Amazônia, meio ambiente, ecologia, biodiversidade, desenvolvimento sustentável, ciência e tecnologia, incubadoras e parques tecnológicos, política nacional e internacional - Amazonia, the environment, ecology, biodiversity, sustainable development, science and technology, incubators and technology parks, national and international policy
sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Vice de Bolsonaro declara
Vice de Bolsonaro: país herdou indolência do índio e malandragem do negro
É so uma pérola do que o Brasil poderia viver.
sábado, 28 de julho de 2018
A vida dos outros
Quando se vive tanto quanto eu, acaba-se descobrindo que as pessoas têm mais interesse pela vida dos outros do que pela própria. - Agatha Christie
quinta-feira, 26 de julho de 2018
UFPA sedia Reunião do Conselho Pleno da Andifes

Um dos principais fóruns da Educação Superior no Brasil ocorre em Belém, nestas quinta e sexta-feira, 26 e 27 de julho de 2018. A Universidade Federal do Pará (UFPA) será a anfitriã da 172ª Reunião Ordinária do Conselho Pleno da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que congregará reitores, vice-reitores e gestores de 65 universidades e centros federais de todo o Brasil, além de convidados que discutirão temáticas e políticas voltadas para o fortalecimento do Ensino, da Pesquisa e da Extensão. A reunião será realizada no Hotel Princesa Louçã.
Na pauta da reunião estão questões que impactam diretamente o desenvolvimento de políticas continuadas para o Ensino Superior, tal como estabelecer proposições para a garantia de investimentos públicos em Ciência, Tecnologia e Inovação. Um dos pontos que serão discutidos, por exemplo, será um estudo sobre indicadores para as Universidade Federais, desenvolvido pelo Fórum de Pró-Reitores de Planejamento e Administração (Forplad).
Como convidado, participará o Presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior(Capes), Abílio Baeta Neves, que esteve em Belém, em junho deste ano, para lançar dois editais inéditos para o fomento da pós-graduação na Amazônia (Leia mais aqui). Estarão presentes também o Secretário Federal de Controle Interno, Antônio Carlos Bezerra Leonel, do Ministério da Transparência e Controladoria Geral da União, e Kleber de Melo Morais, presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), rede que integra os 50 Hospitais Universitários Federais hoje existentes.
Na ocasião da Reunião do Conselho, os dirigentes também receberão dois pré-candidatos à Presidência da República. A proposta é apresentar o documento “Educação para a Democracia e o Desenvolvimento”, redigido e recentemente divulgado pela Andifes, e que é direcionado aos presidenciáveis e à sociedade brasileira como um todo.
No documento, a Andifes defende a consolidação das Universidades Federais como patrimônio público, destacando como elas geram impactos diretos e indiretos em diversos contextos sociais. São, portanto, ambiências estratégicas para a construção de um projeto de país soberano, plural e promotor de cidadania e dignidade para seu povo, como preveem os princípios constitucionais.
Diante do presente cenário político nacional e internacional, tem sido demandado cada vez mais que a atuação das Universidades seja articulada e integrada por meio de projetos e iniciativas conjuntas e em rede. A Andifes é um desses espaços que possibilita congregar as instituições para a proposição de ações orientadas, otimizadas e com maior raio de abrangência e inserção social.
Outra proposta que visa congregar esforços das Universidades e que será discutida na reunião, é a formação de uma Rede Universitária de Cinema. O foco é fomentar a criação de salas de cinema em todo o Brasil, dentro das Instituições de Ensino Superior, para o fortalecimento de circuitos alternativos, incentivo a produções cinematográficas pelas Universidades, formação de públicos e aproximação com diferentes setores sociais. Para participar da discussão dessa proposta, estará presente na reunião a diretora da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Débora Ivanov, além de professores e pesquisadores da área.
Ao final da reunião haverá, ainda, o processo de transição da Diretoria Executiva da Andifes, atualmente presidida pelo reitor da UFPA, Emmanuel Zagury Tourinho. Após a apresentação de candidaturas de chapas, será feita a eleição e tomará posse a nova Diretoria da Associação.
Sobre a Andifes - A Andifes foi criada em 1989, reunindo os reitores das Universidades Federais com o objetivo de atuar na avaliação, proposição e desenvolvimento de políticas públicas para o Ensino Superior. Além de uma atuação política junto às agências de fomento e órgãos públicos e privados, a Associação possui iniciativas próprias voltadas para a maior interação e integração entre as instituições, a publicação da produção científica das Universidades e a realização de estudos estratégicos, como a V Pesquisa do Perfil Socioeconômico dos Estudantes das Universidades Federais, coordenada pela Andifes e o Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assistência Estudantil (Fonaprace). A coleta de dados foi feita em todo Brasil no primeiro semestre de 2018, e os resultados deverão ser divulgados em fevereiro de 2019.
Texto: Divulgação Andifes
Arte: Divulgação
sábado, 21 de julho de 2018
Andifes apresenta proposta para debate presidencial
Confira o Tweet de @Andifes: https://twitter.com/Andifes/status/1020400742652358657?s=09
quarta-feira, 18 de julho de 2018
Pense grande de vc
Confira o Tweet de @blogdoenriquez: https://twitter.com/blogdoenriquez/status/1019559349553909760?s=09
terça-feira, 17 de julho de 2018
Presidente da Andifes no Congresso.
Confira o Tweet de @Andifes: https://twitter.com/Andifes/status/1018858654131507200?s=09
segunda-feira, 16 de julho de 2018
MANCHETES: Veja as principais notícias divulgadas até o momento
CMA
São Paulo, 16 de julho de 2018 - Veja as principais notícias divulgadas até o início da tarde: FMI: Projeção de alta do PIB do Brasil em 2018 cai de 2,3% a 1,8% O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve crescer 1,8% este ano, segundo o relatório trimestral de projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI), uma forte revisão para baixo ante a expectativa divulgada em abril, que mostrava alta de 2,3%. Para o ano que vem, a projeção ficou inalterada em 2,5%.
