sábado, 11 de julho de 2009

BIODIVERSIDADE - Cacau selvagem da Amazônia vira chocolate fino na Europa


Este é mais um grande acerto da biodiversidade, entretanto se existissem políticas públicas voltadas ao aproveitamento comercial da biodiversidade e agregar valor aos produtos naturais na própria região o lucro e retorno para as comunidades da amazônia, abriria as portas para demonstrar um modelo de sustentabilidade para a Amazônia.

Veja a matéria abaixo:

O cacau selvagem colhido em um dos lugares mais remotos da Amazônia virou matéria-prima para chocolates finos na Europa. Ribeirinhos de Boca do Acre, na confluência do Rio Acre com o Purus, no sul do Amazonas, colhem o cacau e o vendem a uma cooperativa que beneficia os frutos para enviá-los à Alemanha, onde são ingrediente de chocolates que custam cerca de 3 euros por unidade (mais de R$ 8).

Segundo Jaime Sass, diretor-administrativo da Cooperativa Agroextrativista do Mapiá e Médio Purus (Cooperar), este ano já foram colhidas 6 toneladas de frutos nativos.

Os cacaueiros estão espalhados pelos rios da região. Ribeirinhos fazem a colheita e levam os frutos até a beira do rio, onde são recolhidos com barcos. “Temos muitos gastos devido às grandes distâncias que precisamos percorrer para recolher o cacau”, explica Sass. Após o recolhimento, os frutos são descascados e colocados em caixas de fermentação por alguns dias. Em seguida, são secos em estufas.

Na íntegra aqui

Amazônia - Extrativismo não é solução para a Amazônia, diz pesquisador da Embrapa (Homma) - Claro ele é economista neoclássico

A OPINIÃO DO ALFREDO HOMMA NÃO PODIA SE DIFERENTE.
Quem interpreta de forma errada as propostas para a sustentabilidade da Amazônia deve com certeza chegar a soluções erradas. Assim tem sido o histórico debate com a economia neoclássica.

Com todo respeito que merece o pesquisador Homma pela sua experiência e seriedade com que debate o modelo para a sustentabilidade da amazônia, seu erro está na idéia de pensar que existiria "a proposta" de que o extrativismo seria "a solução" para a a sustentabilidade da Amazônia e não apenas UMA das soluções.

Por outro lado, a economia neoclássica pensa que a exploração extrativista deve ser necessáriamente regida pelas regras do mercado e que a natureza pode ser explorada a vontade, já que é um recurso que não teria valor comercial, é de graça. Esse é outro erro gritante da economia tradicional.

Veja aqui o debate de Homma sobre o tema e depois continue a leitura sobre as soluções para a sustentabilidade da amazônia, do BLOG.

A retirada de produtos da floresta, como a seiva da seringueira e a castanha-do-pará, não são economicamente viáveis a longo prazo. Essa é a opinião do engenheiro agrônomo da Embrapa Alfredo Homma, que há mais de 30 anos estuda a economia rural na Amazônia.

Segundo o pesquisador, os produtos extrativistas (retirados da natureza) tendem a ser “domesticados” em plantações quando a procura por eles é muito forte. “Na natureza há um determinado número de seringueiras, castanheiras. Para um seringueiro cortar (retirar seiva de) 450 árvores, precisa trabalhar em um espaço de 300 a 500 hectares. Essa mesma quantidade de seringueiras você pode plantar em um campo de futebol”, explica.

O extrativismo tem sido uma das principais apostas dos governos para proteger a Amazônia. No Brasil, há 49 reservas extrativistas e 65 florestas nacionais federais. Esses lugares foram criados especialmente para a retirada controlada de produtos da floresta, preservando a mata.

