro cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento, nesta data, vítima de acidente aéreo, do seu presidente, ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, nosso candidato à Presidência da República.

Aos 49 anos recém completados, Eduardo Campos vivia o auge de sua brilhante carreira política: deputado estadual, secretário de Estado de Pernambuco, deputado federal, ministro de Estado, governador de Pernambuco reeleito por consagradora maioria, oferecia sua experiência e juventude ao serviço do País.

Candidato à Presidência da República, apresentou-se ao debate de nossas questões fundamentais, coerente com os princípios que sempre nortearem sua vida, e o primeiro deles era a busca por justiça social, razão de existência do Partido Socialista Brasileiro.

Perdemos Eduardo Campos quando mais o Brasil precisava de seu patriotismo, seu desprendimento, seu destemor e sua competência.

Não é só Pernambuco e sua gente que perdem seu líder; não é só o PSB que perde seu líder. É o Brasil que perde um jovem e promissor estadista.

Estamos todos de luto.


Brasília, 13 de agosto de 2014.


Roberto Amaral
Primeiro vice-presidente do Partido Socialista Brasileiro




Nota Rede Sustentabilidade
Rede está em luto por Eduardo Campos e equipe

Neste momento de dor e perplexidade, a Rede Sustentabilidade manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Eduardo Campos e pelos companheiros de equipe Pedro Valadares Neto, Marcelo Lira, Alexandre Gomes da Silva, Carlos Percol e dos pilotos Geraldo da Cunha e Marcos Martins em um acidente aéreo na manhã desta quarta-feira.

A REDE se solidariza com seus familiares, amigos e assessores e convida a todos a manter Eduardo Campos e sua equipe em seus pensamentos.



Rede Sustentabilidade
Nota Oficial PPS

A morte de Eduardo Campos é uma tragédia que se abateu sobre o Brasil e abalou os brasileiros. A vitalidade da juventude de Eduardo, com ideias modernas sobre a gestão do país, quedou-se sob o peso de um desastre aéreo em Santos.

O PPS apostou na qualidade política de Eduardo Campos neste momento em que o país busca alternativas para seu futuro e um novo projeto nacional de desenvolvimento. Embora jovem, o candidato já havia provado sua competência tanto no Parlamento quanto à frente do governo do Estado de Pernambuco.

Nascido em uma família de tradição socialista, Eduardo Campos começou na política já na Faculdade de Economia da Universidade Federal de Pernambuco. Foi deputado estadual, deputado federal e ministro da Ciência e Tecnologia antes de se eleger governador.

Do Palácio do Campo das Princesas, Eduardo Campos saiu aclamado pelo apoio popular. Sua administração foi aprovada por 90% da população pernambucana, uma marca histórica no Brasil. Conseguiu este feito atacando os principais problemas enfrentados pela sociedade, investindo na saúde e na educação e garantindo desenvolvimento ao Estado.

Para o PPS, assim como para o Brasil, a perda de Eduardo Campos tem o peso de uma grande tragédia. Atinge a vitalidade da promessa de renovação que ele significava para um país que clama por mudanças.

Em meu nome e em nome do partido, manifestamos solidariedade à família de Eduardo e lamentamos profundamente sua morte, com a convicção de que suas qualidades de homem público decente, visionário e cheio de ideias novas farão muita falta ao país.



Roberto Freire
Presidente Nacional do PPS
Nota Oficial PHS

O PHS lamenta a tragédia e morte do candidato Eduardo Campos, do PSB, e das pessoas que estavam na aeronave que caiu nesta quarta-feira (13), em Santos (SP).

Campos foi o candidato escolhido pelo PHS para caminhar junto na disputa eleitoral para a presidência da República, que ocorre em outubro de 2014. Após diálogo nos últimos meses, a Comissão Executiva Nacional do PHS entendeu que o pernambucano seria o melhor nome para presidir o Brasil nos próximos quatro anos.

Hoje, o PHS está em luto e os solidaristas de todo o Brasil se juntam aos familiares de Campos e das outras vítimas nesse momento de grande tristeza.

"Estamos todos chocados com essa triste notícia e enviamos nossos pêsames a todas as famílias das vítimas", lamenta o presidente Nacional do PHS, Eduardo Machado.



"Nos últimos dias, tivemos contato direto com Campos por conta das eleições e acompanhamos seu trabalho sério e comprometido. O Brasil perde um jovem e promissor político", finaliza Eduardo Machado.
Nota Oficial PRP

Foi com grande pesar que recebemos a trágica notícia sobre a morte do presidente Nacional do PSB e candidato a Presidência da República, Eduardo Campos. Ele e outras seis pessoas estavam a bordo do jato que caiu na manhã desta quarta-feira, em Santos, no litoral de São Paulo. Também lamentamos a morte das outras seis pessoas que o acompanhavam.

Eduardo Campos era um homem íntegro, humano e que lutou por grandes causas do nosso País. Esta morte é, sem dúvida, uma grande perda para o Brasil, especialmente neste importante momento democrático, onde ele era opção de mudança, a opção de renovação na política brasileira.

Eduardo Campos foi um político exemplar, e deixará em nossas lembranças e na nossa história seu legado.

Neste momento doloroso, venho externar meus sentimentos e me solidarizar com as famílias das vítimas.



