Portugal vai precisar de até
90 bilhões de euros, sendo 10 bilhões de euros já em junho, num pacote
de ajuda da UE e do FMI, disseram passoas a par da situação.
Amazônia, meio ambiente, ecologia, biodiversidade, desenvolvimento sustentável, ciência e tecnologia, incubadoras e parques tecnológicos, política nacional e internacional - Amazonia, the environment, ecology, biodiversity, sustainable development, science and technology, incubators and technology parks, national and international policy
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sexta-feira, 26 de outubro de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Depois de buscar aliança com PSD agora Haddad compara Kassab com Celso Pita.
SÃO PAULO
- O pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad,
disse que a gestão do prefeito Gilberto Kassab (PSD) representa a
“continuidade” dos governos de Paulo Maluf e Celso Pitta na capital
paulista. Haddad reforçou a ligação entre Kassab e o ex-prefeito Pitta,
morto em 2009, e afirmou que a atual administração é um “fardozinho a
carregar”.
Haddad lembrou da participação de Kassab no governo Pitta como
secretário de Planejamento, na tentativa de associá-lo à gestão mal
avaliada do ex-prefeito. O petista intensificou as críticas a Kassab e
ao ser questionado sobre o que era pior, ter de enfrentar o
ex-governador José Serra (PSDB) ou ter Kassab no palanque, sinalizou
positivamente à segunda opção. Há um mês, no entanto, a aliança entre
PT e PSD na capital paulista era dada como certa.
Em entrevista à rádio CBN, na manhã desta quinta-feira, o
pré-candidato petista reclamou de Kassab por “anunciar a cada mês um
plano mirabolante” e não executá-los. Na visão de Haddad, a capacidade
de investimento da atual gestão é “baixíssima”, apesar de a arrecadação
ter triplicado nos últimos oito anos, período da gestão José Serra/
Gilberto Kassab na cidade. “Entregam menos equipamentos públicos,
hospitais, duplicação de vias, corredores de ônibus. Está tudo
estagnado, apesar da arrecadação recorde”, declarou na entrevista.
Ainda sem nenhum aliado político, Haddad comparou sua pré-campanha
com a da ex-senadora Marina Silva, que disputou a Presidência da
República em 2010. “Marina Silva, com um minuto na televisão, quase foi
para o segundo turno na frente do ‘Zé’ Serra. Com mais quinze dias, ia
para o segundo turno porque o brasileiro estava atrás de novidade. Vamos
relativizar [a falta de aliados]. Temos 4min30s sem aliança”, afirmou o
petista, referindo-se ao tempo que terá no horário eleitoral gratuito
no rádio e na televisão.
Na entrevista, o petista foi questionado sobre uma qualidade e um
defeito que possui. Como ponto positivo, afirmou que é dedicado e
obstinado por aquilo a que se propõe a fazer. Sobre o defeito,
respondeu: “olha, são tantos que vou deixar o eleitor descobrir”.
(Cristiane Agostine/ Valor)domingo, 26 de fevereiro de 2012
Kassab diz que Serra abriu mão de projeto presidencial
O atual prefeito paulistano, Gilberto Kassab (PSD), afirmou, no sábado, que José Serra (PSDB) "entendeu que devia abandonar esse projeto (de candidatura à presidência) e ele o abandonou". Segundo a Folha de S. Paulo, Kassab fazia uma vistoria na zona norte da capital paulista quando tocou no assunto, ocasião em que também afirmou que os próximos cinco anos de Serra "serão voltados para a cidade".
O tucano anunciou na sexta-feira que concorreria nas prévias do partido, realizadas do dia 4 de março. O prazo do PSDB para inscrição de candidatos já encerrou, mas a legenda pode reabrir o processo ou adiar a data de escolha do candidato para permitir que Serra entre na lista.
Dos quatro nomes já confirmados para as prévias do partido, dois deles afirmaram que abririam mão da participação nas prévias, segundo a Folha de S. Paulo, para dar mais chances a Serra: os secretários estaduais Andrea Matarazzo, de Cultura, e Bruno Covas, de Meio Ambiente.
Por outro lado, os outros dois candidatos, José Aníbal, atual secretário estadual de Energia, e o deputado Ricardo Tripoli, garantem que levam sua candidatura nas prévias do PSDB até o fim. Serra governou a cidade de São Paulo em 2005 e 2006, e abandonou o mandato para concorrer ao governo do Estado.