FMI: Projeção de alta do PIB da China fica em 6,6% p/ 2018 e 6,4% p/ 2019 A economia da China deve crescer 6,6% este ano e em 6,4% no ano que vem, segundo relatório trimestral do Fundo Monetário Internacional (FMI) com projeções econômicas mundiais. Os dados não sofreram alteração em relação ao relatório anterior, publicado em abril.
EUA: Estoques de empresas sobem 0,4% em maio ante abril Os estoques das empresas dos Estados Unidos subiram 0,4% em maio ante abril, para US$ 1,936 trilhão, segundo dados ajustados para efeitos sazonais e divulgados pelo Departamento do Comércio. O dado veio em linha com a previsão dos analistas. Na comparação com maio de 2017, houve aumento de 4,4%.
FMI: Projeção de alta do PIB mundial fica em 3,9% para 2018 e 2019 O Produto Interno Bruto (PIB) global deve crescer 3,9% tanto em 2018 quanto em 2019, após o crescimento de 3,7% registrado em 2017, segundo o relatório trimestral de previsões econômicas do Fundo Monetário Internacional (FMI). Os dados não sofreram alteração na comparação com o relatório anterior, publicado em abril.
EMBRAER: United Airlines fecha pedido de 25 jatos E175 por US$ 1,1 bilhão A Embraer fechou acordo com a United Airlines para fornecer 25 jatos E175, configurados com 70 assentos, em um contrato avaliado em US$ 1,1 bilhão, com base no preço atual de lista.
VALE: Produção de minério sobe 5,3% no 2T18 a 96,755 mi t, com novo recorde A produção de minério de ferro da Vale somou 96,755 milhões de toneladas no segundo trimestre deste ano, com alta de 5,3% na comparação com os 91,849 milhões de toneladas verificados um ano antes, e novo recorde. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, a produção da commodity subiu 18,1%.
CHINA: PIB do 2T18 cresce 6,7% ante 2T17 O Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 6,7% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano anterior, superando a meta do governo, que é de manter a expansão perto de 6,5% este ano. Os dados são da agência oficial de estatísticas do país.
CHINA: Produção industrial cresce 6,0% em junho em base anual A produção industrial da China cresceu 6,0% em junho na comparação com igual período do ano anterior, após a alta de 6,8% registrada em maio, segundo dados do departamento de estatísticas do país. Copyright 2018 - Grupo CMA
Notícias CMA - FMI: Projeção de alta do PIB do Brasil em 2018 cai de 2,3% a 1,8%
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve crescer 1,8% este ano, segundo o relatório trimestral de projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI), uma forte revisão para baixo ante a expectativa divulgada em abril, que mostrava alta de 2,3%. Para o ano que vem, a projeção ficou inalterada em 2,5%. Em 2017, o crescimento havia sido de 1,0%.
De acordo com o FMI, a perspectiva moderada reflete perspectivas mais difíceis devido a "efeitos persistentes de greves e incerteza política". Além disso, o real desvalorizou mais de 10% diante de uma recuperação econômica mais fraca do que o esperado e das incertezas políticas. Segundo o FMI, os preços mais altos das commodities continuam a dar suporte aos exportadores de commodities na América Latina. Porém, além das incertezas no Brasil, pesam contra o crescimento da região as condições financeiras mais apertadas e ajustes de política na Argentina e, no México, as tensões comerciais e incertezas prolongadas devido à renegociação do Tratado Norte-Americano de Livre-Comércio (Nafta, em inglês).
Em coletiva de imprensa, o assessor econômico e diretor do departamento de pesquisa do FMI, Maurice Obstfeld, disse que alguns países da América Latina estão mais expostos que outros às atuais tensões comercias globais. No caso do Brasil, o impacto até agora foi amenizado pelas negociações com o governo dos Estados Unidos para pedir isenção das tarifas do aço e do alumínio. "Provavelmente o país mais exposto, por causa do Nafta, é o México.
Não sabemos como essas negociações vão acabar", acrescentou. Para ele, se as renegociações derem errado e as cadeias de suprimentos forem quebradas, como no setor automotivo, isso pode ter efeito um mais grave. Ele também elogiou as declarações recentes do novo presidente eleito, Andrés Manuel López Obrador, de manter as políticas econômicas do país. Já as perspectivas para a Venezuela, que enfrenta um colapso dramático na atividade econômica e uma crise humanitária, foram revisadas para baixo, apesar da recuperação dos preços do petróleo, uma vez que a produção da commodity diminuiu drasticamente, diz o relatório do FMI.
Obstfeld disse, na coletiva, que vê contração econômica de dois dígitos na Venezuela, além de uma hiperinflação. "É difícil definir a extensão do colapso da economia da Venezuela", disse ele, acrescentando que a qualidade dos dados econômicos publicados no país é duvidosa. Cristiana Euclydes / Agência CMA Edição: Pâmela Reis (pamela.reis@cma.com.br) Copyright 2018 - Grupo CMA
quinta-feira, 12 de julho de 2018
terça-feira, 29 de maio de 2018
domingo, 13 de maio de 2018
Feliz dia das mães
Nunca deixa de estar presente na minha vida, até os 13 anos quando nos deixou. Sempre segui seus maravilhosos conselhos e suas profundas ensinamentos de que somente a educação fazia os homens verdadeiramente livres.
segunda-feira, 7 de maio de 2018
UNIVERSITEC recebeu visita da comitiva da embaixada da Bélgica no Brasil,
A Agência de Inovação tecnológica da Universidade Federal do Pará (Universitec/UFPA) recebeu na manhã da última quinta-feira, dia 26, a comitiva da embaixada da Bélgica no Brasil, que tinha interesse em conhecer a atuação da Agência, com foco no processo de incubação, a relação do espaço acadêmico com a indústria e a sociedade, bem como apresentar a possibilidade da abertura de negócios para as empresas brasileiras na Europa.