Aqui a matéria na íntegra

OS COMENTÁRIOS DO BLOG:

As modalidades de reservas extrativistas e de desenvolvimento sustentável não podem ser vistas como empreendimentos rentáveis que vão solucionar por si só a vida das comunidades. A análise econômica neoclássica, que se utiliza de instrumentos da economia tradicional para analisar a trajetória do extrativismo, não é instrumento que contribua positivamente, de forma decisiva, para avaliar as comunidades da floresta amazônica, já que estas são mais complexas e não dependem, exclusivamente, dos mecanismos de mercado para se desenvolver. Dessa forma, nas comunidades pesquisadas foi constatado que não podem ser apenas as regras do mercado as que dinamizem as economias locais. É necessária a intervenção do Estado, para fortalecer as cadeias produtivas, melhorar a competitividade, por meio de assistência técnica, capacitação tecnológica, educação e gestão, ao longo da cadeia produtiva.

Veja mais aqui sobre o tema

E aqui uma pesquisa mais ampla sobre o modelo de sustentabilidade da Amazônia

sexta-feira, 10 de julho de 2009

MUDANÇA CLIMÁTICA - Reuniões entre ambientalistas, cientistas e até igreja avaliam impactos das mudanças climáticas

Danielle Jordan / AmbienteBrasil

Até o dia 10 o tema “Mudanças climáticas” faz parte dos debates do Simpósio Internacional Mudanças Climáticas e Justiça Social, evento organizado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O encontro tem como objetivo alertar para a gravidade das mudanças no clima para a humanidade. Um dos pontos destacados é o relatório divulgado no dia 29 pelo Fórum Humanitário Global que revela que cerca de 315 mil pessoas são mortas todos os anos vítimas da fome, doenças e desastres naturais.

Comunidades atingidas por fenômenos climáticos e vulneráveis às mudanças na temperatura, como povos indígenas e ribeirinhos, vão apresentar suas reações e adaptações.

O evento acontece no Centro Cultural de Brasília - CCB – L2 Norte, Quadra 601, Brasília – DF.
Na íntegra aqui

MUDANÇA CLIMÁTIA - Suecos e espanhóis conhecem as propostas do Brasil sobre mudanças climáticas

Danielle Jordan / AmbienteBrasil

Na última quinta-feira (09), delegações da Suécia e da Espanha estiveram na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara para debater as propostas dos países sobre as mudanças climáticas.

Os projetos de lei que tramitam na casa foram apresentados pelo deputado Roberto Rocha, que preside a Comissão, com destaque para aprovação do Fundo Nacional de Mudanças do Clima.

veja na íntegra aqui

TECNOLOGIA - O Twitter arma explosiva contra a censura

Silvia Blanco
El País

O Twitter se transformou em uma arma explosiva contra a censura. Às vezes, como no Irã, na única arma à disposição da dissidência. E muitos governos, como o chinês, a temem. Por isso na segunda-feira, quando irrompeu a violência étnica em Xinjiang, o Twitter foi bloqueado.

"Fizeram isso porque é uma mídia instantânea, e porque os que têm maiores conhecimentos tecnológicos o utilizam para ensinar outros a enviar mensagens para o exterior", conta da Califórnia Xiao Qiang, fundador do site China Digital Times. Essa página está recebendo e traduzindo do chinês para o inglês os "tweets" [mensagens] sobre a violência em Urumqi que estão conseguindo escapar da censura.

Mas essa ferramenta dos cidadãos ainda não leva pessoas à rua. "Pena que os revolucionários de antigamente não tinham o Twitter", diz Enrique Dans, professor de sistemas de informática na IE Business School e blogueiro (www.enriquedans.com).

"Sua capacidade é a de aquecer um protesto, ampliá-lo e acelerá-lo. É muito fácil criar adesões, o difícil é transportá-las para o mundo real. A fagulha que acende um protesto virtual quase sempre vem de um fato. Isso ocorreu com a repressão no Tibete no ano passado, e ocorreu no Irã. As redes sociais amplificam o protesto, mas ainda não o provocam", acrescenta.

