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quarta-feira, 3 de abril de 2013

PA: operação armada no Tapajós preocupa MPF e indígenas

A Secretaria Geral da Presidência da República e o Ministério das Minas e Energia (MME) terão que explicar ao Ministério Público Federal (MPF), no prazo de dez dias, o motivo e a finalidade da Operação Tapajós, iniciada no dia 27 de março, que mobiliza, em Itaituba, no oeste do Pará, homens da Força Nacional, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Aérea Brasileira e da Fundação Nacional Nacional do Índio.




Na semana passada, por causa do risco de conflito com os indígenas, o MPF pediu que a Justiça Federal impedisse a realização da operação nas proximidades da Terra Indígena Munduruku, onde está planejada a construção da usina hidrelétrica São Luís do Tapajós. O pedido foi negado pelo juiz Airton Aguiar Portela, de Santarém (PA).

Durante a última operação policial em uma aldeia munduruku, a Teles Pires, em dezembro do ano passado, o índio Adenilson Munduruku morreu. Segundo o MPF, a Operação Tapajós, é uma “patente violação à decisão da Justiça”, já que o licenciamento ambiental da usina está suspenso pela falta de consultas prévias aos indígenas.

Diante das versões conflitantes do próprio governo sobre os objetivos da operação, o MPF em Santarém (PA) enviou documentos para a Secretaria Geral da Presidência da República e para o Ministério das Minas e Energia em que pede esclarecimentos.

Quando a operação começou, o Ministério de Minas e Energia divulgou uma nota com a informação de que “cerca de 80 pesquisadores, entre biólogos, engenheiros florestais e técnicos de apoio” darão continuidade ao “levantamento de fauna e flora no médio Tapajós que irá compor, entre outros estudos, o Estudo de Impacto Ambiental para a obtenção de Licença Prévia do Aproveitamento Hidrelétrico São Luiz do Tapajós”. A Advocacia Geral da União também anunciou que a operação garante o cumprimento do cronograma dos Estudos de Impacto da usina.

De acordo com o MPF, a informação do MME e da AGU não foi confirmada pelo assessor da Secretaria Geral da Presidência da República, Paulo Maldos. Em entrevista ao programa Voz do Brasil, no dia 28 de março, Maldos considerou o trabalho na região do Tapajós é “um trabalho mais de pesquisa ainda, tem uma série de propostas de políticas públicas da região, tem propostas de empreendimentos na questão energética com relação à construção na situação que se fala, de verificar a viabilidade daqui alguns anos da instalação de uma hidrelétrica”.

Porém, ao contrário do que disse o assessor Secretaria Geral da Presidência da República, o MME e a AGU justificaram a operação militar na região como necessária para concluir o Eia-Rima da usina São Luiz do Tapajós ainda em 2013.

O MPF argumentou que os Munduruku já declararam em diversas ocasiões que não aceitam estudos para usinas em suas terras enquanto não for feita a consulta prévia que a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho obriga.

A consulta aos índios sobre as usinas já é objeto de uma ação judicial do MPF. O mesmo juiz Airton Portela chegou a conceder liminar favorável ao MPF garantindo a consulta e a realização de uma avaliação ambiental integrada na bacia do Tapajós antes de qualquer estudo de impacto específico. Mas ele não considerou que a operação militar atual seja contrária à consulta e acreditou no argumento de que os estudos atuais serão usados para a avaliação ambiental integrada.

O Blog da Amazônia teve acesso a um longo relatório sobre o clima de tensão na região. Assinado pelo arqueólogo Raoni Valle, o documento foi enviado na segunda-feira (1) para organizações de defesa dos direitos humanos e do meio ambiente.

- Nao se tratava de operação contra crimes ambientais, mas de uma operação a favor do maior crime ambiental de todos, que é essa hidroelétrica (crime ambiental e humano), para intimidação e repressão dos indígenas e sujeição humilhante aos estudos de impacto antes das consultas prévias – escreveu Valle, que trabalha no Programa de Antropologia e Arqueologia da Universidade Federal do Oeste do Pará e conduz um projeto de capacitação de professores indígenas em arqueologia nas aldeias Munduruku no Médio Tapajós.

O arqueólogo relata que conversou com o cacique Juarez e que os índios não queriam a entrada de militares e piliciais temendo a repetição do ocorrido em Teles Pires. O maior temor é porque os homens envolvidos na operação vão se deslocar nas trilhas de caça dos indígenas, acompanhando pesquisadores em suas coletas, muito próximos a aldeia.

