sábado, 2 de maio de 2009

MEIO AMBIENTE - Defesa da floresta em pé - Brasileiros não querem desmatamento para aumentar área de agricultura

A ideia de aumentar a área de agricultura às custas de derrubada da floresta desagrada a maioria dos brasileiros. Em pesquisa divulgada na quarta-feira (29) pelo Datafolha, 94% dos entrevistados disse que gostaria de que os desmatamentos parassem de ocorrer, evitando assim desastres ambientais.

A pesquisa foi realizada a pedido da ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, e ouviu 2.055 pessoas no mês de abril. Apenas 3% dos entrevistados afirmou que permitiria mais desmatamentos para aumentar a produção agrícola.

Quando questionados sobre a legislação ambiental, 91% dos entrevistados respondeu que as leis deveriam ser mais rígidas, para dificultar o desmatamento, enquanto 5% afirmou que as leis devem continuar como estão, e 4% gostaria de que elas fossem mais brandas, para anistiar os produtores que estão na ilegalidade.

Imagens de satélite mostram região de Peixoto Azevedo (MT). Na parte de cima, as florestas da região em 1992. Embaixo, já em 2006, mata cede espaço à agropecuária. (Foto: Nasa/Divulgãção)

No momento de apontar os responsáveis pelo desmatamento, a resposta é menos unânime. A maior parte (60%) das pessoas ouvidas disse que a maior culpa pelo desmatamento cabe às instituições de governo, que não aplicam as leis. Em segundo lugar (12%) ficou a legislação, que seria muito permissiva. A lista dos culpados é preenchida pelos consumidores (9%), que escolheriam apenas o produto mais barato; os financiamentos bancários (8%), que incentivariam atividades desmatadoras; e as redes de varejo (8%), que não se interessariam pelos produtos que comercializam.

Um recado também foi deixado para a próxima eleição: 93% dos entrevistados afirmou que votaria em candidatos que dificultassem o desmatamento, enquanto 3% disse pretender votar em pessoas que anistiem o desmatamento anterior, e 2% votaria em candidatos que permitissem mais derrubada de florestas.

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GRIPE - China interrompe a entrega de crianças adotadas por causa da gripe - 中国站提供收养儿童因为流感

O governo chinês deu instruções às agências de adoção internacionais para que aconselhem os pais que adiem as viagens para buscar as crianças já atribuídas, com o objetivo de evitar possíveis problemas derivados da gripe suína.

"Atualmente há casos de infecção humana da gripe suína detectados em alguns países e regiões. Devido ao alto caráter infeccioso dessa doença, as crianças são suscetíveis a ela devido a sua baixa capacidade de resistência. Com o objetivo de evitar infecções cruzadas durante o processo de registro de adoção e proteger a saúde das crianças nos orfanatos, assim como a dos pais, pede-se às agências que aconselhem os pais adotivos que receberam a notificação de vinda à China para a adoção que adiem a viagem", indica o anúncio feito pelo Centro de Assuntos de Adoção da China (CAAC) datado de 30 de abril.

Segundo o órgão, o período de validade da viagem para as notificações emitidas entre 1º de março e 30 de abril deste ano foi prolongado em três a cinco meses, mas não é necessário atualizar os papéis.

As instruções do governo não falam em proibição, embora na prática possam representar uma paralisação temporária, à espera de ver como evolui a epidemia nos próximos meses. A medida foi recebida com nervosismo por algumas famílias espanholas, que afirmam ter recebido instruções de não se deslocar, por enquanto, à China.
Leia mais no El País

MAIS DA GRIPE - Um vírus de fácil difusão e baixa mortalidade - A virus of easy diffusion and low mortality




