domingo, 22 de março de 2009

PIANISTA CHILENO - QUEM SEMPRE FOI REI, NUNCA PERDEU A MAJESTADE - UM ENTRE UM MILHÃO -WHO EVER IS KING, NEVER LOST THE MAJESTY - A BETWEEN A MILLION

O PAPÃO DA CURUZÚ O CEU POR LIMITE!!!


Sacude O Calderão!!!!!
HOJE
Treme o Mangueirão!!!
Paysandu 1 Remo 0

sábado, 21 de março de 2009

Eu venço, nós empatamos, vocês perdem - I won, we tie, you lose

Por Fernando Gabeira.
É difícil prever o futuro. Ainda mais o futuro da crise. O governo afirma que o país vai crescer em 2009. Algumas agências dizem que vai encolher. Lula responde a elas, lembrando que os bancos erraram sobre si próprios, por que não errariam agora. Tem razão. Acontece que não são apenas agências tipo Stanley Morgan que preveem um recuo. O tempo resolverá a divergência. Sempre que se menciona a crise econômica por aqui, acrescenta-se a expressão "de origem externa". A crise se originou nos Estados Unidos. Mas os norte-americanos não foram os únicos atores na global. O comércio cresceu e os ventos favoráveis impulsionaram os barcos nacionais. Representamos o crescimento brasileiro como algo que dependeu apenas do governo, de um esforço endógeno.A crise é externa e não sistêmica. Logo somos vítimas da crise. Quando se tratava de crescimento, nossos eram os méritos; quando se trata de estagnação, deles é a culpa.O governo não inventou essa forma de reagir, desconectando fios. Ela é famosa no esporte e foi sintetizada numa frase atribuída ao técnico Yustrich: eu venço, nós empatamos, vocês perdem.Quando falamos de gastos públicos, somos considerados reacionários. O Senado tem 181 diretores. Há anos, afirmo ser possível cortar quase metade dos gastos no Congresso, sem perda de eficácia. O que vão fazer diante da onda, que esperam passageira? Criar mais uma diretoria, a de racionalização?A Fundação Getúlio Vargas vai fazer um plano. Os 181 não conseguem sozinhos um contato com a realidade. No futuro, a Fundação será a culpada. O país só aceita tudo isso porque os curandeiros nos convencem de que nossos males estão fora de nós: feitiço, macumba e mau olhado

INFEDILIDADE ÉTICA NÃO, PARTIDÁRIA............INFEDILIDADE NO ETHICS, party

AQUI EM BRASÍLIA SOLTAM FOGUETES COM A QUEDA DO LULA E NO PARÁ BEIJAM A MÃO DA ANA JULIA.

Pois é meus caros, no Pará a política é assim mesmo. Não quer dizer que em outras partes não se cozinhem também as mesmas fadas, só que quanto mais se desce no lamaçal da política mais animaizinhos desses da foto aparecem nas articulações.

Hoje travestidos de esquerdistas, aqueles que antes beijavam as mãos dos donos do poder e da riqueza, hoje tratam de entrar no bonde dos novos donos do cofre. Alguns para não perder poder que até de síndico é bem vindo-, outros que já não estão mais no poder tratam de entrar por múltiples janelas. Não gostando do partido oficial, encontram a base aliada para desde aí pular para dentro do bolo.
São os filhos das oligarquias locais disfarçados de esquerdistas, democratas estão aí, sem projeto político nenhum, apenas querendo ou conservar o que usufruem ou alcançar um pedaço de algo. Ouça o discurso deles é um conjunto de generalidades sem compromisso com causa alguma e entraram em qualquer retaguarda na qual sejam destinados, na espera das mudanças que não vieram, mas que acham que viram. Teste Nº 1 toque na imagem dos seus gurus e aí vai reconhecer quais são. Sobre o mesmo tema leia mais: http://cloacanews.blogspot.com/

POBRE BELÉM TAN LEJOS DE DIOS......TÃO LONGE DE DEUS~...........