No encontro, que integra uma série de visitas que a embaixada está fazendo no Estado, representam o país europeu o embaixador, Dirk Loncke, o ministro-conselheiro, Hendrick Roggen e os adidos econômicos de Flandres, Valônia e Bruxelas, Yves Lapere, André Villers e Stefano Missir, respectivamente. Além deles, também está Maria Laura Maron, conselheira econômica da Valônia.
“Isso é fundamental para a Universitec porque abre uma verdadeira janela de oportunidade para observar os avanços tecnológicos e os nichos de mercados existentes não apenas na Bélgica, bem como no conjunto da União Europeia. A importância é recíproca porque também permite mostrar aos interlocutores o que nós estamos produzindo e os avanços tecnológicos que nossas empresas tem alcançado, principalmente o que diz respeito a exploração de produtos oriundos da biodiversidade e do patrimônio genético existente na Amazônia”, afirmou Gonzalo Enríquez, diretor da Agência.

Para os visitantes, o que mais impressionou foi a infraestrutura científica e os ativos tecnológicos que conta a universidade (patentes e marcas) e também todo o processo de apoio às empresas incubadas e os resultados que estas tem gerado para o mercado.
“A coisa mais importante é ver a atração de pesquisas cientificas e a incubação linkando para os negócios. A própria incubação é como um hospital, onde a melhor parte é a maternidade, onde as coisas boas acontecem, assim é o nosso planejamento de negócio. A parte mais importante não é o incentivo, e sim os contatos e os valores que compartilhamos, que foi exatamente ocorrido neste evento” afirmou Dirk Loncke, embaixador da Bélgica.
Para Yves Lampere, um dos objetivos da comitiva é buscar empresas para fazer parcerias com investimentos na Bélgica, assim oferecendo todo o apoio necessário para este desenvolvimento. Além disso, destaca a importância da vivência de pessoas que moram na Amazônia para produzir um leque maior de oportunidades.
Apresentação“Foi uma honra receber representantes de atração de investimento da Bélgica na NAYAH e perceber que em um país com uma tradição tão forte relacionada à chocolateria há um interesse genuíno pelo chocolate inovador que produzimos na Amazônia. Foi muito interessante ouvir sobre as oportunidades que o país oferece para o desenvolvimento de empreendimentos pautados na inovação em produtos e processos, bem como infraestrutura de acesso a mercados. Minha expectativa é que a partir do contato estabelecido possamos iniciar testes de mercado no país para introdução de nosso Chocolate Origem Amazônia no mercado Belga” afirmou Luciana Centeno, proprietária da NAYAH Sabores da Amazônia.
Quem também chamou atenção dos membros da embaixada foi a Dynamis Techne, empresa de engenharia de estruturas e fundações com elevado enfoque em tecnologia, que já vislumbra iniciar um processo de submissão para a abertura de um escritório em Bruxelas.

“A visita do embaixador e de adidos da Bélgica à Universitec/Piebt demonstra a importância da agência e das empresas incubadas para o desenvolvimento tecnológico do estado do Pará. Sem dúvida, a cooperação entre a Bélgica, o estado do Pará e a UFPA trará grandes benefícios para todos os participantes. Diante disso, após este relevante encontro, a Dynamis Techne decidiu que irá submeter solicitação para abertura de um escritório/representação da empresa na Bélgica, cuja capital, Bruxelas, é também a capital da União Europeia” pontuou Remo Magalhães, sócio da Dynamis Techne.
Por fim, Iara Neves, Coordenadora do PIEBT, ressalta também a importância dessa possibilidade de intercâmbio para as empresas incubadas, que é propiciada pelo governo belga por meio de uma experiência inicial de três meses.
“É muito importante que o PIEBT esteja no radar de iniciativas internacionais que buscam relação com empresas brasileiras, isso ratifica a importância do trabalho de incubação realizado pela UFPA, principalmente, quando vemos que todas as nossas empresas apresentadas despertaram o interesse da Comitiva”, concluiu.
segunda-feira, 26 de março de 2018
segunda-feira, 12 de março de 2018
domingo, 25 de fevereiro de 2018

"Um ancião índio norte-americano, certa vez, descreveu seus conflitos internos da seguinte maneira:
- Dentro de mim há dois cachorros. Um deles é cruel e mau. O outro é muito bom, e eles estão sempre brigando.
Quando lhe perguntaram qual cachorro ganhava a briga, o ancião parou, refletiu e respondeu:
- Aquele que eu alimento mais frequentemente.
Paulo Coelho
Estado Islâmico. A história do 'hipster' que se juntou aos jihadistas da Síria 'por engano'

Albert Berisha tem 31 anos e há cinco foi para Síria a lutar na complexa e sangrenta guerra civil do país.
Mais de 300 pessoas do Kosovo se juntaram a grupos extremistas islâmicos lutando a "guerra santa" na Síria e no Iraque --a região tem o maior número per capita de combatentes em toda a Europa.
Mas nem todos eles correspondem à imagem estereotipada de um jihadista. Um homem de barba curta, sobretudo curto e expressão um tanto confusa acena para mim entre as mesas de um café moderno em Pristina, capital do Kosovo.
Ele toma um copo alto de café com bastante creme chantili em cima.
Albert Berisha tem 31 anos e há cinco foi para a Síria lutar na sangrenta e complexa guerra civil do país. "Sei que é difícil acreditar, mas aconteceu", diz Albert sobre os nove dias que passou com diferentes grupos extremistas.
Articulado e focado, ele diz que sua razão principal para ir para a Síria era fazer oposição ao presidente sírio Bashar Al-Assad.
De certo modo, Albert foi lutar "por engano" e acabou entrando e saindo de experiências desconfortáveis e assustadoras.