Candidato à presidência em 2002 e 2010, ele teria interesse em tentar disputar o cargo novamente, mas teria perdido força dentro do partido e por isso reconsiderado suas ambições. O assédio do atual administrador, Kassab, ao PT e ao candidato petista Fernando Haddad também teria sido um fator. A última pesquisa do Datafolha indica que, dentro das opções do PSDB, Serra é a que receberia mais votos, 21% - mas também tem alta rejeição, com 33% dos eleitores dizendo que jamais votariam no tucano.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Gestão de Kassab e Serra é única, diz secretário de Finanças
SÃO PAULO
- O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), e seu antecessor,
José Serra (PSDB), fizeram uma gestão única, sem que houvesse mudanças
de prioridades entre os dois governos. É difícil separar o que cada um
fez e Serra atuou como um “prefeitão” da capital paulista, mesmo quando
deixou o cargo para Kassab, em 2006, e assumiu o governo do Estado. Essa
é a análise do secretário de Finanças da capital, Mauro Ricardo Costa,
homem forte do governo Kassab, ligado ao ex-prefeito e ex-governador
tucano.
“É difícil separar o que é um e o que é outro”, diz Mauro Ricardo. “As pessoas por vezes criticam o Serra por ter saído antes do fim do mandato da prefeitura, mas ele passou a ser o grande prefeitão da cidade”, afirma o secretário.
Em entrevista ao Valor, Mauro Ricardo diz que Kassab chega ao último ano de seu segundo mandato com R$ 4,3 bilhões previstos para investimentos, 72% a mais que o aplicado em 2011. O valor pode chegar até R$ 6 bilhões, caso a estratégia da prefeitura para elevar as receitas com fontes extraordinárias de recursos seja cumprida no ano eleitoral.
O prefeito, disputado pelo PT e PSDB, deve tirar do papel propostas antigas para reforçar a receita — e os investimentos — no ano eleitoral, como a alienação de debêntures lastreadas nas dívidas do Programa de Parcelamento Incentivado (PPI). Somente essa medida deve gerar R$ 500 milhões. Segundo o secretário municipal de Finanças, a prefeitura conta ainda com mais R$ 1,3 bilhão já em caixa para ser aplicado em obras de melhoria na cidade dentro do programa Operações Urbanas.
Leia a entrevista completa na edição desta quinta-feira do Valor.
(Marta Watanabe e Cristiane Agostine | Valor)
“É difícil separar o que é um e o que é outro”, diz Mauro Ricardo. “As pessoas por vezes criticam o Serra por ter saído antes do fim do mandato da prefeitura, mas ele passou a ser o grande prefeitão da cidade”, afirma o secretário.
Em entrevista ao Valor, Mauro Ricardo diz que Kassab chega ao último ano de seu segundo mandato com R$ 4,3 bilhões previstos para investimentos, 72% a mais que o aplicado em 2011. O valor pode chegar até R$ 6 bilhões, caso a estratégia da prefeitura para elevar as receitas com fontes extraordinárias de recursos seja cumprida no ano eleitoral.
O prefeito, disputado pelo PT e PSDB, deve tirar do papel propostas antigas para reforçar a receita — e os investimentos — no ano eleitoral, como a alienação de debêntures lastreadas nas dívidas do Programa de Parcelamento Incentivado (PPI). Somente essa medida deve gerar R$ 500 milhões. Segundo o secretário municipal de Finanças, a prefeitura conta ainda com mais R$ 1,3 bilhão já em caixa para ser aplicado em obras de melhoria na cidade dentro do programa Operações Urbanas.
Leia a entrevista completa na edição desta quinta-feira do Valor.
(Marta Watanabe e Cristiane Agostine | Valor)
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Aí é que acabam os princípios do PT e a sigla assume sua verdadeira identidade
Partido de Kassab 'possui' 5 milhões de votos, diz TSE
Número é argumento da legenda para pleitear mais recursos do Fundo Partidário e ampliação do tempo de propaganda
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O prefeito Gilberto Kassab brinca com garoto durante vistoria em obras da região da cracolândia, em SP
|
Estudo do Tribunal Superior Eleitoral aponta que o PSD (Partido Social Democrático) reúne políticos que disputaram vagas de deputado federal em 2010 e receberam 5,1 milhões de votos.
