Posted February 23, 2009

Amazônia, meio ambiente, ecologia, biodiversidade, desenvolvimento sustentável, ciência e tecnologia, incubadoras e parques tecnológicos, política nacional e internacional - Amazonia, the environment, ecology, biodiversity, sustainable development, science and technology, incubators and technology parks, national and international policy


Acontece que agora a Gripe foi batizada com o nome de Gripe "A", segundo a OMS, para não afetar às as empresas suínas. E a gripe aviária?. Coitadas das galinhas sofreram, como sempre, o preconceito das instituições de saúde. %5B1%5D.jpg)




embargo, el “Libro Grande” es mucho más que eso. Un documental de National Geographic, un best seller que fabula con su historia y nuevas investigaciones en busca de su autor, lo traen de vuelta.Finalmente, ninguém aqui é júnior, como para acreditar em qualquer publicação anônima. Entretanto, também a gente quer saber detalhes, sem alarmismo, do processo que está preocupando ao mundo.
Veja aqui os comentários (a tradução é minha)
1 - A economia mundial precisava uma mudança
tida a história da gripe das aves . Condições insalubres e superlotação das fazendas que compõem o vírus facilmente recombinam e desenvolver novas formas. Quando isso acontece, a natureza centralizada do sector garante que a doença está a espalhar-se afastadas, quer por fezes, alimento, água, ou mesmo as botas dos trabalhadores [4]. No entanto de acordo com o Centers for Disease Control and Prevention dos Estados Unidos "não existe qualquer sistema de monitorização nacional para identificar vírus que são prevalentes na população suína dos Estados Unidos" [5]. A situação é idêntica no México.
Usuários do Google Maps e de diferentes serviços de mapas online estão usando este recurso para mapear avanço da gripe suína, indicando número de infectados e suspeitas de novos casos. Os mapas são atualizados a cada hora e mostram que o vírus já fez vítimas nos Estados Unidos, Canadá, Espanha, além do México. Um usuário americano do Google Maps chamado Niman e que se diz ser “pesquisador de biomedicina em Pittsburg, na Pensilvânia” criou o site H1N1 Swine Flu My Map, há menos de uma semana. Com ajuda de notícias publicadas em grandes veículos de comunicação, ele coloca as informações sobre a doença no serviço de mapas online. Para isso, ele usa marcadores roxos para registrar casos confirmados da doença. Caso o marcador não tenha um ponto preto no centro, isso significa que ocorreu uma morte.