Mobilizar a solidariedade e a adesão de centenas de milhares de pessoas no mundo sobre o que aconteceu no Irã já é uma mudança. Ramine Darabiha, um francês de 25 anos, passou a madrugada de 13 de junho grudado no computador. A cerca de 3 mil quilômetros de Teerã, estava tão atônito quanto seus pais em Paris e seus parentes e amigos no Irã pelo fato de que tanto Mousavi quanto Ahmadinejad se atribuíam a vitória nas eleições.

Primeiro ele vasculhou sites de notícias em busca de informação; pouco depois encontrou centenas de frases no Twitter e duas palavras recorrentes: "fraude" e "censura". Soube que o Facebook estava bloqueado, assim como os celulares e torpedos. E que de Tampere, na Finlândia, ele podia estar nos protestos.

Há cinco anos Darabiha decidiu mudar-se para essa cidade, ideal para um empreendedor que quer se especializar em negócios na Internet. Lá ficam o centro de pesquisa e desenvolvimento da Nokia, um ímã para cérebros das telecomunicações de todo o mundo. A Nokia é, junto com a Siemens, a empresa (Nokia Siemens Networks) que vendeu para o Irã a tecnologia para filtrar e controlar as comunicações, assim como para outros 150países, segundo "The Wall Street Journal" e a BBC. Além disso, a companhia estatal Irã Telecom administra quase todo o tráfego da internet, o que representa dispor de algo como um botão que permite apagar a rede e os celulares.

Quando o governo iraniano decidiu apertá-lo, se acendeu uma imediata, gigantesca e global cadeia de mensagens de no máximo 140 caracteres para opinar, protestar e solidarizar-se com os iranianos através da rede social Twitter. Darabiha deu um passo a mais: contribuiu, como centenas de internautas de meio mundo, para criar pontes que contornaram a censura para os que estavam no Irã. Dedicou-se a pôr no Twitter endereços de sites que não deixam rastro do destino nem da origem da informação.

Fotos, vídeos e depoimentos começaram a circular freneticamente pela rede. Um estudo do The Web Ecology Project, restrito à Universidade Harvard, o Berkman Center e o Massachusetts Institute of Technology (MIT), registrou entre 7 de junho (antes das eleições iranianas) e 26 pouco mais de 2 milhões de mensagens no Twitter sobre o processo eleitoral no Irã. Cerca de 480 mil usuários únicos se somaram à conversa.

El País na íntegra

INTERNACIONAL - Uma Pequena História da Intervenção dos Estados Unidos em Honduras




Não seria irônico se a primeira intervenção militar do governo Obama ocorresse logo em Honduras?

Eu admito que isto seria improvável, mas não impossível. Jovens presidentes democratas com pouca experiência em política externa geralmente sentem uma necessidade de demonstrar a sua disposição de usar a força. Pensem em John F. Kennedy e na Baía dos Porcos. Ou, para usar um exemplo mais pertinente, lembrem-se de Bill Clinton e o Haiti. Em 1994, Clinton enviou tropas àquele país para recolocar o presidente Jean-Bertrande Aristide no poder depois que este foi derrubado por um golpe militar.

Isso soa familiar?

No Haiti a nossa intervenção não funcionou tão bem. Aristide, embora eleito, não se revelou nem um democrata nem um déspota esclarecido. O país continuou tornando-se mais pobre e caótico. Ele acabou sendo derrubado em um outro golpe em 2004. E dessa vez o presidente Bush foi suficientemente esperto para dar uma carona ao presidente para fora do país - em vez de forçar a sua volta ao poder.

Esperemos que Barack Obama veja nisso tudo uma lição sobre os perigos da intervenção dos Estados Unidos nas questões internas de uma outra nação - algo do qual ele está bem consciente em se tratando do Irã. Mas ele parece bem menos reticente quanto a interferir nas questões internas de Israel ou Honduras.

