Amazônia, meio ambiente, ecologia, biodiversidade, desenvolvimento sustentável, ciência e tecnologia, incubadoras e parques tecnológicos, política nacional e internacional - Amazonia, the environment, ecology, biodiversity, sustainable development, science and technology, incubators and technology parks, national and international policy
terça-feira, 3 de maio de 2011
Colombo deixa o DEM e é o 2º governador a migrar para o PSD
Com a decisão de deixar o Democratas para assumir a fundação do PSD em
Santa Catarina, o governador Raimundo Colombo precipitou a falência do
partido no Estado em que colheu os melhores frutos eleitorais na disputa
do ano passado. Ontem, depois de emitir uma nota que anunciava a
decisão, na noite de domingo, Colombo vê com poucas esperanças a
sobrevivência do partido no longo prazo. "O DEM não tem um projeto
nacional, não tem um candidato à Presidência da República, depende da
ação de um outro partido. Isso fragiliza. Com uma crise interna desta
proporção, o partido tende a se desmanchar", disse o governador
catarinense.
Câmbio não é um problema agudo, segundo ministro Pimentel
Luciana Seabra | Valor
SÃO PAULO - A moeda brasileira valorizada não colabora com as exportações, mas também não é um grande empecilho para o comércio exterior brasileiro, na opinião do ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), Fernando Pimentel.
“Esse hoje não é um problema agudo, mas um sintoma, uma preocupação antecipada do governo”, disse em coletiva de divulgação do saldo comercial de abril.
O ministro considerou que será preciso conviver algum tempo com esse câmbio, o que, segundo ele, não inviabiliza o comércio exterior, “mas não nos deixa confortáveis para fazermos o que queremos: exportar mais produtos industrializados”. Pimentel disse que o setor exportador vai ter de buscar mecanismos criativos para enfrentar a questão.
Apesar do câmbio desfavorável, o secretário-executivo do MDI, Alessandro Teixeira, considerou que o país não passa por um processo de desindustrialização.
Segundo ele, a maior parte do crescimento nas importações é um resultado do crescimento da demanda, não atendida em sua totalidade pela oferta interna, e, por isso, não significa uma substituição de similares nacionais.
Ainda assim, Teixeira afirmou que o governo tem feito monitoramento diário da importação de produtos manufaturados para avaliar se a entrada dessas mercadorias no país não tem prejudicado a produção interna.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Por Belo Monte, Dilma abandona órgão de Direitos Humanos -
A partir de 2012, o Brasil não fará mais parte da Comissão
Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos
(OEA) e, desde este ano, suspendeu, por ordem da presidente Dilma
Rousseff, o repasse de verba à entidade, de US$ 800 mil. A informação é
do jornal Folha de S. Paulo.
A reação do Brasil veio após a comissão pedir, em abril, a interrupção das obras de Belo Monte por irregularidades no processo de licenciamento ambiental da hidrelétrica, atendendo a uma medida cautelar de entidades indígenas que questionaram o empreendimento.
Após receber o pedido da comissão, Dilma convocou de volta ao país o representante do Brasil na OEA, embaixador Ruy Casaes. Ele, até agora, ainda não recebeu autorização para retomar seu posto em Washington, tampouco sabe quando o terá.
A comissão integra o sistema interamericano de direitos humanos nas Américas. Embora ligada à OEA, é um órgão formalmente independente; não representa países, embora a indicação venha deles. Seus sete membros, entre eles o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, são eleitos por assembleia-geral.
No caso de Belo Monte, o Brasil argumenta que a CIDH concedeu apenas 28 dias para que o governo se explicasse, quando o prazo médio de solicitações semelhantes supera a marca de 100 dias.
Nessa semana, o governo enviou à entidade um relatório de 52 páginas explicando sua atuação no empreendimento junto às comunidades locais. Disse ter ouvido as comunidades indígenas da região e que está atento aos efeitos sociais e ambientais da iniciativa.