A legenda seria a sétima maior do país se existisse à época da última eleição.
Esse dado será considerado para que o TSE conceda ou não à agremiação acesso ao dinheiro do Fundo Partidário, uma das maiores fontes de receita das siglas.
Idealizado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o PSD recebeu seu registro definitivo no ano passado. Como nunca disputou uma eleição, tem direito apenas a uma parcela mínima do fundo (R$ 18,5 mil por mês) e alguns segundos do tempo de TV e de rádio durante eleições.
O partido tenta reverter a situação na Justiça Eleitoral. Se tiver sucesso, passará a receber cerca de R$ 1,6 milhão por mês do Fundo Partidário -calculado de acordo com o número de votos obtidos por candidatos a deputado federal (eleitos e não eleitos).
Em seguida, o PSD entrará com uma ação para também obter o tempo de TV, nesse caso com base no número de deputados eleitos.
A tese do partido de Kassab é simples. O TSE criou em 2007 a norma da fidelidade partidária: mandatos eletivos passaram a pertencer aos partidos. A partir daí, quem se desligou de uma legenda correu o risco de perder o cargo.
Mas há exceções. Uma delas é que o político pode deixar uma sigla para fundar uma nova. "Se a própria Justiça diz que um político pode sair do partido pelo qual foi eleito e fundar um novo, parece natural que esse político leve consigo os votos que obteve", diz o secretário-geral do PSD, Saulo Queiroz.
De 2007 para cá, pós-regra da fidelidade partidária, só duas agremiações foram criadas -o PSD e o PPL (Partido Pátria Livre). Apenas o PSD teve uma adesão expressiva de políticos.
Enquanto o PPL não tem representantes no Congresso, o PSD atraiu 52 deputados federais (10% da Câmara).
A legenda do prefeito de São Paulo apresentou em novembro uma ação ao TSE pleiteando uma parcela maior do Fundo Partidário. Agora neste mês conseguiu que o tribunal fizesse o cruzamento de todos os filiados à sigla com a lista de candidatos a deputado federal em 2010.
A tabela mostra que o PSD subtraiu votos de 20 agremiações, inclusive do PT.
Mas quem mais sofreu foi o DEM, ex-partido de Kassab, cujo total de votos para deputado federal caiu de 7,3 milhões para 5,1 milhões.
O DEM classificou-se como o quinto maior partido em número de votos para deputados em 2010. Com a chegada do PSD, caiu para oitavo. Os votos perdidos pelos democratas representam 42,8% da "votação" da sigla de Kassab.
O PP perdeu 422 mil votos, e é o segundo mais afetado. Em seguida, vêm PMDB (perda de 301 mil votos), PDT (menos 208 mil votos) e PSDB (189 mil votos).
Não há prazo para que o TSE decida. O advogado do partido, Admar Gonzaga, espera que isso ocorra antes de junho, quando os partidos fazem suas convenções para a escolha de seus candidatos.
Se tiver sucesso na ação por mais dinheiro do fundo, o PSD entrará com pedido para que a mesma regra seja aplicada para efeito de tempo de propaganda no rádio e na TV. "Essas questões são irmãs siamesas. Se uma for aceita pelo TSE, a outra naturalmente o será", diz Saulo Queiroz.
FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA
terça-feira, 5 de julho de 2011
Kassab
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou ontem projeto de lei que
aumenta o salário do prefeito Gilberto Kassab de R$ 20 mil para R$ 24,1
mil a partir de janeiro. Os vencimentos do prefeito já tinham sido
reajustados em fevereiro em 61,8%- eram de R$ 12,3 mil. Em um ano, a
valorização foi de 94,7%. O texto eleva ainda a remuneração dos
secretários municipais de R$ 5,5 mil para R$ 19,2 mil, salto de 250%. A
participação em dos secretários em conselhos deixará de ser remunerada
sábado, 9 de abril de 2011
Nos cem dias, inflação volta à cena
Dúvidas. Ao fim dos cem primeiros dias de governo da presidente Dilma Rousseff, o tema inflação domina o debate econômico e as expectativas prosseguem em deterioração. Há muita incerteza sobre a disposição do governo de usar todas as armas - especialmente os juros - para levar a taxa de inflação à meta de 4,5% em 2012.