Alicia Rivera
Em Madri
Gripe nível 5: "Uma pandemia é iminente e urge o tempo para que as autoridades sanitárias de todo o mundo preparem planos de intervenção em resposta". Dito assim, poderia parecer que a Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta sobre um risco de hecatombe planetária devido à gripe H1N1. Na realidade, em uma semana, houve 257 casos confirmados de pessoas doentes por essa nova gripe e menos de uma dezena de mortos. Pela gripe avícola, que começou em 2003 e continua atacando, foram registrados até agora 421 infectados e quase a metade morreu. Mas em nenhum momento a OMS elevou o alerta dessa gripe procedente das aves acima da fase 3, na classificação vigente de preparação e reação à pandemia de gripe.
É preciso levar em conta que esse nível 5 de alerta atende a fatores como resistência demonstrada de transmissão do vírus entre seres humanos, levando em conta a concentração regional de casos, embora na maioria dos países do mundo não tenha sido registrado nenhum, e não a morbidade (doentes) ou mesmo a mortalidade pela infecção.
A evolução dessa gripe está sendo "totalmente normal, não se sai do esperado nem apresenta especial gravidade", explica Vicente Larraga, diretor do Centro de Pesquisas Biológicas do CSIC.
A gripe se difunde facilmente pelo ar, e todo ano contagia milhões de pessoas.
A morbidade, na ausência de um surto excepcional, da gripe comum está entre 10% e 20%, com impacto muito variável por idades, mas a mortalidade é baixa (pouco mais de 0,1%) e se deve essencialmente a doenças pulmonares e cardiovasculares associadas. Na Espanha morrem entre 2 mil e 3 mil pessoas por ano.
Outra infecção respiratória que causou há poucos anos um grande alarma, dessa vez, sobretudo, no Extremo Oriente, foi a Sars (síndrome aguda de insuficiência respiratória). Embora o vírus que a provocou não tenha nada a ver com o da gripe, foi transmitida igualmente pelo ar, afetando as vias respiratórias e os intestinos. O surto de Sars foi detectado em novembro de 2002 e a OMS declarou o final de epidemia em julho de 2003; nesse tempo foram registrados 8 mil casos, dos quais 800 pessoas morreram.
"A mortalidade por Sars foi variável entre os afetados pelo grupo de idade: foi superior a 50% entre os maiores de 50 anos; de 6 a 10% nos doentes de 10 a 50 anos e não se registrou nenhum falecimento infantil", explica o virologista do CSIC Luis Enjuanes, coordenador do Plano de Ação de Euro-chinês para a Sars.
No entanto, a capacidade de difusão desse vírus, que fez disparar o uso de máscaras protetoras em muitos locais do Oriente, era baixa em comparação com o da gripe. "Calculou-se que uma pessoa com gripe em um avião pode infectar todos os passageiros da cabine, enquanto se tiver a Sars só infectaria os que estiverem sentados nas fileiras anterior e posterior a sua".

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Mapa da gripe suína

Confira os casos de gripe suína reportados ao redor do mundo no Estadão

MEIO AMBIENTE - Especialistas e senadores defendem crescimento econômico com preservação ambiental

No Senado houve um amplo debate sobre a legislação ambiental, entretanto, pouco se debateou sobre as verdadeiras causas do grave problema da Amazônia, o desmatamento a destruição da floresta, e a falta de oportunidades econômicas para os mais de 20 milhões de brasileiros que aí moram. Parece que a discussão foi centrada muito mais na busca de oportunidades para madeireiros, agricultores do que para as comunidades que cuidam da floresta e que foram historicamente esquecidas.

Na busca de soluções para a terra derrubada e desmatada, não se procura soluções para os que se encontram dentro da floresta. Assim, as comunidades que vivem na floresta encontram no desmatamento um verdadeiro inventivo para migrar para as áreas derrubadas, já que é nesse setor onde existem maiores ações de políticas públicas e alternativas para econômicas para as áreas já desmatadas.

Durante décadas foram promovidas atividades ambientalmente predatórias, como a pecuária e a indústria madeireira e, recentemente, a propagação da soja, que tem ampliado de forma extrema a fronteira agrícola. Embora tais atividades tenham, de certa forma, elevado a renda regional, e em alguns dos casos a renda per capita, elas não promoveram a eqüidade social desejada e têm acarretado o desmatamento e a destruição da floresta.

Assim a rica biodiversidade amazônica vem sendo espoliada e subaproveitada, ao longo dos tempos. Especialistas concordam que o momento atual é especialmente favorável para o aproveitamento da rica biodiversidade regional em bases eqüitativas, ambientalmente sustentáveis e economicamente dinâmicas.
Uma das possibilidades de uso sustentável da biodiversidade regional é por intermédio da bioindústria, que só agora começa a tratar esta questão como uma atividade econômica promissora para a região.

Apesar dessas deficiencias esse passo dado pelo Senado Federal é extremamente importante e mesmo sendo pouco representativo em quanto aos participantes dos diversos setores é um avanço que devemos celebrar.


VEJA AQUI A REPORTAGEM DA AGÊNCIA SENADO



Pela primeira vez, todas as comissões permanentes do Senado estiveram reunidas para discutir um assunto. Nesta quarta-feira (29), em audiência pública presidida pelo senador Valter Pereira (PMDB-MS), o Plenário ouviu especialistas e autoridades públicas sobre a legislação ambiental e a sua relação com agronegócio.