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, a relação pode piorar ainda mais. Isso porque a comissão passou a analisar uma nova reclamação de ONGs, que contestam obras no Rio para a Copa-2014 e Olimpíada-2016, eventos caros a Dilma. Quando soube do novo processo, Dilma mandou um recado às lideranças do órgão: se isso for levado adiante, levará o caso à própria OEA, dando contornos de crise real ao caso.
A reação do Brasil veio após a comissão pedir, em abril, a interrupção das obras de Belo Monte por irregularidades no processo de licenciamento ambiental da hidrelétrica, atendendo a uma medida cautelar de entidades indígenas que questionaram o empreendimento.
Após receber o pedido da comissão, Dilma convocou de volta ao país o representante do Brasil na OEA, embaixador Ruy Casaes. Ele, até agora, ainda não recebeu autorização para retomar seu posto em Washington, tampouco sabe quando o terá.
A comissão integra o sistema interamericano de direitos humanos nas Américas. Embora ligada à OEA, é um órgão formalmente independente; não representa países, embora a indicação venha deles. Seus sete membros, entre eles o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, são eleitos por assembleia-geral.
No caso de Belo Monte, o Brasil argumenta que a CIDH concedeu apenas 28 dias para que o governo se explicasse, quando o prazo médio de solicitações semelhantes supera a marca de 100 dias.
Nessa semana, o governo enviou à entidade um relatório de 52 páginas explicando sua atuação no empreendimento junto às comunidades locais. Disse ter ouvido as comunidades indígenas da região e que está atento aos efeitos sociais e ambientais da iniciativa.
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, a relação pode piorar ainda mais. Isso porque a comissão passou a analisar uma nova reclamação de ONGs, que contestam obras no Rio para a Copa-2014 e Olimpíada-2016, eventos caros a Dilma. Quando soube do novo processo, Dilma mandou um recado às lideranças do órgão: se isso for levado adiante, levará o caso à própria OEA, dando contornos de crise real ao caso.
Valor da Biodiversidade
- FENÔMENO
Agradecido
Houve uma passagem na rápida presença
em Belém de Ronaldo “Fenômeno”
que escapou à perspicácia geral, principalmente
porque, a pedido de uma das
partes, foi cercada da maior discrição.
Foi a visita que ele fez a uma residência
modesta da periferia da cidade, onde foi
agradecer pessoalmente à veneranda
senhora a quem considera dever parte
importante da cura da grave lesão que
sofreu quando jogava na Inernazionale
de Milão e ameaçou tirá-lo do futebol.
- Andiroba
Ronaldo atribui a sua pronta e total
recuperação, a ponto de voltar normalmente
ao futebol e ainda ser artilheiro
da Copa do Mundo seguinte, primeiro
a Deus, depois ao cirurgião francês que
o operou e ao fisioterapeuta “Filé” que
comandou os exercícios de recuperação
total dos movimentos no joelho afetado.
Mas credita contribuição especial a
essa anônima mulher que lhe mandou
um litro de uma mistura de andiroba,
copaíba, arnica e outros anti-inflamatórios
naturais com a recomendação
de que os aplicasse quentes todas as
noites.
Você sabia?
O
que é empoderamento
(Empowerment)
Doutor em Sociologia
Professor da Universidade Federal do Piauí
Pesquisador do Núcleo de Estudos da Contemporaneidade
ferdi.pereira@ibest.com.br
Empoderamento significa em geral a ação coletiva
desenvolvida pelos indivíduos quando participam de espaços
privilegiados de decisões, de consciência social
dos direitos sociais. Essa consciência ultrapassa a tomada
de iniciativa individual de conhecimento e superação
de uma situação particular (realidade) em que se
encontra, até atingir a compreensão de teias complexas
de relações sociais que informam contextos econômicos
e políticos mais abrangentes.
O empoderamento possibilita tanto a aquisição da emancipação individual, quanto à consciência coletiva necessária para a superação da “dependência social e dominação política”. Enfim, superação da condição de desempoderamento das populações pobres, as quais segundo Nyerere (1979), não podem se desenvolver se não tiverem poder.