Durante o período que passou na Síria, ele diz que a Frente Al-Nusra --grupo que já foi afiliado à Al-Qaeda-- tentaram alistá-lo antes de liberá-lo.
Em seguida, ele foi ficar com um grupo de albaneses antes de descobrir que eles estavam tentando entrar no grupo autodenominado Estado Islâmico (EI), o que ele não queria.
Ideias românticas
Albert disse que escapou enquanto eles lutavam contra os curdos, e foi se juntar ao Ahrar Al-Sham, uma coalizão de grupos islâmicos e salafistas que não é classificada como organização terrorista.
Ele aprendeu como desmontar, limpar e montar novamente um fuzil Kalashnikov, mas afirma nunca ter participado realmente de um combate. Depois de cinco dias, ele percebeu que a vida na Síria não correspondia às ideias românticas que tinha de juntar-se a uma revolução para libertar os oprimidos.
"Seria mais fácil para mim mentir como muitos outros fizeram --dizendo que só queriam oferecer ajuda humanitária", diz.
"Eu realmente achei que terminaria o meu treinamento e seria incluído diretamente no campo de batalha. Mas eu nunca quis me tornar membro de um grupo terrorista."
Por ter crescido no Kosovo, que esteve em guerra com a Sérvia por dois anos durante a infância de Albert, pegar em armas por uma causa não lhe parecia uma ideia completamente estranha.
De acordo com a maneira como ele conta sua história, não se tratava tanto de radicalidade, mas de
ingenuidade. Antes de chegar ao país, ele diz que seu conhecimento sobre a Síria vinha quase que
completamente de vídeos a que assistia na internet.
"Eu imaginei que a oposição a Assad não teria pessoas com histórico de crimes em suas frentes de batalha.
Achei que só haveria pessoas de boa vontade que queriam ajudar a população."
25/02/2018 A história do 'hipster' que se juntou aos jihadistas da Síria 'por engano' - BBC - UOL Notícias
https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2018/02/25/a-historia-do-hispter-que-se-juntou-aos-jihadistas-da-siria-por-engano.htm 2/2
Ele afirma, no entanto, que encontrou rixas mesquinhas e brutais entre facções islâmicas diferentes, que faziam
mais mal do que bem aos civis sírios.
Depois de explicar ao comandante de sua unidade que havia deixado de cumprir uma regra crucial --não havia pedido permissão a sua mãe para participar das batalhas--, Albert foi liberado do Ahrar Al-Sham e foi para casa.
Ele ficou fora do Kosovo por menos de duas semanas. Sua mãe nem sabia que ele tinha ido para a Síria.
Pelo menos não até ele ser preso na casa de sua família, em uma manhã de 2014.
Desde então, ele foi acusado de terrorismo e condenado a três anos e meio de prisão, ao qual está apelando no tribunal. Se não conseguir, vai direto para a cadeia.
Por causa do número de combatentes que exportou, o Kosovo ficou conhecido como "a capital da jihad na Europa". O assunto é bastante delicado aqui. Quando eu o menciono a um funcionário do governo, ele interrompe a entrevista, dizendo que a pergunta se trata de "propaganda sérvia e russa".
Retorno
Na medida em que o califado do EI no Oriente Médio se desfaz, a pergunta é o que acontecerá com os combatentes que começam a voltar a seus países de origem.
O primeiro-ministro do Kosovo, Ramush Haradinaj, diz que está disposto a recebê-los de volta, ao contrário de
países como o Reino Unido, que estão revogando a nacionalidade dos combatentes.
Albert e seu amigo Arber criaram uma organização chamada Instituto pela Segurança, Integração e Desradicalização, na esperança de conseguir convencer pessoas a desistirem de ir lutar e fazer um contraponto à narrativa jihadista nas mídias sociais.
Eles também oferecem ajuda aos que voltam ao Kosovo e pretendem se afastar do extremismo, mas admitem não saber se os combatentes que retornarem irão, de fato, querer deixar o radicalismo de lado.
Albert, por sua vez, já pensa no caminho que tomará, aos 34 anos, quando sair da prisão.
"Quando eu era mais jovem, todo mundo pensava que eu teria uma carreira política, e minha primeira aparição na mídia foi como um suspeito de terrorismo", lamenta.
Mas nem todos eles correspondem à imagem estereotipada de um jihadista. Um homem de barba curta, sobretudo curto e expressão um tanto confusa acena para mim entre as mesas de um café moderno em Pristina, capital do Kosovo.
Ele toma um copo alto de café com bastante creme chantili em cima.
Albert Berisha tem 31 anos e há cinco foi para a Síria lutar na sangrenta e complexa guerra civil do país. "Sei que é difícil acreditar, mas aconteceu", diz Albert sobre os nove dias que passou com diferentes grupos extremistas.
Articulado e focado, ele diz que sua razão principal para ir para a Síria era fazer oposição ao presidente sírio Bashar Al-Assad.
De certo modo, Albert foi lutar "por engano" e acabou entrando e saindo de experiências desconfortáveis e assustadoras.
Durante o período que passou na Síria, ele diz que a Frente Al-Nusra --grupo que já foi afiliado à Al-Qaeda-- tentaram alistá-lo antes de liberá-lo.
Em seguida, ele foi ficar com um grupo de albaneses antes de descobrir que eles estavam tentando entrar no grupo autodenominado Estado Islâmico (EI), o que ele não queria.
Ideias românticas
Albert disse que escapou enquanto eles lutavam contra os curdos, e foi se juntar ao Ahrar Al-Sham, uma coalizão de grupos islâmicos e salafistas que não é classificada como organização terrorista.
Ele aprendeu como desmontar, limpar e montar novamente um fuzil Kalashnikov, mas afirma nunca ter participado realmente de um combate. Depois de cinco dias, ele percebeu que a vida na Síria não correspondia às ideias românticas que tinha de juntar-se a uma revolução para libertar os oprimidos.
"Seria mais fácil para mim mentir como muitos outros fizeram --dizendo que só queriam oferecer ajuda humanitária", diz.