Ovasco Resende
Presidente Nacional do PRP

Delfim Neto e o agronegócio




Contadora do doleiro Youssef revela esquema de pagamento de propina



SÃO PAULO - Os detalhes do funcionamento do esquema de operação da quadrilha que girava em torno do doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava-Jato, foram revelados à Polícia Federal pela contadora Meire Poza, segundo revela reportagem da revista “Veja” deste fim de semana.

Durante três anos em que trabalhou para Youssef, Meire afirmou em depoimento que manuseou notas fiscais frias, assinou contratos de serviços inexistentes, montou empresas de fachada e organizou planilhas de pagamento. Seu trabalho deu ares de legalidade a um dos esquemas de corrupção mais grandiosos desde o mensalão, segundo a “Veja”.

Nas últimas três semanas, a contadora forneceu cópias de documentos e identificou um a um os contratos simulados e as notas frias, como no caso da empreiteira Mendes Júnior, que nega ter relacionamento com o doleiro.

As informações prestadas pela contadora ajudaram a PF comprovar que Youssef era um financista clandestino, que prospectava investimentos, emprestava dinheiro, cobrava taxas e promovia o encontro de interesses entre corruptos e corruptores. Em outras palavras, usava sua estrutura para recolher e distribuir dinheiro e apagar os rastros.

Segundo a PF, entre os clientes do doleiro figuram as maiores empreiteiras do país, parlamentares notórios e três dos principais partidos políticos.

Sobre um desses parlamentares, o deputado federal André Vargas (sem partido), Meire afirmou que ele “ajudou o Beto [Alberto Youssef] a lavar R$ 2,4 milhões”. “Como pagamento, ele [Vargas] ganhou uma viagem de jatinho. Eu mesma fiz o pagamento”, conta.

Outro político citado pela contadora é o senador Fernanco Collor (PTB): “O Beto fez os depósitos para o ex-presidente Collor a pedido do Pedro Paulo Leoni Ramos (ex-auxiliar do senador e também envolvido com o doleiro). Ele guardava isso como um troféu.”

Meire disse ainda que o deputado federal Cândido Vaccarezza (PT) contou com a ajuda de Youssef para quitar uma dívida de campanha. “O Vacarezza precisava pagar dívidas de campanha. Um assessor dele me procurou em 2011 para apresentar um negócio com fundos de pensão no Tocantins”

Valor

Gripe no Japão


PIB do Japão recua 6,8% no segundo trimestre em base anual

TÓQUIO - A economia do Japão contraiu acentuadamente no segundo trimestre, com famílias e empresas cortando gastos após o imposto do aumento do imposto sobre vendas a partir de 1º de abril.

O Produto Interno Bruto (PIB) real do Japão encolheu 6,8% nos três meses entre abril e junho em base anual, um pouco menor do que a contração de 7,1% prevista por economistas consultados pelo “The Wall Street Journal”. O PIB real é calculado descontando a inflação do período analisado.

Economistas esperavam o recuo após a expansão de 6,1% no primeiro trimestre, também em base anual, quando muitas famílias anteciparam as compras de produtos caros, como máquinas de lavar, antes da entrada em vigor da nova alíquota do imposto de vendas, de 8%, ante 5% anteriores. O governo planeja aumentar o imposto novamente, para 10%, em outubro 2015.

A comparação anualizada projeta quanto seria o PIB de um ano se o desempenho de um trimestre fosse mantido.

Na comparação trimestral, o PIB real caiu 1,7% no segundo trimestre em comparação com o trimestre anterior, também um pouco menos do que a queda prevista pelos economistas, de 1,9%.

Já o PIB nominal (sem levar em conta o efeito da inflação no período) recuou 0,1% no segundo trimestre na comparação com o trimestre anterior e 0,4% na comparação anual.

(Dow Jones Newswires)

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Lançamento do Plano Estadual de Mineração repercute em revistas especializadas de outros estados


Na Revista Mineração & Sustentabilidade N. 16, de julho de 2014 tem destaque  o lançamento do Plano de Mineração do Estado do Pará.

Veja fotos e matéria da Revista.

http://www.revistamineracao.com.br/index_noticias.php?not_id=230









domingo, 10 de agosto de 2014

Pará está fora

Nove governadores vão terminar o mandato com seus Estados mais endividados


Nove dos 27 governadores devem entregar aos seus sucessores, no dia 1º de janeiro de 2015, um Estado mais endividado do que encontraram. Segundo o Tesouro da Fazenda as 27 unidades da federação deviam, no final de 2013, nada menos que R$ 500 bilhões.

O nível de endividamento de um Estado é calculado na comparação com a receita corrente líquida. É uma conta similar à de qualquer cidadão: Se você tem uma renda de R$ 1.000, e paga R$ 300 por mês de dívidas (compromete 30%), está mais endividado do que outro que ganhe R$ 2.000 e paga R$ 500 mensais (25%).

No caso dos Estados, a comparação foi feita com base em dados do balanço final de 2010 e de abril de 2014. Nesse período, Acre, Amapá, Espírito Santo, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins passaram a comprometer percentualmente mais a receita com a dívida.