Esta noção remete a diferentes perspectivas de analise das Ciências Sociais. Como idéia-chave perpassa o centro do debate atual sobre as possibilidades e limites do desenvolvimento sustentável. Reconhecem-se as vantagens e dificuldades de implementação de processos e mecanismos que favoreçam a criação e ampliação de espaços e situações de empoderamento, onde a participação ativa dos excluídos ou dos que tenham acesso limitado a bens sociais, sejam crescentes e permanentes, face à cultura secular da dependência pessoal que tanto marcou a formação social brasileira, presente na administração hierarquizada e clientelística da burocracia estatal. Na verdade, os pretensos beneficiários dos bens públicos não são os despossuídos, mas uma minoria, formada por elites políticas e econômicas perdulárias e indiferentes às demandas sociais, situadas numa ordem econômica geradora e cônscia das desigualdades sociais.
O empoderamento devolve poder e dignidade a quem desejar o estatuto de cidadania, e principalmente a liberdade de decidir e controlar seu próprio destino com responsabilidade e respeito ao outro. O débito social das instituições políticas e estatais diminui à medida que seus agentes desenvolvam ações e condutas de efetiva participação e mudança sociais. Portanto, a descrença nestas instituições tem aumentado pela impossibilidade de haver democracia real fora destes termos. Hoje o discurso democratizante se apropria desse termo para legitimar uma aproximação dos agentes institucionais àqueles tradicionalmente excluídos, sem mudar muito a natureza (autoritária) das relações de poder e a realidade concreta destes.
A criação de organismos institucionais não-estatais, com ampla participação de setores diversos da sociedade organizada, a exemplo de conselhos e fóruns públicos deliberativos, favorece a consolidação da participação social dirigida ao controle e à gestão dos usos dos recursos públicos, principalmente associada à lei de responsabilidade fiscal.
O empoderamento, porém, não deve significar um conceito puramente instrumental, orientado somente à obtenção de resultados eficientes, mas antes de tudo, constituir uma afirmação das possibilidades de realização plena dos direitos das pessoas.
A idéia de empoderamento representa importante papel na mobilização social em torno de contextos específicos, como o de desenvolvimento sustentável local, orientado não só para a emergência de projetos e ações de fortalecimento de grupos sociais tradicionalmente negligenciados dos processos políticos; mas também significativo espaço institucional de articulação e emergência de novos agentes/atores políticos envolvidos na transformação democrática da relação Estado-sociedade.
Ferdinand Cavalcante PereiraO empoderamento possibilita tanto a aquisição da emancipação individual, quanto à consciência coletiva necessária para a superação da “dependência social e dominação política”. Enfim, superação da condição de desempoderamento das populações pobres, as quais segundo Nyerere (1979), não podem se desenvolver se não tiverem poder.
Esta noção remete a diferentes perspectivas de analise das Ciências Sociais. Como idéia-chave perpassa o centro do debate atual sobre as possibilidades e limites do desenvolvimento sustentável. Reconhecem-se as vantagens e dificuldades de implementação de processos e mecanismos que favoreçam a criação e ampliação de espaços e situações de empoderamento, onde a participação ativa dos excluídos ou dos que tenham acesso limitado a bens sociais, sejam crescentes e permanentes, face à cultura secular da dependência pessoal que tanto marcou a formação social brasileira, presente na administração hierarquizada e clientelística da burocracia estatal. Na verdade, os pretensos beneficiários dos bens públicos não são os despossuídos, mas uma minoria, formada por elites políticas e econômicas perdulárias e indiferentes às demandas sociais, situadas numa ordem econômica geradora e cônscia das desigualdades sociais.
O empoderamento devolve poder e dignidade a quem desejar o estatuto de cidadania, e principalmente a liberdade de decidir e controlar seu próprio destino com responsabilidade e respeito ao outro. O débito social das instituições políticas e estatais diminui à medida que seus agentes desenvolvam ações e condutas de efetiva participação e mudança sociais. Portanto, a descrença nestas instituições tem aumentado pela impossibilidade de haver democracia real fora destes termos. Hoje o discurso democratizante se apropria desse termo para legitimar uma aproximação dos agentes institucionais àqueles tradicionalmente excluídos, sem mudar muito a natureza (autoritária) das relações de poder e a realidade concreta destes.