A posição unânime é a de que o país deve adotar uma postura de desenvolvimento econômico sem descuidar do meio ambiente. A diferença está na forma como isso será feito.

A senadora Kátia Abreu (DEM-TO), de quem partiu a idéia do debate, defendeu que os estados possam regulamentar aspectos particulares da legislação ambiental, ficando a cargo da União as linhas gerais.

Ex-ministra do Meio Ambiente, a senadora Marina Silva (PT-AC) disse que mudanças na legislação devem ser resultado de diálogo com a sociedade. Ela citou pesquisa segundo a qual 90% dos brasileiros não admitem aumento nas áreas desmatadas, mesmo que isso signifique aumento nos preços dos alimentos.
Acompanhe a seguir a cobertura completa da audiência pública na Agência Senado

POLÍTICOS - A pior notícia de Serra

Por Gilberto Dimenstein da Folha Online
O aumento da criminalidade em São Paulo --e, especialmente o recorde do número de roubos e maior incidência de latrocínios-- é a pior notícia de toda a gestão do governo Serra.
A notícia é muito pior do que os indigentes indicadores revelados, há duas semanas, das escolas estaduais, que não demonstraram evolução, mas também não pioraram.
Não só parou de cair, mas como subiu a taxa de homicídios, depois de uma queda desde 1999.
O governo explica que uma das razões pode ser a crise econômica, que aumentou o desemprego. Até agora, porém, a explicação oficial para a redução da violência era a eficiência policial --o que eu sempre questionei, por ver que existiam também ações comunidade, influências demográficas e ampliação da escolaridade.
Nesse momento em que a curva muda, o problema, na visão do governo estadual, é mais externo do que interno. Pode, em parte, ser verdade. Mas não cola.
Se não mudar rapidamente esses números, Serra deixará o governo, arranhando uma das maiores conquistas sociais não só de São Paulo, mas também do Brasil --a redução da violência. E será não por uma questão econômica, mas de gestão.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

COTIDIANO - RELIGIÃO - A BIBLIA DO DIABO TRAS A PISTA DO MISTERIOSO MANUSCRITO MEDIEVAL - THE BIBLE OF THE DEVIL


A Biblia do Diabo

Después de casi 360 años regresará a Bohemia por algún tiempo la octava maravilla del mundo medieval, la llamada Biblia del Diablo. El manuscrito del medioevo más grande del mundo lo robaron en Praga las tropas suecas durante la Guerra de los Treinta Años. Desde el siglo 17 el precioso volumen está en Estocolmo.

Mide casi un metro de largo, pesa alrededor de 90 kilos, tiene más de 600 páginas y un misterioso dibujo del diablo que le ha valido su nombre alternativo. Sin embargo, el “Libro Grande” es mucho más que eso. Un documental de National Geographic, un best seller que fabula con su historia y nuevas investigaciones en busca de su autor, lo traen de vuelta.

La leyenda dice que en la Edad Media un monje sentenciado a muerte, por una grave falta a las reglas del monasterio, negoció su pena. Temeroso de morir, acordó ser emparedado, encerrado en un cuarto de murallas sin salidas, donde escribiría -en una noche- el mayor libro del mundo con los conocimientos de Dios. Sin embargo, cuando se dio cuenta que no podría cumplir, pactó con el demonio, quien finalmente realizó la tarea por él y le salvó la vida.
La huella de ese pacto diabólico sería un dibujo de Lucifer -a página completa- estampado en dicho manuscrito, hoy resguardo por la Biblioteca Real de Estocolmo: el Codex Gigas ("Libro Gigante") o la Biblia del diablo, nombre alternativo que se ganó por la mencionada imagen.

Leia Reportagem completa no Jornal "La Nación"

GRIPE SUÍNA - MAIS UM SEGREDO SOBRE A ORIGEM E CONSEQUENCIAS DA NOVA ESTRATÉGIA EMPRESARIAL PARA SAIR DA CRISE, FICA A SEU CRITÉRIO (OBVIO) ACREDITAR

Antes de publicar este comentário anônimo, pensei muito se era correto difundir no Blog este tipo de INFORMAÇÃO.

Como sei que meus leitores, na imensa maioria dos casos, contam com um rigoroso critério seletivo da informação arrisquei e aqui vai este comentário sobre o novo caso que chama a atenção ao mundo.