"Eu realmente achei que terminaria o meu treinamento e seria incluído diretamente no campo de batalha. Mas eu nunca quis me tornar membro de um grupo terrorista."
Por ter crescido no Kosovo, que esteve em guerra com a Sérvia por dois anos durante a infância de Albert, pegar em armas por uma causa não lhe parecia uma ideia completamente estranha.
De acordo com a maneira como ele conta sua história, não se tratava tanto de radicalidade, mas de
ingenuidade. Antes de chegar ao país, ele diz que seu conhecimento sobre a Síria vinha quase que
completamente de vídeos a que assistia na internet.
"Eu imaginei que a oposição a Assad não teria pessoas com histórico de crimes em suas frentes de batalha.
Achei que só haveria pessoas de boa vontade que queriam ajudar a população."
25/02/2018 A história do 'hipster' que se juntou aos jihadistas da Síria 'por engano' - BBC - UOL Notícias
https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2018/02/25/a-historia-do-hispter-que-se-juntou-aos-jihadistas-da-siria-por-engano.htm 2/2
Ele afirma, no entanto, que encontrou rixas mesquinhas e brutais entre facções islâmicas diferentes, que faziam
mais mal do que bem aos civis sírios.
Depois de explicar ao comandante de sua unidade que havia deixado de cumprir uma regra crucial --não havia pedido permissão a sua mãe para participar das batalhas--, Albert foi liberado do Ahrar Al-Sham e foi para casa.
Ele ficou fora do Kosovo por menos de duas semanas. Sua mãe nem sabia que ele tinha ido para a Síria.
Pelo menos não até ele ser preso na casa de sua família, em uma manhã de 2014.
Desde então, ele foi acusado de terrorismo e condenado a três anos e meio de prisão, ao qual está apelando no tribunal. Se não conseguir, vai direto para a cadeia.
Por causa do número de combatentes que exportou, o Kosovo ficou conhecido como "a capital da jihad na Europa". O assunto é bastante delicado aqui. Quando eu o menciono a um funcionário do governo, ele interrompe a entrevista, dizendo que a pergunta se trata de "propaganda sérvia e russa".
Retorno
Na medida em que o califado do EI no Oriente Médio se desfaz, a pergunta é o que acontecerá com os combatentes que começam a voltar a seus países de origem.
O primeiro-ministro do Kosovo, Ramush Haradinaj, diz que está disposto a recebê-los de volta, ao contrário de
países como o Reino Unido, que estão revogando a nacionalidade dos combatentes.
Albert e seu amigo Arber criaram uma organização chamada Instituto pela Segurança, Integração e Desradicalização, na esperança de conseguir convencer pessoas a desistirem de ir lutar e fazer um contraponto à narrativa jihadista nas mídias sociais.
Eles também oferecem ajuda aos que voltam ao Kosovo e pretendem se afastar do extremismo, mas admitem não saber se os combatentes que retornarem irão, de fato, querer deixar o radicalismo de lado.
Albert, por sua vez, já pensa no caminho que tomará, aos 34 anos, quando sair da prisão.
"Quando eu era mais jovem, todo mundo pensava que eu teria uma carreira política, e minha primeira aparição na mídia foi como um suspeito de terrorismo", lamenta.
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
UFPA manifesta-se contra o decreto 9.262/2018, que extingue cargos públicos
Em reunião realizada nesta sexta-feira, 16 de fevereiro, na sala dos Colegiados Deliberativos Superiores, a Reitoria da Universidade Federal do Pará e o Fórum de Secretárias (os) Executivas (os) da instituição discutiram as consequências para as universidades federais do Decreto 9.262/2018, que extingue mais de sessenta mil cargos públicos, incluindo cargos das Instituições Federais de Ensino Superior, como Auxiliar Administrativo, Secretário Executivo, Tradutor, Intérprete e Revisor de Textos.

Segundo o Fórum de Secretárias/os da UFPA, o governo alega mudanças recentes no mundo do trabalho para justificar a extinção dos cargos, o que se aplica apenas a alguns dos cargos extintos, como o de datilógrafo. No entanto, muitos outros cargos continuam necessários para as instituições. Esse é o caso das/os Secretárias/os Executivas/os, que desenvolvem atividades integralmente alinhadas com os processos contemporâneos de gestão. As funções cumpridas por essas/es profissionais continuam sendo necessárias às instituições universitárias e, com a extinção, não haverá servidores de carreira para executá-las.
O Reitor da UFPA e Presidente da ANDIFES, Emmanuel Tourinho, informou que a ANDIFES reuniu com o MEC, no dia 16 de janeiro, e apresentou a posição dos/as reitores/as contra a medida, salientando diversos impactos negativos para a gestão das instituições. Na ocasião, o MEC comprometeu-se a buscar uma solução junto ao Ministério do Planejamento. A ANDIFES, por meio de seu Fórum de Gestores de Pessoal, FORGEPE, esteve também em audiência com o Ministério do Planejamento, no dia 22 de janeiro, levando a mesma posição e pleiteando a retirada das universidades federais da abrangência do Decreto.
Para o Reitor da UFPA, a contratação, nas universidades federais, de servidores de carreira para algumas funções é indispensável, a exemplo do cargo de Secretária (o) Executiva (o), daí ser inaceitável o decreto governamental. "Não podemos recorrer à terceirização para funções que são estratégicas para a governança da instituição, que concentram grandes responsabilidades, inclusive, no acesso e gestão de informações, e que requerem familiaridade com a cultura organizacional. Além disso, não há recursos de custeio para contratar servidores terceirizados", completou o Reitor. A medida foi ainda apontada como parte de um conjunto mais amplo de iniciativas governamentais que têm comprometido o funcionamento adequado de instituições públicas.
As/os Secretárias (os) presentes informaram, ainda, sobre a atuação da Federação Nacional das Secretárias e Secretários, que busca mudanças no Decreto, de modo a garantir a continuidade do cargo no serviço público federal.