Segundo o economista do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Alexandre Manoel, mais endividados, os Estados passam a pagar prestações maiores, comprometendo ainda mais os apertados orçamentos das unidades e reduzindo, teoricamente, o poder de investimento futuro.

"Os governos têm de pagar, de acordo com o prazo previsto no contrato. Mas nem sempre isso é automático. A maioria dos empréstimos tem carência de dois a cinco anos", explica.

Procurados pelos UOL, cinco Estados responderam aos questionamentos do UOL.Todos alegaram estar com margem de financiamento dentro do limite. Acre, Amapá, Rondônia e Tocantins não responderam à solicitação.

Segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal, apenas os Estados com comprometimento superior a 200% de sua receita estão impossibilitados de pedir novos financiamentos. O único do país, segundo balanço do primeiro quadrimestre, é o Rio Grande do Sul.

Patinando



Dilma mantém liderança com 38% das intenções de voto; Aécio e Eduardo Campos oscilaram um ponto percentual para cima





A presidente Dilma Rousseff tem 38% das intenções de voto, mesma taxa registrada há duas semanas, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira pela TV Globo. Segundo colocado na corrida eleitoral, o tucano Aécio Neves aparece com 23%, e Eduardo Campos, do PSB, com 9%. Ambos oscilaram um ponto porcentual para cima.

Outros candidatos, somados, têm 6%. Assim, a soma das taxas de intenção de voto dos adversários de Dilma chega a 38%. Para vencer a eleição já no primeiro turno, a presidente precisará de maioria absoluta dos votos válidos, ou seja, mais do que a soma dos rivais.

Em um eventual segundo turno, Dilma venceria hoje seus dois principais concorrentes. Contra Aécio, o placar seria de 42% a 36% – há duas semanas, era de 41% a 33%. Em um confronto direto com Campos, a petista venceria por 44% a 32%.
Assim como o panorama eleitoral, a avaliação do governo se manteve estável: 32% o consideram ótimo ou bom, 35%, regular, e 31%, ruim ou péssimo.

A pesquisa é a primeira desde que o Jornal Nacional, da TV Globo, passou a fazer a cobertura das atividades diárias de campanha dos candidatos a presidente, na última segunda-feira. Desde então, eles têm privilegiado agendas de rua, para produzir imagens televisivas de contato direto com eleitores.

O levantamento do Ibope foi realizado entre os dias 3 e 6 de agosto, por encomenda da TV Globo. Foram feitas 2.506 entrevistas em todas as regiões do Brasil. A margem de erro máxima é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, em um nível de confiança estimado de 95%. Ou seja, se fossem feitas 100 pesquisas idênticas a esta, 95 deveriam apresentar resultados dentro da margem de erro.

Empacou

Painel Político Folha. 

sábado, 9 de agosto de 2014

Dilma determina investigação sobre alteração de perfis de jornalistas


A presidente determinou que a Casa Civil conduza uma investigação sobre o uso de computadores do Planalto na alteração de perfis de jornalistas


OSASCO (SP) - Em visita a Osasco, sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, negou neste sábado de que esteja privilegiando São Paulo em sua campanha. Esta foi a quinta ao estado em duas semanas.

Questionada pelos jornalistas se São Paulo é um campo de batalha. Ela disse que não é possível desconsiderar São Paulo, que é estado mais populoso do país. A presidente destacou ainda que sua campanha também está visitando outros estados e que já chegou até ao Amapá.

Durante a entrevista a joprnalistas em Osasco, Dilma disse que nos próximos quatro anos pretende construir pelo programa “Minha Casa Minha Vida” mais 3 milhões de moradias e que encerrará 2014 com a construção de 2,750 milhões casas.

“Não há nenhuma política de habitação feita no Brasil feita com a magnitude do Minha Casa Minha Vida”, afirmou Dilma.

(Fabiana Batista | Valor)

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

BNDES faz papel que mercado não cumpre, afirma Kregel



Kregel: cenário em que nenhuma empresa 
pode arcar com juro de longo prazo

Ao se manter como praticamente a única fonte de recursos para o financiamento de longo prazo da economia brasileira, o BNDES cumpre o papel que o mercado de capitais e o setor privado não desempenham. A afirmação é do americano Jan Kregel, acadêmico do Levy Economics Institute e ex-consultor da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad).

"O BNDES não está ocupando o espaço dos bancos, porque eles não estão lá e não querem, porque é um negócio muito arriscado", disse Kregel, em entrevista ao Valor. Crítico das altas taxas de juros, "as mais altas no mundo e na história", o economista credita as dificuldades no desenvolvimento de um mercado de longo prazo à maneira como o país superou o problema da hiperinflação.

"Se eu fosse banqueiro no Brasil e me perguntassem se gostaria de emprestar por 20 ou 30 anos a uma empresa ou para o governo, a resposta seria óbvia", diz Kregel, que participou nesta semana de seminário sobre bancos de desenvolvimento, no Rio.

A forte expansão do BNDES após a crise financeira, sustentada por sucessivos empréstimos do Tesouro, é questionada por analistas. A principal crítica é sobre o custo da operação para os cofres públicos, já que os financiamentos têm taxas mais baixas do que a dívida assumida pelo governo, o que representa um subsídio às empresas.