Como mínimo, o comentário tem uma serie de dúvidas que devem ser esclarecidas pelas autoridades, principalmente no México, onde se originou a gripe.


Finalmente, ninguém aqui é júnior, como para acreditar em qualquer publicação anônima. Entretanto, também a gente quer saber detalhes, sem alarmismo, do processo que está preocupando ao mundo.

Veja aqui os comentários (a tradução é minha)

1 - A economia mundial precisava uma mudança

2 - O FMI destinaria 500 Bilhões de dólares para ajudar as economias emergentes, (os países pobres (México), dispostos a colaborar), pronto, os dados, já estavam no ar.

3 - Em seguida, veio a reunião privada do Presidente Felipe Calderón, do México e o Presidente Obama nos dias 16 e 17 de abril.

Surpreendentemente na quinta-feira, 23 de abril o Presidente do México convocou uma reunião de emergência com seu gabinete, e à noite o secretário de Saúde José Ángel Córdova Villalobos, anunciou em rede nacional, o aparecimento do vírus da gripe suína, bem como medidas imediatas, dentre elas, a interrupção das aulas em todos os níveis, no Distrito Federal e no Estado do México.

Dia 24 de abril, o grupo de países do G7 (g7+Russia) disse que a economia global devia retomar o crescimento neste ano e que se tomariam as medidas necessárias.

Finalmente, na segunda feira 27 de abril, a empresa farmacêutica Sanofi Aventis, anunciou que a injetaria 100 milhões de Euros na construção de uma nova fábrica de vacinas e que faria uma doação de 236.000 vacinas para apoiar a luta contra a influenza no México.
Do anterior se deduz que:

1. A mais de dois anos, a indústria farmacêutica mundial tem problemas financeiros, pelo declínio nas vendas de medicamentos.

2. Se você não criar guerras, crie doenças (assim, a economia global devia retomar o crescimento).

3. México, uma perfeita plataforma de lançamento da doença, os turistas vão ao México a partir de diferentes partes do mundo. Curiosamente, os países onde foram relatados casos das pessoas contaminadas que estiveram no México, e estão reforçando suas fronteiras, são os mesmos países do G-7. Como mínimo, curioso.

O que acontecera na próxima semana?. Possivelmente a suspensão das atividades das empresas da Cidade do México e do Estado do México. As aulas já foram suspensas até 6 de maio. O Governo fará uma análise das medidas tomadas e concluirá que "graças às medidas tomadas em tempo e ao apoio da opinião pública foram capazes de controlar a doença"

4. Pense um pouco, já que estamos falando a âmbito internacional, hoje se fala do vírus suíno e da crise financeira?. De antemão isto já é um alívio para o Banco Mundial e as bolsas do mundo.
Não será que, outra vez estamos sendo enganados (chupa cabras, Óvnis, Leite contaminado, etc.). As vendas dos medicamentos antigripais aumentaram enormemente, da mesma forma, aumentaram os preços e vendas das máscaras.

Se o argumento é que a interrupção de atividades provocará desemprego no México. O FMI já previa isso e destinará recursos do fundo para diminuir os efeitos da crise. Agora, pense nos lucros das grandes empresas transnacionais do setor que até pouco estava em crise.

O presidente mexicano anunciou que a doença é curável, e apenas informam de cifras gerais.


As perguntas que não querem calar?

1. Onde estão os mortos e onde estão concentrados os doentes?

2. Se realmente a doença é tão contagiosa, onde estão os familiares dos mortos?

3. Se o vírus da gripe suína é uma mutação da original dos suínos, o foco da infecção deveria ter começado no campo e não nas cidades.

3. Por que não se realizou até agora alguma entrevista com um paciente? (já foram apresentadas declarações de pessoas dizendo que um familiar tinha contraísdo a gripe, entretanto, agora já estava estável, graças aos medicamentos). Mas, se a família tem estado em contacto direto com o vírus, não seria lógico eles também, estarem doentes ou pelo menos em quarentena?