(Foto do Prefeito de Belém, Duciomar Costa).
Ele já se passou por médico oftalmologista, exerceu a profissão em uma clínica de oftalmologia que vendia óculos de grau, com receitas assinadas por ele mesmo. Também declarou ser advogado titulado e hoje finge ser Prefeito. Elegeu-se pelo segundo mandato com o apoio da oligarquia local, alguns desses hoje vestem a roupagem de esquerdistas e já foram do núcleo duro dos governos passados, antes declarados neoliberais hoje tocando as portas do governo do PT. Apoio ninguém dispensa......
O presidente do Movimento Popular Unificado da Área Metropolitana de Belém (MPUB), Vadimir Gomes, encaminhou, ontem, ao chefe do Ministério Público do Estado, Geraldo Rocha, pedido de enquadramento criminal do prefeito de Belém, Duciomar Costa (PTB), e da sua secretária Municipal de Saúde, assim como da diretoria do PSM da 14 de Março.

De acordo com ele, todos “cometem crimes de responsabilidade”. Gomes pede ainda que seja solicitado ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) a instalação de uma Comissão de Auditoria das Contas da Secretaria Municipal de Saúde. “Nos chegou a denúncia de desvio de mais R$ 6 milhões, destinados ao município para o atendimento à saúde indígena”.
Gomes encaminhou ao procurador um dossiê com informações de irregularidades na rede de saúde pública. Disse que também entregaria o documento ao Ministério Público Federal. Gomes lembrou que reuniões e audiências públicas foram realizadas, lavraram-se numerosos Termos de Ajustes de Conduta (TAC), mas, na prática, nada foi feito. De acordo com o presidente, o MPUB não poderia ficar omisso em relação a tudo isso, que atinge o munícipe de Belém e todas as comunidades que utilizam o PSM da 14 de Março, assim como toda a rede de saúde”.
Leias reportagem completa: http://www.diariodopara.com.br/noticiafull.php?idnot=35108

sexta-feira, 20 de março de 2009

VEJA COMO A ECONOMIA É BURRA - JÁ DIZIA UM GRANDE ECONOMISTA - The economy and Burr - already stated one major economies


A economia vai bem o governo também.....a reciproca é também verdadeira.
Avaliação positiva do governo Lula cai nove pontos em três meses, diz CNI/Ibope

Pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta sexta-feira (20) aponta queda de nove pontos percentuais na avaliação positiva do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, passando de 73% em dezembro para 64% agora. São 10% os que consideram o governo "ruim" ou "péssimo". Em dezembro, eram 6%

A aprovação à maneira como o presidente governa recuou seis pontos percentuais, de 84% para 78%, mesma queda observada em relação à confiança da população no presidente. A popularidade presidencial havia atingido nível recorde na rodada passada da pesquisa CNI/Ibope (de dezembro). A desaprovação cresceu cinco pontos percentuais, passando de 14% para 19%.

Lula, que participa nesta sexta (20) de Encontro Empresarial Brasil-Argentina, na Fiesp, em São Paulo,(veja palestra do Presidente recusou-se a comentar as pesquisas e falou somente sobre a crise). "Repito: a crise não nos atingiu com a mesma força que nos Estados Unidos e Japão. Não crescemos o tanto que podíamos, mas foi melhor que em outros países", afirmou a uma plateia de empresários.

Pela primeira vez no intervalo de um ano, a percepção positiva dos brasileiros sobre o ano em andamento fica abaixo de 80%. Para 74%, o ano de 2009 está sendo "muito bom" ou "bom", contra 83% na pesquisa de dezembro. Enquanto isso, 25% acham que o ano está sendo "ruim" ou "muito ruim", contra 17% do levantamento anterior.Desemprego e expectativasA crise é o tema mais lembrado espontaneamente pelos entrevistados. Em dezembro, 62% avaliavam como "ótima" ou "boa" a atuação do governo. O percentual recuou 15 pontos e está, agora, em 47%.
Leia mais: http://noticias.uol.com.br/politica/2009/03/20/ult5773u862.jhtm

SUCESSÃO PRESIDENCIAL 2010 ENQUETE DO ESTADÃO.....