A criação de organismos institucionais não-estatais, com ampla participação de setores diversos da sociedade organizada, a exemplo de conselhos e fóruns públicos deliberativos, favorece a consolidação da participação social dirigida ao controle e à gestão dos usos dos recursos públicos, principalmente associada à lei de responsabilidade fiscal.
O empoderamento, porém, não deve significar um conceito puramente instrumental, orientado somente à obtenção de resultados eficientes, mas antes de tudo, constituir uma afirmação das possibilidades de realização plena dos direitos das pessoas.
A idéia de empoderamento representa importante papel na mobilização social em torno de contextos específicos, como o de desenvolvimento sustentável local, orientado não só para a emergência de projetos e ações de fortalecimento de grupos sociais tradicionalmente negligenciados dos processos políticos; mas também significativo espaço institucional de articulação e emergência de novos agentes/atores políticos envolvidos na transformação democrática da relação Estado-sociedade.
Doutor em Sociologia
Professor da Universidade Federal do Piauí
Pesquisador do Núcleo de Estudos da Contemporaneidade
ferdi.pereira@ibest.com.br
Para PT, os riscos de uma escalada inflacionária são "mais propagandísticos que reais".
Em resolução, sigla apoia ações do governo
CATIA SEABRADE BRASÍLIA
Num momento em que a condução da política econômica divide o governo, o PT divulgou uma resolução em que afirma que o controle da inflação não pode impor sacrifício ao desenvolvimento social do país.
Aprovado ontem pelo Diretório Nacional do partido, o documento diz que os riscos de uma escalada inflacionária são "mais propagandísticos que reais".
O partido cita a fórmula aplicada pelo governo para contenção da inflação: o casamento de variação da taxa de juros com as medidas de contenção ao crédito.
"O combate à inflação, porém, não implica sacrificar as políticas de desenvolvimento social do governo, que requerem um crescimento do PIB entre 4% e 4,5% este ano", diz a resolução, cujo esqueleto foi elaborado pelo presidente do PT, Rui Falcão.
Na resolução, o PT diz considerar "correta a orientação geral que o governo vem imprimindo, sobretudo sua decisão de manter as políticas de geração de empregos e distribuição de renda".
O texto original lembrava que Kassab se referiu ao partido como "nem de centro, nem de direita, nem de esquerda". Segundo a sigla, a exclusão foi para evitar a "paulistanização" do debate. Foi retirado também elogio à troca de comando da Vale.
CATIA SEABRADE BRASÍLIA
Num momento em que a condução da política econômica divide o governo, o PT divulgou uma resolução em que afirma que o controle da inflação não pode impor sacrifício ao desenvolvimento social do país.
Aprovado ontem pelo Diretório Nacional do partido, o documento diz que os riscos de uma escalada inflacionária são "mais propagandísticos que reais".
O partido cita a fórmula aplicada pelo governo para contenção da inflação: o casamento de variação da taxa de juros com as medidas de contenção ao crédito.
"O combate à inflação, porém, não implica sacrificar as políticas de desenvolvimento social do governo, que requerem um crescimento do PIB entre 4% e 4,5% este ano", diz a resolução, cujo esqueleto foi elaborado pelo presidente do PT, Rui Falcão.
Na resolução, o PT diz considerar "correta a orientação geral que o governo vem imprimindo, sobretudo sua decisão de manter as políticas de geração de empregos e distribuição de renda".
KASSAB
Destinado à análise de
conjuntura política, o texto
de Falcão sofreu uma supressão, excluindo uma ironia ao
PSD, partido recém-criado
pelo prefeito de São Paulo,
Gilberto Kassab (ex-DEM).O texto original lembrava que Kassab se referiu ao partido como "nem de centro, nem de direita, nem de esquerda". Segundo a sigla, a exclusão foi para evitar a "paulistanização" do debate. Foi retirado também elogio à troca de comando da Vale.
domingo, 1 de maio de 2011
O PT pelo PT
"Nunca se fez no PT uma verdadeira
autocrítica de responsabilidades e erros.