Para Kregel, o problema não está na atuação do BNDES, mas na taxa básica de juros da economia. "Na estrutura atual, os bancos precisariam cobrar uma taxa tão alta nos empréstimos de longo prazo que nenhuma empresa teria condições de pagar", afirma. Nesse cenário, a presença do banco público como praticamente a única fonte de recursos se faz necessária.

O desenvolvimento do mercado de capitais, que poderia se tornar uma alternativa para o financiamento privado, foi prejudicado pela crise com derivativos cambiais em 2008, segundo Kregel. "E quem precisou atuar para evitar um problema ainda maior na época foi justamente o BNDES", diz.

Questionado sobre como o governo poderia reduzir os juros sem provocar pressões inflacionárias, Kregel defendeu mecanismos de controle de capitais. Assim, seria possível reduzir a volatilidade cambial, que para ele é o principal combustível da inflação.

O acadêmico também vê como positiva a política de empréstimos do BNDES a grandes empresas exportadoras, ainda que a maior parte delas tenha acesso a recursos no mercado de capitais internacional. Embora defenda o controle de capitais, ele diz que, se o Brasil pretende continuar a ser uma economia aberta, precisa ter um fluxo de recursos em moeda estrangeira mais estável.

"E a criação de plataformas de exportação é a forma mais viável de se fazer isso", diz, ao lembrar que os principais bancos de desenvolvimento internacionais prestam esse tipo de apoio às empresas com atuação fora de seus países.

Kregel aponta como uma fragilidade do país a dependência das commodities. Os superávits comerciais obtidos ao longo da década passada, sustentados pela alta no preço das matérias-primas, proporcionou uma falsa sensação de riqueza.

"De uma maneira crua, programas sociais como o Bolsa Família e a política de aumento do salário mínimo foram financiados pela soja", afirma. Kregel provocou polêmica quando disse, ainda em 2006, que o crescimento do país nos anos anteriores era uma bolha sustentada pela alta das commodities.

Com a recente piora nos termos de troca (relação entre preços de exportação e de importação), sustentar esses programas se tornou uma missão mais difícil para o país, diz Kregel. Realizar um ajuste fiscal, conforme defendem parte dos economistas, não soluciona a questão. "Um ajuste fiscal não vai mudar os termos de troca do Brasil e pode piorar o problema da economia", diz.

Para Kregel, a saída para o país é investir na melhora da produtividade da economia e apostar no crescimento interno.

Por Vinícius Pinheiro | De São Paulo

domingo, 3 de agosto de 2014

Fogo amigo




"O que o banco [Santander] escreveu é bobagem, mas suas consequências, não. A partir da politização do caso pelo governo e da demissão pelo banco do analista que produziu o relatório, ninguém mais vai acreditar em qualquer informe de banco sobre a economia brasileira".



Delfim Netto, ex-ministro da Fazenda, em entrevista ao programa Canal Livre, da BAND.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Só agora souberam


PT-SP expulsa deputado suspeito de elo com o PCC por unanimidade




SÃO PAULO - O comando do diretório estadual do PT de São Paulo decidiu de forma unânime nesta sexta-feira expulsar do partido o deputado estadual Luiz Moura, suspeito de ligação com a organização criminosa PCC. O PT afirmou que a partir desta sexta-feira (4) o deputado não faz mais parte de seu quadro.

O diretório estadual reuniu-se pela manhã e referendou decisão tomada ontem pela Executiva estadual. Os 41 membros do diretório com direito a voto foram à reunião e votaram pela expulsão, em decisão unânime. O PT tenta evitar mais desgaste à imagem do partido e à candidatura de Alexandre Padilha ao governo estadual.

O parlamentar petista foi flagrado em investigação da Polícia Civil, em março, ao participar de reunião de perueiros em que havia suspeitos de integrar o PCC. Moura também é alvo de investigação do Ministério Público Estadual por supostamente participar de lavagem de dinheiro do crime organizado. O deputado foi sócio de uma empresa de transporte de passageiros suspeita de lavar dinheiro para o PCC, segundo apuração coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Moura nega as acusações.

No começo de junho, o PT suspendeu o parlamentar por 60 dias para investigar o caso e negou legenda para que concorresse a um novo mandato como deputado estadual. Diante da gravidade das suspeitas, a executiva estadual decidiu conduzir a investigação.

Moura recorreu à Justiça para concorrer à reeleição e pediu até mesmo a suspensão da convenção do PT, que lançou Alexandre Padilha na disputa estadual. Por via judicial, o deputado conseguiu reverter a decisão do partido, obteve o número 13.800 para concorrer e mantém a campanha por um novo mandato.

Para evitar novas contestações judiciais, o PT deu prazo de 10 dias a partir do dia 18 para que Moura apresentasse sua defesa. O comando do partido disse que Moura não se defendeu da forma adequada e votou pela expulsão.

Além das denúncias de suposta ligação com o PCC, Moura tem um passado conturbado: foi condenado por assalto a dois supermercados em 1993, escapou da cadeia e viveu 10 anos como foragido.



Por Cristiane Agostine | Valor

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Cantares - Caminante No Hay Camino

Me abandonou como se abandonam os sapatos velhos....