Enquanto o Banco Central indica que a variação do IPCA este ano deverá ser de 5,6% e garante que a meta será rigorosamente cumprida no ano que vem, os agentes do mercado projetam o índice em mais de 6% este ano e 5% no próximo.
Ontem, com a divulgação do IPCA de 0,79% em março, a taxa acumulada em 12 meses chegou a 6,3%, pode romper o teto de 6,5% este mês e atingir mais de 7% em agosto, estimam analistas privados.
O forte aumento dos preços das commodities no segundo semestre de 2010 e no início de 2011 encontrou, no país, a economia muito aquecida. O então presidente Lula ao patrocinar, no ano eleitoral de 2010, uma política fiscal expansionista e uma política de juros aquém do necessário, deixou para Dilma Rousseff a tarefa de combater a aceleração inflacionária. A elevação dos preços no primeiro trimestre deste ano, asseguram fontes oficiais, já estava contratada no fim de 2010.
Incertezas pesam sobre o cenário econômicoO BC ainda está confiante que as taxas mensais do IPCA vão retroceder para o nível de 0,40% a partir de maio. Já indicou, também, após a divulgação do Relatório de Inflação, que pode aumentar os juros mais do que o mercado imagina hoje, se for necessário. O jogo, ao que parece, apenas começou.
Claudia Safatle
Leia matéria completa no Valor Econômico (para assinantes)
Aqui
Indústria de linha branca ensaia reajuste em cenário desfavorável
"A pressão dos custos é imensa, voltamos a um Brasil inflacionário", diz o alto executivo de uma das maiores fabricantes de linha branca do país.Vendas de fogões registram queda de 18% no primeiro bimestre no varejo nacional, segundo estudo da consultoria GfK.
Às vésperas do Dia das Mães, a segunda data mais importante do ano para o mercado de linha branca, depois do Natal, os fabricantes de eletrodomésticos estão em alerta. Sem a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que vigorou entre abril de 2009 e janeiro de 2010, as vendas caíram mais de 5% ao longo do ano passado e acumulam perdas de dois dígitos no primeiro bimestre deste ano.
Ao mesmo tempo, a pressão dos custos aumenta. Em 2010, a alta do preço de commodities como o plástico (que representa até 30% do custo dos produtos) e o aço (que responde por 5%) se combinou ao reajuste salarial da mão de obra acima da inflação. Só no Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região, onde estão fábricas da Whirlpool e da Mabe, o reajuste foi de 9% - a inflação, medida pelo IPCA, subiu 5,9%. O aumento do preço do polipropileno, usado no interior de máquinas de lavar, por exemplo, saltou quase 30% ao longo de 2010.
"A pressão dos custos é imensa, voltamos a um Brasil inflacionário", diz o alto executivo de uma das maiores fabricantes de linha branca do país. "Essa conta tem que ser repassada alguma hora e o assunto já está sendo levado ao varejo", afirma. Outro grande fabricante concorda: "Estamos estudando o quanto será repassado".
Leia matéria completa no Valor Econômico (para assinantes)
Kassab faz discurso de apoio a Anastasia
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, deixou claro ontem ao
discursar no lançamento do PSD em Minas Gerais que o partido irá
integrar a base de apoio do governador mineiro Antonio Anastasia (PSDB).
Em relação ao governo federal, Kassab tentou deixar claro o que entende
por "independência": o alinhamento aos diversos governos não
significará compromisso eleitoral em 2014.
"Nosso partido tem que respeitar as circunstâncias de sua origem. Aqueles que apoiaram a eleição da presidente em 2010, que continuem a apoiando. Aqueles que não a apoiaram, que tenham a liberdade de votar a favor dos projetos que forem bons para o Brasil. Vamos, com calma, construindo a nossa unidade para uma posição só no futuro."
Os três deputados federais e três estaduais que ingressaram na sigla tomaram o cuidado em frisar o seu alinhamento com o governador. "O que nos motiva é que em momento algum o objetivo do PSD é fazer oposição em qualquer nível. Vamos continuar seguindo o nosso líder maior Aécio Neves", afirmou o deputado federal Walter Tosta, que está saindo do PMN. "O maior líder dos mineiros é Aécio", afirmou o deputado federal Alexandre Silveira, até então do PPS, que está licenciado para exercer a secretária estadual extraordinária de Gestão Metropolitana.