Ele e a secretária de Estado, Hillary Clinton têm denunciado estridentemente a ilegalidade do recente golpe que derrubou o presidente Manuel Zelaya. No entanto, a questão da legalidade daquilo que ocorreu é nebulosa. O exército alegou que estava simplesmente executando uma ordem no sentido de prender e exilar Zelaya. Teria sido melhor se o presidente tivesse sofrido um impeachment ou sido julgado, de forma que pudesse organizar uma defesa legal, mas o lado anti-Zelaya apresenta bons argumentos quanto à ilegalidade das ações do presidente.

Não houve nada de legal quanto às tentativas de Zelaya de organizar um referendo fraudulento que lhe teria permitido continuar no poder, em desrespeito à decisão do Supremo Tribunal de Honduras. Ele estava nitidamente mobilizando-se - no estilo do seu patrocinador, o presidente venezuelano Hugo Chávez - no sentido de aumentar o seu poder por meios truculentos, mantendo desta forma um invólucro de democracia eleitoral de cerne oco.

Veja na íntegra aqui

quinta-feira, 9 de julho de 2009

BIODIVERSIDADE - Os riscos do patenteamento de material biológico, debate aquece - The risks of patenting of biological material, debate heats up

O artigo 10, da Lei 9.279/96, veta o patenteamento de material biológico e seres encontrados na natureza, mesmo que isolados.

Porém, pesquisadores e parlamentares se mostram favoráveis ao Projeto de Lei 4961/05, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame, que possibilita a concessão de patentes a substâncias extraídas de organismos vivos no Brasil. O assunto foi tema da audiência pública da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, que aconteceu no dia 25 de junho.

O parlamentar Germano Bonow, relator da proposta, afirmou que fará uma modificação em seu relatório, cuja recomendação era rejeitar o projeto, por entender que existem contextos para que as patentes sejam conferidas, desde que o material biológico seja isolado por processos de pesquisa. Segundo o deputado, a compreensão era de que “o Brasil deveria proteger esse patrimônio genético, porque é signatário de acordos internacionais sobre o tema”. Para Bonow, hoje há experiências internacionais em que o país pode ter como base.

Para alguns especialistas, o PL pode ser um meio para desenvolver pesquisas no ramo da biodiversidade brasileira e os estudos científicos não podem ser realizados sem que haja investimentos para testes, análises e produção. Logo, o país precisa requerer as patentes.

Na opinião de Gonzalo Enríquez, doutor em Desenvolvimento Sustentável (UnB) e professor de Economia da Universidade Federal do Pará (UFPA), o patenteamento de substâncias biológicas e partes de organismos vivos é uma das controvérsias junto à biotecnologia e direitos de propriedade intelectual. “Existem setores francamente favoráveis e os que lhe fazem oposição. A tese favorável voltou a tomar corpo a partir do anúncio da conclusão do sequenciamento do genoma humano.

Há uma linha argumentativa segundo a qual as pesquisas biológicas e da engenharia genética geram, na verdade, descobertas e não invenções, já que nada mais fazem do que recombinar materiais genéticos preexistentes ou isolar substâncias que ocorrem na natureza”.

Divergência entre os países

A decisão de patentear as substâncias diverge em vários países. Segundo Gonzalo Enríquez, os Estados Unidos já aceitam a apropriação do patrimônio genético. Em contrapartida, a maioria das nações européias não aceita a idéia. “Nem mesmo entre os países participantes do Projeto Genoma Humano há convergência quanto à questão. Para muitos especialistas, o código genético, sobretudo o do ser humano, é patrimônio inalienável de toda a humanidade. A própria Declaração Universal do Genoma Humano e dos Direitos Humanos, promulgada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco): o genoma, em seu estado natural não deve dar lugar a ganhos financeiros”.

Benefícios ao BrasilSegundo o parlamentar Mendes Thame, a exploração da biodiversidade brasileira pode trazer benefícios ao país. Dados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Biopirataria, finalizada em 2006 e que estudou a proteção do patrimônio genético do Brasil, cujo deputado foi relator, apontam que é necessário beneficiar e remunerar as comunidades detentoras da biodiversidade. Ele salienta que as patentes devem ser conferidas, apenas, às substâncias isoladas. De acordo com o PL, para ser patenteado, o material deve apresentar requisitos de novidade, aplicação industrial e atividade inventiva.