Pessimista, otimista bem informado





São Paulo, fatura liquidada


Ibope em SP: Alckmin tem 50%; Skaf, 11% e Padilha, 5%



SÃO PAULO - O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin (PSDB), tem 50% das intenções de voto, segundo pesquisa Ibope divulgada na noite desta quarta-feira. Em segundo lugar está o presidente licenciado da Fiesp, Paulo Skaf (PMDB), com 11%, seguido pelo candidato do PT, ex-ministro Alexandre Padilha. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e divulgada no telejornal SPTV.


A marqem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, ainda assim Alckmin ganharia no primeiro turno.

domingo, 27 de julho de 2014

Líder do Hamas condiciona trégua a garantia de fim de cerco a Gaza



Na entrevista concedida na tarde de quinta-feira ao programa HARDtalk no Catar, onde vive, Meshaal disse que os palestinos em Gaza querem viver sem os bloqueios israelense e egípcio e se abrir para o mundo.

"A população de Gaza está sendo punida com uma morte lenta na maior prisão do mundo", disse. "Estamos ansiosos para que o banho de sangue termine em Gaza."

BBC 

sábado, 26 de julho de 2014

Abuso das linhas aéreas


Passageiros relatam ao Blog abuso de linha aérea. 

Fila e indignação de passageiros no balcão da linha aérea AZUL, no aeroporto de Altamira, Pará. Desespero para tratar de embarcar em uma viagem que começou em Belém no dia 23/07. Primeiro espera de um dia no aeroporto de Belém. O voo para Altamira em Belém devia decolar às 8:00 h, mas o embarque começou às 20:00 h. Depois de uma hora de espera no pátio, os passageiros devem descer e aguardar nova orientação para embarque. Finalmente o voo decola para Altamira 22:00 h. Já os compromissos foram por terra, dinheiro botado fora. Cabe ressaltar que no Município de Altamira  está sendo construída uma das maiores obras de engenharia do Brasil.  

Hoje devia retornar o avião da Azul para Belém. Não deu pessoal, informou o inocente funcionário da Azul. A aeronave destinada a esta rota quebrou e só amanhã decola. Sábado 10:00h. Dois dias foi o tempo perdido. 

Assim que o Brasil constrói a principal obra de energia deste século. Um novo "El Dorado".  

Depois o Governo Federal se ofende porque os indignados mandam a tomar naquele lugar. E vai mesmo!
 

Rio na China amanhece vermelho misteriosamente


Os moradores de Wenzhou, na China, acordaram na última quinta-feira e se depararam com as águas do rio que corta a cidade tingidas de vermelho-sangue. Todo mundo ficou confuso, já que isso não tinha acontecido antes e ninguém ainda sabe ao certo qual a causa do fenômeno. A Rádio Internacional da China informa:

Inspetores do Gabinete de Proteção Ambiental de Wenzhou estão coletando amostras e analisando a causa do incidente. Os moradores dizem que não há uma fábrica de produtos químicos ou algo do tipo rio acima. Residentes dizem que o rio estava fluindo normalmente às quatro da manhã, mas começou a ficar vermelho às seis e, de repente, ficou carmesim como sangue.
UOL 






quinta-feira, 24 de julho de 2014

Brasil condena Israel por 'uso desproporcional da força'




O governo brasileiro disse nesta quarta-feira condenar "energicamente" o "uso desproporcional da força" pelo Exército israelense na Faixa de Gaza.

"O Governo brasileiro considera inaceitável a escalada da violência entre Israel e Palestina. Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças", informa a nota divulgada pelo Itamaraty.

No breve comunicado, o governo também fez um novo apelo "a um imediato cessar-fogo entre as partes".

"Diante da gravidade da situação, o Governo brasileiro votou favoravelmente à resolução do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas sobre o tema, adotada no dia de hoje (quarta-feira)", acrescenta o texto.

A resolução condena o governo israelense pela ofensiva e cria uma comissão para investigar crimes e violações do direito internacional durante a operação militar.

O documento foi aprovado por 29 dos 47 países-membros do Conselho. Os Estados Unidos, aliados de Israel, foram os únicos a votar contra a resolução. Outros 17 países, em sua maioria europeus, se abstiveram.

Na nota, o governo brasileiro também informa que chamou o embaixador do Brasil em Tel Aviv, Henrique da Silveira Sardinha Pinto, para consultas. Na linguagem diplomática, a convocação de um embaixador é considerada um ato de protesto.

Esse não é o primeiro comunicado que o governo brasileiro divulga sobre o conflito. O último foi divulgado no dia 17 de julho, quando o Brasil disse repudiar "veementemente os bombardeios israelenses a Gaza, com uso desproporcional da força (...)" além de condenar "igualmente, o lançamento de foguetes e morteiros de Gaza contra Israel".

No texto desta quarta-feira, no entanto, não há referência a ataques coordenados pelo grupo palestino Hamas.
Conflito

Nesta quarta-feira, o Hamas condicionou um cessar-fogo ao fim do bloqueio promovido por Israel à Faixa de Gaza.

Israel impôs restrições ao território palestino em 2006 depois que o Hamas sequestrou o soldado israelense Gilad Shalit.

Em 2007, o bloqueio foi intensificado depois que o grupo expulsou o rival Fatah e tomou o controle de Gaza ao ganhar as eleições.