Quem fez campanha nas ruas sentiu na pele
o que foi o episódio do mensalão."
DO DEPUTADO ESTADUAL RAUL PONT (RS), cuja corrente foi voto vencido no escrutínio que selou a volta de Delúbio Soares ao partido.
DO DEPUTADO ESTADUAL RAUL PONT (RS), cuja corrente foi voto vencido no escrutínio que selou a volta de Delúbio Soares ao partido.
Morre aos 99 o escritor argentino Ernesto Sabato
Ganhador do prêmio Miguel de Cervantes ficou debilitado após bronquite
Um dos nomes mais populares da literatura do país, autor esteve na primeira investigação de crimes da ditadura
LUCAS FERRAZ DE BUENOS AIRES
Morreu na madrugada de ontem, aos 99 anos, o escritor argentino Ernesto Sabato, um dos nomes mais populares da literatura do país.
"Há 15 dias ele teve uma bronquite que o debilitou muito, ele estava sofrendo há algum tempo. Mas ainda tinha momentos ótimos, principalmente quando escutava música", disse Elvira González Fraga, companheira do escritor, que vivia na cidade de Santos Lugares, nos arredores de Buenos Aires.
Nascido em Rojas, o escritor e ensaísta teve seu nome marcado na história política do país por seu trabalho na área de direitos humanos.
A pedido do então presidente Raúl Alfonsín, ele presidiu entre 1983 e 1984 a Conadep (Comissão Nacional sobre o Desaparecimento de Pessoas), a primeira investigação sobre a última e brutal ditadura militar (1976-83).
Esse trabalho, conhecido como "relatório Sabato", resultou no livro "Nunca Mais" (1984), que narra o modus operandi da repressão e levanta a morte e desaparecimento de 30 mil pessoas.
A investigação abriu caminho para o julgamento de militares que cometeram crimes no período.
Logo após esse trabalho, ainda em 1984, Ernesto Sabato recebeu o Miguel de Cervantes, um dos maiores prêmios literários da língua espanhola. Ele foi o segundo escritor argentino a receber o título, depois de outro grande, Jorge Luis Borges.
Dentre os livros mais célebres, estão "Sobre Heróis e Tumbas" (1961), os livros "O Túnel" (1948) e "Abbadon, o Exterminador" (1974).
Apesar do sucesso literário -sua obra marcou principalmente a geração dos anos 60 e 70-, Sabato não se considerava um escritor de ofício.
"Nunca me considerei um escritor profissional, dos que publicam um romance por ano", disse numa antiga entrevista. Era formado em física, profissão que abandonou ainda nos anos 40.
Os últimos trabalhos do autor argentino, que também pintava, incluem memórias e crônicas sobre a velhice.
Por causa da idade, segundo o filho Mario, autor de um documentário sobre o pai, Sabato já não saia de casa, falava muito pouco e vivia sob cuidado de enfermeiras.
Hoje, o escritor seria homenageado na Feira Internacional do Livro de Buenos Aires por seu centenário, em 24 de junho.
Por que o Brasil não conta com uma universidade dentre as 200 mais importantes do mundo?
Ao contrário do seu time de futebol, as universidades do Brasil não tiveram um crescimento global. Mas o Brasil parece estar pronto para marcar alguns grandes sucessos em breve.
O continente da América do Sul não tem uma única instituição na lista do Times Higher Education do mundo dos 200 melhores universidades.
E as instituições com maior probabilidade de entrar na lista de elite, de acordo com um especialista, são prejudicados por uma série de obstáculos na sua escalada até o topo.
"A América Latina tem vários desafios no caminho para o desenvolvimento de universidades de classe mundial", diz Philip Altbach, diretor do Centro Internacional de Educação Superior do Boston College, EUA.