VEJA AQUI MATÉRIA COMPLETA DA REVISTA ACESSO E DEBATE NA CAMARA DOS DEPUTADOS

ESPORTE - O PRESIDENTE LULA É PÉ QUENTE

Mano Menezes
Técnico do Corinthians

Treinador de futebol vive de resultados positivos. Essa frase famosa e muito desgastada no meio futebolístico ganha a cada dia mais um capítulo com uma nova demissão. Se o time não vai bem, não demora pra se encontrar um culpado: o técnico.

Mano Menezes não vive esse drama. No comando do Corinthians conquistou os três últimos campeonatos que disputou e é adorado por dirigentes e torcedores. Foi campeão da Série B do Brasileirão, do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil, garantindo a equipe na Libertadores da América em 2010, ano do centenário do clube.

No mês passado a rede de TV americana CNN divulgou uma pesquisa onde Mano Menezes aparece em quarto lugar como o treinador com o melhor aproveitamento. Ele ficou atrás apenas de três grandes nomes do futebol mundial: Josep Guardiola, do Barcelona; Alex Fergunson, do Manchester United e o português José Mourinho, da Inter de Milão.

Mano Menezes nasceu na cidade gaúcha de Passo do Sobrado e foi zagueiro do Guarani de Venâncio Aires. Como técnico, iniciou a carreira treinando equipes de base no futebol gaúcho. Passou pelo Guarani de Venâncio Aires, XV de Novembro de Campo Bom, Caxias e Grêmio antes de chegar ao Corinthians.

Participam como convidados entrevistadores:
Antero Greco, editor de esportes do jornal O Estado de S. Paulo e comentarista da ESPN Brasil; Vladir Lemos, apresentador e editor-chefe do programa Cartão Verde, da TV Cultura; Dan Stulbach, ator e Andrea Pasquini, diretora do filme Fiel.

Apresentação: Heródoto Barbeiro

Transmissão ao vivo pela Internet a partir das 17:30, no site do programa.

O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h10.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
RODA VIVA ENVIE SUA PERGUNTA AQUI

ECONOMIA - A queda da indústria do Pará, distorção da informação

Um jonal que circula no estado do Pará e que pertence a uma família de jornalistas, informou dia 08.07.2009 sobre dados da evolução da indústria parense. Segundo o Jornal o IBGE aponta que o Pará teve queda de 5.6% na produção, a maior do Brasil. A informação é impecável, até aqui, só que se analisamos os detalhes dos dados vamos encontrar, na mesma página do jornal, que a referida queda se deve, principalmente à queda da produção mineral que experimento uma redução de -14,1%.

Se os dados da produção mineral fossem comparados com outros estados da federação, os resultados revelam uma queda da produção maior em estados como MG (-20,0%) e Espírito Santo (-29,0), sendo a média nacional de -11,3%. O jornal não mintiu, apenas a manchete da uma idéia errada.

CURIOSIDADES - Chocolates Hershey´s, azar para eles. Nâo consuma essa marca

Homem morre ao cair em tanque de chocolate
Um funcionário de uma fabrica de doces nos Estados Unidos morreu ao cair dentro de um tanque de chocolate quente, segundo informou a rede americana CNN.

De acordo com as autoridades locais, Vicent Smith II, 29 anos, estava colocando chocolate dentro do tanque de derretimento, quando caiu de uma plataforma de pouco mais de 2,5 m de altura. Ele bateu com a cabeça na pá de agitação da máquina.

Outras três pessoas estavam na plataforma na hora do acidente, uma delas tentou desligar a máquina, mas não conseguiu salvar Smith. A fábrica é de propriedade da Cocoa Services Inc. e produz chocolate para a marca Hershey´s. (Terra)