A reunião foi encerrada com a definição de continuidade do diálogo entre a Administração Superior da UFPA e as/os servidoras (es) que ocupam cargos de Secretárias (os), a fim de compartilhar informações e acompanhar os desdobramentos da aplicação do Decreto.
Texto e foto: Divulgação: ASCOM

Segundo o Fórum de Secretárias/os da UFPA, o governo alega mudanças recentes no mundo do trabalho para justificar a extinção dos cargos, o que se aplica apenas a alguns dos cargos extintos, como o de datilógrafo. No entanto, muitos outros cargos continuam necessários para as instituições. Esse é o caso das/os Secretárias/os Executivas/os, que desenvolvem atividades integralmente alinhadas com os processos contemporâneos de gestão. As funções cumpridas por essas/es profissionais continuam sendo necessárias às instituições universitárias e, com a extinção, não haverá servidores de carreira para executá-las.
O Reitor da UFPA e Presidente da ANDIFES, Emmanuel Tourinho, informou que a ANDIFES reuniu com o MEC, no dia 16 de janeiro, e apresentou a posição dos/as reitores/as contra a medida, salientando diversos impactos negativos para a gestão das instituições. Na ocasião, o MEC comprometeu-se a buscar uma solução junto ao Ministério do Planejamento. A ANDIFES, por meio de seu Fórum de Gestores de Pessoal, FORGEPE, esteve também em audiência com o Ministério do Planejamento, no dia 22 de janeiro, levando a mesma posição e pleiteando a retirada das universidades federais da abrangência do Decreto.Para o Reitor da UFPA, a contratação, nas universidades federais, de servidores de carreira para algumas funções é indispensável, a exemplo do cargo de Secretária (o) Executiva (o), daí ser inaceitável o decreto governamental. "Não podemos recorrer à terceirização para funções que são estratégicas para a governança da instituição, que concentram grandes responsabilidades, inclusive, no acesso e gestão de informações, e que requerem familiaridade com a cultura organizacional. Além disso, não há recursos de custeio para contratar servidores terceirizados", completou o Reitor. A medida foi ainda apontada como parte de um conjunto mais amplo de iniciativas governamentais que têm comprometido o funcionamento adequado de instituições públicas.
As/os Secretárias (os) presentes informaram, ainda, sobre a atuação da Federação Nacional das Secretárias e Secretários, que busca mudanças no Decreto, de modo a garantir a continuidade do cargo no serviço público federal.
A reunião foi encerrada com a definição de continuidade do diálogo entre a Administração Superior da UFPA e as/os servidoras (es) que ocupam cargos de Secretárias (os), a fim de compartilhar informações e acompanhar os desdobramentos da aplicação do Decreto.
Texto e foto: Divulgação: ASCOM
segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
As universidades federais são mais eficientes que o Banco Mundial
Emmanuel Zagury Tourinho, reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA) e presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

Uma instituição financeira internacional, o Banco Mundial, publicou um relatório criticando, entre outras políticas públicas no Brasil, o Ensino Superior público e gratuito. O documento contém inúmeros erros na apresentação do Sistema de Universidades Públicas Federais, que merecem reparo. Além disso, parte da justificativa afirma que as políticas públicas têm favorecido os mais ricos, mas não refere a acentuada injustiça tributária no país, muito menos recomenda a tributação de grandes fortunas ou a revogação de desonerações fiscais que favorecem grandes grupos econômicos, medidas que poderiam financiar iniciativas de combate à desigualdade, problema maior da nação. Limitado a indicadores financeiros, o documento ignora dados da realidade social brasileira e o papel das universidades públicas no desenvolvimento econômico e social do país.
A Associação Nacional de Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, ANDIFES, informa que estão incorretos, naquele relatório, entre outros, os dados sobre o perfil dos discentes das Universidades Federais e sobre os investimentos públicos realizados nas instituições.
Entre outros fatos que o Banco ignora, estão os processos seletivos massivos, como o ENEM, a criação de mais de 300 campi no vasto interior do país, e a própria lei de cotas, que contribuem para que apenas 10% dos alunos matriculados nas Universidades Federais venham de famílias com renda bruta familiar de dez ou mais salários mínimos. Na outra ponta, 51% dos alunos das Universidades Federais pertencem a famílias com renda bruta abaixo de três salários mínimos. Se considerada a renda média per capita, 78% dos alunos são de famílias com renda per capita de até dois salários mínimos. Não há, portanto, fundamento para a afirmação de que os alunos das Universidades Federais pertencem aos estratos de renda mais altos da sociedade, muito menos que possuem capacidade financeira para pagar mensalidades.
Por outro lado, é verdade que os mais ricos deveriam pagar pela educação pública, mas não apenas os mais ricos que têm filhos nas universidades públicas. Uma política distributiva séria tributaria todos os ricos (com ou sem filhos nas universidades públicas) taxando fortunas, heranças e propriedades, a fim de possibilitar a parcelas maiores da população o acesso à educação pública de qualidade. Acrescente-se a isso o olhar simplista daqueles que reduzem a formação e a atuação dos egressos das universidades públicas a uma apropriação exclusivamente pessoal, sem considerar a contribuição estrutural às demandas de uma sociedade complexa por parte desses profissionais altamente qualificados.
O investimento em educação no Brasil é dos mais baixos entre todos os países da OCDE. Considerados todos os níveis educacionais, o Brasil só investe mais que o México. Fica atrás de todas as outras nações, inclusive do Chile, Coreia do Sul, Estônia, Hungria e Polônia. Considerada apenas a Educação Superior, o investimento do Brasil por aluno (US$/PPP 13.540,00) está abaixo da média da OCDE (US$/PPP 15.772,00), isso em um cálculo que inclui, para o Brasil, os gastos com os aposentados das universidades (gasto previdenciário), o que corresponde a cerca de 25% de todo o valor contabilizado.