Silveira relatou que foi a São Paulo com Tosta e o terceiro deputado a ingressar no PSD, o deputado federal Geraldo Thadeu, também do PPS, para negociar a autonomia de ação política em Minas. Ontem, alguns novos integrantes do PSD estiveram em Brasília, para falar com o senador Aécio Neves.
Também irão para o PSD três deputados estaduais egressos dos nanicos PMN e PSL: Neider Moreira, Hélio Gomes e Fabio Cherem e três vereadores em Belo Horizonte: Ronaldo Gontijo, Paulinho Motorista e Silvia Helena. Da nova cúpula do partido, o único integrante com experiência em eleições majoritárias de peso é o ex-ministro da Previdência Social Roberto Brant, que foi candidato a prefeito de Belo Horizonte em 2004. Ao discursar, Brant atacou o sistema partidário: "A fidelidade partidária só poderia ser admitida se existisse democracia interna dentro dos partidos. A maioria das siglas são monopólios de pequenos grupos que negociam como moeda de troca o tempo na TV."
Leia matéria completa no Valor Econômico (para assinantes)
"Nosso partido tem que respeitar as circunstâncias de sua origem. Aqueles que apoiaram a eleição da presidente em 2010, que continuem a apoiando. Aqueles que não a apoiaram, que tenham a liberdade de votar a favor dos projetos que forem bons para o Brasil. Vamos, com calma, construindo a nossa unidade para uma posição só no futuro."
Os três deputados federais e três estaduais que ingressaram na sigla tomaram o cuidado em frisar o seu alinhamento com o governador. "O que nos motiva é que em momento algum o objetivo do PSD é fazer oposição em qualquer nível. Vamos continuar seguindo o nosso líder maior Aécio Neves", afirmou o deputado federal Walter Tosta, que está saindo do PMN. "O maior líder dos mineiros é Aécio", afirmou o deputado federal Alexandre Silveira, até então do PPS, que está licenciado para exercer a secretária estadual extraordinária de Gestão Metropolitana.
Silveira relatou que foi a São Paulo com Tosta e o terceiro deputado a ingressar no PSD, o deputado federal Geraldo Thadeu, também do PPS, para negociar a autonomia de ação política em Minas. Ontem, alguns novos integrantes do PSD estiveram em Brasília, para falar com o senador Aécio Neves.
Também irão para o PSD três deputados estaduais egressos dos nanicos PMN e PSL: Neider Moreira, Hélio Gomes e Fabio Cherem e três vereadores em Belo Horizonte: Ronaldo Gontijo, Paulinho Motorista e Silvia Helena. Da nova cúpula do partido, o único integrante com experiência em eleições majoritárias de peso é o ex-ministro da Previdência Social Roberto Brant, que foi candidato a prefeito de Belo Horizonte em 2004. Ao discursar, Brant atacou o sistema partidário: "A fidelidade partidária só poderia ser admitida se existisse democracia interna dentro dos partidos. A maioria das siglas são monopólios de pequenos grupos que negociam como moeda de troca o tempo na TV."
Leia matéria completa no Valor Econômico (para assinantes)
The Wall Street Journal Americas
INTERNACIONAL
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Os preços de alimentos caíram em março pela primeira vez em oito meses, segundo o órgão de alimentos da ONU. Mas a entidade alertou que os preços podem voltar a subir, já que um aumento na produção pode não bastar para repor estoques.
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A Nissan anunciou que vai interromper a produção em sua fábrica no Reino Unido por três dias no fim do mês, devido a uma falta de componentes causada pelo terremoto e tsunami de 11 de março no Japão. Ontem houve um novo abalo no litoral do país.
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A Japan Airlines afirmou que vai oferecer a seus funcionários licença especial não remunerada em maio e junho num esforço para compensar uma queda na demanda depois do terremoto de março. A companhia aérea japonesa vai cortar temporariamente um total de 74 voos por semana em 11 rotas internacionais este mês, pelo mesmo motivo.