- Isso poderia levar a um contato com indígenas caçando com espingardas e isso, por sua vez, poderia ser o estopim para, mesmo sem invasão deliberada da aldeia, haver algum tipo de abertura de fogo contra os indígenas – relata o arqueólogo.

Por: Altino Machado
Fonte: Blog da Amazônia/ Terra Magazine

sábado, 26 de maio de 2012

Em Altamira - Blog do BACANA


Zé Geraldo não será candidato a prefeito de Altamira.
Ontem o pessoal do PT falou com o PMDB.
Mas Claudomiro do PSB pode levar a melhor e ter o apoio dos vermelhos
.

Pelo bem de Altamira....

quarta-feira, 23 de maio de 2012

MAIS SOBRE A UFOPA - ESCLARECIMENTO À SOCIEDADE E À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA


A reação da Universidade do Oeste do Pará (UFOPA) foi rápida, ante o pronunciamento do deputado e pecuarista o capixava Zé Geraldo membro da direção nacional do PT quer declarou um banho de corrupção na UFOPA. O que este deputado não sabe é que na universidade existem câmaras técnicas, Órgãos competentes para tratar assuntos do interesse da Academia. Mesmo tenha uma reitoria Pro-Tempore, não pode ser trocada, como se trocam os dirigentes do INCRA (com polícia) ou dirigentes de uma repartição pública direta. Seria bom o Zé Geraldo conhecer uma universidade onde se estuda e se produzem entre outras coisas muitos doutores. Assim aprenderia que la a única "baderna" aceitável é a que produzem os estudantes e professores. A vida universitária, com deus defeitos é extremamente rica. É a única instituição que permanece intata desde a época medieval.   


Seguem os esclarecimentos à comunidade universitária da direção da UFOPA. 

1. A presente Manifestação à Sociedade e à Comunidade Universitária decorre de pronunciamento na Câmara Federal e da recente produção de graves denúncias, reproduzidas em mídia, contra a Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e alguns dos seus dirigentes e servidores que dão suporte à primeira fase de implantação da Instituição;

2. Esses pronunciamentos e denúncias, que apenas vêm se repetindo periodicamente, envolvendo as mesmas pessoas, claramente pretendem repassar para a comunidade e para a opinião pública um falso e artificializado cenário de crise na UFOPA e, desta vez, coincidem com o término do Congresso Estatuinte e o encaminhamento à Reitoria do Projeto de Estatuto, que será apreciado e aprovado pelo Conselho Universitário Pro Tempore, com base na Constituição Federal e na legislação vigente;

3. Lembramos que o Processo Estatuinte foi instituído por ato da Reitoria e o seu desfecho representa uma conquista geral para a Instituição;

4. A Administração Pro Tempore da UFOPA foi escolhida, constituída e designada pelo Governo Federal, desde a sua fase de estruturação, para promover o processo de implantação e de organização da nova Universidade, incluindo pessoas que já têm experiência da administração universitária e, no caso do reitor, pela sua ampla e longa vivência no meio acadêmico e na administração universitária e pela respeitabilidade que granjeou em todos
os setores da Educação e da Administração Pública, fatores essenciais para esta desafiadora e complexa fase de instalação de uma nova universidade;

5. Essa Administração, portanto, vislumbra concluir o processo de implantação da Universidade com a consolidação de uma base física mínima necessária, um corpo docente qualificado, um corpo técnico-administrativo sólido e competente, um corpo discente consolidado e com o aparato normativo interno em pleno vigor, para que a nova Instituição possa atuar com autonomia e autodeterminar o seu destino;

6. O clima de denúncias que só parece pretende acelerar a mudança de comando na Universidade é avaliado neste momento como um artifício nocivo àprópria Instituição, que exatamente nesta fase começa a andar com suas próprias pernas, que colhe as primeiras conquistas e que já se firma de forma consistente entre as melhores instituições, com o seu modelo acadêmico novo e inovador, o que nos abre a possibilidade de um processo
de transição pacificado, num ambiente acadêmico respeitável e numa
perspectiva grandiosa para a Educação e para o Conhecimento na Amazônia;

7. As denúncias contra a UFOPA, que passaram a proliferar nas últimas semanas, parecem apostar numa suposta ingenuidade da comunidade universitária e da própria população, como se a tramitação dos processos de obras, compras e aquisições ficasse restrita apenas ao Reitor e a um grupo fechado de auxiliares. E todos sabem que não é assim.