"Os principais candidatos são o continente grandes universidades públicas, como a Universidade de Buenos Aires. Estes são, no entanto, confrontados com as estruturas de governança pesado, burocrático e, às vezes politizadas. Eles se baseiam principalmente na faculdade a tempo parcial - e em tempo parcial não pode ser a base de uma universidade de pesquisa. Eles também são sub-financiadas e mais não são capazes de cobrar propinas aos seus alunos. "
Mas há pontos luminosos, sem dúvida, diz ele. "Talvez só no estado de São Paulo pode haver universidades de classe mundial. Suas duas principais universidades são formados por um corpo docente de tempo integral que doutorados, e as universidades têm uma missão de investigação significativo e financiamento adequado por parte do Estado. "
De fato, a Universidade de São Paulo era muito perto de fazer isso na tabela das 200 maiores instituições de 2010-11 - como revelado em dados da educação Times Higher World University Rankings aplicativo para o iPhone, que inclui informações sobre mais de 400 instituições.
O iPhone app ranking também revela que a Universidade Estadual de Campinas e Universidade Estadual Paulista também estão sentados fora do top 200.
Em seu livro 2009 o desafio de criar universidades de classe mundial, Jamil Salmi, coordenador de ensino superior no Banco Mundial, destaca as potencialidades e os desafios da da Universidade de São Paulo. É a instituição mais seletivas no Brasil, escreve ele, e ele tem "o maior número de programas de pós-graduação top-rated, e todo ano ela produz mais graduados doutorado do que qualquer universidade dos EUA".
Mas ele lamenta: "Ao mesmo tempo, sua capacidade de gerir os seus recursos é limitada por rígidas normas de serviço civil, embora seja a mais rica universidade do país.
"Tem muito poucas ligações com a comunidade científica internacional, e apenas 3 por cento de seus estudantes de graduação são de fora do Brasil. A universidade é muito voltado para si mesmo. "
Salmi diz O que houve muitos avanços positivos na região. Ele
destaca a criação de sistemas de acreditação na maioria dos países, eo
desenvolvimento de sistemas de empréstimo do estudante no Brasil, Chile e
Colômbia.
No entanto, ele também destaca os desafios: o investimento público de baixa no ensino superior, as estruturas de governança tacanho, a escassez de programas de intercâmbio internacional e links, campus culturas predominantemente monolíngües e uma "falta de visão de longo prazo para o desenvolvimento do ensino superior".
No entanto, ele também destaca os desafios: o investimento público de baixa no ensino superior, as estruturas de governança tacanho, a escassez de programas de intercâmbio internacional e links, campus culturas predominantemente monolíngües e uma "falta de visão de longo prazo para o desenvolvimento do ensino superior".
Mas
Andreas Schleicher, chefe dos indicadores e da divisão de análise da
Organização para a Cooperação Económica e Direcção de Desenvolvimento
para a Educação, diz que, para alguns países da região, "não foram muito
interessantes desenvolvimentos recentes", que poderá em breve ter um
impacto sobre os tempos Ensino Superior ranking mundial.
"Enquanto para a maioria dos países da OCDE gastos por estudante tem continuado a aumentar desde 2000, países como Brasil e Chile têm visto sobe muito mais rápido do que na participação [sobe em] níveis de gastos", diz ele.
Gastos por aluno no Chile caiu em 25 por cento e 15 por cento no Brasil - "e ainda, os retornos do mercado de trabalho para o ensino superior parece estar pegando.
"No Brasil, a vantagem salário de diplomados do ensino superior mais graduados do ensino secundário é agora superior a 263 por cento, bem acima do valor para qualquer país da OCDE. O valor para os EUA, que é alto para os padrões da OCDE, é de 177 por cento.
"É difícil dizer em que medida oferta ou fatores de demanda para este jogo, mas esses dados podem sugerir que a qualidade está melhorando."
E o continente parece pronto para um perfil de muito maior em pesquisa de classe mundial em algumas áreas-chave.