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A Dell, fabricante americana de computadores, vai investir US$ 1 bilhão em todo o mundo neste ano fiscal para construir bancos de dados e desenvolver produtos em áreas tais como virtualização, disse Paul Bell, diretor das unidades de negócios de empreendimentos públicos e de grande porte.
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A GE planeja erguer uma fábrica de filmes finos para painéis solares nos EUA com capacidade suficiente para abastecer 80.000 casas por ano. O conglomerado afirmou que a fábrica, que seria a maior do país no momento, vai complementar sua planejada aquisição, por US$ 3,2 bilhões, da empresa francesa de conversão de energaia Converteam.
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O Facebook anunciou um novo tipo de sistema de servidores que é 38% mais eficiente em consumo de energia do que as máquinas que a empresa vinha usando, e 24% mais efetivo em custo. O Facebook prometeu compartilhar o projeto com outras empresas.
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As vendas mundiais de celulares vão subir 58% em 2011 e chegar a 468 milhões de unidades, segundo a firma de pesquisas Gartner. Ela espera que o sistema operacional Android, do Google, supere o Symbian, da Nokia, este ano como o mais vendido em todo o mundo.
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A Bentley, marca da Volkswagen de carros de luxo, lançou uma nova versão de seu modelo Continental GT na Índia, onde será vendido por mais de US$ 400.000 cada.
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A Standard Chartered não pretende mudar sua sede de Londres para outro lugar, disse o diretor-presidente do banco, Peter Sands, descartando boatos de que grandes instituições podem deixar o Reino Unido devido a novas regras, mais rígidas, para o setor.
REGIONAL
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O Peru deve ter tido crescimento de 8,5% a 9% no PIB em fevereiro, disse o ministro da Fazenda, Ismael Benavides, que previu expansão entre 9% e 9,5% para o primeiro trimestre. Ontem a bolsa peruana estava em queda porque pesquisas eleitorais vazadas à imprensa eram auspiciosas para o candidato presidencial esquerdista Ollanta Humala.
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A Molinos Río de la Plata, processadora argentina de alimentos, negou que tenha sonegado milhões de dólares em impostos e prometeu lutar contra sanções aplicadas pela receita federal da Argentina, a Afip. A empresa foi excluída quarta-feira de um importante registro para exportação de grãos, sob acusação de usar uma empresa de fachada para não pagar impostos.
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A Ecopetrol, petrolífera estatal da Colômbia, fechou acordo com a espanhola Repsol para que esta participe de dois projetos de exploração marítima no Caribe. O contrato dará à Repsol 50% de cada um dos dois blocos de petróleo na costa caribenha da Colômbia, segundo a estatal.
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O governo chileno vai criar um comitê para administrar riscos sistêmicos, coordenar agências regulatórias e supervisionar conglomerados empresariais, disse o ministro da Fazenda, Felipe Larraín.
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O Chile deve ter alguns trimestres com inflação acima de 4% devido a uma alta nos preços do petróleo, disse o presidente do BC, José De Gregorio. O Chile importa a maioria do petróleo que consome.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Rabo escondido com gato de fora
Evandro Éboli e Sérgio Marques,
O Globo
(no Blog do Noblat)
Jambo havia determinado a transferência para outro presídio, mas o Ministério da Justiça recorreu e obteve, no Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª região, em Pernambuco, decisão de mantê-lo em Mossoró. O episódio o levou a deixar o cargo, depois de um ano no posto.
Beira-Mar foi levado para Mossoró em fevereiro, quando Jambo estava de férias. A transferência foi autorizada por um juiz substituto. Jambo chegou a receber um telefonema do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que tentou convencê-lo da permanência de Beira-Mar. O juiz ficou irritado e considerou a ligação uma ingerência.
Com base num laudo do próprio Departamento Penitenciário Nacional (Depen), o juiz argumentou que o presídio de Mossoró não tem condições físicas de manter Beira-Mar e nem outros presos. No local, 33 condenados cumprem pena. O estudo mostra deficiências na construção, como rachaduras e concreto de baixa qualidade. Jambo ameaçou interditar o presídio.
Em ofício ao presidente do TRF de Pernambuco, desembargador Luiz Alberto Gurgel de Faria, Jambo comunicou que sua saída está "fundada em firmes e inabaláveis princípios pessoais e com objetivo de possibilitar a mais natural fluência das decisões desse Egrégio Tribunal".