8. Quem conhece um mínimo de universidade sabe que esses processos, geralmente com vários volumes, tramitam em inúmeras instâncias e unidades e obedecem a um rigoroso procedimento previsto na legislação antes de ter uma decisão. Impossível, portanto, qualquer tipo de desvio ou irregularidade sem envolver um número enorme de servidores, técnicos e
dirigentes. Daí, que esse tipo de acusação infundada só faz atingir a honra e a dignidade dos próprios servidores da Instituição, que trabalham com dedicação e seriedade e que acabam vendo o seu trabalho sendo denegrido e acusado de desonesto;

9. Todas as contratações de obras e de serviços na UFOPA são realizadas com total respaldo na legislação vigente, principalmente na Lei das Licitações e Contratos e na Lei do Pregão Eletrônico, neste caso para a aquisição de bens e serviços comuns. Esses processos passam,
inicialmente, pela análise da Procuradoria Geral Federal, vinculada à Advocacia Geral da União, e, posteriormente, pela inspeção da Controladoria Geral da União. Para os casos que mereceram algum tipo de denúncia interna, a Reitoria da UFOPA imediatamente procede à averiguação do assunto, para o seu total esclarecimento inclusive notificando as empresas para manifestação;

10. As aquisições de terrenos, que fazem parte do plano de implantação, expansão e consolidação da UFOPA, como uma universidade criada há dois anos, são todas precedidas de avaliação de órgão oficial, no caso a Superintendência de Patrimônio da União (SPU), de acordo com o que é determinado pela legislação (publicado no Diário Oficial da União – DOU), e, posteriormente, de exame por parte do Ministério da Educação, órgão ao qual a Instituição se encontra vinculada, além dos controles já citados acima;

11. Portanto, a UFOPA atua em total obediência à legislação e totalmente vinculada e articulada com os órgãos de controle interno e externo e da Administração Federal, que vêm, inclusive, prestando valiosa contribuição ao processo de implantação dos sistemas federais na Instituição conforme pode ser verificado no relatório da CGU;

12. Por outro lado, a implantação da UFOPA significa o início de um novo ciclo de desenvolvimento na Região Oeste do Pará e na Amazônia. Tem-se a clareza que para isso se tornar realidade temos que fazer uma revolução em ciência, tecnologia e inovação que implica a atração e fixação de pessoal qualificado, o que a UFOPA tem feito com muito sucesso;

13. O resultado desse trabalho fica visível quando se verifica a ampliação de oportunidades na graduação e na pós-graduação, com mais de sete mil alunos matriculados, e na ampliação das parcerias com o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Governo do Estado do Pará para a implantação do Parque de Ciência e Tecnologia do Tapajós; com a Eletronorte, na implantação da Base Científica de Curuá-Una; com o Ministério da Integração Nacional e SUDAM, para a implantação do Núcleo de Tecnologia em Aquicultura, que atraiu, inclusive, a visita do ministro à UFOPA; com a Prefeitura Municipal de Santarém, na cessão de pessoal, na melhoria das vias de acesso aos Câmpus da UFOPA e na remoção de famílias que hoje ocupam área institucional e que merecem um cuidado humano e social adequados;

14. É importante que todos entendam que estamos em um período de transição e que a universidade é uma instituição complexa e não se consolida de uma hora para outra;

15. É legítimo que as pessoas tenham o desejo de se tornarem o dirigente máximo da instituição, contudo isso deve ser conquistado pelo mérito e não se tentando desqualificar pessoas que têm uma história na vida acadêmica, científica e de gestão universitária.

16. É importante ter hoje à frente da Universidade uma pessoa de competência comprovada na vida acadêmica para superar os desafios para a construção da primeira universidade federal no interior da Amazônia;

17. Esse quadro de denuncismo sistemático e artificioso, que acompanha a tentativa de desqualificar um trabalho que vem sendo realizado pela ampla maioria da comunidade acadêmica, impõe que a sociedade e a comunidade universitárias estejam atentas, daí o nosso dever de esclarecer a todos sobre essas questões;

18. Em face disso, a Administração da UFOPA coloca à disposição de todos os órgãos, autoridades, representantes, cidadãos, membros ou não da Comunidade Universitária, inclusive àqueles que nunca entraram na UFOPA, todos os processos, a documentação e a infraestrutura das suas unidades relacionadas com as denúncias que vêm sendo formuladas para que todas as questões sejam respondidas e todas as denúncias sejam esclarecidas, pois
isso só fará bem à verdade e à própria Universidade;

19. A vida e a história nos ensinam que as pessoas passam e que as instituições ficam. A Administração Pro Tempore da UFOPA estará passando, mas é importante que haja uma transição madura e benéfica tanto para a Universidade quanto para seus alunos, para que a qualidade e o crescimento institucional não sofram nenhuma solução de continuidade e que a Instituição possa sobreviver a todos os ataques e a todas as dificuldades para esta e para as futuras gerações.