Você votaria no candidato do presidente Lula em 2010?

Sim
29.219.978 votos - 73%

Não
10.890.613 votos - 27%

Total: 40.110.591 votos

Vote ou leia mais aqui: http://www.estadao.com.br/pages/enquetes/default.htm?id_enquete=291

BRASIL, AMAZÔNIA - REDE DE BIOCOSMÉTICOS DA AMAZÔNIA

Realiza-se hoje, em São Luis, Maranhão a segunda reunião para a implantação de Rede de Biocosméticos da Amazônia – REDEBIO.
Um dos objetivos da formação da Rede de Biocosméticos está no desenvolvimento de atividades de pesquisa direcionadas a cadeias produtivas já existentes nos Estados do Amapá, Amazonas e Pará e, mais recentemente, do Estado do Maranhão, que contam com certo grau de consolidação e com potencial real de valor agregado.

Os dirigentes das Fundações de Amparo a Pesquisa dos Estados do Pará (FAPESPA), Amazonas (FAPEAM), Maranhão (FAPEMA) e a secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado de Tocantins, conscientes do potencial desenvolvimento de seus Estados, associado à inserção das cadeias produtivas em Biocosméticos nos cenários dos mercados nacionais e internacionais, reuniram esforços para promover a formação e o fomento da Rede de Pesquisas em Biocosméticos da região norte do Brasil.

Para a formação da REDEBIO, inicialmente, foram selecionadas as cadeias produtivas da castanha-do-pará, copaíba, andiroba e babaçu. Essas quatro cadeias contam com uma seqüência desde, o insumo até mercado nacional e internacional, por meio de empresas, fundamentalmente de cosméticos e fitoterápicos, que são a principal demanda no mercado.
Como resultado desta reunião da REDEBIO, será lançado um edital para promover o incentivo ao desenvolvimento de pesquisas aplicadas e de produtos que utilizem como insumo a biodiversidade da Amazônia.

quinta-feira, 19 de março de 2009

BRASIL, AMAZÔNIA - DESMATAMENTO ILEGAL

Ibama dá início a operação contra o desmatamento ilegal
Na segunda-feira (16), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) iniciou a Operação Guradiões da Amazônia 2009, que prevê ações contra o desmatamento ilegal. Uma das principais iniciativas é o Programa Arco Verde, que tem como objetivo garantir alternativas para o desemprego no setor madeireiro da Amazônia, com medidas de proteção social e de estímulo a práticas sustentáveis. Além de intensificar a fiscalização contra o desmatamento, o órgão vai contar com reforços, como aviões para observação de áreas afetadas.
Segundo o coordenador-geral de fiscalização do Ibama, Luciano Evaristo, o orçamento do instituto para este ano será maior, passando de R$ 60 milhões para R$ 80 milhões para as atividades de fiscalização. Esses valores poderão aumentar, se necessário, para combater o desmatamento na região amazônica.
"O Ibama vai apertar com força a questão do desmatamento ilegal. Os cidadãos que alugarem caminhões para transporte de madeira, que não o façam, porque perderão seus bens. Aqueles empresários das serrarias, que estejam trabalhando com madeira ilegal, fiquem sabendo que a madeira será apreendida e retirada da serraria, e a serraria será lacrada", advertiu Evaristo.
Em texto do Ibama, o presidente do Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam), Neliton Marques, disse que o levantamento do governo do Amazonas revelou que mais de 50% do desmatamento atual no Estado ocorre em pequenos e médios terrenos de até 50 hectares localizados nas margens das rodovias, de estradas vicinais clandestinas que se interligam com rodovias oficiais, e de rios com vias navegáveis.
De acordo com ele, o pico do desmatamento se dá entre os meses de julho e outubro, período de estiagem. Marques informou também que o Estado está criando mosaicos de unidades de conservação com o objetivo de amortecer os impactos da agropecuária.
Leia mais www.ibama.gov.br.