Jambo disse ao GLOBO que, apesar não ter citado a decisão do TRF, "para bom entendedor, está claro o motivo" de sua saída.
— É muito mais importante que uma transferência de presos. Trata-se das relações institucionais entre os poderes formais e informais — disse.
A presidente Dilma Rousseff disse ontem, em sua coluna em jornais populares, que o Ministério da Justiça está elaborando uma proposta para ampliação e construção de presídios.
O Globo
(no Blog do Noblat)
Sem transferir Beira-Mar, juiz deixa cargo
O juiz federal Mário Azevedo Jambo, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, renunciou ao cargo de corregedor da penitenciária federal de Mossoró (RN), de onde tentou remover o traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar.Jambo havia determinado a transferência para outro presídio, mas o Ministério da Justiça recorreu e obteve, no Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª região, em Pernambuco, decisão de mantê-lo em Mossoró. O episódio o levou a deixar o cargo, depois de um ano no posto.
Beira-Mar foi levado para Mossoró em fevereiro, quando Jambo estava de férias. A transferência foi autorizada por um juiz substituto. Jambo chegou a receber um telefonema do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que tentou convencê-lo da permanência de Beira-Mar. O juiz ficou irritado e considerou a ligação uma ingerência.
Com base num laudo do próprio Departamento Penitenciário Nacional (Depen), o juiz argumentou que o presídio de Mossoró não tem condições físicas de manter Beira-Mar e nem outros presos. No local, 33 condenados cumprem pena. O estudo mostra deficiências na construção, como rachaduras e concreto de baixa qualidade. Jambo ameaçou interditar o presídio.
Em ofício ao presidente do TRF de Pernambuco, desembargador Luiz Alberto Gurgel de Faria, Jambo comunicou que sua saída está "fundada em firmes e inabaláveis princípios pessoais e com objetivo de possibilitar a mais natural fluência das decisões desse Egrégio Tribunal".
Jambo disse ao GLOBO que, apesar não ter citado a decisão do TRF, "para bom entendedor, está claro o motivo" de sua saída.
— É muito mais importante que uma transferência de presos. Trata-se das relações institucionais entre os poderes formais e informais — disse.
A presidente Dilma Rousseff disse ontem, em sua coluna em jornais populares, que o Ministério da Justiça está elaborando uma proposta para ampliação e construção de presídios.
Após crise de hipertensão, presidente do PT pede licença do cargo
SÃO PAULO - O presidente nacional do PT, José
Eduardo Dutra, pediu afastamento do cargo por 15 dias. A licença atende a
uma recomendação médica após Dutra apresentar um quadro de hipertensão.
Segundo nota divulgada há pouco, pelo secretário-geral do PT, Elói Pietá, o vice-presidente da legenda, deputado estadual Rui Falcão, assume o cargo temporariamente neste período.
Dutra já tinha tido uma crise de hipertensão durante as eleições presidenciais do ano passado. Na época, o presidente do PT passou mal em reunião da executiva do partido. Por isso teve que ser levado ao hospital de Base do Distrito Federal.
(Fernando Taquari | Valor)
Segundo nota divulgada há pouco, pelo secretário-geral do PT, Elói Pietá, o vice-presidente da legenda, deputado estadual Rui Falcão, assume o cargo temporariamente neste período.
Dutra já tinha tido uma crise de hipertensão durante as eleições presidenciais do ano passado. Na época, o presidente do PT passou mal em reunião da executiva do partido. Por isso teve que ser levado ao hospital de Base do Distrito Federal.
(Fernando Taquari | Valor)
Pelo Twitter, Indio da Costa critica DEM e faz elogios ao PSD
SÃO PAULO - O deputado Indio da Costa utilizou a
rede de microblogs Twitter para criticar o seu partido, o DEM, e
elogiar o PSD, sigla criada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
Especula-se que Indio também poderia seguir o caminho de outros
políticos do DEM e deixar o partido para migrar para o PSD.
“Nunca fui do PSDB. Fui vice do Serra/45 pelo DEM. O DEM busca renovar nacionalmente, mas no Rio continua um cartório do Rodrigo Maia”, disse Indio sobre o ex-presidente nacional do partido. Apesar das críticas, o deputado fez questão de dizer que não mudou de sigla.