Por fim, a afirmação de que o investimento por aluno em universidades públicas é maior do que o financiamento por aluno em instituições privadas é uma obviedade. As primeiras são responsáveis por quase toda a pesquisa científica e tecnológica realizada no país, gerando resultados econômicos extraordinários, como na produção de alimentos, na exploração de petróleo e no desenvolvimento de novas fontes de energia. São as universidades federais, também, as responsáveis por mais da metade do Sistema Nacional de Pós-Graduação, que forma mestres e doutores em todas as áreas de conhecimento, base da inclusão do Brasil na sociedade do conhecimento, inclusive com a elevação do país à condição de 13ª nação com maior participação em toda a produção científica mundial.
Além das inúmeras incorreções, o documento do Banco Mundial ignora aspectos fundamentais da atuação das Universidades Federais no Brasil. Inseridas em um ambiente social marcado pela desigualdade e pela exclusão, as Universidades Federais, públicas e gratuitas acolhem alunos de todas as origens sociais, raças e etnias, oferecem-lhes oportunidades e incluem em suas agendas de pesquisa e extensão questões que dizem respeito à promoção da cidadania. Mantêm uma rede de hospitais públicos de alta complexidade, além de clínicas, laboratórios e serviços diversos de atendimento gratuito à comunidade, sendo, muitas vezes, as únicas opções de acesso ao atendimento de saúde. Atuam em todas as mesorregiões do país, inclusive nas mais distantes e inacessíveis, e desenvolvem projetos inovadores para a geração de riqueza e renda, para o desenvolvimento sustentável e para a formação cultural.
A rigor, o que surpreende é que as Universidades Federais consigam resultados acadêmicos, científicos e sociais tão expressivos, apesar de se desenvolverem em um ambiente de políticas de financiamento instáveis e de ataques recorrentes dos grandes grupos econômicos, interessados em transformar a educação do país em fonte cada vez mais atrativa de ganhos financeiros. A questão que se coloca é: em qual país as recomendações do Banco Mundial, repetidas há décadas, levaram ao desenvolvimento e à soberania?
Texto: Emmanuel Zagury Tourinho, reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA) e presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).
Foto: Alexandre de Moraes
Incongruência filosófica
Os seres humanos são as únicas criaturas da terra que reivindicam um Deus, e as únicas que atuam como se não o tivessem.
domingo, 17 de dezembro de 2017
Quebram sigilo do Temer
Pode isso, José?
Operam o órgão sexual do presidente e chamam de "cirurgia de pequeno porte".
UFC Belém 3 de fevereiro em Belém do Pará
Depois de muita expectativa, o UFC® desembarca pela primeira vez na região Norte do Brasil no começo de 2018. O UFC® Fight Night no Combate: Machida x Anders acontece no dia 3 de fevereiro, na Arena Mangueirinho, com um card repleto de estrelas e atletas da região. Entre eles, o ex-campeão Lyoto Machida, que faz a luta principal da noite contra o americano Eryk Anders.
UFC® FIGHT NIGHT NO COMBATE: MACHIDA x ANDERS*
Lyoto Machida x Eryk Anders
Priscila “Pedrita” Cachoeira x Valentina Schevchenko
Thiago “Marreta” Santos x Anthony Smith
Polyana Viana x Maia Stevenson
Marcelo Golm x Timothy Johnson
Deiveson Alcântara x Joseph Morales
UFC Fight Night no Combate: MACHIDA x ANDERS
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
Escritórios dos Estados Unidos e África do Sul concedem patentes à UFPA
O United States Patentes and Trademark Office – Escritório de Patentes e Marcas Registradas dos Estados Unidos concedeu dois certificados de patentes à Universidade Federal do Pará. Os depósitos foram realizados pela UFPA, por intermédio da Agência de Inovação Tecnológica da Universidade Federal do Pará (Universitec), com o apoio de um escritório contratado para acompanhar no exterior os pedidos de patentes. Os processos duraram cerca de quatro anos, entre exames formais, exames técnicos. E demais procedimentos até a concessão das Cartas, no
último mês de outubro.
Patente um
O primeiro objeto de patente concedida n° US 9,778,496 foi o “Nanoreciprocal Three- way divider based on a Magneto-optical resonator”, que na versão em português é“divisor por três não recíproco baseado em um ressoador megneto-óptico”. A tecnologia é baseada em um cristal fotônico bidimensional onde são inseridos defeitos de forma controlada. O princípio tem como função a divisão da potência de um sinal de entrada, presente em um dos seis guias de onda que o compõe. Os inventores são o professor Victor Dimitriev da Faculdade de Engenharia Elétrica da UFPA e o doutor Gianni Masaki Tanaka Portela.
Patente dois
A outra tecnologia, objeto da patente concedida n° US 9,778,540 foi “Compact Optical Swirch having only two waveguides and a resonant cavity to provide 60 degree folding”, que traduzido é “Chave óptica compacta baseada em um cristal fotônico bidimensional com dobramento de 60°”. Este é um trabalho com bases parecidas com o primeiro, o que difere é que a função principal é o controle da passagem de um sinal eletromagnético ao longo de um canal de comunicação, assim permitindo ou bloqueando a passagem do mesmo. A invenção também é dos dois autores citados anteriormente e do engenheiro eletricista Rafsandjani Batista.
Patente na África do Sul
O professor Alberdan Santos trabalha com química e biotecnologia, leciona na UFPA há 18 anos e coordena o Laboratório de Investigação Sistemática em Biotecnologia e Biodiversidade Molecular. O trabalho de Alberdan envolve a produção de micrometabólitos e macrometabólitos, que são substâncias produzidas por plantas e microrganismos que apresentam atividades biológicas. O professor explica que, por meio da investigação sistemática, o grupo chegou em um fungo, que produz um metabólito. Este metabólito, após ser submetido a várias atividades biológicas, mostrou um potencial contra leishmaniose cutânea. O professor depositou a patente nacional em 2008 e a internacional em 2009. Recentemente, a carta-patente foi aceita na África do Sul, além de já ter sido aprovada pela União Europeia e Aripo.