Israel iniciou a ofensiva militar no último dia 8 de julho. Desde então, pelo menos 649 palestinos e 35 israelenses (dos quais 32 soldados e três civis) foram mortos, informam as autoridades.

BBC/BRASIL

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Natura: Lucro líquido cai 26,8% no 2º trimestre, para R$ 175,8 milhões



SÃO PAULO - O lucro líquido da Natura caiu 26,8% no segundo trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 175,8 milhões.

A receita líquida consolidada da companhia cresceu 5,1% na mesma comparação, para R$ 1,8 bilhão.

No Brasil, seu principal mercado, a receita líquida aumentou apenas 1,8%, para R$ 1,47 bilhão. Nas operações internacionais, o avanço foi de 22,9%, para R$ 325,8 milhões.

O resultado da companhia de cosméticos ficou abaixo da expectativa de analistas. A média das estimativas de Credit Suisse, Santander, Safra, Goldman Sachs e Brasil Plural apontava para uma queda de 12,4% no lucro líquido e alta de 10,2% na receita líquida consolidada.

Por Adriana Meyge | Valor

O Dono do Mar, amigo e aliado da candidata Dilma e do PT...


...mostra seus fundamentos e princípios anticomunistas e antichavistas. 



Folha 

terça-feira, 22 de julho de 2014

Elites brancas conservadoras e neoliberais são maioria no sul sudeste e votam no Aécio, no Nordeste ganha Dilma


Dilma tem pior desempenho no Sudeste; Aécio, no Nordeste


A pesquisa Ibope divulgada pelo Jornal Nacional traz um alerta para o comitê eleitoral da presidente Dilma Rousseff: a região Sudeste concentra todos os piores números da candidata petista. Isso deve forçar o PT a fazer uma estratégia específica para recuperar popularidade e diminuir a rejeição, principalmente nos três principais colégios eleitorais do país: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Um detalhamento da pesquisa mostra que, no Sudeste, Dilma tem 32% contra 28% do tucano Aécio Neves e apenas 6% do socialista Eduardo Campos. Já no Nordeste, a situação é invertida: Dilma dispara e alcança 55% das intenções de voto, contra apenas 9% de Aécio e 11% de Campos.

No corte da escolaridade, o pior desempenho de Dilma é no grupo com nível superior: ela aparece com 27%, Aécio tem 33% e Campos, 11%. Mas a petista dispara entre os eleitores com baixa escolaridade.

Para quem ganha mais de cinco salários mínimos, o tucano lidera com 37%, Dilma tem 27% e Campos 11%. Mas entre os que recebem até 1 salário mínimo, Dilma pula para 56%, contra apenas 11% de Aécio e 7% de Campos.

Num eventual segundo turno, Aécio ganharia de Dilma no Sudeste (39% a 34%), no Sul (39% a 33%), no Norte/Centro Oeste (38% a 35%). Mas a petista abriria grande vantagem no Nordeste: ela tem 59% contra apenas 18% do tucano.

Outro ponto que chama atenção é a rejeição da presidente Dilma. Enquanto a média nacional é de 36%, no Sudeste, 42% dos entrevistados dizem que não votariam na petista. No Norte/Centro-Oeste a rejeição é de 44%.

Já Aécio Neves tem a maior rejeição no Nordeste: 20%. No país, a rejeição do tucano é de 16%, e a do socialista Eduardo Campos é de apenas 8%, o que mostra um grande nível de desconhecimento da sua candidatura.

PT Também gosta de reprimir

Deputada admite carona, mas nega ter facilitado fuga de ativista no RJ


SÃO PAULO - A deputada estadual Janira Rocha (PSOL) disse nesta terça-feira (22) que deu carona para a advogada Eloisa Samy, 45, e outros dois ativistas para que eles saíssem do Consulado Geral do Uruguai no Rio, na segunda-feira (21).

Os ativistas foram ao consulado pedir asilo político por alegarem estar sofrendo uma perseguição no Estado do Rio. Samy é uma das acusadas na Justiça por formação de quadrilha armada. O MP denunciou 23 pessoas por planejamento e participação de protestos violentos no Rio. Samy e mais outras 17 pessoas são consideradas foragidas.

A deputada passou a tarde no consulado. No fim do dia, o pedido de asilo foi negado, segundo Janira, o Uruguai reconhece que o Brasil vive um estado democrático de direito. A negativa, ainda de acordo com a deputada, foi dada por volta de 18h. Os três ativistas ainda permaneceram por alguns minutos no local e deixaram o prédio pela garagem. A deputada confirmou que usou um carro da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio).

Policiais da DRCI (Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática), delegacia responsável pela investigação de manifestantes violentos no Rio, estiveram por cerca de três horas na porta do consulado, na tarde de segunda (21) e deixaram o local antes de os ativistas deixarem o prédio. Havia ainda algumas viaturas da Polícia Militar.

Janira afirmou que não facilitou a fuga de ninguém. "Eu não cometi crime nenhum. Quem está fazendo isso é o estado, prendendo pessoas com base em uma denúncia genérica e por crimes que ainda nem foram cometidos. Não me cabe prender ninguém, a polícia não estava lá. Como parlamentar, cabe a mim garantir direitos e eu estou do lado dos ativistas. Não conhecia nenhum deles, mas fiz e faria de novo", disse Janira, que participou de um ato público em repúdio às prisões de ativistas no Rio, em auditório no prédio da OAB, no centro do Rio.