BRASIL, AMAZÔNIA - RESULTADOS DE PESQUISA DE CAMPO - CADEIAS PRODUTIVAS (3)

Bioprospecção e cadeias produtivas

Uma particularidade da pesquisa de campo foi permitir a comprovação, nas principais localidades, das evidências empíricas na trajetória das cadeias produtivas selecionadas, focadas na comunidade e no mercado. Nesse sentido, constatou-se que os dois extremos das cadeias produtivas não estão formatados de modo a permitir uma interação fácil. Conforme se concluiu, existe, até certo ponto, uma relação primitiva e colonialista, pela qual as empresas que possuem a tecnologia ou empresas de países desenvolvidos extraem produtos naturais nas localidades, pagando por eles baixíssimos preços e realizando agregação de valor nos centros de desenvolvimento tecnológicos mais avançados.

Contudo, constatou-se também que, quando existem relações de parceria com empresas que propõem ações de mais longo prazo para fortalecer a cadeia produtiva e garantir compra de matéria-prima e ações de desenvolvimento nas comunidades (educação, saúde, capacitação), por pequenas que essas ações sejam, superam os apoios que as políticas públicas do governo realizam. Tal constatação permite sugerir que uma boa política pública, para fortalecer a proteção ambiental e as comunidades extrativistas pode residir no estímulo e fortalecimento de práticas dessa natureza no meio empresarial.

As cadeias produtivas da castanha-do-pará, dos óleos de copaíba e andiroba, apresentam uma potencialidade extraordinária pela sua demanda e novas possibilidades de uso na bioindústria. Requerem, entretanto, a implementação de boas práticas para o beneficiamento dos óleos. Assim, o retorno para as comunidades poderá ser significativamente superior ao que é atualmente.
Existem dois tipos de dificuldades nas cadeias produtivas estudadas: as primeiras são enfrentadas pelas comunidades que se encontram próximas dos centros urbanos. Estas apresentam dificuldades voltadas para as inovações tecnológicas dos seus produtos e, portanto, requerem soluções específicas.

As comunidades que se encontram mais distantes apresentam dificuldades voltadas para a gestão dos empreendimentos e transporte dos seus produtos. Esse é um dos seus grandes pontos fracos.

Com base nas evidências da pesquisa empírica se aponta a possibilidade de criar dois cenários de cadeias produtivas. Um de maior intensidade, formado pelas cadeias mais próximas das cidades-pólo da Amazônia, que contam com universidades e bioindústrias em expansão ou em implantação (empresas incubadas, pequenas bioindústrias ou médias e grandes empresas dedicadas à exploração sustentável dos recursos da biodiversidade, pólos tecnológicos, etc.). Outras cadeias de menor intensidade tecnológica são focadas também, principalmente, em produtores extrativistas.

Mais distantes portanto dos centros urbanos da Amazônia e das instituições de pesquisa e de empresas que atuam na área da biodiversidade, onde se criariam pólos para estoque de matéria-prima para beneficiamento primário dos produtos naturais.
Apesar de existirem diversas possibilidades para uso da biodiversidade, tais como os chamados usos indiretos, analisados, os que se apresentam como alternativa mais concreta para as comunidades são os usos diretos, que geram alternativas de trabalho e renda para as comunidades que precisam se desenvolver.

Outras alternativas, como a venda de créditos de carbono para criação de um fundo, têm gerado polêmicas sobre a forma em que se distribuirão os recursos e como serão beneficiadas realmente as comunidades. Embora isso não seja estudado adequadamente, tem havido mais dúvidas que esclarecimentos sobre a operação desse mecanismo.