SECTET e UNIVERSITEC lançam Edital para promover Desafio INOVATUR 2018
O Desafio INOVATur 2018 é um programa da Secretaria de Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), a Agência de Inovação Tecnológica da Universidade Federal do Pará (Universitec) e Fundação Guamá. O edital para a seleção de ideias e talentos voltados para área de turismo no Pará foi divulgado nesta quinta-feira, dia 30, e as inscrições podem ser feitas até o dia 20 de janeiro.
O INOVATur tem por objetivo buscar soluções inovadoras para o desenvolvimento de projetos direcionados à promoção do Estado, enquanto destino turístico, tendo por base as diretrizes do Sistema Estadual de Gestão do Turismo, descritas no Plano Estratégico de Turismo do Pará – Ver-o-Pará. Vale lembrar que este programa faz parte de um planejamento de trabalho maior, o Inova Pará, que também é do governo estadual.
Processo
Os projetos serão escolhidos após o processo de inscrição. Os competidores terão acesso ao espaço físico coworking, onde eles terão direito ao uso de uma estação de trabalho com mobília e equipamentos de uso compartilhado, mentoria com especialistas da área, além de também fazer parte do quadro de relacionamentos da Universitec.
Premiação
O primeiro, o segundo e o terceiro lugar geral da classificação receberão R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil respectivamente. A cerimônia de encerramento do Desafio INOVATur 2018 será realizada no dia 18 de maio.
Serviço
Divulgação do Edital do Desafio INOVATur 2018
Período: de 30 de novembro de 2017 a 20 de janeiro de 2018
Inscrições:
SECTET: http://www.sectet.pa.gov.br/
SETUR http://www.setur.pa.gov.br/
UNIVERSITEC http://www.universitec.ufpa.br
FUNDAÇAO GUAMÁ http://pctguama.org.br
Baixe a chamada pública aquiFaça sua inscrição através do formulário aqui
Para mais informações envie e-mail para
desafioinovatur@gmail.com

Fórum de Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa do Pará assina Protocolo de Intenções com a Sectet

Representantes do Fórum de Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa do Pará assinaram, nesta segunda-feira, dia 11 de dezembro, o Protocolo de Intenções que propõe parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), na Coordenação de Ações para o Desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia no Estado, e da transferência de conhecimento de ponta para diversos setores da sociedade. Durante a reunião, realizada no prédio da Reitoria da UFPA, em Belém, o titular da Sectet, Alex Fiúza de Melo, também apresentou a resolução que cria a Bolsa de Estímulo à Inovação, destinada a pesquisadores que já trabalham nas instituições públicas ou privadas.
“Nós assinamos um importante instrumento, que é o Protocolo de Intenções, com o objetivo de alinhar a Sectet às instituições do Fórum para o enfrentamento do grande desafio que é o desenvolvimento sustentável do Pará, que supõe a constituição de sistemas de inovação nas várias regiões do Estado, os quais verticalizam as nossas cadeias produtivas estratégicas, gerando emprego, renda, inclusão social e melhor qualidade de vida à população”, pontuou o secretário Alex Fiúza.
O documento, que formaliza um Acordo de Cooperação com a Sectet, foi assinado pelos representantes das onze instituições de ensino e pesquisa do Pará que integram o Fórum: UFPA, UFRA, IFPA, Cesupa, Unama, UEPA, Embrapa, MPEG, IEC, UFOPA e Unifesspa. De acordo com o reitor da UFPA e vice-presidente do Fórum, Emmanuel Tourinho, o Protocolo é resultado da interação dos reitores e dirigentes das instituições de pesquisa no Pará e destes com o poder público.

“É uma iniciativa que vai gerar condições mais favoráveis ao desenvovimento da pesquisa e da inovação no nosso Estado. Vai contribuir para que as nossas instituições se aproximem daqueles setores que precisam usar o conhecimento aqui produzido para alavancar as suas atuações na sociedade”, afirmou o reitor da UFPA.
O presidente do Fórum e vice-reitor do Cesupa, Sérgio Mendes, fez um balanço positivo dos trabalhos, que se encerram com a assinatura do Protocolo de Intenções, como sendo um acordo importante para os próximos anos. Para ele, é um documento indutor, que sinaliza para o futuro as possibilidades de construção de um outro patamar de desenvolvimento para o Estado.
“Eu creio que, com a capacidade instalada nas Academias, com o vigor que têm os Institutos de Pesquisa e com o papel fundamental de orquestração do governo do Estado, por meio da Sectet, nós avançaremos muito. Não podemos mais contemplar, isso é certo e consensuado, que as nossas riquezas sejam levadas para outros lugares e lá se transformem em mais riquezas. Nós temos condições de verticalizar essa produção, temos competência instalada para fazê-la, e esta sinergia, sintetizada neste documento, nos ajudará a apontar caminhos que não conhecemos totalmente hoje, mas nos ajudará da melhor maneira”, disse o presidente do Fórum.
A próxima reunião do Fórum está agendada para o dia 26 de fevereiro, no Cesupa, às 9h30. Para o primeiro encontro do ano de 2018, será convidado o diretor presidente da Fapespa, Eduardo Costa. O objetivo será discutir propostas de apoio às ações institucionais para as áreas de ensino e de pesquisa.
Texto: Ericka Pinto – Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Alexandre de Moraes
sábado, 18 de novembro de 2017
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Werdum e Tybura batem peso, mas quatro atletas ficam acima no UFC Austrália
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segunda-feira, 16 de outubro de 2017
terça-feira, 26 de setembro de 2017
Tornozeleira electrónica
Cómo toman banho os condenados que cumprem pena em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica?
Perguntar não ofende.
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