“Apenas comentei sobre o PSD, que não se coloca como adesista”, afirmou Indio, acrescentando que o partido de Kassab nasce com propostas de esquerda e de direita e voltadas para a sociedade."O PSD será o primeiro partido pós 60", complementou.
Em seguida, o deputado lista algumas propostas defendidas pelo PSD, como menos impostos, justiça social, voto distrital puro, meio ambiente e energia renovável.
(Fernando Taquari | Valor)
“Nunca fui do PSDB. Fui vice do Serra/45 pelo DEM. O DEM busca renovar nacionalmente, mas no Rio continua um cartório do Rodrigo Maia”, disse Indio sobre o ex-presidente nacional do partido. Apesar das críticas, o deputado fez questão de dizer que não mudou de sigla.
“Apenas comentei sobre o PSD, que não se coloca como adesista”, afirmou Indio, acrescentando que o partido de Kassab nasce com propostas de esquerda e de direita e voltadas para a sociedade."O PSD será o primeiro partido pós 60", complementou.
Em seguida, o deputado lista algumas propostas defendidas pelo PSD, como menos impostos, justiça social, voto distrital puro, meio ambiente e energia renovável.
(Fernando Taquari | Valor)
sexta-feira, 18 de março de 2011
Nova Camiseta do Kassab
SÃO PAULO - O prefeito de São Paulo, Gilberto
Kassab (DEM), lançará no domingo, em Salvador, o novo partido que está
articulando. A organização do ato político prevê a presença de pelo
menos 300 pessoas.
No evento, o vice-governador, Otto Alencar (PP), anunciará oficialmente sua filiação à nova legenda. Junto com o vice devem migrar dezenas de deputados estaduais, federais, vereadores e prefeitos do Estado.
Na Bahia, a nova legenda deve reunir políticos órfãos do carlismo, do falecido senador Antonio Carlos Magalhães. Entre os parlamentares eleitos pela Bahia que devem acompanhar o vice-governador do Estado estão os deputados federais José Carlos Araújo (PDT), Edson Pimenta (PCdoB) Paulo Magalhães (DEM), Fernando Torres (DEM) e Jânio Natal (PRP).
No ato político está prevista a presença dos prefeitos de Feira de Santana, Tarcízio Suzart Pimenta Júnior e de Simões Filho, Israel Miranda Rebouças.
Kassab deve chegar na noite do sábado a Salvador. O evento será realizado no hotel Fiesta Bahia, na capital. Na segunda-feira, o prefeito de São Paulo reunirá seus aliados em um evento político em São Paulo, na Assembleia Legislativa do Estado.
O nome do partido de Kassab ainda não está definido. A princípio seria Partido da Democracia Brasileira (PDB), mas deve ser lançado como Partido Social Democrático (PSD).
(Cristiane Agostine | Valor)
No evento, o vice-governador, Otto Alencar (PP), anunciará oficialmente sua filiação à nova legenda. Junto com o vice devem migrar dezenas de deputados estaduais, federais, vereadores e prefeitos do Estado.
Na Bahia, a nova legenda deve reunir políticos órfãos do carlismo, do falecido senador Antonio Carlos Magalhães. Entre os parlamentares eleitos pela Bahia que devem acompanhar o vice-governador do Estado estão os deputados federais José Carlos Araújo (PDT), Edson Pimenta (PCdoB) Paulo Magalhães (DEM), Fernando Torres (DEM) e Jânio Natal (PRP).
No ato político está prevista a presença dos prefeitos de Feira de Santana, Tarcízio Suzart Pimenta Júnior e de Simões Filho, Israel Miranda Rebouças.
Kassab deve chegar na noite do sábado a Salvador. O evento será realizado no hotel Fiesta Bahia, na capital. Na segunda-feira, o prefeito de São Paulo reunirá seus aliados em um evento político em São Paulo, na Assembleia Legislativa do Estado.
O nome do partido de Kassab ainda não está definido. A princípio seria Partido da Democracia Brasileira (PDB), mas deve ser lançado como Partido Social Democrático (PSD).
(Cristiane Agostine | Valor)
E no Pará, quem vai vestir essa camiseta?
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