Santarém, 22 de maio de 2012.

JOSÉ ANTONIO DE OLIVEIRA AQUINO – PRÓ-REITOR DE ENSINO

ARLETE MORAES – PRÓ-REITORA DE ADMINISTRAÇÃO

RICARDO BEZERRA DE OLIVEIRA – PRÓ-REITOR (EM EXERCÍCIO) DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

ALDO GOMES QUEIROZ – PRÓ-REITOR DE PLANEJAMENTO INSTITUCIONAL

JORGE TRIBUZY NETO – SUPERINTENDENTE DE INFRAESTRUTURA

SOLANGE HELENA XIMENES – DIRETORA DO ICED

MARIA FRANCISCA ADAD – DIRETORA DO ICS

JOSÉ REINALDO PACHECO PELEJA – DIRETOR DO ICTA

JOÃO RICARDO VASCONCELOS GAMA – DIRETOR DO IBEF

MARIA DE FÁTIMA MATOS DE SOUZA – DIRETORA DO CFI

HÉLIO CORREA FILHO – DIRETOR DO CTIC

DÓRIS FARIA – ASSESSORA

PÉTIA ARRUDA DE OLIVEIRA – DIRETOR DE OBRAS E PROJETOS

MARIA DO SOCORRO QUARESMA SACRAMENTO – DIRETORA DE FINANÇAS E CONTABILIDADE
EDSON FURTADO LOUZADA – DIRETOR DE COMPRAS

ESMÁLIA RAIOL CARDOSO – DIRETORA DE COMPRAS E SERVIÇOS

JOAQUIM MENDES BEZERRA – DIRETOR DE REGISTRO ACADÊMICO GERAL

TEREZINHA DE JESUS DIAS PACHECO – DIRETORA DE INTERIORIZAÇÃO

LUZILDA ELIANE BERNARDES DINIZ – DIRETORA DE GESTÃO DE PESSOAS

OCICLEY MACIEL VIDAL – DIRETOR DE PLANEJAMENTO

JONNES SANTOS FARIAS PEDROSO – DIRETOR DE AVALIAÇÃO E INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS

EDIENE PENA FEREIRA – DIRETORA DE PESQUISA

EDUARDO DIONÍZIO PAMPLONA DA SILVA – DIRETOR DE GESTÃO DE ESPAÇO

CÉSAR ANDRADE – DIRETOR DE ENSINO

ALCECI DE AQUINO MAGALHÃES – DIRETOR DE LICITAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS

sábado, 25 de junho de 2011

Pará - UFOPA discute pesquisa e iniciação científica

Começam nesta segunda-feira, dia 27 de junho, o 1º Seminário de Pesquisa e Pós-graduação e o 1º Seminário de Iniciação Científica da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). Promovidos pela Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação Tecnológica (PROPPIT), os seminários são destinados a pesquisadores, professores, alunos de graduação e pós-graduação. Os eventos serão realizados até o dia 29 de junho, no Auditório Wilson Fonseca, Campus Rondon, situado no bairro do Caranazal, em Santarém (PA).

O 1º Seminário de Pesquisa e Pós-graduação da UFOPA visa promover intercâmbio entre estudantes e profissionais de graduação e pós-graduação de instituições de ensino e pesquisa, públicas e privadas, que desenvolvam atividades de pesquisa em todas as áreas do conhecimento. Já o 1º Seminário de Iniciação Científica tem como objetivo principal divulgar os trabalhos desenvolvidos pelos alunos vinculados ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/FAPESPA, PIBIC/UFOPA, e PIBIC/CNPq).