"Enquanto para a maioria dos países da OCDE gastos por estudante tem continuado a aumentar desde 2000, países como Brasil e Chile têm visto sobe muito mais rápido do que na participação [sobe em] níveis de gastos", diz ele.
Gastos por aluno no Chile caiu em 25 por cento e 15 por cento no Brasil - "e ainda, os retornos do mercado de trabalho para o ensino superior parece estar pegando.
"No Brasil, a vantagem salário de diplomados do ensino superior mais graduados do ensino secundário é agora superior a 263 por cento, bem acima do valor para qualquer país da OCDE. O valor para os EUA, que é alto para os padrões da OCDE, é de 177 por cento.
"É difícil dizer em que medida oferta ou fatores de demanda para este jogo, mas esses dados podem sugerir que a qualidade está melhorando."
E o continente parece pronto para um perfil de muito maior em pesquisa de classe mundial em algumas áreas-chave.
A Global Research Report sobre o Brasil pela Thomson Reuters, o fornecedor de dados para o Mundial Universitário de Rankings, identifica o Brasil como uma força dominante em um novo pacote de "tigres Latina - incluindo México e Argentina.
O relatório afirma que partes da América Latina de artigos científicos no mundo passou de 1,7 por cento em 1990 para 4,8 por cento em 2008. Em 1981, cerca de 2.000 jornais tinham um endereço de autor no Brasil. Em 2008, o valor era de cerca de 20.000.
"A característica mais marcante da nova geografia da ciência é a escala de investimento e mobilização das pessoas por trás da inovação que está em andamento, impulsionada por uma visão de alta tecnologia de como ter sucesso na economia global", a Thomson Reuters, diz relatório .
O Brasil, que tem uma população de 190 milhões, gastou £ 8400000000 em pesquisa e desenvolvimento em 2007: isto equivale a cerca de 1 por cento do produto interno bruto - bem à frente de muitos países europeus.
Cada ano, o país produz mais de 500 mil novos licenciados e cerca de 10.000 novos pesquisadores PhD, diz o relatório, o que representa um aumento de 10 vezes em 20 anos.
É nas ciências da vida que o Brasil é mais impressionante.
Entre 2003 e 2007, o país cerca de 85.000 trabalhos publicados, o que representou 1,83 por cento de todos os trabalhos publicados em periódicos indexados pela Thomson Reuters.
Mas o Brasil responde por quase 19 por cento da quota global de trabalhos de pesquisa em medicina tropical, e mais de 12 por cento das pessoas em parasitologia.
No seu relatório, a Thomson Reuters adverte: "O Brasil é uma economia de investigação cada vez mais importante e competitivo. Sua capacidade pessoal de investigação e investimento em I & D estão se expandindo rapidamente, oferecendo muitas novas possibilidades em uma carteira de investigação em rápida diversificação. perfil do Brasil, melhorando a dimensão da excelência, e interface com o resto da base de investigação internacionais fazem dele um parceiro essencial em qualquer carteira de futuras pesquisas internacionais. "
A mineração no Pará
�MINERAÇÃO
Secretaria
Cada vez mais o tempo - senhor
dela -
dá razão ao ex-vice-governador
Odair
Corrêa. Ele passou os quatro anos
do governo
Ana Júlia travando brigas
internas
pela criação de uma Secretaria de
Mineração
no Pará. Nunca conseguiu vencer
o chamado “núcleo duro” do
governo,
que mais influência exercia sobre
a governadora.
Estados que não têm 10% dos
minérios do Pará criaram sua
secretaria
e vão muito bem, obrigado, como é
o caso
do Amazonas.
Compensações
No Pará, 86% das exportações do
ano
passado estão relacionados à
produção e
transformação mineral. No
período, todos
os minérios registraram aumento
no volume
de produção, sem falar no
crescimento
de 25% dos postos de trabalho -
em vagas
distribuídas em todas as regiões
do Estado.
Outro dado positivo foi a
arrecadação
de impostos. Parauapebas, por
exemplo,
recebeu R$ 230 milhões de
compensação
financeira pela exploração de
recursos
minerais em seu território.
Jornal "O Liberal"
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