Segundo Janira, a carona foi pedida por Samy na saída do prédio. A deputada afirmou que deixou os manifestantes no bairro de São Conrado, zona sul do Rio, sem especificar o motivo da localização.

O delegado titular da DRCI, Alessandro Thiers, deu declarações de que a deputada teria facilitado a fuga da ativista e afirmou que caberia denúncia ou ao MP ou a corregedoria da Alerj.

Ao microfone, Janira rebateu as declarações. "O carro da Alerj não pertence ao Paulo Mello (presidente da Alerj, do PMDB) ou ao governo do Estado. O carro pertence ao povo", disse ela, aplaudida pela plateia de cerca de 200 pessoas.

Além de Janira, participaram do ato público os deputados federais Chico Alencar e Jean Willys (PSOL), a deputada federal e candidata à reeleição Jandira Feghali (PCdoB) e pelo candidato a deputado federal pelo PT e ex-presidente da Comissão da Verdade do Rio, Wadih Damous.

(Folhapress)

Governo reduz previsão do expansão do PIB em 2014 de 2,5% para 1,8%



BRASÍLIA - O governo revisou a previsão de crescimento econômico para este ano. A estimativa de 2,5% foi reduzida para 1,8%. A informação consta do terceiro relatório de avaliação de receitas e despesas primárias, divulgado nesta terça-feira pelo Ministério do Planejamento.

“As alterações observadas nos parâmetros refletem a redução da projeção da taxa de crescimento real do PIB para 1,8% refletindo os dados trimestrais apurados pelo IBGE”, explica o texto.

A área econômica também alterou outros parâmetros da economia. No caso do Índice de preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado, a estimativa passou de 5,6% no segundo relatório de receitas e despesas para 6,2% no terceiro, referente aos meses de maio e junho. De acordo com o relatório, “a estimativa de inflação é compatível com a meta estipulada para fins de política monetária e com a trajetória para este índice observada até o momento”.

A previsão de taxa de câmbio média foi mantida em R$ 2,29. Para o IGP-DI também foi mantida em 7,25%. E a Selic média utilizada subiu de 10,89% para 10,88%. A projeção para o preço médio do petróleo subiu de US$ 107,04 para US$ 108,87.

Diferentemente dos outros relatórios, o governo não informou se houve alteração na estimativa de recebimento de dividendos para o ano.


Por Edna Simão e Lorenna Rodrigues | Valor

sábado, 19 de julho de 2014

Tiririca (PR-SP) é palhaço, mas não é bobo


Besouro Tiririca (PR-SP) declarou ser dono de um Fusca 1972. O deputado é palhaço, mas não é bobo: também pilota um Land Rover 2013


uol




Do comando da Campanha do Pensamento Único





FOLHA, Poder 

Capital humano é o que Brasil precisa

Encontrei este artigo na Página do Governador Simão Jatene no facebook
https://www.facebook.com/sjatene/posts/208788102634374

 Precisa-se de Matéria Prima para construir um País


Por João Ubaldo Ribeiro 

A crença geral anterior era que Collor não servia, bem como Itamar e
Fernando Henrique. Agora dizemos que Lula não serve.
E o que vier depois de Lula também não servirá para nada..

Por isso estou começando a suspeitar que o problema
não está no ladrão corrupto que foi Collor, ou na farsa que é o Lula.
O problema está em nós. Nós como POVO.
Nós como matéria prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA" é a moeda
que sempre é valorizada, tanto ou mais do que o dólar.

Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma
virtude mais apreciada do que formar uma família, baseada em valores e
respeito aos demais.

Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais
jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas
caixas nas calçadas onde se paga por um só jornal...
E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO OS DEMAIS ONDE
ESTÃO.

Pertenço ao país onde as "EMPRESAS PRIVADAS" são
papelarias particulares de seus empregados desonestos, que levam
para casa, como se fosse correto, folhas de papel, lápis, canetas, clipes
e tudo o que possa ser útil para o trabalho dos filhos ...e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde a gente se sente o máximo
porque conseguiu "puxar" a tevê a cabo do vizinho, onde a gente frauda a
declaração de imposto de renda para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país onde a impontualidade é um hábito.

Onde os diretores das empresas não valorizam o
capital humano.

Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as
pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo
por não limpar os esgotos.

Onde pessoas fazem "gatos" para roubar luz e água e
nos queixamos de como esses serviços estão caros.

Onde não existe a cultura pela leitura (exemplo maior
nosso atual Presidente, que recentemente falou que é "muito chato
ter que ler") e não há consciência nem memória política, histórica nem
econômica.

Onde nossos congressistas trabalham dois dias por semana para aprovar
projetos e leis que só servem para afundar ao que não tem, encher o saco
ao que tem pouco e beneficiar só a alguns.

Pertenço a um país onde as carteiras de motorista e os certificados
médicos podem ser "comprados", sem fazer nenhum exame.

Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança
nos braços, ou um inválido, fica em pé no ônibus, enquanto a pessoa que
está sentada finge que dorme para não dar o lugar.

Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o
pedestre. Um país onde fazemos um monte de coisa errada, mas nos
esbaldamos em criticar nossos governantes.

Quanto mais analiso os defeitos do Fernando Henrique e do Lula, melhor me
sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem "molhei" a mão de um guarda
de trânsito para não ser multado.

Quanto mais digo o quanto o Dirceu é culpado, melhor sou eu como
brasileiro, apesar de ainda hoje de manhã passei para trás um cliente
através de uma fraude, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não! Não! Não! Já basta!!.

Como "Matéria Prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas nos falta
muito para sermos os homens e mulheres que nosso país precisa.

Esses defeitos, essa "ESPERTEZA BRASILEIRA"
congênita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até
converter-se em casos de escândalo, essa falta de qualidade humana, mais do
que Collor, Itamar, Fernando Henrique ou Lula, é que é real e
honestamente ruim, porque todos eles são brasileiros como nós, ELEITOS POR NÓS.
Nascidos aqui, não em outra parte...

Me entristeço.

Porque, ainda que Lula renunciasse hoje mesmo, o próximo presidente que
o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima
defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada...

Não tenho nenhuma garantia de que alguém o possa fazer melhor, mas
enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar
primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Collor, nem serviu Itamar, não serviu Fernando Henrique, e nem
serve Lula, nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa?

Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a
força e por meio do terror?

Aqui faz falta outra coisa.
E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de
baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro
para os lados, ou como queiram, seguiremos
igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente sacaneados!!!

É muito gostoso ser brasileiro.
Mas quando essa brasilinidade autóctone começa a ser
um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, aí a
coisa muda...

Não esperemos acender uma vela a todos os Santos, a ver se nos mandam um
Messias.

Nós temos que mudar, um novo governador com os mesmos
brasileiros não poderá fazer nada.
Está muito claro... Somos nós os que temos que
mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que
anda nos acontecendo:
desculpamos a mediocridade mediante programas de
televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente decidi
procurar o responsável, não para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim,
exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça de surdo, de
desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO QUE
O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO EM OUTRO LADO.

E você, o que pensa?.. MEDITE!

https://www.facebook.com/sjatene/posts/208788102634374





De volta ao Nordeste, Campos retoma críticas a Dilma


SÃO PAULO - Depois de se mudar para São Paulo, de onde centralizará a sua campanha para o Planalto pelo PSB, o ex-governador Eduardo Campos (PE) voltou ao Nordeste neste sábado (19) para fazer campanha em Alagoas e Pernambuco e retomar as críticas ao governo da presidente Dilma.

Campos disse em Maceió que o governo federal não cumpriu os compromissos assumidos com o Nordeste. Segundo ele, a região acreditou no governo, mas não teve o respeito merecido."O Nordeste real sente a falta de um governo em que acreditou", disse o candidato do PSB, ex-aliado de Dilma.

Ele listou obras federais prometidas e não realizadas, como as do canal do sertão, que, segundo Campos, não produziu até hoje "um palmo de agricultura irrigada". Ele citou ainda a melhoria das estradas alagoanas e pernambucanas para incrementar o turismo na região.

O presidenciável do PSB disse esperar que o Nordeste se una em torno de sua candidatura. "Tenho certeza que, como nordestino, o Nordeste vai se unir para nos levar ao segundo turno, para fazer a mudança que o Brasil reclama nesse momento", disse.

Segundo o Datafolha, Campos está em terceiro lugar na corrida presidencial, com 8% das intenções de voto. Ele aparece atrás do senador Aécio Neves (PSDB), segundo colocado com 20%, e da presidente Dilma Rousseff (PT), que lidera a disputa com 36%.

(FolhaPress)

Fala o que não deve, escuta o que não quer

Em resposta a críticas, Alckmin pede que Lula 'dê o exemplo'


SÃO PAULO - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), evitou polemizar as provocações feitas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o primeiro ato de campanha do PT no Estado, nesta sexta-feira (18).

Em nota, Alckmin respondeu ao petista sem citá-lo nominalmente. "Disputa política se faz com respeito e educação. É isso o que quer a sociedade. É isso o que quer São Paulo. Os líderes políticos deveriam dar o exemplo", disse. Candidato à reeleição, o tucano disputa o governo do Estado com o petista Alexandre Padilha, afilhado político de Lula.

Na sexta-feira (18), em cima de um carro de som na praça da Sé, no centro da capital paulista, o ex-presidente criticou Alckmin para uma plateia de militantes. O petista afirmou que as gestões dos tucanos nos últimos 20 anos no Estado são tão problemáticas que "nem água para beber estão garantindo para o povo", em referência à crise de água no Estado.

Lula ainda provocou diretamente o governador. "Eu não sei quantos banhos por dia está tomando o governador, mas tenho certeza que na periferia as pessoas não estão tomando banho para ter água para lavar roupa ou lavar a louça. Se ele não sabe disso, é importante alguém contar", disse.

Com o início da campanha eleitoral, o PT tenta reverter os resultados das pesquisas de intenções de votos no Estado. Pesquisa Datafolha divulgada na quinta (17) mostrou Alckmin com 54%, seguido de Paulo Skaf (PMDB), com 16%. Padilha pontua 4%.

(FolhaPress)