Programação - A abertura oficial acontecerá na segunda-feira, dia 27, às 19 horas, no Auditório Wilson Fonseca, com a palestra “Amazônia no contexto das mudanças climáticas globais”, a ser proferida pelo Prof. Dr. Antônio Carlos Manzi, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

O 1º Seminário de Iniciação Científica acontecerá na terça-feira, dia 28 de junho, no Campus Rondon, com a exposição dos trabalhos realizados no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC). As apresentações acontecerão nas salas R1 e R8, no Laboratório de Letras e no Auditório Wilson Fonseca, das 9 às 12 horas e das 14h30 às 17h30. A diretora do Centro de Formação Interdisciplinar da UFOPA, Profa. Dra. Dóris Santos de Farias, apresentará a palestra “Interdisciplinaridade, pesquisa e pós-graduação”, às 18h30, no Auditório Wilson Fonseca.

Na quarta-feira, dia 29, será a vez do Seminário de Pesquisa e Pós-graduação, com a exposição de trabalhos científicos. As apresentações também acontecerão nas salas R1 e R8, no Laboratório de Letras e no Auditório Wilson Fonseca, das 9 às 12 horas e das 15 às 18 horas. A solenidade de encerramento acontecerá às 18h30, no Auditório Wilson Fonseca, com a participação do Pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação Tecnológica da UFOPA, Prof. Dr. Marcos Ximenes Ponte, e do Comitê Externo da UFOPA sobre a Iniciação Científica. Haverá ainda a premiação dos melhores trabalhos de iniciação científica.

Mais informações pelos telefones (93) 2101-4916 e 2101-4917 e pelo e-mail: proppit.ufopa@gmail.com (ascom UFOPA)

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Encontro sobre recursos hídricos do Baixo Amazonas começa hoje (27)


O tema do evento é Sistemas Fluviais do Oeste do Pará: potenciais e desafios.

Começa nesta quarta-feira (27), em Santarém (PA), o 9º Encontro de Estudos e Debates sobre Águas Doces do Baixo Amazonas, que discute o tema Sistemas Fluviais do Oeste do Pará: potenciais e desafios. Os múltiplos usos dos recursos hídricos na bacia do rio Tapajós serão discutidos no evento, que tem o objetivo de divulgar e debater estudos voltados à gestão racional das águas doces da região.

Promovido pelo Fórum de Pesquisadores das Instituições de Ensino Superior e de Pesquisas Científicas de Santarém (Fopiess), Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e Agência Nacional de Águas (ANA), o encontro será aberto às 19h, com a conferência A Importância do Saneamento na Manutenção dos Sistemas Fluviais, ministrada pelo professor Eduardo Von Sperling, do departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental (Desa), da UFMG.

Amanhã (28), às 19h, se realiza mesa-redonda sobre os usos múltiplos dos recursos hídricos da bacia do rio Tapajós, que discute temas como geração hidrelétrica, navegação, fluxos quantitativos de água e sedimentos, entre outros. O evento encerra-se na sexta-feira (29), com a mesa-redonda que discute o planejamento dos recursos hídricos da bacia do rio Tapajós.


Mais informações: http://encontrodasaguas.ufopa.edu.br, ou pelos telefones (93) 2101-4905, 2101-4944 e 2101-3604.
(Ascom da Ufopa)

quinta-feira, 31 de março de 2011

Sebastião Tapajós - Em Brasília


Dias 30 e 31 de Março e 01 de Abril de 2011  no  Clube do Choro 

 Paraense de Santarém, Sebastião Tapajós começou a estudar violão aos nove anos de idade, tendo o pai como professor. Mudou-se para Belém e depois para o Rio de Janeiro, continuando os estudos de violão clássico. Em 1964 foi para Portugal, onde se formou no Conservatório Nacional de Música de Lisboa. Estudou na Espanha com o famoso mestre Emilio Pujol, formando-se no Instituto de Cultura Hispânica.

Depois de completar os estudos, voltou ao Brasil para iniciar a carreira de concertista. O impulso decisivo à sua carreira veio com a execução de uma obra-prima de Villa-Lobos, o Concerto para Violão e Pequena Orquestra, com a Orquestra Sinfônica Nacional no Teatro Municipal do Rio. A partir daí seguiram-se inúmeros convites para concertos no Brasil e no exterior.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Esporte - Blogueiro desinformado

O autor do "Blog do Jeso" veiculou uma notícia que falta à verdade ou está carregada de má intenção, quando anuncia a manchete do seu blog:

"Torcedor registra BO contra treinador do Paysandu"

Já no interior da página informa a notícia ressaltando que o acusado era ex-treinador do Paysandu.
. O Walter Lima não é mais treinador do Paysandu e sim do São Raimundo, de Santarém, Pa.

Blog do Jeso

quinta-feira, 26 de março de 2009