4. Porque não fala dos componentes do antigripal que está curando às pessoas doentes, e até hoje só se fala do nome comercial (no México).

quarta-feira, 29 de abril de 2009

FREBRE SUÍNA - UM SISTEMA ALIMENTÁRIO DE LIVRE MERCADO QUE MATA - AS ORIGENS E O VERDADEIRO EPICENTRO DO PROBLEMA - A food system that kills




A indústria da carne tem desencadeado uma nova praga

GRAIN, Abril de 2009

Veja Matèria na integra aqui

México está envolvido em um inferno que se repete depois do aparecimento da gripe aviária (ou gripe) aviária na Ásia, embora hoje, com um maior grau de mortalidade. Mais uma vez, a resposta oficial das autoridades vem tarde demais e cheia de falsedades. E mais uma vez, a indústria mundial de carne é o centro da situação e faz todos os tipos de desmentidos a medida que se acumulam provas sobre o seu papel na crise. Apenas cinco anos após o início da crise provocada pelo vírus da gripe aviária H5N1, e depois de muitos anos de uma estratégia global contra a pandemia de gripe, coordenados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e Organização Mundial da Saúde Saúde Animal (OIE), o mundo está chocado com o desastre causado pela gripe suína. A estratégia global falhou e deve substituí-lo por um sistema público de saúde, no qual as pessoas podem confiar.

O que sabemos sobre a situação no México é oficialmente que matou mais de 150 pessoas devido a uma nova variante da gripe suína que, de fato, é um cocktail genético do vírus da peste aviária, gripe e humanos. O novo vírus evoluiu para uma forma que se propaga facilmente de pessoa para pessoa e é capaz de matar as pessoas até as que eram perfeitamente saudáveis. Nós não sabemos exatamente onde você viu a evolução e recombinação genética, mas o óbvio lugar para procurar a sua origem está na criação da indústria do México y Estados Unidos[1]

Especialistas têm alertado para os anos que o aumento dos criadouros industriais de grande escala na América do Norte, criou condições perfeitas para o aparecimento e disseminação de novas formas de gripe altamente virulenta. "Porque os sistemas de energia tendem a concentrar um grande número de animais, em muito pouco espaço, facilitar a rápida transmissão e mistura de vírus", disse investigadores do National Institute of Health (NIH) dos Estados Unidos em 2006 [2]. Três anos atrás, a revista Ciência advertiu que a gripe suína evoluiu novamente para o rápido aumento no tamanho dos reprodutores da indústria e do uso generalizado de vacinas, estas infra-estruturas [3]. repetida a história da gripe das aves . Condições insalubres e superlotação das fazendas que compõem o vírus facilmente recombinam e desenvolver novas formas. Quando isso acontece, a natureza centralizada do sector garante que a doença está a espalhar-se afastadas, quer por fezes, alimento, água, ou mesmo as botas dos trabalhadores [4]. No entanto de acordo com o Centers for Disease Control and Prevention dos Estados Unidos "não existe qualquer sistema de monitorização nacional para identificar vírus que são prevalentes na população suína dos Estados Unidos" [5]. A situação é idêntica no México.

Comunidades no epicentro

Uma coisa que sabemos sobre o surto de peste suína ou gripe aviária no México é a de que a comunidade de La Gloria, Veracruz estado autoridades estavam tentando responder a uma virulenta epidemia de uma misteriosa doença respiratória que atingiu nos últimos meses. Os habitantes de La Gloria estão confiantes de que a doença está relacionada com a poluição das grandes explorações de suínos recentemente instalado por Carroll Farms, uma filial da empresa E.U. Smithfield Foods, o maior produtor de suínos no mundo.

Após inúmeros esforços da comunidade para levar ajuda às autoridades, os esforços foram cumpridos com a prisão de vários líderes da comunidade ameaças e morte contra aqueles que falam contra a empresa Smithfield em finais 2008, alguns funcionários locais Saúde decidiram investigar. A prova revelou que mais de 60% da população de 3 mil pessoas foram infectadas com a doença respiratória, mas as autoridades não confirmam o que era doença. Smithfield negou qualquer ligação com o estado das suas instalações. Barely 27 de Abril de 2009, dias após o governo federal mexicano anunciou oficialmente o surto da peste aviária, a imprensa revelou que o primeiro caso diagnosticado no país foi uma criança de 4 anos na comunidade de La Gloria, o 2. de abril de 2009. Secretário de Saúde do México disse que a amostra que você tomou foi a única criança nesta comunidade que as autoridades mantida. Isto apesar do facto de uma empresa privada de Risco avaliação U. S. Veratect, tinha notificado OMS funcionários na região de surtos de doença respiratória no poderoso La Gloria desde início de Abril de 2009 [6]. Quando a amostra obtidos a partir da criança fez exames laboratoriais confirmaram que era gripe suína [7].

Referencias
1 La industria porcina en México, al igual que sus contrapartes en Estados Unidos, no desean que a la enfermedad se le llame “gripe porcina”, aduciendo que no la transmiten los cerdos, sino que se transmite directamente entre las personas. Su preocupación, por supuesto, es el mercado de la carne de cerdo, que rápidamente ha colapsado producto del estigma. Algunas autoridades mexicanas, como el gobernador de Veracruz, están diciendo que la enfermedad viene de China, aunque no hay ninguna evidencia al respecto.
2 Mary J. Gilchrist, Christina Greko, David B. Wallinga, George W. Beran, David G. Riley and Peter S. Thorne, “The Potential Role of CAFOs in Infectious Disease Epidemics and Antibiotic Resistance", Journal of Environmental Health Perspectives, 14 de noviembre de 2006.
3 Bernice Wuethrich, “Chasing the Fickle Swine Flu”, Science, vol. 299, 2003
4 Iniciativa de políticas pecuarias en favor de los pobres. La producción pecuaria industrial y sus riesgos para la salud mundial. FAO, 2007. http://www.fao.org/ag/againfo/programmes/es/pplpi/docarc/pb_hpaiindustrialrisks.html
5 CDC, 21 de abril, 2009 / 58 (Dispatch);1-3: http://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/mm58d0421a1.htm
6 Dudley Althaus, “World’s queries have no answers”, Houston Chronicle, 27 de abril de 2009.
7 Andrés T. Morales, “Cerco sanitario en Perote, tras muerte en marzo de bebé por gripe porcina”, La Jornada, 28 de abril de 2009: http://www.jornada.unam.mx/2009/04/28/index.php?section=politica&article=012n2pol; Tracy Wilkinson y Cecilia Sánchez, “Mexico tries to focus on source of infection”, Los Angeles Times, 28 de abril de 2009.

LEIA AQUI O ARTIGO NA INTEGRA

AMAZÔNIA, BIODIVERSIDADE - CONFIRA UMA AÇÃO ESTRATÉGICA DO GOVERNO DO PARÁ - AN ACTION STRATEGY OF THE GOVERNMENT

Em Belém, Pará será lançado o Edital convocando a pesquisadores e interessados para realizar pesquisas em cadeias produtivas da biodiversidade. O foco será nas cadeias mais consolidadas (castanha-do-pará, copaíba, andiroba e babaçu) e cuja produção é realizada em comunidades extrativistas.

O evento ocorrerá no dia 07 de maio de 2009, terça-feira, com inicio às 15h, tendo por local o HILTON BELÉM HOTEL, localizado na Avenida Av. Presidente Vargas, 882, Centro, Belém-PA, com transmissão pelo site da Fundação de Pesquisa do Estado do Pará.

Os Governos dos Estados do Pará, Amazonas, Maranhão, Tocantins e Acre, por intermédio das suas respectivas Fundações de Amparo a Pesquisa, FAPESPA, FAPEAM, FAPEMA, FUNTAC e Secretarias de Ciência e Tecnologia (SECT-TO e SEDECT-PA), reuniram esforços para promover a formação e o fomento da REDE AMAZÔNICA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE BIOCOSMÉTICOS – REDEBIO.

A formação da REDEBIO objetiva, a partir do uso sustentável da biodiversidade disponível nos Estados partícipes, com ênfase nas cadeias produtivas extrativistas da biodiversidade da castanha-do-Pará, da andiroba, da copaíba e do babaçu, incentivar a criação e estruturação de sub-redes de pesquisa capazes de induzir o desenvolvimento de diversas áreas do conhecimento e fortalecer a capacidade instalada nas instituições de pesquisa, visando a transferência de tecnologia para as empresas regionais que atuam nesses segmentos do mercado, de modo a torná-las mais competitivas e visando geração de emprego e renda.

Neste contexto, os Governos dos Estados do Pará, Amazonas, Maranhão, Tocantins e Acre convidam os interessados, de acordo com as especificidades do Edital de Formação da Rede Amazônica de Pesquisa e Desenvolvimento de Biocosméticos – REDEBIO, a submeter propostas que estejam alinhadas com pelo menos um dos seguintes temas:

Desenvolvimento de sistemas agroecológicos voltadas para a produção de insumos das cadeias produtivas de cosméticos;
Desenvolvimento tecnológico no processamento dos insumos;
Avaliação sazonal da composição química de óleos e extratos;
Padronizaçao e estabilização de extratos e óleos regionais, e
Melhoramento de preparações e delineamento de formulações cosméticas.